Eu amo muito meu marido, mas isso não impede que, de vez em quando, eu goste de ficar com outros homens e aproveitar os paus deles. Sem querer me alongar muito, vou entrando no assunto que queria contar, e que imagino que seja o motivo pelo qual alguns começaram a ler este relato. No último Natal de 2024, uma tarde fui na casa de uma das minhas melhores amigas, onde ela organizava um jantar de Natal para os amigos. Eu estava incluída, com meus filhos e meu marido. Meu marido não estava a fim de sair de casa naquela noite; ele é um bom homem, mas tem muita dificuldade de ir a qualquer lugar, ainda mais porque naquela noite a gente tinha discutido. Por isso, quando ele disse que não queria ir ao jantar, também não insisti. Coloquei um vestido preto, um vestido justo, mas não tão curto para não parecer tão provocante e tão puta; ele ia até a metade da coxa. E uma jaqueta combinando com o vestido, porque estava um pouco frio naquela noite, e até chegar na casa da minha amiga, fiquei com essa jaqueta preta, como já disse. Como falei antes, costumo usar saltos altos, então coloquei uns saltos altos pretos.

Fui na casa da minha amiga, que de carro fica a uns quinze minutos da minha. No total, éramos onze pessoas, eu fui sozinha porque meu filho mais velho tava na casa dos meus pais e o mais novo ficou em casa com meu marido. A sala dela é bem grande, e a gente jantou lá. Foi um jantar divertido e descontraído entre amigos. Entre quem tava lá jantando, estava o filho da minha amiga, um guri de 19 anos, alto, gostosão, e como curte esporte e vai na academia, tem um corpo bonito e bem cuidado. Mas sempre vi ele como o que é: o filho da minha amiga, e pronto. Não quero me alongar muito em detalhes bestas, então vou logo dizer que, depois do jantar, minha amiga colocou uma música, e a gente ficou em pé, tomando uma taça. Como eu tava com aquele vestido curto e justo, minha amiga comentou que perigo eu tava indo assim e ainda sem meu marido... mas foi uma brincadeira sem maldade. Percebi que o filho da minha amiga, de vez em quando, me olhava de canto de olho, disfarçado. Como tinha mais gente e ele é um cara educado e na dele, mas eu notei aquelas olhadas furtivas de desejo. E não vou negar que me senti lisonjeada. Ele conversou comigo por um bom tempo, me contando as coisas dele, sobre a escola, o esporte que faz, essas paradas. A gente ali em pé, tão perto um do outro, me deu uma curiosidade pelo guri. Comecei a ver ele como um homem, e não como o filho da minha amiga. Eu vi esse moleque crescer desde os dois anos, e agora com 19 é um homem feito. Enquanto ele falava, tentava dar uma olhadinha nos meus peitos. Eu, que sou meio brincalhona, enquanto ele falava ou eu falava com ele, com a taça na mão, roçava a mão dele no peito dele. Numa dessas, ele fez o mesmo e roçou a mão nos meus peitos, um daqueles roços rápidos e, teoricamente, acidentais. Eu sorri safada pra ele, mas com os pais dele ali, dava pra fazer mais nada, mas tava gostando daquilo. Situação de estar meio que flertando com o filho da minha amiga, que se chama Fernando. Naquela noite, sinceramente, não rolou mais nada. Me despedi dos convidados que ainda estavam na festa, me despedi do garoto dando dois beijinhos no rosto dele, agradeci à minha amiga por ter me convidado pra festa e voltei pra minha casa. Quando cheguei, deviam ser umas duas da madrugada, meu marido tava dormindo profundamente. Fui pro banheiro sem fazer barulho pra trocar de roupa, colocar minha calcinha fio dental pra dormir, minha calça — já que era dezembro e tava frio — e minha blusa de dormir. Me meti na cama, mas não conseguia pegar no sono. A imagem do Fernando vinha na minha cabeça uma hora e outra, com aquela malícia nos olhos, e ele tinha dado uma olhada de canto nas minhas tetas. Não parava de pensar naquele momento em que, por acaso… ele tinha roçado nos meus peitos por cima do vestido. Quase uma hora depois, sem conseguir dormir, levantei e fui pro meu banheiro, onde tive que acariciar minha buceta com os dedos até gozar.
o que tive que fazer em total silêncio, pra ele não perceber ou meu marido acordar. gozei de tesão pensando no filho da minha amiga, tava muito excitada. mas tudo ficou por isso. em fevereiro deste ano, numa sexta à noite, fui pra uma despedida de solteira. minha sobrinha ia casar, e ela e as amigas foram pra essa despedida, minha sobrinha me convidou junto com a mãe dela (minha irmã), mas ela não quis ir. disse que essas coisas não gosta nem combinam com ela. então fui com minha sobrinha e as amigas dela, minha sobrinha tem 24 anos, e as amigas mais ou menos dessa idade, eu sou, digamos assim, a que destoava um pouco no meio delas. por ser um pouco mais velha, nem tanto hahaha, mas sei me adaptar a diferentes tipos de gente de todas as idades, e me sentia muito à vontade com elas. primeiro fomos todas jantar num restaurante, e depois fomos pra uma sala onde rolam as típicas despedidas de solteira, com coquetéis e drinks que sobem rápido na cabeça, e um Boy que ia animar a festa. já estive em algumas dessas despedidas e sei como é, algumas amigas da minha sobrinha já tinham bebido um pouco mais da conta, mas normal pra uma noite dessas entre mulheres. eu sabia que ficaríamos lá um tempo e depois eu iria pra casa, mas fiquei pra ver a dança do Boy que tinham contratado, na verdade o que a sala da despedida tinha contratado. saiu um cara jovem, todas começaram a aplaudir como loucas, como se nunca tivessem visto um homem. o cara começou a dançar, tirando a sunga que usava e deixando o pau dele ereto à vista de todas. até então eu tinha visto o cara de costas ou de lado, quando vi ele de frente, fiquei chocada, porque era Fernando, o filho da minha amiga. era uma daquelas situações em que a gente pensa, queria que a terra me engolisse. Fernando ainda não tinha percebido minha presença, no meio dos gritos e Aplausos das meninas. Ela colocava um pouco de chantilly no pau dele e aproximava da boca das garotas sentadas no sofá e nas poltronas onde a gente estava. Quando chegou na mina que tava antes de mim, foi quando ela me viu, aconteceu a mesma coisa que comigo: a cara dela desmoronou. A mina do meu lado não tava percebendo nada, lógico, e deu umas boas chupadas no pau. Quando já ia chegar a minha vez, a gente ficou se olhando, morrendo de vergonha. Ele parou, não vou dizer que perdeu a ereção, mas o pau ficou mais mole. Ele falou pra mim: — Merda, que vergonha. As meninas continuavam rindo e aplaudindo, e minha sobrinha falou pro Boy meter na minha boca, e aí perceberam que tinha algo rolando. Uma das minas, meio puta, disse pro Fernando que, mesmo eu sendo mais velha que as outras, eu também tinha direito de meter o pau dele na boca por um momento. Foi aí que eu falei: melhor não, ele é filho de uma das minhas melhores amigas, e se eu soubesse que ele ia estar aqui, com certeza não teria vindo pra despedida. Fernando, todo envergonhado, me pedia pra não contar nada disso pra mãe dele, que nos fins de semana ele ganha uma grana extra naquela sala, com as despedidas de solteira. Eu falei pra ele ficar tranquilo, que não ia contar nada daquilo. Uma das minas, a que tinha bebido mais, parecia não estar entendendo a situação e falou pro Fernando meter o pau na minha boca de uma vez. As outras começaram a aplaudir, minha sobrinha disse: — Ué, e daí que você conhece ele e ele é filho da sua amiga? Ele tem uma buceta boa. Vai lá e dá uma chupada. Fernando também falou: — Ale, por mim, tô de boa, só não quero que você se sinta mal ou se ofenda. A gente ficou naquele joguinho de desculpas, sem realmente querer que rolasse o que as outras minas queriam. Uma delas deu um empurrãozinho na bunda dele. do Fernando, puxando ele mais pra perto do meu rosto. Naquele momento, eu disse pra mim mesma, aquela coisa de que só se vive uma vez, e que tem que se divertir, então peguei a pica do Fernando e comecei a bater uma pra ele. E olhando bem nos olhos dele, comecei a enfiar na boca. No meio dos gritos e aplausos da minha sobrinha e das amigas dela.
Claro, Fernando trabalhava naquele lugar justamente porque era bem dotado. Bom tamanho e melhor ainda de grosso. Senti a rola dele pulsando dentro da minha boca. Coloquei minhas mãos nos quadris dele e continuei chupando gostoso, não umas chupadinhas de leve como as outras minas tinham feito antes. Eu tava mamando de verdade, metia até o fundo. Fernando colocou a mão na minha cabeça, acariciando meu cabelo e me empurrando contra o pau dele. Uma das minas falou pra minha sobrinha: — Olha, olha o Boy, o que não queria botar a boca na buceta da sua tia, e é com ele que ela tá mais se acabando.
Eu chupei ele um pouco mais, tava realmente excitado, tanto ele quanto eu. Depois ele continuou enfiando na boca das outras garotas, mas nada parecido com o que eu fiz. Ele terminou o número e foi embora. As risadas e brincadeiras da minha sobrinha e das outras garotas não pararam pelo resto do tempo que ficamos naquela casa de festas. Um garçom se aproximou e me disse que o Fernando estava na porta de entrada, e tinha pedido pra ele me avisar que me esperava lá na entrada pra me dizer uma coisa. As garotas de novo começaram a aplaudir e gritar. Fui até a entrada, onde o Fernando já tinha se vestido pra ir pra casa dele. Ele me disse: "Ale, mais uma vez te peço desculpas. Sendo amiga da minha mãe, de verdade, não queria que a situação fosse tão desconfortável pra você." Eu vi ele muito sem graça, e pra tirar o peso do assunto, respondi: "Bom, Fernando, não fica tão envergonhado ou apressado não. Isso obviamente vai ficar entre a gente. Sua mãe nunca vai saber que você trabalha aqui nos fins de semana, e muito menos vai saber que você enfiou na minha boca e eu chupei você, haha." Isso fez ele rir, e eu disse: "Além disso, ninguém recusa um doce, e pra falar a verdade, eu gostei muito do seu amiguinho." "Ale, você fala sério?" "Claro que sim. Espero que pra você não tenha sido tão terrível enfiar na boca de uma mulher mais velha e ainda por cima amiga da sua mãe..." Obviamente, eu disse isso sabendo que ele ia me falar que não, que era bem o contrário. E foi o que ele disse: "Ale, já que estamos sendo tão sinceros e vejo que você levou tudo numa boa, a verdade é que adorei quando você me chupou. Você me deixou a mil e amei como você chupou. De todas as mulheres que estão aqui, a que mais me dá desejo e tesão é você. Você me excita muito e eu te acho uma gostosa. Com prazer teria feito algo mais..." Nós dois rimos, ele me deu dois beijos no rosto como despedida, e me deu um beijo rápido nos lábios. Sorrimos um pro outro, ele foi embora e eu voltei pras garotas e pra minha... Sobrinha. Continuaram com as piadinhas de que tinha rolo entre o guri e eu. Mas beleza, ficou por isso mesmo. Quando cheguei em casa já passava das três da manhã. Meu marido tava dormindo profundão, e eu tava muito excitada, então fui pra um quarto vazio que a gente tem pra quando vem visita ou parente. Deitei na cama, me despi, abri bem as pernas e comecei a me tocar e acariciar os biquinhos, beliscando eles de vez em quando. E a me tocar na minha buceta mais que quente, tava toda melada.
Continua.


Fui na casa da minha amiga, que de carro fica a uns quinze minutos da minha. No total, éramos onze pessoas, eu fui sozinha porque meu filho mais velho tava na casa dos meus pais e o mais novo ficou em casa com meu marido. A sala dela é bem grande, e a gente jantou lá. Foi um jantar divertido e descontraído entre amigos. Entre quem tava lá jantando, estava o filho da minha amiga, um guri de 19 anos, alto, gostosão, e como curte esporte e vai na academia, tem um corpo bonito e bem cuidado. Mas sempre vi ele como o que é: o filho da minha amiga, e pronto. Não quero me alongar muito em detalhes bestas, então vou logo dizer que, depois do jantar, minha amiga colocou uma música, e a gente ficou em pé, tomando uma taça. Como eu tava com aquele vestido curto e justo, minha amiga comentou que perigo eu tava indo assim e ainda sem meu marido... mas foi uma brincadeira sem maldade. Percebi que o filho da minha amiga, de vez em quando, me olhava de canto de olho, disfarçado. Como tinha mais gente e ele é um cara educado e na dele, mas eu notei aquelas olhadas furtivas de desejo. E não vou negar que me senti lisonjeada. Ele conversou comigo por um bom tempo, me contando as coisas dele, sobre a escola, o esporte que faz, essas paradas. A gente ali em pé, tão perto um do outro, me deu uma curiosidade pelo guri. Comecei a ver ele como um homem, e não como o filho da minha amiga. Eu vi esse moleque crescer desde os dois anos, e agora com 19 é um homem feito. Enquanto ele falava, tentava dar uma olhadinha nos meus peitos. Eu, que sou meio brincalhona, enquanto ele falava ou eu falava com ele, com a taça na mão, roçava a mão dele no peito dele. Numa dessas, ele fez o mesmo e roçou a mão nos meus peitos, um daqueles roços rápidos e, teoricamente, acidentais. Eu sorri safada pra ele, mas com os pais dele ali, dava pra fazer mais nada, mas tava gostando daquilo. Situação de estar meio que flertando com o filho da minha amiga, que se chama Fernando. Naquela noite, sinceramente, não rolou mais nada. Me despedi dos convidados que ainda estavam na festa, me despedi do garoto dando dois beijinhos no rosto dele, agradeci à minha amiga por ter me convidado pra festa e voltei pra minha casa. Quando cheguei, deviam ser umas duas da madrugada, meu marido tava dormindo profundamente. Fui pro banheiro sem fazer barulho pra trocar de roupa, colocar minha calcinha fio dental pra dormir, minha calça — já que era dezembro e tava frio — e minha blusa de dormir. Me meti na cama, mas não conseguia pegar no sono. A imagem do Fernando vinha na minha cabeça uma hora e outra, com aquela malícia nos olhos, e ele tinha dado uma olhada de canto nas minhas tetas. Não parava de pensar naquele momento em que, por acaso… ele tinha roçado nos meus peitos por cima do vestido. Quase uma hora depois, sem conseguir dormir, levantei e fui pro meu banheiro, onde tive que acariciar minha buceta com os dedos até gozar.
o que tive que fazer em total silêncio, pra ele não perceber ou meu marido acordar. gozei de tesão pensando no filho da minha amiga, tava muito excitada. mas tudo ficou por isso. em fevereiro deste ano, numa sexta à noite, fui pra uma despedida de solteira. minha sobrinha ia casar, e ela e as amigas foram pra essa despedida, minha sobrinha me convidou junto com a mãe dela (minha irmã), mas ela não quis ir. disse que essas coisas não gosta nem combinam com ela. então fui com minha sobrinha e as amigas dela, minha sobrinha tem 24 anos, e as amigas mais ou menos dessa idade, eu sou, digamos assim, a que destoava um pouco no meio delas. por ser um pouco mais velha, nem tanto hahaha, mas sei me adaptar a diferentes tipos de gente de todas as idades, e me sentia muito à vontade com elas. primeiro fomos todas jantar num restaurante, e depois fomos pra uma sala onde rolam as típicas despedidas de solteira, com coquetéis e drinks que sobem rápido na cabeça, e um Boy que ia animar a festa. já estive em algumas dessas despedidas e sei como é, algumas amigas da minha sobrinha já tinham bebido um pouco mais da conta, mas normal pra uma noite dessas entre mulheres. eu sabia que ficaríamos lá um tempo e depois eu iria pra casa, mas fiquei pra ver a dança do Boy que tinham contratado, na verdade o que a sala da despedida tinha contratado. saiu um cara jovem, todas começaram a aplaudir como loucas, como se nunca tivessem visto um homem. o cara começou a dançar, tirando a sunga que usava e deixando o pau dele ereto à vista de todas. até então eu tinha visto o cara de costas ou de lado, quando vi ele de frente, fiquei chocada, porque era Fernando, o filho da minha amiga. era uma daquelas situações em que a gente pensa, queria que a terra me engolisse. Fernando ainda não tinha percebido minha presença, no meio dos gritos e Aplausos das meninas. Ela colocava um pouco de chantilly no pau dele e aproximava da boca das garotas sentadas no sofá e nas poltronas onde a gente estava. Quando chegou na mina que tava antes de mim, foi quando ela me viu, aconteceu a mesma coisa que comigo: a cara dela desmoronou. A mina do meu lado não tava percebendo nada, lógico, e deu umas boas chupadas no pau. Quando já ia chegar a minha vez, a gente ficou se olhando, morrendo de vergonha. Ele parou, não vou dizer que perdeu a ereção, mas o pau ficou mais mole. Ele falou pra mim: — Merda, que vergonha. As meninas continuavam rindo e aplaudindo, e minha sobrinha falou pro Boy meter na minha boca, e aí perceberam que tinha algo rolando. Uma das minas, meio puta, disse pro Fernando que, mesmo eu sendo mais velha que as outras, eu também tinha direito de meter o pau dele na boca por um momento. Foi aí que eu falei: melhor não, ele é filho de uma das minhas melhores amigas, e se eu soubesse que ele ia estar aqui, com certeza não teria vindo pra despedida. Fernando, todo envergonhado, me pedia pra não contar nada disso pra mãe dele, que nos fins de semana ele ganha uma grana extra naquela sala, com as despedidas de solteira. Eu falei pra ele ficar tranquilo, que não ia contar nada daquilo. Uma das minas, a que tinha bebido mais, parecia não estar entendendo a situação e falou pro Fernando meter o pau na minha boca de uma vez. As outras começaram a aplaudir, minha sobrinha disse: — Ué, e daí que você conhece ele e ele é filho da sua amiga? Ele tem uma buceta boa. Vai lá e dá uma chupada. Fernando também falou: — Ale, por mim, tô de boa, só não quero que você se sinta mal ou se ofenda. A gente ficou naquele joguinho de desculpas, sem realmente querer que rolasse o que as outras minas queriam. Uma delas deu um empurrãozinho na bunda dele. do Fernando, puxando ele mais pra perto do meu rosto. Naquele momento, eu disse pra mim mesma, aquela coisa de que só se vive uma vez, e que tem que se divertir, então peguei a pica do Fernando e comecei a bater uma pra ele. E olhando bem nos olhos dele, comecei a enfiar na boca. No meio dos gritos e aplausos da minha sobrinha e das amigas dela.
Claro, Fernando trabalhava naquele lugar justamente porque era bem dotado. Bom tamanho e melhor ainda de grosso. Senti a rola dele pulsando dentro da minha boca. Coloquei minhas mãos nos quadris dele e continuei chupando gostoso, não umas chupadinhas de leve como as outras minas tinham feito antes. Eu tava mamando de verdade, metia até o fundo. Fernando colocou a mão na minha cabeça, acariciando meu cabelo e me empurrando contra o pau dele. Uma das minas falou pra minha sobrinha: — Olha, olha o Boy, o que não queria botar a boca na buceta da sua tia, e é com ele que ela tá mais se acabando.
Eu chupei ele um pouco mais, tava realmente excitado, tanto ele quanto eu. Depois ele continuou enfiando na boca das outras garotas, mas nada parecido com o que eu fiz. Ele terminou o número e foi embora. As risadas e brincadeiras da minha sobrinha e das outras garotas não pararam pelo resto do tempo que ficamos naquela casa de festas. Um garçom se aproximou e me disse que o Fernando estava na porta de entrada, e tinha pedido pra ele me avisar que me esperava lá na entrada pra me dizer uma coisa. As garotas de novo começaram a aplaudir e gritar. Fui até a entrada, onde o Fernando já tinha se vestido pra ir pra casa dele. Ele me disse: "Ale, mais uma vez te peço desculpas. Sendo amiga da minha mãe, de verdade, não queria que a situação fosse tão desconfortável pra você." Eu vi ele muito sem graça, e pra tirar o peso do assunto, respondi: "Bom, Fernando, não fica tão envergonhado ou apressado não. Isso obviamente vai ficar entre a gente. Sua mãe nunca vai saber que você trabalha aqui nos fins de semana, e muito menos vai saber que você enfiou na minha boca e eu chupei você, haha." Isso fez ele rir, e eu disse: "Além disso, ninguém recusa um doce, e pra falar a verdade, eu gostei muito do seu amiguinho." "Ale, você fala sério?" "Claro que sim. Espero que pra você não tenha sido tão terrível enfiar na boca de uma mulher mais velha e ainda por cima amiga da sua mãe..." Obviamente, eu disse isso sabendo que ele ia me falar que não, que era bem o contrário. E foi o que ele disse: "Ale, já que estamos sendo tão sinceros e vejo que você levou tudo numa boa, a verdade é que adorei quando você me chupou. Você me deixou a mil e amei como você chupou. De todas as mulheres que estão aqui, a que mais me dá desejo e tesão é você. Você me excita muito e eu te acho uma gostosa. Com prazer teria feito algo mais..." Nós dois rimos, ele me deu dois beijos no rosto como despedida, e me deu um beijo rápido nos lábios. Sorrimos um pro outro, ele foi embora e eu voltei pras garotas e pra minha... Sobrinha. Continuaram com as piadinhas de que tinha rolo entre o guri e eu. Mas beleza, ficou por isso mesmo. Quando cheguei em casa já passava das três da manhã. Meu marido tava dormindo profundão, e eu tava muito excitada, então fui pra um quarto vazio que a gente tem pra quando vem visita ou parente. Deitei na cama, me despi, abri bem as pernas e comecei a me tocar e acariciar os biquinhos, beliscando eles de vez em quando. E a me tocar na minha buceta mais que quente, tava toda melada.
Continua.
7 comentários - Desvirgando al hijo de mi amiga