A MÃE DO MEU MELHOR AMIGO
Beleza, me chamo Ramiro, tenho 37 anos e hoje vou contar uma das histórias mais safadas que já vivi. Realmente acredito que quando a gente começa a se entregar à própria natureza, à própria sexualidade, a gente começa a atrair o que precisa. Durante muito tempo tive uma vida sexual normal, até meio sem graça às vezes, mas a partir dos 25/26 anos, aos poucos, comecei a me descobrir, a me soltar e a viver situações que antes pareciam simplesmente impossíveis.
Essa história é sobre a Silvia, a mãe de quem foi, por um tempo, meu melhor amigo. Silvia era uma mulher robusta, grandona e gordinha, não me atraía fisicamente, mas, como muitos sabem, a sacanagem acaba vencendo, além do fato de que ela tinha uns peitões enormes e uma bunda gigante que também eram de dar água na boca. Embora não fosse tudo durinho ou perfeito, convenhamos que ela tinha uns 55 anos na época, e eu sempre curti bundas e peitos grandes. Silvia era uma gostosa que adorava beber, costumava ficar bêbada nos encontros, e eu a via com frequência. Com a filha dela, éramos muito próximos, e por isso mais de uma vez fazíamos um churrasco ou uma reunião na casa da mãe. Silvia também fumava maconha, igual a gente, e tinha uma atitude bem liberal no geral. Vale dizer que com meu melhor amigo da época, a filha dela, a gente transava de vez em quando, tínhamos um relacionamento estranho, nada convencional.
Por um bom tempo, nunca vi a Silvia com olhos sexuais, talvez porque ainda não tinha liberado minhas taras, não as tinha separado da atração física. Mas lembro quando tudo começou, a primeira vez que a vi com outros olhos. Foi num Natal, devia ser Natal de 2015 ou 2016. Meu amigo me convidou pra ir, depois da minha ceia em família, pra casa da Silvia, a mãe dele, que ia estar lá com o parceiro e a filha de 2 anos. Lá pela 1h30 da manhã cheguei, nem preciso dizer que já estava bem chapado e meio de porre. Silvia morava a meia quadra de A avenida Rivadavia, num prédio bonito, no térreo. Quando ela veio me atender e me cumprimentou, percebi que já estava bem bêbada, fica mais carinhosa, nada que não seja normal em quase todo ser humano. Lembro que quando entrei, ela ia na minha frente e, obviamente, como bom homem masturbador que sou, eu olhava pra bunda dela. Como já falei, nunca me atraí pela Silvia, mas era verdade que ela tinha uns peitos e uma bunda enormes, acho que mistura de ser grandona, um pouco gordinha e também da mãe natureza. Naquele momento, acho que pela primeira vez, olhei pra Silvia de um jeito diferente, ela vinha na minha frente e eu olhando pra bunda dela, que realmente via enorme, daquelas que dá vontade de se perder ali, de enterrar a cabeça naquela bunda. Ela estava meio em casa, mas muito gostosa, com uma legging bem colada no corpo que, mesmo não apertando tanto a bunda, já destacava muito. Quando ela vai chegar na porta pra abrir, deixa cair a chave e se abaixa pra pegar. Vale dizer que a Silvia, igual a filha dela, se abaixa dobrando a cintura 90 graus e deixando a bunda pra fora. Realmente não acho que faça pra provocar, parece um costume, mas naquele dia eu estava atrás, olhando pra bunda dela, meio bêbado e bem chapado. Ali foi o primeiro gatilho de tudo, de um monte de situações divertidas e safadas que vivemos. Ao se abaixar, aparece uma calcinha fio dental branca, minúscula, totalmente perdida naquela bunda enorme, e pra piorar, o elástico da legging desce um pouco, deixando à mostra uma das tirinhas daquela calcinha minúscula, era um fiozinho que terminava num mini triângulo que sumia naquela bunda enorme, uma visão devastadora. Naquele momento, lembro da vontade de querer apalpar a bunda toda, aquela tesão que vence a razão e a personalidade, mas de algum jeito consegui me segurar. Do que não consegui escapar quando levantei o olhar foi da Silvia me olhando enquanto eu estava extasiado com aquela bunda, escapou uma risadinha safada dela. sorrisinho leve. Uma vez lá dentro, o de sempre: baseados, cervejas, risadas, mais baseados, mais cervejas e mais risadas. Eu não conseguia parar de ficar com tesão quando olhava pra ela, e cada vez me importava menos com tudo. Passei de olhar disfarçadamente pra olhar pra bunda dela descaradamente em toda oportunidade que tinha. Num momento, vejo ela na cozinha, de costas pra geladeira, preparando uma nova leva de petiscos. A cozinha é bem estreita, então se quisesse pegar algo da geladeira, era impossível não se esbarrar. Encorajado pelo tesão e pela cerveja, fui pra cozinha "servir um copo de coca" e, depois de um "com licença, Sil", passei a me enfiar entre ela e a geladeira, abrindo um pouco pra pegar a coca. Vale dizer que eu já tava de pau duro, claramente, e me posicionava e andava com o cuidado necessário pra não deixar transparecer, e o que era pra ser uma encostada de leve de tesão acabou sendo uma encostada violenta, onde não tenho dúvida de que ela sentiu meu pau duríssimo no meio da bunda enorme dela. Ela soltou um "ufff" baixinho. Pouco depois, estávamos todos lá conversando e ouvindo música. Minha amiga tava meio que discutindo com o namorado dela, e a menina já meio cansada, pedindo pra ir dormir. Eu aproveitei e falei que ia sair pra fumar um cigarro na porta, de boa. A ideia era não fumar lá dentro. Pedi as chaves pra Silvia, e ela disse "não, deixa que vou com você, também tô precisando de um cigarro". Pegamos nossas latinhas de cerveja e saímos pra fora. Estávamos no segundo cigarro, conversando sobre qualquer besteira e rindo como dois bêbados que riem de tudo. Eu sentado na porta do prédio, e ela em pé, meio apoiada num carro que tava estacionado ali, com a latinha de cerveja no chão. Num momento, ela se abaixa pra pegar a lata, deixando aquela bunda exposta como antes, mas dessa vez não apontando pra mim, e sim de lado, na direção da avenida. Nisso, tava passando um cara bem cabeça, uns 21 anos, no máximo, e o cara com cara de doido, diz “que rabaço gostoso que tu tem, véia linda, tá pedindo carne” e enquanto continua andando me olha e fala “desculpa mas tua mãe é uma puta gostosa”. Eu não consegui segurar a risada, mas quando olhei pra Silvia notei uma cara que nunca tinha visto, era uma mistura de um pouco de raiva e muita tesão, uma cara de puta do caralho, ela mordeu o lábio e seguiu o moleque com o olhar, a putinha tinha ficado com tesão, a cara dela me dizia que se eu não tivesse ali, se não tivesse visita dentro, no estado que ela tava, ela fazia o cara passar pra dentro pra arrebentar a buceta dela, assim fácil. Uns minutos depois a gente falou de entrar e enquanto fechava a porta ela continuava resmungando coisas tipo “moleque filho da puta”, claramente ainda excitada com o que aconteceu, tava com a cara toda vermelha, dava pra ver que tava a mil. Eu, também descontrolado com a cara de puta que ela tinha feito e sem pensar muito, falei “bom Sil, é que tu tem uma bunda enorme e com essa fio dental minúscula o cara pirou”, ela vinha entrando na minha frente, vira a cabeça, me olha com uma cara ainda mais perdida que antes e fala “e tu como sabe que eu tô de fio dental?”. Sem corar, nem pensar, falei “Sil, quando tu se abaixa dá pra ver a fio dental branca minúscula perdida na tua bunda”. Claramente eu também já tinha pirado, não só não pensava no que falava como também não pensava em como falava. Já sem tentar disfarçar o tesão ela me perguntou “então tu já viu minha bunda toda?”, e eu respondi “sim, mas agora quero ver direito”, enquanto sem dar tempo dela reagir eu meio que abracei ela e puxei a legging pra baixo na parte de trás, deixando aquela bunda enorme no ar. Ela fez uma tentativa falsa de se soltar e falou “não abusa”, sem fazer nada pra realmente me tirar. Quando ela terminou a frase eu já tinha enfiado dois dedos na buceta dela e ela tava tremendo, depois eu levei os dedos pra ela chupar e ela lambeu até limpar os próprios fluidos. Tudo isso a gente tava a 2 metros da porta do apartamento dela, dentro do hall do prédio, e eu falo que quero ver aquela bunda como Deus manda, de quatro. Ela disse que eu era louco, que qualquer um podia ver a gente ali e que ela não era uma puta. Eu falei pra ela não encher o saco, que vi a cara que ela fez quando olhou pro cara e que dava pra ver a vontade que ela tava de ser comida. Falei: “vem pra escada e fica de quatro”. Ela, como uma boa putinha submissa, se entregou ao comando e se preparou pra ficar de quatro no meio da escada. Quando ela tava de quatro, dei um tapa bem forte na bunda dela e falei: “mostra mais essa bunda, puta”, completamente fora de mim. Ela obedeceu e ficou numa pose digna de uma gostosa, toda de quatro e arqueada, mostrando aquela bunda imponente o máximo que podia. Com toda a vontade, abaixei a legging dela de novo, expondo aquela raba em todo o seu esplendor. Era uma coisa de outro mundo, o tamanho daquela bunda, a fio dental minúscula totalmente perdida entre as nádegas dela. Não consegui evitar enfiar a cara naquela bunda e chupar tudo. Ela entrou num estado de descontrole total e quase na hora pediu com voz firme: “arrebenta minha buceta, filho, arrebenta tudo”. Obviamente, em menos de 10 segundos, eu tava metendo tudo de uma vez no cu dela, sem lubrificante, sem cuspir, sem nem um dedo, de uma vez até as bolas. O grito que ela deu foi lindo, se não ouviram até o terceiro andar, foi um milagre. A adrenalina que eu senti naquele momento simplesmente é impossível de colocar em palavras. Acho que todos os tarados e taradas vão me entender: é muito mais que prazer sexual, é um êxtase absoluto, uma corrente que percorre a espinha, um arrepio que libera coisas que a gente não costuma soltar. Totalmente excitado e alucinado, não tive interesse nem em pensar em durar, até porque não dava mesmo. A adrenalina era da possibilidade da filha dela sair pra nos procurar e encontrar a mãe sendo comida na escada pelo melhor amigo dela. Amigo, então não fiz nada além de soltar todo o meu tesão e meus instintos mais baixos comendo aquela bunda sem piedade. Quanto mais eu via ela sofrer, mais eu gostava. Obviamente, Pato era uma puta submissa de carteirinha e curtia a mesma coisa: quanto mais forte eu comia ela, mais doida ficava. Ela não parava de falar e soltar coisas tipo “sim, come minha bunda assim”, “mais forte, arrebenta tudo”, “pelo amor de Deus, mesmo que eu grite de dor, não para”. Também me enlouquecia quando, num surto de racionalidade, ela tentava abafar os gemidos e eu comia ela mais forte pra mostrar que não dava, que jogo gostoso e descontrolado. Não devem ter passado nem 5 minutos e eu já sentia que ia gozar, e em vez de me preocupar em durar mais, comecei a comer ela com toda a energia que me restava e, no último momento, tirei a pica do cu dela e falei “engole tudo, Pato”. Ela se virou rápido, com aquela desesperação linda de quem quer tomar o leite, vinda daquele estado de putaria total. Os primeiros dois jatos foram na cara dela, mesmo eu tentando apontar pra boca, uma bagunça total. No terceiro, ela mesma enfiou a pica na boca e segurou a sujeira. Soltei mais vários jatos, poucas vezes gozei tanto na vida. Ela engoliu tudo e chupou minha pica por mais uns minutos até me deixar seco e com a pica brilhando. Ela mamava como uma desesperada, com dois jatos de leite atravessando a cara e mal deixando o olho direito abrir, já esquecida do que iam pensar, do risco de um vizinho ou a filha dela aparecer e encontrar ela na escada com a cara cheia de porra e limpando a pica de um cara com metade da idade dela. Simplesmente não ligava pra mais nada além de limpar o leite. Eu continuei passando a pica na cara dela pra juntar a evidência, e ela depois chupava como uma boa submissa. Não tínhamos nem guardanapo e precisávamos fazer sumir as provas. No final, fui tirando a porra da cara dela com os dedos, e ela foi limpando um por um. Entramos em casa, os dois nas nuvens pelo que tinha acabado de rolar. Silvia foi... Direto pro banheiro lavar o rosto, eu falei pra minha amiga que por que a gente não bolava o último baseado, o parceiro dela tinha ido dormir com a filha. Uma hora depois a gente começou a viagem de volta, minha amiga e o parceiro dela me levaram de carro porque ficava no caminho pra casa deles, a umas 7 quadras de distância chega uma mensagem no whatsapp da Silvia falando "cara isso não pode acontecer de novo, foi incrível mas eu sou uma mulher adulta e a mãe da sua melhor amiga, não posso ser tão puta". Vai saber por que eu falei pra minha amiga que ia descer ali porque o Pablo tinha me mandado mensagem, que tava com os caras tomando umas cervejas e eu ia pra casa dele, que era ali a umas quadras, sem dar tempo deles se oferecerem pra me levar eu desci e voltei pra casa da Silvia, uns minutos depois tava na porta e respondi a mensagem do whatsapp: "acabei de voltar porque esqueci a latinha do baseado, tô aqui fora", dois minutos depois ela saiu meio nervosa falando que não tava me vendo e procurando onde tava o carro da filha dela me esperando, quando entrei com a desculpa de pegar a latinha falei "falei pra Nati que ia pra casa de um amigo, eles foram embora, não perdi a latinha do baseado, vim porque quero te comer toda, não posso perder uma puta como você Sil". Primeiro ela se fez de difícil falando que não, que eu sou louco, que não sabia o que tinha acontecido com ela e que já tinha me falado por mensagem que não ia rolar mais, aí eu respondi "eu sei o que aconteceu com você Sil, você tá bêbada e a puta que existe dentro de você aparece, é normal, dava pra ver que você precisava de uma boa fodida, e se não vai rolar mais eu diria pra aproveitarmos essa noite em que você tá morrendo de vontade de ser a maior puta de todas". Cinco minutos depois eu tava sentado no sofá da sala e ela chupando minha rola sem parar. Aquela noite a gente ficou transando até as 7 da manhã, eu cansei de comer ela, no outro dia levantei, fui pegar um copo d'água e quando voltei a primeira coisa que fiz foi colocar a rola na boca dela e acordar ela, era hora de Tomar a porra. E assim foi o começo das nossas aventuras. Hoje em dia, quando tô precisando de uma boa chupada de pau, vou visitar a Silvia. E, mesmo ela muitas vezes começando dizendo que não, o encontro sempre termina do mesmo jeito: ela com a cara cheia de porra e um sorriso perverso de orelha a orelha. Outra hora vou contar a quantidade de situações divertidas e safadas que vivi com a Silvia, a mãe da minha melhor amiga, a coroa mais puta que já conheci na vida.
Beleza, me chamo Ramiro, tenho 37 anos e hoje vou contar uma das histórias mais safadas que já vivi. Realmente acredito que quando a gente começa a se entregar à própria natureza, à própria sexualidade, a gente começa a atrair o que precisa. Durante muito tempo tive uma vida sexual normal, até meio sem graça às vezes, mas a partir dos 25/26 anos, aos poucos, comecei a me descobrir, a me soltar e a viver situações que antes pareciam simplesmente impossíveis.
Essa história é sobre a Silvia, a mãe de quem foi, por um tempo, meu melhor amigo. Silvia era uma mulher robusta, grandona e gordinha, não me atraía fisicamente, mas, como muitos sabem, a sacanagem acaba vencendo, além do fato de que ela tinha uns peitões enormes e uma bunda gigante que também eram de dar água na boca. Embora não fosse tudo durinho ou perfeito, convenhamos que ela tinha uns 55 anos na época, e eu sempre curti bundas e peitos grandes. Silvia era uma gostosa que adorava beber, costumava ficar bêbada nos encontros, e eu a via com frequência. Com a filha dela, éramos muito próximos, e por isso mais de uma vez fazíamos um churrasco ou uma reunião na casa da mãe. Silvia também fumava maconha, igual a gente, e tinha uma atitude bem liberal no geral. Vale dizer que com meu melhor amigo da época, a filha dela, a gente transava de vez em quando, tínhamos um relacionamento estranho, nada convencional.
Por um bom tempo, nunca vi a Silvia com olhos sexuais, talvez porque ainda não tinha liberado minhas taras, não as tinha separado da atração física. Mas lembro quando tudo começou, a primeira vez que a vi com outros olhos. Foi num Natal, devia ser Natal de 2015 ou 2016. Meu amigo me convidou pra ir, depois da minha ceia em família, pra casa da Silvia, a mãe dele, que ia estar lá com o parceiro e a filha de 2 anos. Lá pela 1h30 da manhã cheguei, nem preciso dizer que já estava bem chapado e meio de porre. Silvia morava a meia quadra de A avenida Rivadavia, num prédio bonito, no térreo. Quando ela veio me atender e me cumprimentou, percebi que já estava bem bêbada, fica mais carinhosa, nada que não seja normal em quase todo ser humano. Lembro que quando entrei, ela ia na minha frente e, obviamente, como bom homem masturbador que sou, eu olhava pra bunda dela. Como já falei, nunca me atraí pela Silvia, mas era verdade que ela tinha uns peitos e uma bunda enormes, acho que mistura de ser grandona, um pouco gordinha e também da mãe natureza. Naquele momento, acho que pela primeira vez, olhei pra Silvia de um jeito diferente, ela vinha na minha frente e eu olhando pra bunda dela, que realmente via enorme, daquelas que dá vontade de se perder ali, de enterrar a cabeça naquela bunda. Ela estava meio em casa, mas muito gostosa, com uma legging bem colada no corpo que, mesmo não apertando tanto a bunda, já destacava muito. Quando ela vai chegar na porta pra abrir, deixa cair a chave e se abaixa pra pegar. Vale dizer que a Silvia, igual a filha dela, se abaixa dobrando a cintura 90 graus e deixando a bunda pra fora. Realmente não acho que faça pra provocar, parece um costume, mas naquele dia eu estava atrás, olhando pra bunda dela, meio bêbado e bem chapado. Ali foi o primeiro gatilho de tudo, de um monte de situações divertidas e safadas que vivemos. Ao se abaixar, aparece uma calcinha fio dental branca, minúscula, totalmente perdida naquela bunda enorme, e pra piorar, o elástico da legging desce um pouco, deixando à mostra uma das tirinhas daquela calcinha minúscula, era um fiozinho que terminava num mini triângulo que sumia naquela bunda enorme, uma visão devastadora. Naquele momento, lembro da vontade de querer apalpar a bunda toda, aquela tesão que vence a razão e a personalidade, mas de algum jeito consegui me segurar. Do que não consegui escapar quando levantei o olhar foi da Silvia me olhando enquanto eu estava extasiado com aquela bunda, escapou uma risadinha safada dela. sorrisinho leve. Uma vez lá dentro, o de sempre: baseados, cervejas, risadas, mais baseados, mais cervejas e mais risadas. Eu não conseguia parar de ficar com tesão quando olhava pra ela, e cada vez me importava menos com tudo. Passei de olhar disfarçadamente pra olhar pra bunda dela descaradamente em toda oportunidade que tinha. Num momento, vejo ela na cozinha, de costas pra geladeira, preparando uma nova leva de petiscos. A cozinha é bem estreita, então se quisesse pegar algo da geladeira, era impossível não se esbarrar. Encorajado pelo tesão e pela cerveja, fui pra cozinha "servir um copo de coca" e, depois de um "com licença, Sil", passei a me enfiar entre ela e a geladeira, abrindo um pouco pra pegar a coca. Vale dizer que eu já tava de pau duro, claramente, e me posicionava e andava com o cuidado necessário pra não deixar transparecer, e o que era pra ser uma encostada de leve de tesão acabou sendo uma encostada violenta, onde não tenho dúvida de que ela sentiu meu pau duríssimo no meio da bunda enorme dela. Ela soltou um "ufff" baixinho. Pouco depois, estávamos todos lá conversando e ouvindo música. Minha amiga tava meio que discutindo com o namorado dela, e a menina já meio cansada, pedindo pra ir dormir. Eu aproveitei e falei que ia sair pra fumar um cigarro na porta, de boa. A ideia era não fumar lá dentro. Pedi as chaves pra Silvia, e ela disse "não, deixa que vou com você, também tô precisando de um cigarro". Pegamos nossas latinhas de cerveja e saímos pra fora. Estávamos no segundo cigarro, conversando sobre qualquer besteira e rindo como dois bêbados que riem de tudo. Eu sentado na porta do prédio, e ela em pé, meio apoiada num carro que tava estacionado ali, com a latinha de cerveja no chão. Num momento, ela se abaixa pra pegar a lata, deixando aquela bunda exposta como antes, mas dessa vez não apontando pra mim, e sim de lado, na direção da avenida. Nisso, tava passando um cara bem cabeça, uns 21 anos, no máximo, e o cara com cara de doido, diz “que rabaço gostoso que tu tem, véia linda, tá pedindo carne” e enquanto continua andando me olha e fala “desculpa mas tua mãe é uma puta gostosa”. Eu não consegui segurar a risada, mas quando olhei pra Silvia notei uma cara que nunca tinha visto, era uma mistura de um pouco de raiva e muita tesão, uma cara de puta do caralho, ela mordeu o lábio e seguiu o moleque com o olhar, a putinha tinha ficado com tesão, a cara dela me dizia que se eu não tivesse ali, se não tivesse visita dentro, no estado que ela tava, ela fazia o cara passar pra dentro pra arrebentar a buceta dela, assim fácil. Uns minutos depois a gente falou de entrar e enquanto fechava a porta ela continuava resmungando coisas tipo “moleque filho da puta”, claramente ainda excitada com o que aconteceu, tava com a cara toda vermelha, dava pra ver que tava a mil. Eu, também descontrolado com a cara de puta que ela tinha feito e sem pensar muito, falei “bom Sil, é que tu tem uma bunda enorme e com essa fio dental minúscula o cara pirou”, ela vinha entrando na minha frente, vira a cabeça, me olha com uma cara ainda mais perdida que antes e fala “e tu como sabe que eu tô de fio dental?”. Sem corar, nem pensar, falei “Sil, quando tu se abaixa dá pra ver a fio dental branca minúscula perdida na tua bunda”. Claramente eu também já tinha pirado, não só não pensava no que falava como também não pensava em como falava. Já sem tentar disfarçar o tesão ela me perguntou “então tu já viu minha bunda toda?”, e eu respondi “sim, mas agora quero ver direito”, enquanto sem dar tempo dela reagir eu meio que abracei ela e puxei a legging pra baixo na parte de trás, deixando aquela bunda enorme no ar. Ela fez uma tentativa falsa de se soltar e falou “não abusa”, sem fazer nada pra realmente me tirar. Quando ela terminou a frase eu já tinha enfiado dois dedos na buceta dela e ela tava tremendo, depois eu levei os dedos pra ela chupar e ela lambeu até limpar os próprios fluidos. Tudo isso a gente tava a 2 metros da porta do apartamento dela, dentro do hall do prédio, e eu falo que quero ver aquela bunda como Deus manda, de quatro. Ela disse que eu era louco, que qualquer um podia ver a gente ali e que ela não era uma puta. Eu falei pra ela não encher o saco, que vi a cara que ela fez quando olhou pro cara e que dava pra ver a vontade que ela tava de ser comida. Falei: “vem pra escada e fica de quatro”. Ela, como uma boa putinha submissa, se entregou ao comando e se preparou pra ficar de quatro no meio da escada. Quando ela tava de quatro, dei um tapa bem forte na bunda dela e falei: “mostra mais essa bunda, puta”, completamente fora de mim. Ela obedeceu e ficou numa pose digna de uma gostosa, toda de quatro e arqueada, mostrando aquela bunda imponente o máximo que podia. Com toda a vontade, abaixei a legging dela de novo, expondo aquela raba em todo o seu esplendor. Era uma coisa de outro mundo, o tamanho daquela bunda, a fio dental minúscula totalmente perdida entre as nádegas dela. Não consegui evitar enfiar a cara naquela bunda e chupar tudo. Ela entrou num estado de descontrole total e quase na hora pediu com voz firme: “arrebenta minha buceta, filho, arrebenta tudo”. Obviamente, em menos de 10 segundos, eu tava metendo tudo de uma vez no cu dela, sem lubrificante, sem cuspir, sem nem um dedo, de uma vez até as bolas. O grito que ela deu foi lindo, se não ouviram até o terceiro andar, foi um milagre. A adrenalina que eu senti naquele momento simplesmente é impossível de colocar em palavras. Acho que todos os tarados e taradas vão me entender: é muito mais que prazer sexual, é um êxtase absoluto, uma corrente que percorre a espinha, um arrepio que libera coisas que a gente não costuma soltar. Totalmente excitado e alucinado, não tive interesse nem em pensar em durar, até porque não dava mesmo. A adrenalina era da possibilidade da filha dela sair pra nos procurar e encontrar a mãe sendo comida na escada pelo melhor amigo dela. Amigo, então não fiz nada além de soltar todo o meu tesão e meus instintos mais baixos comendo aquela bunda sem piedade. Quanto mais eu via ela sofrer, mais eu gostava. Obviamente, Pato era uma puta submissa de carteirinha e curtia a mesma coisa: quanto mais forte eu comia ela, mais doida ficava. Ela não parava de falar e soltar coisas tipo “sim, come minha bunda assim”, “mais forte, arrebenta tudo”, “pelo amor de Deus, mesmo que eu grite de dor, não para”. Também me enlouquecia quando, num surto de racionalidade, ela tentava abafar os gemidos e eu comia ela mais forte pra mostrar que não dava, que jogo gostoso e descontrolado. Não devem ter passado nem 5 minutos e eu já sentia que ia gozar, e em vez de me preocupar em durar mais, comecei a comer ela com toda a energia que me restava e, no último momento, tirei a pica do cu dela e falei “engole tudo, Pato”. Ela se virou rápido, com aquela desesperação linda de quem quer tomar o leite, vinda daquele estado de putaria total. Os primeiros dois jatos foram na cara dela, mesmo eu tentando apontar pra boca, uma bagunça total. No terceiro, ela mesma enfiou a pica na boca e segurou a sujeira. Soltei mais vários jatos, poucas vezes gozei tanto na vida. Ela engoliu tudo e chupou minha pica por mais uns minutos até me deixar seco e com a pica brilhando. Ela mamava como uma desesperada, com dois jatos de leite atravessando a cara e mal deixando o olho direito abrir, já esquecida do que iam pensar, do risco de um vizinho ou a filha dela aparecer e encontrar ela na escada com a cara cheia de porra e limpando a pica de um cara com metade da idade dela. Simplesmente não ligava pra mais nada além de limpar o leite. Eu continuei passando a pica na cara dela pra juntar a evidência, e ela depois chupava como uma boa submissa. Não tínhamos nem guardanapo e precisávamos fazer sumir as provas. No final, fui tirando a porra da cara dela com os dedos, e ela foi limpando um por um. Entramos em casa, os dois nas nuvens pelo que tinha acabado de rolar. Silvia foi... Direto pro banheiro lavar o rosto, eu falei pra minha amiga que por que a gente não bolava o último baseado, o parceiro dela tinha ido dormir com a filha. Uma hora depois a gente começou a viagem de volta, minha amiga e o parceiro dela me levaram de carro porque ficava no caminho pra casa deles, a umas 7 quadras de distância chega uma mensagem no whatsapp da Silvia falando "cara isso não pode acontecer de novo, foi incrível mas eu sou uma mulher adulta e a mãe da sua melhor amiga, não posso ser tão puta". Vai saber por que eu falei pra minha amiga que ia descer ali porque o Pablo tinha me mandado mensagem, que tava com os caras tomando umas cervejas e eu ia pra casa dele, que era ali a umas quadras, sem dar tempo deles se oferecerem pra me levar eu desci e voltei pra casa da Silvia, uns minutos depois tava na porta e respondi a mensagem do whatsapp: "acabei de voltar porque esqueci a latinha do baseado, tô aqui fora", dois minutos depois ela saiu meio nervosa falando que não tava me vendo e procurando onde tava o carro da filha dela me esperando, quando entrei com a desculpa de pegar a latinha falei "falei pra Nati que ia pra casa de um amigo, eles foram embora, não perdi a latinha do baseado, vim porque quero te comer toda, não posso perder uma puta como você Sil". Primeiro ela se fez de difícil falando que não, que eu sou louco, que não sabia o que tinha acontecido com ela e que já tinha me falado por mensagem que não ia rolar mais, aí eu respondi "eu sei o que aconteceu com você Sil, você tá bêbada e a puta que existe dentro de você aparece, é normal, dava pra ver que você precisava de uma boa fodida, e se não vai rolar mais eu diria pra aproveitarmos essa noite em que você tá morrendo de vontade de ser a maior puta de todas". Cinco minutos depois eu tava sentado no sofá da sala e ela chupando minha rola sem parar. Aquela noite a gente ficou transando até as 7 da manhã, eu cansei de comer ela, no outro dia levantei, fui pegar um copo d'água e quando voltei a primeira coisa que fiz foi colocar a rola na boca dela e acordar ela, era hora de Tomar a porra. E assim foi o começo das nossas aventuras. Hoje em dia, quando tô precisando de uma boa chupada de pau, vou visitar a Silvia. E, mesmo ela muitas vezes começando dizendo que não, o encontro sempre termina do mesmo jeito: ela com a cara cheia de porra e um sorriso perverso de orelha a orelha. Outra hora vou contar a quantidade de situações divertidas e safadas que vivi com a Silvia, a mãe da minha melhor amiga, a coroa mais puta que já conheci na vida.
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