No dia seguinte, ele entrou em contato com ela de novo, marcaram de se ver depois das 17h de quinta-feira, quando ele terminasse de trabalhar.
Ela voltou da praia um pouco antes, eu fiquei. Tava um calorão e ainda era dia. Combinamos de ir jantar umas 20h. Então a gente ia se encontrar no apê nesse horário.
Ao ir embora, senti ciúmes e tesão. Mas sentia que estava fazendo a coisa certa. Era o que ela queria, mas também o que eu queria.
Em cada uma dessas situações que me causam ciúmes, sinto algo parecido com um casal que se conhece há pouco tempo, onde tudo é muito intenso, mas também tem inseguranças que deixam o vínculo mais erótico.
Não é o nosso caso, estamos juntos há muito tempo, mas o jogo nos excita e nos deixa vulneráveis.
Ciúmes, tesão, erotismo, amor, medo e luxúria. Tudo isso junto vira uma bomba indescritível.
Fiquei ali curtindo o momento na praia, sabendo que tava correndo um risco danado, como sempre, mas que eu mesma procurei.
Um tempinho depois fui pro apartamento, não tinha vestígio dela, lógico. O biquíni dela pendurado molhado, a camiseta que ela usava na praia, e cheiro de perfume. Claramente ela tinha tomado banho e se trocado pra ver o Rodrigo. O que tornava tudo ainda mais excitante.
Às 20h em ponto ela me mandou uma mensagem, tava chegando. Ele acompanhou ela até a porta, subiu e me deu um beijo quente.
— Gostei de ver ele, ela me disse. O que ele tinha pra me dar era uma camiseta que eu deixei na casa dele naquela vez. Lembro que a gente tinha se molhado e ele me deu uma dele.
- era a desculpa pra te ver, falei
- óbvio, respondeu.
Não falamos mais sobre o assunto, fomos jantar e deixei ela processar o que aconteceu. Não queria pressionar ela.
Durante o jantar, dava pra sentir um clima de tesão sem igual. A gente se devorava com o olhar. Voltamos rápido pro apê e nos comemos um ao outro como não acontecia há tempos.
enquanto a gente transava, no auge do tesão, eu disse, quase sussurrando:
- Você comeria o Rodrigo de novo?
— Como é que você sabe que eu não fiz? — respondeu ela, safada, pra me fazer explodir de prazer...
continua...
Ela voltou da praia um pouco antes, eu fiquei. Tava um calorão e ainda era dia. Combinamos de ir jantar umas 20h. Então a gente ia se encontrar no apê nesse horário.
Ao ir embora, senti ciúmes e tesão. Mas sentia que estava fazendo a coisa certa. Era o que ela queria, mas também o que eu queria.
Em cada uma dessas situações que me causam ciúmes, sinto algo parecido com um casal que se conhece há pouco tempo, onde tudo é muito intenso, mas também tem inseguranças que deixam o vínculo mais erótico.
Não é o nosso caso, estamos juntos há muito tempo, mas o jogo nos excita e nos deixa vulneráveis.
Ciúmes, tesão, erotismo, amor, medo e luxúria. Tudo isso junto vira uma bomba indescritível.
Fiquei ali curtindo o momento na praia, sabendo que tava correndo um risco danado, como sempre, mas que eu mesma procurei.
Um tempinho depois fui pro apartamento, não tinha vestígio dela, lógico. O biquíni dela pendurado molhado, a camiseta que ela usava na praia, e cheiro de perfume. Claramente ela tinha tomado banho e se trocado pra ver o Rodrigo. O que tornava tudo ainda mais excitante.
Às 20h em ponto ela me mandou uma mensagem, tava chegando. Ele acompanhou ela até a porta, subiu e me deu um beijo quente.
— Gostei de ver ele, ela me disse. O que ele tinha pra me dar era uma camiseta que eu deixei na casa dele naquela vez. Lembro que a gente tinha se molhado e ele me deu uma dele.
- era a desculpa pra te ver, falei
- óbvio, respondeu.
Não falamos mais sobre o assunto, fomos jantar e deixei ela processar o que aconteceu. Não queria pressionar ela.
Durante o jantar, dava pra sentir um clima de tesão sem igual. A gente se devorava com o olhar. Voltamos rápido pro apê e nos comemos um ao outro como não acontecia há tempos.
enquanto a gente transava, no auge do tesão, eu disse, quase sussurrando:
- Você comeria o Rodrigo de novo?
— Como é que você sabe que eu não fiz? — respondeu ela, safada, pra me fazer explodir de prazer...
continua...
1 comentários - cuernos consentidos II