Trio com Leo 6 (Dou uma mão, e algo mais)

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Foi assim. Eu e a Romi ficamos empolgadas com a ideia do Leo comer ela sem camisinha, então a gente propôs fazer todos os exames necessários pra deixar a camisinha de lado. O Leo topou de boa, ele também tava morrendo de vontade de foder a Romi no pelo, então a gente fez todos os exames e chegou o dia de buscar os resultados.
Combinamos com o Leo pra ir junto pro laboratório e depois vazar pra casa, onde a Romi ia estar nos esperando pra gente poder estrear ali mesmo a pica do Leo ao vivo. Tava dirigindo pra casa (os resultados, como era de esperar, deram tudo certo) quando toca meu celular, era a Romi avisando que tinha dado um problema no trampo e que ela ia chegar um pouco mais tarde. Quando chegamos em casa, já eram seis da tarde, o Leo tava livre até as nove, aí a Romi ligou pra avisar que não ia conseguir vir. Ela é instrumentadora cirúrgica e ia ter que ficar ajudando por várias horas.
A noticia foi devastadora tanto pra mim quanto pro Leo. Entre uma coisa e outra, a gente tava esperando tipo uma semana pra esse momento rolar, e agora tinha que esperar até sei lá quando pra poder se encontrar de novo.

- Você não tem ideia do tesão que eu tô - o Leo me disse. - Faz cinco dias que não como ninguém nem bato uma. Queria estar bem carregado pra hoje.

Ouvir essa confissão já fez meu pauzinho ficar em alerta.

—Não sei o que te dizer… imagino como você deve estar. Agora, no máximo, o que podemos fazer é uma punheta — falei brincando.
—E... alguma coisa vou ter que fazer, porque hoje a sobrinha da Virgínia (a namorada dele) vai dormir em casa e acho que não vou conseguir colocar ela aqui. Senão vou acabar batendo uma no banheiro.
- E, se quiser, eu tenho umas fotos da Romi meio hot, alguma calcinha fio dental usada, se quiser a gente bate uma aqui, igual quando éramos moleques.

Eu tinha contado pro Leo que, com meus amigos do bairro quando éramos moleques, a gente fazia punheta em grupo, e sabia que ele fazia o mesmo com os colegas do colégio, então me joguei pra ver no que dava.

—E aí, dou uma olhada naquelas fotos... Como é essa parada de calcinha usada?
— Eu gosto de cheirar elas quando eu bato uma — falo pra ela. — Talvez seja meio tarado, sei lá.
-Kkkk, não curto essa ideia não.
-Vem aqui no computador que eu te mostro.

Levei o Leo até o computador no escritório, abri uma pasta com fotos quentes da Romi, e fui pegar umas calcinhas fio dental no cesto de roupa suja. Quando voltei, o Leo já tava com uma ereção marcada dentro da calça e se esfregando o pacote por fora.

—Achei essas duas fio-dental — falei pra ela.

Uma era uma fio dental de algodão branca, bem simples e até meio gasta, mas com uma linda mancha quase amarelada na altura da buceta e com um cheiro mistura de xixi e cajeta que me enlouquecia. A outra era uma fio dental vermelha de renda com um par de manchas brancas no lugar da entreperna. Também cheirava a paraíso. No monitor do computador tinha uma foto da bunda da Romi deitada na praia, o fio da biquíni bem enfiado entre as bandas.

Leo pegou a calcinha fio dental de algodão, deu uma cheirada na parte da virilha e disse:

-Você não imagina como eu teria enchido a buceta dela de porra.
—Acredite se quiser, eu bato uma imaginando isso — confessei, algo que ele provavelmente já sabia muito bem depois dos nossos encontros. — Quer que a gente se pele?

Leo parou, desabotoou a calça e abaixou a cueca e a calça tudo junto. O pau dele, ainda não cem por cento duro, pendia mole pra baixo, mas já consideravelmente grande, embora ainda não totalmente rígido. Acontece com as pirocas grandes: demoram mais pra ficar duras de vez. Eu, por minha vez, fiz o mesmo e mostrei meu pintinho de 13cm, completamente ereto e colado na minha barriga. É estranho que duas coisas talvez parecidas, mas tão diferentes, como meu pau e o do Leo, fossem consideradas a mesma coisa. O pau do Leo era uma entidade por si só, com veias, peso, massa, presença e até gravidade própria. O meu era só uma protuberância que se despregava alguns centímetros do meu corpo.

Peguei uma cadeira e sentei do lado dele. Ele já estava se masturbando enquanto olhava pra tela. Passava o prepúcio devagar, deixando ver uma glande molhada e rosada. Pegava o pau dele com a mão, e o que sobrava era quase do tamanho da minha rola inteira. Umas gotas de porra iam aparecendo na uretra. Eu, por minha vez, me tocava usando o polegar e dois dedos, só o indicador e o médio. Leo ainda tinha na mão a calcinha de algodão da minha namorada, e o que ele fez em seguida foi enrolar ela no pau e usar pra bater uma. Eu olhava hipnotizado, quando, sem perceber, o seguinte saiu da minha boca.

- Viu que quando você bate uma assim – eu também já fiz isso várias vezes – a mão parece menos e dá a impressão de que é outra pessoa batendo uma pra você?
—Nem tanto, embora não me importasse de levar uma punheta de outro — ele retrucou.

Ainda com um pouco de timidez, fui aproximando minha mão, ele sacou rápido a jogada e estendeu a dele. Peguei o pau dele usando a calcinha da minha namorada e comecei a bater uma punheta devagar. Já tinha cruzado o Rubicão, não tinha volta. Agora o Leo tinha cruzado as mãos atrás da nuca e me deixava fazer sem pressa. Às vezes eu ia mudando de imagem enquanto batia uma com uma mão e com a outra acariciava os ovos loiros cheios de porra. O pau dele já era de pedra, e pra fazer durar um pouco mais a parada, falei pra ele deixar fazer e ficar bem à vontade, então soltei o pau dele e tirei os sapatos que ele tava usando. Depois tirei a calça dele de vez e fiz o mesmo com a minha. Não fazia sentido, estando sozinhos, ter que bater punheta como se fôssemos pinguins com as calças nos tornozelos. Aí me ajoelhei entre as pernas dele, peguei o pau dele direto, sem a tanga no meio, e mandei um boquete que ele nunca vai esquecer na vida.
Enfiei o pau inteiro dele na boca, lambi bem a cabeça, e depois fui descendo até sentir aquela massa dura de carne apertando devagar minha garganta até me deixar sem ar. Tirei da boca e beijei ele inteiro enquanto batia uma punheta pra ele, chupei um pouco as bolas dele, e voltei a pressionar a cabeça do pau contra minha garganta até sentir que entrava ainda mais fundo. Leo já tava me segurando pelo cabelo e ele mesmo dirigia a chupada. Vi que ele olhava com tesão enquanto eu chupava o pau dele, adorava me ver humilhado comendo aquele pênis grande e invejado dele. Às vezes ele cruzava as pernas por cima dos meus ombros e apertava minha cara contra as bolas limpas dele, que cheiravam a macho.
Até que num momento ele parou e começou a bater punheta em cima da minha boca. Eu sabia o que vinha. Os cinco dias de abstinência guardados nos ovos dele iam alimentar minha putaria. Eu queria aquilo dentro, não no rosto, então assim que ele soltou a rola, enfiei na boca e gozei com meus lábios, cobrindo meus dentes, de tanto tirar a porra dele forçando meter e tirar o pau da minha boca. Os jatos de sêmen estavam tão quentes que quase queimavam. Eu me agarrei na rola dele como se a nutrição dos meus próximos anos de vida dependesse de engolir toda a porra dele. Continuei chupando até não deixar o menor vestígio de gozo no pau dele. Era um sêmen doce, bem grosso, quase uma guloseima. Leo já tinha parado de gemer.

Em vez de sentar de novo, o Léo foi direto pra cama e se jogou lá, exausto depois de gozar que nem um touro. Ele ainda tava de camiseta, mas da cintura pra baixo tava pelado igual eu. Tinha passado só meia hora. Eu tinha gozado quase sem me tocar enquanto engolia a porra dele, e meu pintinho já tava mole. O dele talvez também, mas o tamanho continuava enorme, e escorria pela perna dele que nem um daqueles relógios moles do Dalí. Eu me deitei do lado dele.

—Você exagerou naquele boquete — ela me disse. Na Argentina a gente chama boquete de blow job, pra quem não sabe.
-Não queria que você fosse embora com vontade, hahaha.
—Já imaginava que você gostava de pica.
—Não sei se todas —menti um pouco—, mas a sua não é algo que se veja todo dia.
—Desde quando você gosta dela?
-Comecei com siriricas trocadas com meus amigos do bairro. Depois fomos apostando cada vez mais alto.
—Já te comeram a buceta alguma vez? — perguntou Leo.
—Sim, algumas, mas também não tantas.
—Sempre teve uma bunda gostosa. Melhor que a das novinhas.
—Me parece que você quer me comer — falei brincando.

Leo riu, eu também ri, mas depois fui e voltei com a tanga vermelha da Romi vestida. Meu pintinho comprimido no tecido rendado, o fio vermelho enfiado rapidinho entre minhas nádegas. Tirei a camiseta e coloquei a parte de cima de um pijama da Romi que nela ficava folgado e em mim meio apertado. Deitei de novo na cama e falei pra ele.

—Me vesti melhor, por via das dúvidas se você quiser pegar ela, mas se não, tudo bem. Às vezes curto entrar nesse papel meio de menininha. Te incomoda?
—Pelo contrário, eu gosto mais assim do que estar com um homem na cama.

Eu sorri pra ele e olhei quase com olhos de apaixonada. Ele disse que a tanguinha ficava muito bem em mim e pediu pra eu virar de costas pra ele poder ver bem minha bunda. Eu fiz mais que isso. Fui de quatro até a borda da cama, desci, e sempre de costas, fui fazendo poses pra você ver bem minhas pernas e minha bunda nua. Sempre soube que essa parte do meu corpo, ao contrário do meu pau, era a mais privilegiada. Quando terminei o mini show, vi que o pau dele já estava, em vez de caído sobre a perna, mais acordado e descansando sobre a barriga. A cabeça já passava do umbigo.

Eu me deitei de novo do lado dela e perguntei o que ela achou do show. Ela montou em cima de mim, me virou de bruços, e eu senti primeiro as mãos dela acariciando minha bunda, abrindo minhas nádegas, e depois a língua dela brincando no meu cu.

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7 comentários - Trio com Leo 6 (Dou uma mão, e algo mais)

no esta Romi, mi poronga se achico drasticamente mientras iba leyendo. espero la parte 7 donde le hacen un cremon en la conchita. Saludos!
uff espectacular!! cómo siguió?
ya lo voy a contar... ese dia no me llegó a coger
Que ganas de cogerme a tu novia y a vos al mismo tiempo
Que lindo que sería!