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Minha esposa disse que eu tinha me queimado muito, mas tava de boa, o protetor era muito bom.
Fui pro chuveiro tirar a areia e o sal, tirei a sunga e vi a marca do sol na minha bunda no espelho... parecia a bunda de uma mulher no verão. Um triangulinho branco ficava em cima da minha racha.
Com uma toalha na cintura, saí do banho refrescado pela ducha fria que tomei.
— Agora deita que vou passar esse creme de aloe vera pra aliviar.
— Mas acabei de tomar banho.
— Por isso mesmo. Deita e passa isso, depois eu passo nas suas costas.
Ela passou creme nas minhas nádegas de novo e roçou meu buraquinho. Mas dessa vez não consegui disfarçar, e ela percebeu. E fez de novo, dessa vez mais descarada, com o dedo todo melado, não custou muito enfiar a primeira falange.
— Como eu gosto da sua bunda. — disse ela, se divertindo com a situação.
Era muito estranho ela fazer e falar algo assim. Muitas vezes elogiou minha bunda e algumas vezes enfiou um dedo, mas quase sempre quando eu pedia. Raramente pedia porque achava que ela não gostava de fazer, mas hoje parece que sim, então resolvi aproveitar e curtir o momento.
Mexi minha bunda pra ela saber que eu tava gostando do que ela fazia e que queria mais...
Eu não via ela, mas a cara dela era de tesão, e eu sabia pela respiração e pela risadinha nervosa dela.
— Tá gostando, papito? Sinto como você curte. — disse ela.
— Sim, mamita, gosto de tudo que você faz comigo.
— Então vou te dar mais.
O dedo dela entrou bem fundo, e acho que enfiou outro dedo. Eu gemi, e ela tava me comendo com os dedos. Me fez gozar, e ela riu de mim...
— Desde que te vi com aquela sunga, fiquei com vontade de pegar na sua bunda.
Ficamos descansando até a hora do jantar. Nos recomendaram um lugar, e fomos pra lá.
Minha esposa vestia o corpete do biquíni e uma saia de bambula, eu de regata e bermuda.
Era um barzinho típico do lugar, servindo o de sempre, no litoral nordestino. Tava meio vazio, só duas mesas ocupadas. Um O jovenzinho tocava violão num banquinho e cantava músicas do Caetano, Gil e outros intérpretes.
A gente sentou numa mesa afastada, mal escutava a música. Toda nossa conversa era sobre como o lugar era lindo, como a gente tava se divertindo. No fim do jantar e mais uma caipirinha,
Agora, meu amor, quero que você tire a tanga, quero cheirar ela.
— Agora, aqui?
— Sim.

Ela se mexeu na cadeira, desceu a mão e, depois de alguns segundos, me entregou.
— Hummm, tá bem molhadinha e adoro o cheiro. — Enquanto levava a calcinha ao nariz.
— Aproxima a cadeira e procura com o pé minha virilha.
— Parece que o limão brasileiro te deixa com muito tesão.

Meu dedão do pé encontrou a rachinha dela, e ela fechou os olhos. Adoro fazer ela gozar. Ela se movia no meu dedo e suspirou quando gozou. O aplauso pro músico nos trouxe de volta ao lugar.
A moça do restaurante foi quem arrumou maconha pra gente, e a gente acabou na praia, os dois muito loucos. Minha mulher adorou essa de ficar sem calcinha e passou a semana toda tentando ficar o mais pelada possível.

No outro dia, a gente tomou café e foi pra praia. Dessa vez, a gente se afastou mais pra ela tomar sol sem sutiã.
— Você gosta que eu tome sol sem sutiã?
— Gosto sim, e me excita. Desde que chegamos no Brasil, tô sempre de pau duro. Primeiro a sunga, depois seu dedo no meu cu, a praia, e agora você querendo tomar sol de peitos de fora.
— Você gostaria de experimentar algo novo?
— Algo novo como o quê?
— Sei lá, eu também tô com muito tesão desde que chegamos... e meus ratinhos não param de brincar na minha cabeça.
— E com o que você fantasia? Quer transar com um negão?
— Sim... mas não é isso... Com um negão posso fantasiar a qualquer hora... eu tô falando da gente...
— Me conta. O que você tá desejando que a gente faça?

Ela não respondeu minha pergunta. O sol não dava sombra. Sem dizer nada, ela se levantou, me deu a mão e a gente correu até chegar no mar. Mergulhamos sem esperar pra medir a temperatura da água e nadamos um pouco... Nos abraçamos e só então Me dei conta de que minha esposa estava só de peitos. Ela não ligou, parecia super natural.
Esperamos a praia ficar deserta e voltamos pro nosso lugar, onde tínhamos deixado nossas coisas.
— Essas são suas fantasias? Quer que a gente acabe preso numa cadeia brasileira? — e rimos os dois.

À noite, fomos jantar no mesmo lugar da noite anterior. A garçonete nos cumprimentou com um sorriso e sentamos numa mesa afastada. Comemos e ficamos batendo papo depois da sobremesa. Nos serviram duas caipirinhas de cortesia e ficamos conversando com o gerente do lugar, que era o namorado da garçonete.

Percebi que ele não parava de dar em cima da minha mulher, enquanto a namorada dele terminava de arrumar o salão pra fechar, junto com outros funcionários.
O cara era grandão, não era nem preto nem branco, ou melhor, era preto e branco... O corpo dele era bem trabalhado, mas sem exagero. Devia ter uns trinta e poucos anos e se fazia entender muito bem num idioma misturado.

Eu sabia que minha mulher tinha ficado com tesão, porque não parava de se mexer na cadeira, ficava passando a mão no cabelo, cruzava as pernas e sorria. Em outro momento, eu teria ficado puto com a atitude dela, mas não sei se era por causa das férias, das caipirinhas ou porque o cara era realmente um homem muito sedutor, mas eu tava gostando da situação... Será que a gente ia fazer um menage com ele? Quem dos três ia propor? Será que a gente ia ter coragem?

— Se vocês quiserem, a gente pode esperar a Dinorá e ir continuar a conversa lá em casa. — Ele disse. Quase sem nos olhar, a gente respondeu junto: SIM.

Dinorá era a garçonete que tinha nos atendido. Ela era a típica mulher brasileira, muitas curvas e super gostosa. Entramos no carro dele e os quatro fomos pra aventura.

A casa dele era muito bonita, as luzes baixas não deixavam ver os detalhes... Dinorá sumiu por uma porta e a gente se acomodou nuns banco no jardim. Ele acendeu um charuto enorme e me ofereceu, e fumamos os três. Ouvi ela tomando banho e pensei que era natural que depois do trabalho ela quisesse se lavar. Suor. Em poucos minutos ele se juntou a nós, trazendo uma bandeja com quatro drinks e vestindo uma camisola que quase não cobria nada do corpo dela.
— Vamos brindar? — propus eu.
— Por nós. — disse minha esposa.
— Por uma noite longa. — disse o dono da casa.

Olhei para minha esposa, sentada na minha frente, e ela abriu as pernas. A putinha não estava de calcinha... Ele também viu, e apoiou a mão na perna dela, acariciando.
— Gosto da sua pele. — disse ele, olhando minha reação, e eu não fiz nada. Vi a mão dele sumir por baixo da saia da minha esposa. Ele tirou a mão e levou ao nariz. Minha esposa estava entregue, e dava pra perceber. Ela me olhou com desejo.

Dinorá se abaixou, mostrando a bunda linda dela.
Nem eu nem minha mulher sabíamos bem o que fazer, mas o gerente do barzinho sabia. E dali em diante, ele foi o diretor da pequena orgia.
— Vem beijar sua mulher... ela tá cheia de vontade. — disse ele. Enquanto a namorada dele sentava no colo dele e o beijava. — Vamos nos beijar todos. — completou.

Dinorá se aproximou de nós e me beijou, e depois beijou ela. Ele fez o mesmo: beijou ela e me beijou. Me beijou com gosto, a língua dele entrou na minha boca e eu não esperava. Dinorá já estava quase nua e beijava minha mulher.
— Você não gosta que um homem te beije, mas fica excitado quando duas mulheres fazem isso? — eu não respondi nada, e ele me beijou de novo. Dessa vez, me segurou pelo pescoço e foi mais fundo, mais sensual. A língua dele procurava a minha, como se eu tivesse enfiado a minha na boca de uma mulher mil vezes. Me arrepiei.

Enquanto isso, minha mulher e Dinorá estavam se pegando pesado. A garçonete apalpava os peitos dela e de vez em quando chupava, e eu reconhecia os gemidos da minha esposa. E eles ficaram mais intensos quando ela desceu pra boceta dela.
Tudo me excitava.
— Olha como você me deixou. — disse ele, colocando minha mão no volume da calça de moletão dele, que deixava sentir o tamanho e o calor do pau dele. Acariciei; tava com vontade de tocar.

Então, num movimento só, ele tirou o pau pra fora da calça. Sentou e me ajoelhou aos pés dele.
— Você gosta? Mineiro.
Sim.—respondi timidamente.
Então, faz ela gozar.
O pau dele era grande e escuro, minhas mãos pequenas deixavam ele ainda maior. Olhei pras minas e elas tavam se comendo, entre gemidos e gritinhos abafados.
Baixei a cabeça e passei minha língua pelo tronco dele, até chegar na cabeça, senti o gosto do pré-gozo. Não aguentei e fui enfiando na boca devagar, ele se mexeu, metendo mais fundo, até eu me engasgar. Tive ânsia e isso pareceu excitar ele ainda mais.
Dinorá falou algo que não entendi e ele respondeu algo que também não peguei.
Quando ele tirou da minha boca e vi o tamanhão, não acreditei, era um pau de filme pornô. Ele pegou no meu pau, que tava durasso, mas não dava pra comparar.
Eu continuei masturbando ele enquanto ele me despia. Meu pau sumia entre os dedos grandes dele, quase do tamanho do meu pau.
Só de chinelo, ele me levou pra dentro de casa. Chegamos no quarto dele e foi ele quem começou a me chupar. Eu mandei parar porque ia gozar na hora. Mas ele levantou minha perna e passou a língua no meu cu. Quando senti a língua no meu buraquinho, meu corpo todo tremeu. Não tive reação e meu gozo jorrou. Nunca senti nada igual. Até uns minutos depois.
Não tava preparado pro que vinha, mas sabia que ela não deixaria me machucarem.
Minha esposa e a Dinorá entraram no quarto e, com risadinhas cúmplices, olharam a cena.
Eu tava feito uma putinha na cama, enquanto ele chupava meu cu e se masturbava.
Me sentia nervoso e acho que elas perceberam, porque começaram a acariciar minhas costas e minha nuca.
Quando meu cu já tava bem molhado, ele enfiou um dedo e eu soltei um gritinho, mas ele continuou metendo, sem cerimônia.
Minha esposa se deitou na cama de pernas abertas, me oferecendo a buceta dela pra eu lamber.
Ele apoiou o pau no meu cu, enquanto eu chupava a buceta da minha mulher e a Dinorá brincava entre meu cu e minhas bolas.
GUAUUUUUUUUUUUU. eu gritei quando o pau dele começou a me penetrar. O pau dele era grande demais pra mim. Minha esposa gozava na minha cara, com a mão dela na minha nuca, pra eu não parar de esfregar o clitóris dela.
Talvez por causa do lubrificante que ele usou, o pau foi entrando devagar, mas sem parar.
Chegou até onde minhas nádegas permitiram, e quando chegou, ele deu um tapa na minha bunda e começou a se mover. As lágrimas escorriam dos meus olhos, mas eu sentia prazer e dor.
Dinorá trocou de lugar com minha esposa e me fez chupar ela.
Ele me bombava até me fazer gozar de novo...
Eu gritei de prazer na buceta da garçonete, e ela também gritou.
Ele tirou do meu cu, e eu desabei no corpo da Dinorá. Minha esposa pegou o pau dele e chupou.
Depois, ele nos fez ajoelhar, nós três, aos pés dele, e se masturbou até gozar nas nossas caras.
Todo mundo se beijou e limpou o esperma.
Voltamos pra pousada, caminhando em silêncio.

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