Depois do que aconteceu, me senti meio mal. Eu tinha transado com uma amiga da minha mãe, 24 anos mais velha que eu. A Ana me mandava mensagens e eu ignorava ela por causa da culpa que sentia. Mas os dias foram passando e eu não conseguia parar de pensar naquele encontro entre eu e a Ana. Quanto mais tempo passava, mais vontade eu tinha de sentir aquele tesão de novo, mas uma parte de mim dizia pra não fazer. No fim, mandei uma mensagem pra Ana explicando como eu me sentia e por que não falava nada. Ela não ficou brava, pelo contrário, me entendeu e propôs a gente conversar sem rolar nada, só bater um papo como amigos, nada mais.
Esse dia chegou. Eu e a Ana combinamos de nos encontrar na casa dela pra conversar, e lá estava ela, tão gostosa como sempre. Enquanto a gente falava, minha mente viajava nas lembranças. Cada vez que eu olhava pra ela, via aquela cara de prazer que ela fazia quando eu metia, lembrando como meu pau entrava e saía da buceta molhada dela. A gente tava sentado no sofá conversando, tudo muito normal, até que ela sentou mais perto de mim e, beijando meu pescoço, sussurrou no meu ouvido: "Então você não quer que eu faça isso?" Eu, com a pele arrepiada, falei: "A gente não devia." Ela percebeu que eu não tava impedindo ela de me tocar e continuou, enfiando a mão debaixo da minha camiseta. Aos poucos, eu ia ficando mais e mais excitado, esquecendo o que era certo ou errado. Mesmo tentando controlar a situação, a Ana dificultava tudo com as mãos passando pela minha barriga e peito. Aí ela começou a me beijar, e naquele momento eu lembrei que aquilo era errado e falei: "Ana, a gente não pode, você podia ser minha mãe." Ela sorriu e disse de novo: "Essa história de idade? Não seja bobo." E, automaticamente, enfiou a mão dentro da minha calça, pegando no meu pau. Eu gemi, e ela aumentou os toques e beijos. Foi aí que eu esqueci completamente do que era errado. Comecei a corresponder aos toques, e dessa vez a gente nem foi pro quarto. Ficamos os dois deitados no sofá, pelados, nos olhando. Então ela disse: "Vai, gostoso, enfia em mim. Você sabe que tá morrendo de vontade, por mais errado que seja. É verdade que ela tinha razão, mas a cena se repetia de novo: não tínhamos camisinha. Dessa vez eu me afastei, e ela percebeu que eu estava recuando. Ela se colocou entre minhas pernas, olhou na minha cara e disse: "não tem problema". E sem aviso, pegou meu pau e começou a chupar. Fiquei louco de prazer, sentia como aquela mulher adorava dominar um garoto novo. Eu estava paralisado com o prazer de como ela sugava meu pau. Depois de um tempo, ela sentou em cima de mim, apertando a buceta dela contra meu pau. Eu queria meter, mas sabia que não podia acontecer de novo — correr perigo não era certo. Mas ela não pensava igual. Senti ela levantar a bunda, pegar meu pau e esfregar na buceta dela. De repente, senti todo o meu pau afundar dentro da buceta molhadinha dela, com facilidade. Eu gemi e falei: "Porra, Ana, de novo sem camisinha?" Ela sorriu pra mim e disse: "Enquanto você tirar na hora, não tem perigo." Não podia acreditar que estava acontecendo de novo, e eu só conseguia agarrar ela pela bunda e enfiar o mais fundo que podia. Mas outra parte de mim dizia: "Você está fodendo uma mulher mais velha, amiga da sua mãe, sem nenhuma proteção. E o pior é que ela é quem está provocando isso, sabendo que poderia ser filho dela, e não liga pra nada." Quanto mais eu pensava, mais tesão crescia em mim — o tesão de fazer coisas que são erradas aos olhos da sociedade, atos proibidos. Eu estava despertando algo em mim que ia mudar meus prazeres e gostos. A vergonha começou a sumir. Deitei ela na cama, abri as pernas dela, comecei a bater meu pau em cima da buceta dela, como se quisesse mostrar que aquela buceta agora era minha. Metia o pau e tirava sem camisinha, curtindo o perigo. Ela só me olhava, adorando ver um garotinho penetrando ela. Num ato de prazer, comecei a falar coisas enquanto enfiava com golpes de quadril: "Toma todo o meu pau, mamãe." Ela respondeu: "Sim, meu bebê, me dá tudo. Corre pra mamãe, solta tudo." Naquele momento, eu pensava que queria que ela... Corri pra dentro dela e por um momento parei seco, deixando toda a minha pica bem enterrada dentro dela, esperando o meu gozo explodir e encher ela. Ela agarrou minha bunda e me empurrou contra si, abrindo mais as pernas, e disse: "Corre dentro, me dá seu leite". Mas quando eu quase ia soltar tudo, perdido pelas palavras, eu tirei e, sinceramente, fiquei meio puto e comentei com ela. Ela disse que tinha se deixado levar pelo tesão. Pouco depois, fui embora e me peguei de novo no arrependimento do que rolou, mas dessa vez durou pouco, porque quando pensei na sensação de foder aquela coroa, lembrando daquele barulho peculiar dos nossos fluidos misturados batendo nas metidas, os dias passaram. A gente ficou trocando mensagens, eu e a Ana, mas nada fora do normal, até que um dia ela me mandou um ícone de uma carinha sorrindo com uma caixa de camisinha. Respondi com um sorriso. Ela tava me pedindo outro encontro, mas dessa vez com proteção. Mas isso eu conto na última parte. Só digo que, às vezes, quando você brinca com fogo, pode se queimar, e o que você menos quer que aconteça acaba rolando. Em breve, última parte.
Esse dia chegou. Eu e a Ana combinamos de nos encontrar na casa dela pra conversar, e lá estava ela, tão gostosa como sempre. Enquanto a gente falava, minha mente viajava nas lembranças. Cada vez que eu olhava pra ela, via aquela cara de prazer que ela fazia quando eu metia, lembrando como meu pau entrava e saía da buceta molhada dela. A gente tava sentado no sofá conversando, tudo muito normal, até que ela sentou mais perto de mim e, beijando meu pescoço, sussurrou no meu ouvido: "Então você não quer que eu faça isso?" Eu, com a pele arrepiada, falei: "A gente não devia." Ela percebeu que eu não tava impedindo ela de me tocar e continuou, enfiando a mão debaixo da minha camiseta. Aos poucos, eu ia ficando mais e mais excitado, esquecendo o que era certo ou errado. Mesmo tentando controlar a situação, a Ana dificultava tudo com as mãos passando pela minha barriga e peito. Aí ela começou a me beijar, e naquele momento eu lembrei que aquilo era errado e falei: "Ana, a gente não pode, você podia ser minha mãe." Ela sorriu e disse de novo: "Essa história de idade? Não seja bobo." E, automaticamente, enfiou a mão dentro da minha calça, pegando no meu pau. Eu gemi, e ela aumentou os toques e beijos. Foi aí que eu esqueci completamente do que era errado. Comecei a corresponder aos toques, e dessa vez a gente nem foi pro quarto. Ficamos os dois deitados no sofá, pelados, nos olhando. Então ela disse: "Vai, gostoso, enfia em mim. Você sabe que tá morrendo de vontade, por mais errado que seja. É verdade que ela tinha razão, mas a cena se repetia de novo: não tínhamos camisinha. Dessa vez eu me afastei, e ela percebeu que eu estava recuando. Ela se colocou entre minhas pernas, olhou na minha cara e disse: "não tem problema". E sem aviso, pegou meu pau e começou a chupar. Fiquei louco de prazer, sentia como aquela mulher adorava dominar um garoto novo. Eu estava paralisado com o prazer de como ela sugava meu pau. Depois de um tempo, ela sentou em cima de mim, apertando a buceta dela contra meu pau. Eu queria meter, mas sabia que não podia acontecer de novo — correr perigo não era certo. Mas ela não pensava igual. Senti ela levantar a bunda, pegar meu pau e esfregar na buceta dela. De repente, senti todo o meu pau afundar dentro da buceta molhadinha dela, com facilidade. Eu gemi e falei: "Porra, Ana, de novo sem camisinha?" Ela sorriu pra mim e disse: "Enquanto você tirar na hora, não tem perigo." Não podia acreditar que estava acontecendo de novo, e eu só conseguia agarrar ela pela bunda e enfiar o mais fundo que podia. Mas outra parte de mim dizia: "Você está fodendo uma mulher mais velha, amiga da sua mãe, sem nenhuma proteção. E o pior é que ela é quem está provocando isso, sabendo que poderia ser filho dela, e não liga pra nada." Quanto mais eu pensava, mais tesão crescia em mim — o tesão de fazer coisas que são erradas aos olhos da sociedade, atos proibidos. Eu estava despertando algo em mim que ia mudar meus prazeres e gostos. A vergonha começou a sumir. Deitei ela na cama, abri as pernas dela, comecei a bater meu pau em cima da buceta dela, como se quisesse mostrar que aquela buceta agora era minha. Metia o pau e tirava sem camisinha, curtindo o perigo. Ela só me olhava, adorando ver um garotinho penetrando ela. Num ato de prazer, comecei a falar coisas enquanto enfiava com golpes de quadril: "Toma todo o meu pau, mamãe." Ela respondeu: "Sim, meu bebê, me dá tudo. Corre pra mamãe, solta tudo." Naquele momento, eu pensava que queria que ela... Corri pra dentro dela e por um momento parei seco, deixando toda a minha pica bem enterrada dentro dela, esperando o meu gozo explodir e encher ela. Ela agarrou minha bunda e me empurrou contra si, abrindo mais as pernas, e disse: "Corre dentro, me dá seu leite". Mas quando eu quase ia soltar tudo, perdido pelas palavras, eu tirei e, sinceramente, fiquei meio puto e comentei com ela. Ela disse que tinha se deixado levar pelo tesão. Pouco depois, fui embora e me peguei de novo no arrependimento do que rolou, mas dessa vez durou pouco, porque quando pensei na sensação de foder aquela coroa, lembrando daquele barulho peculiar dos nossos fluidos misturados batendo nas metidas, os dias passaram. A gente ficou trocando mensagens, eu e a Ana, mas nada fora do normal, até que um dia ela me mandou um ícone de uma carinha sorrindo com uma caixa de camisinha. Respondi com um sorriso. Ela tava me pedindo outro encontro, mas dessa vez com proteção. Mas isso eu conto na última parte. Só digo que, às vezes, quando você brinca com fogo, pode se queimar, e o que você menos quer que aconteça acaba rolando. Em breve, última parte.
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