Açúcar (6)

Cheguei na área da piscina, onde tinha um bar com comida e vários barmans que te atendiam com um sorriso enorme.

Caminhei pela passarela toda feito modelo, tentando não me sentir intimidada pelos vários olhares que julgavam minha biquíni dourada. É verdade que a cor não era o mais chamativo, e sim a fio-dental pequena e alta que eu usava, ou, sendo sincera com vocês, os minúsculos triângulos que cobriam meus mamilos e pouco mais. Todos os modelos que usei eram pra agradar meu homem.

Naquele momento eu estava sozinha, mas sentia vários olhos em cima de mim que me acompanharam durante todo o percurso.

Manuel, que se apresentou quase na hora, me atendeu perguntando o que eu queria beber.

"Um mojito, por favor!" Foi minha resposta clichê.

"Você gosta de coco?" Ele respondeu rápido.

"Sim, adoro!!"

Ele sorriu pro meu entusiasmo e começou a preparar algo.

"Tome, senhorita, é um mojito de coco."

Uff, como tava bom, viu? Uma delícia.

Quase sem comer nada esperando o Pedro, tomei uns 4 ou 5. Tava mais que alegre tomando sol de bruços quando ele chegou.

Percebeu na hora meu estado e riu. Provou um pouco do meu drink e recusou na hora por ser muito doce.

"Se eu sou uma docinha e você me ama demais" enquanto ria da minha própria piada.

Como não teve resposta, me virei e apertando meus peitos falei "ou o que você ama é isso????"

Os olhos dele e do casal ao lado foram pros meus peitos, percebi pelo cotovelo que o cara do lado levou. Bom... "Cara", Joaquim tinha 36 anos, era bem mais velho que eu, loiro, com bastante barba e um físico sem graça. Flor era 2 anos mais nova, morena, com uma franja bem certinha e um corpo que não chamava atenção, mas muito cuidado fisicamente, com uns abdominais bem definidos que dava pra ver.

A minha piada pro Pedro fez as risadas se cruzarem com a provocação da Flor pro Joaquim e meu homem tentando disfarçar o momento.

Aí se Eles se apresentaram e contaram que estavam em lua de mel, tinham acabado de casar, também eram argentinos e vinham de Santa Fé. Depois contaram mais algumas coisas, mas eu só me lembrei que ela era corredora e por isso tinha aquele físico bem definido.

Batendo um papo com eles por um bom tempo, fui aliviando meu estado de embriaguez enquanto alternava com água. Em várias ocasiões, notei que eles não sabiam como se referir a nós e à nossa relação. Então senti que devia esclarecer um pouco a situação.

"Love, posso pedir outro mojito?" E dei um beijo no canto do lábio dele, roçando o bigode.

Ela olhou com um certo desprezo, enquanto Joaquín deixou escapar um leve sorriso, vai saber em que sentido, mas com certeza parabenizando Pedro internamente, que se levantou a meu pedido e perguntou se mais alguém queria algo por cortesia.

"Eu, mas vou contigo e a gente pede mais dois drinks!" Respondeu Flor rápido e pulou para acompanhá-lo.

Ficamos em silêncio por um tempo, aí percebi que nunca tinha rolado uma conversa direta entre Joaquín e eu. Para preencher o momento, decidi aproveitar para passar mais protetor, já que o sol tava pegando forte.

Quase sem pensar, joguei uma quantidade enorme de creme nas tetas, que eu pretendia espalhar depois. No entanto, assim que fiz isso, me dei conta do meu ato e olhei para o recém-casado quase com vergonha. Ele estava bobão e quase não percebeu que eu o encarava através dos meus óculos escuros.

Não consegui resistir ao olhar lascivo dele, passei o creme bem devagar pelas tetas, enfiando as mãos por baixo do biquíni, massageando e deixando os bicos durinhos de propósito, só como uma brincadeira de criança.

Continuei com o resto do corpo, especialmente a barriga, e deslizava a fio dental de leve para passar creme na pélvis, esticava a mão até que meus dedos sumiam na borda daquela sunga.

Terminei o show e com um sorriso comentei:

"Cuidado que o sol tá brabo, hein. Você é branquelo que nem eu, quer que eu passe um pouco nas suas costas?"

Não deixei ele responder, porque pela vergonha dele depois do transe, ia falar que não.

Rápido, passei creme nas mãos e comecei a acariciar as costas dele de leve.

Vi que ele tava arqueando o corpo, coitadinho, tentando esconder uma ereção que tinha.

Eu continuei na minha, sem falar nada, fui passando creme nos ombros dele e descendo devagar pelos braços.

"Vocês não perdem tempo, hein!" A Flor falou entre risadas. E completou "olha que acabei de casar, viu".

Joaquim não conseguiu responder nada, eu fiquei vermelha de vergonha, mesmo percebendo que ela tava falando na brincadeira.

"Ai, desculpa... É... Me perdoa" eu gaguejei. Já não era mais a femme fatale de segundos atrás, era de novo uma pirralha de 20 anos, quase 21.

"Fica tranquila! É que eu tava contando pro Pedro que a gente tá num relacionamento aberto, aliás, ele me disse que vocês também" a Flor me surpreendeu, não tanto (embora sim) pela confissão dela, mas pela informação que ela acabou de me dar sobre o MEU "relacionamento".

Tentei disfarçar, Pedro nem se mexeu e até parecia próximo dela.

Joaquim, por sua vez, agia natural, mas ainda disfarçando o volume que meus massagens deixaram exposto.

"Você é linda, hein" a Flor me surpreendeu de novo, enquanto arrumava meu cabelo atrás da orelha.

"Valeu! Você também" respondi meio incrédula com a situação.

Flor: "Acho que a gente podia jantar hoje à noite, nós quatro, né?"

Pedro: "Acho que é uma boa ideia, a gente pode conversar mais à vontade, que com uma garrafa de vinho a gente se entende melhor."

Flor: "Com certeza!"

Joaquim: "Além disso, a gente vai embora em dois dias, podemos dar umas dicas do lugar pra vocês"

Flor: "Gordo, eles não querem fazer turismo, olha que linda que ela é, temos sorte que eles não estão agora mesmo no quarto!!"

Joaquim: "Bom, isso é verdade..."

Pedro: "Acho que então temos um plano"

A partir daí, a gente continuou conversando sobre qualquer coisa. Eu não conseguia meter bocado, só porque meu cérebro tentava processar o que tinha acontecido e, pior ainda, o que parecia que ia acontecer. Achei que estava entendendo tudo errado e sabia que o Pedro ia me esclarecer.

Antes de passar uma hora... Ficamos sozinhos, eles foram pro quarto deles e fazer umas compras antes de ir embora.

"Não entendi muito bem qual é a deles..." Falei timidamente.

Pedro: "Como assim? Eles são um casal aberto, os dois"

Eu: "Tá, mas a gente vai ficar... com... eles?"

Pedro: "A Flor me parece uma mina muito gostosa, é muito culta e me parece uma oportunidade da hora"

Eu: "Ah..."

Pedro: "Algum problema?"

Eu: "Não não... É que... Não, deixa pra lá..."

Pedro: "O Joaquim te parece feio?"

Eu: "Sim, a verdade é que não curto ele nem um pouco"

Pedro: "Beleza, fica tranquila, você não é obrigada a nada, pode não participar. Isso é pra curtir".

Fiquei pasma. Bem confusa e meio magoada também.

Foi a primeira vez que me senti uma puta descartável de verdade pra ele. Minha primeira reação foi querer ir pro quarto, juntar minhas coisas e pegar o primeiro voo que aparecesse.

Com o passar dos minutos, refletindo olhando pro mar, entendi que tava ali justamente por me deixar levar, por aceitar esse homem com seus defeitos e qualidades, como qualquer casal do mundo.

"Vamos?" Interrompeu meu pensamento.

Concordei com a cabeça e saímos de mãos dadas por aquela piscina que já tinha pouca gente.

Tomei banho, me perfumei, escolhi o vestido preto longo com um kitty enorme na perna, as costas eram descobertas, o decote enorme e finalizei com uns sapatos prateados. Se eu ia ter que entregar meu macho, ia fazer ele só pensar em mim e em como eu tava uma deusa. Antes de sair, prendi o cabelo, pintei os lábios de um bordô intenso e aí sim, fui pra porta onde o Pedro já me esperava.

Os olhos dele me percorreram de cima a baixo, ele mordeu o lábio inferior e eu caminhei pra fora do quarto como se nada. Ignorando. Ainda estava meio magoada com a situação.

Uma palmada forte ecoou pelo corredor e até um casal virou pra ver o barulho. Eu fingi que não entendi também, mas minha bunda ardia com o tapa.

Pedro me olhou sorrindo, como quem mostra que ele é quem manda.

Por acaso, no elevador, cruzamos com Joaquim e Flor.

Ela estava com um vestidinho verde de lantejoulas apertado, o corte era reto e bem curto. Os sapatos da mesma cor. Tava muito linda maquiada, era linda de rosto e assim produzida ainda mais. Joaquim, talvez destoasse um pouco dos 4, tava de bermuda e camisa de manga curta, com uns sapatos de pano.

Pedro, que não descrevi, como quase sempre, camisa com as mangas arregaçadas nesse caso e uma calça social com mocassins.

Rimos por nos encontrarmos a caminho do restaurante do hotel, era uma coincidência legal, verdade. Todos trocamos olhares com todos, éramos a verdadeira comida um do outro.

O jantar, pouco pra contar, bebemos 4 garrafas de vinho rosé, uma por convidado, estávamos num reservado que Pedro pediu e já antes da sobremesa, estávamos com comentários picantes entre Flor e ele.

"Eu ainda tenho espaço pra mais" dizia meu homem enquanto olhava pros olhos pretos dela, que estavam cravados nele.

"A próxima garrafa é no seu quarto então?" Disse Flor na lata, sem perder tempo.

Joaquim, por sua vez, no nível conversa tava bem por fora também, mas no nível visual, não tirava os olhos de mim. Sentia que eu pertencia a ele por direito. Tava meio enojada naquele ponto, mas também me excitava uma parte de mim, entender que eu devia fazer isso por Pedro, se fosse o caso.

Saímos de lá e já no elevador, onde tudo começou naquela noite, Flor se jogou pra beijar o homem que tava comigo. Não teve muita conversa, se fundiram num beijo passional contra a parede.

Joaquim e eu olhando de novo a cena, vendo eles se aliviarem da vontade que tinham desde a tarde.

O som anunciava que era o nosso andar, descemos com decoro e entramos no quarto. Pedro pediu duas garrafas de vinho, sendo precavido, e voltou à sua tarefa de antes. Sentou aquela morena em cima dele na poltrona e suas línguas se cruzaram de novo. Joaquim, a centímetros deles no mesmo sofá, se lambendo com a cena. A recém-casada esposa dele, enquanto segurava o rosto do meu macho, esticava uma das mãos para atender o marido. Melhor dizendo, para apalpar o volume dele, que horas atrás tinha ficado excitado por mim.

Fiquei feito boba vendo aquilo quando algo me despertou: a campainha tocou, as bebidas tinham chegado.

Quase que mecanicamente, abri, agradeci e coloquei as duas garrafas dentro de um balde de gelo e continuei contemplando o espetáculo.

Quando voltei a olhar, Pedro tinha a camisa desabotoada e o vestido dela estava na cintura, deixando ver uma calcinha fio dental branca que já estava molhada pelas carícias dele por cima do tecido.

O fogo entre eles era nítido. Ela se esfregava em cima dele enquanto beijava o pescoço e os ombros dele.

Joaquim, ao lado, completamente esquecido pelas mãos da esposa, tinha desabotoado a calça sozinho e se masturbava devagar vendo a cena.

O pau dele era meio pequeno, ou na média para baixo. Até que era grosso, mas não chamava muita atenção. Então entendi a vontade dela de fazer aquela troca.

O próximo passo foi Flor indo de joelhos no chão e ficando de frente para aqueles dois homens sentados na sua frente.

Continuou ignorando o marido para baixar a calça do meu homem e liberar o membro dele. A diferença era pouca, mas tinha um tamanho melhor que o do Joaquim. Ela ficou feliz em ter ele na frente e se jogou pra passar a língua como uma profissional.

Aí, alternou as lambidas entre os dois homens no sofá.

Ela punhetava um enquanto com a boca dava prazer ao outro. Ficou um bom tempo assim até que parou de repente, me olhou e, mostrando o pau do Pedro me disse docemente "me ajuda?".

Não consegui recusar, aquele era o meu pau, o que me deixava tão louca. Fui direto chupá-lo e ficamos as duas broxando nossos homens. Parecia uma competição pra ver quem gostava mais do pau.

Cuspíamos nele, passávamos no rosto, nos engasgávamos, batíamos a língua na glande, chupávamos as bolas deles, tudo pra ser a mais puta daquele quarto.

O que eu não esperava era que ela invadisse meu território. Tava de olhos fechados enquanto lambia a cabeça do pau dele quando cruzei minha língua com a dela.

Não quis me segurar, mesmo tendo me surpreendido muito, acabamos uma de cada lado passando a língua no pau dele e nos encontrando na putaria, quase nos beijando em cima dele.

Disse quase, porque era assim, embora minha língua frequentemente se misturasse com a dela. Mas a Flor tratou de fazer disso mais que um quase. Me pegou pela nuca e me comeu a boca.

Nunca tinha beijado uma mulher, nem fantasiado realmente com isso.

Não vou negar que amei, a situação de ter dois homens olhando pelados também ajudou.

Nos fundimos num beijo que não acabava, e até fomos juntas pro chão de carpete continuar nos pegando. Os lábios dela eram tão macios, os traços tão delicados.

Enquanto seguíamos com o nosso rolé, ela me despia e eu imitava. Em minutos, estávamos as duas completamente peladas e roçando nossas bucetinhas entre beijos e carícias.

Não posso dizer o que eles faziam, eu tava em outra galáxia, na minha primeira relação lésbica.

Senti os dedos dela entrarem na minha ppk e um gemido escapou de dentro de mim.

Ela sorriu e continuou enquanto beijava meus peitos.

Era incrível o toque que ela tinha comigo, o jeito de acariciar e brincar com meu clitóris.

Não conseguia parar de gemer, até que alguém cuidou disso.

Um pau entrou na minha boca, e chupei como se não houvesse amanhã. O ritmo era dado pelo imenso prazer. que a Florencia estava me fazendo sentir.

Aquele pedaço de carne era do marido dela, sem abrir os olhos percebi a diferença, não me importei, naquele momento eu pertencia à esposa dele e deixava ela fazer comigo o que quisesse.

Eu lambia como uma desesperada a rola do Joaquín. Em êxtase total. Até dei várias olhadas nos olhos dele enquanto brincava com a glande na minha boquinha e passava pelos meus lábios.

Uns gritos de prazer se afogavam graças às investidas dele quando começou a foder minha boquinha do chão, do jeito que estava.

Senti a língua da Florencia entrar na minha buceta e o delírio foi absoluto. Nunca tinha recebido sexo oral daquele jeito. Eu estava prestes a chupar até a alma do marido dela de tão tesuda que ela me deixava com as linguadas incansáveis.

Olhei a cena como pude, o Pedro estava lambendo a buceta da Flor que estava de quatro, com a cabeça enfiada entre minhas pernas, e o Joaquín fodendo minha boca com absoluta brutalidade.

Infelizmente, parei de sentir a língua gostosa dela antes de gozar, ela estava sendo fodida violentamente de quatro no tapete pelo meu macho. Ele a segurava pelo cabelo, puxando a cabeça dela para trás e metendo com força.

Joaquín se acomodou no sofá, como se assumisse o que ia acontecer. Embora eu não sentisse a menor atração por ele, minha buceta era um fogo, estava prestes a gozar.

Subi nele e de cócoras, comecei a pular em cima dele me segurando no pescoço e nas costas dele.

As sentadas que eu dava eram descontroladas. Eu estava ofegante, queria uma rola urgente e a dele era a mais acessível.

Eu fodi ele literalmente, pulei em cima possessa, uma vez e outra.

"Vou gozar, garota, vou gozar, pelo amor de Deus, para", ele implorou enquanto eu pedia para ele não parar, aguentar.

Ele me tirou de cima quando sentiu que não aguentava mais. Vários jatos de porra quente foram parar na minha barriguinha, algumas gotas chegaram até meus peitos.

Não tive tempo de me limpar, nem de ver a cara dele de Satisfação. Fui pro lado do Pedro e fiquei de quatro, do lado da Flor. Eu precisava mesmo que continuassem me comendo.

Por sorte, ao ver minha bunda entregue ali, meu macho não aguentou, tirou o pau que tava enfiado na Florença e cravou fundo na minha buceta com uma estocada violenta.

Ele me perfurou do jeito que sabe que eu gosto, enquanto segurava forte minha raba e abria ela pra me comer com mais vontade.

Ela, por sua vez, não ficou parada. Se abaixou debaixo de mim e lambeu minha buceta e o pau dele ao mesmo tempo. Era uma verdadeira ninfomaníaca.

Pouco aguentei aquela situação que me levou ao céu. Comecei a gozar que nem uma louca, tremia e não sentia minhas mãos, desabei no chão.

Pedro foi atrás da boquinha da Florença, que fez o favor de cuidar do meu macho e tomar todo o leite que ele deu.

Exaustos, nós quatro ficamos largados no chão.

A noite seguiu, a gente voltou a transar todo mundo com todo mundo, e as duas putas demos a bunda pro homem da outra. As duas terminamos do mesmo jeito: fomos dormir satisfeitas e com a raba cheia de porra.

5 comentários - Açúcar (6)

El fuego se desarrolla y onsume a más personas. El azúcar está muy caliente, ¡a punto de caramelo!
Se viene algo interesante...
Dioss muy buenoo lo disfrute con todo
🤭 qué significa eso?
@BohemianFantasy significa que hice lo mismo que vos mientras lo escribias, con la diferencia que yo lei y no escribia