Saímos do chuveiro e fomos nos secar. Essa parte foi pouco erótica, cada um pegou uma toalha e foi pra um canto. Eu tinha deixado a bolsa perto da porta, fui buscar, vesti um shorts e uma camiseta. Belén vestiu uma camiseta comprida sem nada por baixo, e Sofi saiu de trás de uma cortina, de top e fio dental.
As minhas tinham comprado umas saladas no caminho pra cabana, comemos rápido e fomos ver como era o terreno do lado de fora.
A cabana era construída sobre pilares de madeira, embaixo estavam os dois carros. O terreno era cercado por árvores bem altas e um muro de madeira bem alto. De dentro não dava pra ver nada lá fora.
No pátio da cabana tinha uma piscina de uns três metros de largura por seis de comprimento. Do lado da piscina tinha um quiosque de madeira com uma hidromassagem. Cheguei perto da hidro, coloquei a água pra esquentar enquanto Belén vinha me dizer que iam pegar os biquínis.
Enquanto as minhas iam, cheguei perto da piscina, tava bem limpa e bem cuidada. Tirei a camiseta e me deitei numa das três espreguiçadeiras que tinha ao lado da piscina.
Belu e Sofi apareceram juntas. A vista foi de infarto. As duas estavam com umas tangas ultra minúsculas e sem sutiã. As duas são lindas, mas os peitos de 18 anos da Sofi não deixavam dúvida de quais eram os mais firmes.
Belén sentou na espreguiçadeira do meu lado. Sofi mergulhou na piscina. Belu chegou perto e me deu um beijo daqueles que você não quer que acabem. As línguas dançavam em harmonia dentro das bocas, se saboreando. O beijo terminou devagar. Abri os olhos e me deparei com Belu me encarando. Um daqueles olhares que te derretem. Antes que qualquer um de nós dissesse algo que pudesse trazer mil rolos, nos separamos e Belu se deitou na espreguiçadeira.
Eu levantei, tirei o shorts e me joguei na piscina. Sofi tava flutuando, com os peitos pra fora. da água. Os mamilos dela ficaram duros como diamantes. Me aproximei e chupei aqueles peitos lindos. A Sofi se levantou e a gente se abraçou. Outro beijo, mas dessa vez foi mais físico, com mais tesão do que consentimento. A gente se tocou, ela percebeu que eu tava nu e uma mão foi direto pro meu pau. Eu tava com as duas mãos na bunda dela, com os mamilos dela se enterrando no meu peito. Levantei ela e deixei os peitos dela na altura do meu rosto, passei um tempinho chupando cada um alternadamente.
- Vem. Me segue - falei pra Sofi, pegando na mão dela. A piscina só tinha uma escada de metal. Ajudei ela a sair antes de eu sair e, quando eu tava subindo a escada, dei um beijo na bundinha dela.
Saímos da piscina e fomos pra hidromassagem. No tempinho que tinha passado, a água tava só morna, mas gostosa pra entrar. Eu entrei primeiro e, de dentro, dei uma mão pra ajudar ela no primeiro passo. Sentei na hidromassagem, com a água até o peito, a Sofi abriu as pernas e sentou de frente pra mim, de pernas abertas. A gente se beijou de novo. Puxei ela com força pra perto e comecei a descer as mãos até a bunda dela. Desci pelas costas, chegando nas nádegas, minha mão direita foi direto pro espaço entre aqueles cachetes lindos. Fui descendo a tanga dela e a primeira coisa que encontrei foi o cuzinho fechado dela. Não acariciei de imediato, comecei a passar perto, só roçando a pele.
A Sofi aumentou a intensidade dos beijos, se aproximou mais de mim e arqueou as costas. Tudo pra facilitar eu continuar acariciando aquele cuzinho especial.
A gente se beijou e se acariciou mais um pouco. A gente levantou e pedi pra ela ficar de joelhos no assento da hidromassagem. A bunda dela ficou fora d'água, mas a buceta tava bem na superfície da água. Tirei a tanga dela e ela ficou naquela posição, como se tivesse de quatro.
Me aproximei da bunda da Sofi e separei as nádegas dela. Estiquei a língua e comecei a passar nas laterais do cu, em cima e embaixo. Sofi ronronava igual uma putinha. Na terceira passada, fui direto chupar o buraquinho dela. Sofi trocou o ronrono por gemidos de prazer. O buraquinho, ainda apertado, resistia, mas continuei metendo a língua enquanto começava a acariciar a buceta dela com as mãos. Sofi apertava os próprios peitos com uma mão e olhava pra trás com cara de êxtase.
- Me come. Agora.
Levantei e meti direto na buceta dela. Sofi tava bem lubrificada e entrei como se tivesse deslizando dentro dela. Comecei devagar a me mexer dentro dela e só naquele momento consegui olhar pro lado, pra espreguiçadeira onde a Belém tava. Ela já tinha tirado a tanga e tava se masturbando, enquanto via eu comendo a Sofi. Fiz sinal pra ela vir, mas não quis. Preferiu olhar.
Sofi se segurava na borda da hidromassagem pra aguentar a metida por trás. Sem tirar, levantei ela e trouxe as costas dela pro meu peito. Pela posição, tive que diminuir um pouco a intensidade, mas aproveitei pra descer uma mão na buceta dela e começar a masturbar ela um pouco. Enrolei o braço livre nela, ela virou a cabeça e nos beijamos com luxúria. Depois de uns segundos, soltei ela e ela voltou a ficar de quatro. Segurei firme na cintura dela e comecei a meter com força. Sofi gozou pela primeira vez em uns dois minutos e pediu pra trocar de posição. Levei ela pra espreguiçadeira do lado da Belém e deitei ela de barriga pra cima. Abri as pernas dela e chupei a buceta dela por uns minutos. Sofi pediu pra eu meter de novo, levantei, abri as pernas dela e apontei meu pau na entrada. Ela ainda tava molhada e entrei de novo bem fácil. Ela tava deitada de costas, coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter de novo, fundo, mas devagar. Cada metida começava com a ponta do meu pau só encostada na entrada e terminava quando nossas pélvis se encontravam. Devagar pra dentro e devagar pra fora. Parava a cada quatro ou cinco dessas e dava umas outras tantas. Rápida e direta. A Sofi ficava se esfregando nas tetas dela e colocou um dos pezinhos dela na minha cara. Sem parar de meter, peguei o pezinho dela e comecei a chupar entre os dedos. A Sofi gozou de novo forte e eu já tava pronto pra encher ela de porra. Me segurei até ela parecer ter terminado e falei que ia gozar. Saí de dentro e me aproximei dos peitos dela, mas a Sofi fez sinal pra eu gozar na boca dela. Fui até a boquinha dela e continuei batendo uma pra gozar. A Sofi tirou minha mão e colocou na boca dela, sempre me encarando. Quando gozei, a Sofi fechou os lábios e segurou tudo. Enquanto eu tava no orgasmo, ela continuava esfregando a língua na minha cabeça, o que me fez gozar com força.
A Sofi continuou me chupando bem devagar, saboreando minha porra e engoliu tudo. Ela se levantou e a gente se deu um beijo de língua bem longo.
Do nosso lado, a Belu terminava de ter o segundo orgasmo dela.
As minhas tinham comprado umas saladas no caminho pra cabana, comemos rápido e fomos ver como era o terreno do lado de fora.
A cabana era construída sobre pilares de madeira, embaixo estavam os dois carros. O terreno era cercado por árvores bem altas e um muro de madeira bem alto. De dentro não dava pra ver nada lá fora.
No pátio da cabana tinha uma piscina de uns três metros de largura por seis de comprimento. Do lado da piscina tinha um quiosque de madeira com uma hidromassagem. Cheguei perto da hidro, coloquei a água pra esquentar enquanto Belén vinha me dizer que iam pegar os biquínis.
Enquanto as minhas iam, cheguei perto da piscina, tava bem limpa e bem cuidada. Tirei a camiseta e me deitei numa das três espreguiçadeiras que tinha ao lado da piscina.
Belu e Sofi apareceram juntas. A vista foi de infarto. As duas estavam com umas tangas ultra minúsculas e sem sutiã. As duas são lindas, mas os peitos de 18 anos da Sofi não deixavam dúvida de quais eram os mais firmes.
Belén sentou na espreguiçadeira do meu lado. Sofi mergulhou na piscina. Belu chegou perto e me deu um beijo daqueles que você não quer que acabem. As línguas dançavam em harmonia dentro das bocas, se saboreando. O beijo terminou devagar. Abri os olhos e me deparei com Belu me encarando. Um daqueles olhares que te derretem. Antes que qualquer um de nós dissesse algo que pudesse trazer mil rolos, nos separamos e Belu se deitou na espreguiçadeira.
Eu levantei, tirei o shorts e me joguei na piscina. Sofi tava flutuando, com os peitos pra fora. da água. Os mamilos dela ficaram duros como diamantes. Me aproximei e chupei aqueles peitos lindos. A Sofi se levantou e a gente se abraçou. Outro beijo, mas dessa vez foi mais físico, com mais tesão do que consentimento. A gente se tocou, ela percebeu que eu tava nu e uma mão foi direto pro meu pau. Eu tava com as duas mãos na bunda dela, com os mamilos dela se enterrando no meu peito. Levantei ela e deixei os peitos dela na altura do meu rosto, passei um tempinho chupando cada um alternadamente.
- Vem. Me segue - falei pra Sofi, pegando na mão dela. A piscina só tinha uma escada de metal. Ajudei ela a sair antes de eu sair e, quando eu tava subindo a escada, dei um beijo na bundinha dela.
Saímos da piscina e fomos pra hidromassagem. No tempinho que tinha passado, a água tava só morna, mas gostosa pra entrar. Eu entrei primeiro e, de dentro, dei uma mão pra ajudar ela no primeiro passo. Sentei na hidromassagem, com a água até o peito, a Sofi abriu as pernas e sentou de frente pra mim, de pernas abertas. A gente se beijou de novo. Puxei ela com força pra perto e comecei a descer as mãos até a bunda dela. Desci pelas costas, chegando nas nádegas, minha mão direita foi direto pro espaço entre aqueles cachetes lindos. Fui descendo a tanga dela e a primeira coisa que encontrei foi o cuzinho fechado dela. Não acariciei de imediato, comecei a passar perto, só roçando a pele.
A Sofi aumentou a intensidade dos beijos, se aproximou mais de mim e arqueou as costas. Tudo pra facilitar eu continuar acariciando aquele cuzinho especial.
A gente se beijou e se acariciou mais um pouco. A gente levantou e pedi pra ela ficar de joelhos no assento da hidromassagem. A bunda dela ficou fora d'água, mas a buceta tava bem na superfície da água. Tirei a tanga dela e ela ficou naquela posição, como se tivesse de quatro.
Me aproximei da bunda da Sofi e separei as nádegas dela. Estiquei a língua e comecei a passar nas laterais do cu, em cima e embaixo. Sofi ronronava igual uma putinha. Na terceira passada, fui direto chupar o buraquinho dela. Sofi trocou o ronrono por gemidos de prazer. O buraquinho, ainda apertado, resistia, mas continuei metendo a língua enquanto começava a acariciar a buceta dela com as mãos. Sofi apertava os próprios peitos com uma mão e olhava pra trás com cara de êxtase.
- Me come. Agora.
Levantei e meti direto na buceta dela. Sofi tava bem lubrificada e entrei como se tivesse deslizando dentro dela. Comecei devagar a me mexer dentro dela e só naquele momento consegui olhar pro lado, pra espreguiçadeira onde a Belém tava. Ela já tinha tirado a tanga e tava se masturbando, enquanto via eu comendo a Sofi. Fiz sinal pra ela vir, mas não quis. Preferiu olhar.
Sofi se segurava na borda da hidromassagem pra aguentar a metida por trás. Sem tirar, levantei ela e trouxe as costas dela pro meu peito. Pela posição, tive que diminuir um pouco a intensidade, mas aproveitei pra descer uma mão na buceta dela e começar a masturbar ela um pouco. Enrolei o braço livre nela, ela virou a cabeça e nos beijamos com luxúria. Depois de uns segundos, soltei ela e ela voltou a ficar de quatro. Segurei firme na cintura dela e comecei a meter com força. Sofi gozou pela primeira vez em uns dois minutos e pediu pra trocar de posição. Levei ela pra espreguiçadeira do lado da Belém e deitei ela de barriga pra cima. Abri as pernas dela e chupei a buceta dela por uns minutos. Sofi pediu pra eu meter de novo, levantei, abri as pernas dela e apontei meu pau na entrada. Ela ainda tava molhada e entrei de novo bem fácil. Ela tava deitada de costas, coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter de novo, fundo, mas devagar. Cada metida começava com a ponta do meu pau só encostada na entrada e terminava quando nossas pélvis se encontravam. Devagar pra dentro e devagar pra fora. Parava a cada quatro ou cinco dessas e dava umas outras tantas. Rápida e direta. A Sofi ficava se esfregando nas tetas dela e colocou um dos pezinhos dela na minha cara. Sem parar de meter, peguei o pezinho dela e comecei a chupar entre os dedos. A Sofi gozou de novo forte e eu já tava pronto pra encher ela de porra. Me segurei até ela parecer ter terminado e falei que ia gozar. Saí de dentro e me aproximei dos peitos dela, mas a Sofi fez sinal pra eu gozar na boca dela. Fui até a boquinha dela e continuei batendo uma pra gozar. A Sofi tirou minha mão e colocou na boca dela, sempre me encarando. Quando gozei, a Sofi fechou os lábios e segurou tudo. Enquanto eu tava no orgasmo, ela continuava esfregando a língua na minha cabeça, o que me fez gozar com força.
A Sofi continuou me chupando bem devagar, saboreando minha porra e engoliu tudo. Ela se levantou e a gente se deu um beijo de língua bem longo.
Do nosso lado, a Belu terminava de ter o segundo orgasmo dela.
1 comentários - Fim de semana com Belén e Sofi (parte 2)