Bom dia, amigos! Hoje eu trago uma coisa que ainda me deixa chocada e tentando assimilar, porque mesmo que a gente possa ser a maior puta de todas, tem coisas que superam qualquer fantasia. Ontem notei meu pai muito estranho e toda vez que perguntava se ele estava bem, ele respondia: "Tá tudo, põe Agus". Ele sempre foi de conversar muito comigo, mas ontem ele me evitava. Pensei que tivesse tido algum problema com minha mãe e decidi não perguntar nada. Jantamos e meus pais foram dormir.
Fiquei vendo Netflix até dar sono. No meio do episódio, deu vontade de comer sorvete e fui pegar um pouco na geladeira. Estava me servindo quando ouvi a voz do meu pai atrás de mim, bem baixinho: "Me serve um pouquinho também, assim faço companhia". Fiquei feliz de ver o pai de sempre de volta, ele já não estava com cara de preocupado. Servi as duas taças e nos sentamos juntos no sofá da sala.
"Apaga as luzes, Agus, não vá acordar a mamãe". Apaguei e ficamos iluminados só pela TV. "O que tá vendo, filha?", "Uma série nova, pai, de intriga e amor", disse, me encostando nele como quando era criança. Papai colocou o braço em volta dos meus ombros e senti como se voltasse no tempo, quando a gente assistia filmes juntos. Mas acontece com todo mundo: a gente cresce, o afastamento vem naturalmente, nos dedicamos a outras coisas e esses momentos de carinho ficam pra trás. Então, o calor do braço dele em volta dos meus ombros me emocionou.
"Bom, esse velho vai dormir, senão não trabalho amanhã", disse ele sorrindo. "Ah, não, pai, fica mais um pouquinho, por favor", implorei, e como sempre, ele cedeu à minha vontade. Dessa vez, pedi que ele colocasse o braço em volta dos meus ombros de novo. Papai é grandão, então com um braço só me envolveu toda. Aí, na série, apareceu uma cena de sexo, não explícita, mas bem quente. "Epa", disse meu pai, e eu achei graça. Foi só um segundo.
A mão grande do meu pai apertou um dos meus peitos, cobrindo ele todo. Fiquei gelada. Só consegui balbuciar: "Pai, o que você tá fazendo? Sou eu, a Agustina", talvez esperando que... Semidormido, ele deve ter imaginado que estava na cama com a mamãe. "Papai", eu disse, sacudindo ele. "Não estou dormindo, não faz barulho." Ele virou e me beijou na boca. Eu tentei me soltar, não entendia o que estava acontecendo com ele. Ele me agarrou pelo braço, me encarou de frente e disse: "Anos vendo você crescer, na mulher que você se transformou e me forçando a não ter pensamentos com você, e no fim das contas você transa com qualquer velho que te esquenta, agustinabisex93!". Fiquei em pânico, meu pai sabia da minha conta no Poringa e estava me chantageando? "Então a nenê é uma putinha terrível, hein? Até com meu melhor amigo você se enfia na cama. Não culpo o Germán, se uma mulher como você se oferece pra mim, mesmo sendo filha do meu melhor amigo, eu meto também." Ouvir essas palavras do papai me deu medo. Eu fiz beicinho, tentando chorar, e papai, me abraçando, sussurrou no meu ouvido: "Seja boazinha com o papai, o que custa, mamãe?" Eu olhei pra ele e seu rosto não era de raiva, era de um cara com tesão pedindo pra eu deixar ele me comer. Minha cabeça estava a mil. "Papai, você quer me comer?" Ele cobriu o rosto com as duas mãos, cheio de vergonha, e disse: "Sim, essa puta... Porra, saber que você é tão putinha, essa carinha, essa bunda monumental e esses peitos me transformaram num monstro, me desculpa, Agus." Ele se levantou e, agarrando a mão dele, eu disse: "Senta aqui, pai." Como se a adulta fosse eu, eu disse: "Se a gente cruzar esse limite, não tem volta, você sabe. Pensa bem e se estiver convencido, a gente conversa. Te espero na varanda." Ainda confusa e sendo de madrugada, subi na varanda e acendi um cigarro, contemplando a avenida San Juan. Não deviam ter passado minutos quando senti duas mãos apertando as nádegas da minha bunda. Eu estava de short do pijama. Ele estava me apertando e gemendo no meu ouvido. "Calma, tranquei a porta com chave e a mamãe está totalmente dormindo." Virei e me entreguei ao meu próprio pai. Nossa língua se enroscou na minha. Ele apertava minha bunda com força. Coloquei minha mão no pau dele e gemi fundo. Um pau lindo, mas senti tão proibido que me esquentou como se tivesse 30cm. Levei ele pra trás dos tanques de água, caso alguém subisse. De repente.
Sob a luz da lua, me despi completamente e o papai gemeu de prazer. "Vira, Agus, me mostra essa bunda, por favor", ele implorou. Mostrei, pelada e de todos os ângulos.
Já esquecendo que era meu pai, ele exclamou: "Olha que rabo, sua vagabunda, pelo amor de Deus". Me ajoelhei e abaixei o shorts dele, o pau proibido saltou em todo seu esplendor, batendo nos meus lábios. Agarrei firme e dei uns pirocadas na minha própria cara. Enfiei as bolas do meu velho bem fundo na boca e chupei.
"Ufff, que putaaaa, continua". Engoli o pau num deep throat que ele não esperava, papai.
"Naaaa, pelo amor de Deus, como não vão te comer, sua piriguete, chupa, filha da puta". Papai não queria, mas não conseguiu segurar a porra que foi direto pra minha barriguinha. Ele acariciou minha cabeça com muito amor. Nós dois sabíamos que faltava mais.
Obriguei ele a me apalpar toda pra que ele ficasse duro de novo. Fiz ele me dedar, use a palavra: buceta e cu enquanto eu batia uma pra ele.
O pau dele cresceu mais do que o esperado.
Com voz de bebê, eu disse: "Pra que você veio, degenerado? ME COME!" Passei minha perna pela cintura dele e, sem pensar que sou sua filha, ele enfiou de uma estocada na use the word: buceta.
Comecei a tremer a cada pirocada, pedindo mais e mais. "Quero esse cu", ele disse. Gozei um pouco mais do pau dele na minha use the word: buceta e, sabendo que ele não aguentaria muito, acelerei pra ter uma das melhores gozadas que já tive, banhando o pau dele. Ele me abraçou forte, me beijou e implorou de novo: "Me dá o cu, por favor, meu amor".
Saí e me apoiei na base dos tanques, expondo meu cu entregue. Papai se agachou e cuspiu no meu buraco. "Olha como você tá com o cu, garota, tá toda arrombada, vagabunda", foi a última coisa que ele disse antes de enfiar de uma vez. Minha bunda se abriu desejando todo aquele pau.
Talvez sabendo que não poderia se repetir, papai me fodeu gozando da minha bunda como se fosse a última transa da vida dele. Ele não queria gozar, só queria aproveitar a sensação do pau dele me perfurando. Senti a pulsação do pau quando estava pra jorrar e disse: "Goza dentro". Como se fosse uma ordem, papai deu as últimas Estocadas e senti o jato quente junto com as chupadas no meu pescoço. Ele ficou dentro de mim me abraçando. Quando tirei, me ajoelhei e limpei com a boca, sentindo o gosto do meu próprio cu. Papai foi o primeiro a descer.
Quando entrei no apartamento, senti que ele estava se lavando. Ele saiu do banho, se aproximou e me deu o último beijo de língua, agradecendo. Não quis tomar banho, deitei com a porra do meu pai na minha bunda. Não sei como isso vai continuar, mas por enquanto obrigada PORINGA.
Beijos.
Fiquei vendo Netflix até dar sono. No meio do episódio, deu vontade de comer sorvete e fui pegar um pouco na geladeira. Estava me servindo quando ouvi a voz do meu pai atrás de mim, bem baixinho: "Me serve um pouquinho também, assim faço companhia". Fiquei feliz de ver o pai de sempre de volta, ele já não estava com cara de preocupado. Servi as duas taças e nos sentamos juntos no sofá da sala.
"Apaga as luzes, Agus, não vá acordar a mamãe". Apaguei e ficamos iluminados só pela TV. "O que tá vendo, filha?", "Uma série nova, pai, de intriga e amor", disse, me encostando nele como quando era criança. Papai colocou o braço em volta dos meus ombros e senti como se voltasse no tempo, quando a gente assistia filmes juntos. Mas acontece com todo mundo: a gente cresce, o afastamento vem naturalmente, nos dedicamos a outras coisas e esses momentos de carinho ficam pra trás. Então, o calor do braço dele em volta dos meus ombros me emocionou.
"Bom, esse velho vai dormir, senão não trabalho amanhã", disse ele sorrindo. "Ah, não, pai, fica mais um pouquinho, por favor", implorei, e como sempre, ele cedeu à minha vontade. Dessa vez, pedi que ele colocasse o braço em volta dos meus ombros de novo. Papai é grandão, então com um braço só me envolveu toda. Aí, na série, apareceu uma cena de sexo, não explícita, mas bem quente. "Epa", disse meu pai, e eu achei graça. Foi só um segundo.
A mão grande do meu pai apertou um dos meus peitos, cobrindo ele todo. Fiquei gelada. Só consegui balbuciar: "Pai, o que você tá fazendo? Sou eu, a Agustina", talvez esperando que... Semidormido, ele deve ter imaginado que estava na cama com a mamãe. "Papai", eu disse, sacudindo ele. "Não estou dormindo, não faz barulho." Ele virou e me beijou na boca. Eu tentei me soltar, não entendia o que estava acontecendo com ele. Ele me agarrou pelo braço, me encarou de frente e disse: "Anos vendo você crescer, na mulher que você se transformou e me forçando a não ter pensamentos com você, e no fim das contas você transa com qualquer velho que te esquenta, agustinabisex93!". Fiquei em pânico, meu pai sabia da minha conta no Poringa e estava me chantageando? "Então a nenê é uma putinha terrível, hein? Até com meu melhor amigo você se enfia na cama. Não culpo o Germán, se uma mulher como você se oferece pra mim, mesmo sendo filha do meu melhor amigo, eu meto também." Ouvir essas palavras do papai me deu medo. Eu fiz beicinho, tentando chorar, e papai, me abraçando, sussurrou no meu ouvido: "Seja boazinha com o papai, o que custa, mamãe?" Eu olhei pra ele e seu rosto não era de raiva, era de um cara com tesão pedindo pra eu deixar ele me comer. Minha cabeça estava a mil. "Papai, você quer me comer?" Ele cobriu o rosto com as duas mãos, cheio de vergonha, e disse: "Sim, essa puta... Porra, saber que você é tão putinha, essa carinha, essa bunda monumental e esses peitos me transformaram num monstro, me desculpa, Agus." Ele se levantou e, agarrando a mão dele, eu disse: "Senta aqui, pai." Como se a adulta fosse eu, eu disse: "Se a gente cruzar esse limite, não tem volta, você sabe. Pensa bem e se estiver convencido, a gente conversa. Te espero na varanda." Ainda confusa e sendo de madrugada, subi na varanda e acendi um cigarro, contemplando a avenida San Juan. Não deviam ter passado minutos quando senti duas mãos apertando as nádegas da minha bunda. Eu estava de short do pijama. Ele estava me apertando e gemendo no meu ouvido. "Calma, tranquei a porta com chave e a mamãe está totalmente dormindo." Virei e me entreguei ao meu próprio pai. Nossa língua se enroscou na minha. Ele apertava minha bunda com força. Coloquei minha mão no pau dele e gemi fundo. Um pau lindo, mas senti tão proibido que me esquentou como se tivesse 30cm. Levei ele pra trás dos tanques de água, caso alguém subisse. De repente.
Sob a luz da lua, me despi completamente e o papai gemeu de prazer. "Vira, Agus, me mostra essa bunda, por favor", ele implorou. Mostrei, pelada e de todos os ângulos.
Já esquecendo que era meu pai, ele exclamou: "Olha que rabo, sua vagabunda, pelo amor de Deus". Me ajoelhei e abaixei o shorts dele, o pau proibido saltou em todo seu esplendor, batendo nos meus lábios. Agarrei firme e dei uns pirocadas na minha própria cara. Enfiei as bolas do meu velho bem fundo na boca e chupei.
"Ufff, que putaaaa, continua". Engoli o pau num deep throat que ele não esperava, papai.
"Naaaa, pelo amor de Deus, como não vão te comer, sua piriguete, chupa, filha da puta". Papai não queria, mas não conseguiu segurar a porra que foi direto pra minha barriguinha. Ele acariciou minha cabeça com muito amor. Nós dois sabíamos que faltava mais.
Obriguei ele a me apalpar toda pra que ele ficasse duro de novo. Fiz ele me dedar, use a palavra: buceta e cu enquanto eu batia uma pra ele.
O pau dele cresceu mais do que o esperado.
Com voz de bebê, eu disse: "Pra que você veio, degenerado? ME COME!" Passei minha perna pela cintura dele e, sem pensar que sou sua filha, ele enfiou de uma estocada na use the word: buceta.
Comecei a tremer a cada pirocada, pedindo mais e mais. "Quero esse cu", ele disse. Gozei um pouco mais do pau dele na minha use the word: buceta e, sabendo que ele não aguentaria muito, acelerei pra ter uma das melhores gozadas que já tive, banhando o pau dele. Ele me abraçou forte, me beijou e implorou de novo: "Me dá o cu, por favor, meu amor".
Saí e me apoiei na base dos tanques, expondo meu cu entregue. Papai se agachou e cuspiu no meu buraco. "Olha como você tá com o cu, garota, tá toda arrombada, vagabunda", foi a última coisa que ele disse antes de enfiar de uma vez. Minha bunda se abriu desejando todo aquele pau.
Talvez sabendo que não poderia se repetir, papai me fodeu gozando da minha bunda como se fosse a última transa da vida dele. Ele não queria gozar, só queria aproveitar a sensação do pau dele me perfurando. Senti a pulsação do pau quando estava pra jorrar e disse: "Goza dentro". Como se fosse uma ordem, papai deu as últimas Estocadas e senti o jato quente junto com as chupadas no meu pescoço. Ele ficou dentro de mim me abraçando. Quando tirei, me ajoelhei e limpei com a boca, sentindo o gosto do meu próprio cu. Papai foi o primeiro a descer.
Quando entrei no apartamento, senti que ele estava se lavando. Ele saiu do banho, se aproximou e me deu o último beijo de língua, agradecendo. Não quis tomar banho, deitei com a porra do meu pai na minha bunda. Não sei como isso vai continuar, mas por enquanto obrigada PORINGA.
Beijos.
11 comentários - Obrigado, Poringa (história mais que real)