Essa história não é minha, mas me passaram e me excita pra caralho dominar desse jeito, algum/a candidato/a?
Finalmente aconteceu, depois de um tempo tendo sexo virtual com meu macho, onde fizemos um monte de coisas, ele me fez enfiar um pepino no cu, me fez mandar fotos me masturbando de todo jeito e em todo lugar, já com confiança, resolvi dar um passo a mais.
Antes de contar, vou me apresentar: sou uma mulher trans que dizem ser bem gostosa, quarentona da quebrada, tenho parceiro fixo mas não consigo sentir o verdadeiro prazer, é que preciso ser dominada, submissa, me sentir usada como uma escrava, uma coisa, é aí que tenho os maiores orgasmos, muitas vezes brutais. Por isso entrei aqui, pra encontrar esse tesão, e encontrei ele, um veterano também casado que acabou sendo vizinho, mas ele me explicou que também não queria complicações e a única exigência era discrição, e começou a me mandar mensagem que me deixava cada vez mais molhada, no começo me assustava ele ser vizinho, mas depois o tesão venceu com as ordens que ele me dava e eu cumprindo elas de pura puta, é que sou muito puta! e perco a cabeça fácil.
Voltando ao encontro, combinamos de nos ver num lugar público que os dois conhecíamos e não vou revelar, os dois cumprimos o horário, conversamos uns minutos, caminhamos um pouco e aí foi que ele me disse:
- Olha, eu não tô aqui pra fazer de namorado, isso é claro: ou a gente goza os dois, eu dominando e você obedecendo, ou vamos pra casa, então se em um minuto você decidir continuar, fica claro que é pra você soltar a puta mais gostosa que tem dentro de você e a gente aguenta o que vier, dentro do respeito e da discrição.
Eu baixei o olhar, sabia que minha buceta tava latejando só de ouvir ele, e concordei com a cabeça, foi a única coisa que consegui fazer.
- Assim que eu gosto, puta, vem comigo e entra no carro.
Nunca percebi que ele já tava me levando pra lá sem eu saber.
Em silêncio fomos pra um motel na marginal oeste, ele pediu um quarto, pagou e entramos. Sem dizer uma palavra, me segurou firme pelo pescoço e disse:
— Tira a roupa e fica de quatro na cama.
Enquanto eu me despia, ele fez o mesmo e tinha uma rola normal, um pouco cabeçuda e com o púbis raspado. Subi na cama e sinto uma mão grande, dominante, que percorre minhas costas desde os ombros até chegar na bunda, desce com o polegar pela racha enquanto me manda abrir com as mãos. Obedeço e ele começa a passar o dedão, se abaixa e começa a me beijar e chupar o cu. Tô super quente com a situação, um cara que nunca vi na vida, que nem me deu um beijo na boca e já tá enfiando o polegar no meu cu. Brinca com meu cu. Dilata ele, já são três dedos enfiados. Quando tira, me beija e chupa o cu de novo, agora como se tivesse me comendo com a língua no cu, que nesse momento tá pulsando e esperando uma rola. Tô voando de tesão.
Ele se afasta um pouco, procura na mochila algo que não vejo, mas que logo começo a sentir querendo invadir meu cu.
— Agora vou enfiar esse plug anal bem grande pra você levar no cu até eu te batizar como minha puta oficial — ele disse.
— Ai! Dói um pouquinho, mas preciso disso!
Respirei fundo enquanto sentia a pressão no cu e, num instante, o dildo já tava preso lá dentro.
— Já tá pronta pro próximo passo. Levanta e me segue.
— Pra onde? — enquanto andava atrás dele com o consolador no cu.
— Putas não perguntam, só obedecem.
Segui ele. Foi pro banheiro, evidentemente já conhecia. Me deixou passar e disse:
— Entra no chuveiro e ajoelha.
Obedeci e me ajoelhei, apoiando a bunda nos meus próprios calcanhares. Quando olhei pra cima, ele já tava enfiando a rola na minha boca. Devagar, mas não parava, avançava e avançava. Tava segurando o engasgo. Quando ele tirou e voltou com mais força, fiquei ali, com a rola na boca, tava difícil respirar. Olhei pra ele pedindo clemência e ele disse:
— Aguenta uns segundinhos, confia no teu macho que o batismo já vem.
O que veio depois eu nunca imaginei: ele tirou o pau de uma vez, deu um passo pra trás e, apontando pra mim, começou a mijar! No começo caía na minha barriga, foi subindo até os peitos, continuou subindo e começou a mijar no meu pescoço.
Ainda não sei por quê — se foi pelo tesão, pela humilhação, pelo consolo no cu que eu mesma mexia com meus calcanhares — mas veio um orgasmo gigante, daqueles que fazem tuas pernas tremerem igual câimbra que você não controla, e eu me deixei levar pelo prazer! Minha bucetinha escorria e escorria porra!! No fim das contas, era isso que eu queria: gozar por ser controlada, ser um objeto de prazer pra outro.
— Mas tão puta assim você vai ser??? Toma essa porra! — ele ordenou.
Sem pensar, juntei com meus dedos minha própria porra, misturada com a mijada do meu macho, e levei à boca, engolindo tudo.
Isso é só o começo. Se vocês gostaram, me avisem que eu continuo contando.
A PUTA DO MEU MACHO
Finalmente aconteceu, depois de um tempo tendo sexo virtual com meu macho, onde fizemos um monte de coisas, ele me fez enfiar um pepino no cu, me fez mandar fotos me masturbando de todo jeito e em todo lugar, já com confiança, resolvi dar um passo a mais.
Antes de contar, vou me apresentar: sou uma mulher trans que dizem ser bem gostosa, quarentona da quebrada, tenho parceiro fixo mas não consigo sentir o verdadeiro prazer, é que preciso ser dominada, submissa, me sentir usada como uma escrava, uma coisa, é aí que tenho os maiores orgasmos, muitas vezes brutais. Por isso entrei aqui, pra encontrar esse tesão, e encontrei ele, um veterano também casado que acabou sendo vizinho, mas ele me explicou que também não queria complicações e a única exigência era discrição, e começou a me mandar mensagem que me deixava cada vez mais molhada, no começo me assustava ele ser vizinho, mas depois o tesão venceu com as ordens que ele me dava e eu cumprindo elas de pura puta, é que sou muito puta! e perco a cabeça fácil.
Voltando ao encontro, combinamos de nos ver num lugar público que os dois conhecíamos e não vou revelar, os dois cumprimos o horário, conversamos uns minutos, caminhamos um pouco e aí foi que ele me disse:
- Olha, eu não tô aqui pra fazer de namorado, isso é claro: ou a gente goza os dois, eu dominando e você obedecendo, ou vamos pra casa, então se em um minuto você decidir continuar, fica claro que é pra você soltar a puta mais gostosa que tem dentro de você e a gente aguenta o que vier, dentro do respeito e da discrição.
Eu baixei o olhar, sabia que minha buceta tava latejando só de ouvir ele, e concordei com a cabeça, foi a única coisa que consegui fazer.
- Assim que eu gosto, puta, vem comigo e entra no carro.
Nunca percebi que ele já tava me levando pra lá sem eu saber.
Em silêncio fomos pra um motel na marginal oeste, ele pediu um quarto, pagou e entramos. Sem dizer uma palavra, me segurou firme pelo pescoço e disse:
— Tira a roupa e fica de quatro na cama.
Enquanto eu me despia, ele fez o mesmo e tinha uma rola normal, um pouco cabeçuda e com o púbis raspado. Subi na cama e sinto uma mão grande, dominante, que percorre minhas costas desde os ombros até chegar na bunda, desce com o polegar pela racha enquanto me manda abrir com as mãos. Obedeço e ele começa a passar o dedão, se abaixa e começa a me beijar e chupar o cu. Tô super quente com a situação, um cara que nunca vi na vida, que nem me deu um beijo na boca e já tá enfiando o polegar no meu cu. Brinca com meu cu. Dilata ele, já são três dedos enfiados. Quando tira, me beija e chupa o cu de novo, agora como se tivesse me comendo com a língua no cu, que nesse momento tá pulsando e esperando uma rola. Tô voando de tesão.
Ele se afasta um pouco, procura na mochila algo que não vejo, mas que logo começo a sentir querendo invadir meu cu.
— Agora vou enfiar esse plug anal bem grande pra você levar no cu até eu te batizar como minha puta oficial — ele disse.
— Ai! Dói um pouquinho, mas preciso disso!
Respirei fundo enquanto sentia a pressão no cu e, num instante, o dildo já tava preso lá dentro.
— Já tá pronta pro próximo passo. Levanta e me segue.
— Pra onde? — enquanto andava atrás dele com o consolador no cu.
— Putas não perguntam, só obedecem.
Segui ele. Foi pro banheiro, evidentemente já conhecia. Me deixou passar e disse:
— Entra no chuveiro e ajoelha.
Obedeci e me ajoelhei, apoiando a bunda nos meus próprios calcanhares. Quando olhei pra cima, ele já tava enfiando a rola na minha boca. Devagar, mas não parava, avançava e avançava. Tava segurando o engasgo. Quando ele tirou e voltou com mais força, fiquei ali, com a rola na boca, tava difícil respirar. Olhei pra ele pedindo clemência e ele disse:
— Aguenta uns segundinhos, confia no teu macho que o batismo já vem.
O que veio depois eu nunca imaginei: ele tirou o pau de uma vez, deu um passo pra trás e, apontando pra mim, começou a mijar! No começo caía na minha barriga, foi subindo até os peitos, continuou subindo e começou a mijar no meu pescoço.
Ainda não sei por quê — se foi pelo tesão, pela humilhação, pelo consolo no cu que eu mesma mexia com meus calcanhares — mas veio um orgasmo gigante, daqueles que fazem tuas pernas tremerem igual câimbra que você não controla, e eu me deixei levar pelo prazer! Minha bucetinha escorria e escorria porra!! No fim das contas, era isso que eu queria: gozar por ser controlada, ser um objeto de prazer pra outro.
— Mas tão puta assim você vai ser??? Toma essa porra! — ele ordenou.
Sem pensar, juntei com meus dedos minha própria porra, misturada com a mijada do meu macho, e levei à boca, engolindo tudo.
Isso é só o começo. Se vocês gostaram, me avisem que eu continuo contando.
A PUTA DO MEU MACHO
3 comentários - cuando conoci a mi macho