asi siguio todo despues del intercambio

continuo com a história da troca de casais
mesmo que tenha sido a menos lida
Espero que vocês curtam essa aqui.




VALEU PELOS PONTOS DE VOCÊS


PELOS SEUS COMENTÁRIOS


E SÓ DE LER ELA










No dia seguinte, acordamos antes do Omar. A Andrea e a Ana tomaram banho juntas enquanto eu preparava o café. Verdade seja dita, não conseguia tirar da cabeça a imagem da rabuda da Andrea recebendo meu pau. Daí a pouco chegou o Omar.


Bom dia, primo. Ficou de molho, hahahaha.


Omar, com essa mulher que você quer, como é que aguenta? Essa é uma gata.


Bom, Andrea, o que acontece é que a Ana sabe como esquentar e te provocar como poucas. A parada é que depois ela aguenta o tranco.


Omar pelo menos me deixou seco, parceiro.


Você pegou nos peitos dela, suponho.


Omar tirou toda minha vontade e você matou a filha da puta, até arrebentou a bunda dela.


Era o que eu mais queria, vamos preparar a churrasqueira?


Omar, sim, pode deixar que eu te ajudo.


Quando a gente tava indo pra churrascaria, as duas saíram do banheiro já trocadinhas.


Ana, já tomaram café? Pra onde vocês vão?


Omar preparando tudo pro churrasco.


Andrea, a gente toma um mate e já vai.


Na churrasqueira, a gente continuou falando das putinhas, e aí o Omar me contou que nem com o meu velho ele ouviu ela gemer tanto, e também descreveu como comeu a Ana. A gente tava nessa quando elas chegaram. Continuamos batendo papo sobre as loucuras que fizemos, e ficou claro que o único que tinha perdido era o Omar, pelo menos pros males. A Ana não parava de dar em cima dele sem disfarce na frente da Andrea, até que o Omar não aguentou mais. Enquanto ele colocava a carne na churrasqueira com a Andrea, o Omar começou a comer ela em cima da mesa. Aí eu pude ver como eles comiam a minha mulher, fazendo o que queriam com ela. Ver ela comer a Ana foi o que mais me excitou, e também excitou a Andrea.


Andrea vê que puta que ela é, olha como ela fode ele, tá matando o otário.


Pra mim é o contrário.


Andrea não é cuck, ela provocou e ele se empolgou, saca só, o idiota faz tudo que ela quer.


Ela tinha razão, a Ana quis dar pra ele de novo e por isso provocou ele mostrando as tetas o tempo todo.


me dava tesão ver como ela se contorcia com a pica do omar dentro da pussy dela, aí comecei a tocar a andrea


Andrea, ah não, de novo não, ainda tô com a buceta doendo.


Não teve volta e eu levei ela pra casa, onde comi ela do jeito que eu quis. Depois disso, voltamos pra churrascada e comemos, pra depois ir embora. Na viagem, a Ana me disse


Ana, e se a gente for na casa do seu velho pra ver como tá sua velha?


Peguei ela no ar, a putinha queria dar pro meu pai, só que ela não sabia que o tiro ia sair pela culatra.


Se liga, amor, com certeza vai ficar bem gostosa.


Chegamos e meu velho, ao vê-la, deu um sorriso. Na hora, pegou ela pela cintura e me disse:


Velho, tua mãe tá na cama, vai ver ela.


Deixei eles sozinhos sabendo o que ia rolar, e como eu tava dormindo, fiquei de olho neles. Meu velho abraçou ela forte e disse


Velho, sua puta, me esquenta como ontem, sabe que vai perder, vai aprender que comigo não é bom brincar.


Ana não disse nada, meu velho levou ela pelo braço até a garagem e eu fui atrás deles.


Velho, agora me mostra esses peitões que você exibe, tira essa camiseta.


Ana fez na hora, não sei se por susto ou por obediência, enquanto ele esticava uma lona no chão.


Velho, agora vou te comer, sua puta barata. E melhor você não fazer nada.


Meu velho enfiou a cabeça entre as tetas dela, chupou elas, mordeu os bicos e torceu enquanto ela pedia pra não ser tão bruto. Depois de um tempo, Ana já tava entregue, agora queria pica. Meu velho soltou ela, tirou a calça e deixou a pica grande dele no ar.


Velho, agora é minha vez de te mostrar o que eu tenho pra você, vai, mete a boca e se prepara porque vou te destruir.


Ana se ajoelhou, o pau não entrava inteiro na boca dela, mas ela deu um jeito de deixar ele feliz. Só ali ela percebeu o que ia viver, e foi assim que a saia dela voou junto com a calcinha fio-dental. Ele deitou ela com força e subiu por cima. Ana implorou pra ele ser mais gentil, mas meu velho não tem nada de gentil com putas, dá o que elas merecem. A primeira metida foi até o fundo, deixando minha gorda sem ar. A coitada não sabia como parar, só se segurava na lona. Aguentou como pôde cada metida, até que de repente começou a gemer e veio um orgasmo profundo. Desde aquele momento, ela não resistiu mais e aceitou a fúria da foda que tava levando. A parada foi quando meu velho disse que agora era a vez do cu dela. Minha gorda implorou que não, mas fracassou. Quando se deu conta, ele já tava metendo o pau no cu dela, e como ela não ficava quieta, ele sacudiu as nádegas dela, deu uns tapas e meteu bem forte no cu. Ana sabia que não podia gritar, mas começou a chorar. Percebi que minha puta não tava gostando, mas não podia fazer nada. Além disso, era assim que eu queria ver a gorda, era meu sonho realizado. Meu velho parou de comer o cu dela. Ela tentou escapar se arrastando pela lona, mas não conseguiu. Aí meu velho enfiou de novo na buceta, e isso ela curtiu pra caralho, mesmo ainda soluçando. E quando finalmente meu velho gozou, deixou ela escapar. Ana se vestiu e quis ir embora, mas meu velho ordenou que ela limpasse o pau dele ou ele ia comer ela de novo. Pensei que ela não ia fazer, mas ela se ajoelhou na frente dele e lambeu o pau. Aí meu velho colocou o pau entre os peitos dela e começou a esfregar. O pau dele cresceu de novo e em pouco tempo ele disparou tanta porra que não só molhou a cara e os peitos dela, mas também tinha porra no cabelo dela.


Velho, já sabe, da próxima vez que me provocar, é isso que te espera. Agora vai no salão buscar o Oscar.


Ana, mas me dá alguma coisa pra me limpar, olha como você me deixou.


Valeu, velho, agradece que tá escuro, porque senão tu ia sair na rua desse jeito.


Fui direto pro quarto da minha mãe, que já tava acordada. Fiquei batendo papo com ela por um tempo e me despedi. Ela parecia bem. Na sala, a Ana tava tomando um café e meu pai na cozinha. Pra falar a verdade, tudo parecia normal, só as manchas de porra na camiseta da Ana. Me fiz de besta, cumprimentei meu pai e fomos pra casa.

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