La maestra

Era uma tarde de outono quando minha esposa, Laura, voltou da reunião de pais na escola do nosso filho com um sorriso que não conseguia disfarçar. Ela se jogou no sofá, com a bolsa ainda na mão, e me olhou com aquele brilho nos olhos que costuma anunciar uma ideia em andamento.


Conheci a professora do Tomás hoje", disse, enquanto tirava os sapatos com um suspiro de alívio. "Ela se chama Sofia. É um amor, sabe? E adivinha só... ela é tão apaixonada por gastronomia quanto eu!


Eu, que estava picando alho pro jantar, levantei o olho da cozinha com curiosidade. "Sério? E do que vocês conversaram?


Laura se aproximou do balcão, apoiando-se com os cotovelos enquanto roubava um pedaço de cenoura da tábua. "De tudo um pouco. Começamos com o típico: o progresso do Tomás, as tarefas... mas daí eu mencionei que tinha experimentado um risoto de cogumelos incrível naquele restaurante novo do centro. E ela, como se alguém tivesse apertado um botão, começou a falar de como adora pratos com trufa e como sempre quis aprender a fazer um molho beurre blanc perfeito".


Sorri. O entusiasmo da Laura pela comida era contagiante, e eu fiquei feliz que ela tinha encontrado alguém para dividir essa paixão. “Parece ser alguém com bom gosto”, eu disse, enquanto jogava o alho na frigideira.


Ah, sim! E aí eu contei pra ela que você é um cozinheiro amador, que fez aqueles cursos na escola de culinária há uns anos atrás". Laura fez uma pausa teatral, como se fosse soltar a melhor parte. "E... convidei ela pra vir aqui em casa no sábado. Falei que você tinha que fazer ela experimentar seus pratos".


Virei-me, com a espátula na mão, um pouco surpreso. "Você convidou ela? Do nada assim?


Sim, por que não? Ela é uma mulher encantadora, e achei que seria divertido. Além disso, você sempre diz que gosta de cozinhar para os outros. É sua hora de brilhar, né?


Não pude evitar de rir. "Bom, acho que sim. O que você gosta? Tem alguma coisa em especial?".


Laura deu de ombros, mas tinha algo no tom dela que me fez prestar atenção. "Ele disse que adora sabores intensos... carnes, temperos, talvez algo com um bom vinho tinto. Mas você vai pensar em algo, você é o expert".


O sábado chegou rápido. Passei a manhã no mercado, escolhendo costeletas de cordeiro para um ensopado com alecrim e uma garrafa de Malbec que complementasse os sabores. Laura, enquanto isso, se arrumou com um cuidado que não passava despercebido. Vestiu um vestido preto justo que parecia pintado na pele, com um decote profundo que deixava entrever a renda vermelha do sutiã. O tecido colava nas curvas, marcando sutilmente a linha do fio-dental na cintura, um detalhe que ela sabia que não passaria despercebido. Ela se movia pela casa com uma sensualidade deliberada, arrumando a mesa e me lançando olhares cúmplices enquanto o aroma do ensopado tomava o ar. Eu, por minha vez, escolhi uma calça de linho claro e uma camisa justa, sem suspeitar do que isso desencadearia mais tarde.


Quando Sofia chegou, o clima já estava carregado de algo mais que o cheiro da comida. A professora do nosso filho entrou com uma garrafa de vinho na mão e um sorriso caloroso, vestindo uma blusa justa de seda verde que destacava sua figura escultural e uma saia lápis que abraçava suas pernas torneadas. Seu corpo, como Laura tinha insinuado a semana toda, era apetitoso em todos os sentidos da palavra.


Ah, isso tá com um cheiro incrível", disse Sofia enquanto pendurava o casaco no cabide, seus olhos percorrendo a cena: o ensopado fumegante, o vestido provocante de Laura e eu, atrás do balcão. "A Laura não exagerou quando disse que você é um artista na cozinha".


Espero estar à altura das expectativas", respondi, servindo o ensopado nos pratos enquanto sentia o peso do seu olhar.


O jantar foi um turbilhão de sabores e tensão. Sofia elogiou cada garfada, me perguntando sobre os temperos com um interesse genuíno, mas seus olhos se desviavam constantemente para Laura, cujas curvas pareciam pedir atenção sob aquele vestido. Laura, por sua vez, não se conteve. “Sofia, você tem um corpo que parece saído de uma revista”, disse em um momento, inclinando-se para ela com um sorriso malicioso. “Não sei como você consegue manter essas curvas ensinando crianças o dia todo”.


Sofia deu uma risadinha, um som suave mas carregado de intenção, e respondeu: "Bem, obrigada... mas olha quem fala. Esse vestido não deixa muito à imaginação, Laura". Seus olhos desceram por um segundo para a renda que marcava sob o tecido, e depois olhou para mim. "E você... entre suas mãos na cozinha e essa presença, acho que estou encrencada esta noite".


Laura sorriu, roçando o braço de Sofia com os dedos. "Meu marido tem mais talentos do que aparenta", disse, me lançando um olhar cheio de malícia.


Foi aí que as coisas tomaram um rumo mais evidente. Enquanto as duas conversavam quase sussurrando, inclinadas uma em direção à outra como se compartilhassem um segredo, percebi que ambas direcionavam seus olhares para mim. Ou melhor, para minha virilha. A calça de linho, leve e justa, marcava claramente o contorno do meu pau, e elas não tiravam os olhos dali. Seus olhares, entre risadas contidas e sussurros, pareciam se cravar em mim, e a atenção constante começou a fazer efeito. Senti meu corpo reagir, endurecendo sob o tecido, o que só parecia alimentar ainda mais os sorrisos cúmplices delas.


Sofia ergueu uma sobrancelha, claramente consciente do clima sexual que pairava sobre a mesa. "Isso é verdade?", disse, me olhando com uma mistura de curiosidade e provocação. "Porque entre esse ensopado e o que a Laura está insinuando, acho que esse jantar tem mais temperos do que eu esperava.


Depois da sobremesa —um pudim de baunilha que tirei do forno na hora certa—, Laura se levantou para trazer mais vinho, rebolando a cada passo. “Sofia, você tem que vir mais vezes. Entre seu corpo perfeito e as habilidades desse homem, poderíamos fazer mais do que só cozinhar juntos”.


Sofia sorriu, seus olhos saltando entre os dois. "Eu não me oporia. Embora deva confessar que esta noite não sei se vim só pela comida... o menu completo é muito mais tentador do que imaginei".


Fiquei calado, com a taça na mão, sentindo o calor que subia pelo ar e a pressão crescente na minha calça. Laura riu de novo, suas bochechas coradas, e eu soube que aquele jantar tinha cruzado uma linha que nenhum de nós queria voltar atrás.


O ar na sala estava pesado, como se cada palavra, cada olhar, tivesse tecido uma rede invisível que nos prendia a nós três. O pudim já era só uma lembrança nos pratos, e as taças de vinho começavam a esvaziar. Laura, com aquela mistura de graça e ousadia que sempre me surpreendia, levantou-se da mesa com um movimento fluido, seus lábios curvados num sorriso que prometia mais do que dizia.


Vou pegar outra garrafa", anunciou, sua voz suave mas com um tom brincalhão. Caminhou até a cozinha com passos deliberados, o vestido preto justo ondulando sobre seus quadris. Ao chegar na prateleira, inclinou-se levemente para pegar o vinho, e com um movimento sensual — que parecia casual mas não era nem um pouco — deixou o tecido deslizar para cima em suas coxas. A barra do vestido subiu o suficiente para revelar parte da sua bunda, firme e mal coberta pela renda vermelha da sua calcinha fio-dental, um lampejo que contrastava com a penumbra do quarto.


Sofia, ainda sentada à mesa, virou a cabeça como se fosse de passagem, mas seus olhos pousaram por um instante naquela curva exposta. Ela não disse nada, apenas deixou que um leve sorriso se desenhasse em seu rosto antes de voltar sua atenção para mim. Eu estava encostado na bancada da cozinha, com os braços cruzados e uma postura relaxada que, sem que eu percebesse, expunha ainda mais o que o calção de linho já não conseguia esconder. Meu pau, cada vez mais duro sob o tecido leve, estava bem marcado, e Sofia percebeu. Seus olhos se cravaram em mim, escuros e brilhantes, percorrendo da minha virilha até meu rosto com uma intensidade que me fez engolir seco.


Laura, alheia a tudo ou fingindo estar, arrancou a rolha da garrafa com um giro lento de pulso, deixando o som da rolha ecoar no silêncio. "Este Malbec é perfeito para fechar a noite, não acham?", disse, virando-se para nós com a garrafa na mão. O vestido voltou ao lugar, mas o gesto já havia deixado sua marca. Ela se aproximou da mesa, servindo o vinho nas taças com uma lentidão quase teatral, e ao se inclinar para Sofia, seus dedos roçaram a borda da blusa da professora, como se quisesse testar até onde poderia ir aquele jogo.


Sofia pegou sua taça e tomou um gole, sem tirar os olhos de mim por mais de um segundo. "Você tem razão, Laura. Tudo isso… o vinho, a comida, a companhia… está perfeito". O tom dela era quente, mas havia uma ponta de provocação nele. Depois olhou para Laura, que tinha se sentado de novo, cruzando as pernas de forma que o vestido voltasse a ficar justo na sua pele. "Embora eu deva dizer que a sobremesa não me convenceu totalmente… acho que ainda tem algo mais para experimentar aqui".


Laura soltou uma risadinha baixa, inclinando-se para ela. “Mais alguma coisa? Bom, a noite é jovem, e meu marido sempre guarda o melhor para o final”. Ela me lançou um olhar que era pura provocação, e eu, ainda apoiado na bancada, senti meu corpo reagir de novo, preso entre o calor do vinho e a eletricidade das intenções dela.


Sofia ergueu sua taça em minha direção, como num brinde silencioso, e seus lábios se curvaram num sorriso que dizia mais do que palavras poderiam. "Então, espero que não nos faça esperar demais".


O clima estava pegando fogo, e eu, com o coração batendo forte e a calça cada vez mais apertada, sabia que aquela noite não ia terminar só com uma garrafa de vinho.


O tilintar das taças ao serem preenchidas com o Malbec ecoou pela sala, um som que parecia amplificar a tensão que já flutuava entre nós. Laura, com a garrafa na mão, serviu o vinho com aquela calma provocante que dominava tão bem, deixando o líquido escuro dançar em cada taça antes de depositá-la na frente de Sofia e depois no seu próprio lugar. Ela me olhou então, seus olhos brilhando com uma mistura de diversão e desafio, e disse: "Amor, por que não faz um pouco de mágica? Dá uma olhada na geladeira e cria algo doce para acompanhar este vinho. Sei que você pode nos surpreender.


Antes que eu pudesse responder, ela se aproximou com aquele andar felino que me desarmava. Eu ainda estava encostado na bancada, e ela deslizou uma mão pelo meu abdômen, seus dedos quentes traçando um caminho lento sobre o tecido da minha camisa. Desceu apenas o suficiente, roçando a borda da minha calça de linho, tão perto do meu pau — que já latejava sob a pressão da noite — que um arrepio percorreu meu corpo inteiro. Então, sem aviso, ela se inclinou e me deu um beijo na boca, profundo e faminto, enquanto com a outra mão pegava a minha e a guiava até sua bunda. Apertei instintivamente, sentindo a firmeza sob o vestido, o rendado da sua calcinha fio-dental quase imperceptível sob meus dedos. O beijo durou só um instante, mas foi o suficiente para me deixar com o pulso acelerado.


Laura se afastou com um sorriso travesso, lambendo os lábios como se tivesse acabado de provar algo delicioso, e então se virou para Sofia, que observava tudo da mesa com uma mistura de espanto e deleite. “Vem, Sofia”, disse, estendendo a mão para ela. “Me acompanha no sofá. De lá vamos ter uma vista melhor do desempenho dele na cozinha”. Seu tom era brincalhão, mas havia uma promessa escondida naquelas palavras.


Sofia não hesitou. Pegou a mão de Laura com uma risadinha suave e se deixou guiar até o sofá, onde as duas se sentaram, uma ao lado da outra, com as taças de vinho na mão. Laura cruzou as pernas, deixando o vestido subir de novo o suficiente para mostrar um lampejo de pele, enquanto Sofia se recostou levemente, sua blusa de seda marcando cada curva do seu torso. As duas me olhavam como se eu fosse o prato principal de um banquete que ainda não tinha terminado de ser servido.


Abri a geladeira, tentando me concentrar em algo além do calor que subia pelo meu corpo. Tinha creme, umas framboesas frescas e um pouco de chocolate amargo que eu tinha guardado para alguma emergência culinária. "Vamos ver o que posso fazer com isso", falei, mais para mim mesmo do que para elas, enquanto tentava ignorar como a calça de linho continuava me traindo, marcando meu pau cada vez mais duro sob os olhares atentos delas.


Laura deu um gole na sua taça e se inclinou para Sofia, sussurrando algo que não consegui ouvir, mas que provocou uma risada baixa na professora. "Não se apresse demais", ela me chamou, sua voz carregada de malícia. "Queremos aproveitar o espetáculo".


Sofia concordou, seus olhos escuros fixos em mim enquanto brincava com a borda da taça. "É, não é todo dia que se vê um homem tão... inspirado na cozinha".


Quebrei o chocolate em pedaços e coloquei para derreter numa panela pequena, misturando com o creme enquanto as framboesas esperavam num prato. Mas toda vez que eu levantava a vista, lá estavam elas: Laura acariciando distraidamente o braço da Sofia, Sofia respondendo com um olhar que saltava entre meu corpo e o da minha esposa. O ar estava pesado, e eu sabia que o que fosse sair daquela geladeira seria só uma desculpa para o que realmente estava sendo cozinhado naquela noite.


Quando terminei, trouxe uma bandeja com pequenas tigelas de chocolate quente e framboesas frescas, uma sobremesa improvisada mas decadente. Laura aplaudiu com entusiasmo fingido, e Sofia sorriu, estendendo a mão para pegar uma framboesa. “Pura magia”, disse, antes de levá-la à boca com uma lentidão que parecia me desafiar.


Laura olhou para mim, depois para Sofia, e ergueu sua taça. "Pelas noites que sabem melhor do que prometem", brindou, e as três taças se chocaram num tinir que soou como o prelúdio de algo inevitável.


O vinho começou a fazer efeito nas duas mulheres lindas, seus risos ficaram mais suaves, seus movimentos mais relaxados, e o brilho nos olhos delas ganhou um tom mais ousado. Laura deixou sua taça na mesinha ao lado do sofá e, com uma agilidade que denunciava sua intenção, levantou-se e caminhou até mim. Ela me pegou pelo braço com firmeza, seus dedos quentes apertando minha pele, e me mergulhou no espaço entre elas, me empurrando para o sofá até que eu ficasse sentado no meio das duas. O calor dos corpos delas me envolveu instantaneamente, e o aroma misturado do vinho e dos perfumes delas me deixou mais tonto do que eu esperava.


Você sempre me surpreende com suas habilidades", disse Laura, sua voz rouca enquanto se acomodava ao meu lado, sua perna roçando na minha. Seus olhos deslizaram para Sofia, que já não tentava disfarçar o efeito do álcool. A professora, mais desinibida, levou as mãos à sua blusa de seda verde e, com um movimento lento, desfez alguns botões. "É por causa do calor", esclareceu com um sorriso preguiçoso, embora ninguém acreditasse nela. O tecido se abriu o suficiente para revelar uns seios duros e perfeitos, sem sutiã para contê-los, com os mamilos marcando-se firmes sob a seda, como se reivindicassem atenção.


Sofia virou a cabeça na minha direção, seu olhar carregado de curiosidade e algo mais. "Essas são todas as suas habilidades?", perguntou, sua voz baixa e provocante, enquanto seus olhos desciam por um instante para minha calça de linho, onde meu pau continuava endurecendo sem remédio.


Laura soltou uma risada suave, inclinando-se sobre ela por cima de mim, seu hálito roçando meu pescoço. “O melhor eu sempre guardo por último”, disse, e então, sem aviso, deslizou uma mão até minha virilha. Seus dedos encontraram meu pau, já duro pra caralho sob a calça, e o marcaram com uma pressão deliberada por cima do tecido, delineando-o com um toque que me fez prender a respiração. “Mas minha melhor habilidade está escondida”, acrescentou, seu tom carregado de uma mistura de orgulho e provocação.


Sofia suspirou, sua boca entreaberta em uma expressão que era pura tentação, seus olhos fixos no movimento da mão de Laura. Minha esposa olhou para ela então, com um sorriso que era quase um convite, e disse: "Por que você não descobre por si mesma?


O silêncio que se seguiu foi denso, carregado de promessas e batidas aceleradas, enquanto as duas mulheres me cercavam, o vinho e o desejo tecendo o final de uma noite que nenhum de nós esqueceria.


Sofia, com os efeitos do Malbec soltando sua ousadia, chegou mais perto, seu corpo roçando no meu enquanto unia sua mão à de Laura. Entre as duas, começaram a deixar meu pau ainda mais duro, seus dedos explorando com uma mistura de curiosidade e habilidade por cima da calça de linho. A pressão era quase insuportável, cada toque enviando uma corrente que me fazia cerrar os punhos contra a poltrona. Laura, com um olhar malicioso, baixou o zíper da calça com um movimento lento, deixando o tecido se abrir. Sofia, sem hesitar, enganchou os dedos na minha cueca preta e a deslizou para baixo, libertando meu pau duro, que se ergueu diante delas, inchado e latejante.


Laura se inclinou para Sofia, sua voz um sussurro carregado de cumplicidade. “A primeira mordida é para as visitas”, disse, e piscou o olho para ela. Sofia abriu a boca, seus lábios carnudos se aproximando com uma lentidão que era quase uma tortura, e finalmente enfiou a cabeça inchada do meu pau. Ela começou a chupar de um jeito incrível, seus dedos envolvendo firme enquanto sua língua dançava em movimentos que eu nunca tinha visto, uma combinação de suavidade e precisão que arrancou um gemido baixo de mim.


Laura, sem desviar o olhar, levantou-se do sofá e começou a tirar o vestido preto com uma sensualidade deliberada. Deixou-o cair no chão, revelando a renda vermelha da sua lingerie, seu corpo firme e exposto sob a luz suave. Sofia olhou de soslaio para ela, sem tirar meu pau da boca, e então, como se quisesse se testar, empurrou-o mais para dentro, enfiando até a garganta. O tamanho a sobrepujou por um instante, provocando-lhe ânsias que ela mesma ignorou, seus olhos umedecendo enquanto continuava, decidida a saborear cada centímetro.


Eu, preso entre o prazer e a incredulidade, mal conseguia me mexer, minha respiração ofegante enquanto as duas mulheres levavam a noite para um território que eu nunca tinha imaginado. Laura, com uma centelha de determinação nos olhos, assumiu o lugar de Sofia, inclinando-se sobre mim para envolver meu pau com a boca. Seus lábios deslizaram por ele, compartilhando a saliva que ainda brilhava da professora, sua língua explorando com uma intensidade que me fez arquear as costas. Enquanto isso, Sofia se levantou e começou a tirar a roupa com uma lentidão provocante. Despiu o que restava de sua blusa de seda, deixando a peça cair no chão e revelando uns peitos lindos e grandes, firmes e perfeitos, com mamilos escuros que se erguiam desafiadores. Depois se livrou da saia lápis, mostrando uma bunda de sonho, redonda e lisa, mal coberta por uma calcinha fio-dental minúscula que destacava cada curva.


Laura continuou chupando meu pau com uma paixão feroz, mas logo levantou o olhar e, ao ver a Sofia nua na nossa frente, se juntou a ela. As duas, agora juntas, se inclinaram sobre mim, suas bocas trabalhando em conjunto. Sofia lambia a base enquanto Laura chupava a cabeça, suas línguas se cruzando num caos úmido e ardente que me deixava à beira do colapso. O prazer era avassalador, seus lábios e dedos se movendo em sincronia, compartilhando meu pau como se fosse a sobremesa final da noite.


Mas Laura não parou por aí. Com um movimento fluido, ela se afastou e deslizou para trás de Sofia, que ainda estava de joelhos na minha frente, saboreando minha dureza. Minha esposa, com um sorriso safado, puxou a calcinha fio dental da professora para o lado, expondo sua buceta e seu culo perfeitamente formados. Ela se inclinou e começou a chupar com dedicação, sua língua percorrendo cada canto, lambendo desde a entrada molhada até a borda mais íntima. Sofia gemeu, o som vibrando contra meu pau, que ela ainda tinha na boca, enquanto Laura trabalhava com precisão.


Tem que estar bem lubrificado", disse Laura entre lambidas, sua voz rouca e carregada de intenção, "para aguentar o pau que você está saboreando". Suas palavras ecoaram no ar, e Sofia, com os olhos semicerrados de prazer, soltou outro gemido, seu corpo tremendo sob as atenções da minha esposa enquanto eu, perdido entre as duas, mal conseguia processar a intensidade do que estava acontecendo.


Laura então se afastou, deixando a buceta e o cu da Sofia ainda mais molhados do que já estavam, brilhando sob a luz suave. Sofia, sem perder um segundo, se levantou e subiu em cima de mim, se posicionando com uma segurança felina. Pegou meu pau com uma mão e o guiou até sua buceta, enfiando ele inteiro com um movimento firme que a fez suspirar. Laura, de um canto do sofá, observava com uma mistura de satisfação e desejo. “Hoje é seu”, ela disse para Sofia, sua voz baixa e carregada de promessas. “Da próxima vez a gente divide”. Em seguida, se recostou, cruzando as pernas enquanto pegava sua taça de vinho, pronta para aproveitar o espetáculo.


Sofia começou a se mover de um jeito endiabrado, para cima e para baixo, seus quadris esfregando com uma energia quase selvagem. Seus fluidos, abundantes e quentes, mancharam minha calça de linho, encharcando-a enquanto ela cavalgava sem parar. Seu primeiro orgasmo veio rápido, seu corpo tremendo sobre o meu, mas ela não parou. Continuou se movendo, os gemidos escapando de sua garganta, até que um segundo clímax a fez arquear as costas, seus peitos grandes balançando na minha frente.


Ofegante, ela se inclinou para mim e sussurrou: "Antes de você me encher de porra, quero tudo isso na minha bunda". Ela pegou meu pau com uma mão, ainda escorregadia por seus próprios fluidos, e o guiou até sua entrada traseira. Com um movimento decidido, ela mesma o enfiou por completo, o calor e o aperto me envolvendo totalmente. Ela voltou a fazer aqueles mesmos movimentos diabólicos, para cima e para baixo, sua bunda me apertando com uma intensidade que me levava ao limite.


Já não dava mais pra segurar. "Vou gozar", avisei, com a voz rouca e entrecortada. Sofia, sem hesitar, desmontou com agilidade e se ajoelhou na minha frente. Enfiou meu pau na boca bem na hora, chupando com força enquanto meu gozo jorrava em ondas. Ela engoliu tudo, saboreando com uma expressão de puro prazer, seus lábios se apertando até extrair a última gota.


Quando terminou, limpou o canto da boca com um dedo e olhou para Laura, que continuava observando-a do sofá. “Um café seria bom para me despedir”, disse com um sorriso satisfeito, “até o próximo encontro”. Laura soltou uma risada baixa, levantando-se com aquela graça que a caracterizava, e assentiu. “Você mereceu”, respondeu, enquanto o eco da noite ainda ressoava no ar quente da sala.


3 comentários - La maestra

Honestamente no leí nada, pero por dedicarte a escribir tanto, te dejo tus 10+
nn1612
Leelo, vale la pena