Mama 21 Depois de ter passado um momento incrível, terminei o filme e era hora de comer. Cinthia me pediu para pedir algo, para não ter que cozinhar e sujar a cozinha. Ela nunca gostou muito de cozinhar. Quando a comida chegou, nos sentamos à mesa para comer e ficamos em silêncio. Foi um pouco desconfortável, porque dava pra ver que ela estava com remorso por ter me batido uma punheta. Ela estava bem seca quando eu perguntava alguma coisa e não me olhava diretamente nos olhos. Pensei que depois ela iria superar e talvez a gente pudesse fazer algo mais. Terminei minha comida e notei que ela não estava comendo mais. De repente, do nada, ela começou a chorar. O choro veio solto, como se ela tivesse perdido alguém, e ela soluçava muito, com lágrimas escorrendo pelas bochechas. Me senti um pouco mal e meio desconfortável, porque não sabia como reagir à Cinthia chorando. Levantei da minha cadeira e fiz o que qualquer um faria: me aproximei e apenas coloquei minha mão no ombro dela. No começo, ela tirou minha mão como se estivesse brava, e então eu a abracei. No início, ela resistiu um pouco, mas depois parou de resistir e me deixou abraçá-la. Não dissemos nada, eu só a abracei enquanto ela chorava, e quando ela se acalmou um pouco... - Não foi certo, Alex. Eu sou sua irmã e, pior ainda, sou casada. E ainda mais pior, estou esperando um bebê do meu marido. Que tipo de mulher eu sou, dando prazer a outro homem que não é meu marido? E ainda pior, sendo esse outro homem meu irmão. - Você não é uma mulher ruim, Cinthia. Foi só um momento de fraqueza. - Não, eu quis fazer. Eu tinha ido embora para não pensar mais nisso, mas a vontade me venceu e eu voltei para fazer. - Bom, mas eu adorei. - Não estou brincando, Alex. Isso é errado. Eu não devia ter feito... me sinto muito suja. - Cinthia, está tudo bem. Não aconteceu nada. Eu... - É melhor me deixar sozinha. Não vou mais te incomodar e juro que não vou fazer de novo. - Mas eu realmente quero que você faça de novo. Aliás, agora eu vou retribuir o favor. - Talvez se o Eduardo estivesse aqui comigo e me fizesse amor, eu não estaria tão... espera, o que você disse? Antes que Cinthia se levantasse... Sem que ela se mexesse, me enfiei debaixo da mesa e comecei a acariciar suas pernas, tentando abri-las. A Cinthia me pedia para parar, me empurrando com as mãos. Eu continuei tentando me enfiar entre suas pernas enquanto ela as mantinha fechadas, mas aos poucos ela foi permitindo que eu entrasse, até que as abriu e eu pude avançar um pouco mais. —Alex, por favor — Não respondi nada e puxei ela para a frente da cadeira, comecei a esfregar sua buceta por cima da calcinha e comecei a sentir como ficava molhada. A Cinthia continuava tentando me afastar, mas com muito menos convicção, e em certo ponto só apertava meu cabelo e me empurrava mais para perto dela. Sua calcinha já estava encharcada e tentei tirá-la. Ela levantou o quadril para ajudar, mas era muito difícil. Nos cansamos um pouco de tentar quando ela disse: — Vamos pro sofá. — Me levantei com a ajuda dela e, quando fiquei de pé, ela pegou meu rosto e aproximou da sua boca, começou a me beijar desesperadamente, como se não aguentasse mais, e encheu minha boca toda de saliva. Me puxou pelo braço até a sala e, antes de se sentar, meteu a mão por baixo da saia, puxou a calcinha para baixo e a tirou. Me colocou na frente dela e me ajoelhou. Ela se sentou no sofá e dessa vez abriu as pernas sozinha. Lá estava aquele tesouro rosado e molhado, e também um pouco peludo, mas pelos pubianos nunca foram um problema para mim, pelo contrário, sempre achei atraente. Contemplei por um momento e peguei suas pernas com minhas mãos. Comecei beijando suas coxas, o que ela adorou, desci aos poucos, beijo por beijo, até chegar na sua virilha. Beijei entre seus lábios e a virilha, que era muito macia, e depois passei para seus lábios. Beijei e chupei o máximo que pude, acariciava seu clitóris com minha língua, e a Cinthia estava totalmente perdida e excitada. Puxava meu cabelo e o desarrumava, levantava o quadril e o movia como se tivesse um pau dentro. Eu abria seus lábios com meus dedos e descobria mais clitóris, com o qual brincava com minha língua. Decidi enfiar um de meus dedos nela. Enfiei meu polegar e com o indicador acariciava seu ânus, que também se contraía quando eu tocava. Cinthia já estava começando a gritar de prazer e ficando bem tensa. Ela me apertou mais contra si e se movia cada vez mais rápido, me apertando cada vez mais até que não aguentou mais e me banhou todo. Jatos saíam de sua buceta como se estivesse urinando e não paravam quando ela apertava mais, eu só me afastei para deixá-la terminar. Cinthia estava tremendo das pernas e as tinha fechado como para tentar parar os jatos que ainda saíam dela. Ela se contorceu tanto que acabou ajoelhada ao meu lado no chão, com as mãos entre as pernas, deixando uma poça debaixo de si e rindo de prazer. Levou alguns segundos, mas ela se recuperou, virou para me olhar como se estivesse muito agradecida comigo e, vendo meu rosto todo molhado, pegou meu rosto com as mãos, lambeu minha bochecha e me deu outro beijo, como um "obrigada". Ela se levantou de novo e, sem me dizer nada, foi pegar um pano de chão para limpar tudo, mas primeiro pegou sua calcinha, tirou a saia molhada e a vestiu na minha frente. Foi pegar o pano e me disse que eu devia tomar um banho e que talvez ela fosse e se juntasse a mim. O que eu fiz, mas fiquei esperando por ela e ela não veio. Ao sair do banho, a avó já tinha chegado e Cinthia já estava trocada e a sala limpa. A avó me olhou com uns olhos de querer me devorar e depois foi para seu quarto, se trocou, colocou algo bem provocante com meias e lingerie que por cima do vestido não dava para notar, e saiu de volta, mencionando que voltaria à noite e que não a esperássemos acordados. A avó saiu e Cinthia foi tomar banho, depois o dia transcorreu normal, Cinthia ficou no quarto dela até a noite e depois eu fui dormir.

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