Minha irmã continua vendo, aprendendo e se viciando em sexo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . E tudo estava saindo como planejei, só faltava o desfecho e ia ser fantástico. O marido da minha puta se escondeu de novo, ela voltou comigo pra cama, bem na hora que minha irmãzinha saía do banheiro. Edu: puta, dá pra vadiazinha o kit de limpeza pra ela limpar a bagunça dela, depois vocês têm 20 minutos pra se limpar e ficar de novo bem putinhas porque vem a última demonstração pra você, vadiazinha, pra ver se você vai ser mesmo uma das minhas fêmeas. Martha, deixa ela usar o banheiro e seu quarto pra fazer isso, você vai pro quarto de hóspedes e lembra, vadiazinha, do que eu te falei. Eu fui pro banheiro de baixo me limpar e fiquei só de cueca, sentei no sofá pra esperar minhas putas, queria ver até onde minha irmãzinha toda excitada iria, então pra isso convidei um velho zelador chamado Severino, era um homem já de idade, media 1,60m, careca, com um pouco de cabelo dos lados, uma barriga de chope, barba mal cuidada, era um velho tarado. Ele trabalhava nuns prédios que ficavam no caminho da escola e sempre que minha irmãzinha passava, ele devorava ela com os olhos. Não foi difícil convidar ele, já que eu tinha dado uns shows pra ele com minha vaca peituda, com a Pitufina e com a Karina num canto do prédio dele. A primeira vez que ele me viu foi com a Pitufina, ele só observou no escuro. Quando ele me viu com a Karina, aí sim ele ficou mais visível pra mim e só levantou o polegar. Já quando ele me viu com a Martha, minha vizinha, aí eu fiz um sinal pra ele se aproximar. Como era de se esperar, minha puta só sorriu e estendeu a mão pra pegar a rola e bater uma sem parar de chupar. Quando terminamos, eu só falei: "silêncio tem sua recompensa". Ele só sorriu e disse: "claro".
A primeira a aparecer foi minha irmãzinha, veio completamente nua, de salto alto e máscara. Quando chegou na minha altura, sentou no meu colo.
Lili: Uff, Edu, essa noite foi magnífica. Agora entendo por que você adora ficar com a Martha. Mas, e aí, se o marido dela aparecer, o que vai rolar?
Edu: Não se preocupa com isso, só aproveita. O que está por vir vai elevar sua putaria a um novo nível, se você se deixar levar. Se não quiser, é só pegar suas coisas e voltar pra casa.
Lili: Se eu decidir ir embora, mesmo assim você ainda vai me querer?
Edu: Claro que sim, anã. Só que esse tipo de relação vai acabar.
Lili: Mmm... até agora tudo me agradou, e se você diz que vai me deixar ainda mais excitada, então fico até o final com você.
Ela se aproximou e me beijou. Uff, me surpreendi como ela já estava boa nisso. Senti um pouco de remorso por estar pervertendo minha irmãzinha, mas assim que ela colocou a mão no meu pau, esqueci de tudo. Sem eu falar nada, ela se ajoelhou sozinha e começou a chupar meu pau, devagar mas fundo. Dava pra ver o quanto ela estava concentrada. Fechei os olhos e me deixei levar pelo prazer.
Martha: sua puta, te falei que a primeira que chegasse esperaria a outra pra atender nosso homem. Quando vi ela, foi tão impressionante como sempre, com uma bunda empinada igualzinha à da minha irmãzinha, seus lábios vermelhos de puta, seus saltos altos pretos, uma blusa preta que mal segurava aquelas duas tetonas de vaca e uma calcinha rendada. Mesmo sendo muito gostosa, não era o que eu esperava.
Edu: calma, puta, melhor me dizer que horas são?
Martha: são 7:50 da noite, por quê?
Edu: é que em dez minutos chega um convidado especial. Devo um favor a ele, então tratem bem. Minha irmã tirou meu pau da boca pra balançar a cabeça positivamente e sorrindo. Martha, com o olhar fixo em mim, aquele olhar carregado de luxúria, sabia que seria ela que usariam, porque tinha deixado claro que a putinha ainda estava aprendendo.
Bateu 8 horas quando bateram na porta do pátio. Minha puta levantou pra ir abrir do jeito que tava. Voltou de mãos dadas com o velho que tinha tomado banho. Veio todo arrumado, nem parecia o velho sujo que conhecíamos. Minha irmã, ao vê-lo, ficou tensa e apertou minha mão com força.
Severino: caralho, que festa você tá tendo, filho da puta.
Edu: quem diria que até água e sabão você conheceria, véio.
Severino: quando você disse que eu ia provar uma das suas putas, não pensei que fosse essa madura.
Edu: isso é porque você soube ser discreto. Você decide se vai ser só dessa vez ou mais, depende de você.
Severino: nem na minha juventude tive putas como essa.
Martha ficou de pé na nossa frente o tempo todo. Lili, de joelhos entre minhas pernas, com as mãos no meu pau.
Edu: você já conhece minha vaca peituda, e essa é minha nova putinha, ainda tá em treinamento.
Severino: uffa, uma putinha novinha.
Edu: Martha, leva nosso convidado pra tomar um drink.
Martha se aproximou e, a cada passo, suas tetonas pulavam, hipnotizando o velho tarado. Pegou ele pela mão e levou pra cozinha.
Lili: é melhor eu ir. Não sei se consigo fazer isso, irmão.
Edu: você fica. É um jogo fácil de ver quem manda, quem é o Alfa e tem que ficar claro que sou eu. Lili: e se não sair como você planejou. Edu: se não confia em mim, pode ir, mas já sabe as consequências. Nossa conversa foi cortada porque eles voltavam pra sala, mas Martha já vinha segurando ele, não pela mão, mas pelo pau dele, e o velho vinha incrédulo. Severino: uffff a língua dessa puta é incrível. Martha: e você ainda não provou meus outros lábios, querido. Severino: bom, Edu, eu vim pra foder, e já que você não vai deixar aquela puta foder, então essa puta vai ser minha. Edu: você esquece que quem manda aqui sou eu. Vai, slutty, prepara o nosso convidado, ele tá louco pra comer a esposa infiel peituda. Lili entendeu na hora, se levantou e com uma caminhada sensual chegou perto do Severino, só a barriga do velho separava eles. Com as mãos, pegou o rosto dele e se entregou num beijo de língua, uma brincando com a outra. Cortou o beijo e, segurando o velho pelos ombros, empurrou ele pra sentar. Subiu nele e continuou beijando ele, as mãos do velho foram direto pras bundas da minha irmã, ufff, que espetáculo. Lili tinha realmente acendido, tava se entregando à luxúria. As mãos do velho começaram a apalpar aquela bunda tão dura, tão gostosa, que os dedos dele já procuravam a entrada do cu dela. Martha, vendo aquilo, pegou as mãos do velho e colocou nos peitões dela pra ele começar a brincar com eles. Lili, de repente, desmontou do velho e foi até a mesa onde Martha tinha deixado as camisinhas. Severino: ufff, que puta gostosa você arrumou, filho da puta. Queria ver essa carinha de raposa que ela tem, por que essa máscara? Edu: como eu te disse, ela ainda tá em treinamento, é meio tímida ainda, então coloquei essa máscara e tá funcionando pra caralho. Severino: ufff, e esses peitos são exatamente como eu sonhei. Martha: você não sabe como me excita quando brincam com meus peitos, uffff. Severino: adoro seus peitos, sempre que você passava pelo prédio, adorava ver eles pulando, são tão gostosos. O corno do seu marido não sabe que puta você é, sabe? Meu marido é um homem muito doce e carinhoso, ele me satisfaz, mas acho que sou mais piranha do que ele imagina. Severino: você chupa a rola dele? Engole o leite? Dá o cu pra ele? Martha: uff, que mãozinhas safadas você tem, quase não chupo a rola dele, e nunca engoli o leite dele nem dei meu cu pro meu marido. Por outro lado, pro meu amante jovem eu deixo ele fazer tudo o que quiser. Severino: Edu, vai deixar essa piranha chupar minha rola e dar o cu pra mim, né? Edu: faz com ela o que quiser, mas o cu dela é só meu. Lili se ajoelhou de novo e, já com a camisinha na boca, começou a colocar no velho, que ao ver o que minha irmã pretendia, apertou cada vez mais os peitos da Martha. Lili pegou nas mãos a rola do velho, que era de um tamanho considerável pra satisfazer mais de uma mulher. Os olhos do velho quase saltaram das órbitas ao ver e sentir a boca da minha irmã, que enfiou a rola dele até a base sem esforço, se a anã tinha aprendido bem. Severino: uff, pequena, não tão rápido, vai me fazer gozar e não quero tão cedo. Lili tirou a boca do pau dele e sorriu ao ouvir essas palavras, continuou passando as mãos na rola do velho. Martha, num piscar de olhos, colocou os peitos na boca do velho, que, sem demora, começou desesperado não só a chupar, mas a morder os peitos da minha vizinha infiel. Martha: uffff, que velho tarado que temos aqui, cê gosta dos peitos dessa piranha? Severiano: uff, que peitos gostosos, piranha, entre essas duas vadias vão me fazer gozar. Martha: espero que tenha tomado Viagra, senão a noite vai ser decepcionante. Severino: sonhei tanto com você, piranha, que vim super preparado pra noite. Martha: vou ver isso. Num movimento só, ela se sentou na rola do velho, que mordeu mais os peitos dela. Começou um ato desesperado de trepar, Martha subia e descia a bunda, o velho colocou as mãos nas nádegas dela e começou a dar tapas com uma mão, enquanto com a outra apertava a bunda o máximo que podia. O que ela podia, Martha gemia, estava adorando. O velho mal se ouvia, já que não tinha parado de chupar e morder os peitos dela. Lili continuava de joelhos, olhando para os amantes, perplexa. Me virei para olhar, fiz um sinal para ela se juntar aos amantes. Ela se meteu entre as pernas do velho e, com o gemido dele ao sentir o hálito da minha irmã nos seus ovos peludos. Severino: Uffa, que putas boas são essas vadias. Uffa, vou gozar em você, sua cachorra. Martha: Espera, já estou quase terminando também. Oh, oh, oh, sim, sim, sim, sim. Gemendo, os dois se deixaram levar ao orgasmo. Martha ficou caída em cima do velho, suando os dois. Minha irmã não tinha parado de chupar os ovos do velho, que, quando Martha saiu de cima dele, engoliu a pica do velho de uma vez, tirando a camisinha com os lábios, bem no momento em que estava prestes a enfiar tudo na boca. Olhou para Martha, que pediu para ela compartilhar o prêmio do trabalho dela. Minha irmã se aproximou e as duas aproveitaram a porra do velho. Martha: Uffa, pra ser tão velho, ainda joga bastante porra. Severino: Você conseguiu tirar tanta porra de mim, mas minha pica continua dura pra continuar comendo. Martha: Uffa, deixa eu confirmar que meu marido ainda tá no trampo e não vai estragar a festa. Começou a falar com o marido, que a gente conseguiu ouvir porque ela colocou no viva-voz. Carlos: Desculpa, amor, mas acho que vou sair de madrugada, tenho muitos problemas. Martha: Entendi, esperava poder ter um pouco de ação hoje à noite, amor. Carlos: Desculpa, amor, mas acho que hoje não vou poder fazer amor com você. Martha: Você me deixou muito esquecida. Se continuar assim, vou ter que arrumar um amante. Me aproximei da minha irmã, pegando ela pelo rabo de cavalo que tinha, coloquei ela na frente de Martha e ela começou a chupar a buceta dela. Inclinei ela um pouco, coloquei minha pica no fundo da buceta dela. Martha: Uffa, mmmmm. Carlos: O que foi? Você tá bem? Martha: Não, amor, tô muito quente e preciso de uma pica dentro de mim. Carlos: Quer minha pica? Martha: Não, amor, você não quer me dar. Vou pegar a de um vizinho que me coma gostoso, e outra que enfie na minha boca. O velho já estava na frente da Martha, puxou ela pelo cabelo e enfiou a pica até a garganta. Martha: mmmmm cof cof Carlos: já tá com seus brinquedos, né? Martha: ufff simmm, imagino que tenho uma pica enorme na minha frente, de um velho tarado com uma pica boa que chega na minha gargaaaa-. O velho interrompeu ela enfiando a pica de novo até o saco e deixou lá por uns segundos.
Carlos: que puta que é, tá me deixando bem excitado, gostosa.
Martha: ufff, já tô com uma rola na boca e outra atrás de mim, amor, quer me comer, mas a buceta é do meu marido, ele vai meter no meu cu, amor.
Carlos: não deixa ele meter, nem pra mim você deixou meter no cu.
Martha: ufff, ele tá me dando a entender que puta infiel como eu tem que levar no cu.
Carlos: fala pro cara não meter no cu que você chupa bem ele.
Martha: o cara tá usando meus peitos e minha boca, um novinho quer meter no meu cu. Fiz minha irmã abrir bem as nádegas, deixou o cu livre pra minha rola, coloquei a ponta e ela já foi pra trás. — ahhhhh uhhhhh entrou no meu cu, amor, uhhhhh ahhhh que dor, gato, fala pra ele não meter tão forte.
Carlos: uffff, não mete tão forte!!!
O velho viu como ela começou não só a gemer pro marido dela, pegou nas nádegas do velho e de uma vez o convidou pra deixar o pau o mais fundo possível na garganta dela, os sons guturais não demoraram a aparecer e as babas começaram a escorrer dela, quem mais se beneficiava era minha irmã que estava debaixo dela.
Martha: grrrr tô gozando, amor, esses dois amantes vão me fazer gozar ufff uf uff ahhhhhhhh Siiiiiiiiiiiiiii
Carlos: tô gozando!!!!!
Martha: ufff love, que sexo telefônico gostoso a gente teve.
Carlos: ufff assim que eu chegar em casa quero meter em você.
Martha: vê se meus dois consolos não me deixam irritada já cansada, te vejo mais tarde, amor, me liga antes de sair.
Carlos: claro, céu, te amo muito.
Severino: que puta você é, Martha uffff ainda tô duro e já te fiz gozar duas vezes.
Martha: ufff que velho safado eu tenho nas mãos, uma putinha que não parou de chupar minha buceta e meu macho arrombando meu cu.
Severino: uff preciso usar o banheiro.
Martha: claro, me segue-. Pegando o pau dele, guiou ele até o banheiro.
Lili: uff irmãozinho, que tesão tudo isso, não pensei que a gente fosse falar com o marido da Martha ufff me deixou muito excitada isso.
Edu: hahaha sim, minha puta se superou, mas antes de encerrar essa sessão quero que você veja o quão puta minha puta pode ser. Guiei ela até o banheiro pra ela contemplar minha puta de joelhos atrás do velho com as mãos no pau dele apontando pro vaso e a boca no cu dele chupando o cu dele.
Severino: que puta, tô me apaixonando por você, puta.
Martha: dá pra ver que vai sentir minha falta quando for embora.
Severino: uffff sim, quero mijar em você toda.
Martha: esse privilégio só meu macho tem.
Severino: uffff sim, que puta gostosa, e se você virar minha puta, larga o Edu por mim, tenho duas pensões que seriam suas se você virar minha puta.
Martha: ufff tentador, Severino, mas sou do Edu, fala com ele.
Severino: que sorte esse filho da puta tem de te ter, e se uma noite a gente sair e você for só minha, sem o Edu?
Martha: se ele me der permissão, sou sua, mas se ele disser não, sinto muito por você. Mas tem uma coisa que posso te dar antes de ir: vou deixar você me comer sem camisinha, mas não temos muito tempo.
Assim que o velho terminou de mijar, Martha sacudiu a rola dele, virou ele e enfiou a rola do velho na boca, ainda com umas gotas de mijo. O velho, vendo ela fazer isso, pegou os cabelos dela e começou a foder a boca dela. Ela, habilidosa como sempre, sentou o velho e de um pulo montou nele, com a rola roçando os lábios da buceta dela.
Severino: uffff, amor, que boa você é.
Martha: isso vai ser nosso segredo.
Severino: sim, amor, uhhhh sim — gemeu o velho ao sentir o calor do interior da vizinha infiel.
Martha: ufff sim, que gostoso, sim, não goza dentro.
Severino: uff sim, que gostosa, quero encher você com meu leite, amor.
Martha: não, se gozar dentro, o Edu não vai deixar a gente ter próximas vezes.
Severino: larga ele e eu vou te comer sempre.
Martha se levantou na hora, sem hesitar, deixando o velho confuso.
Severino: que? O que foi?
Martha: se você quer continuar me comendo, vai ter que entender que o Edu é meu dono e o que ele disser eu faço sem pensar. E se ele disser que não quer ninguém gozando dentro de mim, ninguém vai, entendeu?
Severino: vamos, Martha, não exagera. — Vendo que a postura de Martha não mudou, ele aceitou de má vontade.
A gente se retirou do nosso ponto.
Lili: não pensei que ele ia te desobedecer, parecia que faria tudo que você mandasse.
Edu: Minha puta faz o que eu mando, e é isso. está planejado. Lili: não entendo por quê? Edu: você vai ver, aquele velho não é só um simples zelador, ele tem várias propriedades no nome dele, então por que não ficar com algumas? Sei que ele tem uma fraqueza pela Martha, desde que o conheço, ele não fazia outra coisa senão dizer que daria tudo para ficar com ela. Então, quando eu disse que estava comendo ela, ele disse que eu mentia. Eu disse pra ele apostar o que quisesse, então falei que me deixasse usar um chalé das propriedades dele sempre que eu quisesse. Lili: e você, o que perdeu? Edu: uns vídeos da minha preciosa irmã se masturbando com uma lingerie. Como você vê, o velho ganhava nas duas apostas. Lili: que filho da puta você é. Edu: tudo é parte de um plano maior, vem chupar minha pica que eles não demoram a sair. Severino: uffff Martha, você é incrível. Martha: ufff, que gostoso você me come, você tá me dando muito prazer, uffff simmm. Severino: ufff simmm, você me deixou louco por você, love. Martha: sim, sim, sim, sim, já chegou, eu vou gozar, eu vou gozar. Severino: simmm, love, goza. Martha: agora você não me chama mais de puta ou vagabunda, me chama de love, será que você tá se apaixonando por mim? Severino: claro que não, puta. Martha: uffff, sua pica ficou mais dura, eu posso sentir, por que você mente pra mim, meu velhinho? Severino: ahhhh uhhhh, não tô mentindo, não tô me apaixonando por você, puta. Martha: vou fazer você se apaixonar por mim, sua puta infiel, seu velhinho de pica. E mexendo mais as cadeiras, os dois se entregaram a um orgasmo potente. Severino: ufff, você me deixou seco. Martha: esse era o propósito desta noite. Ao saírem para a sala, viram como eu tinha minha irmã chupando minha pica e ela com a bunda empinada dando boas-vindas aos dois. Severino: Edu, que bunda gostosa essa putinha tem. Edu: ela tá melhorando, essa putinha. O que achou da minha puta? Severino: é uma das melhores que já provei na vida, mas a bunda dessa puta me chama, vou meter a língua até o fundo. Ele se colocou atrás dela e começou a lamber não só a bunda dela, mas também a bucetinha dela, que parecia ansiosa pela minha irmã, que com mais vontade me chupava ainda mais. Rápido, mais fundo. Martha: Valeu pelas flores, me tocam, mas com essa buceta gostosa difícil ia recusar. Edu: Ele te comeu sem camisinha? Martha: Sim, Edu, desculpa, eu eu... Baixou a cabeça envergonhada. Severino: Foi minha culpa, Edu, ela não queria, mas... Edu: Pode vazar, véio, depois a gente conversa, preciso fazer minha puta entender que o que eu mando é o que tem que fazer. Severino: Edu, escuta, garoto, eu fui... Não terminou de falar, porque em poucos passos já tava na frente da minha vizinha. Edu: Fecha a porta ao sair. Falei sem olhar. — E você, maldita puta infiel, não basta enganar seu marido, ainda tem que me desobedecer? Minha mão esquerda foi no pescoço dela, cortando o ar, e com a direita comecei a dar tapas na cara dela. Severino: Edu, espera, ela não quis... Edu: Cada segundo que você demorar pra sair e cada palavra sua, o castigo dela vai ser pior. Já falei, fecha a porta ao sair. Severino: Não, você não pode fazer isso, eu... Martha: Não, véio, eu eu vou aceitar meu castigo, meu dono manda em mim, e se ele tem que me castigar, vou receber. Demorou uns minutos pra sair, dava uns passos e virava pra ver como a infiel tava sendo maltratada. Minha mão ia de um lado pro outro na cara dela, a cada tapa ela pedia desculpa e agradecia por eu ter ela como puta. Minha irmã não tinha se mexido, tava parada sem saber o que fazer, só olhou até o véio ir embora. Edu: Você é a melhor puta que eu posso ter. Cheguei perto dela e cuspi na cara dela. Martha: Você não sabe como eu gozei quando soube que tava cumprindo uma ordem sua. Mentira, amor, esse véio sabe como comer uma mulher. Edu: Caiu na armadilha? Martha: Sim, Edu, esse véio me ama cegamente.
A primeira a aparecer foi minha irmãzinha, veio completamente nua, de salto alto e máscara. Quando chegou na minha altura, sentou no meu colo. Lili: Uff, Edu, essa noite foi magnífica. Agora entendo por que você adora ficar com a Martha. Mas, e aí, se o marido dela aparecer, o que vai rolar?
Edu: Não se preocupa com isso, só aproveita. O que está por vir vai elevar sua putaria a um novo nível, se você se deixar levar. Se não quiser, é só pegar suas coisas e voltar pra casa.
Lili: Se eu decidir ir embora, mesmo assim você ainda vai me querer?
Edu: Claro que sim, anã. Só que esse tipo de relação vai acabar.
Lili: Mmm... até agora tudo me agradou, e se você diz que vai me deixar ainda mais excitada, então fico até o final com você.
Ela se aproximou e me beijou. Uff, me surpreendi como ela já estava boa nisso. Senti um pouco de remorso por estar pervertendo minha irmãzinha, mas assim que ela colocou a mão no meu pau, esqueci de tudo. Sem eu falar nada, ela se ajoelhou sozinha e começou a chupar meu pau, devagar mas fundo. Dava pra ver o quanto ela estava concentrada. Fechei os olhos e me deixei levar pelo prazer.
Martha: sua puta, te falei que a primeira que chegasse esperaria a outra pra atender nosso homem. Quando vi ela, foi tão impressionante como sempre, com uma bunda empinada igualzinha à da minha irmãzinha, seus lábios vermelhos de puta, seus saltos altos pretos, uma blusa preta que mal segurava aquelas duas tetonas de vaca e uma calcinha rendada. Mesmo sendo muito gostosa, não era o que eu esperava.Edu: calma, puta, melhor me dizer que horas são?
Martha: são 7:50 da noite, por quê?
Edu: é que em dez minutos chega um convidado especial. Devo um favor a ele, então tratem bem. Minha irmã tirou meu pau da boca pra balançar a cabeça positivamente e sorrindo. Martha, com o olhar fixo em mim, aquele olhar carregado de luxúria, sabia que seria ela que usariam, porque tinha deixado claro que a putinha ainda estava aprendendo.
Bateu 8 horas quando bateram na porta do pátio. Minha puta levantou pra ir abrir do jeito que tava. Voltou de mãos dadas com o velho que tinha tomado banho. Veio todo arrumado, nem parecia o velho sujo que conhecíamos. Minha irmã, ao vê-lo, ficou tensa e apertou minha mão com força.
Severino: caralho, que festa você tá tendo, filho da puta.
Edu: quem diria que até água e sabão você conheceria, véio.
Severino: quando você disse que eu ia provar uma das suas putas, não pensei que fosse essa madura.
Edu: isso é porque você soube ser discreto. Você decide se vai ser só dessa vez ou mais, depende de você.
Severino: nem na minha juventude tive putas como essa.
Martha ficou de pé na nossa frente o tempo todo. Lili, de joelhos entre minhas pernas, com as mãos no meu pau.
Edu: você já conhece minha vaca peituda, e essa é minha nova putinha, ainda tá em treinamento.
Severino: uffa, uma putinha novinha.
Edu: Martha, leva nosso convidado pra tomar um drink.
Martha se aproximou e, a cada passo, suas tetonas pulavam, hipnotizando o velho tarado. Pegou ele pela mão e levou pra cozinha.
Lili: é melhor eu ir. Não sei se consigo fazer isso, irmão.
Edu: você fica. É um jogo fácil de ver quem manda, quem é o Alfa e tem que ficar claro que sou eu. Lili: e se não sair como você planejou. Edu: se não confia em mim, pode ir, mas já sabe as consequências. Nossa conversa foi cortada porque eles voltavam pra sala, mas Martha já vinha segurando ele, não pela mão, mas pelo pau dele, e o velho vinha incrédulo. Severino: uffff a língua dessa puta é incrível. Martha: e você ainda não provou meus outros lábios, querido. Severino: bom, Edu, eu vim pra foder, e já que você não vai deixar aquela puta foder, então essa puta vai ser minha. Edu: você esquece que quem manda aqui sou eu. Vai, slutty, prepara o nosso convidado, ele tá louco pra comer a esposa infiel peituda. Lili entendeu na hora, se levantou e com uma caminhada sensual chegou perto do Severino, só a barriga do velho separava eles. Com as mãos, pegou o rosto dele e se entregou num beijo de língua, uma brincando com a outra. Cortou o beijo e, segurando o velho pelos ombros, empurrou ele pra sentar. Subiu nele e continuou beijando ele, as mãos do velho foram direto pras bundas da minha irmã, ufff, que espetáculo. Lili tinha realmente acendido, tava se entregando à luxúria. As mãos do velho começaram a apalpar aquela bunda tão dura, tão gostosa, que os dedos dele já procuravam a entrada do cu dela. Martha, vendo aquilo, pegou as mãos do velho e colocou nos peitões dela pra ele começar a brincar com eles. Lili, de repente, desmontou do velho e foi até a mesa onde Martha tinha deixado as camisinhas. Severino: ufff, que puta gostosa você arrumou, filho da puta. Queria ver essa carinha de raposa que ela tem, por que essa máscara? Edu: como eu te disse, ela ainda tá em treinamento, é meio tímida ainda, então coloquei essa máscara e tá funcionando pra caralho. Severino: ufff, e esses peitos são exatamente como eu sonhei. Martha: você não sabe como me excita quando brincam com meus peitos, uffff. Severino: adoro seus peitos, sempre que você passava pelo prédio, adorava ver eles pulando, são tão gostosos. O corno do seu marido não sabe que puta você é, sabe? Meu marido é um homem muito doce e carinhoso, ele me satisfaz, mas acho que sou mais piranha do que ele imagina. Severino: você chupa a rola dele? Engole o leite? Dá o cu pra ele? Martha: uff, que mãozinhas safadas você tem, quase não chupo a rola dele, e nunca engoli o leite dele nem dei meu cu pro meu marido. Por outro lado, pro meu amante jovem eu deixo ele fazer tudo o que quiser. Severino: Edu, vai deixar essa piranha chupar minha rola e dar o cu pra mim, né? Edu: faz com ela o que quiser, mas o cu dela é só meu. Lili se ajoelhou de novo e, já com a camisinha na boca, começou a colocar no velho, que ao ver o que minha irmã pretendia, apertou cada vez mais os peitos da Martha. Lili pegou nas mãos a rola do velho, que era de um tamanho considerável pra satisfazer mais de uma mulher. Os olhos do velho quase saltaram das órbitas ao ver e sentir a boca da minha irmã, que enfiou a rola dele até a base sem esforço, se a anã tinha aprendido bem. Severino: uff, pequena, não tão rápido, vai me fazer gozar e não quero tão cedo. Lili tirou a boca do pau dele e sorriu ao ouvir essas palavras, continuou passando as mãos na rola do velho. Martha, num piscar de olhos, colocou os peitos na boca do velho, que, sem demora, começou desesperado não só a chupar, mas a morder os peitos da minha vizinha infiel. Martha: uffff, que velho tarado que temos aqui, cê gosta dos peitos dessa piranha? Severiano: uff, que peitos gostosos, piranha, entre essas duas vadias vão me fazer gozar. Martha: espero que tenha tomado Viagra, senão a noite vai ser decepcionante. Severino: sonhei tanto com você, piranha, que vim super preparado pra noite. Martha: vou ver isso. Num movimento só, ela se sentou na rola do velho, que mordeu mais os peitos dela. Começou um ato desesperado de trepar, Martha subia e descia a bunda, o velho colocou as mãos nas nádegas dela e começou a dar tapas com uma mão, enquanto com a outra apertava a bunda o máximo que podia. O que ela podia, Martha gemia, estava adorando. O velho mal se ouvia, já que não tinha parado de chupar e morder os peitos dela. Lili continuava de joelhos, olhando para os amantes, perplexa. Me virei para olhar, fiz um sinal para ela se juntar aos amantes. Ela se meteu entre as pernas do velho e, com o gemido dele ao sentir o hálito da minha irmã nos seus ovos peludos. Severino: Uffa, que putas boas são essas vadias. Uffa, vou gozar em você, sua cachorra. Martha: Espera, já estou quase terminando também. Oh, oh, oh, sim, sim, sim, sim. Gemendo, os dois se deixaram levar ao orgasmo. Martha ficou caída em cima do velho, suando os dois. Minha irmã não tinha parado de chupar os ovos do velho, que, quando Martha saiu de cima dele, engoliu a pica do velho de uma vez, tirando a camisinha com os lábios, bem no momento em que estava prestes a enfiar tudo na boca. Olhou para Martha, que pediu para ela compartilhar o prêmio do trabalho dela. Minha irmã se aproximou e as duas aproveitaram a porra do velho. Martha: Uffa, pra ser tão velho, ainda joga bastante porra. Severino: Você conseguiu tirar tanta porra de mim, mas minha pica continua dura pra continuar comendo. Martha: Uffa, deixa eu confirmar que meu marido ainda tá no trampo e não vai estragar a festa. Começou a falar com o marido, que a gente conseguiu ouvir porque ela colocou no viva-voz. Carlos: Desculpa, amor, mas acho que vou sair de madrugada, tenho muitos problemas. Martha: Entendi, esperava poder ter um pouco de ação hoje à noite, amor. Carlos: Desculpa, amor, mas acho que hoje não vou poder fazer amor com você. Martha: Você me deixou muito esquecida. Se continuar assim, vou ter que arrumar um amante. Me aproximei da minha irmã, pegando ela pelo rabo de cavalo que tinha, coloquei ela na frente de Martha e ela começou a chupar a buceta dela. Inclinei ela um pouco, coloquei minha pica no fundo da buceta dela. Martha: Uffa, mmmmm. Carlos: O que foi? Você tá bem? Martha: Não, amor, tô muito quente e preciso de uma pica dentro de mim. Carlos: Quer minha pica? Martha: Não, amor, você não quer me dar. Vou pegar a de um vizinho que me coma gostoso, e outra que enfie na minha boca. O velho já estava na frente da Martha, puxou ela pelo cabelo e enfiou a pica até a garganta. Martha: mmmmm cof cof Carlos: já tá com seus brinquedos, né? Martha: ufff simmm, imagino que tenho uma pica enorme na minha frente, de um velho tarado com uma pica boa que chega na minha gargaaaa-. O velho interrompeu ela enfiando a pica de novo até o saco e deixou lá por uns segundos.
Carlos: que puta que é, tá me deixando bem excitado, gostosa. Martha: ufff, já tô com uma rola na boca e outra atrás de mim, amor, quer me comer, mas a buceta é do meu marido, ele vai meter no meu cu, amor.
Carlos: não deixa ele meter, nem pra mim você deixou meter no cu.
Martha: ufff, ele tá me dando a entender que puta infiel como eu tem que levar no cu.
Carlos: fala pro cara não meter no cu que você chupa bem ele.
Martha: o cara tá usando meus peitos e minha boca, um novinho quer meter no meu cu. Fiz minha irmã abrir bem as nádegas, deixou o cu livre pra minha rola, coloquei a ponta e ela já foi pra trás. — ahhhhh uhhhhh entrou no meu cu, amor, uhhhhh ahhhh que dor, gato, fala pra ele não meter tão forte.
Carlos: uffff, não mete tão forte!!!
O velho viu como ela começou não só a gemer pro marido dela, pegou nas nádegas do velho e de uma vez o convidou pra deixar o pau o mais fundo possível na garganta dela, os sons guturais não demoraram a aparecer e as babas começaram a escorrer dela, quem mais se beneficiava era minha irmã que estava debaixo dela. Martha: grrrr tô gozando, amor, esses dois amantes vão me fazer gozar ufff uf uff ahhhhhhhh Siiiiiiiiiiiiiii
Carlos: tô gozando!!!!!
Martha: ufff love, que sexo telefônico gostoso a gente teve.
Carlos: ufff assim que eu chegar em casa quero meter em você.
Martha: vê se meus dois consolos não me deixam irritada já cansada, te vejo mais tarde, amor, me liga antes de sair.
Carlos: claro, céu, te amo muito.
Severino: que puta você é, Martha uffff ainda tô duro e já te fiz gozar duas vezes.
Martha: ufff que velho safado eu tenho nas mãos, uma putinha que não parou de chupar minha buceta e meu macho arrombando meu cu.
Severino: uff preciso usar o banheiro.
Martha: claro, me segue-. Pegando o pau dele, guiou ele até o banheiro.
Lili: uff irmãozinho, que tesão tudo isso, não pensei que a gente fosse falar com o marido da Martha ufff me deixou muito excitada isso.
Edu: hahaha sim, minha puta se superou, mas antes de encerrar essa sessão quero que você veja o quão puta minha puta pode ser. Guiei ela até o banheiro pra ela contemplar minha puta de joelhos atrás do velho com as mãos no pau dele apontando pro vaso e a boca no cu dele chupando o cu dele.
Severino: que puta, tô me apaixonando por você, puta. Martha: dá pra ver que vai sentir minha falta quando for embora.
Severino: uffff sim, quero mijar em você toda.
Martha: esse privilégio só meu macho tem.
Severino: uffff sim, que puta gostosa, e se você virar minha puta, larga o Edu por mim, tenho duas pensões que seriam suas se você virar minha puta.
Martha: ufff tentador, Severino, mas sou do Edu, fala com ele.
Severino: que sorte esse filho da puta tem de te ter, e se uma noite a gente sair e você for só minha, sem o Edu?
Martha: se ele me der permissão, sou sua, mas se ele disser não, sinto muito por você. Mas tem uma coisa que posso te dar antes de ir: vou deixar você me comer sem camisinha, mas não temos muito tempo.
Assim que o velho terminou de mijar, Martha sacudiu a rola dele, virou ele e enfiou a rola do velho na boca, ainda com umas gotas de mijo. O velho, vendo ela fazer isso, pegou os cabelos dela e começou a foder a boca dela. Ela, habilidosa como sempre, sentou o velho e de um pulo montou nele, com a rola roçando os lábios da buceta dela.
Severino: uffff, amor, que boa você é.
Martha: isso vai ser nosso segredo.
Severino: sim, amor, uhhhh sim — gemeu o velho ao sentir o calor do interior da vizinha infiel.
Martha: ufff sim, que gostoso, sim, não goza dentro.
Severino: uff sim, que gostosa, quero encher você com meu leite, amor.
Martha: não, se gozar dentro, o Edu não vai deixar a gente ter próximas vezes.
Severino: larga ele e eu vou te comer sempre.
Martha se levantou na hora, sem hesitar, deixando o velho confuso.
Severino: que? O que foi?
Martha: se você quer continuar me comendo, vai ter que entender que o Edu é meu dono e o que ele disser eu faço sem pensar. E se ele disser que não quer ninguém gozando dentro de mim, ninguém vai, entendeu?
Severino: vamos, Martha, não exagera. — Vendo que a postura de Martha não mudou, ele aceitou de má vontade.
A gente se retirou do nosso ponto.
Lili: não pensei que ele ia te desobedecer, parecia que faria tudo que você mandasse.
Edu: Minha puta faz o que eu mando, e é isso. está planejado. Lili: não entendo por quê? Edu: você vai ver, aquele velho não é só um simples zelador, ele tem várias propriedades no nome dele, então por que não ficar com algumas? Sei que ele tem uma fraqueza pela Martha, desde que o conheço, ele não fazia outra coisa senão dizer que daria tudo para ficar com ela. Então, quando eu disse que estava comendo ela, ele disse que eu mentia. Eu disse pra ele apostar o que quisesse, então falei que me deixasse usar um chalé das propriedades dele sempre que eu quisesse. Lili: e você, o que perdeu? Edu: uns vídeos da minha preciosa irmã se masturbando com uma lingerie. Como você vê, o velho ganhava nas duas apostas. Lili: que filho da puta você é. Edu: tudo é parte de um plano maior, vem chupar minha pica que eles não demoram a sair. Severino: uffff Martha, você é incrível. Martha: ufff, que gostoso você me come, você tá me dando muito prazer, uffff simmm. Severino: ufff simmm, você me deixou louco por você, love. Martha: sim, sim, sim, sim, já chegou, eu vou gozar, eu vou gozar. Severino: simmm, love, goza. Martha: agora você não me chama mais de puta ou vagabunda, me chama de love, será que você tá se apaixonando por mim? Severino: claro que não, puta. Martha: uffff, sua pica ficou mais dura, eu posso sentir, por que você mente pra mim, meu velhinho? Severino: ahhhh uhhhh, não tô mentindo, não tô me apaixonando por você, puta. Martha: vou fazer você se apaixonar por mim, sua puta infiel, seu velhinho de pica. E mexendo mais as cadeiras, os dois se entregaram a um orgasmo potente. Severino: ufff, você me deixou seco. Martha: esse era o propósito desta noite. Ao saírem para a sala, viram como eu tinha minha irmã chupando minha pica e ela com a bunda empinada dando boas-vindas aos dois. Severino: Edu, que bunda gostosa essa putinha tem. Edu: ela tá melhorando, essa putinha. O que achou da minha puta? Severino: é uma das melhores que já provei na vida, mas a bunda dessa puta me chama, vou meter a língua até o fundo. Ele se colocou atrás dela e começou a lamber não só a bunda dela, mas também a bucetinha dela, que parecia ansiosa pela minha irmã, que com mais vontade me chupava ainda mais. Rápido, mais fundo. Martha: Valeu pelas flores, me tocam, mas com essa buceta gostosa difícil ia recusar. Edu: Ele te comeu sem camisinha? Martha: Sim, Edu, desculpa, eu eu... Baixou a cabeça envergonhada. Severino: Foi minha culpa, Edu, ela não queria, mas... Edu: Pode vazar, véio, depois a gente conversa, preciso fazer minha puta entender que o que eu mando é o que tem que fazer. Severino: Edu, escuta, garoto, eu fui... Não terminou de falar, porque em poucos passos já tava na frente da minha vizinha. Edu: Fecha a porta ao sair. Falei sem olhar. — E você, maldita puta infiel, não basta enganar seu marido, ainda tem que me desobedecer? Minha mão esquerda foi no pescoço dela, cortando o ar, e com a direita comecei a dar tapas na cara dela. Severino: Edu, espera, ela não quis... Edu: Cada segundo que você demorar pra sair e cada palavra sua, o castigo dela vai ser pior. Já falei, fecha a porta ao sair. Severino: Não, você não pode fazer isso, eu... Martha: Não, véio, eu eu vou aceitar meu castigo, meu dono manda em mim, e se ele tem que me castigar, vou receber. Demorou uns minutos pra sair, dava uns passos e virava pra ver como a infiel tava sendo maltratada. Minha mão ia de um lado pro outro na cara dela, a cada tapa ela pedia desculpa e agradecia por eu ter ela como puta. Minha irmã não tinha se mexido, tava parada sem saber o que fazer, só olhou até o véio ir embora. Edu: Você é a melhor puta que eu posso ter. Cheguei perto dela e cuspi na cara dela. Martha: Você não sabe como eu gozei quando soube que tava cumprindo uma ordem sua. Mentira, amor, esse véio sabe como comer uma mulher. Edu: Caiu na armadilha? Martha: Sim, Edu, esse véio me ama cegamente.
0 comentários - Minha degenerada, minha irmã, minha puta, um corno e um vel