Maria, a santa gostosa (8)

O cheiro de café da manhã acordou Agustín, que se sentia desorientado, como quem dorme de um jeito que não fazia há muito tempo.

A namorada dele já não estava mais; pelos barulhos, devia estar na cozinha. O que ele encontrou foram vestígios da noite anterior. Flashbacks de um sexo sem limites vieram à cabeça.

Roupas sexy da Maria espalhadas pelo chão, manchas molhadas na cama, até um pote de lubrificante.

A evidência era muita. Agustín sentia que tudo girava ao redor, estava confuso, até de ressaca. O que tinha acontecido?

Começou a vasculhar na cabeça os fatos. A mente o levou ao mesmo ponto que vocês conhecem. A namorada dele tá engolindo a porra de um desconhecido na sala do jardim de infância dela. No lugar de trabalho dela.

Uma pica enorme e escorrendo apoiada no sorriso da sua doce parceira.

Maria se masturba na frente desse tal Sebastián, que nem percebe que ele ainda tá ali vendo a cena toda.

Os dois amantes trocam olhares de desejo, apesar de terem cedido à tentação até com um espectador, que é nada mais nada menos que o parceiro dela há anos.

Ainda com os lábios inchados de chupar uma pica daquelas, Maria sorrindo disse: "amor, vamos pra casa todos juntos, dá?"

O inocente Agustín não reagiu. Só viu a namorada passar beijinhos carinhosos na cabeça da pica do Sebastián enquanto ele tentava subir a calça, mas a doçura da Maria impedia.

Ela guardou os peitos, arrumou a roupa e foi pra saída. O namorado seguiu atrás como uma câmera que segue os protagonistas. Em silêncio. E no caso dele, escondendo uma ereção.

Maria cumprimentou todo mundo que cruzou no corredor da escola, sempre sorrindo, sempre com muita alegria.

Agustín, como os pequenos, subiu atrás na caminhonete enquanto a namorada, no banco do carona, não esperou o carro pegar pra se reencontrar com aquela rola. Chupou ele durante todas as ruas, sem escrúpulos, sem a menor noção ou importância. que ele estava olhando pra ela.

Quis sair do carro várias vezes, mas na única vez que fez isso, foi ao chegar em casa, onde, de mãos dadas, sua namorada levava Sebastião. Guiando-o com o balanço da bunda firme e tentadora dela.

Por que ela deixava isso acontecer? Ela o amava?

Essas perguntas iam e vinham na cabeça dele.

Assim que entraram, ela deu um beijo no namorado, quase adivinhando o que se passava na cabeça dele.

"Eu sei que te amo e sei que você sabe. Se te faz mal, assimila um pouquinho aqui e depois entra. Tá?"

Ela levou Sebas pro quarto e fechou a porta.

Agustín estava com o olhar perdido, mas o pau dele duro. Tava extremamente excitado, embora também angustiado.

Procurava respostas, mas a única coisa que fazia era tentar ouvir os barulhos que vinham do quarto.

Não se ouvia muito, só algumas risadinhas, um ou outro tapa e silêncios eternos.

Chegou sem lembrar até uma cadeira, sentou e tirou a calça. Fechou os olhos e começou a se masturbar com alguns sons entrecortados que dava pra ouvir.

Um gemido que se deixava ouvir entre aqueles amantes e a porta era um catalisador de prazer pra ele. Fazia o ritmo dele aumentar. O tesão dele crescer.

Foi se aproximando da porta por desejo de ouvir mais. De tentar imaginar cenas diferentes.

Já os gemidos estavam claríssimos. Ela gritava de prazer. Dava até pra ouvir a pélvis dele estourando contra o corpo dela. A batida da cama na parede. Tapas na bunda que permitiam imaginar aqueles dedos vermelhos marcados na raba dela.

Não aguentou mais e abriu a porta.

A mulher da vida dele estava de quatro mordendo o lençol com o olhar nele, enquanto aquele pau enorme perfurava o cu dela sem clemência. Nenhum dos dois parou. Ele não existia. A namorada dele implorava que aquele ritmo não parasse na frente dele, enquanto o macho dela realizava os desejos dela, fazendo aqueles muitos centímetros de carne entrarem e saírem sem restrições pelo cu já dilatado dela. Ela olhou pra ele com um sorriso, meiga como sempre, embora sua expressão fosse de uma estrela pornô das mais experientes.

Seu quadril buscava enterrar aquela pica o máximo que podia. Seus gemidos eram sinal de que estava conseguindo.

"Enche meu cu de porra, por favor, quero que meu namorado veja quanta porra você pode deixar em mim"

Agustín não acreditava naquelas palavras, quis dizer algo, mas estava ocupado demais se masturbando com a cena.

"Te peço, me dá sua porra, seu filho da puta, me dá sua porra bem fundo"

"Me dá porra"

"Dá... me..."

De repente, uma forte estocada enquanto ela ofegava anunciou que ela estava tendo o que tanto pediu. Ela revirava os olhos para todos os lados, sinal de que estava gozando enquanto sentia a porra quente dentro dela.

Seu rosto se iluminou com um sorriso. Era um sorriso que ele não conhecia nela. Um extra além dos mil que ela tinha por dia.

Ela, com a pica ainda enfiada, arqueou as costas e beijou seu amante apaixonadamente enquanto ele massageava seu corpo.

Ela se separou e, enquanto fios de sêmen escorriam pela sua perna, se aproximou do namorado e, docemente, pegou na sua pica, masturbou ele e ele imediatamente gozou na mão dela.

Ela limpou os dedos com a boca e deixou os dois homens nus, sozinhos no quarto, enquanto foi se limpar.

Sebastián, pela primeira vez, dirigiu a palavra a ele. "Como que fode a mina, hein?"

Agustín não respondeu, o que ele podia dizer naquele momento?

Ficou esperando a Maria chegar.

Ela demorou, enquanto isso, seu amante se vestiu e esperou por ela para um beijo final. Eles se despediram na porta do apartamento e ela voltou a abraçar o namorado por trás. Ainda nus. No ouvido dele, disse: "Te amo mais que tudo no mundo, vem"

Ela o levou para a cama e, com muita paixão, chupou a pica dele, não por compensação, mas porque sentia verdadeira paixão e amor por ele. Fez questão de mostrar isso nos seus jeitos, nos seus olhares.

Agustín realmente sentia aquele amor que ela dizia.

Ele gozou na boca dela, ela, sorrindo, o acariciou até dormir até nosso ponto de partida.

Momento em que ele, ao vê-la entrar sorrindo, pelada e com a bandeja do café da manhã pra ele, confirmou que eles se amavam.

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