Olá, pessoal... meu nome é Aurora e vou contar o que aconteceu quando meus primos e minha avó vieram me visitar em casa. Como vocês já sabem, rolou uma coisa meio inimaginável com meu primo Sandro, uma situação que acabou cedendo aos impulsos dele e, bom, resumindo, ele me comeu. Mesmo assim, tentamos fazer de conta que nada tinha acontecido. No dia em que estávamos na sala, Sandro subiu para levar um suco pra minha avó, e eu fiquei acompanhando o Esteban, que estava assistindo TV super concentrado. Só que a perspectiva era outra, porque quando o Sandro subiu, o Esteban se aproximou de mim de um jeito bem abrupto. Surpresa, perguntei o que era, e nesse momento, agarrando minhas coxas e apertando forte, ele começou a dar umas carícias leves e respondeu: "Nada, só queria tocar sua pele." Fiquei gelada com a resposta, e de um jeito muito ousado, ele subiu a mão até minha legging, deixando a mão dele em cima da minha buceta. Não soube o que dizer, ele me encarava fixamente enquanto começava a dar carícias suaves com os dedos, o que me provocava uma sensação tipo cócegas. Eu disse: "Tira a mão, tá me fazendo cócegas." E ele respondeu: "Então vou te fazer rir." Massageando mais rápido, o que provocou um calor intenso e umas caretas que saíam naturalmente, ele me olhava fixo, vendo como eu derretia nas carícias dele. No momento em que ouvimos o Sandro descendo, me assustei e o Esteban voltou pro lugar dele. Os dois fizemos de conta que nada tinha acontecido, me cobri com uma almofada em cima do ventre e vimos o Sandro passar pra cozinha e depois sentar no sofá individual, perguntando se o filme tava bom. O Esteban disse que sim, que dava pra ficar o dia todo ali, enquanto me olhava com uma cara meio depravada e cheirando os dedos com que tinha me apalpado. No dia seguinte, minha mãe deu as instruções pro meu primo Sandro levar minha avó ao hospital. Na hora marcada, meu primo Sandro se aprontou e, junto com minha avó, foram pro hospital, enquanto eu fiquei em casa e o Esteban não saía do quarto. Acabei de arrumar a mesa, lavar os pratos e as xícaras, quando estava prestes a entrar no meu quarto, de surpresa meu primo me agarrou pela cintura. Assustada, pedi que me soltasse, mas ele me puxou em direção à cama, me aproximou e agarrou meus quadris. Começou a beijar meu pescoço e tocar meu corpo. Fiquei chocada com o que ele estava fazendo, repeti que me soltasse e perguntei o que ele estava tentando fazer. Ele, sem responder, continuou beijando meu pescoço e me abraçando, suas mãos percorrendo meu corpo. Isso provocou em mim uma leve sensação de calor, e aquela reação de querer que ele me soltasse rápido foi desaparecendo conforme ele tocava minha pele. Meu corpo todo ficou arrepiado. Ele, vendo isso, aproveitou e desabotoou o shorts que eu estava usando, puxando-o para baixo e deixando-o cair no chão, me deixando só de calcinha. Sem pensar, ele me puxou para a cama e eu, assustada, perguntei: "Primo, o que você pensa em fazer?" Vendo ele tirar a camiseta e abaixar o shorts, ficando só de cueca, ele respondeu: "Só vamos brincar um pouquinho, sim!" "Que brincadeira? Do que você está falando?" respondi, meio assustada, me cobrindo com o travesseiro da minha cama. Ele, sem nenhuma vergonha, abaixou a cueca, me deixando ver seu membro, que agarrou com a mão e, na minha frente, começou a se masturbar. Eu, surpresa, fiquei olhando sua excitação e como ele estava ficando duro. Ele, no entanto, ao ver que estava bem ereto, parou de se masturbar e, chegando mais perto de mim, agarrou minha perna e me puxou, me virando e me deixando de barriga para baixo. Me puxou para a borda da minha cama. Eu me assustei e tentei escapar de suas mãos, mas ele se jogou sobre mim, deixando seu membro roçar nas minhas nádegas. Fiquei tão assustada e pedi que me soltasse. Foi então que ele baixou seu corpo mais ainda e pude sentir seu membro se posicionando bem perto da minha buceta, que, com uma puxada, foi penetrada. Podia sentir o quanto seu membro estava quente, e seus movimentos não demoraram. Isso provocava em mim gemidos de dor e, ao mesmo tempo, de prazer. Meu primo, no entanto, adorava me ver reclamar e, de tanta excitação, me... ele começou a dar tapas nas minhas nádegas, dizendo com força: - você gosta? Gosta, prima, como é o nosso jogo!!! Eu não respondia, mas fazia aqueles gestos de dor e prazer e meus gemidos começaram a sair naturalmente: aaaaaahahhh aaaaaahhah aaahhh aahhh aaahhh.... ele me perguntou de novo: - gosta? E eu, fazendo um movimento com a cabeça, concordando que sim... não me animava a olhar pra ele, sentia seus movimentos tão desenfreados que ele fazia, aquelas batidas com força ao me penetrar parecia que ele estava tão excitado que não media sua força, depois de um tempo... não aguentei e pedi pra ele fazer mais devagar. Meu primo me puxou mais pro meio da cama e subiu em cima de mim, não tirava o pau de dentro da minha buceta, se acomodou e dava pra sentir como ele estava duro, ele estava tão excitado que se continuasse naquela posição ia me machucar muito... pedi pra ele me deixar por cima. Essas palavras que ele ouviu de mim, ele adorou, deitou do meu lado, eu me levantei e montei nele deixando o pau dele entrar de novo na minha buceta. Ele me disse na hora: Adoro como você é apertadinha!!!! Essas palavras me fizeram corar e ele, instantaneamente, levantou minha blusa e meu sutiã, deixando meus peitos descobertos. Eu comecei a me mover devagar e ele, enquanto acariciava meus peitos e brincava com as mãos me tocando. Depois de uns minutos, vi que aquela dureza não baixava, minhas pernas tremiam de tanto subir e descer. Ele percebeu que eu estava meio cansada e me puxou pro lado, se posicionou em cima e, com minhas pernas abertas, continuou a me comer no ritmo dele. Isso me provocava uma excitação tão grande que, sem controle, meus gemidos ficaram bem altos. Ele me dizia: - Assim, assim, minha putinha linda, você tá uma delícia, priminha!!!! Apertando meus peitos e meus mamilos, ele me fazia soltar um gemido ainda mais forte de excitação. Quando senti uma descarga forte dentro de mim, era meu primo que tinha gozado. Seus gemidos e sua respiração mostraram seu cansaço, enquanto dentro de mim, sentia aquilo bem quente, que ficou na minha buceta. Quando meu primo se levantou e tirou o membro, pude ver que minha vagina... Eu estava toda encharcada nos meus fluidos, com um olhar meio safado eu disse: - Você exagera, olha como você me deixou!!!! Ele sorriu, me olhou e disse que eu estava bem gostosa. Depois de um tempo, eu me levantei e fui tomar banho, enquanto ele continuava deitado na minha cama, me olhando. Quando saí de toalha, ele ainda estava batendo uma, o que fez ele ficar duro de novo, e quando eu ia levar minhas roupas pro banho pra me trocar, ele me agarrou por trás e me abaixou. Na hora eu disse: - Primo, chega, já tomei banho, me deixa descansar, por favor!!! Ele, enfiando o pau de novo na minha buceta, começou a se mexer e, enquanto isso, tirou minha toalha, me deixou pelada e de quatro. Eu não resisti, comecei a gemer de prazer, e isso fez ele gozar naquele instante. Senti que ele tinha jorrado tanto líquido dentro de mim que estava escorrendo da minha vagina. Na hora eu falei: - Você é um idiota!!! Vou ter que tomar banho de novo!!!! Ele sorrindo saiu do meu quarto peladão, enquanto eu voltei a tomar banho, me troquei e fiquei pensando em toda essa situação que eu tenho que viver perto dos homens. Meia hora depois, chegou meu primo Sandro com minha avó. Fingimos que nada tinha acontecido, mas Sandro, meio cético, ainda estava com a pulga atrás da orelha, porque pude notar que Sandro é uma pessoa muito ciumenta, e mesmo que não tivesse acontecido nada, ele ia continuar desconfiado. Quando minha avó adormeceu na poltrona do quintal, Sandro começou com umas perguntas fora do tom: O que você fez? Por que tomou banho antes da gente chegar? O que meu irmão fez, por que ele também tomou banho? Eu disse que não fizemos nada, e que se tomei banho foi porque estava com calor, aproveitando as altas temperaturas que estamos tendo. Acalmei a desconfiança dele, e enquanto estávamos na sala, Esteban desceu e ligou a TV. Eu subi pro meu quarto e logo em seguida Sandro subiu também, dizendo que estava cansado. No meio do corredor, enquanto subíamos as escadas, ele começou a apalpar minha bunda. Eu disse pra ele não fazer isso. Esses dias foram meio desconfortáveis, porque em toda oportunidade que tinham, Sandro ou Esteban aproveitavam pra me tocar, até mesmo na frente da minha mãe, quando ela distraíam o Sandro e o Esteban aproveitavam para me tocar escondido. Na sexta-feira, foi como se tivessem combinado. Começaram o dia me perturbando e a cada oportunidade, seus apalpões não demoravam a aparecer, até mesmo na frente da minha avó, enquanto minha inocente avó com seu olhar meio cansado não conseguia notar as sacanagens que meus primos faziam. Eles eram tão sorrateiros que não se descobriam um ao outro, minha bunda era quem sofria com todos esses apalpões porque apertavam minhas nádegas como se fossem travesseiros, naquela noite minha mãe chegou com a notícia de que tinham sido convidadas para um jantar, e que levaria minha avó, enquanto eu ficaria com meus primos e também receberia a visita do Bruno que também ficaria para dormir na minha casa aquela noite. CONTINUA.....
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