Desta vez é uma história um pouco mais recente. Eu já tinha começado um relacionamento com minha esposa e estávamos no começo. Eu já tinha pouco mais de 1 ano num trabalho de vendas de seguros e serviços de saúde particulares, e cerca de um mês depois de começar o namoro com minha esposa, entrou uma colega nova no trabalho, uma mulher chamada Shirley. Ela era baixinha, uns 1,50 mais ou menos, pele branca, com uma bunda enorme e uns peitos lindos. A putinha sempre se vestia de forma provocante e era parente de um dos chefes. Comecei a me dar especialmente bem com ela, saindo pra comer e passear depois do expediente. A gente conversava sobre os gostos dela em homens e que uma vez ela experimentou masoquismo pela primeira vez, onde um cara a amarrou e colocou uma mordaça daquelas que têm uma bolinha que se ajusta na boca. Segundo ela mesma, adorou ser submissa. Mais pra frente, chegamos ao ponto em que ela me abraçava e de vez em quando me deixava ver ela com pouca roupa, até me mandava fotos experimentando roupas com a desculpa de "queria comprar isso, mas não sei como fica em mim". Obviamente, eu dava minha opinião sobre como ela tava, com um certo tesão. Um dia, simplesmente não me segurei e, depois do trabalho, perguntei se ela queria ir comigo pra um lugar mais reservado. Eu pagava, claro. Ela aceitou e fomos direto pra um motel fora da cidade. Chegando lá, paguei o quarto e subimos. Já no quarto, ela me pergunta se eu tinha certeza do que ia fazer, já que eu tinha namorada (minha atual esposa). Respondi que não tinha problema, que eu era livre pra fazer o que quisesse. Ela era solteira, só tinha um filho de uns 10 anos. Em seguida, tirei a roupa dela pra apreciar o corpo, que estava espetacular. Ver a pele nua dela com um pouco de suor do dia de trabalho, com aquele cheiro natural almiscarado misturado com uma loção barata com aroma de biscoito. Um sutiã vermelho de arame meio sem graça cobria os peitos dela. Por cima, tinha uma blusa fina branca. Pra falar a verdade, dava pra ver um pouco do sutiã dela por transparência. Na cintura, ela usava uma calça jeans azul escura bem justa, que destacava bem as coxas grossas e firmes, mostrando que todo o tempo livre dela ia pra academia. A calcinha era tipo fio dental, rosa, com um leve cheiro de buceta suada — e não era à toa, porque a calcinha tinha uma mancha gigante de suor, e pra mim isso foi excitante. Olhei no rosto dela e falei como ela tava gostosa pra quem já tinha sido mãe. Ela agradeceu e disse que era tudo por causa da academia, já que adorava malhar. Eu beijei ela enquanto a masturbava devagar, até deitá-la na cama, onde me posicionei atrás dela pra masturbar melhor, segurando ela e dominando a situação. Ela gemia baixinho, pedindo mais, enquanto levantava o quadril pra trás, deixando eu alcançar melhor o interior dela com os dedos. Quando senti o orgasmo dela encharcar e apertar meus dedos, sussurrei no ouvido dela que tinha trazido uma surpresa. (Eu já sabia, por ela, que gostava de ser submissa e dominada.) Levantei da cama e tirei da mochila umas algemas, uma venda pra boca e umas bolas chinesas (pra quem não sabe, são aquelas bolas que parecem uma corrente de bolinhas de tamanhos diferentes, da maior pra menor). Ela sorriu e disse que esperava que eu soubesse usar aquilo. Não pensei em responder nada, só obriguei ela a virar de costas de novo e, usando meu tamanho e minha força, segurei as mãos dela pra algemar por trás das costas. Ela reclamou e, pra me provocar, rebolava o quadril como se fosse de quatro. Decidi dar um tapa na bunda dela e tratar com força, colocando a venda na boca dela pra dar aquela sensação de estar sendo subjugada. Em seguida, comecei a masturbar ela de novo até fazer gozar outra vez com meus dedos. Depois que o terreno tava bem preparado, esfreguei meu pau entre os lábios da buceta dela antes de... Penetrá-la, e a primeira inserção foi funda, penetrei até o fundo bem devagar enquanto ela tremia e grunhia. Comecei a meter forte, mas sem pressa. Queria fazê-la se sentir bem submissa. Golpe após golpe, ela tremia, grunhia e gemia até que finalmente teve um orgasmo que a fez gemer com uma voz aguda. Mudei um pouco a posição dela, arqueando mais suas costas, pressionando a lombar contra a cama com as nádegas e os ombros levantados, comecei a meter mais rápido, mas sem perder a intensidade de cada estocada lá dentro. Quando percebi, ela estava chorando com a maquiagem borrada pelo rosto todo. Continuei fodendo ela naquela posição sem piedade por cima. Quando cheguei ao meu clímax, ela estava implorando com palavras quase incompreensíveis por causa da mordaça. Mas, enquanto isso, a bunda dela continuava se mexendo de um lado para o outro, até se movendo quando meu pau ainda estava dentro dela, mas eu ficava parado. Com isso, senti a aprovação dela em continuar fodendo daquele jeito. Levantei ela e coloquei de joelhos, obrigando-a a morder os travesseiros, os peitos dela balançando a cada estocada. Meti tão forte que ela gozou muito rápido. Aproveitei a dilatação e a lubrificação, penetrei analmente com as bolas chinesas, enfiando devagar até uma bola média, onde ela gritou de dor e tentou se mexer. Então, voltei a penetrar com meu pau na vagina dela, continuando a foder rápido, mas suave, focado em fazê-la ficar molhada, e consegui, porque ela passou rapidamente de sentir dor a gemer de novo como uma puta no cio, com a buceta escorrendo tanto que até a cama pagou pelo prazer dela. Aproveitei e enfiei a próxima bola até o fim. Fodendo até conseguir o próximo orgasmo e assim até colocar todas as bolas no cu dela. Que, mesmo já estando arrombado, parecia que não tinham aberto direito. Continuei fodendo e castigando as nádegas dela até gozar pela terceira vez dentro dela, claro com uma camisinha, que ficou lá dentro. buceta, sendo visível apenas uma parte da camisinha. Quando tirei a venda da boca dela, ela gemeu e gritou por que eu continuava tocando na buceta dela. Ela não parava de tremer e tentou me afastar, mas os olhos dela revirando pra cima, o sorriso e a saliva escorrendo da boca dela me convidaram a mais. Tirei as bolas chinesas da buceta dela e vou ser bem sincero. Nunca tinha visto uma mulher tremer e gritar do jeito que ela fez ao tirar bola por bola do cu dela. Quando tirei todas, peguei ela pelo pescoço, ela ainda de joelhos e eu atrás dela, e lentamente meti meu pau no cu dela. Ela gemeu de novo e falou com uma voz entrecortada e obscena: "Me come pelo cu, por favor, me destrói!" Eu não ia negar um pedido de uma moça, né? Comecei a foder ela pelo cu e não fui nada amigável com o cu dela. Dei uma foda tão forte que ela gozou três vezes. Finalmente, o tempo que eu tinha pago pelo quarto acabou, então mal deu tempo de tomar banho, mas no chuveiro fiz ela limpar toda a merda que tinha tirado do cu dela e me dar um boquete bem dado em agradecimento, e essa puta fez tudo muito bem e com boa obediência. Levei ela até a casa dela, onde dei um beijo gostoso e uma palmada, e fui pra minha casa dormir. Naquele momento, minha namorada/esposa dormia na casa dela e eu na minha, então nem ficou sabendo do que aconteceu com a Shirley.
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