O quinteto
O casal que conhecemos aquela tarde na praia veio jantar com a gente no hotel, e durante o jantar planejamos como pervertê-los ao máximoNaquela noite, depois de passar pelo quarto e pelo chuveiro após a praia, estávamos começando a jantar no hotel nós três, na nossa mesa, e começando com nossas brincadeiras de sempre, quando vemos aparecer pela porta do restaurante o casalzinho da tarde, mal os conhecemos, os dois muito arrumados e com roupas elegantes, ele com calça de lona bege e polo de marca, e ela com um vestido curto, bem justinho marcando as curvas e a bunda dela, com um bom decote e com as costas de fora, e aparentemente sem calcinha. Ficamos muito surpresos e ao mesmo tempo felizes, já imaginamos naquele momento que ia ser uma noite memorável.
Não deixamos o casalzinho sentar junto, a mesa era de quatro e nós cinco estávamos um pouco apertados, mas isso também ajudou a quebrar um pouco mais o gelo. O cara sentou do lado da nossa companheira, e a garota sentamos no meio de nós dois, já tínhamos combinado, prontos para perverter os dois ao máximo. Já tínhamos falado de brincadeira entre nós três que se precisasse desvirginar rabos, o da novinha seria meu e o do cara era dela, e a nossa mina cuidaria de provar delícias lésbicas com a novinha.
O jantar foi muito agradável, divertido, com piadas e brincadeiras, e nenhuma referência ao que tinha rolado à tarde, mas por baixo da mesa as mãos faziam uns jogos quentes que não tinham nada a ver com a conversa amigável em cima da mesa. Todos os caras acabamos com umas ereções enormes, com mãos que masturbaram paus à vontade, e o mesmo, ambas as garotas com suas bucetas molhadas e dedos que brincaram em suas xoxotas o quanto o espaço apertado permitia.
Com o vinho, igual às outras noites, o jantar foi subindo de tom a nível de comentários sensuais e safados, até a hora das sobremesas e doses, onde além das mãos por baixo da mesa chegamos a começar a nos beijar, embora só no modo homem-mulher para não chocar o pessoal do restaurante, que suspeitamos que eles sabiam muito bem o que a gente fazia.
Fomos fazendo comentários quentes no ouvido da garota novinha, enquanto deslizávamos as mãos pela perna dela, levantando o vestido e levando as mãos até a buceta dela, e dando pequenas mordidas no pescoço e nas orelhas dela. No começo, ela ficava corada com cada proposta, mas no final do jantar era ela quem sugeria as putarias mais pesadas, que queria experimentar pelo cu e que a gente enchesse ela de porra de novo em todos os buracos, e até que adoraria provar uma buceta pela primeira vez.
Assim como tinha acontecido comigo, o garoto não conseguiu desviar o olhar do decote da nossa parceira, mesmo já tendo provado aqueles peitos várias vezes, e nós dois tínhamos decidido que naquela noite o casalzinho não sairia dali com nenhum buraco virgem e com o maior número possível de gozadas. Nossa parceira já tinha dito que cuidaria do garoto pra gente ter caminho livre com a garota, mas a verdade é que ela também ficava excitada com a ideia de tê-lo só pra ela, e de quebra fazer aquela novinha provar as habilidades de outra mulher madura e experiente.
No elevador e no corredor, nós cinco já estávamos sem nenhuma vergonha. Nossa parceira tinha tirado os peitos pra fora pro garoto chupar, e ao mesmo tempo já estava masturbando o pau dele, enquanto a gente também tinha soltado o vestido e deixado a garota novinha com os peitos e a bunda de fora, com nossos paus pra fora e ela masturbando a gente dois. No corredor, a gente carregava ela no ar entre nós dois, quase totalmente nua, e ela com as mãos nos nossos paus enquanto a gente acariciava o corpo todo dela. Felizmente, já não tinha quase ninguém no hotel e ninguém nos viu.
Quando chegamos no quarto, nós dois e a garota ficamos de pé e tiramos a pouca roupa que ainda restava, porque a cama estava ocupada por Nossa companheira e o cara, assim que entraram lá, já deitaram, se pelaram e começaram um 69 daqueles bem barulhentos, os dois gemendo e ofegando. Ele tava aprendendo rápido pra caralho e tava chupando a buceta dela enquanto enfiava os dedos no cu dela. Enquanto isso, nós três estávamos de pé no meio do quarto, os dois rodeando a mina, beijando ela sem parar no pescoço, na boca, no rosto, nos pezinhos dela, nas costas, em tudo quanto é lugar, ao mesmo tempo que passávamos a mão no corpo inteiro dela, e ela sem largar nossos paus, batendo uma pra gente.
A novinha tava muito excitada, quatro mãos e duas bocas experientes brincando no corpo dela era demais pra aguentar, e do nada ela se abaixou e tentou chupar os dois paus ao mesmo tempo, mas mal cabia um, quanto mais os dois, mas ela tentava e abria a boquinha dela o máximo que conseguia. Eu me separei da mina, me abaixei e juntei a ela pra chupar o pau do meu parceiro, fui mostrando tudo que ela tinha que fazer pra dar o maior prazer possível com a boca e a língua, e ela aprendia super rápido. Entre nós dois, já fizemos o meu parceiro começar a gemer sem parar, e quando vi que ele tava quase gozando, enfiei o pau dele na boca dela bem até a garganta, e segurei a cabeça dela com jeito mas firme, enquanto sussurrava no ouvido dela pra engolir tudo, que ela ia adorar. Ela fez menção de tirar, mas na hora ele encheu a boca dela de porra e ela recebeu e engoliu tudo, só umas gotas que escorreram pelos lábios dela. Eu tratei de catar com minha língua, peguei a cabeça dela e beijei com força, e nossas línguas ainda cheias de porra se enroscaram nas nossas bocas enquanto nos abraçávamos.
Na cama, vimos como o 69 da nossa companheira e o cara tava surtindo efeito e ele não aguentou mais e gozou, toda a porra na boca dela, que não fez questão nenhuma de engolir, enquanto ela se deitou de barriga pra cima e pediu pra ele continuar chupando a buceta dela. O cu, ele tá na dúvida, mas ela levanta a bunda e abre as nádegas com as mãos. O cara não fala nada e mete a língua no cu dela enquanto enfia os dedos na buceta, e ela começa a gemer mais forte. Enquanto isso, meu parceiro se aproxima deles, e enquanto ele come ela, o outro se coloca por baixo e começa a chupar o pau do cara, e parece que ele gosta, porque não reclama e deixa ele continuar mamando.
Eu tava morrendo de vontade de ouvir de novo os gemidos doces da garota novinha, então depois de beijar ela, deito ela no chão e vou descendo com meus beijos nos peitos dela, na barriga e até a buceta dela, onde começo a comer devagar toda a bucetinha dela, enquanto aperto com cuidado os biquinhos, já sei que ela adora e na hora ela começa a gemer e se contorcer de prazer. Quero fazer ela gozar várias vezes e continuo lambendo com força o clitóris dela, mas às vezes desço pra brincar com minha língua em volta do cu dela.
Enquanto isso, meu parceiro conseguiu com a mamada dele que o cara ficasse duro de novo (benta juventude...), e ele pede pra foder ela. Ela continua na mesma posição que eu tava comendo a buceta dela e fala:
- Tá esperando o quê? Essa bucetinha é toda sua! E ele, sem responder nada, mete de uma vez, fazendo ela gritar e cravar as unhas na bunda dele, mas ela não reclama e aguenta as investidas cada vez mais brutas do cara na buceta dela.
Eu continuo brincando com minha língua na buceta e no cu da novinha, ela não reclama e geme tanto quando recebe num quanto no outro, então eu acelero com a língua e recebo o primeiro prêmio: ela tem um orgasmo bem barulhento, mas dessa vez não deixo ela se afastar da minha boca e aguento, continuo lambendo com muita força o clitóris dela enquanto ela pede pra parar e empurra minha cabeça, mas eu consigo manter minha boca na buceta dela, e quando ela alivia um pouco, enfio com cuidado dois dedos, um na buceta e outro no cu, ela responde com mais gemidos e continua se contorcendo, encadeando Outro orgasmo. Ela se contorce tanto que se solta e vira de bruços, mas eu abro bem suas pernas e começo a chupar o cu dela enquanto brinco com dois dedos na buceta dela. Ela geme de novo com força e goza outra vez, ficando deitada de bruços, ofegando pesado.
Eu enfio um dedo no cu dela de novo. Nessa hora, ela abre os olhos e se vira, ainda ofegante, me olha com tesão e fala com aquela voz doce e suave que me deixa louco:
— Por favor, me fode logo!!
Eu me aproximo, beijo ela bem suavemente na boca, levanto ela no ar segurando pela bunda com as pernas bem abertas. Ela se agarra no meu pescoço, eu fico de pé com ela pendurada, e a bucetinha dela fica toda aberta bem na frente do meu pau. Apoio ela no meu pau com cuidado e vou descendo devagar. Ela tá muito molhada e entra bem fácil. Ela reclama quando chego no fundo da buceta, mas começo a balançar devagar pra entrar e sair, e ela geme no ritmo.
Vejo a cara de prazer dela enquanto sinto meu pau entrando e saindo da buceta molhada, e fico ainda mais excitado. Balanço ela mais rápido e ela responde com mais gemidos. Joga a cabeça pra trás e fecha os olhos. Acelero ainda mais o ritmo e os gemidos viram gritos, até que ela tem outro orgasmo monstruoso, com uns gritos enormes. As pernas dela ficam tremendo e os olhos viram, enquanto ela implora pra eu parar, mas não ligo e mantenho o pau dentro da buceta, mexendo cada vez mais até gozar dentro dela. Nessa hora, tiro e a buceta dela fica escorrendo porra, com as pernas ainda tremendo.
Deito ela no chão com cuidado, me agacho e abro as pernas dela. Vejo minha porra escorrendo da buceta e volto a brincar com a língua no clitóris dela. Recolho toda a porra bem devagar, e ela geme. Agora procuro meu dedo no cu dela de novo, empurro bem fundo e ela não reclama. Geme e deixa eu continuar brincando com o dedo no cu dela, enquanto sigo com a língua no clitóris. e meto dois dedos nela, ela geme com um pouco de desgosto mas não fala nada. Quando recolho todo o meu sêmen da buceta dela com a língua, vou e beijo ela de novo, pra trocar o sêmen de novo nas nossas bocas.
Enquanto isso, nossa parceira pede pro garoto novo parar, que ele tá destruindo a buceta dela, então o garoto pede pra foder ela de novo pelo cu, ela ri, se levanta e pega o pote de lubrificante, abre e passa bem no cu dela e no pau do garoto, e fica de quatro na cama, se abrindo e oferecendo o cu pra ele, e diz:
— Aqui tá, aproveita! O garoto novo se aproxima e começa a penetrar ela, ela reclama e pede pra ele ir devagar, ela abaixa a cabeça e fecha os olhos, morde o punho e geme a cada estocada, que ainda são lentas e rasas.
Meu parceiro volta com a garota novinha e comigo, eu coloco meu pau na boca dela e ela começa a chupar, agora já faz muito bem e não demora pra me deixar duro de novo. Enquanto isso, ele também tava doido pra foder aquela bucetinha novinha e coloca ela de quatro, e enquanto ela me chupa, ele fode ela pelas cadeiras e começa a penetrar com força já na primeira estocada, ela responde bem e geme alto, parecia que tava dolorida mas não, já quer mais, ele continua bombando forte na buceta dela, ela geme e geme, e para de me chupar e tem outro orgasmo, não pede pra parar mas não para de ofegar e fica deitada no chão. Eu nessa hora me aproximo e sussurro no ouvido dela:
— Agora vou foder teu cu, se prepara!!
Ela não fala nada, só sorri pra mim com cara de safada, e vejo que ela fica de quatro e se abaixa pra frente, deixando o cu dela ao meu alcance. Eu começo a brincar de novo com um dedo no cu dela, passo um pouco de lubrificante e passo a brincar com dois e depois com três dedos, ela só tava gemendo mas com os três dedos não aguenta mais e grita, nessa hora tiro os dedos, ela se contorce e fala pra gente, bem baixinho com aquela voz de tesão: Dulce, que jamais pensei ouvir isso:
—Por favor, fode meu cu agora, preciso disso!
Eu já estava muito excitado e totalmente ereto, lubrifiquei bem meu pau, coloquei na entrada do cu dela e empurrei com cuidado, já estava dilatado e uma boa parte entrou, mas ela grita de novo, totalmente excitada e pedindo mais, então empurrei mais, até que entrou tudo no cu dela, ela grita ainda mais alto, e tão excitado que começo a bombar com bastante força, fico de pé para empurrar com mais força, estava penetrando o cu dela até o fundo, batendo minhas bolas na buceta dela, ela estava com a cabeça jogada para trás, os olhos e os punhos fechados, e com seus gemidos e gritos pedindo mais, isso deixa nós dois muito excitados. Eu paro de bombar um momento porque vou gozar, mas deixo meu pau todo dentro do cu dela, ela para de gritar mas continua gemendo e eu falo no ouvido dela:
—Vamos te foder nos dois buracos, se prepara!! Ela responde que sim balançando a cabeça. Meu parceiro, que estava do nosso lado, se vira para ficar debaixo dela, e sem tirar meu pau do cu dela, se enfia para penetrar ela pela buceta, nesse momento ela começa a gemer de novo, estamos os três muito excitados, e nós dois passamos a penetrar ela ao mesmo tempo pela buceta e pelo cu, marcando o ritmo alternadamente e com muita força, cada vez mais rápido.
Com a dupla penetração, a garota jovem grita tão alto que até o namorado dela e nossa parceira param de foder e vêm até nós, ele já tinha gozado no cu da nossa parceira e já estavam se comendo de novo para continuar, mas ele se surpreende com os gritos e nossa posição, percebe que são gritos de prazer, também fica muito tarado, vem e enfia o pau enorme dele na boca da namorada enquanto a fodemos, ela não consegue gritar com o pau enorme do namorado na boca, mas continua gemendo até gozar de novo em outro grande orgasmo que a deixa tão exausta que ela desaba em cima do meu parceiro, que Ela estava por baixo.
Ele empurra nós dois e tenta tirar nossos paus de dentro dela, não consegue falar com o pau do namorado na boca, a gente segura ela entre nós dois e continuamos fodendo ela pelos dois buracos até não aguentar mais e gozarmos, primeiro eu no cu dela, alguns segundos depois meu parceiro na buceta dela e ao mesmo tempo o namorado dela na boca, deixando ela coberta de porra na cara, e com mais porra escorrendo da buceta e do cu dela, ela tava toda melada.
Nossa parceira, ao ver ela, fala pra gente:
— Que brutos vocês são, olha como deixaram ela, toda arrebentada, coitadinha!!
E se aproxima dela, primeiro beija ela com muito cuidado na boca e quando vê que a garota não reclama, começa a lamber ela toda na cara, recolhendo a porra, e passa a beijar ela na boca, as duas garotas num beijo profundo com as bocas cheias da porra dos três, nossa garota continua descendo, beijando a novinha no pescoço, nos peitos dela, nos pezinhos pequenininhos, até chegar na buceta dela, e fala:
— Deixa comigo, vou limpar você todinha! E começa a lamber a buceta e o cu dela, recolhendo toda a porra que a gente tinha deixado dentro e em cima da buceta dela, a garota no começo ficou meio surpresa, mas na hora relaxou e começou a gemer de novo, deitada de costas, virada pra cima.
O garoto novo ficou tipo chapado vendo as duas mulheres, então a gente aproveitou pra ir pro lado dele, e começamos a chupar o pau dele entre nós dois, ele não reclama e deixa a gente passar a língua no pau dele, nas bolas dele e também deixa a gente lamber a bunda dele, sem reclamar nada. Dava pra ver que ele tava gostando, porque o pau começou a crescer de novo, enquanto nossa parceira sobe em cima da garota novinha tipo num 69 mas um pouco por cima, deixando a buceta dela bem em cima da boca da novinha, e fala:
— Vem, me limpa também, tô toda cheia da porra do teu namorado, prova!! A novinha hesita um segundo, mas levanta as mãos e acaricia as nádegas dela, abaixa a cu até ter a buceta ao alcance da boca dela, e começa a lamber a buceta da nossa colega, primeiro bem devagar, mas aos poucos vai gostando e enfia a cara inteira na buceta, lambendo de cima a baixo, desde o cu até o clitóris, recolhendo todo o sêmen que tinha ficado ali, e as duas gemem ao mesmo tempo.
O garoto jovem, ao ver elas naquele 69 tão intenso, fica ainda mais hipnotizado, momento que meu parceiro aproveita para se levantar e colocar o pênis ao alcance da boca do garoto. Eu chego perto do ouvido dele e falo pra ele provar aquele pau, que veio de dentro da buceta da namorada dele, pra ele provar. O garoto não diz nada, mas quando o pênis encosta no rosto dele, ele agarra e mete na boca, e começa a chupar. Ele tava fazendo bem errado, eu continuo falando no ouvido dele como fazer e ele vai melhorando porque meu parceiro começa a gemer, já com o pau duro. Nessa hora, eu coloco o garoto de quatro e começo a lamber o cu dele, sem parar de chupar as bolas e o pau dele. Ele também geme, então eu lubrifico um dedo e vou enfiando devagar no cu dele, enquanto chupo com força a cabeça do pau. O garoto geme mais forte e não reclama, nem para de chupar o pau do meu parceiro. Quando vejo que um dedo entra e sai bem, enfio dois dedos, ele também não reclama. Enfio três dedos e, mesmo se contorcendo um pouco, também não reclama. Quando vejo que entram e saem bem, faço um sinal pro meu parceiro: é hora de desvirginar aquele cu. Eu me afasto e ele fica atrás, vai esfregando a cabeça do pau em todo o cu. Eu volto pro lado dele e, enquanto coloco meu pau na boca dele, ele começa a empurrar. Entra um pouco mais e ele para de me chupar, fechou os olhos e geme, mas não diz nada. Meu parceiro dá o último empurrão e vejo que entra tudo. Nessa hora, o garoto grita e fala pra gente:
— Como dói, seus filhos da puta, não para, fode meu cu!
Eu fico muito excitado com essas palavras e enfio meu pau de novo na boca do garoto, ele já começava a Tava duro e enfiei de uma vez na garganta dele, segurando bem fundo. Enquanto isso, as minas ouviram e pararam o 69 delas, viram a cena e começaram a rir entre si. A namorada dele falou:
— Vai, aguenta, é um pau pequeno, eu já aguentei ele, agora é sua vez! Aí a nossa parceira completou:
— Vai chorar por essa piroquinha no seu cu? Aguenta e sofre o que você me fez sofrer!
As duas riram e se aproximaram da gente. Meu parceiro começou a bombar com ritmo no cu do moleque, devagar no começo, mas já tava num ritmo bom. Eu também comecei a foder a boca dele, deixando chegar até a garganta sem deixar ele falar nada, mas ele também não reclamava, só soltava gemidos no ritmo das estocadas no cu dele. Enquanto isso, as quatro mãos das minas ficaram acariciando nossas bolas, de um jeito que logo a gente não aguentou mais e gozou. Eu gozei no fundo da boca do cara e meu parceiro no cu dele. Deixamos ele com a boca e o cu cheios de porra. A mina mais nova veio na hora e deu um beijão nele, e os dois ficaram se lambendo, trocando o esperma na boca com as línguas. Parece que ela curtiu a brincadeira de compartir porra na boca.
Quando pararam, nossa parceira começou a fazer um boquete no moleque. A gente ficou meio surpreso que ele ainda queria mais, mas na hora ela explicou:
— Muito bem, machão, você mandou bem como um campeão. Viu como a gente fodeu sua mina de todos os jeitos sem ela reclamar, e você curtiu sua primeira porra na boca, e até aproveitou pra perder a virgindade do cu. Você merece um prêmio final.
Todo mundo ficou meio sem entender o que ela tava falando, mas ela completou:
— Antes, no jantar, você me contou em segredo as coisas que nunca fez e queria experimentar. A primeira era gozar na boca dela.
— Já viu que a porra não incomoda mais ela. Acho que você pode gozar na boca dela à vontade que ela vai aceitar de boa e ainda dividir com você!
A gente olhou pra mina. jovenzinha e vimos um sorriso safado confirmando isso.
- a segunda, provar o pau de outro homem, já tá claro que você provou e não desgostou, vocês vão poder compartilhar outros paus entre os dois sempre que quiserem!! E dessa vez os sorrisos maliciosos eram dos dois jovenzinhos se olhando.
- e a terceira e mais importante, você quer poder foder o cu da sua namorada, porque acha que nunca vai conseguir!! Pois não, você vai fazer agora!!
Nesse momento a garota jovem fez cara de susto e começou a negar com a cabeça, e dizia pra gente:
- não, não, isso não, o pau de vocês no meu cu não, por favor, embora na cara dela desse pra ver que no fundo queria experimentar. Nós três ao mesmo tempo a acalmamos, e falamos com calma,
- calma, a gente te ajuda pra tudo dar certo, já vai ver, você vai curtir pra caralho, vai ver! E enquanto isso, levamos ela pra cama, colocamos ela de quatro, eu fiquei debaixo dela e comecei a lamber a buceta dela devagar, enquanto nossa companheira continuava acariciando o pau do garoto e enchendo ele de lubrificante, e meu companheiro ia passando lubrificante no cu todo também.
A garota continuava reclamando e negando mas se deixava fazer, meu companheiro começou a enfiar um dedo, depois dois, depois três e a meter e tirar com muito cuidado, enquanto eu aumentava o ritmo da minha boca na buceta dela, ela tava ficando excitada porque já tava muito molhada, e vejo que ela tira os dedos dele e o garoto se aproxima colocando o pau na entrada do cu dela.
Meu companheiro diz:
- já sabe como fazer, igual a gente fez com você, devagar, com cuidado, com muito cuidado!
Vemos que ele empurra um pouco e deve ter entrado, porque a garota se agarrou na roupa de cama com força e soltou um gemido enorme, eu comecei a lamber muito forte o clitóris dela, e nossa companheira se aproximou da garota e começou a beijar ela, com muita doçura, enquanto acalmava ela com palavras suaves. O garoto começou a se mover pra frente e pra trás, eu continuei lambendo o clitóris, a garota jovenzinha se levantou um pouco e naquele momento pude apreciar a bunda dela, e o enorme pau entrando e saindo, bem pouco e bem devagar, mas ainda assim não conseguia acreditar como ela aguentava aquilo.
O ritmo da penetração foi aumentando e também a profundidade que ele tomava, a garota já não gemia nem dizia nada, mas ofegava com intensidade a cada estocada, até que pude ver claramente como o pau entrava todo até o fundo, momento em que seus ofegos se transformaram em gritos, quando o cara diz:
— Não aguento mais, vou gozar!! E a garota responde:
— Porco filho da puta, não goza no meu cu, quero todo o seu leite!!
Naquele momento ele tirou o pau do cu dela, levou até a boca dela e soltou todo o sêmen na cara dela, mas principalmente na boca, ela se lambe com a língua e ele se abaixa para beijá-la e compartilhar o leite de novo nas bocas deles. Enquanto eu via como tinha ficado o cu dela, já não tinha mais nenhum vestígio daquele buraquinho virgem que eu tinha começado a lamber no começo da noite. Nós três nos levantamos e ficamos sorrindo entre nós, enquanto os dois jovens trocavam putarias baixinho entre beijos:
— Seu filho da puta, como dói, você destruiu meu cu, vai pagar
— Sim, você é uma puta promíscua, olha como você gostou
— Sim, seu mariconzinho, você também, já vai ver quando eu te foder com um consolo bem grande
— Sim, minha puta, e quantas vezes vou encher sua boca com meu leite quente
— Muito bem, meu porquinho, e eu vou devolver tudo na sua boca pra você saborear comigo
Nós nos olhamos entre nós, a verdade é que a gente queria pervertê-los, mas a realidade foi muito além da nossa imaginação mais promíscua. Naquela noite ficamos os cinco largados na cama, nem sabíamos direito como cabíamos, porque mal dava pra três, mas acabamos exaustos e doloridos por igual, com nossas mãos e bocas procurando algum lugar pra acariciar ou lamber, sem importar onde, só posso dizer que acordei de barriga pra cima, com a nossa... companheira por cima de mim e a buceta dela na minha boca, e ela com outro pau na boca dela, e ao mesmo tempo uma mão num pezinho da novinha, e minha outra mão tocando o pauzão do novinho, e assim todo o resto...
O melhor fim de semana de toda a minha vida.
O casal que conhecemos aquela tarde na praia veio jantar com a gente no hotel, e durante o jantar planejamos como pervertê-los ao máximoNaquela noite, depois de passar pelo quarto e pelo chuveiro após a praia, estávamos começando a jantar no hotel nós três, na nossa mesa, e começando com nossas brincadeiras de sempre, quando vemos aparecer pela porta do restaurante o casalzinho da tarde, mal os conhecemos, os dois muito arrumados e com roupas elegantes, ele com calça de lona bege e polo de marca, e ela com um vestido curto, bem justinho marcando as curvas e a bunda dela, com um bom decote e com as costas de fora, e aparentemente sem calcinha. Ficamos muito surpresos e ao mesmo tempo felizes, já imaginamos naquele momento que ia ser uma noite memorável.
Não deixamos o casalzinho sentar junto, a mesa era de quatro e nós cinco estávamos um pouco apertados, mas isso também ajudou a quebrar um pouco mais o gelo. O cara sentou do lado da nossa companheira, e a garota sentamos no meio de nós dois, já tínhamos combinado, prontos para perverter os dois ao máximo. Já tínhamos falado de brincadeira entre nós três que se precisasse desvirginar rabos, o da novinha seria meu e o do cara era dela, e a nossa mina cuidaria de provar delícias lésbicas com a novinha.
O jantar foi muito agradável, divertido, com piadas e brincadeiras, e nenhuma referência ao que tinha rolado à tarde, mas por baixo da mesa as mãos faziam uns jogos quentes que não tinham nada a ver com a conversa amigável em cima da mesa. Todos os caras acabamos com umas ereções enormes, com mãos que masturbaram paus à vontade, e o mesmo, ambas as garotas com suas bucetas molhadas e dedos que brincaram em suas xoxotas o quanto o espaço apertado permitia.
Com o vinho, igual às outras noites, o jantar foi subindo de tom a nível de comentários sensuais e safados, até a hora das sobremesas e doses, onde além das mãos por baixo da mesa chegamos a começar a nos beijar, embora só no modo homem-mulher para não chocar o pessoal do restaurante, que suspeitamos que eles sabiam muito bem o que a gente fazia.
Fomos fazendo comentários quentes no ouvido da garota novinha, enquanto deslizávamos as mãos pela perna dela, levantando o vestido e levando as mãos até a buceta dela, e dando pequenas mordidas no pescoço e nas orelhas dela. No começo, ela ficava corada com cada proposta, mas no final do jantar era ela quem sugeria as putarias mais pesadas, que queria experimentar pelo cu e que a gente enchesse ela de porra de novo em todos os buracos, e até que adoraria provar uma buceta pela primeira vez.
Assim como tinha acontecido comigo, o garoto não conseguiu desviar o olhar do decote da nossa parceira, mesmo já tendo provado aqueles peitos várias vezes, e nós dois tínhamos decidido que naquela noite o casalzinho não sairia dali com nenhum buraco virgem e com o maior número possível de gozadas. Nossa parceira já tinha dito que cuidaria do garoto pra gente ter caminho livre com a garota, mas a verdade é que ela também ficava excitada com a ideia de tê-lo só pra ela, e de quebra fazer aquela novinha provar as habilidades de outra mulher madura e experiente.
No elevador e no corredor, nós cinco já estávamos sem nenhuma vergonha. Nossa parceira tinha tirado os peitos pra fora pro garoto chupar, e ao mesmo tempo já estava masturbando o pau dele, enquanto a gente também tinha soltado o vestido e deixado a garota novinha com os peitos e a bunda de fora, com nossos paus pra fora e ela masturbando a gente dois. No corredor, a gente carregava ela no ar entre nós dois, quase totalmente nua, e ela com as mãos nos nossos paus enquanto a gente acariciava o corpo todo dela. Felizmente, já não tinha quase ninguém no hotel e ninguém nos viu.
Quando chegamos no quarto, nós dois e a garota ficamos de pé e tiramos a pouca roupa que ainda restava, porque a cama estava ocupada por Nossa companheira e o cara, assim que entraram lá, já deitaram, se pelaram e começaram um 69 daqueles bem barulhentos, os dois gemendo e ofegando. Ele tava aprendendo rápido pra caralho e tava chupando a buceta dela enquanto enfiava os dedos no cu dela. Enquanto isso, nós três estávamos de pé no meio do quarto, os dois rodeando a mina, beijando ela sem parar no pescoço, na boca, no rosto, nos pezinhos dela, nas costas, em tudo quanto é lugar, ao mesmo tempo que passávamos a mão no corpo inteiro dela, e ela sem largar nossos paus, batendo uma pra gente.
A novinha tava muito excitada, quatro mãos e duas bocas experientes brincando no corpo dela era demais pra aguentar, e do nada ela se abaixou e tentou chupar os dois paus ao mesmo tempo, mas mal cabia um, quanto mais os dois, mas ela tentava e abria a boquinha dela o máximo que conseguia. Eu me separei da mina, me abaixei e juntei a ela pra chupar o pau do meu parceiro, fui mostrando tudo que ela tinha que fazer pra dar o maior prazer possível com a boca e a língua, e ela aprendia super rápido. Entre nós dois, já fizemos o meu parceiro começar a gemer sem parar, e quando vi que ele tava quase gozando, enfiei o pau dele na boca dela bem até a garganta, e segurei a cabeça dela com jeito mas firme, enquanto sussurrava no ouvido dela pra engolir tudo, que ela ia adorar. Ela fez menção de tirar, mas na hora ele encheu a boca dela de porra e ela recebeu e engoliu tudo, só umas gotas que escorreram pelos lábios dela. Eu tratei de catar com minha língua, peguei a cabeça dela e beijei com força, e nossas línguas ainda cheias de porra se enroscaram nas nossas bocas enquanto nos abraçávamos.
Na cama, vimos como o 69 da nossa companheira e o cara tava surtindo efeito e ele não aguentou mais e gozou, toda a porra na boca dela, que não fez questão nenhuma de engolir, enquanto ela se deitou de barriga pra cima e pediu pra ele continuar chupando a buceta dela. O cu, ele tá na dúvida, mas ela levanta a bunda e abre as nádegas com as mãos. O cara não fala nada e mete a língua no cu dela enquanto enfia os dedos na buceta, e ela começa a gemer mais forte. Enquanto isso, meu parceiro se aproxima deles, e enquanto ele come ela, o outro se coloca por baixo e começa a chupar o pau do cara, e parece que ele gosta, porque não reclama e deixa ele continuar mamando.
Eu tava morrendo de vontade de ouvir de novo os gemidos doces da garota novinha, então depois de beijar ela, deito ela no chão e vou descendo com meus beijos nos peitos dela, na barriga e até a buceta dela, onde começo a comer devagar toda a bucetinha dela, enquanto aperto com cuidado os biquinhos, já sei que ela adora e na hora ela começa a gemer e se contorcer de prazer. Quero fazer ela gozar várias vezes e continuo lambendo com força o clitóris dela, mas às vezes desço pra brincar com minha língua em volta do cu dela.
Enquanto isso, meu parceiro conseguiu com a mamada dele que o cara ficasse duro de novo (benta juventude...), e ele pede pra foder ela. Ela continua na mesma posição que eu tava comendo a buceta dela e fala:
- Tá esperando o quê? Essa bucetinha é toda sua! E ele, sem responder nada, mete de uma vez, fazendo ela gritar e cravar as unhas na bunda dele, mas ela não reclama e aguenta as investidas cada vez mais brutas do cara na buceta dela.
Eu continuo brincando com minha língua na buceta e no cu da novinha, ela não reclama e geme tanto quando recebe num quanto no outro, então eu acelero com a língua e recebo o primeiro prêmio: ela tem um orgasmo bem barulhento, mas dessa vez não deixo ela se afastar da minha boca e aguento, continuo lambendo com muita força o clitóris dela enquanto ela pede pra parar e empurra minha cabeça, mas eu consigo manter minha boca na buceta dela, e quando ela alivia um pouco, enfio com cuidado dois dedos, um na buceta e outro no cu, ela responde com mais gemidos e continua se contorcendo, encadeando Outro orgasmo. Ela se contorce tanto que se solta e vira de bruços, mas eu abro bem suas pernas e começo a chupar o cu dela enquanto brinco com dois dedos na buceta dela. Ela geme de novo com força e goza outra vez, ficando deitada de bruços, ofegando pesado.
Eu enfio um dedo no cu dela de novo. Nessa hora, ela abre os olhos e se vira, ainda ofegante, me olha com tesão e fala com aquela voz doce e suave que me deixa louco:
— Por favor, me fode logo!!
Eu me aproximo, beijo ela bem suavemente na boca, levanto ela no ar segurando pela bunda com as pernas bem abertas. Ela se agarra no meu pescoço, eu fico de pé com ela pendurada, e a bucetinha dela fica toda aberta bem na frente do meu pau. Apoio ela no meu pau com cuidado e vou descendo devagar. Ela tá muito molhada e entra bem fácil. Ela reclama quando chego no fundo da buceta, mas começo a balançar devagar pra entrar e sair, e ela geme no ritmo.
Vejo a cara de prazer dela enquanto sinto meu pau entrando e saindo da buceta molhada, e fico ainda mais excitado. Balanço ela mais rápido e ela responde com mais gemidos. Joga a cabeça pra trás e fecha os olhos. Acelero ainda mais o ritmo e os gemidos viram gritos, até que ela tem outro orgasmo monstruoso, com uns gritos enormes. As pernas dela ficam tremendo e os olhos viram, enquanto ela implora pra eu parar, mas não ligo e mantenho o pau dentro da buceta, mexendo cada vez mais até gozar dentro dela. Nessa hora, tiro e a buceta dela fica escorrendo porra, com as pernas ainda tremendo.
Deito ela no chão com cuidado, me agacho e abro as pernas dela. Vejo minha porra escorrendo da buceta e volto a brincar com a língua no clitóris dela. Recolho toda a porra bem devagar, e ela geme. Agora procuro meu dedo no cu dela de novo, empurro bem fundo e ela não reclama. Geme e deixa eu continuar brincando com o dedo no cu dela, enquanto sigo com a língua no clitóris. e meto dois dedos nela, ela geme com um pouco de desgosto mas não fala nada. Quando recolho todo o meu sêmen da buceta dela com a língua, vou e beijo ela de novo, pra trocar o sêmen de novo nas nossas bocas.
Enquanto isso, nossa parceira pede pro garoto novo parar, que ele tá destruindo a buceta dela, então o garoto pede pra foder ela de novo pelo cu, ela ri, se levanta e pega o pote de lubrificante, abre e passa bem no cu dela e no pau do garoto, e fica de quatro na cama, se abrindo e oferecendo o cu pra ele, e diz:
— Aqui tá, aproveita! O garoto novo se aproxima e começa a penetrar ela, ela reclama e pede pra ele ir devagar, ela abaixa a cabeça e fecha os olhos, morde o punho e geme a cada estocada, que ainda são lentas e rasas.
Meu parceiro volta com a garota novinha e comigo, eu coloco meu pau na boca dela e ela começa a chupar, agora já faz muito bem e não demora pra me deixar duro de novo. Enquanto isso, ele também tava doido pra foder aquela bucetinha novinha e coloca ela de quatro, e enquanto ela me chupa, ele fode ela pelas cadeiras e começa a penetrar com força já na primeira estocada, ela responde bem e geme alto, parecia que tava dolorida mas não, já quer mais, ele continua bombando forte na buceta dela, ela geme e geme, e para de me chupar e tem outro orgasmo, não pede pra parar mas não para de ofegar e fica deitada no chão. Eu nessa hora me aproximo e sussurro no ouvido dela:
— Agora vou foder teu cu, se prepara!!
Ela não fala nada, só sorri pra mim com cara de safada, e vejo que ela fica de quatro e se abaixa pra frente, deixando o cu dela ao meu alcance. Eu começo a brincar de novo com um dedo no cu dela, passo um pouco de lubrificante e passo a brincar com dois e depois com três dedos, ela só tava gemendo mas com os três dedos não aguenta mais e grita, nessa hora tiro os dedos, ela se contorce e fala pra gente, bem baixinho com aquela voz de tesão: Dulce, que jamais pensei ouvir isso:
—Por favor, fode meu cu agora, preciso disso!
Eu já estava muito excitado e totalmente ereto, lubrifiquei bem meu pau, coloquei na entrada do cu dela e empurrei com cuidado, já estava dilatado e uma boa parte entrou, mas ela grita de novo, totalmente excitada e pedindo mais, então empurrei mais, até que entrou tudo no cu dela, ela grita ainda mais alto, e tão excitado que começo a bombar com bastante força, fico de pé para empurrar com mais força, estava penetrando o cu dela até o fundo, batendo minhas bolas na buceta dela, ela estava com a cabeça jogada para trás, os olhos e os punhos fechados, e com seus gemidos e gritos pedindo mais, isso deixa nós dois muito excitados. Eu paro de bombar um momento porque vou gozar, mas deixo meu pau todo dentro do cu dela, ela para de gritar mas continua gemendo e eu falo no ouvido dela:
—Vamos te foder nos dois buracos, se prepara!! Ela responde que sim balançando a cabeça. Meu parceiro, que estava do nosso lado, se vira para ficar debaixo dela, e sem tirar meu pau do cu dela, se enfia para penetrar ela pela buceta, nesse momento ela começa a gemer de novo, estamos os três muito excitados, e nós dois passamos a penetrar ela ao mesmo tempo pela buceta e pelo cu, marcando o ritmo alternadamente e com muita força, cada vez mais rápido.
Com a dupla penetração, a garota jovem grita tão alto que até o namorado dela e nossa parceira param de foder e vêm até nós, ele já tinha gozado no cu da nossa parceira e já estavam se comendo de novo para continuar, mas ele se surpreende com os gritos e nossa posição, percebe que são gritos de prazer, também fica muito tarado, vem e enfia o pau enorme dele na boca da namorada enquanto a fodemos, ela não consegue gritar com o pau enorme do namorado na boca, mas continua gemendo até gozar de novo em outro grande orgasmo que a deixa tão exausta que ela desaba em cima do meu parceiro, que Ela estava por baixo.
Ele empurra nós dois e tenta tirar nossos paus de dentro dela, não consegue falar com o pau do namorado na boca, a gente segura ela entre nós dois e continuamos fodendo ela pelos dois buracos até não aguentar mais e gozarmos, primeiro eu no cu dela, alguns segundos depois meu parceiro na buceta dela e ao mesmo tempo o namorado dela na boca, deixando ela coberta de porra na cara, e com mais porra escorrendo da buceta e do cu dela, ela tava toda melada.
Nossa parceira, ao ver ela, fala pra gente:
— Que brutos vocês são, olha como deixaram ela, toda arrebentada, coitadinha!!
E se aproxima dela, primeiro beija ela com muito cuidado na boca e quando vê que a garota não reclama, começa a lamber ela toda na cara, recolhendo a porra, e passa a beijar ela na boca, as duas garotas num beijo profundo com as bocas cheias da porra dos três, nossa garota continua descendo, beijando a novinha no pescoço, nos peitos dela, nos pezinhos pequenininhos, até chegar na buceta dela, e fala:
— Deixa comigo, vou limpar você todinha! E começa a lamber a buceta e o cu dela, recolhendo toda a porra que a gente tinha deixado dentro e em cima da buceta dela, a garota no começo ficou meio surpresa, mas na hora relaxou e começou a gemer de novo, deitada de costas, virada pra cima.
O garoto novo ficou tipo chapado vendo as duas mulheres, então a gente aproveitou pra ir pro lado dele, e começamos a chupar o pau dele entre nós dois, ele não reclama e deixa a gente passar a língua no pau dele, nas bolas dele e também deixa a gente lamber a bunda dele, sem reclamar nada. Dava pra ver que ele tava gostando, porque o pau começou a crescer de novo, enquanto nossa parceira sobe em cima da garota novinha tipo num 69 mas um pouco por cima, deixando a buceta dela bem em cima da boca da novinha, e fala:
— Vem, me limpa também, tô toda cheia da porra do teu namorado, prova!! A novinha hesita um segundo, mas levanta as mãos e acaricia as nádegas dela, abaixa a cu até ter a buceta ao alcance da boca dela, e começa a lamber a buceta da nossa colega, primeiro bem devagar, mas aos poucos vai gostando e enfia a cara inteira na buceta, lambendo de cima a baixo, desde o cu até o clitóris, recolhendo todo o sêmen que tinha ficado ali, e as duas gemem ao mesmo tempo.
O garoto jovem, ao ver elas naquele 69 tão intenso, fica ainda mais hipnotizado, momento que meu parceiro aproveita para se levantar e colocar o pênis ao alcance da boca do garoto. Eu chego perto do ouvido dele e falo pra ele provar aquele pau, que veio de dentro da buceta da namorada dele, pra ele provar. O garoto não diz nada, mas quando o pênis encosta no rosto dele, ele agarra e mete na boca, e começa a chupar. Ele tava fazendo bem errado, eu continuo falando no ouvido dele como fazer e ele vai melhorando porque meu parceiro começa a gemer, já com o pau duro. Nessa hora, eu coloco o garoto de quatro e começo a lamber o cu dele, sem parar de chupar as bolas e o pau dele. Ele também geme, então eu lubrifico um dedo e vou enfiando devagar no cu dele, enquanto chupo com força a cabeça do pau. O garoto geme mais forte e não reclama, nem para de chupar o pau do meu parceiro. Quando vejo que um dedo entra e sai bem, enfio dois dedos, ele também não reclama. Enfio três dedos e, mesmo se contorcendo um pouco, também não reclama. Quando vejo que entram e saem bem, faço um sinal pro meu parceiro: é hora de desvirginar aquele cu. Eu me afasto e ele fica atrás, vai esfregando a cabeça do pau em todo o cu. Eu volto pro lado dele e, enquanto coloco meu pau na boca dele, ele começa a empurrar. Entra um pouco mais e ele para de me chupar, fechou os olhos e geme, mas não diz nada. Meu parceiro dá o último empurrão e vejo que entra tudo. Nessa hora, o garoto grita e fala pra gente:
— Como dói, seus filhos da puta, não para, fode meu cu!
Eu fico muito excitado com essas palavras e enfio meu pau de novo na boca do garoto, ele já começava a Tava duro e enfiei de uma vez na garganta dele, segurando bem fundo. Enquanto isso, as minas ouviram e pararam o 69 delas, viram a cena e começaram a rir entre si. A namorada dele falou:
— Vai, aguenta, é um pau pequeno, eu já aguentei ele, agora é sua vez! Aí a nossa parceira completou:
— Vai chorar por essa piroquinha no seu cu? Aguenta e sofre o que você me fez sofrer!
As duas riram e se aproximaram da gente. Meu parceiro começou a bombar com ritmo no cu do moleque, devagar no começo, mas já tava num ritmo bom. Eu também comecei a foder a boca dele, deixando chegar até a garganta sem deixar ele falar nada, mas ele também não reclamava, só soltava gemidos no ritmo das estocadas no cu dele. Enquanto isso, as quatro mãos das minas ficaram acariciando nossas bolas, de um jeito que logo a gente não aguentou mais e gozou. Eu gozei no fundo da boca do cara e meu parceiro no cu dele. Deixamos ele com a boca e o cu cheios de porra. A mina mais nova veio na hora e deu um beijão nele, e os dois ficaram se lambendo, trocando o esperma na boca com as línguas. Parece que ela curtiu a brincadeira de compartir porra na boca.
Quando pararam, nossa parceira começou a fazer um boquete no moleque. A gente ficou meio surpreso que ele ainda queria mais, mas na hora ela explicou:
— Muito bem, machão, você mandou bem como um campeão. Viu como a gente fodeu sua mina de todos os jeitos sem ela reclamar, e você curtiu sua primeira porra na boca, e até aproveitou pra perder a virgindade do cu. Você merece um prêmio final.
Todo mundo ficou meio sem entender o que ela tava falando, mas ela completou:
— Antes, no jantar, você me contou em segredo as coisas que nunca fez e queria experimentar. A primeira era gozar na boca dela.
— Já viu que a porra não incomoda mais ela. Acho que você pode gozar na boca dela à vontade que ela vai aceitar de boa e ainda dividir com você!
A gente olhou pra mina. jovenzinha e vimos um sorriso safado confirmando isso.
- a segunda, provar o pau de outro homem, já tá claro que você provou e não desgostou, vocês vão poder compartilhar outros paus entre os dois sempre que quiserem!! E dessa vez os sorrisos maliciosos eram dos dois jovenzinhos se olhando.
- e a terceira e mais importante, você quer poder foder o cu da sua namorada, porque acha que nunca vai conseguir!! Pois não, você vai fazer agora!!
Nesse momento a garota jovem fez cara de susto e começou a negar com a cabeça, e dizia pra gente:
- não, não, isso não, o pau de vocês no meu cu não, por favor, embora na cara dela desse pra ver que no fundo queria experimentar. Nós três ao mesmo tempo a acalmamos, e falamos com calma,
- calma, a gente te ajuda pra tudo dar certo, já vai ver, você vai curtir pra caralho, vai ver! E enquanto isso, levamos ela pra cama, colocamos ela de quatro, eu fiquei debaixo dela e comecei a lamber a buceta dela devagar, enquanto nossa companheira continuava acariciando o pau do garoto e enchendo ele de lubrificante, e meu companheiro ia passando lubrificante no cu todo também.
A garota continuava reclamando e negando mas se deixava fazer, meu companheiro começou a enfiar um dedo, depois dois, depois três e a meter e tirar com muito cuidado, enquanto eu aumentava o ritmo da minha boca na buceta dela, ela tava ficando excitada porque já tava muito molhada, e vejo que ela tira os dedos dele e o garoto se aproxima colocando o pau na entrada do cu dela.
Meu companheiro diz:
- já sabe como fazer, igual a gente fez com você, devagar, com cuidado, com muito cuidado!
Vemos que ele empurra um pouco e deve ter entrado, porque a garota se agarrou na roupa de cama com força e soltou um gemido enorme, eu comecei a lamber muito forte o clitóris dela, e nossa companheira se aproximou da garota e começou a beijar ela, com muita doçura, enquanto acalmava ela com palavras suaves. O garoto começou a se mover pra frente e pra trás, eu continuei lambendo o clitóris, a garota jovenzinha se levantou um pouco e naquele momento pude apreciar a bunda dela, e o enorme pau entrando e saindo, bem pouco e bem devagar, mas ainda assim não conseguia acreditar como ela aguentava aquilo.
O ritmo da penetração foi aumentando e também a profundidade que ele tomava, a garota já não gemia nem dizia nada, mas ofegava com intensidade a cada estocada, até que pude ver claramente como o pau entrava todo até o fundo, momento em que seus ofegos se transformaram em gritos, quando o cara diz:
— Não aguento mais, vou gozar!! E a garota responde:
— Porco filho da puta, não goza no meu cu, quero todo o seu leite!!
Naquele momento ele tirou o pau do cu dela, levou até a boca dela e soltou todo o sêmen na cara dela, mas principalmente na boca, ela se lambe com a língua e ele se abaixa para beijá-la e compartilhar o leite de novo nas bocas deles. Enquanto eu via como tinha ficado o cu dela, já não tinha mais nenhum vestígio daquele buraquinho virgem que eu tinha começado a lamber no começo da noite. Nós três nos levantamos e ficamos sorrindo entre nós, enquanto os dois jovens trocavam putarias baixinho entre beijos:
— Seu filho da puta, como dói, você destruiu meu cu, vai pagar
— Sim, você é uma puta promíscua, olha como você gostou
— Sim, seu mariconzinho, você também, já vai ver quando eu te foder com um consolo bem grande
— Sim, minha puta, e quantas vezes vou encher sua boca com meu leite quente
— Muito bem, meu porquinho, e eu vou devolver tudo na sua boca pra você saborear comigo
Nós nos olhamos entre nós, a verdade é que a gente queria pervertê-los, mas a realidade foi muito além da nossa imaginação mais promíscua. Naquela noite ficamos os cinco largados na cama, nem sabíamos direito como cabíamos, porque mal dava pra três, mas acabamos exaustos e doloridos por igual, com nossas mãos e bocas procurando algum lugar pra acariciar ou lamber, sem importar onde, só posso dizer que acordei de barriga pra cima, com a nossa... companheira por cima de mim e a buceta dela na minha boca, e ela com outro pau na boca dela, e ao mesmo tempo uma mão num pezinho da novinha, e minha outra mão tocando o pauzão do novinho, e assim todo o resto...
O melhor fim de semana de toda a minha vida.
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