Eli 1. Meu despertar sexual

Uma jovenzinha praticamente perde a virgindade de novo durante umas férias onde, a partir de um pequeno incidente, começa a conhecer e aprender o que é a sexualidade e seus prazeres praticamente do zero. Três bons senhores se oferecem para ensiná-la com muito prazer. Olá a todos: meu nome é Elizabeth, de agora em diante serei Eli. Tenho 22 anos. Há um tempo venho lendo os relatos de muitos de vocês. Com eles aprendi e imaginei coisas. Então decidi tentar escrever minhas próprias histórias. Fiz isso e agora quero compartilhá-las com todos vocês, para que, assim como eu, aprendam, imaginem e se divirtam como eu com as de vocês. Obrigado por lerem e adoraria trocar ideias com quem gostar dos meus relatos. elizabethx69@hotmail.com Meu despertar sexual na ilha dos três paus Essa história fez com que, aos meus 20 anos, minha vida mudasse pra caralho. Falo assim porque, apesar de ser uma garota moderna e descolada, nunca me entreguei aos prazeres do sexo, nem participei de excessos sexuais antes do que vou contar agora. Tive vários namorados desde os 17. Praticamente, tive minha primeira relação com um homem aos 19. Sei que pra alguns é uma idade tardia pra perder a virgindade, mas era assim que eu era. Depois tive vários namorados e com todos transei, mas nada de estranho, até que decidi ir com meus pais para uma ilha do Caribe passar férias... Aquela era uma noite muito linda. Cheia de estrelas, mas sem lua. Deixei meus pais no meio do show de reggae perto do hotel. Fui caminhar um pouco pela ilha. Fiz isso convencida de que ia curtir a paisagem e o clima. Sou magra, de pele morena, cabelo preto – usava tranças –, tenho peitos grandes por causa da academia e pernas finas mas torneadas, tenho olhos cor de mel, e, sinceramente, me acho muito gostosa! Naquela noite, estava usando uma saia de tecido indiano comprida e um top tipo biquíni. As tranças iam dos dois lados da minha cabeça. Caminhei por um bom tempo. Fiz isso por A rua dos hotéis, onde tinha muita farra. Uns caras me falavam umas coisas quando eu passava. Passei do lado da praia e caminhei pela beirada por vários minutos. Encontrei um tronco de onde dava pra ver a paisagem do mar e as estrelas. Sentei. Tava uma brisa gostosa. Fiquei lá uns minutos. Passou um casal que sentou a uns metros de mim. Tavam meio bêbados. Começaram a fazer amor. Eu fiquei muito sem graça com os gemidos e os barulhos. Quis ir embora, mas bem na hora, a mina reclamou e saiu correndo do lugar. Vi ela sumir pelas ruas lá longe. Fiquei assustada de ver ela indo embora, e muito mais quando o cara se aproximou de mim. — Por que as mulheres são assim? — ele perguntou enquanto fechava a calça. Eu fiquei paralisada. — Não me ouviu?... Você fala espanhol ou inglês? — Falo espanhol... Como é que disse? — Por que vocês, mulheres, são assim? — Não tô entendendo. — Ora, dizem uma coisa e fazem outra. Olha a Vanesa. Conheci ela umas horas atrás, tomamos uns drinks, ela me contou dos fracassos amorosos dela, me pediu pra vir pra cá e acabou de sair correndo porque comecei a tocar nela... — ele falava enquanto acendia um cigarro. Enquanto fazia isso, pude ver ele com calma. Devia ter uns 35 anos. Era moreno. Muito forte. Alto. Tava de short com zíper e botões, uma camiseta de marca e botas caras de esporte. — Sei lá — respondi — talvez ela te chamou pra ver a paisagem e você passou dos limites... — Ele sorriu. Deu uma olhada na paisagem. — É bem gostosa mesmo. Mas ela não me chamou pra cá só pra ver as estrelas, a não ser que eu fizesse ela ver estrelas... — ele riu. Eu ia rir também, mas me segurei. — E você gosta de ver as estrelas ou de "ver estrelas"? — ele perguntou, dando uma tragada no cigarro. Eu fiquei sem graça e tentei me levantar pra ir embora. — Já vai?... — Sim, acho que já é tarde. — Não vai me responder? — Acho que não... — levantei e comecei a andar. Deveria responder à pergunta educada de um cavalheiro! — ele gritou pra mim. Eu parei de fugir. Virei e dei um sorriso pra ele. Voltei até onde o homem estava parado. — Adoro ver as estrelas, de um jeito ou de outro... Ok? — — Vejo que você é uma moça educada... adoro uma mulher educada — o cara falava com uma calma assustadora. Dava tragadas no cigarro e me olhava nos olhos. — — Obrigada, pelo elogio de educada. Agora, com sua licença, preciso voltar. — Ele jogou o cigarro de lado. Me deu uma olhada de cima a baixo que foi como se me despisse. Me percorreu centímetro por centímetro com os olhos. — — Precisa mesmo ir? — Hesitei em responder. — — Na verdade, não preciso ir, mas acho que seria a melhor ideia... — — Isso é exatamente o que te perguntei no começo: por que vocês, mulheres, são assim? — — Não te entendo. — — Você me entende bem. Sabe que aqui pode rolar de tudo. Coisas que vocês tão imaginando, mas na hora de encarar, vazam... Certo ou não? — Fiquei olhando pra ele. Fiz uma careta de indiferença e quis responder, mas algo me segurou. Olhei pra ele com atenção. Eu tava gostando daquele cara. Com a pele dourada pelo sol e as pernas fortes, além do olhar investigativo e sexual. — — Moça?... Tá me ouvindo? — ele disse me tirando dos meus pensamentos. — — Sim, sim, te ouvi... me desculpa, é que eu tava pensando em... — — Em como seria uma hora de sexo comigo — ele me interrompeu com essa frase. Olhei pra ele com raiva. — — Eu sei o que uma mulher como você pensa a essa hora da noite. Sei que deve estar sozinha nesta ilha, porque a essa hora e acompanhada, era pra estar tomando uma boa surra de pau num quarto confortável de hotel. — Fiquei paralisada. O cara acendeu um novo cigarro. — — Além disso, você tá gostosa pra caralho com esse vestido, essas tranças e esse corpo. Pra andar sozinha numa praia nessa ilha. E se tá sozinha, vai pensar em todas as possibilidades de sexo. Aquelas que você não conseguiu Satisfazer por medo, por timidez ou porque nenhum homem deu em cima dela. E não pode faltar o garçom, turista ou vendedor que já tenha dito alguma besteira pra ela na rua. Certo? E por favor, me responda.

— Eu estava abalada com o "psicólogo" que tinha na minha frente. Ele tinha adivinhado todos os meus sentimentos naquela ilha. Olhei pra ele. Me aproximei o suficiente pra tirar o cigarro dele e dar uma tragada. — A verdade... estou sozinha sim; com meus pais de férias; o senhor tem razão, já passou de uma dúzia de homens que me falaram coisas enquanto eu passava. E tem razão em dizer que a essa hora eu deveria estar numa cama boa recebendo o que tanto desejo.

Ele me olhou e tirou o cigarro da minha mão. Deu uma tragada. Jogou fora. — Na falta de uma cama, a areia serve bem. — Me pegou pela cintura e me beijou com força. Eu respondi. Ele tocava minhas pernas e minha bunda. Comecei a passar a mão naqueles braços enormes que ele tinha. Levantou o biquíni e tocou meus peitões, que já estavam durinhos de tesão. Eu estava em outro mundo! Me jogou na areia, beijando meus seios como se fossem os últimos da vida dele. Enfiou a mão por baixo da minha saia e enterrou os dedos na minha buceta molhada até não poder mais. — A senhorita tá bem molhadinha. — Lambeu os dedos, saboreando. Aquilo me deixou a mil. Tirei a camiseta dele, passando a mão no peitoral forte. Na hora vi a pica enorme que tava durona debaixo da calça. Desabotoei e fiquei chocada com o que vi: um pau gigantesco. O tamanho me assustou. Tirei o short dele de uma vez. Ele, por sua vez, tava levantando minha saia e tirando minha calcinha. Tudo foi muito rápido e apaixonado. Já tava deitada na areia com o pau daquele cara me atravessando enquanto ele se apoiava nas minhas pernas abertas. Metia forte. Eu não parava de gemer e passar a mão nas pernas dele. — É isso que você tanto queria desde que chegou? Já tava na hora de alguém te comer... — o homem falava enquanto me fodia com toda força... — Nem sei seu nome e já tô te penetrando. Será que... que você é uma puta?... - eu não queria responder. Tava totalmente concentrada em gozar pra poder falar. - - Ficou muda? Então você não vai falar nunca mais depois do que eu vou fazer com você... - sem tirar a pika, ele colocou as pernas dos lados dos meus quadris e sentou nelas. Assim a pika dele me martelava. Eu já não aguentava mais de tesão. Ele começou a enfiar o pau e eu sentia até o útero. Aquela dose de sexo eu nunca tinha tido nem imaginado. Meu orgasmo tava a um pirocada de distância. - - Mete tudo, me dá, me dá... - comecei a falar quase gritando. - - Não ficou muda não. Que delícia. - então ele levantou. Eu tava morrendo. - - Não para agora... - falei com uma cara de safada que ele mesmo viu. - - Calma, minha menina, que já volto. Ele se abaixou e me virou. Fiquei de quatro. Senti que ele tentava me comer pelo cu e eu sentei na hora. - - Não, eu nunca dou por aí... - - Melhor ainda. Até agora nunca desvirguei nenhuma na praia... - ele falou com um sorrisão. Me fez ficar de quatro de novo. Eu tava muito assustada. Aí o homem começou a beijar meu buraquinho e a tocar minhas costas e peitos. Logo eu tava muito excitada. Ele continuou o tratamento enquanto aproximava o pauzão. De repente senti na entrada. Gritei. Ele parou. Encheu o pau de cuspe e enfiou de novo. Dessa vez entrou a ponta. - - Doeu a pontinha? - - Não muito... - Então ele avançou. Foi enfiando aos poucos até ficar tudo dentro. Eu sentia de tudo. E foi aí que ele começou a meter e tirar a pika. Me atravessava com força. Me segurou pelos quadris e me puxava contra o pau dele. Com as bolas batia nos meus lábios. Ele começou a gemer de tão bom que tava. Eu tava no paraíso sentindo aquela pika dentro. - - Imaginou essa surra nas suas férias? - - Não, não... - - Pois agora tá ao vivo e a cores. - Ele me perfurava cada vez mais com o pau enorme até que senti todo o líquido dele enchendo por dentro de mim. bum ex-virgem. Ele deu um grito de satisfação ao gozar dentro de mim. — Que delícia, amor... — Ele tirou o monstro da minha caverna e me olhou com luxúria. — Você gostou? — Eu balancei a cabeça que sim. Então vi o pau dele ficar enorme de novo. — Ainda não terminamos, mocinha. — Ele se aproximou e me ofereceu o pau. Eu, que estava de joelhos, coloquei na boca e comecei a chupar ele de um jeito que nunca imaginei. Ele estava feliz. Depois de um tempo, ele gozou no meu rosto. Nós deitamos nus na areia por um bom tempo. Conversamos sobre várias coisas. Entramos no mar e nadamos um pouco, e antes de eu ir embora, ele me comeu de novo, dessa vez dentro d'água. Foi uma experiência magnífica. No dia seguinte, acordei feliz. Meus pais estavam convencidos de que eu tinha passado a noite no show me divertindo até tarde. Isso me deixou com muito tesão. Meu homem de 35 anos me deu o número do quarto de hotel dele para eu ir à tarde. Inventei uma desculpa e fui para lá. Até aquele momento, eu nunca tinha pensado um minuto sequer sobre como tinha sido minha vida sexual até então. Agora, pensando bem: definitivamente nunca tinha transado com um homem como aquele, nunca tinha ficado com um cara que não conhecia, e muito menos tinha sido desvirginada pelo cu como ele fez. Eu não sabia o nome dele, mas lembrava das mãos dele por todo o meu corpo, do pau dele dentro de mim e da voz de homem mais velho me mandando fazer o quê. Desde aquela noite, decidi que era aquilo que eu procurava. Não me importava se ia arrumar um namorado ou não, só queria que me fizessem daquele jeito, queria sentir aquilo. Bati na porta e ele abriu. Na hora me beijou. Ele estava só de cueca boxer. Agora, de dia, dava pra ver o corpo bem definido dele. Forte e atlético. Eu estava de mini saia bem curta e blusa curta, além de sandálias altas. Ele me jogou na cama e começou a me beijar. — Essa tarde você vai conhecer tudo o que perdeu nesses anos. Vou te colocar em ordem com o nosso tempo. — Sem mais, ele tirou minha roupa. Me sentou na cama. e me ofereceu o pau dele. Chupei ele com o maior prazer do mundo. Depois de um tempo, ele parou. Se abaixou e me deu uma chupada na minha buceta, como nunca tinham me dado. Tive vários orgasmos ao mesmo tempo. Depois ele montou em mim. Me fodeu com toda a fúria. Dessa vez, não parava de me olhar com minhas pernas abertas e meus peitos balançando no ritmo das suas estocadas. Parou e me fez cavalgar no pau maravilhoso dele. Quis parar, mas eu não queria. Então, de castigo, me colocou de quatro e me penetrou com fúria. Ele estava me enrabando lindamente quando alguém entrou no quarto. Fiquei paralisada ao ver dois homens entrarem. Ambos olharam a cena: meu homem de 35 enfiando o pau no cu de uma garota de quatro. Os homens entraram. — Que pena, velho. Não sabia que você tava ocupadinho. Meu homem, com o pau enfiado no meu cu, cumprimentou eles com a mão. Tentei me soltar, mas ele me apertou contra o corpo pra eu não me mexer. — Fica tranquila que esses são amigos e tão aqui pra te ajudar a ficar por dentro dos tempos. Certo, rapaziada? — Claro, minha princesa... — disse o primeiro, um homem branco de uns 45 anos, magro. Tava sem camisa e dava pra ver uma tatuagem de cobra no peito dele. O outro mal me olhava com luxúria. Era um negro magro, mas forte. Tinha o cabelo em tranças. — Olha, esses senhores e eu vamos te ensinar um monte de coisas, então seja boazinha e se deixa ensinar. — Meu homem de 35 disse enquanto começava a meter e tirar o pau de novo. Eu não parava de olhar pros dois homens enquanto eles tiravam a roupa, sem desviar o olhar da cena. Quando os dois estavam pelados e com os paus subindo como fogos, meu homem tirou o pau de mim. — Olha, ele é o Arturo, e esse negro é o Mohad. Nós três vamos te foder essa tarde. Ok? Não se assusta. Só aproveita. Ontem à noite você me contou tudo sobre seus fracassos e que comigo sentiu a glória, então pronto. Agora você vai sentir três glórias! — Então Arturo, o da tatuagem, se colocou na minha frente, me oferecendo o pau comprido dele. como ele. Eu a empurrei de lado. Ele me pegou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca. Me puxava e me fazia chupar a rola dele. Eu comecei a fazer. Era excitante ver aquele músculo crescendo cada vez mais dentro da minha boca. Dei um boquete como se fosse pro meu homem de 35. Arturo tá ficando com tesão. Aí o negão se colocou por trás. Fez o Arturo parar pra enfiar o pau dele no meu cu. Fez isso de uma só vez. A rola do Mohad era tão grande quanto a do meu homem, mas mais grossa. Ele me segurou pelos quadris e começou a meter com força bruta. — Tá gostando? — meu homem perguntou. Eu não conseguia responder com o pau do Arturo na minha boca. O cara da tatuagem não parava de segurar minha cabeça. — Isso, sua puta, continua chupando que é pra isso que você tá aqui... com essa de tímida... aqui a gente tira isso de você... isso, isso, assim, assim... — Que cu delicioso que você arrumou! — o negão falava enquanto me penetrava. Logo os dois homens pararam. Trocaram de posição. Arturo ficou por cima de mim e começou a me foder. Meu homem e o Mohad serviram uns drinks e ficaram apreciando a cena. Eu só via a tatuagem passando na minha cara, porque o Arturo era muito alto. Ele tava metendo com tudo que tinha. O pau dele era compridíssimo. Ele parou e se ajeitou melhor. Me segurou pelos tornozelos, levantando eles. Aí começou a meter e tirar o pau. Ele tava feliz olhando minha cara de safada enquanto me penetrava devagar. Então parou. — Essa puta é muito gostosa. Vai, negão. — O Mohad veio pra cima de mim e me penetrou na hora. O negão tava me atravessando com a vara dele a todo vapor. Ele se apoiava nos meus peitos pra meter com tudo. Depois de um tempo, parou. Fez eu montar nele e cavalgar, e eu fiz. Num segundo, o Arturo tava por cima de mim e enfiou no meu cu. Ali estava eu, que nunca tinha passado de uma posição sexual, sendo penetrada por dois paus enormes que se moviam num ritmo violentíssimo. Logo gozei várias vezes. A dupla dinâmica trocou de lugar. Agora era o pau do Mohad que martelava meu Cu. Os dois gozaram quase ao mesmo tempo dentro de mim. Levantaram-se. Eu quis ir ao banheiro. Meu homem me levou e parou na minha frente. — Gostou, ou mando eles irem embora? — Você acha que sabe tudo o que eu quero?... Isso pode ser chamado de estupro! — falei brava. — Estupro? Mas se eu vi sua cara enquanto dois paus te perfuravam, você tava no céu! — Urinei e entrei no chuveiro. Me lavei toda. A porra dos dois homens escorria pelas minhas pernas. Saí pra pegar minha roupa. Lá estavam os três de pau duro. — Você ainda não vai não. Ainda tem muita porra pra você. — disse o cara da tatuagem. Tentei sair do quarto, mas o negão me segurou. Me agarrou pela cintura e me jogou na cama. — Chega, chega, não quero mais... por favor... — implorei chorando. Arturo veio até mim. — Não chora, bebê, não é questão de te forçar a nada. Só que ainda temos umas gozadas pra você antes de voltar pra sua cidade. Se não quiser, a gente vai embora. — O homem falou com uma sinceridade enorme. Li nos olhos dele. Começou a me acariciar e tocar meu rosto. Secou minhas lágrimas com a língua. Peguei o pau dele e comecei a masturbar. Ele sentou do meu lado enquanto eu batia uma pra ele. Me inclinei um pouco e meti na boca. Chupei com gosto. Ele segurava minha cabeça e falava. — Assim, minha menina, assim, muito bem, muito bem... lá talvez você não encontre outro pau assim... isso, isso... — Mohad se aproximou também e me ofereceu o pau dele. Olhei pra ele e comecei a masturbar também. Meu homem chegou até nós e eu meti o pinto dele na boca. Bati uma pros dois enquanto chupava o do meu homem. Tava feliz. — Quero que me metem agora mesmo. Arturo me colocou de quatro e meteu até o útero. Enquanto chupava o pau do Mohad e batia uma pro meu homem. Depois montei no pau do Mohad enquanto chupava o do meu homem e batia uma pro cara da tatuagem. Os três estavam prestes a gozar quando parei de me mexer. — Quero que me fodam e Gozem. Cada um na sua vez. Quero ficar cheia de porra antes de sair dessa ilha! – Os três ficaram com uma cara de tesão do caralho. E começou o Mohad. Me comeu com gosto e gozou rapidinho. O Arturo me colocou de quatro e se esbaldou na minha buceta. Não parava de dar tapas na minha bunda. Depois foi a vez do meu homem. Me comeu por frente, por trás, com uma raiva impressionante. Em alguns momentos, quase desmaiei de tanto tesão e dos orgasmos múltiplos graças àquela pica poderosa dele. Quando ele estava prestes a soltar o leite, parou, se colocou em cima de mim e começou a se masturbar na minha cara, jogando a porra toda em mim. Os outros dois caras, que assistiram àquela foda de cinema, já estavam se punhetando, então subiram na cama e me banharam de porra por todo lado. Fui pro banheiro. Me despedi de cada um com um beijo. Pro meu homem de 35, falei: "Valeu por esses dois dias, nunca vou esquecer. Nem essa pica enorme também." Saí do quarto dele e fui pro hotel. Naquela noite, voltávamos pra minha cidade. Depois daquela viagem maravilhosa, entendi que o sexo era uma das partes vitais da existência humana; principalmente da minha! Comecei assim uma busca pelos prazeres do sexo que espero continuar pra alcançar todas as minhas metas em todos os níveis. É assim que vos deixo, esperando que leiam outras das minhas histórias. Onde me entrego de corpo e alma pra sentir tudo que o sexo me dá e eu possa dar.

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