Recuerdos 1: Caliente en el transporte publico 🔥

Oi, como vocês estão? Nunca fiz isso antes, então me perdoem se não sou a melhor contando histórias, hehe. Mas gostaria de começar a contar alguns acontecimentos reais que aconteceram comigo pessoalmente, e também tenho algumas histórias fictícias que gosto de escrever no meu tempo livre. Vou postar essas aos poucos. Sem mais delongas, vou começar a contar essa história (troquei os nomes por motivos óbvios 🤭).


Naquela época eu tinha 18 anos, estava fazendo o CBC, quem já fez sabe que é muito difícil e mais ainda se você não tem grupos de estudo. Naquele momento, havíamos combinado com uns rapazes e moças de ir na casa da Juana, que ficava perto da faculdade, para estudar para as provas. Naquele grupo estava o Tomás, um dos caras com quem eu estava "ficando" na época. Ele era muito gato, alto, educado, enfim, tudo que eu gostava num homem, mas tinha um pequeno defeito: na intimidade não era lá essas coisas, sabe? Às vezes ele não conseguia ficar duro por causa dos nervos, e outras vezes gozava muito rápido. Isso não me incomodou no começo, e deixei esse "problema" para o futuro, mas depois de alguns meses eu estava a mil, não aguentava mais de tanta tesão.
O dia que a gente marcou de se encontrar foi uma sexta, fomos todos e claro que o Tomás foi meu "algo", vamos chamar assim né kkkk.
Quando terminamos o dia de estudos já era tarde da noite e ele me acompanhou até o ponto de ônibus. Enquanto esperávamos o ônibus, claro, começamos a nos beijar e tudo foi esquentando muito rápido. Ele me agarrava pelas costas e beijava meu pescoço, coisa que me deixa a mil, até que perguntei se ele topava ir pra casa dele continuar lá. Mas ele cortou o barato dizendo que no dia seguinte tinha que acordar cedo pra sair com os amigos pra não sei onde – a essa altura nem lembro mais, porque xinguei ele mentalmente em cinco idiomas por me deixar assim. Olhei pra ele com cara de "Ah, ok". Pra minha sorte, nessa hora o ônibus já estava chegando no ponto e eu subi sem me despedir, porque estava furiosa de todos os jeitos.
 Pro motorista, eu falei até onde ia e fui lá pro fundão do ônibus. Só tinha um casal no meio, bem na deles, mas quando passei perto, a mina deu uma cotada no namorado porque ele ficou me encarando. Eu tava de legging roxa que destacava muito minha bunda e uma camiseta curtinha sem sutiã, simples mas sexy. Eu sabia disso e sempre gostei quando me olham assim ou se viram pra me ver, hehe. Sentei perto da janela e me senti muito cansada, o dia inteiro pesou em mim. Ainda tinha um bom trecho de ônibus e um metrô pra chegar em casa. Nessa hora, senti algo escorrendo entre minhas pernas, um fluxo bem grosso. Minha "coisinha" tinha me deixado muito excitada e eu não conseguia esperar chegar em casa pra me tocar com meu dildo que guardo pra esses casos. Mas como não tinha ninguém perto e ninguém subiu nas próximas paradas, meti minha mão com cuidado dentro da legging e comecei a esfregar meu clitóris por cima do meu fio dental. Isso tava me dando muito mais prazer do que o normal, não sei se era porque tava me tocando num ônibus ou o tesão de alguém me ver, aquela adrenalina que a gente sente nesses momentos. Tava pensando em como eu precisava de um pau pra me destruir ali mesmo, se fosse preciso. Fiquei tão viajando nos meus pensamentos que quase perdi minha parada, mas por sorte consegui descer.
Indo pro metrô, pensei que seria uma viagem rápida porque já eram quase 23h (quando saem os últimos trens até o dia seguinte), mas me deparei com uma cena estranhamente cheia de gente. Parecia que tinha acabado um show ou algo do tipo. Cheguei na plataforma pra esperar o metrô e, quando ele chegou, todo mundo tentou entrar ao mesmo tempo e ficamos apertados como sardinhas. No meu caso, fiquei encostada na porta, já que por ser baixinha fui uma das últimas a entrar.

Atrás de mim tinha um grupo de caras que tinha ido ao show, dava pra ouvir eles conversando sobre isso, como tinham bebido, etc., coisas típicas. Eu estava absorta nos meus pensamentos, então não dei muita importância. Até que o metrô começou a se mover e foi quando senti que um deles se posicionou atrás de mim pra segurar na barra, mas claramente usou isso como desculpa pra se encostar em mim. Os amigos, vendo aquilo, fizeram uma espécie de círculo em volta da gente e tamparam o que começou a acontecer ali. Em outro contexto, muito provavelmente teria me virado ou saído dali, mas estava muito excitada e, a cada movimento do metrô, sentia ele se encostando mais e o pau dele crescendo. Por minha parte, inconscientemente comecei a mexer minha bunda, provocando um pouco, até que sinto ele me abraçar por trás e, disfarçadamente, mete a mão dentro do meu legging. Quando ele puxa minha calcinha e toca diretamente minha buceta, percebe o quanto eu estava molhada. Ele sussurra no meu ouvido: "Que molhadinha, sua putinha". Isso acelerou muito meu coração e me deu uma adrenalina misturada com prazer que nunca tinha experimentado até então. Os dedos dele continuaram brincando com minha buceta até que foi metendo primeiro um e depois outro. Eu estava voando de prazer.

Por sorte, nas estações seguintes ninguém subiu nem desceu, já que não tinha espaço nem pra mais um alfinete. Comecei a apalpar o pau dele por cima do jeans e dava pra notar um volume considerável. Abaixei o zíper e meti minha mão, procurando aquilo que tanto queria tocar, e me deparei com algo bem grande. Não conseguiria descrever, já que não dava pra... Virar só dava pra sentir aquela rola grossa pulsando na minha mão. Tirei ela pra conseguir manobrar melhor e comecei a masturbar ele devagar, dava pra ver que ele tava gostando porque a pica dele não parava de dar aqueles pulinhos, sabe? haha e ela ficava cada vez mais quente na minha mão. Tava tão excitada que tive um pequeno orgasmo, e ele percebeu porque eu me curvei um pouco pra frente e ele sussurrou no meu ouvido: "Já gozou, putinha? Quanta porra, rainha, adoro" coisas assim. Quando ele tirou a mão, minha leggings tava toda molhada na região da buceta, como se tivessem jogado um copo d'água, dava pra ver que tava encharcada. No ouvido, ele sussurrou de novo: "Acelera, mami, que o leite tá vindo". Não sei por que obedeci, mas comecei a masturbar ele mais rápido contra minha bunda até sentir um jato quente nas minhas costas, escorrendo até a leggings, e outros jatos mais "tranquilos" que não chegaram nas costas, mas atingiram minha bunda por cima da leggings. Quando ele terminou de jorrar tudo, guardou a rola e me disse no ouvido de novo: "Você tem potencial de puta, garota". Eu tava muito extasiada, sem entender muito o que aconteceu, mas uma coisa foi certa: gostei. Peguei um moletom que tinha na mochila e amarrei na cintura pra disfarçar os jatos de porra que tinha na bunda e meu próprio mel até chegar em casa, já que faltavam duas estações pra descer.



Foi curtinho, mas espero que tenham gostado e me digam o que acharam, vou ler vocês nos comentários. Se chegaram até o final, não hesitem em deixar seus pontos!❤️

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