Me cogí a la madre luego a su hija 8

Depois daquela puta preliminar, a buceta da Camí tava no alcance da minha língua e, apesar da luz fraca, dava pra ver como ela brilhava de tão molhada que tava. Da minha posição, dava pra ouvir, sentir os batimentos acelerados da Camí... Ela tava nervosa, mas putamente excitada. Comecei a beijar suavemente os lados da buceta dela e, com o primeiro beijo, senti um gemido baixinho da Camí, um gemido tão suave mas intenso ao mesmo tempo, e continuei a contornar toda aquela buceta, passando minha língua, a pontinha da minha língua, pelos lados daqueles lábios maiores fininhos e, do calor que tava, dava pra saborear os sucos dela, meio ácidos mas gostosos. Camí só gemia e, entre os dentes, me dizia 'ai que gostoso, eu gosto'. Assim continuei até que penetrei ela com minha língua e aí ela soltou um gemido forte e prazeroso. Me surpreendi ao sentir a buceta dela apertada até pra minha língua, mas continuei metendo e tirando a língua, mexendo em círculos na entrada daquela buceta tão molhada e apertada... Nada a ver com a buceta super aberta da mãe dela. Fiquei assim um bom tempo até que ela inundou minha boca com os fluidos dela. Camí teve um orgasmo tão intenso mas silencioso que as pernas dela tremeram e ela dessa vez ficou rendida. Ao perceber isso, não ia continuar com mais preliminar, já que a Camí não aguentava mais de prazer, então me levantei e me aproximei do ouvido dela e falei: "Camí, agora você vai ser minha, vou te fazer o amor como nunca fizeram". Aí ela sussurrou: "Me come, me come do jeito que você sabe fazer amor". Então, sem mais, coloquei a camisinha e me preparei pra penetrar ela. De novo me surpreendi ao notar certa dificuldade pra penetrar ela, obviamente na mãe dela entrava fácil pelos quilômetros rodados, isso me fez pensar que a Camí tinha poucos quilômetros, supus que virgem não era, mas me concentrei de novo e, mesmo custando, penetrei ela e ela soltou um gemido de dor e as expressões doces dela denotavam certa dor, mas por estar tão molhada, pude ir comendo ela suavemente primeiro e, quando vi que já tava de boa aproveitando, comecei a bombar mais forte e rápido, e os gemidos de dor dela foram se transformando em gemidos de prazer. Camí mordia os lábios, cravava as unhas nas minhas costas e pedia mais. Então continuei metendo forte e pedi pra ela tocar os peitos dela. Aí Camí disse: "assim, meu love? É assim que você gosta que eu me toque? Me fazer sua, me ensinar a foder?" Quando ouvi isso, a doçura acabou. Levantei ela e comecei a comer ela de pé. Ela me abraçou com as pernas e começou a soltar gemidos de dor pela penetrada tão profunda, mas também gemidos de prazer: "ai, ai, que gostoso, ai meu love, ah!!!" E expressões assim saíram da boca dela. Gemidos que eu nunca tinha ouvido, isso me deixou mais a mil. Continuei bombando mais um tempo. Depois, com ela abraçada em mim, fui até a sacada do hotel. Camí disse: "pra onde você tá me levando?" E eu falei: "pra te comer como ninguém te comeu". Então abaixei ela, coloquei ela de frente pra aquela praça, fiquei por trás e penetrei aquela pussy dela. De novo, custei a meter. E comecei a comer ela assim. Ela só dizia: "love, que gostoso, adoro, mas podem nos ver... para, não continua, vão nos ver". Eu não parei, continuei bombando. "Ai love, não para, continua que eu adoro". Então eu falei: "você não queria que eu parasse pra não sermos vistos?" E ela respondeu: "não me importo, que vejam como você me come, que vejam como você me faz sua". Aumentei o ritmo e os gemidos dela aumentaram até que ela praticamente desmaiou, e eu enchi aquela pussy. Peguei ela nos braços e fui deitar ela. Depois tirei a camisinha e me deitei ao lado dela. Camí já tava profundamente dormindo e eu, apesar de tudo, ainda tava com um tesão que queria comer ela de novo, mas decidi deixar ela dormir. Enquanto isso, fiquei pensando e lembrando daqueles gemidos tão suaves e doces e da pussy tão apertada dela, enquanto admirava a beleza dessa garota. Finalmente, finalmente consegui comer ela e finalmente realizei uma das minhas fantasias: comer a mãe e a filha. Continua.

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