Imágenes imborrables

Imagens como a cara do meu pai quando eu mostrei pro Rana a surpresa que eu tinha preparado nunca vão sair da minha cabeça. Naquela tarde-noite, depois de comer a Lu e encher a buceta dela de porra, meu pai tinha entrado de novo num transe. Eles ficaram uns segundos dentro da Lu os dois e quando saíram meu pai me olhou fixo e disse:
Papai: "Agora mostra pro Rana como você limpa ela todinha"
Rana: "Deixa ver. Deixa ver como você limpa, puto de merda"
Meu pai me pegou por trás e empurrou minha cabeça pra buceta da Lu, que tinha as pernas abertas e um cheiro de pau incrível. Juro que não estava curtindo o momento. Não porque fosse feio, mas porque o Rana realmente tirava o pior de mim. Ele era mais forte que eu. Eu olhava pra ele e tinha vontade de bater nele. E juro que se eu batesse, matava, porque ele é um baita de um otário. Talvez vocês pensem que o otário sou eu, mas se vissem o Rana entenderiam do que eu tô falando. Cara com mais cara de otário e mais feio que o Rana, não sei se vi na minha vida. Mas não sei porque comecei a chupar a buceta da Lu todinha. O cheiro era impressionante. O gosto também, óbvio, mas o cheiro era terrível. Era uma mistura de cheiros. Não sei se era um cheiro feio, mas era um cheiro de morbidez terrível, não sei como explicar.
Lu: "Assim, corno, siim assim. Me deixa bem limpinha e mostra pro Rana como você engole tudinho"
Papai: "Olha, bicho. Olha como ele limpa e como engole tudo agora haha"
Rana: "Bem putinha, bem. Deixa ela bem limpinha, putinha, que agora a gente vai sujar de novo"
Lu: "Bem limpinha, corno, deixa ela, ouviu? Bem limpinha"
Terminei de chupar tudo e tirei a cabeça.
Papai: "Engole tudinho agora e mostra pro Rana. Vai, você adora"
Rana: "Engole, putinha, engole tudinho, vai, putinha"
E não sei porque, mas acho que já estava num nível de morbidez terrível, que engoli tudo.
Lu: "Como obedece meu corno, como engole tudinho meu corno preferido"
Papai: "Gostou, bicho? Gostou como a gente come sua namorada?"
Rana: "Fala pra ela ficar de quatro e Enfia um dedo no cu dela" olhando fixo pra Lu Lu: "vira de costas, corno, fica de quatro, me mostra essa raba. Abre com as mãos" com cara de puta sádica do caralho. Nunca pensei que a Rana ia pedir uma coisa dessas. Achei que ela ia só me comer e me xingar, só isso, mas não. E também não pensei que a Lu ia entrar na onda, muito menos meu pai. Fiquei parado olhando pra Lu implorando com os olhos pra ela não fazer, mas ao mesmo tempo sem fazer nada pra impedir. Pai: "ouviu, viado? Fica de quatro e abre essa bunda, vai" e me joga na cama Rana: "isso amigo, isso! Castiga ele por puto. Um baita de um puto que te saiu, seu brother. Castiga ele, viado" Lu: "era isso que você queria, corno, hein. Queria que eu enfiasse um dedo no seu cu? Além de corno, promíscuo também?" E chupa o dedo indicador e manda ele no meu cu Pai: "olha como esse dedo entrou, seu baita de um viado. Desde quando você é tão puto, filho?" me encarando. Com cara de nojo pra mim. Rana: "ele sempre foi promíscuo, seu filho, amigo. Era óbvio, se nunca se viu ele com nenhuma gatinha. Sempre rodeado de paus" Lu: "você sempre foi promíscuo, viadinho, hein? Sempre foi promíscuo, é?" E me dá um tapa na bunda com a outra mão e eu solto um grito porque doeu Pai: "ainda grita, puto de merda. Olha só como eu venho descobrir que você é puto" Rana: "grita que nem uma louca o promíscuo de merda haha. Que puto que você é, hein" Lu: "graças a Deus você descobriu, sogro. Você tem duas meninas e um menino agora. Não dois meninos" Pai: "filho da puta, olha que baita de um puto que você é, puta que pariu, quero morrer. Tenho um filho puto, puta que pariu" Rana: "mano, era óbvio que seu filho era um baita de um puto, era óbvio. Nunca conhecemos uma gostosa dele e ele sempre andava com caras" Lu: "filho da puta, então você sempre foi puto? Por isso que você queria me ver dando pra outros, não? Pra ver os paus dos caras que me comiam" Pai: "imagina quando descobrirem que eu tenho um filho puto, puta que pariu. Vou ficar como o pai que não educou direito o filho e ele virou puto" Rana: "mas amigo, você não tem culpa. Se ele é puto, não é por sua causa. No máximo vai ser por mãe" Lu: "imagina se o Ale superprotege a EMA assim. Com ele deve ter sido assim e o cara virou viado de tanta proteção" Pai: "Jeremías desde quando você é viado, filho? Não pode ser" Rana: "esse otário nunca foi macho. Sempre foi um baita maricão" Lu: "Jeremías por que você não herdou nada do seu pai, pelo menos, neném" Pai: "a puta da mãe, cara. Não acredito que tenho um filho viado" Rana: "ele gosta de pica, amigo. Se ele gosta, vamos ter que dar pica pra ele" e balança a pica Lu: "você quer comer ele?" com uma cara de felicidade absurda. Pai: "se descobrirem no bairro que tenho um filho viado, vou ficar como o pai ruim que deixou o filho virar viado" Rana: "chegou a hora, Lu. Vou ter que dar pica pra ele" e vem e agarra minha cabeça e enfia na pica dele Lu: "enche a boca dele com essa pica enorme, Rana" Ele mete a pica até o fundo quase de uma vez e me dá ânsia Pai: "olha só que viadão. PQP, quero morrer" Rana: "se você vomitar na minha pica, te mato" Lu: "olha, sogro, que filho viado você acabou tendo" Pai: "não acredito, otária" Rana: "não acredita? Acredita, amigo, olha como ele está chupando" ele metia a pica na minha boca e tirava Lu: "não aguento mais, vou gozar." Enquanto enfiava dois dedos na buceta e se masturbava muito rápido Pai: "odeio viados e me saiu um filho viado. PQP, quero morrer" Rana: "obriga ele a me entregar o cu" olhando pra lu Lu: "claro, Rana, come o cu dele, siim. Parece que o filho da puta adora" Pai: "para, amigo, já chega" Rana: "mas, amigo, ele está pedindo por um cu e uma pica aos gritos. Olha, escuta. 'Rana, me destrói todo', ele diz, essa bunda" Lu: "parte no meio, siim, parte" e apoia a pica na minha bunda Pai: "que viadão me saiu, PQP. Quero morrer, otário" Rana: "O que você acha, Lu? Meto?" Lu: "quero que meta agora" Pai: "responde alguma coisa, seu arrombado. Se defende" Rana: "responde com a bunda, olha como ele quer minha pica, essa bunda" ele faz força e eu grito porque dói Lu: "reza para que o seu pai não te coma também, viadinho"
Pai: "sim, seu filho da puta, quer que eu coma meu próprio filho"
Rana: "sim, amigo, vem cá, come ele, você merece"
Lu: "sim, sogro. Come ele, por favor, siim"
Pai: "vou arrombar seu cu, viado de merda" e de uma vez apoia a cabeça e faz força
Rana: "trata ele como o puto que é, ele merece, amigo. Trata ele assim"
Lu: "mete toda, siim, toda"
Pai: "um puto de merda você é, olha como a pica está entrando, filho da puta"
Rana: "uma boa foda, bate nele, amigo, ele merece"
Lu: "uma pica linda que você está comendo, promíscuo de merda"
Pai: "viu, puta, viu que você não é a única"
Rana: "vem cá, Lu, que vou te comer de novo"
Lu: "tô indo"
Pai: "já vai transar de novo com meu amigo, puta? Já não quer mais transar comigo? Agora você fode meu amigo?"
Rana: "eu fodo ela, amigo, fica tranquilo que vou comer ela bem comida e ela vai pedir para encher a buceta de porra de novo, a putinha está aqui"
Lu: "eu quero sua pica também, sogro, mas agora come o viadinho do seu filho e depois os dois me comem de novo

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