Olá, passando pra deixar a história de como transformei meu homem na minha sissy submissa pessoal e, claro, com os benefícios de uma hotwife como tem que ser em qualquer casamento. A ideia saiu de mim, já que sou meio fogosa e queria ter um amante, mas sem me esconder, que meu marido concordasse, até dividir a casa: eu e dois homens pra mim, ter sexo variado e sem me ocultar. Mas pensava como faria, já que meu esposo era tradicional. Então fiquei pesquisando em fóruns, chats, páginas de cuckold, conversando com pessoas sobre o assunto, com esposas que já vivem esse estilo de vida, e formulei um jeito. Como ele trabalha num escritório chato, tinha que se entreter em algo. Comecei com mensagens quentes, fotos, vídeos pornôs normais, dizendo que queria fazer um boquete assim ou que me comesse como a do vídeo, e no meio disso mandava uma foto ou gifs onde tinha uma mulher com dois homens, como mensagens subliminares. Ele chegava em casa e a gente trepava gostoso, mas comecei a dominar no sexo. Dizia: "Eu mando, eu sou a rainha". Então o sexo que a gente tivesse começava com oral em mim, e depois só subia nele e terminava eu tentando fazer ele não gozar. Dizia: "Perdeu sua chance, amanhã tenta de novo". Ele ia pro banheiro se masturbar, eu sabia, então entrava no banheiro pra pegar ele no flagra e fazia um drama, que ele não me respeitava. Ele tentava se explicar, mas no final eu estragava a punheta dele. Ou pra ele gozar, eu dizia: "Eu sou a rainha, então termina nos meus pés" ou "Masturba aí parado me olhando". Fiz isso por um tempo. Depois comecei a parar de me vestir sexy e fazia de tudo pra ser a mulher menos apetitosa, pra não provocar nada, e fazia ele me comer assim, no seco, ou masturbava ele com as mãos e continuava com o pornô pra ele chegar em casa quente, e não dava nada: "Tô com dor de cabeça" ou "Tô cansada". O pornô subia de tom, claro que eram dois homens e uma mulher, e ele chegava e nada de nada. Colocava remédio pra dormir na janta dele. Ele dormia e eu reclamava que ele me ignorava, que por isso tinha mulheres que traíam os maridos e essas coisas, plantando a sementinha até que a gente transava e eu comentava dos vídeos. Ele gozava rápido, eu falava: "vejo que você gosta de como essas mulheres são comidas por dois homens" e começava a chupar o pau dele. Eu dava em cima, perguntava se ele realizaria essa fantasia, e ele explodia assim por um tempo, até que descobri os tais estrogênios que baixam a testosterona do homem e fazem crescer os peitos e quadris, dependendo do tratamento. Eu comecei a colocar ciúmes na bebida, as mudanças notei em 8 meses: ele ficava mais sem noção no sexo, muito sensível, os peitos começaram a aparecer mais, as unhas e o cabelo cresciam mais rápido — nada exagerado, mas mais que o normal. Aí comecei a fase dois, onde eu falava que vi uns vídeos do marido usando roupa da esposa e que me excitava, queria que ele fizesse por mim. E ele fez, e eu dei o melhor sexo pra ele. Fiz ele acreditar que sempre que usasse aquela roupa, o sexo seria assim. Em alguns meses, a gente foi indo devagar até virar rotina em casa: ele dormia de calcinha e usava o que eu mandasse, e no sexo fazia tudo que eu pedia, até fantasiar com outro homem, chamar pelo nome de outro, usar dildos fingindo que era outro, e eu negava sexo pra ele — só eu podia gozar. Até que surgiu a parada do cuckold por parte dele, e eu falei que tudo bem, que realizaria essa fantasia. Eu enganava ele, dizia que tinha transado, e ele explodia. Já tava mais da metade do caminho, mas ainda não podia ficar com outro homem de verdade. Então comecei a dar remédio pra ele dormir e trazer homens pra casa, comê-los na sala, no quarto, na frente dele — era uma delícia. Mas ele tava completamente dormindo, até fazia eles gozarem na cara dele e ele não acordava. Eu tirava fotos e vídeos de tudo, depois limpava ele. Ele acordava com culpa por não me satisfazer, e eu aproveitava. Aí aconteceu: trouxe outro homem. Ele estava acordando, mas eu tinha amarrado ele, então ele me viu gozando gostoso pra caralho, e eu olhava pra ele e gozava ainda mais. Foi algo incrível, e ele ficou um pouco puto no começo, mas depois aceitou. Aí faltava o passo final: dar como certo que ele ia virar sissy, colocar a gaiola nele e ele ver eu transando com outros caras na frente dele. Ele confessou que gostava daquilo, que sentia prazer em me ver gozar com outros homens, mas também sentia ciúmes, mas que era gostoso. Então agora posso viver assim com meu marido sissy, que cuida de tudo em casa, tanto financeiramente quanto fisicamente, porque ele faz todos os serviços domésticos. Eu só me preocupo comigo e em dar um bom show de vez em quando, porque sexo não é todo dia — geralmente rola a cada 15 dias ou a cada 8 dias. Mas eu também trago dinheiro pra casa transando, porque quem me come também tem que contribuir, nada é de graça, hahaha. Então, amigas, essa vida é maravilhosa. Resumindo: você não vai fazer nada. Ter um marido sissy significa que ele vai fazer as coisas de casa e pagar as contas, tudo vestido de sissy e na castidade, claro. E você pode transar com quem quiser, quando quiser e onde quiser, porque depois de um tempo você também quer privacidade. Eu faço isso: como outros caras em hotéis sem falar nada pra ele, e assim somos felizes... Ânimo, sim, dá certo! Bendita internet e a indústria farmacêutica, hahaha, ajudam muito. Beijos e sorte, meninas!
1 comentários - Transformei meu marido no meu sissy