Oi, meu nome é Daniela, estou de volta para compartilhar mais uma história. Isso aconteceu comigo ontem, 1º de abril, à tarde. Que jeito de começar o mês, né? Enfim, ontem foi minha última sexta-feira de férias da Semana Santa, e eu tinha aproveitado a manhã com meu namorado. Fomos passear com o cachorro dele e com a minha putinha, uma Golden labrador. Foi um dia cansativo pra mim, e decidi deitar um pouco. O sol estava forte, e o calor nem se fala. Tava um calorão da porra. Enfim, era mais ou menos 5 da tarde. Então decidi me jogar na cama, caí morta. Não aguentava mais ficar em pé. A casa vazia, mamãe e papai no trabalho, e meu irmão Jorge com os amigos, talvez. Assim que fechei os olhos, a porta se abriu. Imaginei que fosse meu irmão, meus pais sempre chegam à noite.
— Cheguei!! — ele gritou.
Não respondi e continuei deitada. Ouvi as chaves dele, parece que entrou no quarto. Depois bateu na minha porta.
— Dani? — perguntou, abrindo a porta devagar.
Quis ignorar, tava muito cansada. Na real, o passeio me esgotou demais. Como meu rosto estava virado pro outro lado, não de frente pra porta, não o via. Ele fechou a porta. Virei a cabeça. Ele tinha ido embora.
Passaram 15 minutos. Ainda não tinha pegado no sono. Não sabia o que fazer. Tava entediada. De repente, minha porta se abriu.
— Daniela — Jorge me chamou.
Não respondi, não tava a fim de nada.
— Ei, acorda — ele disse, mexendo no meu braço.
Não dei bola. Abri os olhos pela metade, sem abrir totalmente. Ele estava parado em frente à cama. Percebi que ele estava me olhando. Como eu estava de bruços, vi que ele tava olhando muito minha bunda. Não sou a garota com um corpaço, mas vou à academia e mantenho meu corpo em forma. Meu bumbum empinado, minha cintura bem definida. Me considero gostosa, e já me disseram isso. Sou de pele clara, cabelo ondulado e magra, claro. E ainda sou bem nova, com 17 anos. E bem. Naquele momento, ele olhou pra porta. Fechou-a e se inclinou pra mim.
— Dani, ei — ele falou baixinho no meu ouvido.
Deixei ele continuar. Na real, queria saber o que ele estava tentando fazer. Ele sentou ao lado... meu braço direito. E passou a mão pelas minhas costas. Não me mexi. — Daniela, acorda — ele falou de novo. Na verdade, eu achava engraçado não responder. Ele se inclinou novamente no meu cabelo e deslizou o nariz por ele. — Você me deixa louco — sussurrou. Não acreditei que ele tinha dito isso. Mas mesmo assim continuei imóvel. Naquele instante, ele subiu na cama de modo que se deitou em cima de mim sem se jogar completamente. Como minhas pernas estavam juntas, ele colocou os joelhos em volta das minhas. Me prendeu com o corpo dele. — Olha só que gostosa você está, irmãzinha — ele sussurrou novamente no meu ouvido. Encostava o nariz no meu pescoço, no meu cabelo. Começou a acariciar meus braços. Na verdade, eu não sabia o que fazer. Se abria os olhos de vez e acabava com tudo ou esperava o próximo movimento dele. — Mmm, que cheiro gostoso — ele me dizia descaradamente, mas era muito excitante. Ele foi se abaixando aos poucos. Deus, não imaginei que ele encostasse o pau na minha bunda. Ele esfregava nas minhas nádegas. Mesmo estando de calcinha, a finura do tecido fazia parecer que eu não tinha nada. Ele estava duro e grosso. Eu sentia que estava gostoso. Eu imaginava ele bem enfiado no meu cu. Ele empurrava minha bunda com o pau como se quisesse meter. — Que delícia — ele dizia. Uma das mãos dele acariciou minha coluna até descer para o quadril. — Que rabo gostoso, minha amorzinha — ele sussurrava. Eu me mexi um pouco e dei um suspiro profundo. — Ssshhhh!!! Dorme, dorme. Ele era um safado, queria continuar. E mesmo que eu tivesse me mexido, não consegui afastá-lo. — Como eu queria dar uma boa provada nesse seu cuzinho, irmãzinha. As palavrinhas dele eram excitantes. Me esquentavam. Dizer essas coisas tinha ativado algo em mim que fez eu levantar um pouquinho a bunda. — Puta que pariu, que rabo lindo. Você o tem bem empinado e gostoso. Eu não hesitaria em enfiar a língua toda. Deus!! Que coisa suja, mas eu adoraria que ele fizesse isso, eu pensava. Justo naquele momento, percebi que mesmo se eu acordasse, ele faria algo para me convencer a ficar como estávamos. Então me mexi toda, deslizando minhas pernas sobre o lençol, me esticando como se realmente estivesse acordando de um sono profundo. Com ele em cima de mim, levantei meu braço direito e acariciei seu rosto, perguntando:
- Achou que eu estava dormindo?
O bobo deu um pulo de surpresa, mas soube se controlar e dominar a situação.
- Puta que pariu, não faz isso!! – disse ele irritado.
- Você gosta do que está fazendo? – perguntei com um tom sedutor.
- Muito.
- Quanto? – perguntei enquanto seu rosto deslizava no meu cabelo e pescoço.
- Demais, você tem um corpo gostoso.
- Continua me tocando – pedi.
- E o seu namorado?
- Ele não está aqui, não vai saber o que você me faz. Vamos, faz aquela última coisa que você me disse no ouvido!!
- Sim, claro que vou fazer. Olha só, você tem uma bunda linda, que só de ver já faz meu pau ficar duro.
- Que delícia – respondi.
Ele baixou a mão até minha bunda.
- Toca – pedia, acariciando seu rosto com minhas mãos.
Ao ouvir isso, ele meteu a mão entre minhas pernas, deslizando os dedos na entrada do meu cu e da minha buceta.
- Você está bem quentinha, gostosa.
- Estou excitada, gostei de tudo o que você me disse.
Ele beijou meu pescoço enquanto a mão esquerda entrava por baixo de mim.
- Você tem um abdomenzinho liso. Não tem dúvida, você tem um corpo lindo.
- É todo seu, meu amor. Faz o que quiser comigo.
- Sim, gostosa. Você é toda minha.
Sua mão acariciava meu umbigo, descia lentamente pela minha pelve. Ele tirou a mão da minha bunda e da minha pelve. Afastou-se de mim, ficando sentado nas minhas pernas. Apoiou as mãos na minha bunda. Inclinou-se para ela e cheirou.
- Que cheiro gostoso você tem.
- É mesmo?
Ele pegou o elástico da minha calça e foi puxando, deslizando sobre minhas coxas.
- Deus, você é mais gostosa que tudo.
Ele desnudou minha bunda, deixando à mostra minha calcinha vermelha.
- Gosta da minha bunda?
- Adoro, faz meu pau ficar ainda mais duro.
Ele a abriu, separou minhas nádegas. Pegou minha calcinha e foi puxando. O elástico deslizou sobre minhas nádegas, deixando toda a bunda completamente exposta.
- Deus, você está nojentosamente gostosa, ele me dizia. Ele puxou minha calcinha até os joelhos. Levantou-se da cama e desamarrou meus tênis. Tirou eles, depois continuou com minha calça. - Que delícia você está, me elogiou. - Tira tudo, vamos, me deixa completamente nua, eu o instigava. Ele puxou minha calcinha até tirar completamente. Minha bunda estava completamente exposta para ele. Ele se aproximou de mim, deslizou as mãos pelas minhas pernas. Inclinou-se e beijou minhas coxas. Sua boca foi subindo aos poucos. Plantou as duas mãos na minha bunda e a abriu, deixando meu ânus à vista. - Deus!! Você está uma delícia!!! Gosto muito de você!!!. Olhei para trás e vi como ele aproximou o rosto da minha bunda. Enfiou o nariz entre minhas nádegas e pressionou contra meu ânus. - Que gostoso você cheira, ele me dizia. - Deus, não acredito que estamos fazendo isso, eu dizia. Ele abriu bem minha bunda e deslizou a língua sobre meu ânus. - Aaahhh!!! Deus!!! Não faça isso!!! - Você está uma delícia!!! Eu te adoro, irmãzinha!!! - Sim!! Eu sei!!! Chupa, eu pedia. Deus, sentir a língua dele na minha bunda era uma delícia. Ele lambia de um jeito nojentosamente gostoso. - Vamos, minha vida!!! Come o cu da sua irmãzinha!!! Eu suplicava, colocando minhas mãos nas nádegas e me abrindo mais. - Isso, linda, assim!!! Abre bem esse cuzinho!! - Siii!!! Vai, chupa meu ânus!!! É uma delícia!!! Senti meu orifício anal se abrindo mais. E bem nesse momento, Jorge me deu uma linguada. - Siii!!! Assim!!! Enfia sua língua!!! Nunca imaginei dizer isso. Que nojenta eu estava ficando. Ele se afastou da minha bunda e me deu um tapa. - Aaauuuu!!! Doi!!! - Aguenta, sua pirralha!!! Você adorou!!! - Eu adorei que você deixou eu chupar sua bunda, você tem um gosto incrível. - Não achei que você gostasse de fazer isso, eu disse. - Só com você, linda. Ele deslizou a mão sobre meu ânus e minha buceta. Deitou-se sobre mim novamente e me disse no ouvido: - Estou com muita vontade de te dar uma boa foda, minha vida. - Sim, eu também. Enfia, me fode o mais gostoso que puder. - Sim, amor, mas antes quero fazer outra coisa. Bem nesse momento ele passou a mão aberta sobre minha bunda molhada de saliva e colocou um dedo no meu cu. - E agora, o que você vai fazer? - O que você acha?, ele perguntou justo quando começou a enfiar o dedo no meu cu gostoso. - Aaahhh!!! Eu gemi e respirei fundo. - Fica quietinha, ele me disse, colocando a outra mão nas minhas costas, me impedindo de me levantar. Meu Deus!!! Ele enfiou o dedo inteiro no meu cu. Estava lá dentro todinho. - Tira, eu pedi. Ele não tirou e começou a mexer lá dentro. Ele puxou um pouco, sem tirar, e empurrou de novo. - Aaahhh!!! Isso!!! Eu ofegava. Ele foi puxando devagar, até tirar completamente. Deitou-se sobre mim e segurou meu queixo - Toma, chupa, ele disse, passando o dedo nos meus lábios. - Nãão!!! Que nojo!!! Não faz isso!!! Eu realmente não queria. Aquilo me dava muito nojo. Ele agarrou minha boca com força e disse: - Faz, abre a boca. Eu não sabia o que mais podia acontecer. Abri a boca e ele meteu o dedo devagar. - Isso, linda. Que nojo, eu chupava com gosto o dedo com gosto do meu cu. É a coisa mais nojenta que já fiz na vida. Ele tirou. - Muito bem, coração, agora é a minha vez de te comer. - Isso!!! Faz!!! Mete esse pau!!! Eu disse. - Você que vai fazer, vamos, troca. Ele me puxou para ele e se deitou. Eu, sem dizer nada, obedeci. Desabotoei desesperadamente o cinto, o botão, abaixei o zíper. Ele levantou o quadril para tirar a calça. Naquele momento, vi como o pau dele já estava bem duro e empinado. Dava para ver marcado na cueca. - Meu Deus!!! Ele é bem comprido. - Vamos, chupa. Fiz um rabo de cavalo, puxei a cueca dele até os joelhos. O pau saltou. Balançava de tão duro e excitado que estava. Engoli saliva. Molhei os lábios e peguei nele. - Está quente e duro, eu dizia. - É, meu amor, é você que me deixa assim. Eu ri. As veias estavam marcadas. Não pensei duas vezes. Enfiei na boca num segundo. - Isso, gostosa, Aaahhh!!! Eu chupei, lambi a cabecinha. Chupava como se fosse um pirulito gostoso. Meu Deus, eu mamava com tanto gosto. Ele colocou as mãos na minha cabeça e enfiou mais. Meu Deus!! A cabecinha chegava até a Campana. Eu sentia que estava engolindo ela. - Põe a língua pra fora, meu bem. Quero que ela entre toda. Ele empurrava minha cabeça e depois soltava. Fez isso cinco vezes, fazendo com que a saliva escorresse pelo seu pauzão gostoso. Tirei ele da boca e lambi, recolhendo minha saliva. Enfiei de novo e ele empurrou bem fundo. Estiquei a língua o máximo que pude e ele empurrou mais ainda, até que suas bolas batessem nos meus lábios. Meu Deus, entrou tão fundo, eu sentia até na garganta. Sentia que estava ficando sem ar. Ele não soltava. - Isso, linda, engole ele. Você tá uma gostosa. Eu não aguentava mais. Bati nas coxas dele pra que soltasse, mas ele não soltava. Não me deixava respirar. Meus olhos soltavam lágrimas. Ele me soltou de repente. - Não seja idiota, eu não conseguia respirar!!! Eu estava ofegante, respirando rápido. Ele me pegou de novo e enfiou de volta. Parecia que estava me comendo pela boca. Me penetrava com força até encher minha boca com seu pau. A cabeça escorregava pelo meu céu da boca. Minha boca formava muco que escorria pelos lábios. Não aguentava de novo. As lágrimas embaçavam minha visão. Respirava rapidamente. Joguei-me para trás para me libertar. - Chega!!! Chega, por favor!!! Eu dizia, agitada. - Calma, calma, ele me acalmava acariciando minhas bochechas. Minhas lágrimas escorriam pelas bochechas e lábios, misturadas com minha saliva. - Minha garganta está doendo um pouco, eu disse com uma voz cansada. - Vem, só uma última vez, ele disse. Ele se aproximou da beira da cama, sentando nela. Eu levantei da cama e me aproximei dele. - Ajoelha, ele pediu, abrindo as pernas de modo que seu pau ficasse ainda mais exposto. - Ele parece maior, eu disse. Ele me pegou pela nuca, conseguindo penetrar minha boca. Que gostoso ele metia, estava duro mas ao mesmo tempo macio. Lambi a cabeça, chupei ele. - Isso, pequena, assim mesmo, chupa!! Que gostoso!! Coloquei a língua para fora e ele enfiou mais fundo. Meu Deus, nunca imaginei que fosse gostar de fazer isso. - Engole ele, bonita, ele dizia excitado. E parecia mesmo, eu a... estava engolindo ela todinha. Abri bem minha boca pra ele encher mais minha boca. A cabecinha batia na minha campainha. Comer o pau do meu irmão era uma delícia. Ele colocou as duas mãos na minha cabeça e puxou pra perto dele, fazendo o pau bem duro entrar fundo. Deus, ele enfiou bem na minha garganta. Senti a cabecinha chegando no meu esôfago. — engole tudo, irmãzinha. Enfiar o membro dele era sensacional. Eu engasgava. De novo o ar tava acabando mas eu não liguei. Minha saliva escorria pelo meu queixo. Tava babando. Meus olhos soltavam lágrimas, chorava de tão sufocada que estava. Minha respiração começou a ficar ofegante. — você tá bem putinha, Daniela. E isso me excita muito. Coloquei minhas mãos nos joelhos dele e tentei me afastar mas a força dele era maior. Queria me soltar e não conseguia. Tava ficando sem ar. Estava sufocada. Não aguentava mais. Ele tirou e eu arrotei, quase vomitei. — Deus!!! Não brinca, eu tava me afogando de novo!! Limpei a saliva e as lágrimas. — vem, gostosa, disse me levantando pelos braços. Ele deitou e me puxou pra perto. Subi na cama. — vira de costas, coloca esse seu cuzinho gostoso na minha cara, ele ordenou. Obedeci. Virei como se fosse sentar na cara dele. Ele colocou meus joelhos dos lados da cabeça dele. Apoiei meus joelhos nos ombros dele e encostei minha bunda no rosto dele. — isso, minha vida. Você tá bem gostosa. Logo quando terminou de me elogiar, lambeu meu cu. — Aaahhh!!! Por que você gosta de fazer isso? — porque você é bem gostosa. Só de ver sua bunda branca e empinada e agora bem aberta faz minha boca salivar e meu pau ficar duro. — mas não te dá nojo fazer isso? — não, pelo contrário, eu adoro lamber seu cu. — Deus!!! Espero que ninguém chegue. Estar sentada na cara dele era algo que eu nunca imaginei fazer. Deixava meu irmão chupar meu cu. — enfia sua língua, irmãozinho. — sim, meu amor. — isso, faz. Experimenta meu cu sujo. Coloquei minhas mãos na minha bunda e abri. Sentei de um jeito que o nariz dele tocasse meu cu. — cheira, Me penetra com a sua língua", pedi, excitada. Ele me lambeu muito gostoso, senti a ponta da língua dele entrando no meu cuzinho suado. - Como eu esperava que isso acontecesse, minha vida. - Eu não, mas estou gostando. Ele estava lambendo minha bunda muito gostoso. Inclinei-me para frente para expor minha buceta e aproximei ela da boca dele. - Chupa ela, vai, enfia a língua como no meu cu. E ele fez. Lambeu meus lábios molhados. - Você sabe que é ácida, irmãzinha. - Continua, me come. Levei minha mão até minha vagina e abri meus lábios, esfregando meu clitóris. Logo que fiz isso, ele começou a chupar bem ali. - Aaahhh!!! Isso!!! Que gostoso!!! Meus dedos tocavam a língua linda dele. Sentir ele lambendo meu clitóris era extremamente prazeroso. - Mais rápido, por favor!! Quero gozar!!! Exigi. Estava muito excitada, - me fode, quero que você me enfie!!! - É isso que você quer, gostosa? - Sim, meu amor!!! Me penetra!! - Vira de costas, ele pediu. Obedeci. Afastei-me do rosto dele e girei meu corpo de modo que fiquei de frente para ele. Ele se levantou um pouco e recostou na cabeceira da minha cama. - Vem, enfia ela!!! Ele dizia enquanto puxava o pau dele. Aproximei-me e separei meus lábios. Ele me pegou pela cintura e me baixou, enfiando lentamente dentro de mim. - Aaahhh!!! Deus!!! Gemi. - Minha vida!!! Que gostoso isso está!!! Dizia meu irmão. - Isso!!! Muito gostoso!!! Vamos, enfia tudo!!! Comecei a cavalgar lentamente, ele entrava e saía. Deslizava deliciosamente. Minhas mãos tocavam o rosto dele. O acariciava. - Que gostoso você fode, eu dizia excitada com a voz entrecortada. - Aproxima, me dá um beijo, ele disse exaltado. Inclinei-me para ele, pressionando meus lábios nos dele. Ele chupava meus lábios, puxando-os suavemente. - Aaahhh!!! Me fode mais rápido, meu amor!!! - O que você mandar, gostosa!!! Aaahhh!!! - Aaahhh!!! Meu Deus!!! Que gostoso!!! Ele me penetrava desesperadamente e ao mesmo tempo lentamente. Era extraordinário. Cobriu minha bunda com as mãos. As abria e ao mesmo tempo afundava seu pau longo e duro. - Que gostoso esse momento, Daniela. Abri minhas pernas o máximo que pude e me recostei. sobre seu peito. Empurrei meu quadril contra sua pelve, conseguindo penetrar seu membro. - Aaahhh!!! Isso!!! Meu irmão ofegava. Sua mão deslizou sobre a entrada do meu cu. - Você tá bem aberta, linda. Me dá vontade de enfiar lá também. - enfia o que quiser, mas me come. A vontade de me foder não tinha fim. Ele me abraçou e me puxou pra ele, me penetrando com profundidade e força. Deus, ele tinha entrado todo. Seus testículos batiam no meu ânus e nos meus lábios. - Aaahhh!!! Isso!!! Me fode de novo!!! Ele fez de novo. Eu movia meus quadris pra facilitar. - Isso!!! Que gostoso!!! Aaahhh!!! Eu quero gozar!!! - Sim, vai!!! Me enche de seu sêmen gostoso!!! - Isso!!! Mexe mais rápido!!! Ele me dizia desesperado. Comecei a rebolar com vontade. Fiquei louca com aqueles movimentos. - É assim que você gosta?, perguntei - Sim, gostosa, assim!!! Vamos!!! Já tô quase gozando!!! - Isso!!! Vai!!! Aaahhh!!! Jorra tudo em mim!!! - Isso!!! Tô quase!!! Puta que pariu!!! Isso!!!! Deus!!! Que delícia!!! Ele me segurou firme pela cintura e me penetrava rápido. Ele estava me banhando por dentro com todo seu líquido branco. - Me enche toda!!! Não para!!! Eu pedia. Levei minha mão até minha bunda e penetrei meu ânus com meu dedo indicador. - Isso, minha vida, enfia tudo, ele incitava, segurando minha mão na minha bunda. Ele tirou meu dedo e lambeu como se fosse um doce. - Deus, como pode gostar de fazer isso. Não te dá nojo? - Seu cu tem um gosto muito gostoso. Eu chuparia quantas vezes você quisesse e até quando não quisesse. - Que sujo você é, agora vejo que os homens são muito perversos, eu disse. - Mas você deixou, não foi? Não respondi sua pergunta ameaçadora, e mudei de assunto. - Vou me vestir. Não... Melhor tomar um banho. Ter seu sêmen grudento não vai me deixar dormir tranquila. - Faça o que quiser. Já fiz o que tanto queria, ele disse. - Ha! Idiota. - Agora vai pro banho, ele ordenou. - Você que saia do meu quarto, melhor dizendo. Me levantei, tirando seu pau flácido e cheio de seu sêmen e meus fluidos vaginais. Eu estava exausto, peguei minha calça e minha cueca e fui em direção à porta. Parei e voltei para dar um beijo gostoso nos seus lábios.
- Obrigado por isso, meu amor. Nunca vou esquecer.
- Obrigada você, gostoso, por ter me deixado.
- De nada, lindo. Quando eu sair do banheiro, quero que a gente finja que isso foi um sonho, tá?
- Vai ser difícil, mas vou tentar.
- Pois é, vai ter que fazer mesmo, porque eu tenho meu namorado.
— Cheguei!! — ele gritou.
Não respondi e continuei deitada. Ouvi as chaves dele, parece que entrou no quarto. Depois bateu na minha porta.
— Dani? — perguntou, abrindo a porta devagar.
Quis ignorar, tava muito cansada. Na real, o passeio me esgotou demais. Como meu rosto estava virado pro outro lado, não de frente pra porta, não o via. Ele fechou a porta. Virei a cabeça. Ele tinha ido embora.
Passaram 15 minutos. Ainda não tinha pegado no sono. Não sabia o que fazer. Tava entediada. De repente, minha porta se abriu.
— Daniela — Jorge me chamou.
Não respondi, não tava a fim de nada.
— Ei, acorda — ele disse, mexendo no meu braço.
Não dei bola. Abri os olhos pela metade, sem abrir totalmente. Ele estava parado em frente à cama. Percebi que ele estava me olhando. Como eu estava de bruços, vi que ele tava olhando muito minha bunda. Não sou a garota com um corpaço, mas vou à academia e mantenho meu corpo em forma. Meu bumbum empinado, minha cintura bem definida. Me considero gostosa, e já me disseram isso. Sou de pele clara, cabelo ondulado e magra, claro. E ainda sou bem nova, com 17 anos. E bem. Naquele momento, ele olhou pra porta. Fechou-a e se inclinou pra mim.
— Dani, ei — ele falou baixinho no meu ouvido.
Deixei ele continuar. Na real, queria saber o que ele estava tentando fazer. Ele sentou ao lado... meu braço direito. E passou a mão pelas minhas costas. Não me mexi. — Daniela, acorda — ele falou de novo. Na verdade, eu achava engraçado não responder. Ele se inclinou novamente no meu cabelo e deslizou o nariz por ele. — Você me deixa louco — sussurrou. Não acreditei que ele tinha dito isso. Mas mesmo assim continuei imóvel. Naquele instante, ele subiu na cama de modo que se deitou em cima de mim sem se jogar completamente. Como minhas pernas estavam juntas, ele colocou os joelhos em volta das minhas. Me prendeu com o corpo dele. — Olha só que gostosa você está, irmãzinha — ele sussurrou novamente no meu ouvido. Encostava o nariz no meu pescoço, no meu cabelo. Começou a acariciar meus braços. Na verdade, eu não sabia o que fazer. Se abria os olhos de vez e acabava com tudo ou esperava o próximo movimento dele. — Mmm, que cheiro gostoso — ele me dizia descaradamente, mas era muito excitante. Ele foi se abaixando aos poucos. Deus, não imaginei que ele encostasse o pau na minha bunda. Ele esfregava nas minhas nádegas. Mesmo estando de calcinha, a finura do tecido fazia parecer que eu não tinha nada. Ele estava duro e grosso. Eu sentia que estava gostoso. Eu imaginava ele bem enfiado no meu cu. Ele empurrava minha bunda com o pau como se quisesse meter. — Que delícia — ele dizia. Uma das mãos dele acariciou minha coluna até descer para o quadril. — Que rabo gostoso, minha amorzinha — ele sussurrava. Eu me mexi um pouco e dei um suspiro profundo. — Ssshhhh!!! Dorme, dorme. Ele era um safado, queria continuar. E mesmo que eu tivesse me mexido, não consegui afastá-lo. — Como eu queria dar uma boa provada nesse seu cuzinho, irmãzinha. As palavrinhas dele eram excitantes. Me esquentavam. Dizer essas coisas tinha ativado algo em mim que fez eu levantar um pouquinho a bunda. — Puta que pariu, que rabo lindo. Você o tem bem empinado e gostoso. Eu não hesitaria em enfiar a língua toda. Deus!! Que coisa suja, mas eu adoraria que ele fizesse isso, eu pensava. Justo naquele momento, percebi que mesmo se eu acordasse, ele faria algo para me convencer a ficar como estávamos. Então me mexi toda, deslizando minhas pernas sobre o lençol, me esticando como se realmente estivesse acordando de um sono profundo. Com ele em cima de mim, levantei meu braço direito e acariciei seu rosto, perguntando:
- Achou que eu estava dormindo?
O bobo deu um pulo de surpresa, mas soube se controlar e dominar a situação.
- Puta que pariu, não faz isso!! – disse ele irritado.
- Você gosta do que está fazendo? – perguntei com um tom sedutor.
- Muito.
- Quanto? – perguntei enquanto seu rosto deslizava no meu cabelo e pescoço.
- Demais, você tem um corpo gostoso.
- Continua me tocando – pedi.
- E o seu namorado?
- Ele não está aqui, não vai saber o que você me faz. Vamos, faz aquela última coisa que você me disse no ouvido!!
- Sim, claro que vou fazer. Olha só, você tem uma bunda linda, que só de ver já faz meu pau ficar duro.
- Que delícia – respondi.
Ele baixou a mão até minha bunda.
- Toca – pedia, acariciando seu rosto com minhas mãos.
Ao ouvir isso, ele meteu a mão entre minhas pernas, deslizando os dedos na entrada do meu cu e da minha buceta.
- Você está bem quentinha, gostosa.
- Estou excitada, gostei de tudo o que você me disse.
Ele beijou meu pescoço enquanto a mão esquerda entrava por baixo de mim.
- Você tem um abdomenzinho liso. Não tem dúvida, você tem um corpo lindo.
- É todo seu, meu amor. Faz o que quiser comigo.
- Sim, gostosa. Você é toda minha.
Sua mão acariciava meu umbigo, descia lentamente pela minha pelve. Ele tirou a mão da minha bunda e da minha pelve. Afastou-se de mim, ficando sentado nas minhas pernas. Apoiou as mãos na minha bunda. Inclinou-se para ela e cheirou.
- Que cheiro gostoso você tem.
- É mesmo?
Ele pegou o elástico da minha calça e foi puxando, deslizando sobre minhas coxas.
- Deus, você é mais gostosa que tudo.
Ele desnudou minha bunda, deixando à mostra minha calcinha vermelha.
- Gosta da minha bunda?
- Adoro, faz meu pau ficar ainda mais duro.
Ele a abriu, separou minhas nádegas. Pegou minha calcinha e foi puxando. O elástico deslizou sobre minhas nádegas, deixando toda a bunda completamente exposta.
- Deus, você está nojentosamente gostosa, ele me dizia. Ele puxou minha calcinha até os joelhos. Levantou-se da cama e desamarrou meus tênis. Tirou eles, depois continuou com minha calça. - Que delícia você está, me elogiou. - Tira tudo, vamos, me deixa completamente nua, eu o instigava. Ele puxou minha calcinha até tirar completamente. Minha bunda estava completamente exposta para ele. Ele se aproximou de mim, deslizou as mãos pelas minhas pernas. Inclinou-se e beijou minhas coxas. Sua boca foi subindo aos poucos. Plantou as duas mãos na minha bunda e a abriu, deixando meu ânus à vista. - Deus!! Você está uma delícia!!! Gosto muito de você!!!. Olhei para trás e vi como ele aproximou o rosto da minha bunda. Enfiou o nariz entre minhas nádegas e pressionou contra meu ânus. - Que gostoso você cheira, ele me dizia. - Deus, não acredito que estamos fazendo isso, eu dizia. Ele abriu bem minha bunda e deslizou a língua sobre meu ânus. - Aaahhh!!! Deus!!! Não faça isso!!! - Você está uma delícia!!! Eu te adoro, irmãzinha!!! - Sim!! Eu sei!!! Chupa, eu pedia. Deus, sentir a língua dele na minha bunda era uma delícia. Ele lambia de um jeito nojentosamente gostoso. - Vamos, minha vida!!! Come o cu da sua irmãzinha!!! Eu suplicava, colocando minhas mãos nas nádegas e me abrindo mais. - Isso, linda, assim!!! Abre bem esse cuzinho!! - Siii!!! Vai, chupa meu ânus!!! É uma delícia!!! Senti meu orifício anal se abrindo mais. E bem nesse momento, Jorge me deu uma linguada. - Siii!!! Assim!!! Enfia sua língua!!! Nunca imaginei dizer isso. Que nojenta eu estava ficando. Ele se afastou da minha bunda e me deu um tapa. - Aaauuuu!!! Doi!!! - Aguenta, sua pirralha!!! Você adorou!!! - Eu adorei que você deixou eu chupar sua bunda, você tem um gosto incrível. - Não achei que você gostasse de fazer isso, eu disse. - Só com você, linda. Ele deslizou a mão sobre meu ânus e minha buceta. Deitou-se sobre mim novamente e me disse no ouvido: - Estou com muita vontade de te dar uma boa foda, minha vida. - Sim, eu também. Enfia, me fode o mais gostoso que puder. - Sim, amor, mas antes quero fazer outra coisa. Bem nesse momento ele passou a mão aberta sobre minha bunda molhada de saliva e colocou um dedo no meu cu. - E agora, o que você vai fazer? - O que você acha?, ele perguntou justo quando começou a enfiar o dedo no meu cu gostoso. - Aaahhh!!! Eu gemi e respirei fundo. - Fica quietinha, ele me disse, colocando a outra mão nas minhas costas, me impedindo de me levantar. Meu Deus!!! Ele enfiou o dedo inteiro no meu cu. Estava lá dentro todinho. - Tira, eu pedi. Ele não tirou e começou a mexer lá dentro. Ele puxou um pouco, sem tirar, e empurrou de novo. - Aaahhh!!! Isso!!! Eu ofegava. Ele foi puxando devagar, até tirar completamente. Deitou-se sobre mim e segurou meu queixo - Toma, chupa, ele disse, passando o dedo nos meus lábios. - Nãão!!! Que nojo!!! Não faz isso!!! Eu realmente não queria. Aquilo me dava muito nojo. Ele agarrou minha boca com força e disse: - Faz, abre a boca. Eu não sabia o que mais podia acontecer. Abri a boca e ele meteu o dedo devagar. - Isso, linda. Que nojo, eu chupava com gosto o dedo com gosto do meu cu. É a coisa mais nojenta que já fiz na vida. Ele tirou. - Muito bem, coração, agora é a minha vez de te comer. - Isso!!! Faz!!! Mete esse pau!!! Eu disse. - Você que vai fazer, vamos, troca. Ele me puxou para ele e se deitou. Eu, sem dizer nada, obedeci. Desabotoei desesperadamente o cinto, o botão, abaixei o zíper. Ele levantou o quadril para tirar a calça. Naquele momento, vi como o pau dele já estava bem duro e empinado. Dava para ver marcado na cueca. - Meu Deus!!! Ele é bem comprido. - Vamos, chupa. Fiz um rabo de cavalo, puxei a cueca dele até os joelhos. O pau saltou. Balançava de tão duro e excitado que estava. Engoli saliva. Molhei os lábios e peguei nele. - Está quente e duro, eu dizia. - É, meu amor, é você que me deixa assim. Eu ri. As veias estavam marcadas. Não pensei duas vezes. Enfiei na boca num segundo. - Isso, gostosa, Aaahhh!!! Eu chupei, lambi a cabecinha. Chupava como se fosse um pirulito gostoso. Meu Deus, eu mamava com tanto gosto. Ele colocou as mãos na minha cabeça e enfiou mais. Meu Deus!! A cabecinha chegava até a Campana. Eu sentia que estava engolindo ela. - Põe a língua pra fora, meu bem. Quero que ela entre toda. Ele empurrava minha cabeça e depois soltava. Fez isso cinco vezes, fazendo com que a saliva escorresse pelo seu pauzão gostoso. Tirei ele da boca e lambi, recolhendo minha saliva. Enfiei de novo e ele empurrou bem fundo. Estiquei a língua o máximo que pude e ele empurrou mais ainda, até que suas bolas batessem nos meus lábios. Meu Deus, entrou tão fundo, eu sentia até na garganta. Sentia que estava ficando sem ar. Ele não soltava. - Isso, linda, engole ele. Você tá uma gostosa. Eu não aguentava mais. Bati nas coxas dele pra que soltasse, mas ele não soltava. Não me deixava respirar. Meus olhos soltavam lágrimas. Ele me soltou de repente. - Não seja idiota, eu não conseguia respirar!!! Eu estava ofegante, respirando rápido. Ele me pegou de novo e enfiou de volta. Parecia que estava me comendo pela boca. Me penetrava com força até encher minha boca com seu pau. A cabeça escorregava pelo meu céu da boca. Minha boca formava muco que escorria pelos lábios. Não aguentava de novo. As lágrimas embaçavam minha visão. Respirava rapidamente. Joguei-me para trás para me libertar. - Chega!!! Chega, por favor!!! Eu dizia, agitada. - Calma, calma, ele me acalmava acariciando minhas bochechas. Minhas lágrimas escorriam pelas bochechas e lábios, misturadas com minha saliva. - Minha garganta está doendo um pouco, eu disse com uma voz cansada. - Vem, só uma última vez, ele disse. Ele se aproximou da beira da cama, sentando nela. Eu levantei da cama e me aproximei dele. - Ajoelha, ele pediu, abrindo as pernas de modo que seu pau ficasse ainda mais exposto. - Ele parece maior, eu disse. Ele me pegou pela nuca, conseguindo penetrar minha boca. Que gostoso ele metia, estava duro mas ao mesmo tempo macio. Lambi a cabeça, chupei ele. - Isso, pequena, assim mesmo, chupa!! Que gostoso!! Coloquei a língua para fora e ele enfiou mais fundo. Meu Deus, nunca imaginei que fosse gostar de fazer isso. - Engole ele, bonita, ele dizia excitado. E parecia mesmo, eu a... estava engolindo ela todinha. Abri bem minha boca pra ele encher mais minha boca. A cabecinha batia na minha campainha. Comer o pau do meu irmão era uma delícia. Ele colocou as duas mãos na minha cabeça e puxou pra perto dele, fazendo o pau bem duro entrar fundo. Deus, ele enfiou bem na minha garganta. Senti a cabecinha chegando no meu esôfago. — engole tudo, irmãzinha. Enfiar o membro dele era sensacional. Eu engasgava. De novo o ar tava acabando mas eu não liguei. Minha saliva escorria pelo meu queixo. Tava babando. Meus olhos soltavam lágrimas, chorava de tão sufocada que estava. Minha respiração começou a ficar ofegante. — você tá bem putinha, Daniela. E isso me excita muito. Coloquei minhas mãos nos joelhos dele e tentei me afastar mas a força dele era maior. Queria me soltar e não conseguia. Tava ficando sem ar. Estava sufocada. Não aguentava mais. Ele tirou e eu arrotei, quase vomitei. — Deus!!! Não brinca, eu tava me afogando de novo!! Limpei a saliva e as lágrimas. — vem, gostosa, disse me levantando pelos braços. Ele deitou e me puxou pra perto. Subi na cama. — vira de costas, coloca esse seu cuzinho gostoso na minha cara, ele ordenou. Obedeci. Virei como se fosse sentar na cara dele. Ele colocou meus joelhos dos lados da cabeça dele. Apoiei meus joelhos nos ombros dele e encostei minha bunda no rosto dele. — isso, minha vida. Você tá bem gostosa. Logo quando terminou de me elogiar, lambeu meu cu. — Aaahhh!!! Por que você gosta de fazer isso? — porque você é bem gostosa. Só de ver sua bunda branca e empinada e agora bem aberta faz minha boca salivar e meu pau ficar duro. — mas não te dá nojo fazer isso? — não, pelo contrário, eu adoro lamber seu cu. — Deus!!! Espero que ninguém chegue. Estar sentada na cara dele era algo que eu nunca imaginei fazer. Deixava meu irmão chupar meu cu. — enfia sua língua, irmãozinho. — sim, meu amor. — isso, faz. Experimenta meu cu sujo. Coloquei minhas mãos na minha bunda e abri. Sentei de um jeito que o nariz dele tocasse meu cu. — cheira, Me penetra com a sua língua", pedi, excitada. Ele me lambeu muito gostoso, senti a ponta da língua dele entrando no meu cuzinho suado. - Como eu esperava que isso acontecesse, minha vida. - Eu não, mas estou gostando. Ele estava lambendo minha bunda muito gostoso. Inclinei-me para frente para expor minha buceta e aproximei ela da boca dele. - Chupa ela, vai, enfia a língua como no meu cu. E ele fez. Lambeu meus lábios molhados. - Você sabe que é ácida, irmãzinha. - Continua, me come. Levei minha mão até minha vagina e abri meus lábios, esfregando meu clitóris. Logo que fiz isso, ele começou a chupar bem ali. - Aaahhh!!! Isso!!! Que gostoso!!! Meus dedos tocavam a língua linda dele. Sentir ele lambendo meu clitóris era extremamente prazeroso. - Mais rápido, por favor!! Quero gozar!!! Exigi. Estava muito excitada, - me fode, quero que você me enfie!!! - É isso que você quer, gostosa? - Sim, meu amor!!! Me penetra!! - Vira de costas, ele pediu. Obedeci. Afastei-me do rosto dele e girei meu corpo de modo que fiquei de frente para ele. Ele se levantou um pouco e recostou na cabeceira da minha cama. - Vem, enfia ela!!! Ele dizia enquanto puxava o pau dele. Aproximei-me e separei meus lábios. Ele me pegou pela cintura e me baixou, enfiando lentamente dentro de mim. - Aaahhh!!! Deus!!! Gemi. - Minha vida!!! Que gostoso isso está!!! Dizia meu irmão. - Isso!!! Muito gostoso!!! Vamos, enfia tudo!!! Comecei a cavalgar lentamente, ele entrava e saía. Deslizava deliciosamente. Minhas mãos tocavam o rosto dele. O acariciava. - Que gostoso você fode, eu dizia excitada com a voz entrecortada. - Aproxima, me dá um beijo, ele disse exaltado. Inclinei-me para ele, pressionando meus lábios nos dele. Ele chupava meus lábios, puxando-os suavemente. - Aaahhh!!! Me fode mais rápido, meu amor!!! - O que você mandar, gostosa!!! Aaahhh!!! - Aaahhh!!! Meu Deus!!! Que gostoso!!! Ele me penetrava desesperadamente e ao mesmo tempo lentamente. Era extraordinário. Cobriu minha bunda com as mãos. As abria e ao mesmo tempo afundava seu pau longo e duro. - Que gostoso esse momento, Daniela. Abri minhas pernas o máximo que pude e me recostei. sobre seu peito. Empurrei meu quadril contra sua pelve, conseguindo penetrar seu membro. - Aaahhh!!! Isso!!! Meu irmão ofegava. Sua mão deslizou sobre a entrada do meu cu. - Você tá bem aberta, linda. Me dá vontade de enfiar lá também. - enfia o que quiser, mas me come. A vontade de me foder não tinha fim. Ele me abraçou e me puxou pra ele, me penetrando com profundidade e força. Deus, ele tinha entrado todo. Seus testículos batiam no meu ânus e nos meus lábios. - Aaahhh!!! Isso!!! Me fode de novo!!! Ele fez de novo. Eu movia meus quadris pra facilitar. - Isso!!! Que gostoso!!! Aaahhh!!! Eu quero gozar!!! - Sim, vai!!! Me enche de seu sêmen gostoso!!! - Isso!!! Mexe mais rápido!!! Ele me dizia desesperado. Comecei a rebolar com vontade. Fiquei louca com aqueles movimentos. - É assim que você gosta?, perguntei - Sim, gostosa, assim!!! Vamos!!! Já tô quase gozando!!! - Isso!!! Vai!!! Aaahhh!!! Jorra tudo em mim!!! - Isso!!! Tô quase!!! Puta que pariu!!! Isso!!!! Deus!!! Que delícia!!! Ele me segurou firme pela cintura e me penetrava rápido. Ele estava me banhando por dentro com todo seu líquido branco. - Me enche toda!!! Não para!!! Eu pedia. Levei minha mão até minha bunda e penetrei meu ânus com meu dedo indicador. - Isso, minha vida, enfia tudo, ele incitava, segurando minha mão na minha bunda. Ele tirou meu dedo e lambeu como se fosse um doce. - Deus, como pode gostar de fazer isso. Não te dá nojo? - Seu cu tem um gosto muito gostoso. Eu chuparia quantas vezes você quisesse e até quando não quisesse. - Que sujo você é, agora vejo que os homens são muito perversos, eu disse. - Mas você deixou, não foi? Não respondi sua pergunta ameaçadora, e mudei de assunto. - Vou me vestir. Não... Melhor tomar um banho. Ter seu sêmen grudento não vai me deixar dormir tranquila. - Faça o que quiser. Já fiz o que tanto queria, ele disse. - Ha! Idiota. - Agora vai pro banho, ele ordenou. - Você que saia do meu quarto, melhor dizendo. Me levantei, tirando seu pau flácido e cheio de seu sêmen e meus fluidos vaginais. Eu estava exausto, peguei minha calça e minha cueca e fui em direção à porta. Parei e voltei para dar um beijo gostoso nos seus lábios. - Obrigado por isso, meu amor. Nunca vou esquecer.
- Obrigada você, gostoso, por ter me deixado.
- De nada, lindo. Quando eu sair do banheiro, quero que a gente finja que isso foi um sonho, tá?
- Vai ser difícil, mas vou tentar.
- Pois é, vai ter que fazer mesmo, porque eu tenho meu namorado.
1 comentários - Fingí estar dormida y mi hermano me cogió.