Mi prima Mary, mi inicio en el sexo tabú e incestuoso

Olá a todos de novo! Depois de ver a repercussão do meu primeiro relato, trago outro pra vocês. Nesse, vou contar como foi, ou melhor, qual foi meu início real no sexo gostoso, majestoso, tabu e incestuoso. Tudo aconteceu há quase 30 anos atrás, ou um pouco mais. Eu tinha 15 anos, e duas das minhas muitas primas tinham ficado órfãs. Os pais delas, meus tios, tinham viajado para Tucumán e, na volta, passariam por Córdoba. A viagem era exclusivamente por questões de trabalho dos dois. E, bem, entre Tucumán e Córdoba, sofreram um acidente de carro e morreram os dois nesse incidente. Minhas primas se salvaram porque tinham provas e outros compromissos na escola. Elas tinham 14 e 13 anos, respectivamente, quando esse acontecimento deixou a família de luto. Como elas não tinham outra família — a família da minha tia era inexistente, já que ela mesma também era órfã —, minhas primas ficaram sob os cuidados dos meus avós. Como já sabem pelo relato anterior, por decisão própria, eu fui criado e vivi com esses avós até os dois falecerem. Então, minhas primas também viveram na nossa casa por bastante tempo, toda a adolescência delas e parte da vida adulta jovem. Naquela casa, elas se transformaram de meninas em mulheres, como aconteceu com tantas outras da minha família.

Pois bem, Mary — é assim que vou chamar a mais velha dessas primas — era bastante chamativa. Ela é muito alta, já naquela época era mais alta que todas as amigas e colegas da escola, e além disso era muito, muito linda. Tinha uma infinidade de pretendentes da idade dela, e até muitos mais velhos. Ela tem cabelo longo e sedoso, de uma cor preta escura, como a própria noite. Os olhos verdes como esmeraldas, a pele branca e cheia de pequenas sardas e pintas faziam sua beleza ser ainda mais cativante. Já naquela época, os peitos, os quadris e, principalmente, aquele lindo, duro e precioso rabão começavam a crescer. Ela passou de uma menina alta e sem curvas a ter o corpo de uma modelo adulta. E só com 14 anos, já era toda uma mulher. Fisiologicamente falando, embora ela ainda não tivesse tido ou mantido qualquer relação com um jovem ou homem, talvez por sua inocência ou ignorância, e também pelos hormônios que já estavam a todo vapor trabalhando naquele seu corpo maravilhoso e espetacular, um dia ela se aproximou de mim e me pediu, quase com uma vergonha que dava pra notar no seu rostinho todo corado, se eu podia ensinar ou mostrar como um homem e uma mulher se beijavam. Isso me deixou sem reação, mas eu disse que sim. Ela já sabia que eu tinha experiência com algumas garotas e mulheres jovens, então, por não ter mais ninguém em quem confiasse, ela me pediu. Eu já vinha olhando pra ela com frequência, e não vou negar que já tinha sonhado e imaginado fazer algo com ela, embora tudo isso sempre ficasse só nos sonhos e na imaginação. Nunca pensei que poderia acontecer na vida real, então quando ela me pediu, eu obviamente aproveitei a ocasião para me aproveitar dessa pobre menina, com um corpo já bem desenvolvido. Conversamos um pouco e planejamos fazer num dia em que meus avós não estivessem em casa, justamente para evitar que nos vissem ou nos pegassem no ato. Isso aconteceu alguns dias ou uma semana depois de conversarmos mais ou menos. Minha avó teve que ir cuidar da mãe dela por alguns dias, que tinha sido internada, e meu avô precisou ir para o campo, porque não sei que doença ou praga estava matando parte do gado e dos bichinhos da fazenda que ele tinha. Então, fiquei responsável pelo cuidado e segurança tanto da casa quanto das minhas primas. Seriam pelo menos um fim de semana inteiro só nós três. Minha avó voltaria na segunda de manhã se tudo corresse bem, e meu avô só voltaria na terça ou quarta da semana seguinte. Então, desde a manhã de sexta-feira cedo, já estávamos só nós três em casa. Minha prima mais nova saiu com minha avó, porque ela ia para outra escola de manhã, enquanto minha prima Mary e eu íamos à tarde para a mesma escola. À No dia seguinte eu tinha que me levantar e preparar nossos cafés da manhã, limpar a casa e fazer as compras. Eu fazia o almoço, ao meio-dia comíamos juntos e depois devíamos ir juntos para a escola, ou pelo menos era o que devíamos fazer. Depois de me despedir da minha avó e da minha prima Naty — que é como vamos chamar a outra prima —, tranquei a porta da frente, a única entrada pela frente, e me preparei para aproveitar a manhã para fazer algo com minha querida e linda priminha, Mary. Ela ainda estava dormindo no quarto dela, então entrei bem devagar e me deitei ao lado dela na cama. Deitei junto e comecei a acariciar seus cabelos, descendo lentamente pelo corpo dela. Quando comecei a acariciar e beijar seu pescoço, ela acordou e me perguntou o que eu estava fazendo. Então confessei que tinha entrado no quarto e na cama dela para ensiná-la, como havíamos combinado. Ela respondeu: "Ah, sim, eu me lembro, tinha esquecido". Para deixá-la mais tranquila, disse que meus avós e a irmã dela já tinham saído e que eu tinha trancado a porta, então ninguém nos incomodaria. Ouvindo isso, ela disse: "Então estamos bem. Agora vamos começar, você vai ser meu guia e meu professor. Eu vou fazer tudo o que você disser e pedir". Ouvindo ela dizer isso, fiquei completamente vidrado na ideia de fazer uma infinidade de coisas com ela, mas logo recuperei a sanidade e deixei pra lá — deixaria para qualquer outro momento. Naquele momento, eu queria experimentá-la, beijar e acariciar ela toda e, se possível, melhor ainda se fosse nua. Então comecei dizendo que daria uma massagem leve e suave para que ela pudesse relaxar e assim eu poderia ensinar o que tinha em mente. Ela concordou e perguntei se ela podia colocar uma roupa mais confortável ou leve. Ela disse: "Seria melhor se eu ficasse só de calcinha?" Quando ouvi isso, já comecei a ficar excitado de um jeito que tive que pensar em como esconder o tremendo volume que estava se formando no meu shorts. Eu disse que, por mim, se ela estivesse... confortável e segura, assim estava bem. Ela tirou o pesado pijama e ficou só de roupa íntima, que era rosa, mas em alguns lugares o tecido ficava meio transparente. Ela ainda era bem novinha, então minha avó quem comprava sua roupa íntima. Por isso, eu sabia que não podia esperar vê-la com um fio-dental ou uma calcinha minúscula. Mesmo assim, nunca imaginei que aquele corpaço que ela tinha faria a roupa íntima ficar meio apertada e até pequena. A calcinha, na parte de trás, por causa daquele tremendo de um rabo que ela já tinha, entrava entre suas deliciosas e suculentas nádegas. O sutiã, por ficar pequeno, não conseguia conter e cobrir completamente aqueles melões quase melancias. O que notei e mencionei antes eram aquelas pequenas transparências onde dava pra ver seus mamilos e as aréolas no sutiã, e na calcinha se marcavam e notavam bem os lábios de sua buceta, gostosa e deliciosa. Ao vê-la assim tão sublime e majestosa, só consegui dizer que ela estava linda e esplêndida demais. Peguei um pouco de uma creme que usava para massagens, e prosseguimos com isso. Comecei concentrado, mas conforme minhas mãos percorriam aquele corpo, não pude evitar chegar ao máximo de excitação e comecei a levar minhas mãos e dedos às suas partes mais íntimas. Comecei por suas nádegas e segui para sua buceta, já que ela estava deitada de bruços. Depois continuei beijando seu pescoço e fui descendo suavemente por suas costas até chegar àquele majestoso e grande rabo. Aquela massa de carne e gordura era impressionante, mas não era um daqueles bundas que chamam de gordas ou caídas, estava excelente, muito bem. Devo dizer, mesmo já tendo se passado muitos anos de tudo isso, que aquele foi, é e sempre será o melhor rabo que vi, provei e saboreei em toda minha vida. Comecei a saboreá-lo e a enfiar um dedo dentro enquanto massageava suavemente suas nádegas com a outra mão, de vez em quando com a mão que... Eu fazia massagens, dava uma pequena palmada na bunda dela e ela soltava um gemido baixo e suave dos lábios. Depois de uns 15 minutos mais ou menos, prossegui o caminho até sua vagina. Continuei fazendo o mesmo que já havia começado na bunda, mas em vez de um dedo, fui incorporando mais quando foi preciso, suave e devagar. Consegui arrancar uns bons e gostosos gemidos de sua boquinha deliciosa e a virei enquanto sua respiração ficava mais pesada e cansada. Notei que ela estava muito excitada e continuei então pelos seios. Peguei um deles e comecei a beijar e lamber com minha língua o mamilo desse peito, e com minha mão livre comecei ao mesmo tempo a acariciar o outro, apertando de vez em quando e dando um pouco mais de energia e força. Depois continuei o trabalho no mamilo que estava massageando, e prossegui com beijos e língua nele enquanto repetia o procedimento no mamilo do peito recentemente liberado com a mão livre. Beijei-a nos lábios e notei seus suspiros e gemidos, ela estava à beira do clímax. Peguei-a olhando para seu rosto e perguntei, encarando seus lindos olhos verdes, se ela queria se tornar mulher e se queria que eu fosse seu primeiro homem. Ela me olhou e com a mesma profundidade no olhar que eu dei, me respondeu que esse era seu maior sonho há muito tempo e que estaria muito feliz de fazer isso comigo. Quando terminou de falar, peguei-a e beijei-a mais forte e apaixonadamente do que nunca antes. Depois de alguns minutos de beijos e carícias intensas, e como já tinha minha prima toda lubrificada, peguei meu pau que já estava também no ponto máximo de preparação e enfiei bem fundo em sua boceta. Sua vagina tremia e me agarrava com força, parecia que não queria que eu saísse nunca mais de dentro dela. Notei depois de alguns minutos um pequeno fio de sangue que escorria de uma das pernas da minha prima. Ali estava a prova de que eu fui, sou e serei seu primeiro homem, aquele que tirou sua inocência e a transformou em mulher. quando percebi que as primeiras dores estavam passando, disse a ela que agora iria um pouco mais rápido e forte. Ela disse que sim, então comecei a meter cada vez mais, até que em alguns minutos ela começou a soltar uns gritos e gemidos que eu tive medo que os vizinhos ouvissem, mas continuei pela excitação que estávamos sentindo naquela situação e tudo que estávamos vivendo e aproveitando juntos. Depois de alguns minutos, ela gozou, então a peguei e virei na cama de bruços, deixando as duas pernas dela no ar, saindo da cama, e comecei a comer ela de quatro, tendo à vista aquele bumbum majestoso e sublime dela, o que me excitou demais, fazendo com que assim que enfiasse meu pau de novo na buceta dela, começasse a meter com toda minha força e vontade, fazendo com que em 5 minutos ela gozasse de novo, explodindo com um gemido longo e forte, deixando todo o corpo tremendo como uma folha ao vento. Eu continuei metendo até que 15 minutos depois consegui gozar e notei que ela tinha gozado de novo, mas dessa vez terminamos juntos, fazendo com que ela ficasse extasiada e totalmente exausta. Eu a coloquei de volta no lugar na cama e a deixei descansar, a cobri, saí do quarto, fui tomar banho e continuei com minhas atividades normais. Ao meio-dia almoçamos, e ela me disse que não queria ir à escola, que não estava se sentindo bem. Eu disse que tudo bem, que eu também não iria e ficaria para cuidar dela. Ela sorriu e disse que estava esperando por isso. Nesse momento o telefone de casa tocou e corri para atender. Era a Naty, minha outra prima, avisando que não voltaria para casa naquele dia. Saindo da escola, iria almoçar na casa de uma amiga e de lá iriam treinar hockey à tarde, já que as duas irmãs praticavam e jogavam esse esporte. À noite, ela voltaria para a casa dessa amiga e ficaria lá porque no sábado era o aniversário dessa amiga e tinham planejado passar o fim de semana inteiro juntas para celebrar. Eu disse que não havia problemas e que estava tudo bem, que ela se cuidasse e que eu a amava muito. Ela me disse o mesmo e desligamos. Voltei para a cozinha e contei à Mary sobre isso, e vi um sorriso meio pervertido no rosto dela e entendi tudo. Fomos ao banheiro e tomamos banho juntos, enquanto continuávamos dando rédea solta ao nosso fim de semana de luxúria e paixão, sem freios. No banheiro, depois de um tempo de beijos, carícias e massagens, ela me pediu para fazer o "Booty" nela, já que isso tinha ficado pendente no nosso primeiro encontro de manhã, e ela percebeu que eu estava dando atenção especial durante o processo de beijos, carícias e massagens ao seu bumbum lindo. Então, passei a me dedicar a isso com muito esmero e determinação para poder dar o melhor à minha linda e querida prima, que eu já começava a moldar na imagem que eu tinha do que deve e tem que ter uma boa puta – e uma puta que seria, é e será só minha. Dei muito tempo ao bumbum dela, uns 30 minutos mais ou menos. Ela gozou mais três vezes e, na última, gozamos juntos de novo. Os gemidos da minha prima me deixavam louco cada vez que os ouvia, saindo daquela boquinha. E ela me disse que o único homem na vida dela seria só eu. E, para terminar o relato, ela demonstrou isso o fim de semana inteiro, e até hoje continua demonstrando. Ainda sou o único homem na vida dela, o único que pode comê-la quando, onde e como eu quiser. Não vou mentir: ela já ficou de forma casual e esporádica com outros homens, já que eu pedi, mas nunca passou mais de uma noite com a pessoa, e no dia seguinte ou até horas depois ela voltava para eu comê-la, porque, segundo ela, ninguém nunca comeu nem vai comer ela como eu como. Comigo, ela não precisa fingir que vai gozar nem fingir o orgasmo. Para fechar, devo dizer que sou um tarado e talvez um doente, mas amo demais transar e não me importo se a mulher que quero comer ou já comi faz parte ou não da minha família. Se esse relato tiver a mesma ou maior repercussão que o anterior, contarei mais. um próximo relato como "a maçã nunca cai longe da árvore" ou, para entenderem melhor, como acabei comendo minha outra prima, a Naty, e como terminamos, as duas irmãzinhas e eu, num trio apaixonado e lindo. Até breve e muito obrigado por chegarem até aqui, até o próximo relato.

3 comentários - Mi prima Mary, mi inicio en el sexo tabú e incestuoso

Que bueno que está el relato esperemos qué salga las otras partes más que es de familia
Gran relato. Podrías compartir imágenes de su ropa interior