Minha esposa, meu filho e os amigos dele, Parte 2

Olá a todos, sou o Fermín de novo. No meu relato anterior, contei como, com a minha ajuda, meu filho Luismi e seus amigos: Raúl, Nacho, Juan e Israel conseguiram comer a Maria, a fresca da minha mulher, enquanto eu gravei tudo. Nenhum deles soube que fui o arquiteto de tudo.

Desde então, já se passaram onze meses. Temos outro filho fruto daquelas relações. Eu sei que não é meu, mas é um preço que tive que pagar por todas as experiências excitantes que vivi. Sempre finjo ser bobo em relação à criança para não constranger minha mulher, ela acha que eu acredito que o filho é meu. Ele se chama Alfredo e acabou de completar dois meses. No mais, nossa relação esfriou bastante, somos só duas pessoas que convivem.

Nossa situação financeira está apertada. Um novo filho significa muitos gastos, além do internato do Luismi, para onde o mandamos depois dos incidentes daquela vez. Só com a renda da minha clínica veterinária, estamos no sufoco para chegar ao fim do mês. Não voltei a transar com minha mulher desde então, ela deve ter pegado tanto nojo que não para de inventar desculpas esfarrapadas. Já faz tanto tempo que nem lembro mais como era.

Bom, é hora de entrar no assunto. Como já disse, não tínhamos visto os amigos do meu filho desde então. Eu tinha me contentado em assistir minhas gravações de tudo que aconteceu, mas estava começando a cansar, precisava de mais material. Fazia umas duas semanas que eu ficava matutando sobre a situação, não me vinha nada na cabeça. Fruto da minha tesura, fiz algo sem parar pra pensar muito nas consequências: liguei pro Raúl. Marcamos de nos encontrar naquela tarde num café perto da escola dele, na saída das aulas.

Quando ele entrou pela porta, eu já estava esperando sentado numa mesa mais afastada. Dava pra ver que ele estava nervoso, era normal, devia achar que minha mulher tinha me contado o que aconteceu. Ele me viu e veio na minha direção.

— "Oi, Sr. Jiménez. O senhor queria me ver?"

— "Sim, é isso. Não vou enrolar: eu sei tudo que vocês fizeram à minha mulher há um ano."

Raúl ficou branco, não sabia o que dizer. Pensou que eu ia matá-lo, mas não esperava minha próxima frase.

-"Não se preocupe, foi algo fantástico"

-"Como é que é?" Perguntou Raúl incrédulo.

-"Olha, sem rodeios: naquela época eu estava há muito tempo sem transar com minha mulher, estava com muito tesão e me veio a ideia de deixar vocês comerem ela. Por isso facilitei o sonífero e o líquido das vacas."

Raúl não saía do seu espanto. Não conseguia acreditar em tudo que estava ouvindo. Eu continuei falando.

-"Comprei umas minicâmeras e instalei por toda a casa para poder ver tudo que acontecia lá. Tenho tudo gravado."

-"O que você quer de mim?" Disse Raúl hesitante.

-"Gostei tanto do que aconteceu que quero que vocês repitam. Quero que gravem tudo e depois me deem as fitas para eu poder ver."

Raúl hesitou alguns momentos e finalmente me respondeu.

-"Não sei, tenho que consultar meus amigos, hoje à noite te ligo"

Ficou combinado assim. Passei a tarde nervoso esperando sua ligação. Depois do jantar o telefone tocou. Me joguei sobre ele antes que Maria pudesse atender.

-"Sim?"

-"Sr. Jiménez, sou o Raúl. Estivemos conversando e decidimos aceitar sua proposta, mas com condições."

-"Que tipo de condições?"

-"Em primeiro lugar queremos um papel assinado por você nos autorizando a comer sua mulher, não vamos mostrar a menos que você nos traia, é por segurança. Em segundo lugar, você vai nos fornecer todo o material necessário: mais líquido das vacas, outra filmadora, 1000 euros para despesas e outros 1000 como pagamento pelo trabalho. Por último, nós mandamos em tudo, você não pode se intrometer em nada do que acontecer. Vai receber as gravações do que ocorrer pontualmente. Se amanhã cedinho eu não tiver um envelope com sua autorização e o dinheiro na minha casa, não tem acordo."

Dito isso ele desligou sem me deixar dizer nada

Fiquei pensando. 2000 euros era muito dinheiro, e ainda mais na nossa situação econômica. O negócio da firma me envolvia diretamente em tudo, mas o que eu podia fazer? Eu queria que eles transassem com ela de novo, queria vê-la nas mãos deles outra vez. Tinha uma sensação indescritível de tesão, curtia infinitamente mais aquilo tudo do que qualquer trepada rotineira com minha mulher. Além do mais, minha mulher já não queria mais fazer amor, então decidi aceitar.

No dia seguinte, enviei o envelope. Fiquei o dia todo esperando notícias do Raúl. Por volta das cinco, ele me ligou no celular.

— "Sou o Raúl. Escute: daqui a meia hora vamos à sua casa para falar com sua mulher. Você nos espera no consultório. Depois passamos pra te ver."

Desligou de novo. Estava claro que ele queria mostrar que eles estavam no comando e que não aceitariam nem uma palavra minha.

Fechei o consultório, dizendo aos poucos clientes que tinha que sair. Coloquei as minicâmeras para gravar e esperei. Sentia falta daquela situação, estava intrigado para ver o que diriam à Maria. Os caras não demoraram a chegar. Bateram na porta. Maria estava amamentando o Alfredo, deixou-o no berço e se vestiu. Quando abriu a porta, quase desmaiou. Não conseguia acreditar que eles tinham voltado. Raúl, aproveitando-se do desconcerto dela, falou:

— "Dona Jiménez, você está uma gostosa. Tava com saudade da gente?"

— "O que vocês querem? Já não me fizeram mal o suficiente? Desgraçados!"

— "Justamente queríamos falar sobre isso", disse Juan.

— "Estamos arrependidos e queremos entregar a fita de vídeo. Mas antes, você vai ter que fazer algo por nós", disse Nacho.

Maria ficou pensando. Sabia que não podia confiar neles, mas tinha que recuperar a fita de qualquer jeito. Depois pensaria em alguma coisa para dar um jeito neles.

— "O que vocês querem que eu faça?"

Raúl tomou seu tempo. Sabia que tinha que ser claro e convincente. Falou bem devagar:

— "Queremos que você passe um fim de semana com a gente. Vamos para a fazenda dos meus pais pra ninguém atrapalhar. Se fizer tudo que mandarmos, devolvemos a fita e você nunca mais sem saber mais nada sobre nós."

-"Um fim de semana? Não pode ser, não posso deixar o Alfredo sozinho. Além disso, o Fermín vai sentir minha falta se eu for embora."

Raúl insistiu novamente.

-"Você inventa uma desculpa para sair e seu marido cuida do bebê. Aliás, como está nosso filho?" disse ele com tom de provocação.

-"Vocês são uns filhos da puta! Não vou fazer isso"

-"A puta é você. Não queria chegar a esse ponto, mas se não aceitar, vamos usar o vídeo. Você me entende..." Raúl sorriu ao dizer essas palavras.

Maria hesitou por alguns instantes, não podia permitir que o vídeo vazasse, finalmente disse:

-"Tá bom, mas vocês me devolvem a fita, e dessa vez nada de câmeras. E além disso, dessa vez vocês não vão gozar dentro de mim. Estou ovulando e não quero mais surpresas."

Era incrível, Maria tinha aceitado. Por outro lado, era lógico, ela não podia fazer outra coisa, mas me surpreendeu vê-la aceitar que esses adolescentes pervertidos a comessem. Combinaram para o dia seguinte depois do almoço, aproveitando que era sexta-feira, ela levaria nosso carro.

Depois passaram no meu escritório, dei mais líquido para vacas, e combinamos que me enviariam as gravações na semana seguinte. Embora Maria já tivesse dito a eles, fiz eles prometerem que dessa vez iam foder ela com camisinha, não queria que ela ficasse grávida de novo. No dia seguinte eu daria minha filmadora para o Raúl. Eles levariam duas, a dele e a minha.

Naquela tarde minha mulher me disse que uma tia dela tinha morrido e que ela precisava ir embora no fim de semana, que era melhor eu não ir para cuidar do Alfredo. Ela esperava mais perguntas da minha parte, eu disse que sim imediatamente e nem perguntei o nome da tia. Ela me deixou uma lista com tudo que eu tinha que fazer e foi fazer o jantar. Dava pra ver que ela estava nervosíssima, eu por minha parte estava subindo pelas paredes de tanta excitação.

De manhã me encontrei com o Raúl como havíamos combinado para dar a câmera. Ele disse que iam me proporcionar um espetáculo muito melhor que o outro Vez. À tarde me despedi da Maria, ela estava tremendo, deu-me uma certa pena.

Passei o fim de semana todo inquieto. Pensava no que poderia estar acontecendo naqueles mesmos momentos, nas situações que a Maria estaria vivendo. Me masturbei inúmeras vezes com minhas gravações antigas.

No domingo às dez da noite a Maria chegou, parecia triste e exausta. Praticamente não me dirigiu a palavra. Foi ver o menino e depois entrou no banho e foi para a cama. Naquele dia não consegui dormir, esperava o momento de ver o que aconteceu. Me perguntava se no dia seguinte me entregariam as fitas. Acertei.

Na segunda me levantei cedo e fui para o consultório antes que a Maria acordasse, no meio da manhã chegou um pacote no meu consultório. Antes de abri-lo, despachei rapidamente uma senhora idosa que vinha com seu poodle. Cancelei o resto dos compromissos do dia e me tranquei no meu escritório a sete chaves. Abri o pacote e encontrei um monte de fitas de vídeo numeradas, de três horas cada uma, definitivamente tinham feito seu dever de casa.

Vou relatar os fatos ocorridos cronologicamente:

SEXTA À TARDE

Ao colocar a primeira das fitas de vídeo, via-se os quatro caras esperando na portaria do Israel. O Raúl falava para a câmera:

-"Bom, cornozinho, quando você ver isso suponho que já teremos feito com a puritana da sua esposa o que quisermos. Você aproveita e se masturba, que de foder ela a gente cuida. Que otário você é, não entendo como pode ter uma gostosa dessas em casa e em vez de comer ela, entrega pra gente."

Depois via-se aparecer nosso carro com a Maria no volante. Ela estava usando uma calça jeans e uma camiseta bem larga. Quando ela parou o carro, os caras carregaram as malas e entraram nele. O Raúl sentou na frente e os outros atrás. Quando a Maria viu a câmera começou a reclamar.

-"Combinamos que nada de câmeras. Se não deixarem, vou embora pra casa."

-"Não se preocupe, Sra. Jiménez, é só uma brincadeira. Quando Vamos terminar, também daremos essas fitas, eu prometo." Disse João de forma tranquilizadora.

-"Não sei se acredito em vocês..."

-"Pare o carro! Se não quer colaborar pode ir para casa. Para mim tanto faz, vamos mostrar a gravação que temos para todo mundo." Gritou Raúl.

Maria percebeu que não podia fazer nada, eram eles quem mandavam. Pensou que estava obrigada a seguir o jogo deles.

-"Está bem. Aceito a questão da câmera. Mas depois vocês me darão todas as fitas." Disse Maria a contragosto.

Chegaram à fazenda. Era um lugar bem bonito, tinha uma casa principal de dois andares com piscina, toda cercada por uma sebe, uma casinha para os caseiros e uns estábulos. A propriedade era bem grande, não havia ninguém em vários quilômetros ao redor. Esses filhos da puta tinham planejado bem.

Enquanto descarregavam as coisas apareceu um rapaz jovem, era o caseiro, chamava-se Manolo e devia ter uns vinte e quatro anos mais ou menos. O coitado era o bobo da cidade, os pais de Raúl o tinham contratado para cuidar da fazenda. Pelo visto, embora não fosse muito inteligente, sabia muito de animais. Quando Maria o viu deu um grito, não esperava que houvesse alguém ali, além do mais ele tinha uma aparência horrorosa. Era muito alto e feio, faltavam quase todos os dentes, além de estar imundo. Raúl a tranquilizou, disse que não iria incomodá-los e que ele não percebia nada já que era meio retardado.

Uma vez descarregado tudo, decidiram dar um mergulho na piscina, mas não um mergulho qualquer, seria pelados. Colocaram as câmeras sobre dois tripés focando de ângulos diferentes. Minha mulher não gostou nada, mas tinha que obedecê-los. Dava para ver que ela estava com vergonha de tudo aquilo. Eu imaginava o que ela estaria pensando, pensaria que da outra vez estava bêbada e estranhamente excitada, mas que agora era muito complicado colaborar.

Os rapazes a cercaram, enquanto ela estava imersa em seus pensamentos eles já haviam se despido, tinham seus paus totalmente eretos. Raúl se aproximou pela frente e tentou dar um beijo na boca dela, mas Maria virou o rosto. Por trás, Juan levantava a camiseta dela. Israel e Nacho tentavam puxar o jeans para baixo.

A situação estava me deixando a mil, e percebi que não era o único observando. Uma das câmeras captava, ao fundo, a janela da casa do tal Manolo, e dava pra ver ele agachado, assistindo tudo. Pelo movimento que eu via, imaginei que ele estava se masturbando — já éramos dois fazendo isso.

Finalmente, Juan conseguiu tirar a camiseta dela, e os outros fizeram o mesmo com o jeans. Raúl continuava tentando beijá-la, mas Maria resistia. Juan desabotoou o sutiã e deixou os peitos dela à mostra. Estavam enormes — normalmente já eram grandões, mas agora pareciam duas montanhas, com os mamilos bem inchados. Maria ainda estava na fase de amamentação, e os seios tinham aumentado consideravelmente. Israel puxou a calcinha dela lentamente, e a buceta continuava tão peluda como sempre. Agora ela estava nua — uma imagem maravilhosa.

Maria parecia inerte, não colaborava nada. Era natural, já que ela tinha pouca experiência, mas os caras não gostaram. Sabiam que poderiam comê-la ali mesmo — ela teria que ceder para recuperar a fita —, mas não curtiam a ideia de transar com um "morto-vivo". Raúl decidiu fazer algo a respeito.

— Senhora Jiménez, deite-se na espreguiçadeira que nós preparamos o lanche.

Maria obedeceu. Não estava sendo tão ruim quanto ela imaginava.

— Vocês fiquem aqui, você, Juan, me acompanhe — ordenou Raúl.

Eles levaram uma das câmeras. Foram até a entrada, onde tinham deixado as malas — uma delas cheia de garrafas de todo tipo de bebida. Prepararam uns drinks. Raúl pegou o pote de líquido para as vacas e, olhando para a câmera, disse:

— Já que sua mulherzinha é frígida, vamos esquentá-la um pouco.

— Isso, que comece o show. Você vai ver, viadinho de merda, como sua mulher curte homens de verdade. Disse Juan rindo.

Foram para a piscina com as taças, todos continuavam nus, incluindo minha esposa. Maria pensou que um gole a ajudaria a suportar melhor o que tinha que passar. Tomaram duas garrafas entre os cinco. Cada taça de Maria levava sua correspondente dose de afrodisíaco. Os caras diziam todo tipo de obscenidades para ela; no início a incomodavam, mas depois começaram a excitá-la. Era evidente que o líquido estava fazendo efeito, além disso, somado ao caráter desinibidor do álcool, fazia com que Maria, além de estar muito excitada, deixasse de ficar tão desconfortável com a situação. Esse era o ponto que estavam esperando, então decidiram partir para a ação.

Nacho pegou uma das câmeras, se aproximou de Maria e ordenou que abrisse as pernas. Ela não deu atenção, tentava mostrar um pouco de dignidade, mas que dignidade iria mostrar uma senhora de 40 anos, católica e mãe de dois filhos, deitada nua rodeada por quatro adolescentes de 18 anos, amigos do seu filho. Juan se aproximou dela e foi separando suas pernas pouco a pouco. Nacho aproveitou para fazer um close de sua buceta, estava muito molhada. Juan se ajoelhou na frente dela e enterrou o rosto entre suas pernas, minha esposa respondeu com um pequeno gemido. Raúl e Israel se lançaram sobre seus peitos, o primeiro a descobrir que estavam cheios de porra foi Raúl:

-"Olha, ela tem porra nos peitos!"

-"Siiim..., é verdade!" Confirmou Israel quando descobriu a iguaria.

-"Isso tem que ser bem gravado." dizia Nacho emocionado.

Nem preciso dizer que eu já tinha gozado só de ver a cena. Maria não me deixava ver como amamentava Alfredo e agora eu a estava vendo amamentar uns degenerados. Raúl e Israel a devoravam com loucura, mordiscavam seus mamilos e apertavam seus peitos com força, queriam tirar até a última gota de porra. Minha esposa começava a respirar ofegante, tinha os mamilos muito sensíveis agora que havia dado à luz, além disso, Juan continuava fazendo um bom trabalho em sua... buceta encharcada, o orgasmo era iminente.

-"Eu vou gozaraaaaaaaaaa......!" Gritou repentinamente Maria.

Um mar de líquido jorrou de seu interior. Eu sabia que havia mulheres que mijavam ao chegar ao orgasmo, mas o caso de Maria era excessivo.

-"Olhem como ela mija de prazer!" Disse Juan com o rosto encharcado pelos fluidos de Maria.

-"Consegui um close! Consegui um close!" Nacho estava eufórico.

-"Que porquinha você está, Sra. Jiménez."

Todos riram do último comentário sarcástico de Raúl. Ele tomou a palavra novamente:

-"Quem ainda não experimentou a porra dessa vagabunda que o faça, o outro me acompanha para buscar as camisinhas."

Maria respirou aliviada ao ouvir sobre as camisinhas, ela não queria engravidar novamente. Era engraçado, a puritana não queria que eu as usasse porque era pecado e agora o que ela mais desejava era que esses garotões as colocassem para comê-la.

A câmera fixa continuou gravando enquanto Nacho e Juan saboreavam a porra da minha esposa e a outra câmera foi com Israel, acompanhando Raúl.

Eles voltaram para a piscina, Juan e Nacho continuavam bebendo a porra da minha mulher, a haviam deixado seca. Manolo continuava observando tudo de seu esconderijo. Maria, por sua vez, continuava muito excitada, involuntariamente seu corpo pedia mais guerra.

Raúl tomou a iniciativa novamente. Baixou Maria da espreguiçadeira e a colocou de quatro sobre uma toalha. Pensei que ele fosse pegar ela pelo cu, mas me enganei, em vez disso ele enfiou um dedo em sua buceta encharcadíssima. Movia-o em círculos, depois enfiava e tirava com muita delicadeza. Ficou assim um tempo até que Maria começou a ofegar, quando percebeu que ela ia gozar, parou. Um protesto quase imperceptível saiu da boca da minha mulher, ela não queria que parasse.

-"O que você disse? Quer que eu continue?" Perguntou-lhe Raúl.

Maria não respondeu, não queria admitir que tudo aquilo estava começando a agradá-la.

-"Está bem, se não quer que eu continue, vou parar." Insistiu Raúl.

-"Por por favor, não para! Não me deixa assim!" suplicou Maria.

Raúl a tinha exatamente onde queria, minha mulher estava com um tesão da porra, e Raúl continuou humilhando ela.

-"Você quer que a gente te coma, sua vagabunda?"

-"Sim, me comam."

-"Ouviram, caras? A putinha aqui se faz de donzela, mas agora quer que a gente meta nela." Os comentários de Raúl eram cada vez mais ofensivos. Ele falou de novo.

-"Grita que você é uma porca e que quer nossas picas."

Maria não entendia como aqueles caralhos conseguiam excitá-la tanto. Por dentro, ela lutava para se manter firme—se iam foder ela, que fodessem, mas ela não daria o prazer de vê-la implorar. Ela era uma mulher decente, era...

-"Eu sou uma porca e quero suas picas!" Maria ficou mais surpresa que os caras ao ouvir suas próprias palavras. Seu corpo falou mais alto que sua mente.

Todos riram.

-"Muito bem, abre a boquinha." disse Juan, posicionando o pau dele na frente da boca de Maria.

-"Obedece se quer que a gente te coma, sua puta!" ordenou Raúl.

Estava claro que a mentalidade da minha mulher tinha mudado desde a última vez. Da primeira vez, ela não esperava o que ia acontecer nem sabia quanto tempo ia durar, além do mais, nosso filho estava presente. Mas agora era diferente—ela tinha vindo para a fazenda no fim de semana sabendo o que planejavam fazer com ela, e não tinha o Luismi no meio. Ela tinha duas opções: passar o fim de semana sofrendo ou aproveitando. Além do mais, ela estava tão excitada que resistir era inútil. Ela decidiu se entregar ao prazer.

Eu não conseguia acreditar quando vi Maria abrir a boca e começar a chupar o pau do Juan. Na outra vez, só o Nacho tinha conseguido enfiar na boca dela, e contra a vontade dela. Agora, ela estava chupando o Juan voluntariamente—ela, que sempre considerou isso uma aberração, estava mamando o pau de um moleque de 18 anos para conseguir sexo.

-"Ahhh... issooo..." gemeu Juan.

-"Agora vou te foder, você mereceu." disse Raúl.

-"Põe uma camisinha, por favor...." Juan cortou a frase da minha mulher, enfiando seu pau na boca dela de novo. -"Claro, fizemos um acordo, pode confiar na gente." Enquanto dizia isso, Raúl colocou uma das camisinhas. Raúl foi enfiando devagar, queria aproveitar o momento. Quando chegou na metade, parou e ficou quieto, esperando que Maria fizesse o trabalho. Ela, desesperada, jogou o corpo pra trás, procurando o resto do pau do cara. Ela começou a se mover pra frente e pra trás, depois em círculos, tentando enfiar o pau do Raúl o mais fundo possível. Maria estava como que possuída, tinha acabado de tirar da cabeça todas as convicções morais e estava começando a curtir de verdade. Gemendo de prazer, já nem tentava esconder as sensações. Juan tirou o pau da boca dela pra gozar no rosto e no cabelo. Ela sentiu nojo, sentiu os fios de porra escorrendo pelas bochechas, mas não disse nada porque a iminência de outro orgasmo a deixava fora de si. Acelerou os movimentos até gozar de novo. -"Iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.........!" Gritou Maria. -"Isso, putinha, goza de novo!" Incentivava Juan. Raúl continuou metendo com força. Quando finalmente gozou, ficou parado por uns instantes com o pau dentro da Maria, saboreando o momento. Continuaram assim o resto da tarde. Ela chupava o pau deles em troca de serem fodidos. Maria teve vários outros orgasmos. Todos meteram nela e ela chupou todos. Raúl e Nacho fizeram ela engolir a porra, enquanto Israel preferiu descarregar nas tetas gigantes da minha esposa. Quando terminaram, Maria ainda estava pedindo mais. Eu sabia que era por causa do efeito do líquido e porque ela estava muito bêbada, mas aquilo era demais. Minha respeitável mulher estava implorando por mais sexo pra galera que estava chantageando ela, e essa galera eram os amigos do filho dela, que estavam se dedicando a humilhá-la. Eles queriam deixá-la com vontade. A levantaram do chão e a ajudaram a... chegar a um dos quartos, já que a Maria mal conseguia andar, era lógico depois da bebedeira que ela tinha pegado e a dose de pau que ela tinha recebido. Deitaram ela nua na cama e ela caiu no sono na hora.

Quando saíram do quarto, o Raúl falou para a câmera:

— "Gostou, cornozinho? Viu como a sua putinha de esposa estava implorando pra gente meter nela? Pois isso é só o começo, te garanto que o que vem depois você não tá esperando."

Essas últimas palavras me deixaram inquieto. A verdade é que eu tinha curtido ver o vídeo, tinha batido umas punhetas espetaculares. Tava nisso quando percebi que era hora do almoço e fui pra casa.

Quando entrei em casa, a comida já estava na mesa. A Maria me disse que não tava com fome e que ia dar de comer pro Alfredo. Perguntei com malícia se tava acontecendo alguma coisa, mas ela disse que só tava um pouco triste por causa da tia dela. Pegou uma mamadeira e foi pro nosso quarto com o menino. "Com a quantidade de porra que ela tem nos peitos, esses filhos da puta devem ter deixado ela seca pra ter que alimentar nosso filho com mamadeira", pensei. Logo depois de comer, fui pro meu consultório pra continuar vendo as gravações.

SEXTA-FEIRA À NOITE

Depois de deixar minha mulher no quarto, a gravação parou. Quando voltou, dava pra ver que tinham passado várias horas porque já estava anoitecendo. Agora era o João que falava pra câmera:

— "Você deve tá se perguntando em que a gente gastou a grana que você deu, então vamos te contar aos pouquinhos."

— "A gente gastou uma parte pra vestir a sua mulherzinha, vamos levá-la pra farra," disse o Nacho em seguida.

Logo depois, a câmera apontou pra uma cama. Em cima dela tinha um vestido de puta de verdade, era uma minissaia de couro que parecia mais um cinto, um top, também de couro, com cordões no decote que deixavam mostrar mais ou menos carne, e umas botas. negras com salto alto, daquelas que chegam até os joelhos. Além disso, havia uma bolsinha que continha cocaína.

Ao não ver calcinha e sutiã, temi o pior, além da cocaína, mas o pior ainda estava por vir.

Elas se dirigiram ao quarto da minha mulher para acordá-la, ela estava como inerte, nua em cima da cama. Tentaram reanimá-la, mas ela não reagia, estava muito cansada. Praticamente tiveram que arrastrá-la até o chuveiro. Banharam-na com água fria e Maria reagiu um pouco, olhava desconcertada para todos os lados, estava desorientada.

Secaram-na um pouco e lhe deram um raio, Maria não sabia o que era, nunca tinha visto cocaína e muito menos pensava que os amigos do filho pudessem usar, ela achava que isso só os viciados faziam. Eles disseram que era um remédio para clarear a cabeça, e que tinha que cheirar pelo nariz para fazer efeito mais rápido. Minha mulher, que ainda não sabia bem onde estava, usou sem protestar.

Em poucos minutos, ela estava como nova. Disseram para ela descer para jantar, Maria tentou colocar alguma roupa, mas eles disseram que não, que descesse como estava. Para ela, não importou descer nua, achava que os garotos estavam se comportando muito bem para o que ela esperava e, além disso, estava eufórica pelo efeito da coca.

Deram-lhe para jantar um prato de sopa, temperado logicamente com líquido para vacas, e um bife com batatas. Supus que deram uma boa janta para que Maria continuasse confiando neles. Depois do jantar, começou o ritual de sempre, começaram a tomar drinks e a misturar os de Maria com o líquido. Mas desta vez havia uma variante, alternavam os drinks com mais "remédio para a cabeça".

Maria gostava da situação, tomava os drinks para se desinibir, silenciava dessa forma a voz da sua consciência. Foi esquentando aos poucos. Quando não aguentava mais, convidou os garotos para a comeram, não falou com eles, apenas foi abrindo devagar as pernas. A safadinha tinha perdi completamente a dignidade. Raúl se aproximou dela e falou:

-"Agora vamos sair pra tomar uns drinks na cidade vizinha."

-"Mas... eu achava..." A vadia queria mesmo era ser comida.

Raúl sorriu ao ver que ela estava entregue e falou de novo:

-"Se você se comportar, vai ter o que quer. Já viu que pode confiar na gente."

Israel foi buscar o vestido e ordenou que ela colocasse. Maria hesitou ao vê-lo - não usaria nem calcinha nem sutiã, além do mais era um vestido digno de qualquer puta. Disseram que se ela colocasse, na volta iam foder ela e que, além disso, naquela cidade ninguém a conhecia. Uma vez convencida disso, não foi difícil fazê-la pintar o rosto como uma verdadeira gostosa.

Pronta, entraram no carro. Raúl sentou no banco do motorista. Sabia dirigir desde pequeno e a cidade ficava a poucos quilômetros da fazenda. Quando chegaram, foram direto a uma boate para menores. O segurança, ao ver a câmera e minha mulher, não queria deixá-los entrar, mas Raúl deu 100 euros que fizeram ele mudar de ideia, disse que daria outros 100 na saída se tudo corresse bem. Deu outros 100 ao único garçom do bar para que ele fizesse vista grossa.

Já estavam dentro, era um salão bem grande. Junto às paredes havia algumas mesas baixas cercadas por sofás. Havia uns cinquenta adolescentes entre quatorze e dezesseis anos lá dentro, a maioria garotos - era o que se chama vulgarmente de "campo de pica". Ao ver Maria, ficaram hipnotizados. As garotas, por outro lado, olharam com desprezo.

Raúl se aproximou da minha esposa e ordenou que fosse dançar no meio do salão. Ela obedeceu, dava pra ver que não sabia dançar, mas tanto fazia. Raúl e os outros se afastaram um pouco dela, dando liberdade para o pessoal da cidade agir. A multidão logo a cercou. As poucas garotas que estavam no local foram embora ofendidas porque nenhum Ela dava atenção a eles.

Maria não sabia o que fazer, estava começando a sentir mãos indiscretas por todo seu corpo e estava muito excitada. Tentava permanecer serena, não queria se entregar àquele prazer, era se degradar ainda mais. Com Raul e os outros, ela tinha a desculpa moral de estar sendo chantageada, mas se agora ela se deixasse levar, não teria mais justificativa. Ela se perguntava o que estava acontecendo com ela, por que estava tão excitada, não podia ser só o álcool...

Nessas dúvidas estava Maria quando percebeu que haviam desamarrado os cordões do seu top e suas enormes tetas estavam à vista de todos. Também haviam levantado sua minissaia, deixando à mostra sua espessa pelambrera. Os adolescentes estavam começando a meter a mão nela por todos os lugares, brigavam para chupar seus peitos, que estavam cheios de porra novamente. Apalpavam sua bunda com desespero e os mais ousados lutavam para introduzir seus dedos na boceta da minha mulher, que começava a ficar muito molhada.

Raul e os outros curtiam a cena. Maria havia se entregado completamente às carícias que recebia e estava prestes a gozar. Quando finalmente gozou, todos os seus assediadores se surpreenderam com a quantidade de fluidos que escorriam entre suas pernas. Foi nesse momento que Raul aproveitou para se aproximar da minha mulher e falar aos que a rodeavam:

"Bom, chega de diversão. Quem quiser comer essa putinha vai ter que pagar."

Os caras da cidade ficaram irritados, queriam bater no Raul, diziam que a gostosa era de todos e que não pensavam em pagar um tostão. Raul, com uma jogada de mestre, fez eles mudarem de ideia.

"Podem me bater se quiserem, mas o segurança da balada está no meu payroll. Ele vem e expulsa todos vocês, e ninguém vai poder comer essa gostosa."

Os ânimos se acalmaram um pouco, ninguém queria encarar o segurança. Raul finalizou a jogada:

"Olha, eu ia cobrar 20 euros por cabeça pra quem quisesse comer ela, mas como vocês me caíram bem, por 10 eurinhos cada um ela é de vocês. É uma Ganga, é uma mulher casada que só transou com o marido e com nós quatro, uma verdadeira puta de luxo."

Finalmente aceitaram, tinham uma oportunidade única de comer uma mina que nem nos melhores sonhos poderiam tocar, e menos ainda numa cidadezinha como aquela. Era incrível, os desgraçados iam prostituir minha mulher como uma puta barata. Pensei que tinham passado dos limites, mas não conseguia parar de olhar a gravação. Quanto mais humilhante era para ela, mais excitante era para mim.

Raúl e Juan levaram María para um canto e a deitaram em cima de uma das mesas. Nacho e Israel formaram uma fila com todos que queriam comer ela, uns 35, e deram uma camisinha para cada um.

María continuava muito bêbada e drogada e, embora estivesse muito excitada, quando percebeu o que ia acontecer tentou evitar.

-"Por favor Raúl, não façam isso comigo, eu te imploro."

Raúl se aproximou dela e tocando sua buceta com a mão disse:

-"Você é uma puta, se está desejando, está super molhada."

María voltou a implorar:

-"Não sei o que está acontecendo comigo, não sei por que estou tão molhada, mas não deixe que me comam, comam vocês, esse era o acordo."

Raúl não respondeu, só riu. Virou-se, pegou os 10 euros do primeiro sortudo e disse:

-"Põe a camisinha e manda ver!"

María tentou se levantar, fez isso sem convicção, tentando mostrar um pouco de dignidade, tentando esconder que o que mais desejava naquele momento era ser comida, mas Juan a deitou de novo sobre a mesa.

O primeiro garoto devia ter uns catorze anos e estava tremendo, com certeza era virgem. Aproximou-se dela e meteu com muita delicadeza, deu três ou quatro empurrões e gozou. Depois um por um foram passando pela pedra minha mulher o resto dos garotos, uns demoravam mais e outros menos, uns comiam ela delicadamente e outros violentamente. Na hora de gozar a maioria dos garotos decidiu tirar a camisinha e fazer na cara ou nos peitos da minha mulher, ela acabou totalmente coberta de porra. Além disso, Maria também gozou, mas várias vezes, era inevitável depois de 35 ejaculações seguidas.

Raúl não deixou elas nem beberem de seus peitos nem darem no seu cu. Eu não entendia como ainda não tinham sodomizado minha mulher. Quando o último terminou, levantaram Maria da mesa e tentaram arrumar suas roupas e limpá-la o melhor possível. Ela não conseguia ficar em pé nem articular uma palavra.

Levaram ela quase arrastando até o carro, pagaram outros 100 euros ao porteiro e foram embora, não sem antes oferecerem a ele trocar os 100 euros por uma trepada com minha esposa. Ele, ao ver o estado em que Maria se encontrava, optou pelo dinheiro.

A noite tinha sido perfeita, e com o que tinham recebido por Maria, conseguiram pagar o porteiro e o garçom, sobrando 50 eurinhos. Ao chegarem, deram um banho nela e a deixaram descansar.

Já era hora do jantar, decidi deixar para o dia seguinte o resto dos vídeos, de qualquer forma não conseguia mais nem bater uma. Quando cheguei em casa, o jantar estava no micro-ondas e Maria tinha ido para a cama, estava claro que ela estava me evitando. No dia seguinte fui cedo ao meu escritório, não podia esperar mais, estava morrendo de vontade de ver o que aconteceu no sábado.

SÁBADO DE MANHÃ

Quando cheguei ao meu escritório estava super excitado, me perguntava que tipo de surpresas o vídeo me reservaria, conhecendo como aqueles filhos da puta eram, sabia que o sábado seria ainda mais pesado que a sexta. Não me enganei.

Eles acordaram no meio da manhã, sabiam que Maria ficaria com peso na consciência uma vez dissipados os efeitos de tudo que tinha tomado no dia anterior, por isso decidiram preparar o café da manhã e levar para ela na cama. Além disso, cortaram algumas rosas do jardim, todas as mulheres ficam loucas por flores e minha mulher não seria diferente.

Quando Maria os viu entrar, tentou se cobrir com os lençóis, já que a tinham deitado nua, não conseguia olhar para o rosto deles, lembrava do que aconteceu no dia anterior e não Ela acreditava, não sabia como tinha chegado àquele extremo, como poderia ter se abandonado daquela maneira e, pior ainda, como poderia ter curtido tanto tudo aquilo.

Quando viu as flores, ela se derreteu, pensou que tinha sido ela quem tinha implorado para que a fodessem e, depois, à noite, também tinha sido ela quem tinha curtido todos aqueles desconhecidos. Os caras tinham cumprido a parte deles, tinham fodido ela com camisinha e estavam tratando ela muito bem.

Eu me perguntava por que fariam todas aquelas coisas e logo percebi a resposta. Eles tinham levado ela aonde queriam, tinham conseguido despertar nela um sentimento de culpa e vergonha tão grande que parecia que a vilã da história era minha mulher.

Assim que a Maria terminou o café da manhã, retiraram a bandeja dela, colocaram as câmeras em dois tripés e os quatro se enfiaram na cama com ela. Era uma cama de casal antiga, daquelas que são enormes. O Nacho foi direto pra buceta, o Juan e o Israel preferiram "café da manhã" às custas do leite da minha mulher, enquanto o Raúl começou a comer a boca dela.

No dia anterior, ao chegar na piscina, a Maria não tinha deixado o Raúl beijá-la, já que ela sempre dizia que isso só se faz por amor. Mas hoje era diferente, com o sentimento de culpa que ela tinha, sentia que já não podia negar nada, pensava que ela mesma tinha procurado por isso. Os caras, por sua vez, tinham jogado bem suas cartas, agora era quando eles iam humilhá-la de verdade, agora iam foder minha mulher estando totalmente lúcida, sem drogas nem álcool.

A Maria se deixava fazer, deixava o Raúl enfiar a língua até a campainha dela enquanto o Juan e o Israel, como aves de rapina, apertavam os seios dela e mordiscavam os mamilos para extrair todo o leite possível. O Nacho, por sua vez, tinha colocado uma camisinha e se preparava para penetrá-la.

O Raúl se levantou e foi até uma televisão com vídeo que tinham no quarto e colocou a fita do dia anterior, colocou a parte da piscina onde Maria implorava por sexo e chupava todos para conseguir seu objetivo. Dessa forma conseguia degradá-la ainda mais, Maria não entendia como tinha se comportado daquela maneira.

Nacho colocou Maria em cima dele e ordenou que ela cavalgasse. Minha mulher estava morta de vergonha, na tela da televisão dava pra ver ela tendo um orgasmo. Ela começou a se mover, não tinha prática naquela posição e, pior ainda, não estava excitada. Israel colocou o pau na boca dela, Maria morta de nojo começou a chupar. O rosto da minha mulher era totalmente diferente do dia anterior, tinha passado da luxúria mais absoluta para a resignação. Raúl se posicionou atrás dela, empurrou-a sobre o peito de Nacho, pegou um pouco de manteiga que tinha sobrado do café da manhã de Maria e foi untando a bunda da minha mulher. Maria se libertando do pau de Juan e enquanto continuava pulando em cima de Nacho tentou fazê-lo mudar de ideia.

-"Pelo cu nãoooooooooooooo....!"

Enquanto dizia essas palavras Raúl já tinha enfiado de uma só vez.

-"Cala a boca, você é uma puta, não pode negar, olha pra você na televisão."

Maria tentava aguentar a dor e a humilhação de ser sodomizada, mas era muito difícil.

-"Ahhhhhhhh...! Tá doendo! Tá doendo!"

-"Dá duro Raúl!" Juan incentivava o amigo a meter mais forte.

Era incrível, minha mulher tinha três paus dentro dela ao mesmo tempo, cada um dos caras tentava enfiar seu pau mais fundo. Maria sofria com as fortes investidas de Raúl. Israel segurou a cabeça dela e descarregou toda a porra na sua garganta. Nacho gozou depois, fez isso enquanto apertava um dos mamilos da minha mulher que naquele momento sentia Raúl inundar seus intestinos com o sêmen quente.

Todos queriam ser o próximo a dar no cu, mas foi Juan que se adiantou já que até agora tinha ficado de fora. Raúl por sua vez queria que Maria gozasse, desejava que ela curtisse sem precisar do Líquido, essa seria sua verdadeira vitória. Ele se posicionou debaixo da minha mulher e ordenou que ela chupasse seu pau, começaram um 69. Maria já não podia recusar nada, muito menos coisas que tinha curtido no dia anterior. Nessa posição, Juan foi enfiando devagar no cu dela, fez com delicadeza, então Maria quase não sentiu dor. Juan aguentou pouco, apenas algumas enfiadas, e Nacho ocupou seu lugar. Maria chupava o pau do Raúl sem muita convicção, mas ele não ligava, continuava imerso na tarefa de fazê-la gozar. Quando Nacho terminou, foi Israel que assumiu a posição. Raúl sentiu que minha mulher começava a ficar excitada com suas carícias e concentrou suas lambidas no clitóris dela. Maria movia a bunda ritmadamente, já tinha se acostumado a ser penetrada por trás, enquanto Israel continuava metendo e Raúl enfiava alguns dedos na sua buceta.

Era alucinante, nunca imaginei que Maria pudesse curtir tudo aquilo sem estar sob efeito de drogas, mas os desgraçados dos amigos do meu filho estavam conseguindo. Maria estremeceu quando o orgasmo chegou, momento em que Raúl aproveitou para esvaziar o conteúdo de suas bolas na boca da minha mulher enquanto lambia os abundantes fluidos que escorriam de sua buceta. Israel demorou um pouco mais para gozar, quando o fez, ficou um tempo parado dentro de Maria, que ainda estava chocada pelo orgasmo que acabara de ter.

Quando olhei o relógio, percebi que era hora do almoço, refleti sobre tudo que tinha visto. Tinha sido fantástico, tinha curtido tremendamente a sessão de sexo que me ofereceram. Por enquanto, as coisas tinham ido muito bem, mas certas questões estavam na minha cabeça: Por que Maria estava tão triste desde que voltou? Por que ela estava me evitando desde então? Por que não tinha voltado a amamentar o Alfredo?

É verdade que ela podia ter remorsos por tudo que aconteceu, mas ela tinha curtido bastante com os garotos. Também era verdade que eles tinham bebido o quanto quiseram dos seus peitos, mas ela produzia muito leite e não teria problemas para alimentar Alfredo. Algo mais deve ter acontecido naquele fim de semana. Mal podia esperar para verificar, mas precisava ir porque era hora da mamada.

Se querem saber o que aconteceu no resto do fim de semana, vocês também vão ter que esperar...

CONTINUA...

1 comentários - Minha esposa, meu filho e os amigos dele, Parte 2

Ohhhh de maravilla ambas partes esperando leer la tercera, pedazo corridon