Minha esposa de joelhos olhando pra Meca

Essa história aconteceu há 1 ano, eram os primeiros dias de agosto e nossa cidade na Andaluzia estava em festa, eram 2 da manhã quando eu e minha esposa Silvia chegamos em casa, nós dois temos 38 anos e já tínhamos vivido muitas festas naquela cidade, então nos últimos anos costumávamos voltar cedo pra casa, já que não tinha nada que a gente já não tivesse visto muitas vezes antes. Quando chegamos em casa, percebi que nosso cachorro Boby ainda não tinha saído pra passear, então, apesar da hora, decidi sair pra dar uma volta com ele.

Deixei a carteira em casa e, como sempre, minha esposa me perguntou pra onde eu ia sem carteira. A gente sempre discutia porque eu saía de casa sem ela, e ela dizia que eu tinha que levar porque nela estava minha documentação. Eu sempre falava que pra 10 minutos, pra que caralho eu ia ficar carregando a carteira, e isso irritava ela pra caralho.

Tava quase entrando no parque onde sempre levo ele, bem atrás do nosso prédio, quando lembrei que perto dali tinham acampado os trabalhadores das atrações e me lembrei que tava tendo problemas porque, junto com os que estavam tudo em ordem, tinham acampado outros que vendiam coisas na rua, e a polícia tava tentando expulsar eles, entre outros motivos porque desde que chegaram, uns 3 dias atrás, tinham acontecido alguns roubos na área. Mesmo assim, decidi entrar no parque, já que não ia levar mais que 5 minutos esperar o Boby fazer as necessidades dele e a gente voltar pra casa.

A gente tava há alguns minutos no parque quando ouvi uma voz atrás de mim:

"Que cachorrinho bonito" com um sotaque meio estranho.

Quando me virei, vi 3 caras de uns 16 anos, de origem magrebina, junto com um rottweiler. Por causa da escuridão do parque, não tinha visto eles se aproximarem. Tavam vestidos de sunga, chinelo e regata. A aparência deles não me agradou nada, então decidi me virar e voltar pra casa sem dizer nada.

Assim que me virei... de novo ouvi a mesma voz dizendo:

"Espanholzinho mal-educado que nem responde"

Segui em frente sem dizer nada até que vi eles chegando correndo e se atravessaram no meu caminho

"Também tá com um relógio bonito, anda, deixa eu ver ele de perto"

Entendi na hora as intenções deles, então criei coragem e falei:

"Moros de merda, vazam daqui se não quiserem levar uns sopapos"

Eram 3, mas como já disse, não deviam ter mais de 16 anos. Eram fortes pra idade, dava pra ver pelos braços que as regatas deixavam à mostra, mas não achei que fossem um problema muito grave pra mim numa briga. Além disso, o cachorro, apesar de ser um rottweiler, parecia bem tranquilo, e eu também tava com um pastor alemão.

"Então moros de merda, seu cuzão, passa tudo que você tem ou não sai daqui"

Quando ele falou isso, os 3 pivetes sacaram umas facas e me ameaçaram. Aí sim eu me caguei de medo. Uma coisa era brigar com os 3 moleques, mas com facas a balança pendia claramente pra eles.

Tirei o relógio e peguei o que tinha nos bolsos, que era só as chaves de casa e o celular, já que a carteira tinha ficado em casa quando eu e minha esposa chegamos. Joguei tudo pra eles, e o que tava falando, que parecia ser o líder do grupo, pegou minhas coisas.

"Que merda, não tem nem um puto euro"

Outro moleque chegou perto de mim com a faca e tirou a coleira do Boby, puxando ele pra perto. Boby era um cachorro muito tranquilo, até demais pelo que vi naquele dia, e não fez nenhum gesto de reprovação quando aquele moreno pegou a coleira dele e começou a acariciar a cabeça.

"Não sei se deixo você ir ou te rasgo por causa da merda que você tem nos bolsos"

"Por favor, me deixa ir, te dei tudo que tinha" — falei, agora completamente cagado de medo

"Pô, já não é tão machão" — ele respondeu

"CARLOSSSSSSS"

"CARLOSSS, CÊ TÁ POR ALI"

Os mouros e eu olhamos imediatamente pra onde ouvimos os gritos, Carlos era eu e aqueles gritos eram da minha esposa Silvia, que devia ter saído pra me procurar por causa da minha demora, já que já tinham passado quase 30 minutos.

Os mouros esconderam as navalhas nas costas enquanto minha esposa, que já tinha nos visto, se aproximava de nós aos poucos. Eu ia sair correndo, mas o líder me disse:

"Se gritar ou se mexer, a gente rasga os dois."

Não me mexi nem um milímetro enquanto Silvia chegava até nós.

"O que foi, Carlos? O que você tá fazendo? Por que tá demorando tanto?"

"É que seu marido parou pra bater um papo com a gente, senhora", respondeu o líder do grupo.

Minha esposa não respondeu, mas olhava a situação meio desconfiada ao ver que era um dos caras que segurava o Bobby pela coleira.

"Seu marido nos deu uns presentinhos, por que a senhora não dá os seus também?"

Minha esposa não entendeu o que aquele moreno tava dizendo até ver os três caras mostrarem as navalhas de novo.

"Ah, meu Deus, eu... eu não tenho nada, pelo amor de Deus, nos deixem em paz."

Pelo que eu via, era verdade. O parque ficava bem atrás do meu apartamento, e minha esposa tinha saído pra me procurar com a roupinha que usava em casa: um short sem bolsos, uma camiseta e um tênis.

"Porra, que merda de butim a gente vai levar hoje", falou pela primeira vez o cara que segurava o Bobby.

"Fica tranquilo, Hamed, que acho que hoje vai ser a noite mais divertida dessa porcaria de festa", disse o líder.

"Vão na frente até a quadra de basquete", ordenou o cara.

Minha esposa e eu obedecemos e fomos até uma quadra de basquete que ficava num canto do parque, longe das entradas e cheia de sombras, porque os vagabundos já tinham quebrado as luzes que iluminavam o lugar fazia um tempo.

O cara mandou a gente entrar na quadra, e eles entraram atrás com os cachorros. Fechou o Porta da quadra e amarrei os cachorros nela pra que a gente não conseguisse sair, mesmo se tentasse.

"Bom, já que o butim foi fraco, vamos nos divertir de outro jeito, vamos jogar um jogo", ele me disse enquanto me jogava uma bola de tênis que ele tinha na mão e que eu devia usar pra arremessar pro cachorro. Eu peguei a bola e esperei, sem entender o que ele queria.

"Agora ele vai ficar na área de lance livre e vai arremessar a bola. Cê vê que eu tô dando vantagem, porque a bola é bem pequena, então é mais fácil acertar. Se ele acertar a bola na cesta, vocês vão embora pra casa agora mesmo."

"E se não acertar?" — perguntou minha mulher.

"Se o seu marido não acertar, é você que fica pelada."

Os outros dois árabes riram da piada do amigo. Minha esposa e eu tremíamos de medo, e eu tava ciente da situação em que a gente se encontrava. Já eram 2h45 da manhã, e em 45 minutos ninguém tinha passado por aquele parque, então as chances de alguém ver o que tava rolando e chamar a polícia eram pequenas, além de que a gente tava numa área que, mesmo se alguém passasse pelo parque, teria que prestar muita atenção pra nos ver.

Eu me aproximei da área de lance livre, olhei pra minha mulher, que me encarava com lágrimas nos olhos, arremessei aquela bola com um medo do caralho e, pra nossa desgraça, errei.

"Ooooooo, putz, parece que vocês perderam."

"Por favor, deixa a gente em paz. Já demos o que vocês queriam. Posso ir em casa e voltar com mais dinheiro."

"Cê tá me achando com cara de otário? Vai pra casa e volta com dinheiro sem avisar ninguém, né?"

"Minha mulher e meu cachorro podem ficar aqui pra vocês verem que não tô enganando ninguém."

Minha mulher me lançou um olhar que gelou meu sangue quando eu falei isso.

"Jojojo, que valentão. Então largaria sua mulherzinha com a gente enquanto você vai buscar o dinheiro? Deixa eu pensar... hummmmmmmmmm, não. Acho que prefiro jogar."

"Vamos, senhora. Seu marido errou. Cê viu que eu dei a chance de salvar ela, mas ele não foi capaz."

Minha esposa Não se mexeu, só choramingava imóvel.

"Vamos, Carlitos, ajuda ela, tira a camiseta dela ou vou ficar puto."

Me aproximei da minha esposa e, sem conseguir olhar na cara dela, peguei a camiseta dela e comecei a puxar pra cima. Minha esposa não colaborava e tava difícil de sair, então o moleque falou:

"Ou tira ela agora ou te furo."

Com um puxão forte, tirei a camiseta da minha esposa e fiquei na frente dela.

"Joga a camiseta no chão e sai da frente, porra, não tô enxergando nada."

Joguei a camiseta da minha esposa no chão e me afastei pro lado. Quando saí da frente, os manos puderam ver minha esposa sem camiseta, segurando os peitos dela, já que ela não tava de sutiã e agora tava meio pelada na frente daqueles porcos.

"Porra, dona Mohamed, tá de peitos de fora, a putinha."

Falou o que se chamava Hamed pro líder do grupo.

"É, parece que a dona gosta de uma putaria."

"Minha esposa usava essa roupa pra dormir e ela sabia que eu gostava que ela não usasse nada por baixo, por isso que ela tá sem sutiã, não é nenhuma puta", falei.

"Tô ligado, então ela não usa calcinha também, valeu pela informação", falou Mohamed.

"Agora abaixa o shortinho dela, vamos ver se a buceta dela tá no ar."

"Não vou fazer nada", falei.

"Tô vendo que você já voltou a ser machão, beleza. Yussuf, faz ele entrar na razão."

O moreno que até agora não tinha aberto a boca se aproximou de mim e, por trás, me furou de leve com o canivete, me machucando um pouco.

"Agora você não vai abaixar o short da sua mulher, você vai pedir pro meu amigo Hamed ser quem vai abaixar o short da sua esposa."

Eu não respondi, então Yussuf me furou um pouco mais com o canivete até eu falar:

"Hamed, abaixa o short da minha mulher."

"Kkkk, ouviu, Hamed? O senhor te deu uma ordem."

Hamed se aproximou da minha esposa, que ainda segurava os peitos com as mãos, e se ajoelhou na frente dela.

"Por favor, não, me deixem, pelo amor de Deus, eu imploro", ela choramingava. esposa

Foi inútil, Hamed não baixou a calça da minha mulher, mas enfiou o canivete por um dos lados, entre a coxa e a cintura da calça dela, e rasgou, fazendo a calça se soltar de um lado. Antes que ela caísse, minha esposa segurou com uma das mãos, impedindo que descesse, mas deixando um dos peitos dela livre para a visão dos três caras.

"Buceta boa, senhora, grande e branquinha, com o bico rosa"

Minha esposa continuava chorando sem abrir a boca, e Hamed fez o mesmo que tinha feito antes, obrigando minha mulher a usar a outra mão para impedir que a calça caísse no chão. Agora eram os dois peitos dela que estavam livres na vista daqueles árabes.

"Carlinhos, manda sua mulher levantar as mãos pra gente ver a buceta dela"

Yussuf me cutucou de novo com o canivete, e eu obedeci.

"Silvia, amor, levanta as mãos"

"Mas explica pra quê, Carlinhos, explica pra quê"

"Levanta as mãos pra esses três caras poderem ver sua buceta", respondi.

"Sua mulher não te obedece nem fodendo, vai ajudar ela, Carlinhos"

Dessa vez Yussuf não precisou me cutucar. Eu me aproximei da minha mulher por trás e peguei as mãos dela, forçando-a a levantá-las, fazendo a calça rasgada cair no chão.

"Isso aí, assim tá melhor. Como eu imaginava, também não tá de calcinha, que putinha que ela é, e ainda por cima não tem nenhum pelo na buceta, isso sim é de vagabunda"

"Vagabunda é a sua mãe", gritou minha mulher, juntando forças.

"A gatinha mostrou as unhas, isso eu gosto"

"Caras, vamos apalpar um pouco a vagabunda branca enquanto eu gravo em vídeo, e os tênis podem ficar nela, me deixa doido ver ela pelada só de tênis, haha"

Mohamed pegou meu celular e começou a gravar um vídeo enquanto os amigos dele apalpavam o corpo da minha mulher. Minha esposa tentava tirar as mãos deles enquanto eu olhava imóvel, vendo aqueles porcos apalpando os peitos dela ou beliscando a bunda. Bueno, Carlitos, você tem mais um tiro livre. Se acertar, já sabe, vocês vão pra casa. Caso contrário, sua mulher vai mamar pica."

Peguei a bola e voltei pra área de tiros livres, cada vez mais nervoso. Arremessei a bola de novo e errei de novo.

"Seu marido é um otário, senhora. Dei outra chance pra ele e ele errou. Então, graças a ele, agora você tem três picas pra chupar."

Os três árabes se despentiram e sentaram num dos bancos que tinha na quadra. Os três tinham picas normais, talvez um pouco maiores que a minha. Os cachorros continuavam amarrados na única saída, e aqueles caras mandaram eu sentar no banco da frente, enquanto pediam pra minha esposa se aproximar.

Sentei no banco, mas minha mulher não se mexeu.

"Senhora, viu como seu marido obedece? Agora faça o mesmo, ou vai ser muito pior."

Silvia se aproximou deles, ficando de frente pro Mohamed, que tava sentado no meio do banco, ladeado pelos outros dois árabes. Minha mulher tava de frente pra mim, de costas, completamente nua. Minha esposa já não cobria mais o corpo nu e parecia resignada com o que ia rolar.

Mohamed tava com o celular na mão e ligou a gravação de vídeo de novo.

"Vai, puta, ajoelha no chão e chupa minha pica, que você tem cara de chupadora."

Minha esposa não ajoelhou, então Yussuf levantou, agarrou minha mulher pelos ombros e apertou com força, forçando ela a se ajoelhar. Os caras eram bem magros e de pele escura, contrastando com a pele branca da minha esposa, que agora tava ajoelhada na frente dos três.

"Chupa, puta."

Minha mulher não se mexeu e começou a implorar de novo, chorando, até que Mohamed deu um tapa forte nela e gritou:

"CHUPA."

Minha mulher aguentou o tapa sem se mexer. Aí Mohamed, mais puto, fez um corte pequeno no rosto dela e disse:

"Quero ver minha pica na sua boca em 3 segundos, ou corto seu pescoço. 1... 2..."

Minha esposa não deixou chegar no 3. Então, sem espero, mas ela agarra com as mãos a pica do Mohamed e começa a chupar.
Tentava enfiar tudo, mas era bem grossa e ela se esforçava pra conseguir, enquanto as mãos da minha mulher se apoiavam nos joelhos do Mohamed, que deixou o celular com o Yussuf pra ele gravar o boquete que a minha mulher tava dando, enquanto ele esticava a mão até a cabeça da minha esposa e desfazia o rabo de cavalo que ela usava, deixando o cabelo solto, que eu vi cair pelas costas dela.
O Mohamed enfiava a pica na boca da minha esposa uma vez atrás da outra, enquanto começava a gemer de prazer.
"Isso aí, putinha, já sabia que você sabia chupar uma pica, mas você tá deixando meus amigos muito descuidados, balança as picas deles, vadiazinha."
A Silvia ficou com as mãos apoiadas nos joelhos do Mohamed até que o Hamed se inclinou e começou a dar tapas na bunda dela. Aí minha esposa esticou as mãos, agarrou as duas picas e começou a balançar pra cima e pra baixo.
De onde eu tava, via os três mouros na minha frente com a minha esposa ajoelhada na altura das picas deles. A cabeça da Silvia subia e descia no mesmo ritmo que as mãos dela masturbavam as duas picas. Quando a cabeça da minha mulher descia engolindo a pica do Mohamed, as mãos dela desciam sobre as picas do Yussuf e do Hamed.
"Carlitos, vem pra cá que você tá muito longe e não consegue ver direito."
Eu não me mexi do banco.
"Carlitos, seria muito falta de consideração da minha parte tirar a pica da boca da sua mulher pra ir te cortar, mas se você não vier, vou ter que interromper o boquete."
Eu levantei do banco e me aproximei deles. Os três me olhavam sorrindo, principalmente o Mohamed, que ria às gargalhadas enquanto a boca e a língua da minha esposa devoravam a pica dele. Minha esposa fazia barulho com a boca enquanto chupava.
"Que barulhinhos mais engraçados a sua mulher faz enquanto chupa a minha pica, né Carlitos?"
O Mohamed agarra a pica dele com a mão e tira da boca da minha mulher. Bate a pica na cara da Silvia e depois encosta nela e diz:
"Vamos ver se Você sabe brincar com as bolas melhor que seu marido"

Sem soltar as outras duas picas, minha esposa se inclina um pouco mais em direção aos ovos de Mohamed até pegar um testículo com os lábios e começa a chupá-lo.

Minha mulher tá chupando as bolas daquele moreno de merda e até enfia um deles quase inteiro na boca e começa a sugar, isso parece que Mohamed adora e ele pede pra minha esposa fazer o mesmo com o outro, ela obedece e eu posso ver como a língua da minha esposa brinca com as bolas de Mohamed que tá gozando igual um louco, aí ele afasta um pouco minha mulher e coloca a pica de novo na frente da boca dela, Silvia engole aquela pica de novo e agora é Mohamed quem dita o ritmo do boquete com uma das mãos apoiada na cabeça da minha mulher.

Pouco depois ele se levantou do banco e pediu pra minha esposa agora comer a pica de Hamed, Silvia me olhou e obedeceu de novo.

"Olha só como essa puta chupa, parceiro" Mohamed falou pro amigo dele

"Essa vai cansar de pica hoje, corno" ele falou pra mim

"Bate uma pra mim com as duas mãos e olha nos meus olhos" Hamed falou pra minha esposa

Silvia pegou o pau dele com uma mão e os ovos com a outra, parando de masturbar o Yussuf, começou uma punheta rítmica e firme. Hamed tava adorando a masturbação que minha mulher tava fazendo e olhava fixo nos olhos dela enquanto Silvia enfiava a pica de Hamed entre as duas mãos.

"Continua assim, puta, como você bate bem, agora enfia na boca"

Minha esposa então desviou o olhar dos olhos pra pica de Hamed e aproximou a boca daquela ferramenta, abriu a boca e enfiou a cabeça daquela pica entre os lábios enquanto continuava batendo punheta com as mãos na pica sob o olhar atento dos 3 árabes e do meu.

Hamed olhava pra minha esposa que tava com a cabeça entre as pernas dele, chupando e masturbando ele ao mesmo tempo.

"Ela tá me chupando, Carlos, sua esposa tá me chupando a pica" Hamed falou pra mim

Silvia dava Lambidas naquela pica como se fosse um pirulito, pra depois enfiar de novo na boca, dessa vez até a metade do tronco.

"Assim, muito bem, tava claro que você gostava de chupar pica"

A pica do Hamed entrava cada vez mais fundo na boca da minha esposa, e logo ela teve que parar de masturbar ele pra apoiar as mãos nos joelhos dele. Yussuf aproveitou pra se aproximar da minha mulher e, enfiando uma mão por baixo dela, começou a acariciar a buceta dela. Minha esposa se virou, tirando a pica do Hamed da boca, e disse:

"Não me toca, filho da puta"

Yussuf riu e, segurando a cabeça da minha esposa com uma mão, levou ela até a pica do Hamed, apertando contra ela, forçando ela a enfiar aquela pica quase toda. A pica do Hamed devia estar batendo na campainha da garganta da minha mulher, e Yussuf falou:

"Você cala a boca e chupa, puta"

E continuou apalpando a buceta da Silvia, sem ela oferecer mais resistência.

Minha esposa continuou uns minutos chupando a pica do Hamed até que ele fez ela se afastar, porque tava quase gozando e queria aguentar mais.

"Agora é minha vez" — disse Yussuf, que parou de apalpar a buceta da minha mulher pra fazer ela se aproximar dele.

"Bom, senhora, vamos ver se você consegue comer minha pica direito"

"Piedade, por favor, me deixa, não aguento mais, mgggggghh"

A voz da minha esposa cortou quando Yussuf, segurando ela pela cabeça, aproximou ela da pica dele.

"Vai, senhora, é toda sua. Abre bem essa boca de chupar pica que você tem e me mostra o que sabe. E quero que faça isso com as mãos nas costas, e pra isso seu marido vai te ajudar"

Mohamed me mandou segurar as mãos da minha esposa e prender elas nas costas dela.

Minha esposa tinha que chupar a pica dele sem usar as mãos, então enfiou a cabeça da pica na boca e chupou com a língua por uns dois minutos assim. Começou a mover a cabeça bem devagar, enfiando e tirando a cabeça da pica do Yussuf da boca dela.

"Quero que minha pica desapareça nessa boquinha, foxy, quero que seus lábios toquem minhas bolas, seu Carlitos, ajuda ela"

Eu era um boneco nas mãos deles, estava apavorado e só podia obedecer se quisesse sair vivo dali. Peguei a cabeça da minha esposa por trás, puxando pelo cabelo, e enquanto segurava as mãos dela nas costas com uma das minhas mãos, com a outra fui abaixando a cabeça da minha esposa até a pica daquele moreno. Ela abriu a boca e a pica foi entrando na garganta dela aos poucos. Às vezes ouvia algum engasgo, mas eu era obrigado a continuar.

"Agora Carlitos, abaixa e levanta a cabeça da sua esposa"

Obedeci de novo, e era minha mão que marcava o ritmo daquela mamada.

"Abaixa até o fundo, Carlitos", ordenou Mohamed atrás de mim. Eu fiquei paralisado, mas quando senti a ponta da navalha nas minhas costas, apertei a cabeça da minha esposa contra a pica do Yussuf até o nariz dela tocar o púbis dele.

Naquele instante, Yussuf segurou a cabeça da minha esposa e, deixando ela nessa posição, disse:

"Bota a língua pra fora e chupa minhas bolas"

Minha esposa só conseguia fazer sons guturais, mas eu vi que, com muito esforço, ela conseguiu esticar a língua por baixo da pica do Yussuf e lamber com a ponta os ovos do moreno.

"Porra, como eu tô me divertindo, sua putinha, muito melhor que nas festas, onde já se viu"

Mohamed fez um sinal, e Yussuf soltou minha esposa e se levantou. Ele foi ficar junto com os dois amigos dele, que continuavam gravando tudo com o celular, e mandaram minha esposa se ajoelhar no meio deles. Silvia obedeceu, e eles se posicionaram formando um círculo, apontando as picas pro rosto da minha mulher.

"O que a senhora tá esperando? Não sabe o que tem que fazer?"

Minha mulher, sem dizer nada, pegou a pica do Mohamed com uma mão e meteu na boca. Ela segurou as picas dos dois lados e começou a bater uma pra eles. Os três manos apoiaram as mãos nos quadris e deixaram minha esposa tomar a iniciativa.

De vez em quando, os caras se moviam pra frente Enfiar mais pica na boca da minha esposa, que não tinha um segundo de descanso. Quando eu tirava a pica do Mohamed da boca dela, o Hamed já ocupava o lugar, e quando ela se livrava do Hamed, era a pica do Yussuf que atravessava os lábios da minha mulher. Minha esposa sempre tinha alguma carne na boca, e as bochechas dela estavam cheias de saliva, enquanto os mouros esfregavam as pirocas na cara da Silvia quando não estavam dentro da boca dela.

Minha mulher lambia as pirocas deles, chupava os sacos e engolia pica sem parar, enquanto os 3 mouros comentavam o trabalho da minha esposa:

"Sua mulher chupa pra caralho"
"Como essa puta da sua esposa engole"
"Que puta você tem em casa"
"Agora você vai ter uma boa ração de porra, puta", disse Mohamed.

Minha esposa implorou pra eles não gozarem, mas foi inútil.
"Vamos te encher de leite."

Os 3 mouros batiam punheta furiosamente na frente da cara da minha esposa. Primeiro foi o Yussuf, que gozou na minha mulher, mas ela conseguiu desviar a gozada do rosto, e os jatos caíram nos peitos dela. O porco do Hamed gozou na cabeça da minha mulher, enchendo o cabelo dela de porra. E o último que faltava era o Mohamed. Ele pediu pros companheiros se afastarem e me trazerem pra perto, pra que eu pudesse ver de perto. Me agarraram e me obrigaram a contemplar como ele estava prestes a ejacular na cara da minha esposa.

"Olha bem, corno, olha bem como eu gozo na cara dessa puta."

Mohamed encostou a ponta da pica no rosto da minha mulher e esfregou por uns instantes. O corpo dele tensou e, depois de alguns segundos, relaxou enquanto ele dava um gritinho.

"Vou gozar, putaaaaa!"

Ele deu o primeiro jato de esperma no nariz e na testa da minha esposa, escorrendo o sêmen rapidamente pra baixo e molhando os lábios dela, já que a Silvia mantinha a boca fechada. Dois, três, quatro e até cinco jatos de porra banharam a cara da minha esposa de sêmen, até os olhos dela, que também estavam fechados. Mohamed sacudiu a pica contra a testa da minha mulher pra que esvaziar suas últimas gotas de sêmen e depois disse a Yussuf que alcançasse para minha mulher a camiseta com que ela tinha vindo para limpar o rosto.

Silvia limpou o sêmen do rosto e das tetas, tentou fazer isso com o cabelo e ficou ajoelhada no chão diante dos mouros que, para nosso pesar, não tinham terminado.

"Carlitos, joga a bola de novo. Pra você ver que sou bom, vou te dar mais uma chance pra vocês vazarem. Não vai dizer que não sou generoso."

"O que mais vocês querem de nós?" disse minha esposa do chão.

"De Carlitos, nada, senhora. Mas da senhora, sim. Se ele acertar, vocês vão embora. Se errar, a gente fode ela."

Minha esposa me olhava com uma mistura de terror e súplica, como se implorasse com o olhar para eu não errar. Mas eu continuava muito nervoso e, pra ser sincero, nunca fui bom em basquete, um esporte que só pratiquei na escola e já fazia mais de 25 anos disso. Como Mohamed esperava, errei de novo, e os sorrisos nos rostos dos mouros voltaram a aparecer.

"Deixem a gente em paz, por favor. Já chega." implorava minha mulher.

"Suas súplicas não vão adiantar nada, senhora. Dei 3 chances pro seu marido e ele errou todas. Foder ela é culpa dele, não nossa."

Mohamed levantou minha esposa do chão, que já tinha limpado todo o sêmen, e, dando a mão a ela, a levou até o banco onde eles 3 tinham sentado antes enquanto minha mulher chupava as picas deles. Sentou minha esposa no banco e levou a mão dela até o pau dele. Minha mulher agarrou aquele membro e ficou parada enquanto Mohamed começava a apalpar as tetas dela. Minha esposa tinha umas tetas bem grandes, usava sutiã 110, e as mãos de Mohamed amassavam os peitos dela como se fossem duas montanhas de carne. Ele começou a beliscar os bicos dos peitos dela enquanto os 2 amigos dele assistiam toda a cena junto comigo. Os bicos dos peitos da minha mulher não demoraram a ficar duros depois dos beliscões de Mohamed. Ele agarrou o pau dele e, se aproximando da minha esposa, começou a esfregando o pau já bem duro de novo nos peitos e nos mamilos da minha esposa.

"Seus mamilos ficaram duros, tá com tesão?"

"Que isso, seu filho da puta" respondeu minha esposa, que ficou parada enquanto Mohamed continuava esfregando a ferramenta dele nos peitos dela.

"Vou comer essa buceta branquinha que você tem" disse Mohamed, enquanto se ajoelhava na frente da minha esposa. Ela fechou as pernas instintivamente, impedindo que Mohamed se aproximasse, então ele pediu pros dois amigos dele sentarem de cada lado dela e abrirem as pernas dela. Eles fizeram isso, segurando cada um uma perna da minha esposa e, com as navalhas na outra mão, forçaram ela a abrir as pernas pra Mohamed.

Eu vi Mohamed colocar a língua na buceta da minha esposa e começar a lamber de cima pra baixo, igual um cachorro.

"Porco, para de me chupar" dizia minha esposa

Mas Mohamed não ligava, tinha a cabeça entre as pernas dela e só fazia chupar e chupar. Yussuf e Hamed, que estavam de cada lado da minha esposa, pegaram cada um um peito dela e começaram a chupar também. Minha esposa tinha a cabeça jogada pra trás e não se mexia enquanto os três mouros chupavam ela. Mohamed aproveitava a buceta imaculada dela, e os outros lambiam os mamilos dela.

Eu vejo como eles mordiscam os mamilos da minha esposa, e ela continua com a cabeça pra trás, imóvel e indefesa. Logo escuto uns gemidos baixinhos.

"Ahh ahh mmm ahh"

Apesar da situação, minha esposa não consegue evitar que o corpo dela sinta as atenções que esses três bastardos tão dando nela.

Minha esposa continua com a cabeça pra trás e não percebe quando Mohamed para de chupar a buceta dela e se levanta, dando ordem pros amigos dele levantarem ela no ar contra a grade. Eles obedecem e param de lamber os peitos da minha esposa. Ela percebe que tão levantando ela e apoiando contra a grade da quadra de basquete. Tem os braços apoiados dos dois lados dos ombros de Hamed e Yussuf, e agora as pernas dela pendem sem conseguir tocar o chão. Mohamed levanta as pernas da minha esposa e enfia a cabeça entre elas, segurando o canivete no meio pra garantir que ela não feche as pernas em volta da cabeça dele. Nessa posição, Mohamed pode lamber a buceta da minha esposa à vontade, tudo em pé.

Minha esposa não abre a boca, só morde os lábios, e pela cara que faz, a língua do Mohamed deve estar alcançando o fundo dela.

Minha esposa tenta abafar os gemidos mordendo os lábios, mas ainda assim escapa algum. Logo Mohamed quer mais e pede pros amigos deitarem minha esposa no chão da quadra de basquete. Minha esposa fica deitada no chão enquanto Mohamed se deita devagar sobre ela. Tá claro que ele vai ser o primeiro a comer ela. Silvia fecha as pernas de novo, embora já não chore mais. Sabe que implorar é inútil, então olha pro Mohamed sem abrir a boca e com as pernas fechadas.

Mohamed encara ela e fala claramente:

"Ou eu meto a pica ou meto outra coisa", diz balançando o canivete que ainda tem na mão. Minha esposa entende a ameaça e abre as pernas devagar enquanto Mohamed se deita sobre ela.

"Quero que seja você quem guie minha pica até sua entrada, gostosa", ele fala pra ela.

Ela olha pro Mohamed com nojo, pega na pica dele enquanto dobra as pernas e a direciona pra dentro da buceta dela.

"Fica esperto, Carlitos, vou meter na sua mulher", Mohamed me diz enquanto se inclina pra frente, penetrando minha esposa suavemente até o fundo.

Minha esposa me encara enquanto Mohamed começa a penetração e segura os quadris dela. Silvia tem as mãos sobre os peitos, e Mohamed manda ela colocar no chão.

"Quero ver como essas tetonas balançam", ele fala.

Minha esposa obedece e deixa as mãos no chão. Agora ela olha pro Mohamed, que tá comendo ela. olha os peitos da minha esposa balançando pros lados por causa da força que o Mohamed tá metendo nela, o Mohamed bombava dentro da minha mulher com a força típica de alguém da idade dele e a cara da minha esposa não conseguia esconder que o corpo dela não podia evitar sentir a força da foda de um adolescente.

Depois de uns minutos o Mohamed tirou a pica do dentro da minha mulher e virou ela, ela com dificuldade ficou de quatro com os braços apoiados no chão e as tetas quase raspando o chão da quadra, o Mohamed começou a bombar de novo e logo pegou os braços da minha esposa pra trás fodendo ela com força, minha esposa não conseguia se apoiar no chão e dependia do Mohamed que puxava os braços dela como se fossem rédeas de um cavalo.

"Vai mano, que eu também quero meter nela" falou o Yussuf

"Porra que chatos do caralho, vai, fode ela"

O Mohamed saiu de dentro da minha esposa e foi o Yussuf quem pegou ela pela mão e levantou ela

"Quero que você me leve perto do seu marido e me foda na frente dele"

Minha esposa não entendeu muito bem o que ele queria, então o Yussuf pegou a mão da minha mulher e colocou em cima da pica dele fechando a mão dela em volta.

"Agora vamos perto do seu marido"

Minha esposa foi andando na minha direção segurando o Yussuf pela pica e parou a uns 2 metros de distância

"Fala pra ele que estão nascendo na cabeça do seu marido"

"Chifres, estão nascendo chifres" respondeu minha esposa me olhando

"Kkkkk isso aí, agora vou deitar no chão e quero que você se comporte bem ou vou ficar puto" falou o Yussuf pra minha mulher

Ele se deitou no chão, com a pica apontando pro céu e minha esposa se posicionou em cima dele, pegou a pica dele e foi sentando devagar em cima, a pica do Yussuf era um pouco mais grossa que a do Mohamed e minha esposa devia estar sentindo pela cara que fazia.

"A gente vai te foder toda putinha" falava o Hamed pra minha esposa enquanto ela continuava sentando no Yussuf, quando sentou completamente os amigos do Yussuf aplaudiram Saber que a pica do amigo dele estava completamente dentro da minha esposa.

Minha mulher começou a se esfregar na pica do Yussuf.

"Bom, senhora, é hora de cavalgar", disse Yussuf.

Minha mulher começou a subir e descer na pica do Yussuf enquanto ele agarrava os peitos dela, e ela começou a aumentar a velocidade dos pulos.

"Uffff, assim, assim, senhora, quica, quica."

Vários minutos se passaram com ela pulando no moreno, que tava gozando igual um louco com a foda que minha esposa tava dando. Num dado momento, o jovem baixou as mãos pra cintura dela e se levantou, surpreendendo nós dois. Ele foi se erguendo devagar até ficar de pé com minha mulher carregada nele. Aquele moleque tinha mais força do que eu pensei no começo. Agora era o Yussuf segurando as nádegas da minha esposa, subindo e descendo ela num ritmo bom, enquanto os dois amigos dele me humilhavam.

"Corninho, cê gosta de ver meu amigo comendo a putinha da sua esposa?"

"Sua esposa vai gozar de tesão, Carlitos."

Yussuf tava fodendo minha esposa sem parar, subindo e descendo ela sem descanso. Ela já nem tentava se soltar mais, os braços dela descansavam nos ombros do Yussuf, que agora tinha a cabeça enterrada entre os peitos dela, balançando de um lado pro outro, aproveitando as tetas da minha mulher.

Hamed sentou no banco e gritou pro Yussuf:

"Traz essa puta aqui que agora é minha vez."

Yussuf, com minha esposa nos braços e a pica enterrada fundo dentro dela, foi dando passinhos até chegar no Hamed. Ele largou minha mulher no chão e, dessa vez sem ninguém mandar, ela se aproximou e montou nele no banquinho. Esticou a mão, guiou o pau do moreno até a buceta dela e, com um movimento pra baixo, aquela pica foi sumindo dentro da buceta da minha esposa, igual tinha acontecido com os amigos dele. Assim que entrou toda, minha mulher começou a cavalgar de novo, igual tinha feito antes na minha frente. Olhar atento que ficava perto da cena, ladeado por Yussuf e Mohamed.

"Me fode, senhora, me fode"

Já eram 4 da manhã e o silêncio da noite fazia a gente ouvir perfeitamente o som dos corpos de Hamed e minha esposa transando, quando a Silvia descia e batia contra as coxas de Hamed, aquele som me consumia por dentro.

As mãos de Hamed descansavam nas laterais do banco e era verdadeiramente minha mulher quem cavalgava o garoto sem ajuda, ciente da nossa situação, sabia que obedecer era a única opção que podia nos permitir sair vivos daquela situação.

"Dá a volta, senhora, que queremos ver ela bem", disse Mohamed para minha mulher.

Ela se moveu, interrompendo a foda que estava dando no Hamed para se virar, dando as costas pro moreno que estava curtindo ela, ficou olhando pro Mohamed até ele falar:

"Agora continua fodendo meu amigo, senhora"

Minha esposa sentou de novo, enfiando de novo a pica do moreno na buceta dela até ficar sentada completamente em cima dele.

"Um momento, fica aí quieta, senhora", disse Mohamed

"Quero dar um zoom no vídeo disso"

O filho da puta do moreno tava claramente se referindo à cena dantesca que a gente presenciava, minha esposa sentada, coxa com coxa, em cima do Hamed com a pica dele enterrada nas entranhas dela e os ovos do moreno pendurados pra fora.

Quando Mohamed mandou, minha esposa recomeçou a foda com as mãos apoiadas nos próprios joelhos, mexendo os quadris pra cima e pra baixo enquanto Hamed segurava ela pela cintura.

"Carlitos, você ficou o tempo todo muito quieto, não gosta de ver a pica do meu amigo entrando na sua mulher uma vez e outra?"

O moreno agarrou minha mulher por baixo das coxas dela, fazendo ela jogar as costas pra trás, ficando mais exposta pros nossos olhares, nessa posição ela não podia fazer nada e era o Hamed quem subia e descia ela, quando a pica saía, ele mandava minha esposa colocar de volta com a mão. colocar ela na direção certa.
Subindo e descendo sem parar, eu e os outros 2 manos viramos como aquela pica entrava na buceta delicada e branca da minha esposa até as bolas baterem na bunda dela. Ele deixou minha esposa sentada em cima dele e começou a tocar a buceta dela com as mãos, tava masturbando minha mulher com a pica ainda dentro dela, o filho da puta.

"Sua esposa tem uma buceta foda", Hamed me disse entre gemidos, enquanto não parava de masturbar minha esposa.

Depois, ele virou minha esposa, deixando ela sentar no banco com a bunda metade pra fora, metade pra dentro, e as costas apoiadas na parede atrás do banco. Hamed se ajeitou enquanto apontava a pica dele pra buceta da minha esposa Silvia. Hamed abriu as pernas dela e meteu com força, fazendo a pica inteira entrar de uma vez na minha esposa até o talo, fazendo ela soltar um grito.

Hamed puxou minha esposa, deitando ela no banco, e colocou as pernas dela nos ombros dele. Depois, saiu da minha esposa e meteu de novo de uma vez, fazendo ela dar outro gritinho.

"Vadia, vadia, toma, vadia", Hamed falava enquanto comia ela sem parar.

"Sua mulher vai sair dessa pista bem comida."

"Ela tem ração de pica pro ano inteiro."

Hamed metia com muita força na minha esposa, levantando ela com as estocadas. O som que faziam quando os púbis batiam era horrível, e a energia de Hamed não parecia acabar. Hamed meteu de novo até o fundo, e mesmo que as bolas dele fossem a única coisa que ficava pra fora da minha esposa, ele continuava empurrando, querendo entrar mais fundo nela.

"Não empurra mais, não cabe mais, filho da puta", minha esposa disse pra ele.

"Hahaha, então eu meti bem fundo, até onde, vadia? Até onde eu meti? Fala pro corno do teu marido."

"Até o fundo, ele meteu até o fundo", minha mulher disse.

"Hahahaha, ouviu sua esposa? A pica chegou no fundo dela", o filho da puta me disse. Mohamed.

Gotas de suor de Hamed caíam sobre os peitos da minha mulher, que tinha o corpo todo suado da foda que estava levando já fazia um bom tempo.

Mohamed chegou perto de Hamed e sussurrou algo no ouvido dele, que se afastou. Yussuf também se aproximou, e os três se ajoelharam na frente da minha mulher. Chupando um dedo cada um, começaram a enfiar os dedos nela, primeiro devagar, mas cada vez mais rápido, até meter três dedos cada um.

Os mouros obrigavam minha esposa a lamber os dedos molhados com os próprios sucos dela, para enfiá-los de novo e de novo. Os três estavam tão entretidos que resolvi me aproximar da porta, com a intenção de fugir. Os dois cachorros estavam amarrados na porta, e tentei soltá-los, mas o rottweiler latiu duas vezes, e os mouros me descobriram.

"Corninho filho da puta, vem aqui agora mesmo."

Minha esposa se levantou e me olhou enquanto eu me aproximava.

"Aonde você ia? Ia vazar da festa? E deixar sua mulher aqui sozinha? Que cavalheiro você é, hein? No meu país, a gente sabe tratar as mulheres e não deixa elas sozinhas à noite com três desconhecidos."

Minha esposa me olhou com desprezo, como se pensasse que eu era um covarde disposto a deixá-la sozinha naquela situação. Mohamed se aproximou e me deu um soco no estômago.

"Isso é pra você aprender a obedecer, corno. Pega a bola de novo, vamos ver o que acontece dessa vez."

"E se eu errar, o que vai acontecer, filho da puta? Vocês vão me comer também, seus mouros de merda?" — falei pra Mohamed, ainda dolorido com o soco no estômago.

"Ha ha ha, aposto que você adoraria, né, corno? Não, fica tranquilo. Se errar, a gente não vai te comer, mas vamos colocar sua mulher virada pra Meca, ha ha."

Naquele momento, não entendi o que ele queria dizer com aquilo. Ele jogou a bola pra mim, e eu fui de novo pro ponto de lance livre. Arremessei a bola e…

Continua…

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