Me descrever seria simples: sou uma mulher totalmente comum de 40 anos, casada há 20 e com um filho de 16. Trabalho como gerente de um shopping e, para a minha idade, posso dizer modestamente que não estou nada mal. Mantenho a linha que tinha antes de ter meu filho, e minha longa cabeleira loira sempre foi um dos meus maiores trunfos com os homens — até me casar com meu marido, a quem sempre fui fiel sem nunca sequer considerar o contrário em nenhuma ocasião. Bom, na verdade deveria dizer que *era* fiel, mas é melhor não adiantar os acontecimentos.
Esta história começou quando o marido da minha vizinha Rosa faleceu. Ela era nossa vizinha de frente há 18 anos, o mesmo tempo que morávamos naquele prédio. O marido de Rosa já era um homem bem idoso, então, após sua morte, ela decidiu realizar o sonho que o pobre esposo não conseguiu cumprir: ir morar nas Ilhas Canárias. Ela optou por não vender o apartamento, já que tinha vivido ali a vida toda com o marido, preferindo alugá-lo.
Morávamos em uma área bem boa da cidade, então não demorou mais de um mês para alugar o apartamento. Naquela segunda-feira, eu voltava com meu filho Gabriel de fazer as compras quando vi um jovem subindo com várias caixas. Ele estava com o torso nu e suado. Quando nos viu, deixou as caixas na porta da casa de Rosa e nos cumprimentou com muita educação.
"Bom dia, senhora. Sou o Héctor, seu novo vizinho. É um prazer."
Eu o cumprimentei e respondi da mesma forma. Aquele rapaz, que não devia ter mais de 25 anos, comentou que tinha alugado o lugar junto com o irmão e que estava muito feliz de que a vizinha de frente fosse uma mulher jovem, pois achava que naquele condomínio só encontraria aposentados.
Aos 40 anos, já tenho muita experiência de vida, e aquele comentário tão lisonjeiro — fazendo-me pensar que ele me via mais jovem do que realmente era — me pareceu encantador. Além disso, não pude deixar de notar que aquele garoto tinha uns... abdominais perfeitos e podia ser considerado um verdadeiro gostoso.
Dois dias depois, encontrei o outro rapaz, o irmão do Héctor, que naquele momento saía para trabalhar. Ele também se mostrou tão educado quanto o irmão. Devia ter uns 20 anos, pois apesar da barba de três dias que lhe dava um ar encantador, parecia mais novo que o irmão. Ele me disse que se chamava Julián e trabalhava numa academia bem perto dali.
Não me surpreendeu que ele fosse instrutor de academia, porque embora o Julián estivesse completamente vestido, ao contrário de quando conheci o irmão, dava pra intuir sob a camiseta justa um corpo tão definido quanto o do seu irmão Héctor.
Com o passar dos dias, fomos nos conhecendo mais. Era verão e eu passava muito tempo sozinha em casa, então adorava ficar na varanda tomando sol. Nós morávamos no andar de cima, no ático, e a varanda era imensa. Ela era colada à do Héctor e do Julián, separadas apenas por um pequeno muro de mais ou menos meio metro. A confiança com a Rosa era tanta que nunca pensamos em aumentar a altura do muro e, embora meu marido tivesse me consultado sobre a possibilidade de fazê-lo com a chegada dos novos vizinhos, eu decidi que não era necessário.
Foi justamente graças a esse muro que os irmãos e eu começamos a nos conhecer mais profundamente. Eles haviam montado uma pequena academia na varanda com vários aparelhos e passavam muito tempo lá, então conversávamos bastante.
Eu adorava vê-los enquanto praticavam esporte. Claro, eram olhares de esguelha porque não queria que pensassem mal, mas aqueles jovens provocavam em mim sensações novas e estranhas. Achava muito gostoso vê-los com seus corpos semidesnudos e suados fazendo exercício. Da mesma forma, às vezes me surpreendia ao ver como eles me olhavam tomando sol, e quando nossos olhares se cruzavam, eles rapidamente desviavam o olhar para outro lado.
A situação me excitava demais. Eu considerava aquilo um jogo inocente, afinal... enganar a nós mesmos é uma bobagem, mas eu gostava de imaginar que aqueles jovens e atraentes rapazes poderiam me achar atraente e até desejável para alguém como eles.
Uma tarde decidi ir além, não parei para pensar nisso, certamente se tivesse pensado não teria feito, mas um dia tirei a parte de cima do biquíni e deixei meus peitos nus diante do astro rei e dos meus vizinhos, até me atrevi a perguntar:
"Gente, espero que não incomode vocês eu tomar sol sem a parte de cima?"
Aquela pergunta buscava mais o fato de que percebessem que meus seios estavam livres para serem vistos do que uma resposta, que foi a que eu imaginei.
"Não se preocupa Carolina, você está na sua casa e pode fazer o que quiser, além do mais é normal que uma mulher tão gostosa não queira ter marcas no corpo"
Já havia passado mais de um mês desde que os irmãos haviam chegado no prédio e já nos tratávamos com familiaridade, em outra ocasião voltei a ser presa da excitação e dei mais um passo, decidi ficar completamente nua, então tirei a parte de baixo do biquíni e fiquei totalmente nua diante daqueles rapazes.
Eles não disseram nada mas pude ver através dos meus óculos escuros como não tiravam os olhos dos meus peitos e da minha buceta totalmente depilada, estava tão excitada que não pensei e disse ao Héctor:
"Vizinho, você se importaria de passar protetor nas minhas costas? É que não tem ninguém em casa e eu não gostaria de me queimar, o sol está forte hoje."
Claro que não tinha ninguém em casa, nunca me passaria pela cabeça ficar nua diante daqueles rapazes com meu filho ou meu marido em casa, Héctor não hesitou, pulou o muro que separava nossas casas e pegando o pote de protetor solar colocou uma boa quantidade na mão e começou a esfregar minhas costas.
Pouco a pouco foi descendo timidamente e vendo que eu não colocava nenhum obstáculo chegou até minhas coxas, a situação estava chegando a uns limites insuspeitados, eu estava tão excitada que ia... a me virar e pedir ao Héctor para passar protetor solar na minha frente também quando ouvi a fechadura de casa.
Me assustei:
"Acho que ouvi barulhos dentro de casa, muito obrigada, Héctor"
Me vesti e entrei em casa. No corredor estava meu marido. Ele tinha saído mais cedo do trabalho, já que aparentemente havia um alerta de bomba no escritório. De um jeito estranho, fiquei feliz que meu marido estivesse em casa. Se ele não tivesse chegado, não sei como teria terminado aquela situação com meus vizinhos.
Não sei como explicar a sensação que aqueles jovens irmãos me causavam. Nunca tinha sentido algo assim. Como disse no começo da minha história, nunca tinha ficado com outro homem desde que comecei o relacionamento com meu marido, e também nunca tinha tido vontade.
Aos 45 anos, meu marido não era nenhum Adônis, mas era um homem carinhoso que sempre me tratou bem e com respeito. E, embora na cama ele não fosse muito de inovar, também não podia reclamar.
O caso é que na semana seguinte decidi não sair para pegar sol. Mas naquele domingo de manhã, enquanto meu marido ainda estava na cama e meu filho estava dormindo (já que tinha chegado da festa há apenas uma hora), saí na varanda para estender a roupa e lá encontrei meus vizinhos fazendo exercício.
"Bom dia, Carolina. Quantos dias sem nos ver!"
Menti para eles, dizendo que tinha estado muito ocupada, quando na realidade eu estava tentando afastar a tentação e o desejo que eles representavam.
"Desculpa, Carolina, se importaria de nos deixar um pouco de café? Acho que não temos."
Não me importava nada, então entrei na cozinha e saí com uma jarra de café recém-feito. Ia dar a jarra para eles quando me disseram para pular o muro e tomar um café com eles. Decidi fazer isso.
"Espera, tenho que ir pegar o açúcar."
"Não se preocupa, Carolina, o açúcar a gente coloca", respondeu Héctor.
O olhar que Héctor deu para o irmão depois daquela frase não me agradou nada, mas não dei... Mais voltas, passei o muro e já na varanda, Julián pegou 3 xícaras para servir o café. Os dois entraram novamente na casa para buscar a porra.
Quando saíram da cozinha, fiquei atônita.
"Receio que não temos porra, Carolina, mas com certeza você pode conseguir algo."
Aquela frase não era o estranho, mas sim que atrás dela havia um sorriso por parte dos dois irmãos, que haviam voltado à cozinha sem seus shorts de esporte, completamente nus.
Seus paus estavam duros como barras de aço apontando para o céu, eram grandes. Eu não tinha visto muitos ao longo da minha vida, mas eram maiores que o do meu marido e ainda tinham a região púbica completamente depilada.
Aqueles paus me impressionaram e não pude evitar. A contemplação daqueles maravilhosos rabos que estavam duros e preparados para o ataque contra mim me lisonjeou e excitou de uma forma que seria impossível explicar com palavras.
Não disse absolutamente nada, simplesmente me aproximei deles, tirei o roupão que estava usando, ficando eu também completamente nua diante daqueles jovens e daqueles dois mastros eretos, e depois me ajoelhei diante daqueles paus como se os adorasse.
Agarrei-os com minhas mãos com força, contemplando aqueles dois maravilhosos canos de carne e, após olhar nos olhos dos dois irmãos, levei à boca o pau de Héctor. Primeiro lambi sua glande para depois engolir pelo menos três quartos daquele pau, enquanto masturbava o de Julián, que engoli em seguida, três segundos depois. Alternava aqueles paus na minha boca sob o olhar atento dos dois irmãos.
Filetes de saliva iam daqueles paus até minha boca. Engolia aqueles deliciosos paus quase com gula, com um prazer infinito. Me sentia suja, mas ao mesmo tempo amava aquilo.
As bolas dos dois irmãos também eram um doce para minha boca. Adorava lamber aqueles sacos sem um único pelo, chupar seus ovos como se fossem bolas de Um sorvete delicioso, e enquanto eu chupava aqueles paus, não parava de olhar para o rosto deles nem por um instante.
Adorava ver a cara de prazer e satisfação daqueles 2 jovens, me sentir desejada por aqueles 2 gostosos bombados cujos paus duros entravam e saíam da minha boca sem parar.
O Héctor agarrou minha cabeça com as duas mãos e ditava o ritmo do meu boquete como se fosse um relógio, entra e sai, entra e sai. Sentia ele metendo com força na minha boca e gozei com aquela sensação. Tive um orgasmo maravilhoso quando o Héctor tentou enfiar o pau dele inteiro na minha garganta, coisa que, apesar de exigir esforço, consegui fazer, sentindo meu queixo bater nas bolas dele e a cabeça daquela rola arranhando minha campainha.
"Porra, como você chupa, é incrível."
"É verdade, olha só, ela engole inteiro, é foda."
O Julián parecia com inveja, então ofereci o mesmo tratamento e também engoli o pau dele por completo, embora com menos esforço, porque, mesmo sendo grande, era menor que o do irmão Héctor.
"Adoro os paus de vocês, estão cada vez mais duros e vocês têm umas bolas de touro, seus gostosos."
Devo ter ficado uns 10 minutos chupando aqueles paus, como se fosse uma mamadeira cheia de porra da qual eu queria cada última gota de essência, e teria continuado chupando se não fosse porque eles já não aguentavam mais.
"Para, amor, para, não aguentamos mais. Espera meu irmão ir pegar umas camisinhas."
"Nada disso, me fode sem camisinha, quero sentir os paus de vocês dentro de mim, quero notar cada centímetro dessas barras de carne entrando em mim. Vamos pro seu quarto."
Aquelas palavras que saíram da minha boca me deixaram surpresa, nunca tinha imaginado chegar nessa situação, mas era como se tivesse uma puta dentro de mim, e ela parecia estar cada vez mais solta.
"Tá bom, Carol, mas nada de quarto, aqui mesmo. Vamos te foder aqui, enquanto pega sol."
Pensei que alguém podia nos ver. dos prédios vizinhos, mas de alguma forma aquilo também me excitava.
Héctor me colocou em cima da mesa da varanda, eu abri minhas pernas convidando ele a entrar dentro de mim. Ele não fez cerimônia, apontou sua lança e posicionou a ponta na entrada da minha caverna. Com uma única estocada, ele entrou para matar, enfiando até o último centímetro do seu pau dentro de mim. Eu não esperava que toda aquela carne em barra me penetrasse de uma vez e soltei um grito bem audível, que logo foi abafado ao sentir a língua do Héctor dentro da minha boca. Aquele garoto começou a me foder com um ímpeto próprio da idade dele, algo que eu nunca tinha conhecido, nem mesmo quando meu marido tinha a mesma idade daquele jovem. O pau dele entrava e saía da minha buceta na velocidade máxima e a cada investida eu conseguia ouvir as bolas do Héctor batendo contra mim.
"Tapa, tapa, tapa"
Aquele som das bolas do Héctor batendo na minha buceta molhada me deixava louca. Julián, enquanto isso, estava sentado numa cadeira se masturbando. Eu não queria deixá-lo fora da brincadeira, desejava que ele também me possuísse. Então tirei o Héctor de dentro de mim como pude e levantei o Julián da cadeira. Sentei o Héctor e fiquei de quatro na frente dele, chupando seu pau novamente, mas desta vez convidando o irmão dele para me foder por trás ao mesmo tempo.
O convite foi rapidamente aceito e, assim como seu irmão, com uma única estocada, senti todo o pau daquele jovenzinho entrando em mim. A cada investida potente do Julián, o pau do Héctor se enfiava mais e mais na minha garganta. A cara do Héctor era um espetáculo à parte, e ele se divertia apertando meus peitos, como se quisesse se distrair da chupada que eu estava dando, na tentativa de não gozar ainda.
Depois decidi cavalgá-los. Deitei o Héctor no chão e subi em cima dele. Fui descendo devagarzinho no seu pau, queria provocá-lo. Desci pouco a pouco, sentindo cada centímetro do pau dele se enterrando dentro de mim. Devagar, bem devagar. Cansado da brincadeira, seu irmão... Julián se posicionou na minha frente, me empurrou para baixo, deixando-me completamente enfiada no pau do irmão dele, enquanto aproveitava para segurar minha cabeça e enfiar o pau dele na minha boca. Eu subia e descia no pau do Héctor como uma amazona, enquanto minha boca estava ocupada pelo pau do Julián. Depois, eles trocaram de posição.
Quando me levantei, tirando o pau do Julián da minha boca, já estava exausta. Tinha tido outro orgasmo, mas aqueles jovens tinham muita energia. Héctor me virou e me fez apoiar as mãos no muro que separava as duas casas, de frente para o meu terraço. Naquele instante, pela primeira vez, tomei plena consciência do que estava fazendo — e não só isso: também me dei conta de que, no mesmo lugar, a poucos metros, estavam meu filho e meu marido.
"Não, para, não posso continuar. Minha família está em casa."
"Tudo bem, Carolina. Diga que quer que a gente pare, e nós paramos. Agora, a gente estava pensando em fazer você experimentar os prazeres do sexo anal. Aposto que você nunca sentiu um pau na sua bunda. Garanto que você ia adorar, mas é só dizer que quer parar, e isso aqui acaba."
Aquele garoto me tinha na mão, e ele sabia disso — assim como o irmão. Sexo anal sempre foi uma das minhas fantasias. Nunca tinha feito com meu marido, nem nunca tinha tido coragem de sugerir. Como já disse, ele era meio conservador na cama. A ideia de que meu marido estava a poucos metros de onde aqueles jovens estavam me comendo, sabendo que, se meu filho acordasse, encontraria a mãe dele enfiada até o fundo no pau dos vizinhos, era algo que me dava um tesão incrível.
Sim, sim, eu sei. Sou uma puta, e tenho que dar razão a vocês, mas naquele momento não deu para evitar. O desejo era muito maior que o remorso.
Então, me virei, coloquei as mãos no muro e arquei as costas, dando aos dois irmãos uma visão espetacular da minha bunda.
"Vamos lá, cabaços. Me fode no cu até vocês... Vocês não vão acreditar, mas eu estou louca para que vocês me arrebentem o cu e me fodam bem aqui, a poucos metros da minha casa, com meu marido e meu filho dormindo."
Héctor sorriu, deu uma palmada forte na minha bunda e, agarrando minha longa melena loira – que sempre foi uma das minhas maiores armas de sedução –, posicionou a ponta do pau dele no meu cu e começou a pressionar.
Pouco a pouco, seu pau foi entrando no meu cu centímetro a centímetro. Cada vez que ele empurrava o pau contra meu cu, puxava minha melena com força para trás, me fazendo ajudar na penetração. Com algum esforço, no final me senti completamente preenchida por seu pau. O cacete do Héctor estava totalmente dentro do meu cu e, uma vez lá dentro, ele começou um frenético vai e vem, puxando minha melena com uma mão enquanto batia na minha bunda com a outra.
"Vamos, gostosa, no trote, cavalga, cavalga! Sei que você consegue sentir e que adora, sei que você ama meu pau e o do meu irmão, adora senti-lo dentro de você."
De fato, aquele garoto me conhecia bem. Ele deu lugar ao irmão e, com o caminho já aberto por ele, Julián começou a perfurar meu cu como um aríete que, com força e insistência, tenta derrubar um muro. Eu me sentia recheada de carne como um peru na véspera de Natal, sentia aquele pau entrando e saindo do meu cu cada vez mais rápido e, assim como o irmão, Julián também puxava minha melena e me batia.
"Quero ouvir você me dizer, quero ouvir você pedindo para eu te foder."
Depois de dizer isso, ele parou e deixou seu pau completamente enterrado no meu cu. Eles me tinham totalmente entregue e sabiam disso. Fui eu mesma quem começou a me mover para frente e para trás, fazendo o pau do Julián entrar e sair do meu cu.
"Vai, filho da puta, arrebenta meu cu!"
"Agora vem o melhor: somos dois, então você já sabe o que vem."
Julián se deitou no chão da varanda e seu irmão Héctor me posicionou em cima dele, me sentando no pau do Irmão me deixou completamente enfiada, então ele se posicionou atrás de mim e, como havia feito antes quando me fodeu sobre a mesa, com uma única estocada me penetrou no cu de uma só vez.
Voltei a gozar exatamente no instante em que senti aqueles 2 paus dentro de mim ao mesmo tempo, quase me atreveria a dizer que aqueles paus se uniram dentro de mim, um penetrando meu cu e outro minha buceta, os 2 irmãos começaram a se mover ritmicamente, ajustados e no mesmo compasso, sem dúvida aquilo me fez perceber que eu não devia ser a única mulher que eles tinham fodido juntos.
A sensação era maravilhosa, me sentia completamente recheada de pica, a pica daqueles jovens, eu era uma puta, uma promíscua e eu gostava, enquanto me fodiam no mesmo ritmo pude ver da varanda como meu marido saía à rua para comprar pão, por sorte ele não tinha decidido me procurar pela casa ao acordar, pois se assim fosse e tivesse saído à varanda me teria encontrado enfiada pelos paus dos vizinhos tanto na minha buceta quanto no meu cu.
"Já vai, já vai"
"Eu também, irmão, caralho, dá pra ver que somos irmãos até na hora de gozar, haha"
Pedi que gozassem dentro de mim, queria sentir a porra deles nas minhas entranhas, queria notar como o sêmen deles me recheava por dentro, mas aqueles 2 filhos da puta tinham outros planos.
"Nada disso, Carolina, você veio tomar café e no final não tomou, que pelo menos tome porra no café da manhã".
Sairam dos meus buracos e me deixaram de joelhos diante de seus paus a poucos centímetros do meu rosto, começaram a esfregá-los a toda velocidade, eu sabia o que estava por vir, nunca nenhum homem tinha gozado na minha cara, mas também nunca tinham me dado no cu e aqueles dois irmãos tinham fodido meu cu o quanto quiseram e além disso, pra que negar, eu estava desejosa que gozassem na minha cara, na minha boca, de me sentir suja e humilhada com o sêmen daqueles garotos Escorrendo pela minha cara.
Eles não me fizeram esperar, quase ao mesmo tempo, das bolas dos meus vizinhos saíram 4 ou 5 jatos de cada pica, de uma porra branca e grossa que primeiro bateu com força no meu rosto, depois na minha testa, mas finalmente consegui acertar e, abrindo a boca, o resto da porra caiu dentro.
Quando terminaram de gozar, olhei pra eles e engoli aquelas gozadas. O sêmen estava amargo, mas naquele momento me pareceu delicioso. Limpei os pauzinhos com a boca e dei um beijo na cabecinha de cada um como despedida.
Me levantei, coloquei o roupão e me despedi.
"Foi um café da manhã delicioso, um dos melhores da minha vida. Acho que vamos ter que repetir mais vezes."
Passei pra minha casa justo quando meu marido voltava da rua.
"Puxa, amor, pensei que você não estava em casa. Não te vi quando me levantei."
"Sim, querido, estava na casa dos vizinhos tomando café da manhã."
"Parece que você está se dando muito bem com aqueles rapazes, fico feliz. Eles parecem muito simpáticos. Acho que você se sujou com o café da manhã."
Me olhei no espelho do corredor e, de fato, um pequeno fio de porra tinha acertado a ponta do meu nariz. Como uma menina gulosa, recolhi com o dedo e levei à boca.
"Hmmm, sim, era um pouco de creminho. Os rapazes têm um modelo que é uma delícia."
Desde aquele dia e pelo menos uma vez por semana, tomo café da manhã na casa dos meus vizinhos. Não sei como isso vai terminar. Muitas vezes me sinto horrível por trair meu marido, mas não consigo evitar. É só pensar nas picas dos meus vizinhos e esqueço completamente todo o resto.
Esta história começou quando o marido da minha vizinha Rosa faleceu. Ela era nossa vizinha de frente há 18 anos, o mesmo tempo que morávamos naquele prédio. O marido de Rosa já era um homem bem idoso, então, após sua morte, ela decidiu realizar o sonho que o pobre esposo não conseguiu cumprir: ir morar nas Ilhas Canárias. Ela optou por não vender o apartamento, já que tinha vivido ali a vida toda com o marido, preferindo alugá-lo.
Morávamos em uma área bem boa da cidade, então não demorou mais de um mês para alugar o apartamento. Naquela segunda-feira, eu voltava com meu filho Gabriel de fazer as compras quando vi um jovem subindo com várias caixas. Ele estava com o torso nu e suado. Quando nos viu, deixou as caixas na porta da casa de Rosa e nos cumprimentou com muita educação.
"Bom dia, senhora. Sou o Héctor, seu novo vizinho. É um prazer."
Eu o cumprimentei e respondi da mesma forma. Aquele rapaz, que não devia ter mais de 25 anos, comentou que tinha alugado o lugar junto com o irmão e que estava muito feliz de que a vizinha de frente fosse uma mulher jovem, pois achava que naquele condomínio só encontraria aposentados.
Aos 40 anos, já tenho muita experiência de vida, e aquele comentário tão lisonjeiro — fazendo-me pensar que ele me via mais jovem do que realmente era — me pareceu encantador. Além disso, não pude deixar de notar que aquele garoto tinha uns... abdominais perfeitos e podia ser considerado um verdadeiro gostoso.
Dois dias depois, encontrei o outro rapaz, o irmão do Héctor, que naquele momento saía para trabalhar. Ele também se mostrou tão educado quanto o irmão. Devia ter uns 20 anos, pois apesar da barba de três dias que lhe dava um ar encantador, parecia mais novo que o irmão. Ele me disse que se chamava Julián e trabalhava numa academia bem perto dali.
Não me surpreendeu que ele fosse instrutor de academia, porque embora o Julián estivesse completamente vestido, ao contrário de quando conheci o irmão, dava pra intuir sob a camiseta justa um corpo tão definido quanto o do seu irmão Héctor.
Com o passar dos dias, fomos nos conhecendo mais. Era verão e eu passava muito tempo sozinha em casa, então adorava ficar na varanda tomando sol. Nós morávamos no andar de cima, no ático, e a varanda era imensa. Ela era colada à do Héctor e do Julián, separadas apenas por um pequeno muro de mais ou menos meio metro. A confiança com a Rosa era tanta que nunca pensamos em aumentar a altura do muro e, embora meu marido tivesse me consultado sobre a possibilidade de fazê-lo com a chegada dos novos vizinhos, eu decidi que não era necessário.
Foi justamente graças a esse muro que os irmãos e eu começamos a nos conhecer mais profundamente. Eles haviam montado uma pequena academia na varanda com vários aparelhos e passavam muito tempo lá, então conversávamos bastante.
Eu adorava vê-los enquanto praticavam esporte. Claro, eram olhares de esguelha porque não queria que pensassem mal, mas aqueles jovens provocavam em mim sensações novas e estranhas. Achava muito gostoso vê-los com seus corpos semidesnudos e suados fazendo exercício. Da mesma forma, às vezes me surpreendia ao ver como eles me olhavam tomando sol, e quando nossos olhares se cruzavam, eles rapidamente desviavam o olhar para outro lado.
A situação me excitava demais. Eu considerava aquilo um jogo inocente, afinal... enganar a nós mesmos é uma bobagem, mas eu gostava de imaginar que aqueles jovens e atraentes rapazes poderiam me achar atraente e até desejável para alguém como eles.
Uma tarde decidi ir além, não parei para pensar nisso, certamente se tivesse pensado não teria feito, mas um dia tirei a parte de cima do biquíni e deixei meus peitos nus diante do astro rei e dos meus vizinhos, até me atrevi a perguntar:
"Gente, espero que não incomode vocês eu tomar sol sem a parte de cima?"
Aquela pergunta buscava mais o fato de que percebessem que meus seios estavam livres para serem vistos do que uma resposta, que foi a que eu imaginei.
"Não se preocupa Carolina, você está na sua casa e pode fazer o que quiser, além do mais é normal que uma mulher tão gostosa não queira ter marcas no corpo"
Já havia passado mais de um mês desde que os irmãos haviam chegado no prédio e já nos tratávamos com familiaridade, em outra ocasião voltei a ser presa da excitação e dei mais um passo, decidi ficar completamente nua, então tirei a parte de baixo do biquíni e fiquei totalmente nua diante daqueles rapazes.
Eles não disseram nada mas pude ver através dos meus óculos escuros como não tiravam os olhos dos meus peitos e da minha buceta totalmente depilada, estava tão excitada que não pensei e disse ao Héctor:
"Vizinho, você se importaria de passar protetor nas minhas costas? É que não tem ninguém em casa e eu não gostaria de me queimar, o sol está forte hoje."
Claro que não tinha ninguém em casa, nunca me passaria pela cabeça ficar nua diante daqueles rapazes com meu filho ou meu marido em casa, Héctor não hesitou, pulou o muro que separava nossas casas e pegando o pote de protetor solar colocou uma boa quantidade na mão e começou a esfregar minhas costas.
Pouco a pouco foi descendo timidamente e vendo que eu não colocava nenhum obstáculo chegou até minhas coxas, a situação estava chegando a uns limites insuspeitados, eu estava tão excitada que ia... a me virar e pedir ao Héctor para passar protetor solar na minha frente também quando ouvi a fechadura de casa.
Me assustei:
"Acho que ouvi barulhos dentro de casa, muito obrigada, Héctor"
Me vesti e entrei em casa. No corredor estava meu marido. Ele tinha saído mais cedo do trabalho, já que aparentemente havia um alerta de bomba no escritório. De um jeito estranho, fiquei feliz que meu marido estivesse em casa. Se ele não tivesse chegado, não sei como teria terminado aquela situação com meus vizinhos.
Não sei como explicar a sensação que aqueles jovens irmãos me causavam. Nunca tinha sentido algo assim. Como disse no começo da minha história, nunca tinha ficado com outro homem desde que comecei o relacionamento com meu marido, e também nunca tinha tido vontade.
Aos 45 anos, meu marido não era nenhum Adônis, mas era um homem carinhoso que sempre me tratou bem e com respeito. E, embora na cama ele não fosse muito de inovar, também não podia reclamar.
O caso é que na semana seguinte decidi não sair para pegar sol. Mas naquele domingo de manhã, enquanto meu marido ainda estava na cama e meu filho estava dormindo (já que tinha chegado da festa há apenas uma hora), saí na varanda para estender a roupa e lá encontrei meus vizinhos fazendo exercício.
"Bom dia, Carolina. Quantos dias sem nos ver!"
Menti para eles, dizendo que tinha estado muito ocupada, quando na realidade eu estava tentando afastar a tentação e o desejo que eles representavam.
"Desculpa, Carolina, se importaria de nos deixar um pouco de café? Acho que não temos."
Não me importava nada, então entrei na cozinha e saí com uma jarra de café recém-feito. Ia dar a jarra para eles quando me disseram para pular o muro e tomar um café com eles. Decidi fazer isso.
"Espera, tenho que ir pegar o açúcar."
"Não se preocupa, Carolina, o açúcar a gente coloca", respondeu Héctor.
O olhar que Héctor deu para o irmão depois daquela frase não me agradou nada, mas não dei... Mais voltas, passei o muro e já na varanda, Julián pegou 3 xícaras para servir o café. Os dois entraram novamente na casa para buscar a porra.
Quando saíram da cozinha, fiquei atônita.
"Receio que não temos porra, Carolina, mas com certeza você pode conseguir algo."
Aquela frase não era o estranho, mas sim que atrás dela havia um sorriso por parte dos dois irmãos, que haviam voltado à cozinha sem seus shorts de esporte, completamente nus.
Seus paus estavam duros como barras de aço apontando para o céu, eram grandes. Eu não tinha visto muitos ao longo da minha vida, mas eram maiores que o do meu marido e ainda tinham a região púbica completamente depilada.
Aqueles paus me impressionaram e não pude evitar. A contemplação daqueles maravilhosos rabos que estavam duros e preparados para o ataque contra mim me lisonjeou e excitou de uma forma que seria impossível explicar com palavras.
Não disse absolutamente nada, simplesmente me aproximei deles, tirei o roupão que estava usando, ficando eu também completamente nua diante daqueles jovens e daqueles dois mastros eretos, e depois me ajoelhei diante daqueles paus como se os adorasse.
Agarrei-os com minhas mãos com força, contemplando aqueles dois maravilhosos canos de carne e, após olhar nos olhos dos dois irmãos, levei à boca o pau de Héctor. Primeiro lambi sua glande para depois engolir pelo menos três quartos daquele pau, enquanto masturbava o de Julián, que engoli em seguida, três segundos depois. Alternava aqueles paus na minha boca sob o olhar atento dos dois irmãos.
Filetes de saliva iam daqueles paus até minha boca. Engolia aqueles deliciosos paus quase com gula, com um prazer infinito. Me sentia suja, mas ao mesmo tempo amava aquilo.
As bolas dos dois irmãos também eram um doce para minha boca. Adorava lamber aqueles sacos sem um único pelo, chupar seus ovos como se fossem bolas de Um sorvete delicioso, e enquanto eu chupava aqueles paus, não parava de olhar para o rosto deles nem por um instante.
Adorava ver a cara de prazer e satisfação daqueles 2 jovens, me sentir desejada por aqueles 2 gostosos bombados cujos paus duros entravam e saíam da minha boca sem parar.
O Héctor agarrou minha cabeça com as duas mãos e ditava o ritmo do meu boquete como se fosse um relógio, entra e sai, entra e sai. Sentia ele metendo com força na minha boca e gozei com aquela sensação. Tive um orgasmo maravilhoso quando o Héctor tentou enfiar o pau dele inteiro na minha garganta, coisa que, apesar de exigir esforço, consegui fazer, sentindo meu queixo bater nas bolas dele e a cabeça daquela rola arranhando minha campainha.
"Porra, como você chupa, é incrível."
"É verdade, olha só, ela engole inteiro, é foda."
O Julián parecia com inveja, então ofereci o mesmo tratamento e também engoli o pau dele por completo, embora com menos esforço, porque, mesmo sendo grande, era menor que o do irmão Héctor.
"Adoro os paus de vocês, estão cada vez mais duros e vocês têm umas bolas de touro, seus gostosos."
Devo ter ficado uns 10 minutos chupando aqueles paus, como se fosse uma mamadeira cheia de porra da qual eu queria cada última gota de essência, e teria continuado chupando se não fosse porque eles já não aguentavam mais.
"Para, amor, para, não aguentamos mais. Espera meu irmão ir pegar umas camisinhas."
"Nada disso, me fode sem camisinha, quero sentir os paus de vocês dentro de mim, quero notar cada centímetro dessas barras de carne entrando em mim. Vamos pro seu quarto."
Aquelas palavras que saíram da minha boca me deixaram surpresa, nunca tinha imaginado chegar nessa situação, mas era como se tivesse uma puta dentro de mim, e ela parecia estar cada vez mais solta.
"Tá bom, Carol, mas nada de quarto, aqui mesmo. Vamos te foder aqui, enquanto pega sol."
Pensei que alguém podia nos ver. dos prédios vizinhos, mas de alguma forma aquilo também me excitava.
Héctor me colocou em cima da mesa da varanda, eu abri minhas pernas convidando ele a entrar dentro de mim. Ele não fez cerimônia, apontou sua lança e posicionou a ponta na entrada da minha caverna. Com uma única estocada, ele entrou para matar, enfiando até o último centímetro do seu pau dentro de mim. Eu não esperava que toda aquela carne em barra me penetrasse de uma vez e soltei um grito bem audível, que logo foi abafado ao sentir a língua do Héctor dentro da minha boca. Aquele garoto começou a me foder com um ímpeto próprio da idade dele, algo que eu nunca tinha conhecido, nem mesmo quando meu marido tinha a mesma idade daquele jovem. O pau dele entrava e saía da minha buceta na velocidade máxima e a cada investida eu conseguia ouvir as bolas do Héctor batendo contra mim.
"Tapa, tapa, tapa"
Aquele som das bolas do Héctor batendo na minha buceta molhada me deixava louca. Julián, enquanto isso, estava sentado numa cadeira se masturbando. Eu não queria deixá-lo fora da brincadeira, desejava que ele também me possuísse. Então tirei o Héctor de dentro de mim como pude e levantei o Julián da cadeira. Sentei o Héctor e fiquei de quatro na frente dele, chupando seu pau novamente, mas desta vez convidando o irmão dele para me foder por trás ao mesmo tempo.
O convite foi rapidamente aceito e, assim como seu irmão, com uma única estocada, senti todo o pau daquele jovenzinho entrando em mim. A cada investida potente do Julián, o pau do Héctor se enfiava mais e mais na minha garganta. A cara do Héctor era um espetáculo à parte, e ele se divertia apertando meus peitos, como se quisesse se distrair da chupada que eu estava dando, na tentativa de não gozar ainda.
Depois decidi cavalgá-los. Deitei o Héctor no chão e subi em cima dele. Fui descendo devagarzinho no seu pau, queria provocá-lo. Desci pouco a pouco, sentindo cada centímetro do pau dele se enterrando dentro de mim. Devagar, bem devagar. Cansado da brincadeira, seu irmão... Julián se posicionou na minha frente, me empurrou para baixo, deixando-me completamente enfiada no pau do irmão dele, enquanto aproveitava para segurar minha cabeça e enfiar o pau dele na minha boca. Eu subia e descia no pau do Héctor como uma amazona, enquanto minha boca estava ocupada pelo pau do Julián. Depois, eles trocaram de posição.
Quando me levantei, tirando o pau do Julián da minha boca, já estava exausta. Tinha tido outro orgasmo, mas aqueles jovens tinham muita energia. Héctor me virou e me fez apoiar as mãos no muro que separava as duas casas, de frente para o meu terraço. Naquele instante, pela primeira vez, tomei plena consciência do que estava fazendo — e não só isso: também me dei conta de que, no mesmo lugar, a poucos metros, estavam meu filho e meu marido.
"Não, para, não posso continuar. Minha família está em casa."
"Tudo bem, Carolina. Diga que quer que a gente pare, e nós paramos. Agora, a gente estava pensando em fazer você experimentar os prazeres do sexo anal. Aposto que você nunca sentiu um pau na sua bunda. Garanto que você ia adorar, mas é só dizer que quer parar, e isso aqui acaba."
Aquele garoto me tinha na mão, e ele sabia disso — assim como o irmão. Sexo anal sempre foi uma das minhas fantasias. Nunca tinha feito com meu marido, nem nunca tinha tido coragem de sugerir. Como já disse, ele era meio conservador na cama. A ideia de que meu marido estava a poucos metros de onde aqueles jovens estavam me comendo, sabendo que, se meu filho acordasse, encontraria a mãe dele enfiada até o fundo no pau dos vizinhos, era algo que me dava um tesão incrível.
Sim, sim, eu sei. Sou uma puta, e tenho que dar razão a vocês, mas naquele momento não deu para evitar. O desejo era muito maior que o remorso.
Então, me virei, coloquei as mãos no muro e arquei as costas, dando aos dois irmãos uma visão espetacular da minha bunda.
"Vamos lá, cabaços. Me fode no cu até vocês... Vocês não vão acreditar, mas eu estou louca para que vocês me arrebentem o cu e me fodam bem aqui, a poucos metros da minha casa, com meu marido e meu filho dormindo."
Héctor sorriu, deu uma palmada forte na minha bunda e, agarrando minha longa melena loira – que sempre foi uma das minhas maiores armas de sedução –, posicionou a ponta do pau dele no meu cu e começou a pressionar.
Pouco a pouco, seu pau foi entrando no meu cu centímetro a centímetro. Cada vez que ele empurrava o pau contra meu cu, puxava minha melena com força para trás, me fazendo ajudar na penetração. Com algum esforço, no final me senti completamente preenchida por seu pau. O cacete do Héctor estava totalmente dentro do meu cu e, uma vez lá dentro, ele começou um frenético vai e vem, puxando minha melena com uma mão enquanto batia na minha bunda com a outra.
"Vamos, gostosa, no trote, cavalga, cavalga! Sei que você consegue sentir e que adora, sei que você ama meu pau e o do meu irmão, adora senti-lo dentro de você."
De fato, aquele garoto me conhecia bem. Ele deu lugar ao irmão e, com o caminho já aberto por ele, Julián começou a perfurar meu cu como um aríete que, com força e insistência, tenta derrubar um muro. Eu me sentia recheada de carne como um peru na véspera de Natal, sentia aquele pau entrando e saindo do meu cu cada vez mais rápido e, assim como o irmão, Julián também puxava minha melena e me batia.
"Quero ouvir você me dizer, quero ouvir você pedindo para eu te foder."
Depois de dizer isso, ele parou e deixou seu pau completamente enterrado no meu cu. Eles me tinham totalmente entregue e sabiam disso. Fui eu mesma quem começou a me mover para frente e para trás, fazendo o pau do Julián entrar e sair do meu cu.
"Vai, filho da puta, arrebenta meu cu!"
"Agora vem o melhor: somos dois, então você já sabe o que vem."
Julián se deitou no chão da varanda e seu irmão Héctor me posicionou em cima dele, me sentando no pau do Irmão me deixou completamente enfiada, então ele se posicionou atrás de mim e, como havia feito antes quando me fodeu sobre a mesa, com uma única estocada me penetrou no cu de uma só vez.
Voltei a gozar exatamente no instante em que senti aqueles 2 paus dentro de mim ao mesmo tempo, quase me atreveria a dizer que aqueles paus se uniram dentro de mim, um penetrando meu cu e outro minha buceta, os 2 irmãos começaram a se mover ritmicamente, ajustados e no mesmo compasso, sem dúvida aquilo me fez perceber que eu não devia ser a única mulher que eles tinham fodido juntos.
A sensação era maravilhosa, me sentia completamente recheada de pica, a pica daqueles jovens, eu era uma puta, uma promíscua e eu gostava, enquanto me fodiam no mesmo ritmo pude ver da varanda como meu marido saía à rua para comprar pão, por sorte ele não tinha decidido me procurar pela casa ao acordar, pois se assim fosse e tivesse saído à varanda me teria encontrado enfiada pelos paus dos vizinhos tanto na minha buceta quanto no meu cu.
"Já vai, já vai"
"Eu também, irmão, caralho, dá pra ver que somos irmãos até na hora de gozar, haha"
Pedi que gozassem dentro de mim, queria sentir a porra deles nas minhas entranhas, queria notar como o sêmen deles me recheava por dentro, mas aqueles 2 filhos da puta tinham outros planos.
"Nada disso, Carolina, você veio tomar café e no final não tomou, que pelo menos tome porra no café da manhã".
Sairam dos meus buracos e me deixaram de joelhos diante de seus paus a poucos centímetros do meu rosto, começaram a esfregá-los a toda velocidade, eu sabia o que estava por vir, nunca nenhum homem tinha gozado na minha cara, mas também nunca tinham me dado no cu e aqueles dois irmãos tinham fodido meu cu o quanto quiseram e além disso, pra que negar, eu estava desejosa que gozassem na minha cara, na minha boca, de me sentir suja e humilhada com o sêmen daqueles garotos Escorrendo pela minha cara.
Eles não me fizeram esperar, quase ao mesmo tempo, das bolas dos meus vizinhos saíram 4 ou 5 jatos de cada pica, de uma porra branca e grossa que primeiro bateu com força no meu rosto, depois na minha testa, mas finalmente consegui acertar e, abrindo a boca, o resto da porra caiu dentro.
Quando terminaram de gozar, olhei pra eles e engoli aquelas gozadas. O sêmen estava amargo, mas naquele momento me pareceu delicioso. Limpei os pauzinhos com a boca e dei um beijo na cabecinha de cada um como despedida.
Me levantei, coloquei o roupão e me despedi.
"Foi um café da manhã delicioso, um dos melhores da minha vida. Acho que vamos ter que repetir mais vezes."
Passei pra minha casa justo quando meu marido voltava da rua.
"Puxa, amor, pensei que você não estava em casa. Não te vi quando me levantei."
"Sim, querido, estava na casa dos vizinhos tomando café da manhã."
"Parece que você está se dando muito bem com aqueles rapazes, fico feliz. Eles parecem muito simpáticos. Acho que você se sujou com o café da manhã."
Me olhei no espelho do corredor e, de fato, um pequeno fio de porra tinha acertado a ponta do meu nariz. Como uma menina gulosa, recolhi com o dedo e levei à boca.
"Hmmm, sim, era um pouco de creminho. Os rapazes têm um modelo que é uma delícia."
Desde aquele dia e pelo menos uma vez por semana, tomo café da manhã na casa dos meus vizinhos. Não sei como isso vai terminar. Muitas vezes me sinto horrível por trair meu marido, mas não consigo evitar. É só pensar nas picas dos meus vizinhos e esqueço completamente todo o resto.
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