Eu tava apoiada na grade da sacada. A rua tava praticamente deserta, só algum transeunte ocasional andando com pressa. Naquela hora, a maioria das pessoas tava reunida jantando com as famílias. O normal na véspera de Natal. Eu tinha saído um pouco pra tomar um ar. Já tava há várias horas na reunião de família e, entre os gritos e conversas intermináveis, o ambiente carregado e o excesso de comida e bebida, sentia uma pontada na cabeça começando, que provavelmente ia virar uma bela duma enxaqueca.
- Como é que tá a cabeça? – perguntou uma voz nas minhas costas.
- Na mesma – respondi, reconhecendo o tom doce da minha irmã. – Pra estar acabando o ano, não é que tá fazendo muito fresco aqui fora.
- Toma, vê se isso te ajuda – ela disse, me entregando um copo d'água com alguma coisa dissolvida.
- E isso? – perguntei enquanto pegava o copo.
- O que achei no armário de remédios da mamãe.
- Valeu, Mônica – falei, enquanto bebia o conteúdo em dois longos goles.
Minha irmã se apoiou na grade ao meu lado e acendeu um cigarro, enquanto a gente observava juntas a rua iluminada pelos postes.
- Valeu por encontrar o presente pros moleques, eles vão pirar – ela disse, soltando a fumaça do cigarro.
- Qualquer coisa pelos meus sobrinhos – respondi, tirando a importância.
- Você não faz ideia de quantas lojas de brinquedo eu percorri procurando e nada. Esgotado em todo lugar. É inacreditável.
- Já sabe, todo ano alguma coisa vira moda, todo mundo pede e aí é impossível achar. Tive sorte de encontrar um por acaso.
- Tô te devendo uma por essa sorte.
- Se essa meleca funcionar, considera a dívida paga – falei meio na brincadeira, apontando pro copo vazio que tinha deixado numa mesa da sacada.
- Com pouco você se contenta – ela respondeu, rindo.
Ficamos um tempão em silêncio, curtindo a tranquilidade momentânea e a paz Noite.
- Aliás, você não faz ideia de quem eu encontrei durante minha odisseia pelas lojas de brinquedo atrás do tal presente – disse minha irmã de repente, enquanto esmagava a bituca do cigarro no cinzeiro.
- Pelo tom, acho que não vou adivinhar nem se tentar – falei, divertida.
- O Héctor!
- O quê? Mas faz anos que ninguém vê a cara dele.
- Pois é, ele também estava lá caçando presentes. Tem uma filha pequena – me informou.
- Vocês colocaram o papo em dia? – perguntei, curiosa.
- Nah, as perguntas de educação de sempre. Trabalho, filhos e só. Mal ficamos cinco minutos. E a promessa clássica de "a gente se vê", mas todo mundo sabe que é só pra cumprir tabela.
- Quanto tempo já passou? Uns vinte anos?
- Quase. Dezoito. Mas às vezes parece que foi ontem.
- Pois é – confirmei.
- Acho que é normal. Foi curto, mas intenso – relembrou minha irmã.
- As loucuras da juventude – confirmei entre risadas.
- Nem me fale. Você pensa nisso de vez em quando? – me perguntou, curiosa.
- Bom, às vezes me vem à cabeça, claro – admiti.
- Eu também. Não é algo que se esqueça fácil.
Héctor tinha sido namorado da minha irmã. Mal duraram uns meses até ela terminar com ele. Naquela época, ela não queria nada sério, logo se cansava e partia pra outra. Depois de tantos anos, não lembro de quase nenhum dos caras com quem ela saiu; às vezes acho que ela também não. Mas do Héctor é impossível esquecer.
Aconteceu num dia de verão. As férias tinham começado fazia umas duas semanas, e a gente tava curtindo aquela liberdade enorme entre o fim de um ano letivo e o começo do próximo. Depois de uns dias nublados e com aquele ventinho típico do norte, aquela manhã amanheceu completamente limpa, com um céu azul imaculado. A temperatura subia rápido, prometendo um dia quente pra caralho.
Eu acordei relativamente cedo e Pegando a mochila com tudo que precisava pra passar um dia de praia, fui curtir o sol. Quando cheguei, já tinha vários banhistas e a areia estava cheia de toalhas a cada poucos metros. Se tivesse demorado mais uma hora pra ir, provavelmente teria achado difícil encontrar lugar.
A área onde eu gostava de pegar sol ainda estava livre. Era num dos lados da praia, perto de umas pedras. Tinha que caminhar mais pra chegar lá, mas as pedras protegiam um pouco do vento, e o som das ondas quebrando era muito relaxante. Então, sem pensar duas vezes, mantive a rotina de ir até meu cantinho de sempre e estendi a toalha, tomando posse daquele espaço.
Deixei a mochila e tirei a camiseta e o shorts. Por baixo, eu tava usando uma calcinha de biquíni azul clara e um sutiã normal de vestir. Naquela época, eu já fazia topless na praia sempre, então nem me preocupava em colocar a parte de cima do biquíni. Só usei no começo, quando meus peitos começaram a crescer e eu tinha mais inseguranças, mas logo perdi a vergonha e experimentei ficar com eles de fora. Gostei e, desde então, parei de esconder as tetas.
Dobrei a roupa e guardei dentro da mochila. Depois, desabotoei o sutiã e tirei, deixando as gêmeas soltinhas. Guardei ele também na mochila e peguei o protetor solar. Passei creme bem no corpo todo. Era um dos primeiros dias que eu ia pegar sol com um tempo tão bom, então me protegi bem pra não me queimar. Comecei pelo rosto, pernas e braços, segui pela barriga e depois pelo peito. Dediquei um bom tempo espalhando o protetor nas minhas tetas volumosas. Não só porque a massagem pra pele absorver o creme era extremamente gostosa, mas também porque era uma pele delicada que normalmente ficava coberta. Quando terminei, já tinha os bicos completamente durinhos, entre sentir a brisa e o sol neles e o contato da palma da minha mão. Finalmente consegui passar um pouco de creme nas costas e, deixando o pote em cima da toalha, me deitei de barriga pra cima pra aproveitar o sol.
Fiquei um tempão sentindo o calor no meu corpo pelado e estava relaxada, ouvindo só o barulho das ondas quebrando nas pedras, até que de repente um toque estridente acabou com a paz do lugar. O som era do meu celular. Fazia uns meses que eu tinha ele e na época achei engraçado colocar aquela música como toque. Me levantei e procurei rápido o telefone na mochila. Mais pra fazer ele parar de tocar do que por interesse de ver quem tava ligando. Quando atendi, vi que era minha irmã. Ela perguntou onde eu tava e, depois que expliquei, disse que ia passar por lá mais tarde. Depois de desligar, coloquei no vibra e deixei em cima da toalha pra sentir se me ligassem de novo, e me deitei de novo pra continuar torrando.
Passou um tempão, embora quando se tá tomando sol o tempo fique meio confuso, até que ouvi a voz da minha irmã me chamando.
- Lucía, não se queima – ela falou, como quem cumprimenta.
- Oi, irmãzinha – respondi enquanto me sentava pra olhar pra ela. Quando fiz isso, percebi que minha irmã tava de pé junto com um cara. Era o namorado dela, Héctor. Tavam juntos fazia uns dois meses no máximo, e a gente tinha se visto umas duas vezes e se conhecia, mas sem muita intimidade.
O namorado da minha irmã não conseguiu disfarçar e eu percebi direitinho como ele olhava o movimento dos meus peitos balançando enquanto eu me levantava. Apesar da surpresa, não me passou pela cabeça em nenhum momento que eu devia me cobrir, até porque não tinha nada pra cobrir. Minha irmã sabia muito bem que na praia eu sempre fico com os peitos de fora, então se ela trouxe o namorado e ainda sem avisar, ia me ver em todo o meu esplendor.
- Meu namorado veio junto, espero que não se importe – ela disse.
- E aí, Héctor? Finalmente vai sair coisa boa, hein? – saudei ele com naturalidade, dando a entender pra minha irmã que tava pouco me lixando.
- Ehhh, sim... isso aí – respondeu meio distraído, fazendo um esforço pra tirar os olhos das minhas tetas e olhar nos meus olhos.
Por instinto, ele começou o movimento pra me cumprimentar com dois beijos. Eu me inclinei rápido e estiquei o pescoço pra não roçar o torso dele com meus mamilos endurecidos. Depois, o casal colocou as toalhas do lado da minha e tirou a roupa, ficando só de sunga. Héctor usava uma de perna longa, e minha irmã, um biquíni colorido. Ela, ao contrário de mim, nunca tirava a parte de cima na praia.
- Mônica, aproveita e passa creme nas minhas costas, por favor, que sozinha não consegui espalhar direito – pedi pra minha irmã quando vi que ela tava tirando o protetor pra passar nela.
- Valeu, mas passa em mim também.
De vez em quando, a gente massageava as costas uma da outra, se lambuzando bem de creme em cada cantinho. Enquanto isso, Héctor também passava o protetor, sem perder nenhum detalhe. Depois, sentamos e ficamos batendo papo um tempão. Com minha irmã sempre tive uma boa relação, então a conversa fluía fácil e não faltava assunto. Héctor participava menos; pelas vezes que eu tinha visto ele, parecia um cara meio tímido, que custava a pegar confiança, e imaginei que ver a irmã da namorada de topless tinha deixado ele meio sem graça. Não me encaixava muito minha irmã estar com ele; ela era o oposto de personalidade, muito solta e que puxa conversa com qualquer um. Mas como ultimamente ela tava trocando de namorado a cada dois tempos, achei que naquele momento ela tinha se interessado por alguém mais sem graça. Pelo que ela me contou, conheceu Héctor por amigos em comum do colégio e umas atividades de fim de ano.
Daí a pouco, Mônica sugeriu que a gente jogasse um pouco de cartas enquanto tirava um baralho e uma garrafa de calimocho que tinha trazido. Preparada em casa e uns copos de plástico. Minha irmã adora jogar, mas é um desastre em qualquer jogo. Aceitei porque sempre me divirto dando uma surra nela. Jogamos escova e chinchón. Como era de se esperar, a Mônica perdeu quase todas as rodadas, mas o Héctor não era tão ruim e deu um pouco mais de trabalho. No fim, acabei ganhando porque tive mais sorte com as cartas que me vieram.
Quando minha irmã cansou de perder, foi se refrescar um pouco na água e o Héctor foi atrás. Eu ia ficar tomando sol pra dar espaço pro casal. Todo mundo sabe que no começo os namorados aproveitam qualquer chance pra se pegar. Mas, enquanto ele caminhava até a beira, o Héctor virou e me perguntou se eu não ia. Fiquei surpresa dele lembrar de me chamar, e como sabia que ele era meio tímido, achei que seria ruim recusar depois do gesto, então levantei e fui com eles. Depois, vendo como o Héctor me observava enquanto eu o alcançava, percebi que parte do motivo do convite era poder me ver em movimento com os peitos de fora. Por causa do tamanho grande dos meus seios, a cada passo eles balançam e se mexem.
A temperatura da água estava bem fria, como sempre no norte, e fui entrando bem devagar. Conforme me cobria mais, fiquei com a pele arrepiada e os bicos dos peitos, que já estavam relaxados há um tempão, duros como pedra. A Mônica tinha se jogado de uma vez na água e já estava nadando e gritando escandalosamente, embora o corpo dela também tivesse reagido e os bicos marcassem contra o tecido do biquíni. O namorado dela também estava entrando devagar, mas minha irmã se aproximou dele e começou a molhá-lo e puxá-lo, forçando ele a mergulhar de vez na água.
Como eu imaginava, o casal aproveitou as brincadeiras na água pra se beijar e se apalpar. Eu fiquei de lado, dando espaço pra eles, e fiquei nadando um pouco e curtindo o contraste do calor de fora com o frescor da água. água. De vez em quando vinham pra onde eu tava e me espirravam, ou minha irmã me pegava tentando me afogar, mas logo voltavam pras brincadeiras de casal.
Acabei cansando de ficar na água, não costumo aguentar muito tempo, e voltei pra toalha deixando eles no mar. Quando já tava me secando, eles também voltaram, visivelmente cansados de não terem parado um minuto. Aproveitamos pra comer os sanduíches que a gente tinha trazido e bebemos umas duas cervejas que eu tinha levado, já que o calimocho tinha acabado fazia tempo. Eu já gostava bastante do gosto da cerveja, mas pra eles o amargor ainda fazia torcer um pouco o nariz. Mesmo assim, na falta de outra coisa, bebiam sem reclamar.
Depois de comer, ficamos mais um tempinho conversando até que começou a ventar e vimos umas nuvens pretas se aproximando do mar. Tinha cara de temporal, então juntamos as coisas e nos vestimos rápido. Eu vesti a regata direto, sem procurar o sutiã na mochila, e o short por cima do biquíni. Tirei um pouco da areia e saímos da praia a toda pressa. Mal deu tempo de chegar num lugar coberto antes de começar a chover e a temperatura cair pra valer.
Do jeito que a tarde ficou, decidimos ir pra nossa casa passar o resto do dia. Nossos pais tinham ido viajar e iam ficar fora uns dias, então a casa era só nossa. Nos instalamos na sala e minha irmã preparou outra garrafa de calimocho. O álcool ia fazendo efeito, as risadas eram constantes e o clima cada vez mais relaxado.
— E aí? Já não viu peito suficiente da minha irmã o dia inteiro? — disse a Mônica de repente.
Naquele momento eu tava inclinada sobre a mesa servindo mais uma rodada de bebida. Ainda tava só de regata, sem sutiã, do jeito que tinha vindo da praia, então naquela posição e Pela posição do Héctor, ele com certeza tava tendo uma visão completa das minhas tetas. O cara desviou o olhar rapidinho e murmurou um pedido de desculpa, mas o tom da minha irmã era claramente de zoação, não de bronca.
- Deixa ele olhar se tá com vontade, pra mim tanto faz - falei, e sem pensar duas vezes tirei a camiseta e joguei de lado.
Héctor quase engasgou com a bebida e começou a tossir quando viu que eu tirava a camiseta e meus peitos ficavam expostos de novo. Ele arregalou os olhos, sem conseguir processar o que tava vendo. Achei que, mesmo surpreso, ele podia até acreditar que a irmã da namorada dele tivesse na praia fazendo topless junto com ele, mas de jeito nenhum ele imaginaria que dentro de casa eu fosse ficar de boa com as tetas de fora na frente dele.
- Haha, mas que cara é essa, mano. Tá tão afim das tetas dela? - minha irmã provocou, rindo.
O moleque não sabia o que responder, e pra deixar ainda mais difícil, Mónica veio pro meu lado, tirou a camiseta e o biquíni, e ficou também com os peitos à mostra. Uma do lado da outra dava pra ver como nossas tetas são diferentes, mesmo sendo irmãs. As minhas são grandes e pesadas, mas naquela época ainda desafiavam a gravidade e ficavam firmes, diferente de hoje que caíram e pendem bem mais. As da minha irmã, ao contrário, são pequenininhas e empinadas. Ela sempre fala que, como eu nasci primeiro, fiquei com as tetas das duas e que não sobrou nada pra ela, por isso ela é tão lisinha e as minhas são tão enormes.
- Vai, qual você gosta mais? Minhas tetas ou as da minha irmã? - Mónica perguntou pro namorado, colocando ele numa saia justa.
Héctor não abria a boca, mesmo com a insistência da minha irmã, provavelmente pensando que qualquer resposta podia dar problema. Mas ele não desviava o olhar dos nossos peitos e ficava olhando com tudo. atenção.
- Cara, não é tão difícil – insistia Mônica. – O que você prefere, meus peitinhos ou os melões enormes da minha irmã?
- Ei, eles não são enormes, só são grandes – protestei.
- Isso quem decide é meu namorado. Vamos, compara nossos peitos.
Mônica puxou o braço do Héctor pra levantar ele e trazer ele pra perto da gente, e pegando a mão dele apertou contra um dos peitos dela, forçando ele a apalpar. Depois, sem aviso, pegou a outra mão dele e colocou em cima de um dos meus. Olhei pra minha irmã surpresa, mas não falei nada e deixei ela forçar o namorado a apalpar um peito meu.
O moleque tava claramente nervoso e sem saber como reagir, mas mesmo assim não tava perdendo a oportunidade. A mão dele apertava e amassava meu peito inteiro, e eu percebia que ele não conseguia cobrir ele todo com a palma. Do meu lado, o toque já tinha feito o mamilo começar a endurecer.
- E então? Já decidiu quais você gosta mais? – perguntou Mônica de novo.
- Os seus, Nica, os seus sem dúvida – respondeu o Héctor no final.
- Haha, que puxa-saco você é. Não tem problema se você preferir os da minha irmã.
- Não, sério. Eu gosto dos seus.
- Tem certeza? Porque os meus nunca te fizeram reagir assim – disse minha irmã, pegando de repente no volume dele. – Você tá mais duro do que nunca.
Héctor ficou vermelho e deu um pulinho quando sentiu a mão da Mônica apertando a rola dele por cima da calça. Dava pra ver claramente que ele tava de pau duro, mas eu imaginei que mais do que gostar dos meus peitos, era por ter nós duas com os peitos de fora e poder ficar apalpando eles.
- Vamos, mostra o quanto você tá gostando – ordenou Mônica, sem soltar as bolas dele.
- O quê? Como assim? – perguntou Héctor sem entender.
- Assim.
Sem dar tempo pra ele reagir, minha irmã pegou na cintura da calça e da cueca dele e puxou pra baixo, baixando tudo de uma vez. O pau dele, completamente duro, deu uns pulinhos quando foi liberado. e ficou na posição horizontal apontando pra nós. Héctor tentou se cobrir por instinto, mas a Mônica não deixou e, afastando as mãos dele, deixou o pau dele exposto pra gente admirar.
- Não, não. Agora não se esconde. Você passou o dia inteiro vendo peitos. Olha só, olha só como você está – comentou Mônica, ajoelhada na frente dele. – Tá com tesão, hein? Hein? Olha como ficou dura. Vai me negar que os peitos da Lúcia não têm culpa disso?
- Bom... um pouco – acabou admitindo o garoto. – É que nunca tinha visto uns tão grandes. E... bom, dá tesão uma mina ficar tão de boa com os peitos de fora na minha frente sem ser minha namorada nem nada.
A Mônica já tava mostrando que a bebida tinha subido. Ela tava com o pau do Héctor na mão, apertando pra sentir a dureza enquanto zoava ele. Enquanto continuava com os comentários sobre os motivos da ereção dele e como ele tava duro, minha irmã se divertia puxando o pau pra um lado e soltando pra ele balançar igual uma mola até ficar reto de novo.
Eu continuava de pé, observando o pau do namorado da minha irmã. Ele tinha um tamanho legal, comprido o suficiente pra chamar atenção e um pouco grosso, mas sem exagero. Calculei que devia ter uns quinze ou dezesseis centímetros. Já tava com a cabeça totalmente à mostra e aparentemente durinho ao máximo, porque não mudava de tamanho apesar dos toques constantes da Mônica. Não sei se ia crescer mais com o tempo, mas naquele momento o aparelho não era nada mal.
- Vamos ter que dar um jeito nisso, né? – disse minha irmã de repente, depois do enésimo balanço.
Sem esperar resposta, minha irmã meteu o pau do namorado na boca, fazendo ele soltar um suspiro metade surpresa, metade prazer. Mônica chupava com vontade, passava a língua por todo o tronco e enfiava quase inteiro na boca. De vez em quando, também lambia a cabeça dele, fazendo círculos e ficava batendo com ele nos próprios lábios. Olhando pra ela, tava claro que minha irmã já tinha chupado muito na vida e o Héctor tava adorando a experiência dela.
- Cê manda bem, mana. Que vontade de chupar – comentei, divertida, sem tirar os olhos dela.
- Como se você nunca tivesse comido uma pica – ela disse, meio na defensiva, tirando o pau da boca.
- E mais de uma – admiti. – Não foi crítica, cê faz muito bem.
- Pode crer – confirmou o Héctor, entre suspiros de prazer. – A Nica é foda fazendo boquete.
- Então minha irmã diz que é expert nisso – comentou a Mônica.
- Não vou dizer que sou expert, mas já chupei umas quantas. Você que parece ser mesmo.
- É prática – admitiu minha irmã. – Quer uma prova? Tá uma delícia – ela disse, pegando a pica e apontando pra mim como quem oferece um petisco.
- Claro, por que não?
Eu também tava soltinha por causa da bebida e, depois de tanto tempo vendo aquela ereção poderosa, já tava com vontade de pegar. Sem nem perguntar se o Héctor topava, me ajoelhei do lado da minha irmã e meti na boca a pica do namorado dela, enquanto ela segurava a base. Apertei com os lábios dentro da boca, passei a língua de leve e senti que tava dura pra caralho. A Mônica soltou a pica e começou a lamber também. As duas de joelhos, peitos de fora, dividindo o pau do Héctor, fazendo um boquete junto, misturando a saliva das duas.
A gente tava tão concentrada chupando que nem percebeu os sinais, e de repente, enquanto lambíamos a ponta da pica dele, o Héctor começou a gozar com um gemido de tesão. Vi uns jatos fortes de porra voando na direção da cara da minha irmã, e ela reagiu segurando e desviando o pau, de modo que o resto acertou em cheio meu rosto. Fechei os olhos por instinto e senti vários impactos contra minha pele.
Quando abri os olhos de novo, o orgasmo do Héctor tinha acabado e só tinha um pouco de líquido escorrendo pela ponta do pau dele. Olhei pro rosto da minha irmã, que estava coberto de porra, e imaginei que o meu devia estar igual. O moleque tinha gozado uma quantidade enorme de porra e era claro que ter a namorada e a irmã fazendo um boquete ao mesmo tempo tinha sido excitante demais, porque ele aguentou muito pouco antes de gozar.
- Cara, eu falo pra avisar sempre quando for gozar – reclamou minha irmã.
- Desculpa, não consegui controlar. Foi incrível como vocês duas chupam juntas – se desculpou o Héctor, todo extasiado. Parecia que a situação e o álcool tinham feito o moleque perder a timidez.
- Sempre tem uma desculpa pra fazer sem avisar. Nossa, cê tava acumulado ou o quê? Nunca tinha soltado essa quantidade de porra – comentou minha irmã, olhando pra mim. – Olha só como ele te deixou a cara.
- Acho que deve estar tão branca quanto a sua – respondi.
A Mônica tocou no rosto, enchendo os dedos de porra. Ela chupou os dedos pra limpar e depois se aproximou de mim e lambeu minha bochecha. Continuou passando a língua pelo resto do meu rosto até me limpar toda, e aí mostrou a porra que tinha na boca e engoliu. Depois eu fiz o mesmo com ela e limpei a cara dela com a língua. O Héctor tinha gozado pra caralho, e eu tive que limpar um monte de líquido. A porra dele tinha um gosto agradável, levemente salgado. Quando deixei minha irmã limpa o suficiente, mostrei também a porra na minha boca e engoli. A Mônica também limpou os restos de porra que ficaram na ponta do pau do Héctor, que já começava a perder a firmeza. Ela meteu na boca e chupou até deixar brilhando.
- Agora é sua vez! – gritou pro namorado, enquanto me pegava pela mão e me puxava correndo pro quarto dela.
Quando chegamos, minha irmã soltou minha mão, baixou a calça e a calcinha. do biquíni, ficando completamente nua. Não consegui evitar olhar pra buceta dela e perceber que quase não tinha pelos. Mônica, com um gesto, me convidava a fazer o mesmo.
— Cê tá bêbada? — perguntei, na dúvida se imitava ela ou não.
— Tô. E com tesão. Você não? — respondeu, bem segura.
— Tô sim, um pouco bêbada.
— E com tesão?
— Também — admiti.
— Então nem pensa.
Obedeci minha irmã e tirei o shortinho e a calcinha do biquíni, ficando também completamente nua. Minha buceta era mais peluda que a dela, e meu púbis, embora aparado, tinha um triângulo largo de pelos.
Nós deitamos na cama e apoiamos os pés nela, abrindo as pernas. Quando finalmente o Héctor chegou, se deparou com nossas xotas expostas ao entrar no quarto.
— Uau, que maravilha — conseguiu exclamar quando nos viu completamente nuas e deitadas na cama, mostrando todos os nossos segredos pra ele.
Héctor sabia que era a vez dele de se ajoelhar, e não precisou ouvir nada. Direto ele se aproximou da Mônica e, segurando os joelhos dela pra abrir bem as pernas, mergulhou a cabeça na virilha da minha irmã e começou a chupar com gosto.
Mônica curtia as atenções do namorado, se agarrando com força nos lençóis da cama e soltando uns gemidos de prazer de vez em quando. Era uma sensação estranha estar deitada ao lado da minha irmã mais nova vendo como comiam a buceta dela. Uma coisa é saber que ela transa, outra é testemunhar de perto como ela faz.
Depois de um tempo, quando se sentiu suficientemente atendida, ela agarrou a cabeça dele com as panturrilhas e o afastou com um pé, indicando que era minha vez. Vi o Héctor se posicionar na minha frente e observar minha xota aberta. Eu tinha acabado de ver e chupar o pau dele, então era justo que ele me devolvesse o favor, mesmo que naquele momento eu não parasse de pensar que estava deixando o namorado da minha irmã mais nova me tocar e me ver completamente nua.
As dúvidas duraram o tempo que demorou pra aproximar o rosto da minha buceta e começar a chupar. Senti o nariz dele apertando contra os pelos da minha virilha e a língua começando a percorrer as dobras dos meus lábios. O moleque tinha técnica e sabia como e onde lamber, beijar ou apertar.
- Eu treinei ele direitinho, né? – perguntou Mônica depois que um gemido de prazer escapou de mim.
- Uffa, pode crer. Porra, como ele chupa bem – confirmei.
- Fiz ele praticar bastante – confessou minha irmã entre risadas. – Antes ele não sabia fazer.
Não sabia quantas vezes ele tinha chupado a buceta da minha irmã, mas com certeza o treino tinha dado resultado. Fazia pouco tempo que ele estava com a cabeça entre minhas pernas, mas eu já estava escorrendo.
- Toma, coloca isso que acho que já estamos todos no clima – interrompeu de repente minha irmã, jogando algo para o namorado.
Héctor se afastou e parou de chupar minha buceta, o que eu lamentei, e vi que o que Mônica tinha jogado era uma camisinha. O moleque se levantou e notei que ele estava com uma ereção potente de novo. Abriu o preservativo, colocou na ponta e desenrolou até ajustar bem no pau. Direto foi pra cima da minha irmã e a penetrou com facilidade. Héctor continuava na borda da cama, o que me permitia ver sem dificuldade como eles transavam enquanto eu me masturbava devagar pra não perder o tesão. Mônica devia estar tão molhada quanto eu, porque o pau do namorado entrava e saía rápido, acompanhado de uns squish squish muito safados. Minha irmã mais nova completava a cena com uns gemidos e uns "sim, sim, sim", num tom super erótico que eu nunca imaginei ouvir dela. Era muito excitante estar nua me tocando enquanto via minha irmã transando do meu lado sem nenhum pudor.
- Come também minha irmã, vai alternando – comentou Mônica quando já estavam há um tempinho naquela metida.
- Vou. Porra, que tesão ouvir você falar isso – respondeu Héctor todo animado.
- O quê? Que você coma — Minha irmã? — ela perguntou, rindo.
— Sim. Não é algo que a gente espera que peçam.
Héctor ficou na minha frente e me segurou pelas coxas, me puxando até a borda da cama. Ele pegou o pau com a mão e colocou na entrada da minha buceta. Moveu um pouco em círculos pra ir abrindo caminho e logo conseguiu enfiar tudo sem nenhuma dificuldade. Entre o quanto eu tava molhada e a camisinha estar coberta pelos fluidos da minha irmã, o pau dele deslizava perfeitamente.
O pau dele se encaixava maravilhosamente dentro de mim. A grossura era perfeita pra roçar nas laterais a cada movimento e tinha um comprimento que permitia uma metida e tirada bem extensa. Logo ele pegou ritmo e conseguia arrancar vários gemidos de prazer a cada estocada. Eu tava muito cachorra e adorando deixar o namorado da minha irmã me foder.
— Nossa, Lucía, como seus peitos balançam quando tão te comendo — comentou Mônica, que, igual a eu antes, aproveitava pra olhar como a gente tava fazendo.
— E como. São hipnóticos — confirmou o namorado dela, que alternava o olhar entre os peitos dela e a minha xota.
— E a delícia que é quando eles se mexem — falei, pegando neles e apertando meus bicos.
— E o pau dele não tá te dando prazer? — perguntou ela, maliciosa.
— O que você acha? Demais! — respondi, acompanhando a resposta com uns gemidos intensos.
Héctor achou que já tinha passado um tempinho dentro de mim e parou de me foder pra voltar a meter na minha irmã. Ele meteu nas duas alternadamente umas duas vezes até a Mônica ter um orgasmo.
— Ahhh! Tô gozando! — anunciou entre gemidos.
Observei a cara que minha irmã fazia durante o orgasmo. Era a primeira vez que eu a via ou ouvia enquanto gozava. Amei a expressão de prazer que ela fazia e como mordia o lábio. Ela tava linda e dava pra ver no rosto o quanto tava aproveitando. Quando terminou, Héctor saiu dela e me penetrou, focando completamente em mim.
Naquela hora, eu tava muito... tesuda com tudo o que estava acontecendo e percebi que também estava prestes a gozar. Meus gemidos cada vez mais contínuos e intensos pareciam excitar Héctor, que aumentou o ritmo. Minha irmã, já recuperada, deitou-se com o rosto perto da minha barriga, observando em primeira mão como o namorado dela enfiava e tirava o pau na minha buceta.
- Sim! Vou gozar! – gritei quando não aguentei mais. Fechei os olhos e apertei os lençóis enquanto sentia os espasmos contraindo minha vagina, prendendo o pau do Héctor lá dentro. O prazer percorreu todo o meu corpo, da barriga até o peito. Me concentrei em aproveitar as sensações e tentar prolongar ao máximo. – Uffa, que delícia de foda. – Satisfeita e com a respiração acelerada, abri os olhos de novo.
- Foi um bom orgasmo? – minha irmã me perguntou.
- Porra, e como. E o seu?
- Também. Mas quero outro. Vem cá – disse ela pro namorado, abrindo as pernas.
- Receio que vai ter que esperar. Eu também gozei – ele disse, mostrando o pau que começava a murchar.
- Como assim? Quando? – perguntou Mônica, se aproximando dele e tirando a camisinha, conferindo o sêmen lá dentro.
- Quando a Lucía gozou. Ela apertou tanto meu pau que não consegui segurar mais, e tá aí – disse ele, apontando pro preservativo com o resultado do orgasmo dele.
- Porra, mas eu ainda tô com vontade – reclamou Mônica.
- E eu, pra ser sincera, também – admiti.
- Desculpa. Mas acho que vai demorar um pouco pra ficar duro de novo. Vocês fizeram eu gozar duas vezes em pouco tempo.
- Mas o que você tem, quarenta anos? – minha irmã zoou. – Dizem que os caras da sua idade têm os hormônios a mil e o pau duro o tempo todo.
- É... se eu tô com ela, fica duro toda hora e por qualquer coisa. Mas depois de duas gozadas, ele merece uns minutos de descanso, haha.
- Mmm, não sei se merece, porque eu fiquei na vontade e minha irmã também.
- Ei, vocês se Já são duas horas" – Héctor se defendeu do ataque da namorada. "Se vocês tão com tanto tesão, toquem uma pra vocês enquanto eu me recupero."
"O quê? Que eu me toque com a minha irmã?" – perguntou Mónica escandalizada, ou fingindo escândalo, nunca tive certeza.
"Tipo, eu quis dizer que cada uma se masturbasse sozinha. Mas porra, se vocês fizerem entre vocês, bah, isso sim daria um tesão do caralho."
"Ha ha, que tarado você é. Como vamos nos tocar se somos irmãs?"
"Olha, vocês passaram a tarde inteira peladas e transando uma do lado da outra. Também acho que depois disso se tocar não é grande coisa. Porra, o tesão que me daria ver duas minas se masturbando entre si" – argumentou animado.
"Tá, tá, ele já tá se excitando só de imaginar" – comentou Mónica rindo.
"Vocês podem tentar e se acharem estranho param" – insistiu.
"O que a Lucía disser. Pra mim não tem problema, até porque como você disse, que diferença faz mais um passo depois disso" – disse ela fazendo um gesto como se desse a entender que estávamos os três pelados depois de ter gozado juntos. "Além disso, o seu parece que vai demorar" – acrescentou apontando pro pênis mole do namorado, que tinha encolhido completamente.
"Bom, não sei, a gente pode tentar um pouco pra ver como é" – falei meio na dúvida. Por um lado, tava com bastante tesão e tinha curiosidade de masturbar outra garota, mas por outro, me dava um pouco de vergonha me tocar com a minha irmã.
Sentamos juntas com as pernas abertas e, depois de nos olharmos nos olhos por um instante pra confirmar que estávamos seguras, levamos a mão à virilha uma da outra. Dei um pequeno susto ao sentir os dedos da minha irmã sobre meus lábios vaginais. Mónica me acariciou em círculos e enfiou um dedo na minha buceta aberta, o que me fez soltar um gemido. Enquanto isso, eu também tinha começado a tocar ela, que tinha a virilha completamente molhada. Era estranha a sensação de sentir com a ponta dos dedos as dobras de uma xereca. diferente do meu. Masturbei minha irmã do mesmo jeito que gosto de me masturbar. Esfreguei fazendo círculos por toda a área e foquei no clitóris dela. Sabia que ela estava gostando porque, quando comecei a tocar ali, ela se tensionou levemente e soltou um gemido forte.
Logo aprendemos como fazer a outra gozar, embora cada uma tivesse um método diferente de se masturbar, a novidade do que a outra fazia era muito excitante. Em pouco tempo, estávamos as duas gemendo sem parar e com a respiração acelerada. Nos olhávamos nos olhos com intensidade enquanto nos tocávamos mutuamente. Mônica mordia o lábio de tesão entre cada grito de prazer.
- Porra, vocês estão fazendo, estão fazendo. Que puta tesão ver vocês se masturbando uma à outra – gritou Héctor sentado na nossa frente, sem perder nenhum detalhe. – Quando vocês se olham assim, só falta se beijarem na boca.
Não sei se foi a sugestão do Héctor ou o quanto estávamos excitadas, mas quando nos olhamos de novo, soubemos que íamos fazer aquilo e juntamos nossos rostos para nos beijar. Primeiro foram selinhos, bem estalados. Colar os lábios por um instante e separá-los com um barulhento e molhado smack. Depois, os beijos foram ficando mais longos, com vontade, apertando nossos lábios e juntando as línguas. Nos masturbávamos com força, quase como se fosse uma competição, nossos dedos tentando dar o máximo de prazer uma à outra, nossa respiração acelerada, os gemidos constantes e os beijos cheios de ansiedade.
A primeira a gozar foi Mônica. Ela apertou a mão livre contra a minha, me obrigando a mantê-la sobre a buceta dela enquanto sentia os espasmos do corpo. Observei a cara de êxtase dela enquanto assimilava que tinha acabado de provocar um orgasmo na minha irmã. Depois de se recuperar da descarga de prazer, ela tentou me retribuir o favor. Enfiou um segundo dedo na minha buceta e me comeu com eles enquanto, com o polegar, acariciava meu clitóris. Não consegui resistir por muito mais tempo e logo senti o Sensações inconfundíveis de que o orgasmo estava chegando. Comi a boca dela mais uma vez com um beijo estalado e me deixei levar entre gemidos fortes, anunciando pra todo mundo que eu estava gozando. Mônica tirou os dedos de dentro de mim, cobertos de fluido. Lambi eles pra limpar, saboreando meu próprio líquido.
- Isso foi brutal! – afirmou o Héctor.
- Porra, maninha, você manda muito bem – aprovei, ainda me recuperando das sensações intensas.
- Você também. Fez eu gozar com tudo. Mas quero mais – disse Mônica, excitada.
- Mas você acabou de ter um orgasmo! – comentei, surpresa.
- Sim, mas diferente de você, eu não preciso me recuperar pro próximo. E tô muito tarada.
- Eu ainda não consegui ficar duro – confessou o Héctor, meio triste, segurando o pau pra ver se respondia. – Mas já que vocês começaram, por que não continuam? Ia me deixar muito excitado ver vocês fazendo a tesoura – sugeriu.
- Haha, agora a tesoura? Você tem fetiche por sapatão ou o que te excita é ver eu comendo minha irmã? – perguntou Mônica, rindo.
- Ver duas minas transando me deixa muito louco – admitiu o namorado dela, sem nenhum pingo de vergonha. – Mas o fato de ser você e sua irmã é a coisa mais safada que já vi.
- O que é essa tal de tesoura? – perguntei, inocente.
- Você não sabe o que é? – perguntou o Héctor, surpreso.
- Não acredito. Você é dois anos mais velha que eu e não sabe?
- Haha, então, explica pra essa careta o que é a tesoura – falei, tirando o peso do assunto, embora no fundo me irritasse um pouco que minha irmã mais nova e o namorado dela soubessem coisas sexuais que eu desconhecia. Mas naquela época eu não tinha tanta experiência e, como o acesso a pornô e tal era muito mais complicado, não era tão fácil descobrir essas coisas como hoje.
- É quando duas minas juntam as bucetas e ficam esfregando assim – me explicou Mônica, fazendo um V com os dedos de cada mão e entrelaçando eles, imitando o movimento.
- E como você sabe disso? – perguntei, surpresa.
- Eu vi Vi num filme pornô que eu tenho" – ela disse naturalmente.
– Você tem um pornô?
– Sim, gravei do canal plus sem meus pais saberem. Te mostro depois.
– Beleza, então vocês vão testar isso? – interrompeu Héctor, que não queria perder a chance de nos ver.
– Ah, por que não? Afinal, acabamos de nos masturbar juntas. Vamos ver se você fica de pau duro de uma vez vendo eu foder com minha irmã. O que acha, Lucía?
– Valeu. Como a gente faz? – aceitei praticamente sem pensar. Naquela hora, eu tava tão tesuda que topava qualquer coisa. Principalmente depois de ter vencido a resistência de tocar sexualmente na minha irmã.
Mônica mandou eu sentar com as pernas abertas e esticadas, e ela se posicionou na frente, entrelaçando as dela. Foi se aproximando até os lábios da bucetinha dela beijarem os da minha. Quando tava na posição, começou a se apertar e se mexer contra mim, provocando o roçar das nossas bocetas. As duas távamos muito molhadas depois dos orgasmos que tivemos, e nossas xotas deslizavam por todo o fluxo que a gente tinha soltado.
– Não acredito que tô vendo a tesoura ao vivo. Que puta tesão – comentou Héctor, se colocando do nosso lado e olhando com detalhe como a gente se esfregava.
Demoramos um pouco pra entender como fazer direito. No começo, sentíamos o roçar na buceta e, de vez em quando, uma pontada de prazer, mas não era constante. Mas chegou uma hora que encontramos a posição certa e, olhando nos olhos uma da outra, percebemos que távamos nos fazendo gozar mutuamente e sem parar. As duas nos inclinamos levemente pra trás, apoiadas nos braços, e apertamos nossas virilhas uma contra a outra como se tentássemos nos empurrar, enquanto nos movíamos levemente pra cima e pra baixo, provocando roçadas nos lábios e no clitóris.
– Nada mal, hein – admiti depois de um gemido de prazer.
– É tipo se masturbar, mas sem se tocar... não imaginava que daria tanto tesão. Esfregar assim.
- É brutal – comentou o Héctor, olhando pra gente.
Enquanto a gente fazia a tesoura, o namorado da minha irmã aproveitou e começou a passar a mão nas nossas tetas. Do jeito que a tarde começou, ele colocou uma mão em cada uma de nós e começou a apalpar nossos peitos. As sensações agora eram múltiplas: de um lado, o prazer que eu tava sentindo esfregando a buceta contra a da Mônica; do outro, o prazer das carícias nas tetas. O Héctor agora não se segurava mais na hora de tocar meu peito – ele agarrava, mexia, beliscava o bico e fazia vários tipos de carinho.
- Adoro como você geme – disse o Héctor enquanto brincava com minha teta.
- É isso que você queria ver? Sua namorada fodendo com a irmã dela? – perguntou a Mônica, entre gemidos.
- Sim! Tô ficando doidão. Olha, já tô quase duro de novo.
- Ainda falta um pouco – ela disse, pegando na pica dele. – Lucía, faz um boquete nele, quer? Assim você termina de deixar ele duro enquanto eu procuro outra camisinha. Isso de sexo lésbico entre irmãs é muito bom, mas quero enfiar algo duro na buceta – falou, sem nenhuma vergonha.
A Mônica se separou de mim e foi até as gavetas do criado-mudo pegar o preservativo. Eu me aproximei do Héctor e acariciei os colhões dele, vendo como a pica dele ia endurecendo a cada momento. Em vez de chupar ele, como minha irmã tinha mandado, coloquei o pau dele entre minhas tetas e, segurando elas pelos lados, apertei com força.
- Uau, nunca fizeram isso comigo – comentou o cara, surpreso.
- Então não espera que eu faça uma dessas, porque com o tamanho das minhas tetas é impossível – disse a Mônica, vendo que eu tava masturbando o namorado dela com meus peitos.
Fiquei mexendo as tetas por um tempo, apertando elas contra a pica dele, até sentir que já tava bem dura. Me afastei e vimos que a ereção deixava o membro dele na horizontal de novo. Ele pegou a camisinha que a Mônica ofereceu e colocou com habilidade. Na mesma hora, me deitou na cama e não demorou pra me penetrar.
- Ei! Quem tava com vontade de rola era eu – reclamou minha irmã.
- Mas quem deixou ele duro com as tetas fui eu – me justifiquei enquanto curtia as investidas do namorado dela.
- Tá claro, como se não contasse a gente se ver fazendo tesoura ou batendo uma.
- Aí eu também participei, então continuo tendo prioridade – provoquei ela um pouco.
- Mimimimi – ela falou com aquela expressão infantil de sempre quando perde uma discussão comigo.
Mônica se contentou em olhar a gente trepando. Héctor tava me comendo com gosto e meus gemidos enchiam o quarto. Meus peitos balançavam descontrolados em círculos a cada estocada até que senti minha irmã pegar um deles.
- Porra, Lucía. Você tem uns peitões enormes mesmo, que inveja – observou Mônica tentando segurar um peito com a mão.
- É, é, pega nas tetas da sua irmã – pediu o namorado dela, todo excitado, e eu notei que a rola dele endureceu mais ao ver aquilo.
- São super macias, pensei que fossem mais duras – analisou Mônica enquanto esfregava meus peitos sem nenhum pudor. – E muito suaves.
- Aperta elas pra mim, que isso me dá muito tesão – pedi. – Uff, isso, assim. E faz carinho nos meus bicos.
- Que grandes. E as auréolas são bem diferentes das minhas, você tem elas rosadas e grandes – disse minha irmã antes de aproximar os lábios do meu peito direito e começar a beijar e lamber meu mamilo. Adoro quando chupam meus peitos. Não sei se é por causa do tamanho, mas eles são muito sensíveis e qualquer carinho me deixa louca. Naquela hora, a língua da Mônica brincando com meu mamilo tava me dando um tesão do caralho.
- Uau, Nica, que putaria você chupando as tetas da sua irmã – exclamou Héctor, todo excitado.
- Vou gozar!!! – gritei eu entre espasmos de prazer. Minha buceta tava tão sensível dos orgasmos anteriores que não precisei ser penetrada por muito tempo pra ter outro.
Mônica não perdeu tempo e assim que viu meu orgasmo acabar, ela Colocou ela na posição pra que o namorado tirasse a pica de dentro de mim e enfiasse nela. Era minha vez de retribuir as atenções, então enquanto eles transavam, comecei a brincar com os peitinhos da minha irmã. Não eram muito grandes e dava pra segurar eles fácil com a palma de uma mão. Os peitos dela eram durinhos e pediam pra serem apertados. Aproximei minha boca do mamilo empinado dela e lambi a pequena auréola marrom. Depois, chupei o peito dela como se quisesse me alimentar, dando pequenas mordidinhas. Com a mão, procurei a ppk dela e comecei a esfregar o clitóris pra complementar a penetração intensa que ela tava recebendo. Os poucos pelinhos que ela tinha faziam cócegas na minha palma.
- Ufff!!! Que delícia com as atenções dos dois ao mesmo tempo! Era disso que eu tava precisando! – gritou Mónica, supertarada.
Minha irmã aguentou um pouco mais que eu, mas acabou gozando com um gemido que deve ter sido ouvido no prédio inteiro. Quando o Héctor tirou a pica da buceta da Mónica, saiu tanto líquido que parecia um rio. Parecia que ela já tava satisfeita o suficiente, porque arrancou a camisinha do namorado e começou a fazer um boquete nele. Me juntei a ela e dessa vez o boquete foi mais simultâneo. Lambíamos a pica dele ao mesmo tempo e nossas línguas se roçavam direto. Às vezes segurávamos o pau com a mão e, esquecendo dele, nos beijávamos na boca por um tempo antes de voltar a chupar o Héctor. Também aproveitávamos quando só uma de nós lambia pra brincar com os peitos da outra, acariciando e beijando.
- Meninas, não aguento mais, vou gozar – ele avisou. Mesmo dessa vez tendo durado como um campeão, tinha chegado no limite.
Apesar do aviso, a gente não parou e deixamos ele gozar mais uma vez nas nossas caras. Pra essa terceira gozada, quase não tinha mais porra, e ele só soltou uns dois jatos pequenos de cum. Dolorido e cansado depois do esforço, ele se deitou. enquanto observava a gente se lambendo pra limpar as gotas de leite branco que ele tinha dado pra gente. Pra finalizar, demos um último beijo na boca trocando o esperma e engolindo.
- Foi incrível – sentenciou o Héctor.
- Nunca tinha curtido tanto – comentou minha irmã.
- Tô com a buceta doendo – admiti rindo.
- E eu com a pica. Vocês me deixaram seco, já nem tinha mais porra. Não vai ficar dura de novo nem daqui a um ano.
- Bom, vou me lavar um pouco, tô muito suada e fedendo a sexo – falei levantando da cama e pegando minha roupa do chão.
Deixei eles no quarto e tomei um banho rápido. Depois voltei pro meu quarto e me joguei na cama pra descansar um pouco. Naquela noite o Héctor ficou pra dormir com minha irmã e de manhã eu ouvi pelas paredes que eles estavam transando assim que acordaram. Dava pra ver que tavam na fase de ficar com tesão o dia inteiro e, apesar de tudo que a gente tinha feito poucas horas antes, acordaram com vontade de mais sexo.
Durante o café da manhã não comentamos nada do que tinha rolado no dia anterior. Depois que os efeitos da bebida passaram, não estávamos tão desinibidos e ninguém teve coragem de puxar o assunto. Com o Héctor nunca mais rolou nada, mal cruzei com eles umas duas vezes e minha irmã não demorou pra terminar com ele e se envolver com outro cara, como ela costumava fazer naquela época.
***
- Bom, vou voltar pra dentro antes que comecem a partida de baralho sem mim. Você vem? – minha irmã perguntou me tirando dos meus pensamentos.
- Daqui a pouco. Vou esperar pra ver se o remédio faz efeito e me clareia um pouco.
- Tá bem, mas não pega frio – ela disse dando um tapinha na minha bunda enquanto entrava de novo em casa.
- Fica tranquila, não tá fazendo nem um pingo de frio. Parece noite de verão.
- Como é que tá a cabeça? – perguntou uma voz nas minhas costas.
- Na mesma – respondi, reconhecendo o tom doce da minha irmã. – Pra estar acabando o ano, não é que tá fazendo muito fresco aqui fora.
- Toma, vê se isso te ajuda – ela disse, me entregando um copo d'água com alguma coisa dissolvida.
- E isso? – perguntei enquanto pegava o copo.
- O que achei no armário de remédios da mamãe.
- Valeu, Mônica – falei, enquanto bebia o conteúdo em dois longos goles.
Minha irmã se apoiou na grade ao meu lado e acendeu um cigarro, enquanto a gente observava juntas a rua iluminada pelos postes.
- Valeu por encontrar o presente pros moleques, eles vão pirar – ela disse, soltando a fumaça do cigarro.
- Qualquer coisa pelos meus sobrinhos – respondi, tirando a importância.
- Você não faz ideia de quantas lojas de brinquedo eu percorri procurando e nada. Esgotado em todo lugar. É inacreditável.
- Já sabe, todo ano alguma coisa vira moda, todo mundo pede e aí é impossível achar. Tive sorte de encontrar um por acaso.
- Tô te devendo uma por essa sorte.
- Se essa meleca funcionar, considera a dívida paga – falei meio na brincadeira, apontando pro copo vazio que tinha deixado numa mesa da sacada.
- Com pouco você se contenta – ela respondeu, rindo.
Ficamos um tempão em silêncio, curtindo a tranquilidade momentânea e a paz Noite.
- Aliás, você não faz ideia de quem eu encontrei durante minha odisseia pelas lojas de brinquedo atrás do tal presente – disse minha irmã de repente, enquanto esmagava a bituca do cigarro no cinzeiro.
- Pelo tom, acho que não vou adivinhar nem se tentar – falei, divertida.
- O Héctor!
- O quê? Mas faz anos que ninguém vê a cara dele.
- Pois é, ele também estava lá caçando presentes. Tem uma filha pequena – me informou.
- Vocês colocaram o papo em dia? – perguntei, curiosa.
- Nah, as perguntas de educação de sempre. Trabalho, filhos e só. Mal ficamos cinco minutos. E a promessa clássica de "a gente se vê", mas todo mundo sabe que é só pra cumprir tabela.
- Quanto tempo já passou? Uns vinte anos?
- Quase. Dezoito. Mas às vezes parece que foi ontem.
- Pois é – confirmei.
- Acho que é normal. Foi curto, mas intenso – relembrou minha irmã.
- As loucuras da juventude – confirmei entre risadas.
- Nem me fale. Você pensa nisso de vez em quando? – me perguntou, curiosa.
- Bom, às vezes me vem à cabeça, claro – admiti.
- Eu também. Não é algo que se esqueça fácil.
Héctor tinha sido namorado da minha irmã. Mal duraram uns meses até ela terminar com ele. Naquela época, ela não queria nada sério, logo se cansava e partia pra outra. Depois de tantos anos, não lembro de quase nenhum dos caras com quem ela saiu; às vezes acho que ela também não. Mas do Héctor é impossível esquecer.
Aconteceu num dia de verão. As férias tinham começado fazia umas duas semanas, e a gente tava curtindo aquela liberdade enorme entre o fim de um ano letivo e o começo do próximo. Depois de uns dias nublados e com aquele ventinho típico do norte, aquela manhã amanheceu completamente limpa, com um céu azul imaculado. A temperatura subia rápido, prometendo um dia quente pra caralho.
Eu acordei relativamente cedo e Pegando a mochila com tudo que precisava pra passar um dia de praia, fui curtir o sol. Quando cheguei, já tinha vários banhistas e a areia estava cheia de toalhas a cada poucos metros. Se tivesse demorado mais uma hora pra ir, provavelmente teria achado difícil encontrar lugar.
A área onde eu gostava de pegar sol ainda estava livre. Era num dos lados da praia, perto de umas pedras. Tinha que caminhar mais pra chegar lá, mas as pedras protegiam um pouco do vento, e o som das ondas quebrando era muito relaxante. Então, sem pensar duas vezes, mantive a rotina de ir até meu cantinho de sempre e estendi a toalha, tomando posse daquele espaço.
Deixei a mochila e tirei a camiseta e o shorts. Por baixo, eu tava usando uma calcinha de biquíni azul clara e um sutiã normal de vestir. Naquela época, eu já fazia topless na praia sempre, então nem me preocupava em colocar a parte de cima do biquíni. Só usei no começo, quando meus peitos começaram a crescer e eu tinha mais inseguranças, mas logo perdi a vergonha e experimentei ficar com eles de fora. Gostei e, desde então, parei de esconder as tetas.
Dobrei a roupa e guardei dentro da mochila. Depois, desabotoei o sutiã e tirei, deixando as gêmeas soltinhas. Guardei ele também na mochila e peguei o protetor solar. Passei creme bem no corpo todo. Era um dos primeiros dias que eu ia pegar sol com um tempo tão bom, então me protegi bem pra não me queimar. Comecei pelo rosto, pernas e braços, segui pela barriga e depois pelo peito. Dediquei um bom tempo espalhando o protetor nas minhas tetas volumosas. Não só porque a massagem pra pele absorver o creme era extremamente gostosa, mas também porque era uma pele delicada que normalmente ficava coberta. Quando terminei, já tinha os bicos completamente durinhos, entre sentir a brisa e o sol neles e o contato da palma da minha mão. Finalmente consegui passar um pouco de creme nas costas e, deixando o pote em cima da toalha, me deitei de barriga pra cima pra aproveitar o sol.
Fiquei um tempão sentindo o calor no meu corpo pelado e estava relaxada, ouvindo só o barulho das ondas quebrando nas pedras, até que de repente um toque estridente acabou com a paz do lugar. O som era do meu celular. Fazia uns meses que eu tinha ele e na época achei engraçado colocar aquela música como toque. Me levantei e procurei rápido o telefone na mochila. Mais pra fazer ele parar de tocar do que por interesse de ver quem tava ligando. Quando atendi, vi que era minha irmã. Ela perguntou onde eu tava e, depois que expliquei, disse que ia passar por lá mais tarde. Depois de desligar, coloquei no vibra e deixei em cima da toalha pra sentir se me ligassem de novo, e me deitei de novo pra continuar torrando.
Passou um tempão, embora quando se tá tomando sol o tempo fique meio confuso, até que ouvi a voz da minha irmã me chamando.
- Lucía, não se queima – ela falou, como quem cumprimenta.
- Oi, irmãzinha – respondi enquanto me sentava pra olhar pra ela. Quando fiz isso, percebi que minha irmã tava de pé junto com um cara. Era o namorado dela, Héctor. Tavam juntos fazia uns dois meses no máximo, e a gente tinha se visto umas duas vezes e se conhecia, mas sem muita intimidade.
O namorado da minha irmã não conseguiu disfarçar e eu percebi direitinho como ele olhava o movimento dos meus peitos balançando enquanto eu me levantava. Apesar da surpresa, não me passou pela cabeça em nenhum momento que eu devia me cobrir, até porque não tinha nada pra cobrir. Minha irmã sabia muito bem que na praia eu sempre fico com os peitos de fora, então se ela trouxe o namorado e ainda sem avisar, ia me ver em todo o meu esplendor.
- Meu namorado veio junto, espero que não se importe – ela disse.
- E aí, Héctor? Finalmente vai sair coisa boa, hein? – saudei ele com naturalidade, dando a entender pra minha irmã que tava pouco me lixando.
- Ehhh, sim... isso aí – respondeu meio distraído, fazendo um esforço pra tirar os olhos das minhas tetas e olhar nos meus olhos.
Por instinto, ele começou o movimento pra me cumprimentar com dois beijos. Eu me inclinei rápido e estiquei o pescoço pra não roçar o torso dele com meus mamilos endurecidos. Depois, o casal colocou as toalhas do lado da minha e tirou a roupa, ficando só de sunga. Héctor usava uma de perna longa, e minha irmã, um biquíni colorido. Ela, ao contrário de mim, nunca tirava a parte de cima na praia.
- Mônica, aproveita e passa creme nas minhas costas, por favor, que sozinha não consegui espalhar direito – pedi pra minha irmã quando vi que ela tava tirando o protetor pra passar nela.
- Valeu, mas passa em mim também.
De vez em quando, a gente massageava as costas uma da outra, se lambuzando bem de creme em cada cantinho. Enquanto isso, Héctor também passava o protetor, sem perder nenhum detalhe. Depois, sentamos e ficamos batendo papo um tempão. Com minha irmã sempre tive uma boa relação, então a conversa fluía fácil e não faltava assunto. Héctor participava menos; pelas vezes que eu tinha visto ele, parecia um cara meio tímido, que custava a pegar confiança, e imaginei que ver a irmã da namorada de topless tinha deixado ele meio sem graça. Não me encaixava muito minha irmã estar com ele; ela era o oposto de personalidade, muito solta e que puxa conversa com qualquer um. Mas como ultimamente ela tava trocando de namorado a cada dois tempos, achei que naquele momento ela tinha se interessado por alguém mais sem graça. Pelo que ela me contou, conheceu Héctor por amigos em comum do colégio e umas atividades de fim de ano.
Daí a pouco, Mônica sugeriu que a gente jogasse um pouco de cartas enquanto tirava um baralho e uma garrafa de calimocho que tinha trazido. Preparada em casa e uns copos de plástico. Minha irmã adora jogar, mas é um desastre em qualquer jogo. Aceitei porque sempre me divirto dando uma surra nela. Jogamos escova e chinchón. Como era de se esperar, a Mônica perdeu quase todas as rodadas, mas o Héctor não era tão ruim e deu um pouco mais de trabalho. No fim, acabei ganhando porque tive mais sorte com as cartas que me vieram.
Quando minha irmã cansou de perder, foi se refrescar um pouco na água e o Héctor foi atrás. Eu ia ficar tomando sol pra dar espaço pro casal. Todo mundo sabe que no começo os namorados aproveitam qualquer chance pra se pegar. Mas, enquanto ele caminhava até a beira, o Héctor virou e me perguntou se eu não ia. Fiquei surpresa dele lembrar de me chamar, e como sabia que ele era meio tímido, achei que seria ruim recusar depois do gesto, então levantei e fui com eles. Depois, vendo como o Héctor me observava enquanto eu o alcançava, percebi que parte do motivo do convite era poder me ver em movimento com os peitos de fora. Por causa do tamanho grande dos meus seios, a cada passo eles balançam e se mexem.
A temperatura da água estava bem fria, como sempre no norte, e fui entrando bem devagar. Conforme me cobria mais, fiquei com a pele arrepiada e os bicos dos peitos, que já estavam relaxados há um tempão, duros como pedra. A Mônica tinha se jogado de uma vez na água e já estava nadando e gritando escandalosamente, embora o corpo dela também tivesse reagido e os bicos marcassem contra o tecido do biquíni. O namorado dela também estava entrando devagar, mas minha irmã se aproximou dele e começou a molhá-lo e puxá-lo, forçando ele a mergulhar de vez na água.
Como eu imaginava, o casal aproveitou as brincadeiras na água pra se beijar e se apalpar. Eu fiquei de lado, dando espaço pra eles, e fiquei nadando um pouco e curtindo o contraste do calor de fora com o frescor da água. água. De vez em quando vinham pra onde eu tava e me espirravam, ou minha irmã me pegava tentando me afogar, mas logo voltavam pras brincadeiras de casal.
Acabei cansando de ficar na água, não costumo aguentar muito tempo, e voltei pra toalha deixando eles no mar. Quando já tava me secando, eles também voltaram, visivelmente cansados de não terem parado um minuto. Aproveitamos pra comer os sanduíches que a gente tinha trazido e bebemos umas duas cervejas que eu tinha levado, já que o calimocho tinha acabado fazia tempo. Eu já gostava bastante do gosto da cerveja, mas pra eles o amargor ainda fazia torcer um pouco o nariz. Mesmo assim, na falta de outra coisa, bebiam sem reclamar.
Depois de comer, ficamos mais um tempinho conversando até que começou a ventar e vimos umas nuvens pretas se aproximando do mar. Tinha cara de temporal, então juntamos as coisas e nos vestimos rápido. Eu vesti a regata direto, sem procurar o sutiã na mochila, e o short por cima do biquíni. Tirei um pouco da areia e saímos da praia a toda pressa. Mal deu tempo de chegar num lugar coberto antes de começar a chover e a temperatura cair pra valer.
Do jeito que a tarde ficou, decidimos ir pra nossa casa passar o resto do dia. Nossos pais tinham ido viajar e iam ficar fora uns dias, então a casa era só nossa. Nos instalamos na sala e minha irmã preparou outra garrafa de calimocho. O álcool ia fazendo efeito, as risadas eram constantes e o clima cada vez mais relaxado.
— E aí? Já não viu peito suficiente da minha irmã o dia inteiro? — disse a Mônica de repente.
Naquele momento eu tava inclinada sobre a mesa servindo mais uma rodada de bebida. Ainda tava só de regata, sem sutiã, do jeito que tinha vindo da praia, então naquela posição e Pela posição do Héctor, ele com certeza tava tendo uma visão completa das minhas tetas. O cara desviou o olhar rapidinho e murmurou um pedido de desculpa, mas o tom da minha irmã era claramente de zoação, não de bronca.
- Deixa ele olhar se tá com vontade, pra mim tanto faz - falei, e sem pensar duas vezes tirei a camiseta e joguei de lado.
Héctor quase engasgou com a bebida e começou a tossir quando viu que eu tirava a camiseta e meus peitos ficavam expostos de novo. Ele arregalou os olhos, sem conseguir processar o que tava vendo. Achei que, mesmo surpreso, ele podia até acreditar que a irmã da namorada dele tivesse na praia fazendo topless junto com ele, mas de jeito nenhum ele imaginaria que dentro de casa eu fosse ficar de boa com as tetas de fora na frente dele.
- Haha, mas que cara é essa, mano. Tá tão afim das tetas dela? - minha irmã provocou, rindo.
O moleque não sabia o que responder, e pra deixar ainda mais difícil, Mónica veio pro meu lado, tirou a camiseta e o biquíni, e ficou também com os peitos à mostra. Uma do lado da outra dava pra ver como nossas tetas são diferentes, mesmo sendo irmãs. As minhas são grandes e pesadas, mas naquela época ainda desafiavam a gravidade e ficavam firmes, diferente de hoje que caíram e pendem bem mais. As da minha irmã, ao contrário, são pequenininhas e empinadas. Ela sempre fala que, como eu nasci primeiro, fiquei com as tetas das duas e que não sobrou nada pra ela, por isso ela é tão lisinha e as minhas são tão enormes.
- Vai, qual você gosta mais? Minhas tetas ou as da minha irmã? - Mónica perguntou pro namorado, colocando ele numa saia justa.
Héctor não abria a boca, mesmo com a insistência da minha irmã, provavelmente pensando que qualquer resposta podia dar problema. Mas ele não desviava o olhar dos nossos peitos e ficava olhando com tudo. atenção.
- Cara, não é tão difícil – insistia Mônica. – O que você prefere, meus peitinhos ou os melões enormes da minha irmã?
- Ei, eles não são enormes, só são grandes – protestei.
- Isso quem decide é meu namorado. Vamos, compara nossos peitos.
Mônica puxou o braço do Héctor pra levantar ele e trazer ele pra perto da gente, e pegando a mão dele apertou contra um dos peitos dela, forçando ele a apalpar. Depois, sem aviso, pegou a outra mão dele e colocou em cima de um dos meus. Olhei pra minha irmã surpresa, mas não falei nada e deixei ela forçar o namorado a apalpar um peito meu.
O moleque tava claramente nervoso e sem saber como reagir, mas mesmo assim não tava perdendo a oportunidade. A mão dele apertava e amassava meu peito inteiro, e eu percebia que ele não conseguia cobrir ele todo com a palma. Do meu lado, o toque já tinha feito o mamilo começar a endurecer.
- E então? Já decidiu quais você gosta mais? – perguntou Mônica de novo.
- Os seus, Nica, os seus sem dúvida – respondeu o Héctor no final.
- Haha, que puxa-saco você é. Não tem problema se você preferir os da minha irmã.
- Não, sério. Eu gosto dos seus.
- Tem certeza? Porque os meus nunca te fizeram reagir assim – disse minha irmã, pegando de repente no volume dele. – Você tá mais duro do que nunca.
Héctor ficou vermelho e deu um pulinho quando sentiu a mão da Mônica apertando a rola dele por cima da calça. Dava pra ver claramente que ele tava de pau duro, mas eu imaginei que mais do que gostar dos meus peitos, era por ter nós duas com os peitos de fora e poder ficar apalpando eles.
- Vamos, mostra o quanto você tá gostando – ordenou Mônica, sem soltar as bolas dele.
- O quê? Como assim? – perguntou Héctor sem entender.
- Assim.
Sem dar tempo pra ele reagir, minha irmã pegou na cintura da calça e da cueca dele e puxou pra baixo, baixando tudo de uma vez. O pau dele, completamente duro, deu uns pulinhos quando foi liberado. e ficou na posição horizontal apontando pra nós. Héctor tentou se cobrir por instinto, mas a Mônica não deixou e, afastando as mãos dele, deixou o pau dele exposto pra gente admirar.
- Não, não. Agora não se esconde. Você passou o dia inteiro vendo peitos. Olha só, olha só como você está – comentou Mônica, ajoelhada na frente dele. – Tá com tesão, hein? Hein? Olha como ficou dura. Vai me negar que os peitos da Lúcia não têm culpa disso?
- Bom... um pouco – acabou admitindo o garoto. – É que nunca tinha visto uns tão grandes. E... bom, dá tesão uma mina ficar tão de boa com os peitos de fora na minha frente sem ser minha namorada nem nada.
A Mônica já tava mostrando que a bebida tinha subido. Ela tava com o pau do Héctor na mão, apertando pra sentir a dureza enquanto zoava ele. Enquanto continuava com os comentários sobre os motivos da ereção dele e como ele tava duro, minha irmã se divertia puxando o pau pra um lado e soltando pra ele balançar igual uma mola até ficar reto de novo.
Eu continuava de pé, observando o pau do namorado da minha irmã. Ele tinha um tamanho legal, comprido o suficiente pra chamar atenção e um pouco grosso, mas sem exagero. Calculei que devia ter uns quinze ou dezesseis centímetros. Já tava com a cabeça totalmente à mostra e aparentemente durinho ao máximo, porque não mudava de tamanho apesar dos toques constantes da Mônica. Não sei se ia crescer mais com o tempo, mas naquele momento o aparelho não era nada mal.
- Vamos ter que dar um jeito nisso, né? – disse minha irmã de repente, depois do enésimo balanço.
Sem esperar resposta, minha irmã meteu o pau do namorado na boca, fazendo ele soltar um suspiro metade surpresa, metade prazer. Mônica chupava com vontade, passava a língua por todo o tronco e enfiava quase inteiro na boca. De vez em quando, também lambia a cabeça dele, fazendo círculos e ficava batendo com ele nos próprios lábios. Olhando pra ela, tava claro que minha irmã já tinha chupado muito na vida e o Héctor tava adorando a experiência dela.
- Cê manda bem, mana. Que vontade de chupar – comentei, divertida, sem tirar os olhos dela.
- Como se você nunca tivesse comido uma pica – ela disse, meio na defensiva, tirando o pau da boca.
- E mais de uma – admiti. – Não foi crítica, cê faz muito bem.
- Pode crer – confirmou o Héctor, entre suspiros de prazer. – A Nica é foda fazendo boquete.
- Então minha irmã diz que é expert nisso – comentou a Mônica.
- Não vou dizer que sou expert, mas já chupei umas quantas. Você que parece ser mesmo.
- É prática – admitiu minha irmã. – Quer uma prova? Tá uma delícia – ela disse, pegando a pica e apontando pra mim como quem oferece um petisco.
- Claro, por que não?
Eu também tava soltinha por causa da bebida e, depois de tanto tempo vendo aquela ereção poderosa, já tava com vontade de pegar. Sem nem perguntar se o Héctor topava, me ajoelhei do lado da minha irmã e meti na boca a pica do namorado dela, enquanto ela segurava a base. Apertei com os lábios dentro da boca, passei a língua de leve e senti que tava dura pra caralho. A Mônica soltou a pica e começou a lamber também. As duas de joelhos, peitos de fora, dividindo o pau do Héctor, fazendo um boquete junto, misturando a saliva das duas.
A gente tava tão concentrada chupando que nem percebeu os sinais, e de repente, enquanto lambíamos a ponta da pica dele, o Héctor começou a gozar com um gemido de tesão. Vi uns jatos fortes de porra voando na direção da cara da minha irmã, e ela reagiu segurando e desviando o pau, de modo que o resto acertou em cheio meu rosto. Fechei os olhos por instinto e senti vários impactos contra minha pele.
Quando abri os olhos de novo, o orgasmo do Héctor tinha acabado e só tinha um pouco de líquido escorrendo pela ponta do pau dele. Olhei pro rosto da minha irmã, que estava coberto de porra, e imaginei que o meu devia estar igual. O moleque tinha gozado uma quantidade enorme de porra e era claro que ter a namorada e a irmã fazendo um boquete ao mesmo tempo tinha sido excitante demais, porque ele aguentou muito pouco antes de gozar.
- Cara, eu falo pra avisar sempre quando for gozar – reclamou minha irmã.
- Desculpa, não consegui controlar. Foi incrível como vocês duas chupam juntas – se desculpou o Héctor, todo extasiado. Parecia que a situação e o álcool tinham feito o moleque perder a timidez.
- Sempre tem uma desculpa pra fazer sem avisar. Nossa, cê tava acumulado ou o quê? Nunca tinha soltado essa quantidade de porra – comentou minha irmã, olhando pra mim. – Olha só como ele te deixou a cara.
- Acho que deve estar tão branca quanto a sua – respondi.
A Mônica tocou no rosto, enchendo os dedos de porra. Ela chupou os dedos pra limpar e depois se aproximou de mim e lambeu minha bochecha. Continuou passando a língua pelo resto do meu rosto até me limpar toda, e aí mostrou a porra que tinha na boca e engoliu. Depois eu fiz o mesmo com ela e limpei a cara dela com a língua. O Héctor tinha gozado pra caralho, e eu tive que limpar um monte de líquido. A porra dele tinha um gosto agradável, levemente salgado. Quando deixei minha irmã limpa o suficiente, mostrei também a porra na minha boca e engoli. A Mônica também limpou os restos de porra que ficaram na ponta do pau do Héctor, que já começava a perder a firmeza. Ela meteu na boca e chupou até deixar brilhando.
- Agora é sua vez! – gritou pro namorado, enquanto me pegava pela mão e me puxava correndo pro quarto dela.
Quando chegamos, minha irmã soltou minha mão, baixou a calça e a calcinha. do biquíni, ficando completamente nua. Não consegui evitar olhar pra buceta dela e perceber que quase não tinha pelos. Mônica, com um gesto, me convidava a fazer o mesmo.
— Cê tá bêbada? — perguntei, na dúvida se imitava ela ou não.
— Tô. E com tesão. Você não? — respondeu, bem segura.
— Tô sim, um pouco bêbada.
— E com tesão?
— Também — admiti.
— Então nem pensa.
Obedeci minha irmã e tirei o shortinho e a calcinha do biquíni, ficando também completamente nua. Minha buceta era mais peluda que a dela, e meu púbis, embora aparado, tinha um triângulo largo de pelos.
Nós deitamos na cama e apoiamos os pés nela, abrindo as pernas. Quando finalmente o Héctor chegou, se deparou com nossas xotas expostas ao entrar no quarto.
— Uau, que maravilha — conseguiu exclamar quando nos viu completamente nuas e deitadas na cama, mostrando todos os nossos segredos pra ele.
Héctor sabia que era a vez dele de se ajoelhar, e não precisou ouvir nada. Direto ele se aproximou da Mônica e, segurando os joelhos dela pra abrir bem as pernas, mergulhou a cabeça na virilha da minha irmã e começou a chupar com gosto.
Mônica curtia as atenções do namorado, se agarrando com força nos lençóis da cama e soltando uns gemidos de prazer de vez em quando. Era uma sensação estranha estar deitada ao lado da minha irmã mais nova vendo como comiam a buceta dela. Uma coisa é saber que ela transa, outra é testemunhar de perto como ela faz.
Depois de um tempo, quando se sentiu suficientemente atendida, ela agarrou a cabeça dele com as panturrilhas e o afastou com um pé, indicando que era minha vez. Vi o Héctor se posicionar na minha frente e observar minha xota aberta. Eu tinha acabado de ver e chupar o pau dele, então era justo que ele me devolvesse o favor, mesmo que naquele momento eu não parasse de pensar que estava deixando o namorado da minha irmã mais nova me tocar e me ver completamente nua.
As dúvidas duraram o tempo que demorou pra aproximar o rosto da minha buceta e começar a chupar. Senti o nariz dele apertando contra os pelos da minha virilha e a língua começando a percorrer as dobras dos meus lábios. O moleque tinha técnica e sabia como e onde lamber, beijar ou apertar.
- Eu treinei ele direitinho, né? – perguntou Mônica depois que um gemido de prazer escapou de mim.
- Uffa, pode crer. Porra, como ele chupa bem – confirmei.
- Fiz ele praticar bastante – confessou minha irmã entre risadas. – Antes ele não sabia fazer.
Não sabia quantas vezes ele tinha chupado a buceta da minha irmã, mas com certeza o treino tinha dado resultado. Fazia pouco tempo que ele estava com a cabeça entre minhas pernas, mas eu já estava escorrendo.
- Toma, coloca isso que acho que já estamos todos no clima – interrompeu de repente minha irmã, jogando algo para o namorado.
Héctor se afastou e parou de chupar minha buceta, o que eu lamentei, e vi que o que Mônica tinha jogado era uma camisinha. O moleque se levantou e notei que ele estava com uma ereção potente de novo. Abriu o preservativo, colocou na ponta e desenrolou até ajustar bem no pau. Direto foi pra cima da minha irmã e a penetrou com facilidade. Héctor continuava na borda da cama, o que me permitia ver sem dificuldade como eles transavam enquanto eu me masturbava devagar pra não perder o tesão. Mônica devia estar tão molhada quanto eu, porque o pau do namorado entrava e saía rápido, acompanhado de uns squish squish muito safados. Minha irmã mais nova completava a cena com uns gemidos e uns "sim, sim, sim", num tom super erótico que eu nunca imaginei ouvir dela. Era muito excitante estar nua me tocando enquanto via minha irmã transando do meu lado sem nenhum pudor.
- Come também minha irmã, vai alternando – comentou Mônica quando já estavam há um tempinho naquela metida.
- Vou. Porra, que tesão ouvir você falar isso – respondeu Héctor todo animado.
- O quê? Que você coma — Minha irmã? — ela perguntou, rindo.
— Sim. Não é algo que a gente espera que peçam.
Héctor ficou na minha frente e me segurou pelas coxas, me puxando até a borda da cama. Ele pegou o pau com a mão e colocou na entrada da minha buceta. Moveu um pouco em círculos pra ir abrindo caminho e logo conseguiu enfiar tudo sem nenhuma dificuldade. Entre o quanto eu tava molhada e a camisinha estar coberta pelos fluidos da minha irmã, o pau dele deslizava perfeitamente.
O pau dele se encaixava maravilhosamente dentro de mim. A grossura era perfeita pra roçar nas laterais a cada movimento e tinha um comprimento que permitia uma metida e tirada bem extensa. Logo ele pegou ritmo e conseguia arrancar vários gemidos de prazer a cada estocada. Eu tava muito cachorra e adorando deixar o namorado da minha irmã me foder.
— Nossa, Lucía, como seus peitos balançam quando tão te comendo — comentou Mônica, que, igual a eu antes, aproveitava pra olhar como a gente tava fazendo.
— E como. São hipnóticos — confirmou o namorado dela, que alternava o olhar entre os peitos dela e a minha xota.
— E a delícia que é quando eles se mexem — falei, pegando neles e apertando meus bicos.
— E o pau dele não tá te dando prazer? — perguntou ela, maliciosa.
— O que você acha? Demais! — respondi, acompanhando a resposta com uns gemidos intensos.
Héctor achou que já tinha passado um tempinho dentro de mim e parou de me foder pra voltar a meter na minha irmã. Ele meteu nas duas alternadamente umas duas vezes até a Mônica ter um orgasmo.
— Ahhh! Tô gozando! — anunciou entre gemidos.
Observei a cara que minha irmã fazia durante o orgasmo. Era a primeira vez que eu a via ou ouvia enquanto gozava. Amei a expressão de prazer que ela fazia e como mordia o lábio. Ela tava linda e dava pra ver no rosto o quanto tava aproveitando. Quando terminou, Héctor saiu dela e me penetrou, focando completamente em mim.
Naquela hora, eu tava muito... tesuda com tudo o que estava acontecendo e percebi que também estava prestes a gozar. Meus gemidos cada vez mais contínuos e intensos pareciam excitar Héctor, que aumentou o ritmo. Minha irmã, já recuperada, deitou-se com o rosto perto da minha barriga, observando em primeira mão como o namorado dela enfiava e tirava o pau na minha buceta.
- Sim! Vou gozar! – gritei quando não aguentei mais. Fechei os olhos e apertei os lençóis enquanto sentia os espasmos contraindo minha vagina, prendendo o pau do Héctor lá dentro. O prazer percorreu todo o meu corpo, da barriga até o peito. Me concentrei em aproveitar as sensações e tentar prolongar ao máximo. – Uffa, que delícia de foda. – Satisfeita e com a respiração acelerada, abri os olhos de novo.
- Foi um bom orgasmo? – minha irmã me perguntou.
- Porra, e como. E o seu?
- Também. Mas quero outro. Vem cá – disse ela pro namorado, abrindo as pernas.
- Receio que vai ter que esperar. Eu também gozei – ele disse, mostrando o pau que começava a murchar.
- Como assim? Quando? – perguntou Mônica, se aproximando dele e tirando a camisinha, conferindo o sêmen lá dentro.
- Quando a Lucía gozou. Ela apertou tanto meu pau que não consegui segurar mais, e tá aí – disse ele, apontando pro preservativo com o resultado do orgasmo dele.
- Porra, mas eu ainda tô com vontade – reclamou Mônica.
- E eu, pra ser sincera, também – admiti.
- Desculpa. Mas acho que vai demorar um pouco pra ficar duro de novo. Vocês fizeram eu gozar duas vezes em pouco tempo.
- Mas o que você tem, quarenta anos? – minha irmã zoou. – Dizem que os caras da sua idade têm os hormônios a mil e o pau duro o tempo todo.
- É... se eu tô com ela, fica duro toda hora e por qualquer coisa. Mas depois de duas gozadas, ele merece uns minutos de descanso, haha.
- Mmm, não sei se merece, porque eu fiquei na vontade e minha irmã também.
- Ei, vocês se Já são duas horas" – Héctor se defendeu do ataque da namorada. "Se vocês tão com tanto tesão, toquem uma pra vocês enquanto eu me recupero."
"O quê? Que eu me toque com a minha irmã?" – perguntou Mónica escandalizada, ou fingindo escândalo, nunca tive certeza.
"Tipo, eu quis dizer que cada uma se masturbasse sozinha. Mas porra, se vocês fizerem entre vocês, bah, isso sim daria um tesão do caralho."
"Ha ha, que tarado você é. Como vamos nos tocar se somos irmãs?"
"Olha, vocês passaram a tarde inteira peladas e transando uma do lado da outra. Também acho que depois disso se tocar não é grande coisa. Porra, o tesão que me daria ver duas minas se masturbando entre si" – argumentou animado.
"Tá, tá, ele já tá se excitando só de imaginar" – comentou Mónica rindo.
"Vocês podem tentar e se acharem estranho param" – insistiu.
"O que a Lucía disser. Pra mim não tem problema, até porque como você disse, que diferença faz mais um passo depois disso" – disse ela fazendo um gesto como se desse a entender que estávamos os três pelados depois de ter gozado juntos. "Além disso, o seu parece que vai demorar" – acrescentou apontando pro pênis mole do namorado, que tinha encolhido completamente.
"Bom, não sei, a gente pode tentar um pouco pra ver como é" – falei meio na dúvida. Por um lado, tava com bastante tesão e tinha curiosidade de masturbar outra garota, mas por outro, me dava um pouco de vergonha me tocar com a minha irmã.
Sentamos juntas com as pernas abertas e, depois de nos olharmos nos olhos por um instante pra confirmar que estávamos seguras, levamos a mão à virilha uma da outra. Dei um pequeno susto ao sentir os dedos da minha irmã sobre meus lábios vaginais. Mónica me acariciou em círculos e enfiou um dedo na minha buceta aberta, o que me fez soltar um gemido. Enquanto isso, eu também tinha começado a tocar ela, que tinha a virilha completamente molhada. Era estranha a sensação de sentir com a ponta dos dedos as dobras de uma xereca. diferente do meu. Masturbei minha irmã do mesmo jeito que gosto de me masturbar. Esfreguei fazendo círculos por toda a área e foquei no clitóris dela. Sabia que ela estava gostando porque, quando comecei a tocar ali, ela se tensionou levemente e soltou um gemido forte.
Logo aprendemos como fazer a outra gozar, embora cada uma tivesse um método diferente de se masturbar, a novidade do que a outra fazia era muito excitante. Em pouco tempo, estávamos as duas gemendo sem parar e com a respiração acelerada. Nos olhávamos nos olhos com intensidade enquanto nos tocávamos mutuamente. Mônica mordia o lábio de tesão entre cada grito de prazer.
- Porra, vocês estão fazendo, estão fazendo. Que puta tesão ver vocês se masturbando uma à outra – gritou Héctor sentado na nossa frente, sem perder nenhum detalhe. – Quando vocês se olham assim, só falta se beijarem na boca.
Não sei se foi a sugestão do Héctor ou o quanto estávamos excitadas, mas quando nos olhamos de novo, soubemos que íamos fazer aquilo e juntamos nossos rostos para nos beijar. Primeiro foram selinhos, bem estalados. Colar os lábios por um instante e separá-los com um barulhento e molhado smack. Depois, os beijos foram ficando mais longos, com vontade, apertando nossos lábios e juntando as línguas. Nos masturbávamos com força, quase como se fosse uma competição, nossos dedos tentando dar o máximo de prazer uma à outra, nossa respiração acelerada, os gemidos constantes e os beijos cheios de ansiedade.
A primeira a gozar foi Mônica. Ela apertou a mão livre contra a minha, me obrigando a mantê-la sobre a buceta dela enquanto sentia os espasmos do corpo. Observei a cara de êxtase dela enquanto assimilava que tinha acabado de provocar um orgasmo na minha irmã. Depois de se recuperar da descarga de prazer, ela tentou me retribuir o favor. Enfiou um segundo dedo na minha buceta e me comeu com eles enquanto, com o polegar, acariciava meu clitóris. Não consegui resistir por muito mais tempo e logo senti o Sensações inconfundíveis de que o orgasmo estava chegando. Comi a boca dela mais uma vez com um beijo estalado e me deixei levar entre gemidos fortes, anunciando pra todo mundo que eu estava gozando. Mônica tirou os dedos de dentro de mim, cobertos de fluido. Lambi eles pra limpar, saboreando meu próprio líquido.
- Isso foi brutal! – afirmou o Héctor.
- Porra, maninha, você manda muito bem – aprovei, ainda me recuperando das sensações intensas.
- Você também. Fez eu gozar com tudo. Mas quero mais – disse Mônica, excitada.
- Mas você acabou de ter um orgasmo! – comentei, surpresa.
- Sim, mas diferente de você, eu não preciso me recuperar pro próximo. E tô muito tarada.
- Eu ainda não consegui ficar duro – confessou o Héctor, meio triste, segurando o pau pra ver se respondia. – Mas já que vocês começaram, por que não continuam? Ia me deixar muito excitado ver vocês fazendo a tesoura – sugeriu.
- Haha, agora a tesoura? Você tem fetiche por sapatão ou o que te excita é ver eu comendo minha irmã? – perguntou Mônica, rindo.
- Ver duas minas transando me deixa muito louco – admitiu o namorado dela, sem nenhum pingo de vergonha. – Mas o fato de ser você e sua irmã é a coisa mais safada que já vi.
- O que é essa tal de tesoura? – perguntei, inocente.
- Você não sabe o que é? – perguntou o Héctor, surpreso.
- Não acredito. Você é dois anos mais velha que eu e não sabe?
- Haha, então, explica pra essa careta o que é a tesoura – falei, tirando o peso do assunto, embora no fundo me irritasse um pouco que minha irmã mais nova e o namorado dela soubessem coisas sexuais que eu desconhecia. Mas naquela época eu não tinha tanta experiência e, como o acesso a pornô e tal era muito mais complicado, não era tão fácil descobrir essas coisas como hoje.
- É quando duas minas juntam as bucetas e ficam esfregando assim – me explicou Mônica, fazendo um V com os dedos de cada mão e entrelaçando eles, imitando o movimento.
- E como você sabe disso? – perguntei, surpresa.
- Eu vi Vi num filme pornô que eu tenho" – ela disse naturalmente.
– Você tem um pornô?
– Sim, gravei do canal plus sem meus pais saberem. Te mostro depois.
– Beleza, então vocês vão testar isso? – interrompeu Héctor, que não queria perder a chance de nos ver.
– Ah, por que não? Afinal, acabamos de nos masturbar juntas. Vamos ver se você fica de pau duro de uma vez vendo eu foder com minha irmã. O que acha, Lucía?
– Valeu. Como a gente faz? – aceitei praticamente sem pensar. Naquela hora, eu tava tão tesuda que topava qualquer coisa. Principalmente depois de ter vencido a resistência de tocar sexualmente na minha irmã.
Mônica mandou eu sentar com as pernas abertas e esticadas, e ela se posicionou na frente, entrelaçando as dela. Foi se aproximando até os lábios da bucetinha dela beijarem os da minha. Quando tava na posição, começou a se apertar e se mexer contra mim, provocando o roçar das nossas bocetas. As duas távamos muito molhadas depois dos orgasmos que tivemos, e nossas xotas deslizavam por todo o fluxo que a gente tinha soltado.
– Não acredito que tô vendo a tesoura ao vivo. Que puta tesão – comentou Héctor, se colocando do nosso lado e olhando com detalhe como a gente se esfregava.
Demoramos um pouco pra entender como fazer direito. No começo, sentíamos o roçar na buceta e, de vez em quando, uma pontada de prazer, mas não era constante. Mas chegou uma hora que encontramos a posição certa e, olhando nos olhos uma da outra, percebemos que távamos nos fazendo gozar mutuamente e sem parar. As duas nos inclinamos levemente pra trás, apoiadas nos braços, e apertamos nossas virilhas uma contra a outra como se tentássemos nos empurrar, enquanto nos movíamos levemente pra cima e pra baixo, provocando roçadas nos lábios e no clitóris.
– Nada mal, hein – admiti depois de um gemido de prazer.
– É tipo se masturbar, mas sem se tocar... não imaginava que daria tanto tesão. Esfregar assim.
- É brutal – comentou o Héctor, olhando pra gente.
Enquanto a gente fazia a tesoura, o namorado da minha irmã aproveitou e começou a passar a mão nas nossas tetas. Do jeito que a tarde começou, ele colocou uma mão em cada uma de nós e começou a apalpar nossos peitos. As sensações agora eram múltiplas: de um lado, o prazer que eu tava sentindo esfregando a buceta contra a da Mônica; do outro, o prazer das carícias nas tetas. O Héctor agora não se segurava mais na hora de tocar meu peito – ele agarrava, mexia, beliscava o bico e fazia vários tipos de carinho.
- Adoro como você geme – disse o Héctor enquanto brincava com minha teta.
- É isso que você queria ver? Sua namorada fodendo com a irmã dela? – perguntou a Mônica, entre gemidos.
- Sim! Tô ficando doidão. Olha, já tô quase duro de novo.
- Ainda falta um pouco – ela disse, pegando na pica dele. – Lucía, faz um boquete nele, quer? Assim você termina de deixar ele duro enquanto eu procuro outra camisinha. Isso de sexo lésbico entre irmãs é muito bom, mas quero enfiar algo duro na buceta – falou, sem nenhuma vergonha.
A Mônica se separou de mim e foi até as gavetas do criado-mudo pegar o preservativo. Eu me aproximei do Héctor e acariciei os colhões dele, vendo como a pica dele ia endurecendo a cada momento. Em vez de chupar ele, como minha irmã tinha mandado, coloquei o pau dele entre minhas tetas e, segurando elas pelos lados, apertei com força.
- Uau, nunca fizeram isso comigo – comentou o cara, surpreso.
- Então não espera que eu faça uma dessas, porque com o tamanho das minhas tetas é impossível – disse a Mônica, vendo que eu tava masturbando o namorado dela com meus peitos.
Fiquei mexendo as tetas por um tempo, apertando elas contra a pica dele, até sentir que já tava bem dura. Me afastei e vimos que a ereção deixava o membro dele na horizontal de novo. Ele pegou a camisinha que a Mônica ofereceu e colocou com habilidade. Na mesma hora, me deitou na cama e não demorou pra me penetrar.
- Ei! Quem tava com vontade de rola era eu – reclamou minha irmã.
- Mas quem deixou ele duro com as tetas fui eu – me justifiquei enquanto curtia as investidas do namorado dela.
- Tá claro, como se não contasse a gente se ver fazendo tesoura ou batendo uma.
- Aí eu também participei, então continuo tendo prioridade – provoquei ela um pouco.
- Mimimimi – ela falou com aquela expressão infantil de sempre quando perde uma discussão comigo.
Mônica se contentou em olhar a gente trepando. Héctor tava me comendo com gosto e meus gemidos enchiam o quarto. Meus peitos balançavam descontrolados em círculos a cada estocada até que senti minha irmã pegar um deles.
- Porra, Lucía. Você tem uns peitões enormes mesmo, que inveja – observou Mônica tentando segurar um peito com a mão.
- É, é, pega nas tetas da sua irmã – pediu o namorado dela, todo excitado, e eu notei que a rola dele endureceu mais ao ver aquilo.
- São super macias, pensei que fossem mais duras – analisou Mônica enquanto esfregava meus peitos sem nenhum pudor. – E muito suaves.
- Aperta elas pra mim, que isso me dá muito tesão – pedi. – Uff, isso, assim. E faz carinho nos meus bicos.
- Que grandes. E as auréolas são bem diferentes das minhas, você tem elas rosadas e grandes – disse minha irmã antes de aproximar os lábios do meu peito direito e começar a beijar e lamber meu mamilo. Adoro quando chupam meus peitos. Não sei se é por causa do tamanho, mas eles são muito sensíveis e qualquer carinho me deixa louca. Naquela hora, a língua da Mônica brincando com meu mamilo tava me dando um tesão do caralho.
- Uau, Nica, que putaria você chupando as tetas da sua irmã – exclamou Héctor, todo excitado.
- Vou gozar!!! – gritei eu entre espasmos de prazer. Minha buceta tava tão sensível dos orgasmos anteriores que não precisei ser penetrada por muito tempo pra ter outro.
Mônica não perdeu tempo e assim que viu meu orgasmo acabar, ela Colocou ela na posição pra que o namorado tirasse a pica de dentro de mim e enfiasse nela. Era minha vez de retribuir as atenções, então enquanto eles transavam, comecei a brincar com os peitinhos da minha irmã. Não eram muito grandes e dava pra segurar eles fácil com a palma de uma mão. Os peitos dela eram durinhos e pediam pra serem apertados. Aproximei minha boca do mamilo empinado dela e lambi a pequena auréola marrom. Depois, chupei o peito dela como se quisesse me alimentar, dando pequenas mordidinhas. Com a mão, procurei a ppk dela e comecei a esfregar o clitóris pra complementar a penetração intensa que ela tava recebendo. Os poucos pelinhos que ela tinha faziam cócegas na minha palma.
- Ufff!!! Que delícia com as atenções dos dois ao mesmo tempo! Era disso que eu tava precisando! – gritou Mónica, supertarada.
Minha irmã aguentou um pouco mais que eu, mas acabou gozando com um gemido que deve ter sido ouvido no prédio inteiro. Quando o Héctor tirou a pica da buceta da Mónica, saiu tanto líquido que parecia um rio. Parecia que ela já tava satisfeita o suficiente, porque arrancou a camisinha do namorado e começou a fazer um boquete nele. Me juntei a ela e dessa vez o boquete foi mais simultâneo. Lambíamos a pica dele ao mesmo tempo e nossas línguas se roçavam direto. Às vezes segurávamos o pau com a mão e, esquecendo dele, nos beijávamos na boca por um tempo antes de voltar a chupar o Héctor. Também aproveitávamos quando só uma de nós lambia pra brincar com os peitos da outra, acariciando e beijando.
- Meninas, não aguento mais, vou gozar – ele avisou. Mesmo dessa vez tendo durado como um campeão, tinha chegado no limite.
Apesar do aviso, a gente não parou e deixamos ele gozar mais uma vez nas nossas caras. Pra essa terceira gozada, quase não tinha mais porra, e ele só soltou uns dois jatos pequenos de cum. Dolorido e cansado depois do esforço, ele se deitou. enquanto observava a gente se lambendo pra limpar as gotas de leite branco que ele tinha dado pra gente. Pra finalizar, demos um último beijo na boca trocando o esperma e engolindo.
- Foi incrível – sentenciou o Héctor.
- Nunca tinha curtido tanto – comentou minha irmã.
- Tô com a buceta doendo – admiti rindo.
- E eu com a pica. Vocês me deixaram seco, já nem tinha mais porra. Não vai ficar dura de novo nem daqui a um ano.
- Bom, vou me lavar um pouco, tô muito suada e fedendo a sexo – falei levantando da cama e pegando minha roupa do chão.
Deixei eles no quarto e tomei um banho rápido. Depois voltei pro meu quarto e me joguei na cama pra descansar um pouco. Naquela noite o Héctor ficou pra dormir com minha irmã e de manhã eu ouvi pelas paredes que eles estavam transando assim que acordaram. Dava pra ver que tavam na fase de ficar com tesão o dia inteiro e, apesar de tudo que a gente tinha feito poucas horas antes, acordaram com vontade de mais sexo.
Durante o café da manhã não comentamos nada do que tinha rolado no dia anterior. Depois que os efeitos da bebida passaram, não estávamos tão desinibidos e ninguém teve coragem de puxar o assunto. Com o Héctor nunca mais rolou nada, mal cruzei com eles umas duas vezes e minha irmã não demorou pra terminar com ele e se envolver com outro cara, como ela costumava fazer naquela época.
***
- Bom, vou voltar pra dentro antes que comecem a partida de baralho sem mim. Você vem? – minha irmã perguntou me tirando dos meus pensamentos.
- Daqui a pouco. Vou esperar pra ver se o remédio faz efeito e me clareia um pouco.
- Tá bem, mas não pega frio – ela disse dando um tapinha na minha bunda enquanto entrava de novo em casa.
- Fica tranquila, não tá fazendo nem um pingo de frio. Parece noite de verão.
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