Assim que entramos, a Sonia foi pro quarto dela se lavar e trocar de roupa, toda arrependida do que tinha rolado, enquanto o Agustín ia pra cozinha pegar refrigerantes e gelo. O Mateo tava me dizendo que comigo a festa era foda e que logo ia ficar ainda melhor, enquanto o Miguel e o Agustín riam e concordavam.
Eu não tava melhorando nada e logo me vi com outro copo de uísque na mão, então a bebedeira que eu já tava, em vez de passar, só me dava mais sono, quase sem falar e só sorrindo igual um idiota.
A Sonia voltou vestindo um kimono curto, dizendo que só ia atender o que a gente precisasse e depois ia se mandar, mas o Mateo, sem vergonha nenhuma, puxou ela pra perto, abraçou e falou que ela era a anfitriã principal e que de jeito nenhum podia ir embora. Aí ela, olhando pra mim, disse:
— Rodolfo, pelo amor de Deus, bota ordem nisso porque não quero ficar aqui com vocês, você não faz ideia do que aconteceu…
— Sssoonia, por favooor, serve a gente e se senta, love — respondi todo pastoso como dava, sem imaginar o que tava rolando de verdade.
— Mas Rodolfo, você não tem noção do que tá falando. Vou me trocar pra ficar mais apresentável, completou.
Aí o Mateo e o Miguel sentaram ela no sofá, um de cada lado, e o Agustín na frente, olhando as pernas lindas dela que apareciam mais do que devia, por causa do jeito que sentaram ela e do kimono curto, mostrando uma calcinha fio-dental de musseline com renda que deixava ver a bucetinha inchada.
— Você tá mais que apresentável e linda assim — falou o Mateo, e o Miguel completou: — É, assim tá perfeita pra festa.
Eu dava uns goles no meu copo, começando a ver tudo meio embaçado, enquanto minha mulher era abraçada pelos dois e o Agustín se ajoelhava na frente dela pra acariciar as pernas dela, e a Sonia tentava, sem conseguir, tirar as mãos dele, que iam subindo cada vez mais alto pelas coxas dela. Tentei falar e… pará-los, mas nem consegui me levantar do sofá onde estava, por causa do meu estado etílico.
Sonia me olhava com fúria por não conseguir defendê-la do ataque daqueles três homens que já a apalpavam por todos os lados, soltando a fita que prendia o roupão para mantê-lo fechado.
Assim que o roupão se abriu, apareceram dois peitos mais que médios, orgulhosamente empinados e com os mamilos endurecidos pelas carícias que começaram a sofrer, já que ela não tinha colocado sutiã, pensando em voltar a se deitar logo.
Agustín aproveitou que ela estava bem entretida com Miguel e Mateo, que já estavam chupando gulosamente os peitos dela, para terminar de abrir suas pernas e puxar a calcinha fio dental com força, começando na hora a apalpar a bucetinha dela.
Isso acabou de render Sonia, que, já sem se importar com nada, começou a gemer de prazer com as carícias e beijos que aquelas três bocas e seis mãos lhe davam.
Agustín aproveitou seu lugar privilegiado para, abaixando a calça e a cueca, levantar as pernas de Sonia e apontar seu pau de bom tamanho para a bucetinha que já começava a ficar molhada, para enfiar suavemente o pau. Sonia só soltou um "ahhhhhhhhhh" profundo enquanto Agustín começava a bombar com força e prazer, e Sonia começava a sentir a glória entrando entre suas pernas e, sem se conter mais, começou também a se mexer o quanto podia. Vendo isso, eu me levantei a duras penas, tentando impedir o início daquela orgia, mas só fui empurrado bruscamente por Miguel e caí pesado de novo no sofá.
Em seguida, Miguel e Mateo se levantaram, se despindo na hora e colocando Sonia de quatro. Agustín se deitou de costas e se colocou debaixo dela para enfiar de novo, enquanto Mateo se posicionava atrás, apontando o pau dele para o cu de Sonia, cuspindo saliva para lubrificar e enfiando dois dedos lá dentro. Sonia tentou se soltar ao sentir a intimidade traseira sendo furada, mas Agustín a abraçou. impedindo-o fortemente de se mover, ouvindo-se apenas um gemido profundo da minha esposa. Eu me levantei pesadamente de novo, soltando insultos contra esses homens, levando um soco forte no estômago dado pelo Miguel, que me fez cair de novo; então, no meio da minha bebedeira, entendi que a Sonia estava sendo fodida selvagemente. Tentei focar no rosto de sofrimento dela, mas minha surpresa foi vê-la com cara de luxúria e pedindo mais, enquanto se mexia como possuída e gozava uma e outra vez. O Miguel, para não ficar atrás, colocou o pau na boca da Sonia, que na hora abraçou com os lábios, chupando o pau como eu nunca teria imaginado.
Por fim, no que me pareceu uma eternidade, os três gozaram nos buracos da Sonia, soltando-a dos abraços; ela ficou jogada no tapete por um bom tempo, depois se levantou e veio na minha direção. Pensei que ela ia querer saber como eu estava, mas nada mais longe da verdade; chegou e, sem mais, me deu dois tapas enormes enquanto dizia:
— Tá satisfeito agora? Olha como me deixaram. Olha como a porra escorre pelas minhas coxas e pela minha cara, seu corno nojento; tinha que se embebedar até cair enquanto me abusavam, seu desgraçado.
— Sonia — gaguejei —, juro que nunca pensei... Mais dois tapas caíram no meu rosto, que já ardia, e na hora a Sonia me pegou pelo cabelo e, puxando com força, encaixou meu rosto entre as coxas dela, mexendo-as pra deixar minha cara cheia de porra fresca que escorria em boas quantidades dos buracos dela. Não satisfeita com isso, com os dedos tirou mais porra de homem dos buracos dela e enfiou à força na minha boca, me fazendo engolir aqueles sucos nojentos. Na hora comecei a ter ânsia. Em seguida, ela se virou pros três "amigos meus", que já se vestiam, pra agradecer as fodas que tinham dado nela e dizer que tinha gozado como nunca comigo, que tinham aberto os olhos dela pra esse mundo de sexualidade que ela não conhecia. Que era a puta que nunca achou que seria. Em No meio de mãos me acariciando por todo lado, fui dispensado enquanto eu vomitava, me sujando todo, e a Sonia subia, me deixando largado.
De manhã, acordei cheio de vômito, com uma dor de cabeça da porra e o rosto ardendo por causa das porradas que tinha levado. Fui me levantando, ainda confuso com o que tinha rolado, quando a Sonia apareceu, majestosa, descendo a escada…
Eu não tava melhorando nada e logo me vi com outro copo de uísque na mão, então a bebedeira que eu já tava, em vez de passar, só me dava mais sono, quase sem falar e só sorrindo igual um idiota.
A Sonia voltou vestindo um kimono curto, dizendo que só ia atender o que a gente precisasse e depois ia se mandar, mas o Mateo, sem vergonha nenhuma, puxou ela pra perto, abraçou e falou que ela era a anfitriã principal e que de jeito nenhum podia ir embora. Aí ela, olhando pra mim, disse:
— Rodolfo, pelo amor de Deus, bota ordem nisso porque não quero ficar aqui com vocês, você não faz ideia do que aconteceu…
— Sssoonia, por favooor, serve a gente e se senta, love — respondi todo pastoso como dava, sem imaginar o que tava rolando de verdade.
— Mas Rodolfo, você não tem noção do que tá falando. Vou me trocar pra ficar mais apresentável, completou.
Aí o Mateo e o Miguel sentaram ela no sofá, um de cada lado, e o Agustín na frente, olhando as pernas lindas dela que apareciam mais do que devia, por causa do jeito que sentaram ela e do kimono curto, mostrando uma calcinha fio-dental de musseline com renda que deixava ver a bucetinha inchada.
— Você tá mais que apresentável e linda assim — falou o Mateo, e o Miguel completou: — É, assim tá perfeita pra festa.
Eu dava uns goles no meu copo, começando a ver tudo meio embaçado, enquanto minha mulher era abraçada pelos dois e o Agustín se ajoelhava na frente dela pra acariciar as pernas dela, e a Sonia tentava, sem conseguir, tirar as mãos dele, que iam subindo cada vez mais alto pelas coxas dela. Tentei falar e… pará-los, mas nem consegui me levantar do sofá onde estava, por causa do meu estado etílico.
Sonia me olhava com fúria por não conseguir defendê-la do ataque daqueles três homens que já a apalpavam por todos os lados, soltando a fita que prendia o roupão para mantê-lo fechado.
Assim que o roupão se abriu, apareceram dois peitos mais que médios, orgulhosamente empinados e com os mamilos endurecidos pelas carícias que começaram a sofrer, já que ela não tinha colocado sutiã, pensando em voltar a se deitar logo.
Agustín aproveitou que ela estava bem entretida com Miguel e Mateo, que já estavam chupando gulosamente os peitos dela, para terminar de abrir suas pernas e puxar a calcinha fio dental com força, começando na hora a apalpar a bucetinha dela.
Isso acabou de render Sonia, que, já sem se importar com nada, começou a gemer de prazer com as carícias e beijos que aquelas três bocas e seis mãos lhe davam.
Agustín aproveitou seu lugar privilegiado para, abaixando a calça e a cueca, levantar as pernas de Sonia e apontar seu pau de bom tamanho para a bucetinha que já começava a ficar molhada, para enfiar suavemente o pau. Sonia só soltou um "ahhhhhhhhhh" profundo enquanto Agustín começava a bombar com força e prazer, e Sonia começava a sentir a glória entrando entre suas pernas e, sem se conter mais, começou também a se mexer o quanto podia. Vendo isso, eu me levantei a duras penas, tentando impedir o início daquela orgia, mas só fui empurrado bruscamente por Miguel e caí pesado de novo no sofá.
Em seguida, Miguel e Mateo se levantaram, se despindo na hora e colocando Sonia de quatro. Agustín se deitou de costas e se colocou debaixo dela para enfiar de novo, enquanto Mateo se posicionava atrás, apontando o pau dele para o cu de Sonia, cuspindo saliva para lubrificar e enfiando dois dedos lá dentro. Sonia tentou se soltar ao sentir a intimidade traseira sendo furada, mas Agustín a abraçou. impedindo-o fortemente de se mover, ouvindo-se apenas um gemido profundo da minha esposa. Eu me levantei pesadamente de novo, soltando insultos contra esses homens, levando um soco forte no estômago dado pelo Miguel, que me fez cair de novo; então, no meio da minha bebedeira, entendi que a Sonia estava sendo fodida selvagemente. Tentei focar no rosto de sofrimento dela, mas minha surpresa foi vê-la com cara de luxúria e pedindo mais, enquanto se mexia como possuída e gozava uma e outra vez. O Miguel, para não ficar atrás, colocou o pau na boca da Sonia, que na hora abraçou com os lábios, chupando o pau como eu nunca teria imaginado.
Por fim, no que me pareceu uma eternidade, os três gozaram nos buracos da Sonia, soltando-a dos abraços; ela ficou jogada no tapete por um bom tempo, depois se levantou e veio na minha direção. Pensei que ela ia querer saber como eu estava, mas nada mais longe da verdade; chegou e, sem mais, me deu dois tapas enormes enquanto dizia:
— Tá satisfeito agora? Olha como me deixaram. Olha como a porra escorre pelas minhas coxas e pela minha cara, seu corno nojento; tinha que se embebedar até cair enquanto me abusavam, seu desgraçado.
— Sonia — gaguejei —, juro que nunca pensei... Mais dois tapas caíram no meu rosto, que já ardia, e na hora a Sonia me pegou pelo cabelo e, puxando com força, encaixou meu rosto entre as coxas dela, mexendo-as pra deixar minha cara cheia de porra fresca que escorria em boas quantidades dos buracos dela. Não satisfeita com isso, com os dedos tirou mais porra de homem dos buracos dela e enfiou à força na minha boca, me fazendo engolir aqueles sucos nojentos. Na hora comecei a ter ânsia. Em seguida, ela se virou pros três "amigos meus", que já se vestiam, pra agradecer as fodas que tinham dado nela e dizer que tinha gozado como nunca comigo, que tinham aberto os olhos dela pra esse mundo de sexualidade que ela não conhecia. Que era a puta que nunca achou que seria. Em No meio de mãos me acariciando por todo lado, fui dispensado enquanto eu vomitava, me sujando todo, e a Sonia subia, me deixando largado.
De manhã, acordei cheio de vômito, com uma dor de cabeça da porra e o rosto ardendo por causa das porradas que tinha levado. Fui me levantando, ainda confuso com o que tinha rolado, quando a Sonia apareceu, majestosa, descendo a escada…
0 comentários - Nos emborracharon a mi esposa y a mí 2