Gabriela será a protagonista e a última das três gatas que conheci naquele jogo de celular. Gabriela é uma mina de 20 anos, pele branca e pálida como leite, peitões enormes e uma raba gigante, um corpo perfeito como se fosse uma modelo erótica de alto nível. O rostinho angelical e a roupa larga dela contrastam com a natureza submissa e dócil — uma garota doce que seria amiga de todo mundo, mas que, segundo ela mesma me contou uma vez enquanto a gente conversava, nenhum cara nunca tinha dado bola pra ela. Então, pra mim, foi a maior sorte do mundo encontrar uma gostosa de alto calibre e ainda intacta, pronta pra ser estreada.
Com a Gabriela, comecei uma amizade amorosa antes de conhecer a Martha, só um pouquinho antes. A gente sempre se deu bem desde o instante em que começamos a conversar pelo jogo, e rapidinho já nos tratávamos como se fôssemos namorados, mesmo ela sabendo que eu tinha uma namorada. A gente falava por horas e trocava fotos escondido da minha mina, e até quando fiz minha ex-namorada da época começar a jogar também, a Gabriela não hesitou e não teve vergonha de continuar me tratando do mesmo jeito, mesmo com a minha mina podendo ler os chats do jogo.
Finalmente, a Gabriela e eu decidimos nos encontrar num shopping, onde pude ver em primeira mão o quão fodidamente espetacular ela era. Comemos e nos divertimos como se fôssemos um casal normal, mas claro que os dois sabíamos que não éramos, e muito mais no meu caso, que já tinha namorada. Como é de costume pra mim e do jeito que eu gosto nos encontros, chegou a hora do que importa. Mas não quis pagar um motel com a Gabriela. Perguntei se alguém esperava por ela em casa, e ela disse que os pais achavam que ela tinha saído com uma amiga, então ninguém tava esperando, porque ela já tinha planejado chegar só no dia seguinte. Então fomos pra minha casa. Quando chegamos, ofereci um refri e tentei ser legal com ela, já que era uma mina virgem. Também perguntei se ela tinha problema em fazer comigo, porque eu não queria nada. Sério com ela, só queria passar um tempo gostoso juntos. Ela, por algum motivo, me mostrou que não tinha problema e que, na real, não ligava pra ser virgem ou não, porque pra ela era a mesma coisa. Aí, com o consentimento dela, fui tirar a roupa dela, sentei na minha cama com ela de pé, desabotoei o jeans que ela tava usando, puxei pra baixo e vi de primeira mão umas calcinhas fio dental de renda preta meio grossas que abraçavam as coxas e a bunda dela com um formato perfeito. Incrível, aquela puta cheirava delicioso, tipo morango, não sei quanto perfume ela gastou, mas não é brincadeira quando falo que tava cheirando pra caralho a morango. Passei a mão nas coxas e na bunda dela, apalpando devagar e firme, enquanto ela só se deixava tocar, obediente. Subi até o quadril dela e comecei a levantar a blusa até tirar, deixando ela só com um sutiã que mais ou menos combinava. Os peitões enormes dela e a bunda enorme, branca, macia e redonda, junto com a lingerie preta, me deixaram tão excitado que não consegui evitar lamber a pele dela e beijar como se fosse o namorado dela. Beijei cada parte dela, lambendo e roçando, principalmente os melhores lugares, enquanto ela gemia e suspirava tímida. Eu estimulava a buceta quente dela e os peitos com os bicos duros e empinados. Chupei os peitos dela como se tivesse chupando a alma dela, de tão excitado que tava. Fiz ela deitar de barriga pra cima na cama porque adoro saborear uma buceta gostosa enquanto seguro as coxas e o quadril dela. Puxei a calcinha dela pra baixo, e a buceta dela, mesmo ela sendo branca, eu não esperava que fosse tão rosadinha e linda, uma buceta preciosa que me deu vontade de começar a lamber, chupar e saborear cada centímetro dela sem controle. Não sei nem quanto tempo fiquei entre as pernas dela, mas quando terminei e levantei, tinha saliva e melado na minha cara, entre as pernas dela, e o rosto dela tava vermelho enquanto ela me perguntava que porra eu tinha feito que tava tão gostoso. Eu ri dela naquele momento breve e Coloquei ela sentada em cima de mim, com meu pau entre os peitos dela, e falei de um jeito meio injusto, porque fui muito duro com ela, dizendo: "É hora de você aprender como se chupa um pau". Primeiro, me masturbei com os peitos dela enquanto ela tentava, desajeitada, lamber meu pau saindo entre os peitos dela, uma e outra vez, mal conseguindo me causar ternura. Depois que meu pau tava bem duro e pronto pra gozar, parei e levei até a boca dela, onde ela, instintivamente, teve a ideia de me dar um boquete profundo de completa novata, quase vomitando de primeira, mas isso não a impediu e ela continuou fazendo. Começou, depois de um tempo, a chupar meu pau com jeito desastrado, e mesmo não sendo a melhor das mamadas, ver aquele rostinho lindo, junto com sentir a língua, os lábios e a garganta dela abraçando meu pau, foi excitante o suficiente pra me fazer gozar na garganta dela.
Coloquei ela de quatro e dei uns tapas na bunda dela, dizendo que era hora da verdade e de fazer dela minha por uma noite. Apertei as nádegas e o quadril dela, começando a penetrar devagar, bem devagar pra não machucar. Ela chorou e soluçou um pouco, aguentando como uma campeã a dor que causei ao romper o hímem dela. Em alguns minutos, ela já tava calma, molhada e quente de novo, o que me indicou que podia começar a foder ela de verdade, penetrando um pouco mais fundo e rápido, mas sem exagerar pra não machucar. Ela gemia baixinho, ainda com um pouco de dor, mas começando a ficar excitada. Eu sentia meu pau esticando o interior da bucetinha gostosa dela enquanto massageava as nádegas e os peitos dela, estimulando, descendo um pouco até o clitóris, masturbando ela enquanto a penetrava pra garantir o prazer pra ela. A voz dela, suave, gemendo e soluçando enquanto sentia meu pau entrando e saindo, abrindo, esticando e moldando o interior dela. Depois de alguns minutos, eu ia gozar, mas ela me segurou e implorou pra eu gozar dentro dela. Eu fiz isso, mas fiz ela gemer forte, dando umas duas estocadas com força antes de soltar. minha carga de sêmen dentro dela. Segurei ela pelos braços e fiz ela morder o travesseiro enquanto batia forte na bunda dela, ela gritava baixinho e gemia pedindo pra eu não bater mais, que eu desse tanta pica quanto quisesse mas que não batesse mais nela. Eu sabia que a puta tava mentindo porque enquanto eu batia na bunda dela ela sorria e fazia caras obscenas achando que eu não tava vendo, mas mesmo assim enfiei de novo com força, agora metendo duro e fundo enquanto obrigava ela a morder o travesseiro, tratando ela como minha puta pessoal. Ela gemia e apertava os lençóis enquanto eu sentia a buceta dela se apertando e os quadris dela vindo em minha direção quando eu ficava um pouco parado. Decidi dar uma foda dura e pura, metendo pica nessa posição por uma hora e um pouco mais, pra ser a primeira vez dela essa puta gozou três vezes enquanto eu dava uns tapas nela de vez em quando. No final, passamos a noite inteira transando na cama, nos meus móveis e no chão. Caralho, essa puta tinha energia, quando acabou e amanheceu, ela tava montada em mim cavalgando depois de descansar 30 minutos chupando minha pica. Ela tirou tanta porra de mim que no mesmo dia minha namorada me fez um boquete e não saiu nem uma gota de sêmen. Gabriela passou de ser fodida na primeira vez pra me foder na primeira vez dela. Ela me chupou umas cinco vezes e montou em mim de cowgirl mais umas duas vezes depois que me deixou curtir dominar ela de quatro e segurar ela como uma escrava e porquinha. Gabriela descobriu que eu tava pegando a Martha e a Elizabeth, e ela sem hesitar pediu que qualquer coisa que eu fizesse com elas, eu fizesse com ela também, sem contar que ela adorava cavalgar em mim e chupar minha pica enquanto falava ao telefone com minha namorada ou com uma das outras duas éguas. Com isso a gente encerra a história sobre o jogo de celular e as três éguas que ele trouxe junto. Valeu por ler.
Com a Gabriela, comecei uma amizade amorosa antes de conhecer a Martha, só um pouquinho antes. A gente sempre se deu bem desde o instante em que começamos a conversar pelo jogo, e rapidinho já nos tratávamos como se fôssemos namorados, mesmo ela sabendo que eu tinha uma namorada. A gente falava por horas e trocava fotos escondido da minha mina, e até quando fiz minha ex-namorada da época começar a jogar também, a Gabriela não hesitou e não teve vergonha de continuar me tratando do mesmo jeito, mesmo com a minha mina podendo ler os chats do jogo.
Finalmente, a Gabriela e eu decidimos nos encontrar num shopping, onde pude ver em primeira mão o quão fodidamente espetacular ela era. Comemos e nos divertimos como se fôssemos um casal normal, mas claro que os dois sabíamos que não éramos, e muito mais no meu caso, que já tinha namorada. Como é de costume pra mim e do jeito que eu gosto nos encontros, chegou a hora do que importa. Mas não quis pagar um motel com a Gabriela. Perguntei se alguém esperava por ela em casa, e ela disse que os pais achavam que ela tinha saído com uma amiga, então ninguém tava esperando, porque ela já tinha planejado chegar só no dia seguinte. Então fomos pra minha casa. Quando chegamos, ofereci um refri e tentei ser legal com ela, já que era uma mina virgem. Também perguntei se ela tinha problema em fazer comigo, porque eu não queria nada. Sério com ela, só queria passar um tempo gostoso juntos. Ela, por algum motivo, me mostrou que não tinha problema e que, na real, não ligava pra ser virgem ou não, porque pra ela era a mesma coisa. Aí, com o consentimento dela, fui tirar a roupa dela, sentei na minha cama com ela de pé, desabotoei o jeans que ela tava usando, puxei pra baixo e vi de primeira mão umas calcinhas fio dental de renda preta meio grossas que abraçavam as coxas e a bunda dela com um formato perfeito. Incrível, aquela puta cheirava delicioso, tipo morango, não sei quanto perfume ela gastou, mas não é brincadeira quando falo que tava cheirando pra caralho a morango. Passei a mão nas coxas e na bunda dela, apalpando devagar e firme, enquanto ela só se deixava tocar, obediente. Subi até o quadril dela e comecei a levantar a blusa até tirar, deixando ela só com um sutiã que mais ou menos combinava. Os peitões enormes dela e a bunda enorme, branca, macia e redonda, junto com a lingerie preta, me deixaram tão excitado que não consegui evitar lamber a pele dela e beijar como se fosse o namorado dela. Beijei cada parte dela, lambendo e roçando, principalmente os melhores lugares, enquanto ela gemia e suspirava tímida. Eu estimulava a buceta quente dela e os peitos com os bicos duros e empinados. Chupei os peitos dela como se tivesse chupando a alma dela, de tão excitado que tava. Fiz ela deitar de barriga pra cima na cama porque adoro saborear uma buceta gostosa enquanto seguro as coxas e o quadril dela. Puxei a calcinha dela pra baixo, e a buceta dela, mesmo ela sendo branca, eu não esperava que fosse tão rosadinha e linda, uma buceta preciosa que me deu vontade de começar a lamber, chupar e saborear cada centímetro dela sem controle. Não sei nem quanto tempo fiquei entre as pernas dela, mas quando terminei e levantei, tinha saliva e melado na minha cara, entre as pernas dela, e o rosto dela tava vermelho enquanto ela me perguntava que porra eu tinha feito que tava tão gostoso. Eu ri dela naquele momento breve e Coloquei ela sentada em cima de mim, com meu pau entre os peitos dela, e falei de um jeito meio injusto, porque fui muito duro com ela, dizendo: "É hora de você aprender como se chupa um pau". Primeiro, me masturbei com os peitos dela enquanto ela tentava, desajeitada, lamber meu pau saindo entre os peitos dela, uma e outra vez, mal conseguindo me causar ternura. Depois que meu pau tava bem duro e pronto pra gozar, parei e levei até a boca dela, onde ela, instintivamente, teve a ideia de me dar um boquete profundo de completa novata, quase vomitando de primeira, mas isso não a impediu e ela continuou fazendo. Começou, depois de um tempo, a chupar meu pau com jeito desastrado, e mesmo não sendo a melhor das mamadas, ver aquele rostinho lindo, junto com sentir a língua, os lábios e a garganta dela abraçando meu pau, foi excitante o suficiente pra me fazer gozar na garganta dela.
Coloquei ela de quatro e dei uns tapas na bunda dela, dizendo que era hora da verdade e de fazer dela minha por uma noite. Apertei as nádegas e o quadril dela, começando a penetrar devagar, bem devagar pra não machucar. Ela chorou e soluçou um pouco, aguentando como uma campeã a dor que causei ao romper o hímem dela. Em alguns minutos, ela já tava calma, molhada e quente de novo, o que me indicou que podia começar a foder ela de verdade, penetrando um pouco mais fundo e rápido, mas sem exagerar pra não machucar. Ela gemia baixinho, ainda com um pouco de dor, mas começando a ficar excitada. Eu sentia meu pau esticando o interior da bucetinha gostosa dela enquanto massageava as nádegas e os peitos dela, estimulando, descendo um pouco até o clitóris, masturbando ela enquanto a penetrava pra garantir o prazer pra ela. A voz dela, suave, gemendo e soluçando enquanto sentia meu pau entrando e saindo, abrindo, esticando e moldando o interior dela. Depois de alguns minutos, eu ia gozar, mas ela me segurou e implorou pra eu gozar dentro dela. Eu fiz isso, mas fiz ela gemer forte, dando umas duas estocadas com força antes de soltar. minha carga de sêmen dentro dela. Segurei ela pelos braços e fiz ela morder o travesseiro enquanto batia forte na bunda dela, ela gritava baixinho e gemia pedindo pra eu não bater mais, que eu desse tanta pica quanto quisesse mas que não batesse mais nela. Eu sabia que a puta tava mentindo porque enquanto eu batia na bunda dela ela sorria e fazia caras obscenas achando que eu não tava vendo, mas mesmo assim enfiei de novo com força, agora metendo duro e fundo enquanto obrigava ela a morder o travesseiro, tratando ela como minha puta pessoal. Ela gemia e apertava os lençóis enquanto eu sentia a buceta dela se apertando e os quadris dela vindo em minha direção quando eu ficava um pouco parado. Decidi dar uma foda dura e pura, metendo pica nessa posição por uma hora e um pouco mais, pra ser a primeira vez dela essa puta gozou três vezes enquanto eu dava uns tapas nela de vez em quando. No final, passamos a noite inteira transando na cama, nos meus móveis e no chão. Caralho, essa puta tinha energia, quando acabou e amanheceu, ela tava montada em mim cavalgando depois de descansar 30 minutos chupando minha pica. Ela tirou tanta porra de mim que no mesmo dia minha namorada me fez um boquete e não saiu nem uma gota de sêmen. Gabriela passou de ser fodida na primeira vez pra me foder na primeira vez dela. Ela me chupou umas cinco vezes e montou em mim de cowgirl mais umas duas vezes depois que me deixou curtir dominar ela de quatro e segurar ela como uma escrava e porquinha. Gabriela descobriu que eu tava pegando a Martha e a Elizabeth, e ela sem hesitar pediu que qualquer coisa que eu fizesse com elas, eu fizesse com ela também, sem contar que ela adorava cavalgar em mim e chupar minha pica enquanto falava ao telefone com minha namorada ou com uma das outras duas éguas. Com isso a gente encerra a história sobre o jogo de celular e as três éguas que ele trouxe junto. Valeu por ler.
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