Milf corrompida por el bully de su hijo-Parte 1

Timmy esfregou a bochecha, e sob sua mão havia um hematoma de bom tamanho, graças a Roy que teria dado outro golpe se não fosse pela mulher que o interrompeu; A mãe do Timmy! —"Ei, jovem!" Disse enquanto corria até os dois, com seus grandes seios balançando de um lado para o outro sob seu suéter. "O que você está fazendo? Por que meu filho está aqui no chão?" Ela arfa com clara preocupação e inquietação... Parece que não está ciente do que acabou de acontecer. Tim gagueja logo antes de Roy interrompê-lo. —"Ah, olá, senhora. Timmy e eu estávamos brincando um pouco... e ele tropeçou". — disse, tentando parecer tranquilo. Mary estava de pé com os braços cruzados e a preocupação ainda em seu rosto. Ela percebeu que algo estava errado. Lentamente se virou para perguntar ao filho. "Timmy. Isso é verdade? Você apenas caiu?" Timmy começou a suar, olhando para Roy, deu 'Aquele olhar'. Aquele que diz: 'segue minha onda, ou te mato'... Mas Timmy já tinha o suficiente! Qualquer outro dia, ele teria aceitado seguir as mentiras de Roy. Mas hoje seria um dia diferente! Sua mãe estava aqui, e agora ele tinha que se defender! —"Não... Não...! Roy está me intimidando! Ele sempre me perturbou! Estou cansado disso!" Tim disse em voz baixa com frustração enquanto se levantava. A expressão de Mary parecia como se seu coração se partisse em dois. Roy simplesmente suspirou e se mexeu de um lado para o outro, se preparando para a inútil repreensão de Mary... Ele observou a expressão de Mary mudar de tristeza compreensiva para raiva, virando-se para encarar Roy. "O quê...? Não acredito! Você tem intimidado meu Timmy?! ... Acho que você deve um pedido de desculpas ao meu filho agora mesmo!" Disse enquanto dava um passo à frente e colocava as mãos em seus quadris largos. Roy suspirou e revirou os olhos. "... Desculpe, senhora... Desculpe, Tim". Realmente não parecia que ele estava falando sério, mas para Mary era aceitável o suficiente... E agora, ela não sabia o que Mary tem muito mais coração do que cérebro, então, nesse ponto, continuou cruzando os braços, balançando de um lado para o outro, pensando 'E agora?'. —"Tá bom, posso ir agora?". Mary piscou algumas vezes... pela resposta do jovem que assediava seu filho. —"... Não! Você ainda não pode ir! Você vai me levar até a casa dos seus pais e eu vou ter uma conversa séria com eles". Disse com um tom mandão. Roy e Timmy pareciam surpresos, mas por razões diferentes. Roy parecia contente com essa resposta, o que por sua vez fez Timmy ficar pálido como um fantasma... Ele estava horrorizado com a ideia de deixar sua mãe sozinha com seu agressor! Por que ele parecia feliz com uma ameaça dessas? —"Tá bom, então, vamos lá!" —disse Roy enquanto começava a andar, e Mary o seguiu com os braços ainda cruzados—. —"Espera! M-Mãe... Acho que não é uma boa ideia... O pedido de desculpas foi suficiente, podemos ir para casa agora?" Timmy suplicou, e o coração de Mary se partiu de novo. Seu filho sempre foi muito tímido, e ela sempre se sentia mal toda vez que tinha que dar um passo à frente por ele. —"O que foi, meu amor? Não se preocupa! Assim que eu conversar com os pais dele, ele nunca mais vai te perturbar. Deixa eu cuidar disso, tá bom?" Disse com um cuidado tão suave e amoroso, e um sorriso gentil, acariciando sua bochecha com a mão macia... Mas Timmy não se sentiu aliviado. Ele tinha um mau pressentimento nas entranhas de que... ALGO ia acontecer com ela. Mas ele não sabia como impedi-la. Então ele concordou de má vontade e observou os dois se afastarem. Quando eles foram embora, ele não pôde deixar de notar um olhar perverso no rosto de Roy. Ele parecia confiante, como se estivesse planejando algo, e isso assustou Timmy. Ele sabia o quão ruim Roy era, e só podia imaginar o tipo de problemas que seu valentão ia fazer sua mãe passar.Milf corrompida por el bully de su hijo-Parte 1—"... M-Mãe!" Timmy fez uma última tentativa de detê-la, já que eles tinham se afastado demais. Mary simplesmente se virou e deu a Timmy um aceno tranquilizador e um sorriso. Ela sempre foi muito confiante. Timmy não pôde evitar deixar os ombros caírem e sentar-se para esperar o que quer que fosse acontecer... Ele caminhou para casa, com uma sensação terrível no estômago da qual não conseguia se livrar. Sua casa estava silenciosa. Sem sua mãe para preparar sua comida, ele calmamente cozinhou uma caixa de macarrão com queijo. Enquanto se sentava à mesa e comia, sua mente não pôde evitar se perguntar o que poderia estar acontecendo... Quanto tempo levaria até sua mãe voltar para casa? Seu plano realmente funcionaria? A que distância fica a casa de Roy? E se ela se machucasse?! "Urgh!" Ele resmungou em voz alta. Sua própria mãe seria a causa de seus ataques de ansiedade... Ele nem conseguia terminar sua comida, sua mente estava muito ocupada com várias coisas! Não importava o que ele fizesse, tentando jogar videogame, ouvir música, ir ao computador, ele estava muito preocupado! E então, ele olhou para o relógio... Eram 19h... Já haviam se passado mais de 3 horas desde que a mamãe saiu! Onde ela poderia estar?! Depois do que pareceu uma eternidade, ele ouviu uma notificação de seu telefone. Ele suspirou para liberar toda aquela tensão. Certamente, era sua mãe enviando uma mensagem dizendo que estava voltando para casa. Ele se levantou e pegou o telefone. Ao tocar na tela, ele notou que a mensagem vinha de um número desconhecido... A notificação simplesmente dizia '1 arquivo de vídeo anexado'. Timmy começou a suar frio... Quem? Ele pensou enquanto digitava seu código de acesso... Isso não podia ser... O número de Roy, certo? Se fosse Roy, por que ele estaria enviando um vídeo se sua mãe estivesse conversando com seus pais? Timmy sentiu sua garganta secar e seus batimentos cardíacos acelerarem quando abriu o anexo e sua tela ficou preta... O vídeo estava escuro, mas uma uma luz fraca brilhava através dele. Timmy só conseguia ouvir o som do movimento. Isso se repetiu por apenas 3 segundos, depois terminou assim... O vídeo enigmático deixou Timmy com um horror profundamente enraizado... Algo não estava certo aqui. O que estava acontecendo? Isso era coisa do Roy? A mamãe se machucou?! Timmy entrou em pânico, até que, milagrosamente, ele recebeu outra mensagem! Outro arquivo de vídeo anexado... Timmy engoliu seco e tremeu enquanto pressionava lentamente o botão de reprodução do vídeo... Seu coração parou e ele quase deixou o telefone cair... A luz fraca finalmente distinguia uma forma... Era a bunda de uma mulher! Uma mulher gordinha estava de bruços na cama. E um homem... Um homem negro estava... Timmy não podia mais se enganar. Seus olhos saltaram das órbitas com lágrimas aquosas. Ele sabia o que era aquilo... Era o Roy metendo na bunda da sua mãe!gostosas de rabaoMary gemeu baixinho, com um tom abafado, enquanto as mãos grandes do homem negro seguravam suas nádegas grossas e volumosas e as separavam... Bom, um pau estranhamente enorme empurrando lentamente dentro dela. —"ah~ ai Deus~" Mary gemeu em um travesseiro que puxou para o rosto. Soava tão envergonhada e humilhada. Timmy não conseguia ver direito, mas também não conseguia desviar o olhar... Aquela era a Mãe dele! A mesma que cuidou dele quando era bebê e o ajudou a crescer! Aquela era a mulher que faria qualquer coisa para ajudá-lo. O amor da vida dele... E ali ela estava, sendo comida pelo seu valentão malvado! Como isso aconteceu?! O que poderia ter acontecido enquanto Tim não estava lá para que eles tivessem começado a transar? Isso é consensual? Isso é um estupro?! Mãe não faria esse tipo de coisa, de jeito nenhum... Não faz sentido! Mas o vídeo não acabou... Timmy não sabia o que fazer. Não conseguia largar o telefone, tinha que ver como isso ia terminar... Ele queria respostas! Então continuou assistindo enquanto o grande valentão negro comia lentamente a mãe dele. "Ah, porra, você tem um RABÃO!~" Ele gemeu com um tom divertido e sádico. "Você gosta dessa porra, né?" Mary não respondeu com nada além de seus gemidos. "Aah, ai meu Deus..." E o vídeo acabou mais uma vez... Timmy ficou em silêncio. Era quase demais para aguentar. O que ele deveria fazer?! ... Será que devia chamar a polícia? Mas o que eles poderiam fazer nessa situação? E se... Isso não fosse um estupro? Timmy nem conseguia imaginar Mary transando com alguém que não fosse o pai, muito menos com seu valentão! Mas... O vídeo era convincente o suficiente... Ele tinha que admitir que quase parecia que... Ela poderia estar gostando... Não, Timmy não queria nem pensar nisso. Isso não fazia sentido! De repente, dessa vez chegou uma mensagem de texto! Dizia 'sua mãe tem um 🍑🍑 , então eu disse que ela tinha que montar nesse pau 🍆 se quisesse que eu parasse de bater em você 🗣️🗣️🗣️. Ela aceitou 😈😈😈. Timmy estava desconcertado e aterrorizado... Sua mãe concordou em transar com Roy para que ele parasse de assediá-lo... A culpa, a raiva e a tristeza fervilhavam por dentro... Por quê, mãe?! Por quê?! Você não precisa fazer isso! Timmy chorou e chorou enquanto se encolhia na cama. Tudo isso era culpa dele... Se ele tivesse se defendido antes, se tivesse parado o assédio... Nada disso teria acontecido... Agora Tim tinha que ficar sentado aqui, enquanto sua mãe recebia o pau do Roy dentro dela... Timmy nem conseguia suportar pensar nisso! Continuou soluçando incontrolavelmente. As mensagens continuavam chegando... —'Sei muito bem que você está me vendo comendo sua mãe. Aposto que queria estar aqui pessoalmente' 😈😈😈 E outro vídeo foi anexado... Timmy não queria ver, mas ao mesmo tempo, sabia que tinha que ver. Se não visse, não saberia se sua mãe ainda estava ilesa. Timmy enxugou as lágrimas e lentamente pegou seu celular... O vídeo mostrava a mesma imagem do mesmo ângulo, a bunda volumosa de Mary enquanto sua buceta era socada por um grande pau negro. Era muito mais bruto e rápido que antes, e os sons da carne molhada batendo eram audíveis com força. Os gemidos de Mary eram um pouco mais altos e muito mais desesperados, e seu rosto estava enterrado profundamente no travesseiro. Mas agora, sua bunda estava levemente levantada e a câmera estava um pouco mais inclinada, dando a Timmy uma visão melhor das mãos de Roy e de seu corpo. —"Ahhhh, hhnnn~ O-oh~ Meu Deus, p-para... Hhnn, você é taaan g-grande, ai d-deus!" —ela disse entre gemidos—. Timmy a observou, suas lágrimas nunca pararam, mas sua expressão lentamente mudou para... Curiosidade. Ele se sentia envergonhado por olhar o corpo da mãe daquela forma. Mas ao mesmo tempo, o jeito que ela está sendo comida, o jeito que a bunda dela se move, o jeito que ela grita a cada enfiada... —"Quando foi a última vez que você recebeu um pau, hein? — brincou Roy —. "Você adora isso, né?" —"Hhn, n-não, não, não-não-não- Ahhhh, ahhhhh!" Ela gritou enquanto o som dos impactos fortes entre seus corpos aumentava. O coração de Timmy batia forte, pois ele estava prestes a testemunhar o momento em que seu agressor iria gozar. Ele não ia gozar dentro, era? Por favor, não faça isso, pelo amor de Deus... Mas ele conseguiu ver o que aconteceu: Roy enfiou até o fundo e inclinou os quadris, enquanto a bunda de sua mãe parecia ter relaxado devido à derrota total... E um alívio breve tomou conta de Timmy quando o pau de Roy foi lentamente puxado para fora, revelando a enorme camisinha brilhante que ele estava usando... Pelo menos ele não gozou dentro dela. Mas a visão de uma quantidade de porra do tamanho de uma bola de beisebol inflando a camisinha de Roy foi uma cena bem assustadora... Como isso era possível? Se aquilo fosse liberado dentro... Então... —"Nhhh, ah, ahh..." Os gemidos de Mary foram abafados no travesseiro enquanto ela ainda estava de bruços. —"Fuuuuuuck." Roy rosnou, e o vídeo cortou novamente... Timmy não conseguia acreditar, toda a cena foi muito mais intensa do que ele esperava. Ele nunca tinha visto sua mãe nua, muito menos transando! E Roy era seu valentão... Vê-lo foder a bunda de sua mãe daquele jeito... Roy enviou uma última mensagem da noite: 'pode ter sua mãe de volta agora, otário, nos vemos semana que vem 😈' Timmy estava perplexo, e as lágrimas não paravam de cair. O que aquilo significava... Mamãe aceitou fazer de novo semana que vem? E na outra semana? Quantas vezes ela aceitaria fazer isso?! E como ele conseguiria olhar nos olhos dela de novo, sabendo o que ela fez? Ele não sabia se ficava com raiva, com nojo ou triste. Alguns minutos se passaram e, finalmente, a campainha tocou! Ele correu até a porta e a abriu o mais rápido que pôde, e lá estava sua mãe... Ela parecia bem e sorria como sempre, como se nada tivesse acontecido... Timmy nem conseguia falar. Mary disse primeiro. "Oi, querido! Eu te disse, falei com os pais dele e agora tudo está resolvido. O Roy não vai mais te intimidar! Viu? Não foi tão difícil assim, — disse ela alegremente —. Ela entrou e foi direto para a cozinha, enquanto Timmy ficou parado perto da porta... Ela está mentindo. Ela não deve saber do fato de que o Roy estava enviando vídeos. Timmy não teve coragem de mencionar isso. Ele guardaria esse segredo para sempre se isso significasse preservar a honra e a dignidade da sua mãe, e não criar um relacionamento desconfortável. — "... O-Obrigado, mãe..." Timmy sussurrou baixinho enquanto fechava lentamente a porta. — "... O que foi, querido? Você parece meio pra baixo. Não é uma boa notícia?" Ela disse com a mesma expressão materna preocupada de sempre, enquanto estava na cozinha, enchendo um copo d'água. — "Hm... Não, nada. Só estava preocupado por você não estar em casa... Mas agora está tudo bem". — "Aww... Bem, não se preocupe comigo, querido. Sua mãe sabe se defender, eu consigo me virar sozinha! Só espero que você fique seguro em casa! Você se certificou de trancar todas as portas quando estava sozinho?" Tim forçou um sorriso. "Sim, sim, tranquei. Você também não precisa se preocupar comigo... Bem, acho que vou pra cama. Estou cansado". — "Oh... Tudo bem, querido... Durma bem... Te amo". — "Mhm. Também te amo". Timmy voltou para o seu quarto e fechou a porta, se jogou na cama e sua mente ficou cheia de um milhão de pensamentos. Ele ficou aliviado que a mãe estava bem, mas ao mesmo tempo, seu estômago embrulhou com a ideia de que sua mãe continuasse transando com o Roy toda semana... Fim parte 1.

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