Chantajeada após roubo em casa 6


Depois de vários dias de tranquilidade que eu tive, eles voltaram a me ligar e mandar mensagens, um deles dizia – “Oi, putinha!, como tá a nossa putinha? Escuta bem, Janice, amanhã quero que você fique em casa, entendeu, putinha?! Tamo com o saco cheio de leite pra você e vai explodir se você não ordenhar, putinha”.

Eu tava nervosa de novo, mesmo que nas últimas 3 semanas eles tivessem me usado todo dia, essa semana de calma me fez odiar de novo tudo que tinha acontecido, odiar eles e odiar eu mesma por ter curtido nos últimos dias o que faziam comigo. Mas o que mais me dava raiva era lembrar de tudo de ruim e humilhante que mandavam eu fazer e faziam com meu corpo, e sentir aquela sensação de calor na minha buceta e nos meus mamilos. Eu odiava sentir como eles ficavam duros a ponto de ficarem super sensíveis só com o roçar da minha blusa ou camiseta, e sentir como molhava o fio fino da calcinha fio dental entre a minha buceta. Isso me fazia sentir mal por essas sensações.

Tinha me ocorrido contar uma mentira pros meus pais, que não era tão mentira assim, normalmente acontecia de vez em quando. Falei que tinha uma aula online ao meio-dia e uma prova à tarde, e que precisava ficar conectada. Como nunca fui uma filha mentirosa, muito pelo contrário, meus pais não duvidaram nem um minuto do que eu dizia, então por esse lado não tive problema nenhum, e isso graças a sempre ter sido uma garota muito estudiosa e dedicada. Desde que me lembro, minhas notas sempre foram só 10 e 9, então sempre estive no quadro de honra da escola e com reconhecimentos pela minha média.

Na minha casa sempre foi muito importante que eu tirasse boas notas e fosse uma garota comportada, digamos que pros meus pais a aparência perante os outros é muito importante, vocês sabem, o que vão dizer, e ainda mais numa cidade pequena onde a maioria se conhece, sempre tem aquela competição entre a cidade de quem são os melhores. Quem não, então pra eles e principalmente pro meu pai é muito importante que a cidade inteira nos veja como gente direita e de valor. Por isso meus pais sempre foram ativos na comunidade e na igreja, já que eles são muito religiosos, bem apegados à religião católica. Meus pais me contam que meus avós sempre foram assim, e por isso eles também são.

Vou contar um pouco da minha família: minha mãe é uma mulher jovem, tem 33 anos, e meu pai é mais velho que ela, tem 53. Minha mãe tem 5 irmãos e desde pequena ficou sozinha morando com meu avô e os irmãos dela, ela é a caçula. Minha mãe não se dá bem com meu avô, quase não se falam, ela evita ele ao máximo, embora eu não saiba o motivo. Comigo ele sempre foi muito gentil e carinhoso, sempre me dá presentes e vive me carregando no colo, mas minha mãe também não gosta que ele venha me ver. Só que, na maioria das vezes, eu vejo ele escondido, ou quando a gente se encontra na cidade.

Minha mãe é uma mulher magra, de corpo bonito, gosta de usar roupas curtas e justas quando a gente sai pra passear, chama atenção dos homens. Quando a gente sai, os caras viram pra olhar sem disfarce, mas parece que não incomoda ela. Inclusive, um dia que a gente tava só nós duas e fomos passear na cidade mais próxima, passamos por uma construção e lembro que vários caras começaram a assobiar e falar um monte de putaria, até pra mim, que na época era mais uma menina. E lembro que ela me disse que eu não devia me sentir mal, pelo contrário, que isso significa que a gente é gostosa e que os homens adoram a gente. Aquilo me fez sentir bem, e acho que a partir daquele dia, as coisas que os caras falavam pra mim em qualquer lugar pararam de me incomodar e comecei a sentir como um elogio. Bom, voltando a como ela é: pra mim, ela é alta, mede 1,68m sem salto, e eu tenho 1,52m. Ela tem um rostinho bonito, traços finos, pele clara, mais clara que a minha, cabelo castanho parecido com o meu, mas ela costuma pintar de loiro. negro, vermelho, enfim, ela gosta de variar a cor do cabelo. Tem uma bunda bem grande, com cintura bonita e pernas grossas, e os peitos são enormes, mas pelo que fiquei sabendo, ela operou depois de casar. Antes era mais ou menos, mas agora tem uns peitões enormes. Considero ela uma mulher muito gostosa, diferente das que são do estado onde a gente mora. Meus avós por parte de mãe são de Monterrey, um estado do meu país que fica no norte, perto da fronteira. Lá, o pessoal é mais alto e fisicamente um pouco diferente do sul do país, então minha mãe se destaca do povo da cidade.

Meu pai é um homem magro, tem 1,69m, cabelo claro e pele clara. É muito tranquilo, até demais, o que faz com que algumas pessoas se aproveitem dele. Meu pai sempre foi de família bem de vida. Ele meio que some em casa, apesar de ser boa pessoa. Antes, a gente quase não via ele, ele ia pro sítio e só voltava de noite, ou viajava e ficava dias ou semanas fora. Acho que ele é um bom pai, mas não é muito expressivo comigo, não é muito carinhoso. A gente conversa e tal, mas são poucas as lembranças que tenho dele dizendo que me ama ou coisas assim, ou até me abraçando, são raras. Depois dos problemas com minha mãe, a gente começou a acompanhar ele no sítio, e mesmo ele ainda viajando, não é mais tão frequente.

Voltando ao dia da mensagem.

Depois de avisar meus pais que ia ficar em casa, fui tomar banho e ver TV no meu quarto. Assim passaram algumas horas, até que chegou uma mensagem dos dois. Dizia: — "Oi Janice, deixamos uma sacola no lugar de sempre, é sua roupa de amanhã." Senti meu coração batendo forte, mas na hora não percebi, só depois de pegar a roupa é que vi que meu coração acelerou e um nervosismo tomou conta do meu corpo todo. Não era medo, era uma estranha empolgação por saber o que era. Tava impaciente pra ver. Me certifiquei de que ninguém estivesse olhando e saí pra pegar a bolsa.

Peguei a bolsa e entrei rápido no meu quarto, abri e espalhei tudo que tinha sobre a cama. Tinha um colar preto tipo de cachorro e uma corrente de metal, umas meias brancas, umas meias pretas e outra cor da pele, uma tanga branca bem pequena, mas essa não tinha tecido embaixo, só um monte de bolinhas, tipo pérolas no lugar do tecido, e uma fantasia do que achei que era da Branca de Neve: uma saia curtinha amarela e uma blusinha azul, uma tiara com detalhes em azul e amarelo.

Fiquei chocada, não cabia em mim de tanta surpresa. O traje era muito lindo, nunca tinha tido nada assim. Então, sem pensar duas vezes, fechei a porta, me despi e vesti a roupa. Primeiro foi a tanga, muito pequena, mal consegui subir pelas minhas pernas e minha bunda minúscula. Quando coloquei, senti as bolinhas de baixo entrando na minha buceta. Essa sensação me deu umas descargas elétricas pelo corpo todo, e mais ainda quando andei, sentia minha buceta se esfregando nas bolinhas. Depois coloquei a fantasia, me senti incrivelmente gostosa. O traje mal cobria minha bundinha, mas dessa vez não me incomodava, adorava me ver assim. Nisso, virei pra cama e me perguntei: pra que será o colar? Será que se enganaram?, pensei comigo. E me dizia: "É, deve ser isso."

Enquanto me via vestida assim no espelho, não sei por quê, não consigo explicar direito, mas ficava olhando pro colar e pra corrente. Peguei eles, fiquei olhando e, entre risadas, pensei: "Vamos ver como fica, vou colocar." Coloquei o colar, fechei, e a corrente ficou pendurada na minha frente. Ao me ver toda vestida assim, comecei a ficar excitadíssima. Me sentia uma gostosa e tenho vergonha de dizer, mas pensei: "Nossa, pareço uma puta." Esse pensamento me deixou com um tesão do caralho. Sentia meus mamilos duros, só de roçar a mão sentia meu corpo ficando mais e mais molhado. Desci a mão e minha buceta estava escorrendo de tão molhada. Não precisava nem me tocar, bastava me mexer. Pernas e andar um pouco, e a tanga, as bolinhas faziam eu me sentir muito bem, mas me tiraram do transe como se tivessem jogado um balde de água fria, quando ouvi: "Abre, love, queremos conversar com você". Então, de repente, todo o tesão que eu tava baixou, tirei a roupa e guardei, vesti meu short e minha blusa, tentei acalmar minha respiração e abri.

Quando saíram do meu quarto, já tava tranquila, preferi não arriscar mais e me deitei.

Enquanto via TV, tentava me distrair assistindo um filme, mas não conseguia parar de pensar na roupa e em como me senti, o que me excitou um pouco, menos forte que antes, mas ainda sentia aquele tesão, pensava em como eu tava gostosa, em como nunca imaginei que usaria uma roupa assim. Queria levantar e me vestir de novo, mas tentei me acalmar dizendo na minha mente: "Já, Janice, se acalma, é perigoso agora. Amanhã a gente usa o dia todo, com os velhos". Isso me deixou muito feliz ao pensar nisso, embora minutos depois, quando o filme me distraiu e me acalmou de novo, me senti envergonhada, com vergonha e muito idiota por ter pensado aquilo, e mais ainda por ter me sentido feliz.

Na manhã seguinte, acordei super bem, tinha dormido bem e me sentia descansada. Levantei e meus pais estavam preparando o café da manhã pra comer e ir embora. Sentamos na mesa, comemos todos felizes e eles se despediram de mim, minha mãe dizendo: "Bom, coração, se comporte bem e faça toda a sua lição, muito sucesso na sua prova, love, e tenha um dia bem divertido, mesmo ficando em casa". Naquele momento, só passava pela minha cabeça: "Sim, mãe, se você soubesse o que fizeram comigo aqui em casa toda, e o que vão fazer hoje, não diria isso". Mas só falei: "Sim, mãe, muito obrigada, vou me comportar bem e me divertir". E tenho que admitir que foi excitante responder isso, ainda mais porque ela não sabe de nada.

Me despedi deles, vi eles irem embora na caminhonete, fechei a porta e corri pro quarto pra me trocar, me despi e vesti. A calcinha fio dental de bolinhas, as meias brancas até a coxa, salto alto preto e o conjunto. Sentei na frente do meu espelho e comecei a me maquiar, delineei os olhos de preto, curvei e pintei meus cílios, passei um pouco de corretivo e blush, era uma maquiagem bem natural.

Hoje, diferente de todas as outras vezes, eu me sentia um pouco diferente. Sim, eu sentia vergonha, humilhação e um pouco de raiva daqueles velhos, mas estava positiva porque tinha recuperado uma das minhas redes sociais. Não tinham me perturbado por vários dias, então sentia que se continuasse assim, logo tudo se resolveria. Além disso, a roupa ajudou muito meu estado de espírito. Eu me sentia excitada, com muita adrenalina no corpo, enquanto esperava uma mensagem ou algo, sentia que meu corpo era um emaranhado de nervos.

Enquanto estava sentada na sala, vendo TV, estava assistindo Cartoon Network para me distrair enquanto esperava. Depois de um tempinho, umas hora mais ou menos, chegou uma mensagem. Era deles, dizendo: — "Oi, meu amor, já estamos a caminho, Sweetie, morrendo de vontade de te ver. Fomos tomar café, mas o cara do Camilo resolveu não abrir hoje, então vamos ter que nos virar com você, mamacita."

Era a primeira vez que me mandavam uma mensagem assim. Não tinham me chamado de puta nem nada grosseiro. Até senti como se fosse um amigo me mandando uma mensagem. Então respondi: — "Sim, senhor, tudo bem, não se preocupe, estou em casa esperando." E não sei por que, naquele momento, acho que senti pena daqueles homens sujos e velhos, talvez com menos oportunidades que minha família. Não sei bem o que foi, mas mandei outra mensagem na sequência dizendo: — "Olha, senhor, se quiser, posso preparar algo para vocês comerem. Acho que tem pão para sanduíche."

Em poucos segundos, chegou a resposta: — "Uau, mamasota, é assim que a gente gosta, que a nossa mulher cuide dos nossos males. Você merece um prêmio, está se comportando muito bem, minha bela putinha."

Li a mensagem e lembro que, enquanto a lia mentalmente, tinha um sorriso no rosto, como se... Me senti orgulhosa das palavras dela. E como sempre, depois de alguns segundos, me senti envergonhada pelo que tinha sentido.

Preparei a comida rápido, coloquei duas toalhas de mesa, levei suco de laranja e arrumei dois pratos com os sanduíches, cuidando pra tudo ficar bem apresentável. Agora era só esperar.

Em poucos minutos, ouço barulho do lado de fora da porta e escuto eles batendo: duas batidas suaves, seguidas do barulho de chaves. Por um segundo, fiquei com medo, porque as batidas deles parecem que vão quebrar a porta. Eu estava me levantando pra me esconder quando a porta se abriu de repente, e senti um alívio enorme. Senti minha alma voltar pro corpo e falei: "Graças a Deus são vocês". Eles nem prestaram atenção, porque ficaram me olhando com aqueles olhos de tarados, abertos como dois pires, até vi a baba escorrendo. Comecei a notar os dois volumes enormes nas calças imundas deles. Eles murmuravam coisas entre si, coisas que não entendi direito. Aí eu interrompi: "Venham, preparei algo pra vocês."

Cochino praticamente pulou em cima de mim, me chamando de gostosa e dizendo o quanto eu tava parecendo uma puta, enquanto as mãos dele inspecionavam cada parte do meu corpo. Ele falou pra Bacal na hora: "Olha, compadre, a puta já tá toda molhada antes mesmo da gente chegar", mostrando a mão úmida depois de passar na minha buceta. E é que a calcinha fio dental de bolinhas, desde que eu coloquei, já tinha deixado minha buceta toda molhada.

Bacal se aproximou também, mas pegou meu queixo com a mão e me deu um beijo. Um beijo doce, diferente dos outros que os dois tinham me dado. Ele disse: "Como você é linda, Janice. Você é uma puta linda." Nisso, Cochino sentou no sofá e me puxou pela mão, me colocando no colo dele. Enquanto me dava beijos suaves no pescoço e na bochecha, ele falou: "É verdade, Janice. Você se tornou uma puta linda. Bom, na verdade, sempre foi. Só te ensinamos a deixar isso aparecer." Naquele momento, eu só sorri, enquanto meu coração batia sem parar, e ele me disse de novo. Porco — "olha que puta que você tá parecendo, as fêmeas como você têm que andar assim sempre" — responde Bacal — "é isso mesmo, compadre, e olha só ela com a coleira de puta, te falei compadre que a puta saberia o que fazer com ela" — responde Porco — "porra, sim, é uma puta de nascença, e ainda fez comida pra gente, você é uma boa mulher que cuida dos seus machos" — eu só concordei com a cabeça, me sentindo satisfeita com o que ele tinha dito.

Eles se levantaram pra ver a comida e Bacal disse pra Porco — "compadre, pra ser sincero, tô morrendo de fome, mas depois de ver a nossa puta, não consigo comer sossegado, ela só botou dois pratos, que tal a gente convidar ela pra comer antes e depois a gente vem comer?" — e Porco responde — "perfeito, compadre, dá seu café da manhã pra ela enquanto eu como, e quando você terminar, eu dou a minha parte" — e os dois riram.

Bacal me pegou pela corrente e me levou pro quarto dos meus pais, entramos e ele se despiu em segundos, me disse — "ó puta, a vontade que a gente tem de te comer, já estávamos com saudades pra caralho, puta, mas hoje a gente vai te dar toda a pica que te devemos, vamos ver, mamacita, deita na cama, de barriga pra cima, e deixa a cabeça pendurada pra fora da cama" — então eu me ajeitei, meu corpo estava em cima da cama de barriga pra cima, mas ele me puxou até minha cabeça ficar pendurada na borda da cama, e aí ele diz: "muito bem, Janice, não quero ter que arrebentar sua cara na porrada, puta" — ele falou num tom mais forte e grosso, como de costume — "você já engoliu pica inteira, puta, então agora eu vou meter mais fundo, entendeu?" — e eu respondi, sim, senhor, claro, não quero que você me machuque. — "muito bem, puta, abre a boca" — e ele começou a meter centímetro por centímetro da pica dele, eu sentia que abria toda a minha mandíbula, foi uma sensação muito diferente das outras boquetas que eles me obrigaram a fazer, essa eu senti como se a pica dele fosse direto pra minha garganta com muita facilidade, o ruim é que sentia como se tapasse completamente minha boca, não conseguia respirar, quase não passava ar, e eu sentia que Cada empurrão que ele dava pra entrar mais fundo começava a me provocar, eu sentia que ia vomitar, aí senti ele largar todo o peso na minha boca e o pau dele entrou inteiro, mais do que nunca, meu lábio superior praticamente encostava nas bolas dele, e o lábio inferior cobria toda a base do pau, só ouvia ele gemer e falar "puta sua vagabunda, você é uma delícia", "até sua boca de puta me faz sentir no paraíso" enquanto eu fazia sinais e gestos de que não conseguia respirar, tentava empurrar ele com as mãos mas ele era muito pesado, e ele dizia enquanto eu me afogava - "sua puta que você é, Janice, quero ser bonzinho com você, puta, mas te vejo e você merece ser tratada como o que é, uma mera puta, você é lixo, putinha" - "verdade que você é lixo" e me dava um tapa na minha buceta, e eu me mexia porque doeu.

Minhas lágrimas começavam a escorrer pelo meu rosto, sentia a baba escorrendo por todo lado pro meu nariz e olhos, aí ele tirou tudo de uma vez, e saiu um jorro enorme de baba branca e grossa que caiu no meu nariz e rosto, e ele pegou com a mão e espalhou por toda a minha cara, eu tentava puxar ar como podia, quando sinto ele enfiando aquele pau de novo, mas agora foi de uma só vez, sentia que tava me afogando de novo, sentia que queria vomitar e aí ele começou a acariciar minha buceta enquanto se deitava na minha boca. Tirava o pau e me dava tapas na buceta enquanto com a outra mão espalhava minha baba por todo o meu rosto.

Ele enfiava o pau de novo na minha boca enquanto continuava apalpando minha buceta e meu clitóris, comecei a sentir prazer apesar de me afogar, e agora não queria que ele tirasse da minha boca porque quando tirava eu levava tapas fortes na minha buceta. Depois de um tempo ele começou a dizer - "olha, puta, já tá toda molhada, você é uma puta porca, uma puta que esquenta os caras", enquanto enfiava dois dedos na minha buceta, aí ele começou a tirar e meter mais rápido o pau da minha boca, tava me comendo pela boca muito rápido enquanto só grunhia e gemia. até que ele pegou minha cabeça pelos lados e apoiou todo o peso dele no meu rosto, sentindo jatos e jatos de porra inundarem minha garganta. Tentei respirar e me soltar, mas foi pior porque agora eu estava engasgando com o esperma dele. Esperneava e empurrava pra me soltar, mas ele me segurava firme. Passou as mãos pra minha garganta, me pegou pelo pescoço e disse: "Muito bem, putinha, vou tirar, mas não quero que você jogue fora nem um pingo de porra, entendeu? Então não sei como você vai fazer, mas engole tudo ou eu arrebento sua mãe puta aqui, garota". Eu só acenava rápido com as mãos e a cabeça enquanto ainda esperneava. Nisso, ele tirou o pau e eu sentia que ia vomitar ou tossir, mas com medo de ele fazer alguma coisa, tentei me acalmar o máximo que pude e engoli tudo. Quase não conseguia enxergar, tinha muita baba no meu rosto, cobrindo meus olhos, e ele me proibiu de tentar me limpar.

Depois que engoli tudo, comecei a tossir. Me virei pra respirar melhor e, quando finalmente sentia o ar passando mais normal, ouvi ele dizer: "Muito bem, putinha, agora é a vez do papai". Só consegui falar: "Não, por favor, não consigo respirar, podemos fazer outra coisa?" E ele respondeu: "Claro que vamos fazer mais coisas, putinha, mas agora é hora de te alimentar", colocando o pau gordo e fedorento no meu rosto. "Abre, putinha, abre bem grande" e começou a meter o pau, mas como era muito grosso, sentia mais dificuldade pra entrar. Ele empurrava com mais força, então eu gemia cada vez mais alto. "Uff, putinha, como sua boca aperta meu pau, já quero sentir sua garganta" e nisso ele meteu de uma vez, deixando o peso cair sobre mim. Foi terrível, pesava muito, sentia o pau inteiro entrando na minha boca, sentia as bolas dele empurrando no meu rosto por causa da força que ele fazia. Com ele, não aguentei mais e me mexia pra todo lado tentando me soltar, mas não conseguia, era inútil. Nisso, ele tirou o pau da minha boca junto com muitos fluidos, baba e não sei o que mais escorria por todo o meu rosto, meu nariz estava todo entupido por causa disso, só conseguia respirar pela boca. Tô tentando tirar tudo da minha garganta pra conseguir respirar, quando sinto alguém pegar na minha cabeça de novo, e minha boca é violada de novo por um pedaço grosso de carne. Sentia que ia desmaiar até que ele tirou de novo e eu pude respirar depois de tossir todo o catarro e babas.

Não conseguia ver nada, minha cara tava toda coberta, os olhos cheios, o nariz também, o cabelo todo molhado.

Aí o Porco fala pra mim – “ufff, puta, quase gozei, adoro como sua garganta aperta quando você tenta engolir”. Nisso, sinto a boca de alguém na minha buceta, devia ser o Bacal, pensei. Ele começou a me lamber toda e enfiar os dedos, senti que fiquei com tesão de novo, sentia muito. Aí o Porco enfia de novo na minha boca, e enquanto metia na minha garganta, o Bacal me chupava, fazendo eu sentir muito prazer mesmo estando me afogando. Mesmo assim, já queria poder respirar, então lembrei do que o Porco falou sobre minha garganta, e com toda minha força tentei engolir e mexer a língua. Não passou nem uns segundos, ele tirou tudo da minha boca falando “uff, puta, você adora, né, puta, quase fez eu gozar”, e enfiou de novo. Então, dessa vez, assim que entrou, comecei a fazer os movimentos, e não deu nem dois segundos quando sinto ele apertar minha cabeça e começar a tirar e meter o pau com mais violência até enfiar tudo de uma vez, e senti os jatos de porra na minha garganta e descendo pro meu estômago. Fiquei muito feliz porque consegui fazer ele gozar mais rápido e acabar com aquilo.

Ele tirou o pau, e com ele saiu uma quantidade enorme de fluidos misturados que sujaram toda minha cara e cabelo de novo. Me virei de bruços tentando respirar, ouço os dois velhos rindo de mim e mal consigo ver eles tirando fotos e vídeo.

Aí o Bacal fala – “gostou, puta?” Eu ainda tentando engolir e respirar, quando sinto um tapa na bunda, e na hora... respondi, siii, adorei! E os dois riram.
Ele pegou na corrente do meu colar, deu dois puxões e falou – “vamos, putinha, de quatro no chão”, então desci da cama ainda sem enxergar nada. Nisso, sinto um puxão e sou arrastada pela corrente, então tive que andar de gatinhas. Quase não via nada, então seguia pra onde ele me puxava pela corrente. Ele me levou pro meu quarto, me passeou pela sala, pela cozinha, pelo segundo andar. Senti uma leve dor nos joelhos de tanto andar daquele jeito. Aí ele fala: “vamos ver, putinha, de pé”, e me puxou pela corrente, quase me fazendo cair por causa dos saltos. Nisso, sinto e vejo luz. O desgraçado tinha me levado pro quintal dos fundos pra dar uma volta. Eu falava: “não, por favor, não, alguém pode nos ver”, e eles só riam e diziam: “cala a boca, putinha, e anda”. Me levaram pelo quintal inteiro, dando uma volta completa no terreno. Eu tava morrendo de medo, porque meu muro é baixo e, se passasse um caminhão ou uma carreta, dava pra ver tudo lá atrás.
Já tínhamos dado a volta toda e estávamos quase entrando, porque eu já via a sombra da casa, quando ouvi alguém passar e buzinar feito um louco. Obviamente viu alguma coisa. Meu coração gelou e eu senti que queria morrer.

Entramos em casa e me deram algo pra me limpar. Me limpei e comecei a enxergar melhor, e vi os dois pelados na minha frente. Ficaram me fazendo perguntas se eu tinha gostado e coisas assim. Eu só balançava a cabeça. Nisso, olho o que usei pra me limpar e era uma camisola de renda com seda que era da minha mãe. Nunca tinha visto ela antes, e agora tava toda cheia de sêmen e mais fluidos meus.
Aí o Bacal fala: “Muito bem, putinha. Agora, enquanto a gente descansa pra te dar uma boa fodida como Deus manda, vamos comer o que você preparou, putinha. Mas antes quero que você faça uma coisa: vai no seu quarto e traz um caderno, putinha. Anda logo.”
Corri pro meu quarto e peguei meu caderno e minha caneta. Quando voltei, eles estavam sentados, prestes a comer, e ele me diz: Muito bem, Janice, senta aqui" — ele puxa uma cadeira na minha frente — "Muito bem, putinha, você vai escrever o que eu mandar."

"Sou Janice M... C... e sou uma putinha barata, só sirvo pra dar prazer pros homens e meus buracos são depósito de porra, valho menos que meus donos porque sou um ser inferior."

Escrevi a frase exatamente como ele mandou e o Bacal disse — "Agora, putinha, quero que você faça umas páginas com essa frase, até que fique gravada na sua mente idiota, então começa, eu te digo quando parar." Comecei a escrever a frase que pediram uma vez e outra, já tinha umas 4 folhas dos dois lados, minha mão já tava doendo quando ele fala — "Para, putinha, já entendeu o que você é?" E eu respondi num silêncio: "Siiim!" — "Muito bem, putinha, agora você vai escrever mais uma coisa."

"Estou totalmente sob o controle dos meus donos, quando transar, quando comer, que roupa devo usar, pra onde vou, toda a minha vida agora está sob o controle deles. Com as fotos e vídeos que eles têm, sou verdadeiramente propriedade deles, em corpo e alma."

Comecei de novo a escrever uma página atrás da outra, enquanto eles me olhavam fazendo isso e andavam ao meu redor, eu escrevia e via como os paus deles, a cada momento, ficavam duros e inchados de novo.

Quando terminei de escrever a mesma quantidade de páginas, eles me pegaram pela coleira, me levantaram da mesa, e me levaram de volta pro quarto dos meus pais. Me colocaram em pé na frente de um espelho grande que tem na parede do armário, colocaram minhas mãos nas molduras de madeira do espelho e diziam — "Se olha, Janice, você é uma putinha completa, olha como sua cara tá toda melada e como você fica linda de roupa de puta, não esquece o que escreveu, então me diz, pra que você serve no mundo?" Seguido de um tapa forte na minha bunda, e eu me contemplava inteira no meu reflexo, pensava: "Será que era verdade o que eles diziam? Será que é só pra isso que eu sirvo?" E começava a sentir aquele calor no meu corpo, minha respiração acelerava e meu coração batia cada vez mais forte. tentava falar, e respondi logo depois de uma segunda palmada na minha bunda.

E respondi: “só sirvo pra dar prazer, sou um depósito de porra”, ele só ria e me elogiava: “muito bem, putinha, então você quer que a gente te use, putinha?”. Só falei baixinho: “sim”. Nisso, sinto ele ajustar minha bucetinha, puxando ela um pouco pra trás e empurrando minhas costas com a mão pra baixo, pra deixar a raba mais empinada, e ele disse: “muito bem, putinha, aí vai”. Naquele momento, senti ele encaixar a ponta da pica grossa dele no meu cu, empurrando enquanto eu sentia uma dorzinha, e sem avisar, de uma só vez, ele meteu a pica grossa dele no meu cuzinho dolorido. Senti uma dor forte que quase me fez cair, mas ele me segurou. Eu pedia e implorava enquanto lágrimas escorriam pelo meu rosto: “não, por favor, piedade, tá doendo muito, tira seu pau, por favor, ahhh!”. Mas ele não disse nada, só me deu duas palmadas fortes na bunda, me pegou pelo pescoço e apertou, virando meu rosto o máximo que pude. Nisso, ele cuspiu na minha cara e espalhou tudo com a mão, depois pegou minha corrente e puxou com força pra trás enquanto começava a me comer.

Ele metia e tirava a pica do meu cu por completo pra depois enfiar de novo de uma vez, o que causava uma dor forte. Eu não aguentei e comecei a chorar, enquanto ele continuava no mesmo ritmo, mas depois de um tempo, a dor passou e comecei a sentir aquele calor e aquela sensação que faz a gente perder a cabeça. Ele continuava me comendo sem parar, só gemendo e fazendo uns barulhos estranhos. Nisso, ele começou a dar palmadas na minha bunda, uma atrás da outra sem parar. Quando deu a primeira, me assustei porque senti um calor no lugar da palmada, mas sem dor, e enquanto ele dava as seguintes, só me deixava mais excitada. Eu via ele levantar a mão e bater na minha bunda, mas não sentia incômodo, só arrepios pelo corpo todo.

Ele deve ter notado alguma coisa, porque disse: “você adora, né, Janice? Há pouco você chorava que nem uma menina, e olha agora, tá gemendo”. vadia, isso te excita vadia, você gosta que eu te trate assim? Eu tentando salvar um pouco de dignidade, falei – “não nãooo, tira ela toda por favor, tá me machucando, é um bruto”, mas a verdade é que meu corpo sentia que ia ter um orgasmo forte, e eu tentava disfarçar tudo que ele me fazia sentir.

Aí o maldito gordo de repente parou, mas mantendo o pau dentro de mim, me dizendo – “ahh você quer que eu pare vadia, então vou tirar ele”.

Nesse momento sinto o pau dele começando a recuar centímetro por centímetro dentro de mim.

Meu corpo e mente estavam cheios de pensamentos confusos e sensações que me deixavam perdida, e apesar de tudo que eu tinha sentido, naquela hora minha mente desligou e meu ser foi dominado pelo meu corpo e suas sensações.

Faltando só alguns centímetros pra ele sair completamente de mim, não aguentei mais e falei “NÃO!! Por favor não tira, continua me comendo”. Ele fala Porco – “assim que eu gosto vadia, que peça pau, mas se quer ele tem que pedir alto” e a verdade é que eu já não pensava, morria de vergonha mas mesmo assim comecei a falar – “por favor me come pelo meu cu” e ele falou Porco – “o que você disse vadia? não ouvi” me fazendo falar mais alto, ele repetiu a mesma coisa até eu gritar

– “POR FAVOR ME COME SENHOR, ME COME FORTE PELO MEU CU”

Porco – “me diz vadia quem eu sou, grita se quer pau” eu… “VOCÊ É MEU DONO E EU SOU SUA PUTINHA!” nisso senti ele meter o pau inteiro de novo e começar a me comer bem forte, enquanto pedia pra eu não calar a boca e continuar gritando, então comecei a gritar sem controle “SOU SUA PUTINHA… SOU SUA PUTINHA… AI SIM… VOCÊ É MEU DONO… VOCÊ É MEU DONO…” nisso sinto minhas pernas tremerem completamente, sentia que ia cair, e sinto minha buceta e meu cu se contraírem muito e solto jatos e jatos de líquido enquanto gozava, parecia que eu tava mijando ali parada enquanto me comiam, sentia que não conseguia me controlar, e bem nessa hora sinto jatos de Porra, eles me inundaram por dentro. Fiquei parada com o pau dele dentro de mim e, aos poucos, comecei a sentir ele murchar até sair.

Ainda nem tinha saído a porra toda do meu cu, quando o Bacal se coloca atrás de mim e, de uma estocada só, enfia o pauzão dele, me dando cãibras no corpo todo. Ele começou a meter rápido enquanto gemia e falava: "sua putinha, quase fez eu gozar só de te ver e ouvir", e deu dois tapas na minha bunda, me segurando pela cintura. Só consegui responder: "OBRIGADA, SENHOR, POR ME USAR COMO SUA PUTA". Não acreditei que tinha dito aquilo, mas na hora não controlava nada do meu corpo nem da minha mente. Foi tanta excitação por ter falado isso que tive outro orgasmo na hora, uma delícia, enquanto meu corpo tremia. O Bacal falou: "sua putinha, tá apertando mais ainda meu pau com esse cu, não aguento mais, engole tudo, sua puta de merda", e gozou tudo dentro do meu cuzinho.

Ele me puxa pela corrente e me levam pra sala, onde os dois sentam e falam: "Bom, putinha, você realmente fez a gente gozar hoje. Já viu como é uma puta? Só precisava de uns paus bons pra mostrar quem você é". Eu tava ajoelhada no chão na frente deles, enquanto o Bacal puxava minha corrente. "Agora, putinha, antes da gente ir, limpa bem nossos paus que você deixou todos sujos". Nisso, ele puxa minha coleira e aproxima meu rosto do pau dele, enfiando na minha boca. Começo a chupar ele todo até passar pro Cochino e fazer o mesmo. Quando eles mandam parar, falam que já era tarde, então vão embora. Eu, com muito esforço, me apresso pra limpar a casa toda e depois tomar um banho.

Já limpa e arrumada, sentei pra esperar meus pais, mas sentia minha bunda ainda bem aberta. Mesmo depois do banho e de ter me acalmado, sentia minha buceta ainda molhada. Me senti muito envergonhada por tudo que tinha dito, embora não me sentisse... todo culpado.

Por uns dias, tinha estado tudo tranquilo, a única coisa que me pediram foi continuar com minhas caligrafias, minha tarefa, diziam. Todo dia me davam uma frase nova pra eu aprender, já eram 6 dias que eu tinha que fazer isso e mandar fotos. Me faziam escrever coisas como:

“Devo servir a todos os homens, nasci pra ser usada como uma puta”

“Nunca devo derramar o gozo dos meus machos, devo engolir tudo e agradecer sempre”

“Sou Janice M… C… e adoro ser uma puta”

“Bacal e Cochino são meus machos, eles me tornaram mulher e puta, devo obedecê-los em tudo”

“Sou inferior aos homens e por isso devo servi-los sem reclamar, pra ser feliz preciso que um macho me cuide e me trate”

“Nunca devo dizer não pros meus machos, serei uma puta obediente, meus homens é que decidem, não eu, porque sou muito burra”

Era o que eu tinha feito nos meus tempos livres, ou às vezes na mesa com meus pais em casa, eles achavam que era minha tarefa, até me parabenizavam por ser tão estudiosa e repetiam que gostavam de me ver tão dedicada aos meus deveres. A verdade é que isso meio que causou algo em mim, foi como se me excitado um pouco, porque o que veio na minha mente quando ouvi “dedicação aos meus deveres” foi minha imagem na frente do espelho vestida de puta enquanto me comiam pela bunda. Só sorri e falei “ah, é que não tenho escolha” e dei uma risadinha.

No dia seguinte, tive que ficar em casa porque dessa vez eu realmente tinha uma prova cedo, às 9 da manhã, e meus pais não me esperaram e foram embora cedo como sempre. Depois que terminei minha prova e acabei com sucesso como sempre, óbvio hehehe, só nota 10 🙂 hehehe, fiquei vendo TV, passava e passava por todos os canais até que encontrei um desenho que gostei e comecei a assistir. De repente, ouvi baterem na porta de casa e a verdade é que me surpreendi. Serão eles? Mas hoje só me mandaram mensagem indicando o que escrever, pensei. Então decidi esperar um pouco pra ver se eles abriram a porta, nesse momento ouço eles dizerem –“abre gatinha sou seu avô vim te dar um abraço” (avô materno). Fiquei muito feliz em ouvir isso porque amo ele demais, então larguei meu celular e meu caderno no sofá da sala e corri pra porta pra vê-lo, abri e lá estava ele parado, abracei ele e dei um beijo de saudação na bochecha, ele me disse –“oi gatinha! Como você tá?, de manhã vi que seus pais saíram sem você e pensei, que porra vou mimar minha gatinha, vem comigo pra cidade preciso ver uns remédios pro gado e te compro uma coisa minha gatinha”. (gatinha é como ele me chama desde pequena)

Ah vô não sei, é que tenho dever de casa e preciso entregar antes do meio-dia, e era verdade em parte, porque tinha que terminar minhas caligrafias e mandar pra eles antes do meio-dia. Mas meu avô insistiu cada vez mais, ele não aceita um não como resposta, é muito teimoso. Nisso ele me diz, - “olha gatinha você complica tudo, manda esses professores sabichões pra puta que pariu, com certeza são um bando de babacas você já deve saber mais que eles” e eu só ri muito do jeito que meu avô fala, - “ah não vô como assim, tomara que saiba mais, mas vamos fazer uma coisa falta pouco, se quiser enquanto dirige eu continuo fazendo assim quando chegarmos já mandei, que acha? –“viu minha gatinha que tudo se pode nesse mundo, só falta a gente querer”. Sorri pra ele e falei pra ele esperar que ia me trocar de roupa, que enquanto isso veja o que quiser, que mude de canal, e ele disse –“ah gatinha pura caricatura você gosta, deixa aí pra eu ver o que você tanto assiste” ri disso e entrei no meu quarto pra me trocar e demorei um pouco acho que uns 30 min. decidindo o que vestir.

Saí do quarto e tinha escolhido uma calça jeans tipo mom jeans com partes desfiadas e uma blusa branca, quando saí vi meu avô meio nervoso por um momento e ele reagiu e me olha e diz -“Não não!! como é possível minha gatinha se vestir com esses trapos rasgados, que Eles não te compram calça boa, não? Tem que usar essas tudo rasgada e surrada, que é um vagabundo sem profissão ou o quê?" E eu só comecei a rir e tentei explicar pro meu avô que é assim mesmo, que é um estilo de calça, mas impossível ele entender.

Ele falou – "Dá cá, gatinha, vista uma roupa decente de uma moça bonita como você, ou não tem roupa pra gente passar e comprar algo? Como minha gatinha vai ficar sem roupa, porra?" Só ri e falei – "Tá bom, vô, não demoro, me espera." Meu avô respondeu – "Muito bem, gatinha, fica à vontade, e de qualquer jeito a gente passa pra comprar algo bonito pra você, pra jogar fora essas porcarias rasgadas, maldita juventude."

Depois de um tempo, resolvi vestir uma saia plissada, tipo colegial, de quadradinhos amarelos com branco e listras marrons, e uma blusa creme de manga comprida com os punhos do mesmo tecido da saia, já que era conjunto, uns tênis preto com sola branca pra ir confortável, e por baixo uma tanga branca. Fiquei muito bonita, me maquiei leve e natural e saí.

E meu avô falou – "Ahh, olha só, que diferença com essa roupa, você tá linda, minha gatinha, dá uma voltinha aí." E nisso eu dei uma volta – "Maravilhosa, minha gatinha, agora vamos embora pra chegar antes dos seus pais, senão você já sabe como sua mãe fica."

Estamos saindo de casa e meu avô me diz: "E você não esqueceu nada?" Eu não sabia do que ele tava falando, vi que tinha as chaves de casa e falei não, tá tudo certo. Ele diz – "Ah, de verdade, gatinha, onde é que você anda com a cabeça? Esqueceu seu caderno, você não tava chorando que tinha que mandar uma porra de tarefa pra esses putos professores?" Ahhh, siiiim, hahaha, que idiota. Já vou, vô. Desci da caminhonete e notei ele olhando pra minhas pernas, pra ser sincera já tinha sentido isso várias vezes, mas como é meu avô, achava muito fofo. Entrei, peguei meu caderno e meu celular que estavam juntos, saí e subi. Fui escrevendo e conversando com ele, meio afastada pra ele não ver as páginas que eu escrevia, e ele perguntava de vez em quando – "E O que tanto você escreve, minha gatinha?" eu – "Umas coisas que tenho que aprender, vô", vô – "Ah, muito bem, gatinha, aprenda tudo direitinho, porque é importante pra sua vida" e eu – "Sim, vô, claro, tento aprender tudo muito bem" enquanto dizia isso, não consegui evitar sentir um certo calor.

Quase antes de chegar, tirei as fotos e enviei bem na hora.

Fomos primeiro ver os compromissos do meu avô, descemos e uma grande loja de produtos agropecuários onde tinha muita gente, e todos ficavam me olhando de cima a baixo, foi uma sensação que antes me incomodava, apesar da minha mãe ter dito que era normal e um elogio ao meu físico, mas depois de tudo que tinha acontecido com aqueles velhos, estar ali no meio de tudo isso foi meio mórbido, sentia os olhares deles no meu corpo todo, mas me fazia sentir bem, senti que gostei mais dessa sensação do que antes.

"Olha, gatinha, cola em mim que aqui só tem urubu, é só ver carne boa que se alteram" ouvir essas palavras do meu avô me fez sentir estranha, nunca tinha me falado algo assim, foi uma sensação esquisita, daquelas que me confundem, mas tudo bem hahaha.

Depois de uns 40 minutos, um pouco mais, saímos daquela loja, e meu avô me disse: "Bom, pronto gatinha, vamos comprar umas coisas pra você, nada de porcaria quebrada" e eu respondi: "Não, vô, não precisa, não é necessário."

"Não, não, não, vamos", e ele ligou a caminhonete rumo a uma praça ou shopping grande que tem na cidade, entramos e passeamos por várias lojas, onde ele me comprou bastante roupa, inclusive muita dessa roupa era sugestão dele, mas me surpreendeu porque eram coisas lindas, coisas que eu mesma escolheria, minissaias, shorts curtos, tops, vestidos, até falei pro meu avô que ele tinha bom gosto com roupa feminina, e ele respondeu: "Ué, gatinha, como não vou saber o que fica bem numa moça gostosa?" e fez uma cara revirando os olhos como quem diz "que besteira você fala, é óbvio". Eu só Ri.
A gente continuava passando pela praça até que meu avô encontrou um amigo dele e ficou batendo papo no corredor da praça, enquanto eu fui andando na frente. Daí mais na frente vi uma loja de lingerie, e vi o vestido da Branca de Neve que ele me fez usar, e um monte de outras coisas, muitas calcinhas fio dental, baby doll, camisolas, robes. Eu ficava olhando tudo da parte de fora, do lado de vidro da loja.

Enquanto eu tava concentrada olhando, sinto uma mão pegando na minha cintura e viro, era meu avô. Fiquei meio sem graça dele me ver olhando aquela loja, não falei nada, só cumprimentei ele e falei "vamos", e continuei andando pra passar da loja. Nisso ele me diz: — "Aonde você vai, gatinha? Tava olhando essa loja, né? Quer alguma coisa?" E eu: "Não, não, não se preocupa, só tava olhando, nada mais." Nisso meu avô fala: — "Vem cá, gatinha, se tava olhando é porque gostou de alguma coisa, então vamos entrar, me ouviu?" E eu falei: "Ah não, vô, que vergonha, não se preocupa." Vô: — "Como assim 'não', gatinha? Já esqueceu que nunca deve dizer não? Então vamos entrar que eu decido, ok?" Soou bem estranho pra mim porque me lembrou uma das frases das tarefas que eu tinha escrito. Não sei, não tava segura, por um momento fiquei nervosa. Nisso meu avô repete: — "Ok, gatinha?" E eu respondi: — "Sim, vô, tá bem, como você quiser."

Entramos na loja, onde só tinha um vendedor, um senhor já velho, gordinho, bem baixinho, que parecia bem atencioso. Meu avô se aproximou dele, cumprimentou, depois voltou pra mim e falou: — "Muito bem, gatinha, escolhe o que quiser usar ou quer que eu escolha por você?" Fiquei pensando, tava muito nervosa com o que tava rolando. E como fiquei pensando por um minuto, ouço ele falar pro vendedor: — "Ah, minha gatinha já se perdeu, é que ela é do tipo que precisa que alguém decida por ela, é uma bobinha que precisa que os homens tomem as decisões, né, gatinha?"

Eu me senti meio estranha com o que meu avô tava dizendo, aí... que só sorri sem graça e disse que sim.

Meu avô e o vendedor começaram a conversar e mostrar as roupas, eu, por minha vez, fiquei olhando as roupas penduradas enquanto pensava: o que ele disse tinha que ser o que eu escrevi. Fiquei pensando: como é que ele leu? Eu escrevia longe dele, além disso, ele estava dirigindo. Nisso, lembrei que deixei ele sozinho na sala vendo TV, e tinha deixado no sofá meu celular junto com o caderno. Por isso ele estava nervoso quando saí na primeira vez. — "Ah, não!!!" Pensei: isso é um caos, com certeza leu tudo e viu meu celular. Agora vai contar pros meus pais, com certeza só tá sendo bonzinho porque sabe que depois meus pais vão me arrebentar, e depois esses caras vão subir tudo quando meus pais me mandarem embora. Sentia que ia morrer logo.

Mas também pensava: talvez não, só estava paranoica. Mesmo que tenha deixado ele uns 40 minutos sozinho com minhas coisas, não acho que ele tenha visto nada. Deve ser que ele só está sendo legal como sempre, só que nunca tínhamos comprado roupas juntos, por isso não conhecia esse lado dele. É isso, deve ser isso, pensava.

Depois de um tempinho, meu avô me chamou. Ele tinha um monte de roupas: me mostrou muitas calcinhas fio dental, todas com aquelas perolinhas no meio, umas calcinhas cavadas, meias, cintas-liga, roupas que pareciam fios cruzados como se a pessoa estivesse amarrada do corpo inteiro, umas meias, mas era tipo um body de manga comprida, entrava meu corpo inteiro naquela roupa e tinha uma abertura embaixo na minha buceta e na minha bundinha, todo o resto estava coberto por aquela meia de rede, e umas fantasias de colegial, que praticamente era uma fio dental com uma bordinha que parecia uma minissaia, e um sutiã bem pequenininho. Uma de enfermeira, que era uma minissaia pequena, umas pulseiras, a touca e o sutiã. Uma fantasia de Sailor Mars que adorei ver, e mais coisinhas.

Meu avô me diz: — "Olha, gatinha, com essas você vai ficar gostosa, é o que você via, não é?"

Nisso, o vendedor me diz: — "Sim, senhorita, vai ficar linda com isso, vai deixar seu namorado louco, já vai ver, ou duvida disso?" dizendo isso. apontando pro meu avô, eu fiquei surpresa e até dei uma risadinha, e quando ia falar "não, é meu avô", fui interrompida por ele se aproximando de mim e falando bem baixinho: — "ai minha gatinha, já não lembra da sua tarefa, que memória ruim, lembra que você tem que servir e obedecer sem reclamar, gatinha, além disso você tava muito gostosa com a da Branca de Neve, eu também quero te ver com uma, eu que sou da sua família não posso, mas dois estranhos podem, isso não é justo, o que você acha que seus pais vão achar?"

Eu fiquei chocada! Me senti gelada, só pensei: "ELE SABE"

— "Então minha gatinha, não vai responder pro vendedor?"

Reagi e já não pensava mais, tava meio ausente, sentia medo e preocupação do que ele podia contar pros meus pais, pensava: ele é meu avô, claro que vai me dedurar pelo que me viu fazer no caderno e pelas fotos e coisas que viu no meu celular. Com certeza quer me dar uma lição, por isso tá falando tudo isso.

Tudo isso passou pela minha cabeça em segundos, talvez até mais coisas, mas é isso que lembro.

Então automaticamente respondi, sem pensar: — "não, não, acho que ele vai gostar sim, o que você acha?" não sei por que falei isso, não entendo o motivo. Mas já tinha dito.

Aí o vendedor respondeu na hora: — "uff com todo respeito, acho que ela vai adorar"

E meu avô falou: — "sim, é isso, já quero ver, por favor leva tudo"

E eu falei de novo: — "mas é muito, e se não servir, melhor não levar tudo, além disso como é roupa íntima não dá pra devolver". Nisso meu avô ficou pensando, mas foi interrompido em segundos pelo vendedor, que disse: — "vem cá, senhor", levando meu avô pra um canto da loja.

Aí meu avô e o vendedor voltaram, e ele me disse: — "olha gatinha, o vendedor vai nos ajudar com isso, ele disse que como você caiu bem pra ele, vai deixar você provar tudo nos fundos do depósito dele, lá tem um quartinho com banheiro, você pode vestir tudo lá, que bom que você falou"

Eu só Pensava: pra que eu ia falar?

Aí meu avô me disse: "vem". Me levaram pro quarto nos fundos e me mostraram o banheiro. Entrei pra me trocar, tava toda nervosa, então coloquei o traje que era inteiro, parecia meia de rede. Quando saí, não tinha ninguém, o que achei estranho. Nisso, cumprimentei e me disseram: "já vamos, espera".

Demoraram uns minutos até eu ouvir que estavam se aproximando. Tava muito nervosa vestida assim, mas criei coragem e me levantei.

Nisso, meu avô entra primeiro e vem até mim, e diz: — "Ah, minha gatinha, como você tá linda assim, sempre te imaginei assim, não sabe quanta porra eu já gozei pensando em você. Olha minha gatinha linda, já vi o que esses putos fazem com você, e agora vai me obedecer também, entendido? Não acho que você queira que seus pais descubram o que essa porquinha viciada faz, né?"

Eu disse que não, com a cabeça. — "Muito bem, minha gatinha slut. Queria comer essa sua bunda desde que li o que você escrevia. Quem diria que você é uma putinha? Bom, não me surpreende. Enfim, acho que vou ter que esperar um pouco, porque o degenerado da loja me ofereceu uma grana pra deixar ele usar a minha putinha, e a verdade é que me excita muito ver você de puta na minha frente. Então vai se comportar, sua vadiazinha, ou já sabe que eu não brinco em serviço, entendido, minha gatinha?"

Eu tava assustada e confusa, não sabia o que dizer. Meu corpo tava cheio de adrenalina, e as palavras do meu avô tinham um efeito dentro de mim. Só conseguia pensar que um estranho ia me comer na frente do meu avô.

Nisso, meu avô diz: "Pode entrar, minha putinha vai se comportar bem. É toda sua."

Aí vejo o velho da loja entrar. A cara amigável dele tinha mudado, agora tinha cara de louco, com a língua pra fora, e não parava de me olhar de cima a baixo.

Meu avô sentou, e o velho chegou onde eu tava parada. Me pegou pelo cabelo e começou a me beijar de um jeito desesperado, enfiava a língua, mordia meus lábios, me enchia de baba o rosto todo.

Enquanto isso, as duas mãos dele colocava sobre... Minhas nádegas, que eu apertava e separava, nisso sinto ele baixar a calça enquanto continua me beijando, sinto o pau duro dele batendo na minha barriga. Ele para de me beijar e fala –“vai, putinha, mostra pro teu namorado como você chupa o pau de um estranho”. Ele me empurrou pra baixo, eu tava com o pau dele na cara, era o 4º pau que meus olhos viam, tava envergonhada, olhava pro meu avô que tava sentado se masturbando, com o pau na mão. Aí o cara da loja pega o pau dele e encaixa na minha boca, empurrando tudo pra dentro, enquanto me dizia –“olha, putinha, como ele gosta que um estranho te use, seu pedaço de vagabunda. Desde que você entrou na minha loja, não sei como, mas sabia que ia acabar com meu pau dentro. Dá pra ver que é puta de longe, com uma mini saia rebolando a bunda pra todos os homens da praça. Então aqui tá o que você procurava”, enquanto metia e tirava o pau da minha garganta rápido.

Depois me deito sobre uma mesa e com as mãos ele separa minhas nádegas, e começa a lamber meu cuzinho, lambia em volta, e enfiava a língua, isso começou a fazer saírem gemidos de mim –“ahhh... ahhhh”

Depois de lamber meu cuzinho por um bom tempo, ele me fala “Você gosta, putinha, parece que é uma puta mesmo, essa bunda que você tem tem gosto de glória, a melhor bunda que já comi”.

“Obrigada” eu falei

“Muito bem, putinha, agora adivinha o que vem a seguir, putinha” e eu pensando na minha mente, dizia “será que todos os homens gostam de comer cu ou só eles gostam de me comer por lá?”

Então eu falei, “não sei, o que vai fazer” e ele responde “vou arrebentar esse cu, putinha, agora sim o que tanto quero, putinha”

Nisso sinto ele começar a enfiar no meu cu devagar, enquanto geme ao sentir meu cuzinho no pau dele, começa a me chamar de putinha bem apertada, que meu cu é incrível, e assim até conseguir enfiar tudo. Começa a se mover com força, batendo a barriga nas minhas nádegas, eu abro os olhos e vejo meu avô com a calça arriada, uma mão no pau e a outra no celular gravando. Me sentia estranhamente excitada, só pensava que meu avô tinha recebido dinheiro pra um estranho me comer, tava sendo paga por sexo, me venderam como uma puta, me senti muito humilhada, quanto mais pensava nisso, mais molhada eu ficava.

Nisso o vendedor recebe uma ligação e me fala: — “Cala a boca, puta, nem um ruído, entendido?” E aí atende: — “Oi, meu amor, sim, claro, não esqueci, passo pra comprar, claro que te amo, ahhh é que tô carregando mercadoria, por isso tô ofegante, não se preocupa, beijos.”

Durante toda a conversa de uns 5 minutos, não parou nem por um segundo de me foder, eu usava uma das mãos pra evitar fazer barulho, aí ele me fala: — “Hoje, bem putinha, vamos acabar rápido, tenho um compromisso.” Nisso tira o pau do meu cu e me fala: — “Vai, puta, ajoelha.” E começa a dar duas, três punhetas no pau dele e nisso sinto jorros e jorros de porra na minha cara, tive que fechar os olhos de tanto que saiu, ele gemia e me dizia: — “Toma isso, sua maldita puta, adora porra, né, rabuda? Então toma na cara toda, puta, toma, vadia.”

Tava toda lambuzada, sentia escorrendo pelas minhas bochechas até o peito e pelos meus lábios até os cantos da boca, nisso escuto ele falar: — “Já não aguentei mais, minha gatinha, toma a porra do papai.” E sinto outra quantidade enorme de sêmen na minha cara e na minha boca, porque eu tava com ela aberta pra respirar, já que meu nariz tava entupido de porra, sentia a porra quentinha no meu rosto, escorrendo por todo lado, e duas descargas fortes na minha boca. Nisso sinto uns dedos limpando minha cara e me dando de comer a porra que eles juntavam, arrastaram tudo até minha boca.

Consegui abrir os olhos, tava completamente lambuzada, aí me deram um guardanapo pequeno pra me limpar, meu corpo e a lingerie tavam cheios de porra. Levantei pra ir ao banheiro, mas meu avô me falou: — “Não, minha gatinha, já é tarde, veste a roupa por cima do body e vamos embora, todo mundo já tem que ir.” E eu: — “Posso ir lavar o rosto?” Vô: — “Não, não, você já se limpou com O guardanapo é suficiente, coloca sua saia e a blusa, a calcinha fio dental não, essa eu vou levar" — pegando e guardando no bolso da calça dele.

Eu me vesti, sentia que cheirava muito a porra, e tinha o rosto como se algo babado tivesse secado em cima, parecia estranho e estava estranho. Coloquei minha saia e fiquei com a buceta de fora, já que o body estava aberto ali, vesti a blusa e arrumei o cabelo.

Nisso, escuto o cara da loja falando pro meu avô: "Perfeito, da próxima vez preciso dela por mais tempo, dá pra ser 24 horas?"

"Isso depende se você tem grana, porque minha puta é única, você não vai achar uma raba melhor, e tá com sorte que eu gosto de compartilhar, já sabe, por um bom preço."

Aí os dois trocaram número, e o cara veio na minha direção e me disse: "Então, putinha, vamos nos divertir mais na próxima vez, vou preparar muitos jogos pra gente se divertir. Ah, sim, quase esqueci, toma" — e me deu a sacola com o resto da roupa que eu nem tinha experimentado.

Saímos da loja, meu avô estava com uma cara de prazer, vendo como os homens me olhavam, e eu morria de vergonha. Nisso ele me diz: "Vem cá, gatinha, vamos subir, quero ver uma coisa" e caminha em direção à escada rolante. Ele manda: "Sobe". Subi e vi de lado como todos os homens viravam pra me olhar, vendo por baixo da minha minissaia. Todos podiam ver que eu não tava de calcinha, sentia muitos olhares. Lá em cima, ele disse: "Vamos dar uma volta, não era aqui". Então andei por toda a beirada do parapeito de vidro do segundo andar e via como todos lá embaixo viravam pra cima pra me ver. Depois de uma volta pela praça inteira, descemos e saímos em direção à caminhonete.
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6 comentários - Chantajeada após roubo em casa 6

Kaos566 +1
Eso le encanta que la usen castiguen y descarguen toda la leche adentro de sus hoyitos
jejejeje obviii jejee
Muy buen relato, continuarás subiendo más?. Acompañarlos con las fotos que ellos te han tomado
pues aun no termino varios que he dejado a la mitad, espero pronto
@Janice____yanis espero pronto continúes compartiendo tus relatos e ilustrandolos
No pues así como estas asta yo me apunto a chantajearte mi gatita .....