Era domingo de manhã, bem cedinho. Ainda estávamos na cama e meu marido já não conseguia dormir, tava inquieto. Eu quis aproveitar a situação porque adoro sexo pela manhã. Então fui me encostando pra deixar minha bunda ao alcance dele, me esfregava nele, mas parecia que ele não sacava a minha intenção.
Levantou e tomou um banho. Eu na cama tava toda excitada e enquanto esperava por ele, me estimulava com os dedinhos, me despi e fiquei esperando fazendo de conta que tava dormindo. Quando ouvi ele entrar no quarto, senti a mão dele nas minhas costas e o fogo que eu tinha dentro de mim se acendeu ainda mais. Mais ainda quando ele me beijou na bochecha e sussurrou no meu ouvido perguntando se eu acordava, porque ele tinha um plano pra nós dois. Respondi feito a gatinha dele, com um ronronar. Mas o plano dele era eu levantar pra passar o dia no clube.
Tava pegando fogo, mas fui tomar um banho que, longe de me acalmar, só me fez fantasiar que ele entrava e me comia debaixo d'água. Mas, de novo, tive que ficar na vontade. Pelo contrário, ele me apressava pra gente chegar bem cedinho. Ele tava na correria pra garantir lugar na churrasqueira do clube antes que os outros chegassem. Mal deu tempo de vestir o biquíni e uma saia curtinha. Na saída do bairro, meu marido conhecia uma padaria onde toda manhã via os operários comprando pela porta dos fundos, antes de abrir o comércio.
Então o carro parou, mas não dava pra estacionar porque não era permitido naquela avenida. Aí ele me mandou comprar o pão e umas coisinhas mais. Primeiro, não acreditei, morri de vergonha de descer antes das oito da manhã quase de biquíni pra comprar o pão.
Fui até a porta que ele me indicou, bati e fui atendida por um funcionário todo vestido de branco. Expliquei a situação, mas ainda não tinham terminado de assar. Então ele disse que, se eu quisesse, podia esperar uns vinte minutos ou voltar mais tarde. Pedi se podia entrar e esperar lá dentro, já que não me sentia à vontade na rua com essa roupa. Ele hesitou por uns segundos, mas sorriu, balançou a cabeça e me deixou entrar.
Enquanto isso, mandava uma mensagem pro meu marido avisando do atraso, levantei a vista e percebi que o funcionário tava de olho nas minhas tetas. Ele tentou disfarçar e puxou conversa. Perguntei sobre o processo do pão e ele gentilmente se ofereceu pra me mostrar a instalação. Mas era constante notar que, mesmo parecendo querer disfarçar, era impossível não ver que os olhos dele sempre acabavam nas minhas tetas. E como eu também já tava meio quente desde cedo, entrei na onda e adorei provocar ele um pouquinho. Então, quando pegava ele me olhando, respondia com um sorrisinho safado.
Quando meu marido recebeu minha mensagem, me ligou pra perguntar quanto tempo eu ia demorar. Enquanto falava com ele, sem querer sujei um pouco o braço com farinha, aí o padeiro me ofereceu um pano pra me limpar.
Achei um gesto bonito, mas além disso, estendi o braço e ele me limpou. E aquele contato me acendeu de novo, e ele também. Quase como um reflexo, me sacudi com a mão entre os peitos e na hora o garoto aproveitou a chance pra fingir que tava me limpando. Foi impossível disfarçar o que tava rolando comigo, meus bicos denunciaram o quanto eu tinha gostado… claramente se destacaram, e o olhar safado do garoto só aumentava a cada minuto.
Peguei um pouco de creme de confeiteiro de um pote que estava em cima da mesa, enquanto pendurava meu marido e explicava que ele teria que esperar mais alguns minutos porque o forno estava muito quente. Enfiei um dedo no creme e chupei devagar, minha língua e o olhar firme do garoto percorrendo meu dedo. E com a outra mão, passei um pouco de creme nos meus peitos.
Quando o garoto quis limpar elas, tirei o pano e ele continuou com as mãos, mas foram só uns segundos. Ele tava me limpando com a língua, aí colaborei, puxei meu sutiã pra baixo e passei mais creme nos meus peitos, especialmente nos bicos. Isso foi muito *tasty*, amei ele chupar minhas tetas. Daí, ele quis descer, beijando minha barriga, e mesmo eu morrendo de vontade de deixar ele continuar, levantei ele, a gente se beijou de boca aberta e eu virei de costas pra ele me apertar contra a mesa. Foi aí que senti como tava a hombridade dele, firme e dura!
Aquele momento despertou tudo o que ainda estava adormecido e reprimido, não sobrou limite. A paixão não reconhecida na minha cama foi aproveitada por um humilde funcionário de padaria que estava me fazendo sentir muito satisfeita. Nós nos devorávamos apaixonadamente a boca, as mãos dele já tinham tomado conta das minhas tetas e o pau dele apoiado na minha bunda pra provocar toda a minha fantasia. Assim como acho que também acontecia com ele.
Subiu minha saia até a cintura, tirou o pau dele da calça, encostou bem em mim como se quisesse que eu apreciasse, justamente porque me pegou de surpresa. Cada coisa que ele fazia mantinha o fogo longe de se apagar, bem aceso. E o tamanho daquele membro virou o motivo da fantasia do momento. Como se eu não acreditasse e achasse que a euforia estava me enganando, desci a mão para acariciar, não foi suficiente, então me abaixei com a intenção de chupar um pouco, provando aquela porra de prazer. Agora, com todos os meus sentidos, pude confirmar que não era um sonho. Era impossível colocar tudo aquilo na minha boca, mas eu queria e sentia uma puta curiosidade, um desejo, de saber de uma vez como seria aquilo que tantas vezes imaginei. E enquanto chupava, literalmente minha boca enchia d'água, mas quis aproveitar bem aquela oportunidade e deixar ele bem duro e lubrificado pra meter em mim. Minha buceta desejava aquele pau, e era como se mandasse sinais pra minha cabeça pra não perder mais tempo e partir pro próximo nível.
Bem na hora em que eu subia na beirada da mesa com as pernas abertas esperando ele terminar de baixar a calça, meu celular toca de novo e, claro, era meu marido, impaciente com a espera, me avisando que ia comprar o resto das coisas que a gente precisava pro clube e que, se demorasse mais alguns minutos, era pra ter paciência. Disfarcei como pude, porque aproveitando a situação, o garoto já tinha puxado meu biquíni e tava devorando minha buceta bem molhada, enquanto eu tentava explicar pro meu marido que não tinha problema, que tinham que esquentar bem o forno e que iam abrir ele agora, e que o processo todo ia levar mais uns minutos — por isso que eu tava tão ofegante.
Você não imagina como esse homem esquentou o forno! – expliquei pra ela...
Tudo isso aconteceu quando, suavemente, ela me puxou pra perto e deixou que eu fosse quem colocasse pra dentro. Com certeza ela sabia bem da ferramenta que tava usando. Me pendurei no pescoço dela e, aos poucos, fui engolindo até que uma boa parte já tava lá dentro. Aí me deitei na mesa e me entreguei toda pra que ela me fizesse dela. Foi maravilhoso, eu tava tão excitada que não precisei de outro lubrificante além do meu próprio, e foi isso que me deixou pronta pra me abrir mais do que o normal. Senti que ela me encheu, mas ao mesmo tempo me enchia de prazer. E quando ela tomou o controle e começou a meter mais fundo, perdi toda a noção da realidade, e como se fosse uma fantasia, não controlei mais minhas ações. Era como se eu só me concentrasse em gozar aquele pau. Senti várias vezes que gozava e não segurei nenhum dos gemidos. Chupei com toda a vontade, além daquela sensação maravilhosa de satisfação e prazer. Ficamos assim por uns minutos, onde cada estocada que ela me dava me esquentava mais e mais a cada investida. Eu podia sentir como o pau dela penetrava cada centímetro e me deixava louca, desejando que ela me enchesse.
Quando ela parecia estar no auge do tesão, porque tava me comendo com muita vontade, ele tirou a rola de dentro de mim e me guiou pra descer da mesa. Me virou de costas e, quando eu me abaixava pra ele meter por trás, ele gentilmente me fez descer e tirou a tanguinha do biquíni, aproveitando o momento pra abrir minha bunda e lamber tudo. Até me deu o gostinho de sentir a língua dele no meu cu. Mas isso foi só por uns segundos, logo ele se levantou atrás de mim e, de uma vez, enfiou toda a carne dele em mim. Foram umas metidas assim até que ele tirou a pica e nas minhas costas senti ele derramando o leitinho quente, e quando gozou, terminou se encostando em mim. A gente riu junto por um momento, mas com o ato já consumado, tentei me limpar o máximo que pude da farinha que tinha no corpo, e ele principalmente me ajudou com o gozo nas minhas costas. Me vesti, ele me deu um saco de pão e outros doces. A gente se beijou de novo na boca e eu fui pra porta, bem na hora que meu marido chegava.
Levantou e tomou um banho. Eu na cama tava toda excitada e enquanto esperava por ele, me estimulava com os dedinhos, me despi e fiquei esperando fazendo de conta que tava dormindo. Quando ouvi ele entrar no quarto, senti a mão dele nas minhas costas e o fogo que eu tinha dentro de mim se acendeu ainda mais. Mais ainda quando ele me beijou na bochecha e sussurrou no meu ouvido perguntando se eu acordava, porque ele tinha um plano pra nós dois. Respondi feito a gatinha dele, com um ronronar. Mas o plano dele era eu levantar pra passar o dia no clube.
Tava pegando fogo, mas fui tomar um banho que, longe de me acalmar, só me fez fantasiar que ele entrava e me comia debaixo d'água. Mas, de novo, tive que ficar na vontade. Pelo contrário, ele me apressava pra gente chegar bem cedinho. Ele tava na correria pra garantir lugar na churrasqueira do clube antes que os outros chegassem. Mal deu tempo de vestir o biquíni e uma saia curtinha. Na saída do bairro, meu marido conhecia uma padaria onde toda manhã via os operários comprando pela porta dos fundos, antes de abrir o comércio.
Então o carro parou, mas não dava pra estacionar porque não era permitido naquela avenida. Aí ele me mandou comprar o pão e umas coisinhas mais. Primeiro, não acreditei, morri de vergonha de descer antes das oito da manhã quase de biquíni pra comprar o pão.
Fui até a porta que ele me indicou, bati e fui atendida por um funcionário todo vestido de branco. Expliquei a situação, mas ainda não tinham terminado de assar. Então ele disse que, se eu quisesse, podia esperar uns vinte minutos ou voltar mais tarde. Pedi se podia entrar e esperar lá dentro, já que não me sentia à vontade na rua com essa roupa. Ele hesitou por uns segundos, mas sorriu, balançou a cabeça e me deixou entrar.
Enquanto isso, mandava uma mensagem pro meu marido avisando do atraso, levantei a vista e percebi que o funcionário tava de olho nas minhas tetas. Ele tentou disfarçar e puxou conversa. Perguntei sobre o processo do pão e ele gentilmente se ofereceu pra me mostrar a instalação. Mas era constante notar que, mesmo parecendo querer disfarçar, era impossível não ver que os olhos dele sempre acabavam nas minhas tetas. E como eu também já tava meio quente desde cedo, entrei na onda e adorei provocar ele um pouquinho. Então, quando pegava ele me olhando, respondia com um sorrisinho safado.
Quando meu marido recebeu minha mensagem, me ligou pra perguntar quanto tempo eu ia demorar. Enquanto falava com ele, sem querer sujei um pouco o braço com farinha, aí o padeiro me ofereceu um pano pra me limpar.
Achei um gesto bonito, mas além disso, estendi o braço e ele me limpou. E aquele contato me acendeu de novo, e ele também. Quase como um reflexo, me sacudi com a mão entre os peitos e na hora o garoto aproveitou a chance pra fingir que tava me limpando. Foi impossível disfarçar o que tava rolando comigo, meus bicos denunciaram o quanto eu tinha gostado… claramente se destacaram, e o olhar safado do garoto só aumentava a cada minuto.
Peguei um pouco de creme de confeiteiro de um pote que estava em cima da mesa, enquanto pendurava meu marido e explicava que ele teria que esperar mais alguns minutos porque o forno estava muito quente. Enfiei um dedo no creme e chupei devagar, minha língua e o olhar firme do garoto percorrendo meu dedo. E com a outra mão, passei um pouco de creme nos meus peitos.
Quando o garoto quis limpar elas, tirei o pano e ele continuou com as mãos, mas foram só uns segundos. Ele tava me limpando com a língua, aí colaborei, puxei meu sutiã pra baixo e passei mais creme nos meus peitos, especialmente nos bicos. Isso foi muito *tasty*, amei ele chupar minhas tetas. Daí, ele quis descer, beijando minha barriga, e mesmo eu morrendo de vontade de deixar ele continuar, levantei ele, a gente se beijou de boca aberta e eu virei de costas pra ele me apertar contra a mesa. Foi aí que senti como tava a hombridade dele, firme e dura!
Aquele momento despertou tudo o que ainda estava adormecido e reprimido, não sobrou limite. A paixão não reconhecida na minha cama foi aproveitada por um humilde funcionário de padaria que estava me fazendo sentir muito satisfeita. Nós nos devorávamos apaixonadamente a boca, as mãos dele já tinham tomado conta das minhas tetas e o pau dele apoiado na minha bunda pra provocar toda a minha fantasia. Assim como acho que também acontecia com ele.
Subiu minha saia até a cintura, tirou o pau dele da calça, encostou bem em mim como se quisesse que eu apreciasse, justamente porque me pegou de surpresa. Cada coisa que ele fazia mantinha o fogo longe de se apagar, bem aceso. E o tamanho daquele membro virou o motivo da fantasia do momento. Como se eu não acreditasse e achasse que a euforia estava me enganando, desci a mão para acariciar, não foi suficiente, então me abaixei com a intenção de chupar um pouco, provando aquela porra de prazer. Agora, com todos os meus sentidos, pude confirmar que não era um sonho. Era impossível colocar tudo aquilo na minha boca, mas eu queria e sentia uma puta curiosidade, um desejo, de saber de uma vez como seria aquilo que tantas vezes imaginei. E enquanto chupava, literalmente minha boca enchia d'água, mas quis aproveitar bem aquela oportunidade e deixar ele bem duro e lubrificado pra meter em mim. Minha buceta desejava aquele pau, e era como se mandasse sinais pra minha cabeça pra não perder mais tempo e partir pro próximo nível.
Bem na hora em que eu subia na beirada da mesa com as pernas abertas esperando ele terminar de baixar a calça, meu celular toca de novo e, claro, era meu marido, impaciente com a espera, me avisando que ia comprar o resto das coisas que a gente precisava pro clube e que, se demorasse mais alguns minutos, era pra ter paciência. Disfarcei como pude, porque aproveitando a situação, o garoto já tinha puxado meu biquíni e tava devorando minha buceta bem molhada, enquanto eu tentava explicar pro meu marido que não tinha problema, que tinham que esquentar bem o forno e que iam abrir ele agora, e que o processo todo ia levar mais uns minutos — por isso que eu tava tão ofegante.
Você não imagina como esse homem esquentou o forno! – expliquei pra ela...
Tudo isso aconteceu quando, suavemente, ela me puxou pra perto e deixou que eu fosse quem colocasse pra dentro. Com certeza ela sabia bem da ferramenta que tava usando. Me pendurei no pescoço dela e, aos poucos, fui engolindo até que uma boa parte já tava lá dentro. Aí me deitei na mesa e me entreguei toda pra que ela me fizesse dela. Foi maravilhoso, eu tava tão excitada que não precisei de outro lubrificante além do meu próprio, e foi isso que me deixou pronta pra me abrir mais do que o normal. Senti que ela me encheu, mas ao mesmo tempo me enchia de prazer. E quando ela tomou o controle e começou a meter mais fundo, perdi toda a noção da realidade, e como se fosse uma fantasia, não controlei mais minhas ações. Era como se eu só me concentrasse em gozar aquele pau. Senti várias vezes que gozava e não segurei nenhum dos gemidos. Chupei com toda a vontade, além daquela sensação maravilhosa de satisfação e prazer. Ficamos assim por uns minutos, onde cada estocada que ela me dava me esquentava mais e mais a cada investida. Eu podia sentir como o pau dela penetrava cada centímetro e me deixava louca, desejando que ela me enchesse.
Quando ela parecia estar no auge do tesão, porque tava me comendo com muita vontade, ele tirou a rola de dentro de mim e me guiou pra descer da mesa. Me virou de costas e, quando eu me abaixava pra ele meter por trás, ele gentilmente me fez descer e tirou a tanguinha do biquíni, aproveitando o momento pra abrir minha bunda e lamber tudo. Até me deu o gostinho de sentir a língua dele no meu cu. Mas isso foi só por uns segundos, logo ele se levantou atrás de mim e, de uma vez, enfiou toda a carne dele em mim. Foram umas metidas assim até que ele tirou a pica e nas minhas costas senti ele derramando o leitinho quente, e quando gozou, terminou se encostando em mim. A gente riu junto por um momento, mas com o ato já consumado, tentei me limpar o máximo que pude da farinha que tinha no corpo, e ele principalmente me ajudou com o gozo nas minhas costas. Me vesti, ele me deu um saco de pão e outros doces. A gente se beijou de novo na boca e eu fui pra porta, bem na hora que meu marido chegava.
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