PARTE 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5783566/El-despertar-sexual-de-mi-novia---PARTE-1.htmlContinuando como foi o despertar sexual da minha namorada:
Depois do nosso primeiro encontro, fiquei muito excitado e louco pra aproveitar o corpo da minha mina. Foi aí que comecei a planejar algo legal pra que acontecesse o grande momento em que ela aceitasse me entregar a virgindade dela. Então arrumei tudo direitinho e propus que a gente fosse viajar por uns dias pra uma praia bem perto da cidade onde a gente mora.
A ideia de ir pra uma praia tranquila tinha surgido durante uma das nossas conversas mais íntimas. Eu tinha visto como a natureza, a solidão e a promessa de tempo juntos tinham afastado as dúvidas dela. No começo, ela hesitou, me perguntando se não seria estranho a gente conviver junto e ficar pelado num lugar público. Mas minha insistência de que seria um refúgio particular, um oásis só pra nós, acabou convencendo ela.
A viagem foi um desfile de momentos íntimos e cheios de desejo. Desde que saímos da cidade, o clima entre a gente tava elétrico. Ela tava usando uma saia leve que balançava a cada movimento, e eu não conseguia evitar notar como ela deixava minha mão deslizar pela perna dela, acariciando a pele macia até chegar na beira do proibido. Cada vez que meus dedos roçavam a buceta dela, quente e tentadora por baixo do tecido, ela fazia uma caretinha de prazer, mas não tirava minha mão. Pelo contrário, abria um pouco as pernas pra facilitar minha exploração, embora os olhos dela ainda mostrassem uma mistura de tesão e nervosismo.
Numa das paradas no caminho, nossos beijos passaram de apaixonados pra algo mais profundo. Puxei ela pra perto de mim, e minha mão foi direto na curva da bunda dela, que me fascinava tanto. Com cuidado, mas também com firmeza, apertei, sentindo como as nádegas dela se encaixavam na minha mão como se fossem feitas pra isso. feitas para mim. Ela ofegava contra minha boca, as mãos dela procurando o botão do cinto da minha calça, como se quisesse libertar algo que ambos sabíamos que estava ali, latente e ansioso.
Quando chegamos ao apartamento que tínhamos alugado, a sensação de intimidade só aumentou. O lugar era perfeito: um quarto amplo com uma cama grande e uma vista espetacular para o mar. A solidão daquele espaço nos envolveu como um cobertor, e quando sugeri um banho juntos, senti que a ideia causava um certo desconforto nela, mas também excitação.
"Você tem certeza?" perguntei, vendo como os olhos dela se moviam para a porta do chuveiro.
"Acho... acho que sim," respondeu, embora a voz dela tremesse um pouco.
Antes que ela pudesse dizer mais, tirei minha roupa com naturalidade e entrei no chuveiro, esperando que meu exemplo a encorajasse. E funcionou. Com um movimento lento e meio sem jeito, ela tirou a saia e a blusa, ficando de lingerie, e seu olhar procurou o meu como se precisasse de alguma aprovação. Sorri para ela, e isso a encorajou a tirar o sutiã, deixando à vista seus lindos peitos e os mamilos rosados e meio eretos. Com um toque de vergonha, ela se abaixou para tirar a calcinha e, ao se erguer, pude ver sua buceta completamente depilada, rosada e linda, preparada como se fosse o prato principal da noite. Ali estava ela, completamente nua. O corpo dela, corado e liso, exposto diante de mim pela primeira vez daquela maneira tão íntima. Estendi a mão para convidá-la a me acompanhar no chuveiro.
A água quente escorria pela pele dela, realçando a delicadeza dos ombros e os contornos dos peitos pequenos, mas perfeitamente formados. Quando nos beijamos, notei que o corpo dela estava relaxando, como se o ambiente e a intimidade estivessem permitindo que ela deixasse de lado a vergonha. Minha mão deslizou pelas costas dela, depois desceu para a bunda dela.
"Deita," sussurrei, e ela obedeceu, o corpo esticado sobre o azulejo molhado e frio. Abaixei minha boca à sua buceta, que já estava molhada e ardente. Ela gemeu baixinho quando minha língua tocou, mas não tentou me afastar. Em vez disso, seu corpo se arqueou, buscando mais contato. Com meus dedos, procurei seu clitóris, que estava inchado e pronto para se entregar. Ela gemia cada vez mais alto, se movendo freneticamente contra minha boca e minhas mãos. Finalmente, com um grito abafado, suas pernas relaxaram e seu corpo tremeu num orgasmo que encheu o chuveiro de seus gemidos e o eco da água caindo.
Foi o primeiro orgasmo dela com alguém além da própria mão, e a sensação de ter sido eu quem provocou aquilo me encheu de satisfação e desejo.
Depois, ajudei ela a sair do chuveiro, secando-a com cuidado enquanto ela balançava suavemente, ainda fraca pelo poder do que tínhamos feito juntos. Levei-a para a cama, onde nos abraçamos em silêncio, nossa pele colada e nossas respirações em sincronia. Com emoções tão fortes para ela, sucumbimos a um sono profundo.
A noite anterior tinha sido intensa, mas nesta manhã eu sentia que estávamos pisando em terreno completamente novo. Quando acordei, ela estava lá, deitada ao meu lado, seu olhar fixo na minha ereção. Era tão inocente, tão curiosa, que parecia não perceber a excitação que emanava da sua presença. Levei um momento para me recompor, mas quando consegui, ouvi sua voz dizendo: “Não, não consigo!” Ela sussurrava, com os olhos bem abertos e uma mistura de curiosidade e medo no olhar. Estava deitada na cama, seu corpo nu e brilhante sob a luz fraca do amanhecer, enquanto sua mão explorava meu pau com uma combinação de timidez e determinação.
“Calma, amor,” falei com voz suave, tentando tranquilizá-la. “Pode fazer tudo o que quiser. Não tem pressa.”
Ela sorriu timidamente, mas sua respiração estava mais rápida agora, como se estivesse prestes a descobrir algo novo e intenso. Sua língua saiu devagar, roçando a ponta da minha glande com um movimento tão delicado que quase parecia um fio de seda na minha pele. Um fio de precum se formou e escorreu até a boca dela, e ela provou com naturalidade, como se estivesse degustando um manjar raro.
"Uau… nunca pensei que teria esse gosto," murmurou, quase em voz baixa, mas a curiosidade dela era evidente. "Gostei. Quero continuar…"
E assim, ela começou a explorar meu pau com mais confiança, passando a língua por toda a superfície com uma suavidade que fez minha respiração acelerar. Ensinei ela devagar como fazer um boquete, guiando os movimentos dela com meus dedos nas costas enquanto ela mergulhava no novo mundo de sensações que estávamos abrindo entre nós. "Continua assim, amor," sussurrei, acariciando o cabelo dela enquanto a língua dela trabalhava com dedicação. "Só aproveita…"
Dava pra ver que ela queria me agradar, queria explorar esse lado desconhecido da nossa relação. Mas também via nos olhos dela que ela tava lutando contra a própria vergonha. Nervosa, com medo de fazer errado, mas decidida a tentar.
A mão dela fechou em volta da minha base, firme mas quente, enquanto a boca dela trabalhava com cuidado na ponta. Cada movimento era lento, deliberado, como se ela estivesse decifrando uma mensagem que eu emitia a cada pulsação de prazer.
"Continua assim," sussurrei, apoiando a cabeça dela com suavidade, ajudando ela a encontrar um ritmo. Ela me olhou rapidamente, os olhos cheios de determinação, e depois mergulhou de novo no ato.
"Passa a mão nas minhas bolas enquanto chupa," indiquei, sabendo que isso ia adicionar outro nível de intimidade ao que já era um momento carregado de emoção.
Ela obedeceu, os dedos encontrando com precisão minhas bolas, acariciando elas com uma ternura que contrastava com a firmeza da mão dela em volta do meu pau. Senti as sensações se multiplicarem, como cada toque, cada movimento da língua e da mão dela me aproximava mais do limite.
Ela notou a mudança na minha respiração, o silêncio tenso que precedia até a explosão. E embora tenha parecido se assustar um pouco, não piscou. Em vez disso, continuou em frente, a cabeça se movendo com mais confiança, os lábios agora envolvendo mais do meu pau.
"Eu vou...", comecei a dizer, mas ela interrompeu, me agarrando com força, como se soubesse exatamente o que estava rolando.
Com um gemido abafado, vi meu corpo responder aos esforços dela, meu gozo jorrando, cobrindo minha barriga. Ela parou de se mexer, observando atentamente, os olhos brilhando de fascinação.
"Você tá bem?", perguntou, a voz quase um sussurro.
Lembrei ela que era normal, que tudo que ela tinha sentido e experimentado fazia parte disso. E enquanto ela absorvia essas palavras, o olhar dela pousou no meu pau, ainda meio duro, como se estivesse doida pra recomeçar.
Sem dizer nada, ela se levantou da cama, caminhando pro banheiro sem pressa, o corpo perfeitamente formado sob a luz da manhã. Nossa. Não acreditava como ela tinha mudado desde o primeiro dia. Antes tão tímida, agora parecia dominar o próprio corpo, curtindo a nudez como se fosse uma segunda pele.
Ela voltou com uns panos úmidos, o rosto radiante e um sorriso safado. "Cê acha que a gente devia tomar banho junto?", perguntou, o tom brincalhão mas sincero. E antes que eu pudesse responder, já estava de pé ao meu lado, estendendo um dos panos sobre minha barriga. Me limpou com cuidado, suavemente, como se estivesse mimando algo precioso. E quando terminou, me olhou com uma expressão que misturava orgulho e tesão. "Agora você", disse, estendendo a mão pra eu acompanhar ela.
Então me levantei, meu corpo ainda se ajustando às novas sensações, e me aproximei dela. Envolvi ela com meus braços, sentindo o calor dela, levei ela pro chuveiro e começamos a nos ensaboar. Por um tempo, só curtimos o contato íntimo, nossas mãos explorando territórios conhecidos e novos.
Mas aí, quando meus dedos chegaram na buceta dela, ela parou. Os As pernas dela se abriram um pouco, me dando acesso mais fácil, e a respiração mudou, ficando mais profunda.
"Quer que eu continue?" perguntei, suavemente.
Ela assentiu, uma sombra de ansiedade passando pelo rosto dela. Mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, eu a envolvi num abraço, garantindo que não tinha nada pra se preocupar…
Depois do nosso primeiro encontro, fiquei muito excitado e louco pra aproveitar o corpo da minha mina. Foi aí que comecei a planejar algo legal pra que acontecesse o grande momento em que ela aceitasse me entregar a virgindade dela. Então arrumei tudo direitinho e propus que a gente fosse viajar por uns dias pra uma praia bem perto da cidade onde a gente mora.
A ideia de ir pra uma praia tranquila tinha surgido durante uma das nossas conversas mais íntimas. Eu tinha visto como a natureza, a solidão e a promessa de tempo juntos tinham afastado as dúvidas dela. No começo, ela hesitou, me perguntando se não seria estranho a gente conviver junto e ficar pelado num lugar público. Mas minha insistência de que seria um refúgio particular, um oásis só pra nós, acabou convencendo ela.
A viagem foi um desfile de momentos íntimos e cheios de desejo. Desde que saímos da cidade, o clima entre a gente tava elétrico. Ela tava usando uma saia leve que balançava a cada movimento, e eu não conseguia evitar notar como ela deixava minha mão deslizar pela perna dela, acariciando a pele macia até chegar na beira do proibido. Cada vez que meus dedos roçavam a buceta dela, quente e tentadora por baixo do tecido, ela fazia uma caretinha de prazer, mas não tirava minha mão. Pelo contrário, abria um pouco as pernas pra facilitar minha exploração, embora os olhos dela ainda mostrassem uma mistura de tesão e nervosismo.
Numa das paradas no caminho, nossos beijos passaram de apaixonados pra algo mais profundo. Puxei ela pra perto de mim, e minha mão foi direto na curva da bunda dela, que me fascinava tanto. Com cuidado, mas também com firmeza, apertei, sentindo como as nádegas dela se encaixavam na minha mão como se fossem feitas pra isso. feitas para mim. Ela ofegava contra minha boca, as mãos dela procurando o botão do cinto da minha calça, como se quisesse libertar algo que ambos sabíamos que estava ali, latente e ansioso.
Quando chegamos ao apartamento que tínhamos alugado, a sensação de intimidade só aumentou. O lugar era perfeito: um quarto amplo com uma cama grande e uma vista espetacular para o mar. A solidão daquele espaço nos envolveu como um cobertor, e quando sugeri um banho juntos, senti que a ideia causava um certo desconforto nela, mas também excitação.
"Você tem certeza?" perguntei, vendo como os olhos dela se moviam para a porta do chuveiro.
"Acho... acho que sim," respondeu, embora a voz dela tremesse um pouco.
Antes que ela pudesse dizer mais, tirei minha roupa com naturalidade e entrei no chuveiro, esperando que meu exemplo a encorajasse. E funcionou. Com um movimento lento e meio sem jeito, ela tirou a saia e a blusa, ficando de lingerie, e seu olhar procurou o meu como se precisasse de alguma aprovação. Sorri para ela, e isso a encorajou a tirar o sutiã, deixando à vista seus lindos peitos e os mamilos rosados e meio eretos. Com um toque de vergonha, ela se abaixou para tirar a calcinha e, ao se erguer, pude ver sua buceta completamente depilada, rosada e linda, preparada como se fosse o prato principal da noite. Ali estava ela, completamente nua. O corpo dela, corado e liso, exposto diante de mim pela primeira vez daquela maneira tão íntima. Estendi a mão para convidá-la a me acompanhar no chuveiro.
A água quente escorria pela pele dela, realçando a delicadeza dos ombros e os contornos dos peitos pequenos, mas perfeitamente formados. Quando nos beijamos, notei que o corpo dela estava relaxando, como se o ambiente e a intimidade estivessem permitindo que ela deixasse de lado a vergonha. Minha mão deslizou pelas costas dela, depois desceu para a bunda dela.
"Deita," sussurrei, e ela obedeceu, o corpo esticado sobre o azulejo molhado e frio. Abaixei minha boca à sua buceta, que já estava molhada e ardente. Ela gemeu baixinho quando minha língua tocou, mas não tentou me afastar. Em vez disso, seu corpo se arqueou, buscando mais contato. Com meus dedos, procurei seu clitóris, que estava inchado e pronto para se entregar. Ela gemia cada vez mais alto, se movendo freneticamente contra minha boca e minhas mãos. Finalmente, com um grito abafado, suas pernas relaxaram e seu corpo tremeu num orgasmo que encheu o chuveiro de seus gemidos e o eco da água caindo.
Foi o primeiro orgasmo dela com alguém além da própria mão, e a sensação de ter sido eu quem provocou aquilo me encheu de satisfação e desejo.
Depois, ajudei ela a sair do chuveiro, secando-a com cuidado enquanto ela balançava suavemente, ainda fraca pelo poder do que tínhamos feito juntos. Levei-a para a cama, onde nos abraçamos em silêncio, nossa pele colada e nossas respirações em sincronia. Com emoções tão fortes para ela, sucumbimos a um sono profundo.
A noite anterior tinha sido intensa, mas nesta manhã eu sentia que estávamos pisando em terreno completamente novo. Quando acordei, ela estava lá, deitada ao meu lado, seu olhar fixo na minha ereção. Era tão inocente, tão curiosa, que parecia não perceber a excitação que emanava da sua presença. Levei um momento para me recompor, mas quando consegui, ouvi sua voz dizendo: “Não, não consigo!” Ela sussurrava, com os olhos bem abertos e uma mistura de curiosidade e medo no olhar. Estava deitada na cama, seu corpo nu e brilhante sob a luz fraca do amanhecer, enquanto sua mão explorava meu pau com uma combinação de timidez e determinação.
“Calma, amor,” falei com voz suave, tentando tranquilizá-la. “Pode fazer tudo o que quiser. Não tem pressa.”
Ela sorriu timidamente, mas sua respiração estava mais rápida agora, como se estivesse prestes a descobrir algo novo e intenso. Sua língua saiu devagar, roçando a ponta da minha glande com um movimento tão delicado que quase parecia um fio de seda na minha pele. Um fio de precum se formou e escorreu até a boca dela, e ela provou com naturalidade, como se estivesse degustando um manjar raro.
"Uau… nunca pensei que teria esse gosto," murmurou, quase em voz baixa, mas a curiosidade dela era evidente. "Gostei. Quero continuar…"
E assim, ela começou a explorar meu pau com mais confiança, passando a língua por toda a superfície com uma suavidade que fez minha respiração acelerar. Ensinei ela devagar como fazer um boquete, guiando os movimentos dela com meus dedos nas costas enquanto ela mergulhava no novo mundo de sensações que estávamos abrindo entre nós. "Continua assim, amor," sussurrei, acariciando o cabelo dela enquanto a língua dela trabalhava com dedicação. "Só aproveita…"
Dava pra ver que ela queria me agradar, queria explorar esse lado desconhecido da nossa relação. Mas também via nos olhos dela que ela tava lutando contra a própria vergonha. Nervosa, com medo de fazer errado, mas decidida a tentar.
A mão dela fechou em volta da minha base, firme mas quente, enquanto a boca dela trabalhava com cuidado na ponta. Cada movimento era lento, deliberado, como se ela estivesse decifrando uma mensagem que eu emitia a cada pulsação de prazer.
"Continua assim," sussurrei, apoiando a cabeça dela com suavidade, ajudando ela a encontrar um ritmo. Ela me olhou rapidamente, os olhos cheios de determinação, e depois mergulhou de novo no ato.
"Passa a mão nas minhas bolas enquanto chupa," indiquei, sabendo que isso ia adicionar outro nível de intimidade ao que já era um momento carregado de emoção.
Ela obedeceu, os dedos encontrando com precisão minhas bolas, acariciando elas com uma ternura que contrastava com a firmeza da mão dela em volta do meu pau. Senti as sensações se multiplicarem, como cada toque, cada movimento da língua e da mão dela me aproximava mais do limite.
Ela notou a mudança na minha respiração, o silêncio tenso que precedia até a explosão. E embora tenha parecido se assustar um pouco, não piscou. Em vez disso, continuou em frente, a cabeça se movendo com mais confiança, os lábios agora envolvendo mais do meu pau.
"Eu vou...", comecei a dizer, mas ela interrompeu, me agarrando com força, como se soubesse exatamente o que estava rolando.
Com um gemido abafado, vi meu corpo responder aos esforços dela, meu gozo jorrando, cobrindo minha barriga. Ela parou de se mexer, observando atentamente, os olhos brilhando de fascinação.
"Você tá bem?", perguntou, a voz quase um sussurro.
Lembrei ela que era normal, que tudo que ela tinha sentido e experimentado fazia parte disso. E enquanto ela absorvia essas palavras, o olhar dela pousou no meu pau, ainda meio duro, como se estivesse doida pra recomeçar.
Sem dizer nada, ela se levantou da cama, caminhando pro banheiro sem pressa, o corpo perfeitamente formado sob a luz da manhã. Nossa. Não acreditava como ela tinha mudado desde o primeiro dia. Antes tão tímida, agora parecia dominar o próprio corpo, curtindo a nudez como se fosse uma segunda pele.
Ela voltou com uns panos úmidos, o rosto radiante e um sorriso safado. "Cê acha que a gente devia tomar banho junto?", perguntou, o tom brincalhão mas sincero. E antes que eu pudesse responder, já estava de pé ao meu lado, estendendo um dos panos sobre minha barriga. Me limpou com cuidado, suavemente, como se estivesse mimando algo precioso. E quando terminou, me olhou com uma expressão que misturava orgulho e tesão. "Agora você", disse, estendendo a mão pra eu acompanhar ela.
Então me levantei, meu corpo ainda se ajustando às novas sensações, e me aproximei dela. Envolvi ela com meus braços, sentindo o calor dela, levei ela pro chuveiro e começamos a nos ensaboar. Por um tempo, só curtimos o contato íntimo, nossas mãos explorando territórios conhecidos e novos.
Mas aí, quando meus dedos chegaram na buceta dela, ela parou. Os As pernas dela se abriram um pouco, me dando acesso mais fácil, e a respiração mudou, ficando mais profunda.
"Quer que eu continue?" perguntei, suavemente.
Ela assentiu, uma sombra de ansiedade passando pelo rosto dela. Mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, eu a envolvi num abraço, garantindo que não tinha nada pra se preocupar…
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