Hilário, o amigo Osvaldo, meu corno e eu (amador real)

Hilário, o amigo Osvaldo, meu corno e eu (amador real)Como é que vocês tão! Num relato anterior, contei a foda com o Hilário, um velho de pauzão de 72 anos, melhor amigo do meu avô. O que aconteceu ficou em segredo pelo bem de todo mundo. Mas uns dias atrás, como tinha que ser, confessei pro meu corno. No começo ele ficou puto, mas conforme fui contando como o velho me comeu, ele ficou tão de pau duro que acabou gostando. Depois de me dar uma foda gostosa, ele perguntou se eu tinha repetido com o Hilário, e menti, falando que não, pra evitar treta. Claro que eu tinha comido ele mais umas vezes, o pau do velho me deixava doida. Com a minha versão, meu marido corno começou a insistir que queria me ver sendo comida pelo velho. Os dias passavam e ele continuava insistindo pra eu armar algo com meu macho. Como o Hilário tinha me descoberto no Poringa e lido meus relatos, sabia do gosto do meu marido em ser corno, então se eu falasse, sabia que ele não ia negar. Uma manhã, mandei mensagem pra ele pra gente se encontrar e conversar num café. O Hilário tava intrigado e preocupado em me perder. Quando a gente se encontrou, ele tava com cara séria, como se esperasse um adeus, nunca imaginou minha proposta. Contei o que rolou e a cara dele passou de seriedade pra uma de puro tesão. Hilário: "Garota, vim pra ouvir um adeus e agora você me deixa de pau duro com essa proposta." Eu: "A ideia, amor, é que você me coma na frente do corno, mas se você não achar ruim, pode participar também, você me entende." Hilário: "Fica tranquila, rabuda, se seu marido quer pau, a gente dá também. Mas tem uma coisa que quero em troca", ele disse misteriosamente. Eu: "Do que se trata?" Hilário: "Tenho um amigo chamado Osvaldo, 70 anos, do jeito que você gosta, putinha. Sem querer, ele viu uma das fotos que você me mandou e ficou doido, e não para de me pedir pra te chamar pra um suruba." Eu: "E o que ele acharia de um a 4?" Falei com um sorriso safado. Hilário: "Você é a menor putinha, garota! Que tal sábado no meu apê em Nordelta?" Selamos o encontro com um beijo de língua gostoso, na cara espantada de quem tava no café, e voltei pra casa. Contei tudo pro Contei pro cuck e ele ficou mais que louco. Dois velhos?? perguntou espantado. Sim, dá-lhe meu amor, vamos, ele topou e eu aceitei. Naquele sábado preparamos uma bolsinha com algumas coisas, o mate e saímos rumo a Nordelta. Quando chegamos, Hilário nos recebeu com um abraço e um sorriso lindo. Ele mandou a gente entrar, deixar nossas coisas e disse: "vamos, no quintal está Osvaldo, vou apresentar vocês". Osvaldo é um típico homem de 70 anos, careca, magro e com uns olhos cinzas lindos. Ele ficou vidrado em mim quando me viu. Cumprimentou o Ale como se o conhecesse a vida inteira e começamos o mate entre os quatro. De longe, parecia um encontro normal, os vizinhos podiam imaginar dois netos visitando os avós, sem nunca imaginar que logo aqueles dois velhos iam meter as picas dentro de mim. Começou a fazer calor e Hilário convidou a gente a ficar à vontade. A gente trocou de roupa (anexei a foto) e voltamos a tomar mate. Os olhos de Osvaldo grudaram nas tetas e na bunda, Hilário sorriu e piscou o olho, Osvaldo juntou as mãos implorando e disse: "tremenda". Meu cuck não perdia um gesto dos corneadores. Ele chegou perto e no meu ouvido pediu pra eu engatinhar e mostrar bem a bunda. Eu fiz a vontade dele e pelo volume no short do Osvaldo, tava dando resultado. O peito peludo de cãs, as rugas e a barriguinha dele me excitaram. Hilário reparou que minha buceta já tava acordando e disse: "Vai, gata, não vamos enrolar, enche os joelhos do meu amigo com essa bunda linda". Nem pensei duas vezes, fui e Osvaldo me recebeu com um sorriso enorme, juntando as pernas. Sentei, beijei ele na boca e as mãos dele começaram nas minhas tetas. "Você não vai deixar meus joelhos vazios, não", disse Hilário, "vem, promíscua, senta no colo do vovô", falou pro meu marido, que, todo excitado, obedeceu. Numa das cadeiras de praia, Osvaldo já tinha tirado minhas tetas pra fora e chupava como um mestre, com a mão brincando nas bochechas da minha bunda. Na frente, noutra cadeira, meu marido se deixava apalpar a bunda pelo Hilário, que beijava o pescoço dele. Enquanto o corno não perdia um detalhe, o Osvaldo me preparava pra me comer. "Chupa minha pica", o velho pediu, e eu obedeci. Tirei a pica toda dura e comecei um boquete lento. Senti o gemido da Ale e olhei; ela tinha tirado a pica do Hilário e não acreditava na pica linda que tinha nas mãos. "Tudo isso sua mulherzinha come, corno", o Hilário disse, obrigando ele a chupar. Era um concerto de gemidos e xingamentos. "Filha da puta, como você mama bem", o Osvaldo me dizia. "Isso, viado, engole", o Hilário falava com metade da pica enterrada na boca do meu marido. "Quero te comer, puta", o Osvaldo me disse. Soltei a pica e tirei a calcinha, pronta pra montar nele. Subi e enfiei ela sozinha. "Que buceta gostosa, minha vida!", foi o gritinho do Osvaldo. Saí pra montar de costas e ver o que rolava na frente. "Deus, que raba essa puta tem", o Osvaldo falou pro Hilário como se não o conhecesse. Enfiou dois dedos bem fundo no meu cu enquanto eu cavalgava ele. "Ah, não, que arrombada você é, puta de merda", ele exclamou quando os dedos entraram. O Hilário fez meu marido parar e puxou a bermuda dele de uma vez. "É muito grossa, Hilário, não sei se entra", meu corno disse, assustado. "Cala a boca e senta, piranha, você vai comer igual sua esposa, que adora ter o cu arrombado." Fiquei tão excitada que gozei num grito, molhando a pica do Osvaldo. Isso animou meu marido, que começou a sentar na pica enorme do Hilário. "Quero seu cu, puta", o Osvaldo implorou, e eu imitei meu marido, tirando a pica da minha buceta e sentando com o cu aberto na pica do velho. Na frente, eu via o cu do meu marido subindo e descendo, já arrombado na pica do meu macho. O Osvaldo não aguentou e, gritando "Toma a buceta da sua mãe!", encheu meu cu de porra. O Hilário, com a pica enterrada no cu do meu marido, manobrou pra deixar ele de quatro com a cara colada na espreguiçadeira. "Assim você vê bem a surra de pica que tô dando no viado", ele disse me olhando. Comecei a me masturbar enquanto o Osvaldo, com a pica mole, continuava dentro de mim. Meu rabo. Hilário bombou ele, batendo uma pra rola do Ale, o que deixou claro que não era a primeira vez que ele comia um homem. Meu marido gemia e choramingava quando Hilário inundou a bunda dele com aquela porra grossa que eu tomei tantas vezes. Ale gozou no último puxão de rola que Hilário deu nele. Descansamos um pouco, nos vestimos e fomos pra piscina. No fim da tarde, Hilário pediu pro meu marido ajudar ele com o churrasco. Osvaldo e eu ficamos de agarramento na piscina, só nos apalpando. Depois de jantar, veio a melhor parte. Hilário propôs fazer uma dupla em mim com o amigo dele. Meu cuck preparou eles chupando as picas por um bom tempo. Já no ponto, Osvaldo sentou de novo na espreguiçadeira, me convidando pra montar nele com a pussy. Enfiei ele no meu anel, tentando deixar meu cu bem exposto pra Hilário me comer. Deus, como sofri quando aquela rola terrível entrou até os ovos. Levou um tempo pra sincronizar os movimentos, mas conseguiram. Em pouco tempo, eu tinha as duas rolas se mexendo dentro de mim. Meu cuck se masturbava desesperado. Hilário falou: "Não seja má esposa, chupa a rola dele enquanto a gente te come gostoso". Ale enfiou a rola na minha boca, mas não aguentou muito e gozou, me engasgando toda. Dois minutos depois, Osvaldo encheu a camisinha de porra dentro da minha pussy e ficou exausto. Hilário curtiu meu rabo por mais um tempo e gozou numa porrada longa que banhou minha bunda. Brindamos pela trepada monumental que demos e nos despedimos até o ano que vem. Felicidades a todos os poringa boys e poringa girls. Beijos, Laura.

5 comentários - Hilário, o amigo Osvaldo, meu corno e eu (amador real)

Que enfiestada hermosa le dieron, felicitaciones!!!