Viemos de dias agitados, viagens de corno e tarefas que vão além do que dá pra escrever.
Antes das correntes de viagem que vão levar pra próxima história, tive um caso de bar, daqueles que começam com um casal aberto e terminam com um corno que não aguenta quando ela se solta.
Tudo começou com uma amiga, daquelas que me escolhem como amigo porque sabem que meu nível de normalidade, principalmente no sexual, é totalmente diferente dos presos aos padrões sociais… Minha amiga queria um gang bang, algo em que, por escolha pessoal, não participo.
Como boiola e amante do prazer, meu máximo é um quarteto onde a gente troca de mulher, mas também não é meu maior prazer. Os trios me encantam quando são com o marido ou namorado, o que dá pra nós três intimidade e segurança em questão de saúde.
como minha amiga queria aquele prazer, mas também precisava se sentir acompanhada, então fui com ela no sweet, só pra ela ficar segura.
Também levei umas roupas pra ela, pra quando terminasse, e se ela encontrasse o que tava procurando e ficasse toda acabada, pudesse trocar de roupa.
Minha amiga é uma milf daquelas radiantes, talvez não seja do meu gosto porque curto mulheres mais voluptuosas e além disso, a paixão dela pelo gang não é meu rolê. Minha amiga produzida é uma fem fatal e, como tal, não demorou muito pra estar rodeada de paus... registrei aquele momento e, mesmo a cena te parando a rola, escolhi ir pro balcão.
A balada no Sweet é especial, mas também tem a gente que não tá na vibe do lugar e outros que, por algum motivo, ficaram de fora.
No balcão tinha uma mulher, uns 1,68 no máximo, caderuda, bem vestida, uns peitos lindos que escapavam por um decote mais que revelador e, como nunca falta, um chato que não entende bem um não. Ela tava meio indefesa e, pelo visto, sem as manhas que as mulheres mais experientes desse tipo de lugar têm.
Não resisti ao meu instinto de me meter e acabei entrando na situação que tava uma merda, ela me agradeceu e a gente foi tomar um negócio…
Desse evento nasceu uma conversa. Ela chega toda gostosa com o marido, numa tentativa de salvar o relacionamento, porque ele precisa de liberdades e prazeres que ela não consegue dar. Obviamente, da conversa também surgiu o fato de que, eu conhecendo tão bem esse meio, não estava com alguém transando. E daí veio o papo sobre cuckolding e como, pra mim, sentir o prazer da mulher é algo essencial — pra mim, acompanhar a mulher no momento do êxtase é fundamental.
De pouco em pouco, com o álcool e com a música, fomos conversando mais intimamente e ela, se sentindo segura do meu lado, conseguiu se abrir. Até chegamos no lugar onde o marido dela estava comendo uma novinha, rodeado de outros caras. Claramente, ela tava fazendo um puta sacrifício, então tirei ela de lá e seguimos conversando, onde, entre doçura e aprendizado, nos aproximamos.
Em nenhum momento passei do limite, aliás, pra mim foi um encontro bizarro mas fofo, considerando o lugar…
durante nosso passeio, chegamos onde umas minas estavam se pegando e isso esquentou a esposa, que por dentro se debatia pra não ceder, mas dava pra ver as pernas dela se apertando, os bicos marcando naquela blusa decotada… aos poucos os desejos dela foram vindo à tona, a rabeta dela, mais que grande, se mexia sozinha naquele ato gostoso de querer roçar em algo, a mão dela ao procurar a minha encontrou outra coisa e por cima da calça se deliciou acariciando, querendo agarrar. sem querer tirar ela do transe, cheguei perto do ouvido dela e falei…
aperta sem medo, eu gosto de sentir a força da mulher…
Ainda no transe, ela começou a apertar o pedaço, e acho que de certa forma, além do show pornô que as minas estavam dando pra gente, a gente também tava dando um show erótico, porque uma delas olhou pra nós e, sem dizer nada, saiu do personagem, beijou a boca da minha esposa, que tava apavorada, e enfiou a pica com toda força naquele momento. Nessa hora, a mina, toda pelada, também seguiu a mão da minha esposa, sem mais nem menos…
Você vai comer bem, gostosa. Outro dia vem sozinha e a gente brinca as três…
Acho que naquele momento dava até pra sentir o tesão da esposinha começando a se perverter enquanto o marido dela tava na dela, se esbaldando com uma novinha... depois daquele momento em que ela perdeu o controle, saímos de novo pra dar uma volta, como quem percorre os pecados do inferno num lugar só.
Passados os tempos, as carruagens viram abóbora e a gente fica na mão, minha amiga totalmente pirada das sacudidas que levaram na gangue dela, tava feliz, mas como eu dei minha palavra, fiquei de acompanhar ela até em casa. A esposa me olhou e disse
vejo que você tem que ir, é uma pena, gostei da sua companhia.
Não se despeça, vem com a gente. Eu só levo ela pra casa e depois fico livre, falei.
Não posso, tenho que esperar meu marido. O que ele vai fazer se terminar e eu não tiver aqui?" — disse a esposa.
comer mais uma. disse minha amiga com aquele tom irônico dela.
Manda uma mensagem pra ela, fala que você encontrou alguém e quer se divertir, pede pra ela esperar… se ela disser que sim, que espere do jeito que você espera.
Ela, com medo, mandou uma mensagem e, mesmo na dúvida, quis ir falar com o marido pessoalmente. Foi lá que levou o tapa que precisava para se soltar. O marido estava de cross, tenho que admitir que era bonito, cintura marcada, maquiagem bem feita, muito feminino, bem vadia, toda produzida.
Ele tá curtindo a noite dele, por que você não curte a sua? Se quiser, te convido pra experimentar algo divertido.
Ela ficou olhando pro marido dela enquanto eu e minha amiga fomos pegar umas paradas pra sair.
Esperem, também quero me divertir." disse a esposa enquanto apertava a bolsa.
Pegamos um táxi até deixar minha amiga na porta da casa dela, na avenida Belgrano, quase na Rioja. De lá, fomos andando até um dos motéis perto dali…
Fomos de mãos dadas, quando estávamos na porta do hotel, eu disse pra ela o que pra mim é um mantra pra se divertir de verdade.
se entrar, somos só nós dois sem limites, se quiser não fazer, juro que não me incomodo, quero que você se sinta segura e curta esse momento.
Ela não disse nada, me pegou pela mão e a gente entrou.. pedi um quarto e enquanto eu entrava, ela ia passando a mão no meu volume na hora de pagar, ela tirou um cartão do Private Message e disse…
Ele me disse pra usar pra me divertir, e é isso que vou fazer.
Entramos no quarto nos comendo de boca e, desde que estávamos no sweet, não tiro a mão da rola dele e, quando soltei, a única coisa que ele disse é.
Ela é muito cabeçuda, tem formato de dildo, me faz gozar..

mas antes eu curti despir ela e ver a esposa de outro se entregando, no pessoal sou amante de mulheres gostosonas, a buceta dela inchada onde a calcinha de renda aparecia de tão molhada que tava. uns peitos redondos e duros que claro, por serem grandes, sofrem com a gravidade, mas com aquela magia que só o que é exuberante tem.

Começamos sentados na cama, ela estava muito nervosa, então veio a chupada de buceta. O clitóris dela é como um pulsar molhado, cheio de desejo e latejante. Minha língua aproveitou aquele clitóris como se fosse o sorvete mais quente e doce… ela pediu por favor, implorou, se contorceu e empurrou minha cabeça, que nunca se distraiu do trabalho até sentir aquela cachoeira de prazer molhar toda a minha cara, indicando que era hora de possuí-la…

a penetração foi suave enquanto ela ainda tremia na convulsão do que minha língua tinha provocado, a buceta dela se perdia naquele pau gostoso, deixando a entrada pra um sexo apertado que começou a tremer ao sentir o prazer que uma rola cabeçuda é capaz de dar.
Deus, me fode que faz tempo que não me sinto assim. Dizia ela.
e foi assim que eu comi ela por toda a cama, sentia aquela deliciosa buceta jorrando prazer, enquanto quando eu pegava naquelas bundonas tentava enfiar dedos naquele cu apertado, que cortava a circulação do meu dedo quando entrava.
O sexo dela era tão apertado que eu curti muito todas as posições. Eu controlava meu ritmo porque queria que ela gozasse várias vezes, e assim consegui... Depois, dava pra ver que eu ia gozar.
Não goza dentro de mim, pelo amor de Deus", ela disse.
Também não tava pensando em fazer isso, então depois de um tempo um jato de porra encheu a barriga dela até o rosto, limpei ela e a gente se abraçou…
nesse chichoneio, meu pau foi ficando duro de novo, ela olhou com olhos brilhantes e disse
Não vai me foder com essa porra de pica suja.
E sem mais delongas, se dedicou a limpar ela toda, desde a base cheia dos próprios fluidos até o tronco e a cabeça ainda com o gozo da foda anterior.
que porra gostosa você tem, filho da puta…
Aproveitando aquele tesão, me acomodei num 69 e, enquanto chupava ela com os sucos dela, meus dedos iam abrindo o cuzinho dela devagar, com cuidado, mas fui dilatando. Ela apertava meus dedos e tentava evitar, mas com um clitóris que parecia um dedão sendo sugado num boquete fenomenal, ela perdia a resistência e se deixava levar. Era tanto tesão naquele momento que, além de gozar na cara dela, ela ainda me dava umas ânsias de cock.
Nessa sequência, coloquei o telefone pra filmar e comecei a comer ela, primeiro uma boa sacudida nessa buceta estreita de esposa mal cuidada…
depois vinha o que ela queria, coloquei as perninhas dela no ombro onde, pela fricção da pica na buceta dela, ela teve outra gozada gostosa e daí enfiei a pica bem dura na porta do cu.
não, não, não!!! ela nunca… disse isso e não terminou de falar
Lombeu de uma investida, passou a cabeça, e a resistência pareceu sumir… Ela chorava, se mexia, mordia, tanto que meu braço ficou cheio das mordidas dela…
Assim a gente continuou até eu conseguir colocar ela toda…
Tiro pra fora, gostosa? perguntei.
Não, você já quebrou meu tesouro, agora me fode. Ela disse.
começou a bombar sem piedade, a ponto de deixar aquele cheirinho de cu não preparado nas primeiras vezes… mas a real é que o sexo é uma coisa suja, algo que busca quebrar esquemas, que só avança pelo prazer das partes.
Dei sem piedade, perninhas no ombro, até encher a buceta dela de porra, cu maltratado, vermelho e com fios de sangue, não conseguia segurar a porra.
Ela me abraçou e disse
não sei como vou contar pro meu marido que um desconhecido abriu minha buceta
Não fala pra ela, mostra o vídeo. Falei.
filho da puta, você me filmou.
Pedi o Telegram dela, mandei o vídeo e depois apaguei..
nós nos preparamos pra trocar de roupa, e quando vi ela toda produzida de novo, perto da porta, não aguentei — me ajoelhei, dei uma chupada na bunda dela e uma dedada no cuzinho que terminou numa metida de pé direto no rabo… arranquei a calcinha dela enquanto tava comendo ela e enfiei na boca dela só pelo tesão do momento…
Quando terminamos, ela mal se aguentava em pé. Fomos embora e de vez em quando ela precisava parar pra se limpar com um lencinho, porque a bunda dela não segurava a quantidade de porra que eu dei na inauguração do cuzinho dela.
Voltamos abraçados pro Sweet, enquanto ela trocava mensagem com o marido e a luz do amanhecer nos acompanhava. O marido ainda tava abraçado no cross… mas agora ela nem ligou, só olhou e falou.
Amor, vamos pra casa, tô muito cansada.
nós fomos, eu realmente com a piroca dolorida da fricção, inaugurar um bum a pelo e depois continuar transando…
No dia seguinte, recebi uma mensagem do marido pelo Telegram…
filho da puta, você arrebentou a bunda dela… valeu, cheguei e tava com vontade de transar, além disso ela tá diferente agora, ela quer ir pra Sweet, espero que vocês se vejam de novo e gravem um vídeo melhor, porque eu bato uma vendo como você desvirginou o cu dela
Hoje saímos do cuckold clássico, mas é sempre um prazer comer a mulher dos outros e ainda mais abrir portas para novos prazeres… próximos contos sobre minha viagem ao Chile e os corno chilenos…
Antes das correntes de viagem que vão levar pra próxima história, tive um caso de bar, daqueles que começam com um casal aberto e terminam com um corno que não aguenta quando ela se solta.
Tudo começou com uma amiga, daquelas que me escolhem como amigo porque sabem que meu nível de normalidade, principalmente no sexual, é totalmente diferente dos presos aos padrões sociais… Minha amiga queria um gang bang, algo em que, por escolha pessoal, não participo.
Como boiola e amante do prazer, meu máximo é um quarteto onde a gente troca de mulher, mas também não é meu maior prazer. Os trios me encantam quando são com o marido ou namorado, o que dá pra nós três intimidade e segurança em questão de saúde.
como minha amiga queria aquele prazer, mas também precisava se sentir acompanhada, então fui com ela no sweet, só pra ela ficar segura.
Também levei umas roupas pra ela, pra quando terminasse, e se ela encontrasse o que tava procurando e ficasse toda acabada, pudesse trocar de roupa.
Minha amiga é uma milf daquelas radiantes, talvez não seja do meu gosto porque curto mulheres mais voluptuosas e além disso, a paixão dela pelo gang não é meu rolê. Minha amiga produzida é uma fem fatal e, como tal, não demorou muito pra estar rodeada de paus... registrei aquele momento e, mesmo a cena te parando a rola, escolhi ir pro balcão.
A balada no Sweet é especial, mas também tem a gente que não tá na vibe do lugar e outros que, por algum motivo, ficaram de fora.
No balcão tinha uma mulher, uns 1,68 no máximo, caderuda, bem vestida, uns peitos lindos que escapavam por um decote mais que revelador e, como nunca falta, um chato que não entende bem um não. Ela tava meio indefesa e, pelo visto, sem as manhas que as mulheres mais experientes desse tipo de lugar têm.
Não resisti ao meu instinto de me meter e acabei entrando na situação que tava uma merda, ela me agradeceu e a gente foi tomar um negócio…
Desse evento nasceu uma conversa. Ela chega toda gostosa com o marido, numa tentativa de salvar o relacionamento, porque ele precisa de liberdades e prazeres que ela não consegue dar. Obviamente, da conversa também surgiu o fato de que, eu conhecendo tão bem esse meio, não estava com alguém transando. E daí veio o papo sobre cuckolding e como, pra mim, sentir o prazer da mulher é algo essencial — pra mim, acompanhar a mulher no momento do êxtase é fundamental.
De pouco em pouco, com o álcool e com a música, fomos conversando mais intimamente e ela, se sentindo segura do meu lado, conseguiu se abrir. Até chegamos no lugar onde o marido dela estava comendo uma novinha, rodeado de outros caras. Claramente, ela tava fazendo um puta sacrifício, então tirei ela de lá e seguimos conversando, onde, entre doçura e aprendizado, nos aproximamos.
Em nenhum momento passei do limite, aliás, pra mim foi um encontro bizarro mas fofo, considerando o lugar…
durante nosso passeio, chegamos onde umas minas estavam se pegando e isso esquentou a esposa, que por dentro se debatia pra não ceder, mas dava pra ver as pernas dela se apertando, os bicos marcando naquela blusa decotada… aos poucos os desejos dela foram vindo à tona, a rabeta dela, mais que grande, se mexia sozinha naquele ato gostoso de querer roçar em algo, a mão dela ao procurar a minha encontrou outra coisa e por cima da calça se deliciou acariciando, querendo agarrar. sem querer tirar ela do transe, cheguei perto do ouvido dela e falei…
aperta sem medo, eu gosto de sentir a força da mulher…
Ainda no transe, ela começou a apertar o pedaço, e acho que de certa forma, além do show pornô que as minas estavam dando pra gente, a gente também tava dando um show erótico, porque uma delas olhou pra nós e, sem dizer nada, saiu do personagem, beijou a boca da minha esposa, que tava apavorada, e enfiou a pica com toda força naquele momento. Nessa hora, a mina, toda pelada, também seguiu a mão da minha esposa, sem mais nem menos…
Você vai comer bem, gostosa. Outro dia vem sozinha e a gente brinca as três…
Acho que naquele momento dava até pra sentir o tesão da esposinha começando a se perverter enquanto o marido dela tava na dela, se esbaldando com uma novinha... depois daquele momento em que ela perdeu o controle, saímos de novo pra dar uma volta, como quem percorre os pecados do inferno num lugar só.
Passados os tempos, as carruagens viram abóbora e a gente fica na mão, minha amiga totalmente pirada das sacudidas que levaram na gangue dela, tava feliz, mas como eu dei minha palavra, fiquei de acompanhar ela até em casa. A esposa me olhou e disse
vejo que você tem que ir, é uma pena, gostei da sua companhia.
Não se despeça, vem com a gente. Eu só levo ela pra casa e depois fico livre, falei.
Não posso, tenho que esperar meu marido. O que ele vai fazer se terminar e eu não tiver aqui?" — disse a esposa.
comer mais uma. disse minha amiga com aquele tom irônico dela.
Manda uma mensagem pra ela, fala que você encontrou alguém e quer se divertir, pede pra ela esperar… se ela disser que sim, que espere do jeito que você espera.
Ela, com medo, mandou uma mensagem e, mesmo na dúvida, quis ir falar com o marido pessoalmente. Foi lá que levou o tapa que precisava para se soltar. O marido estava de cross, tenho que admitir que era bonito, cintura marcada, maquiagem bem feita, muito feminino, bem vadia, toda produzida.
Ele tá curtindo a noite dele, por que você não curte a sua? Se quiser, te convido pra experimentar algo divertido.
Ela ficou olhando pro marido dela enquanto eu e minha amiga fomos pegar umas paradas pra sair.
Esperem, também quero me divertir." disse a esposa enquanto apertava a bolsa.
Pegamos um táxi até deixar minha amiga na porta da casa dela, na avenida Belgrano, quase na Rioja. De lá, fomos andando até um dos motéis perto dali…
Fomos de mãos dadas, quando estávamos na porta do hotel, eu disse pra ela o que pra mim é um mantra pra se divertir de verdade.
se entrar, somos só nós dois sem limites, se quiser não fazer, juro que não me incomodo, quero que você se sinta segura e curta esse momento.
Ela não disse nada, me pegou pela mão e a gente entrou.. pedi um quarto e enquanto eu entrava, ela ia passando a mão no meu volume na hora de pagar, ela tirou um cartão do Private Message e disse…
Ele me disse pra usar pra me divertir, e é isso que vou fazer.
Entramos no quarto nos comendo de boca e, desde que estávamos no sweet, não tiro a mão da rola dele e, quando soltei, a única coisa que ele disse é.
Ela é muito cabeçuda, tem formato de dildo, me faz gozar..

mas antes eu curti despir ela e ver a esposa de outro se entregando, no pessoal sou amante de mulheres gostosonas, a buceta dela inchada onde a calcinha de renda aparecia de tão molhada que tava. uns peitos redondos e duros que claro, por serem grandes, sofrem com a gravidade, mas com aquela magia que só o que é exuberante tem.

Começamos sentados na cama, ela estava muito nervosa, então veio a chupada de buceta. O clitóris dela é como um pulsar molhado, cheio de desejo e latejante. Minha língua aproveitou aquele clitóris como se fosse o sorvete mais quente e doce… ela pediu por favor, implorou, se contorceu e empurrou minha cabeça, que nunca se distraiu do trabalho até sentir aquela cachoeira de prazer molhar toda a minha cara, indicando que era hora de possuí-la…

a penetração foi suave enquanto ela ainda tremia na convulsão do que minha língua tinha provocado, a buceta dela se perdia naquele pau gostoso, deixando a entrada pra um sexo apertado que começou a tremer ao sentir o prazer que uma rola cabeçuda é capaz de dar.
Deus, me fode que faz tempo que não me sinto assim. Dizia ela.
e foi assim que eu comi ela por toda a cama, sentia aquela deliciosa buceta jorrando prazer, enquanto quando eu pegava naquelas bundonas tentava enfiar dedos naquele cu apertado, que cortava a circulação do meu dedo quando entrava.
O sexo dela era tão apertado que eu curti muito todas as posições. Eu controlava meu ritmo porque queria que ela gozasse várias vezes, e assim consegui... Depois, dava pra ver que eu ia gozar.
Não goza dentro de mim, pelo amor de Deus", ela disse.
Também não tava pensando em fazer isso, então depois de um tempo um jato de porra encheu a barriga dela até o rosto, limpei ela e a gente se abraçou…
nesse chichoneio, meu pau foi ficando duro de novo, ela olhou com olhos brilhantes e disse
Não vai me foder com essa porra de pica suja.
E sem mais delongas, se dedicou a limpar ela toda, desde a base cheia dos próprios fluidos até o tronco e a cabeça ainda com o gozo da foda anterior.
que porra gostosa você tem, filho da puta…
Aproveitando aquele tesão, me acomodei num 69 e, enquanto chupava ela com os sucos dela, meus dedos iam abrindo o cuzinho dela devagar, com cuidado, mas fui dilatando. Ela apertava meus dedos e tentava evitar, mas com um clitóris que parecia um dedão sendo sugado num boquete fenomenal, ela perdia a resistência e se deixava levar. Era tanto tesão naquele momento que, além de gozar na cara dela, ela ainda me dava umas ânsias de cock.
Nessa sequência, coloquei o telefone pra filmar e comecei a comer ela, primeiro uma boa sacudida nessa buceta estreita de esposa mal cuidada…
depois vinha o que ela queria, coloquei as perninhas dela no ombro onde, pela fricção da pica na buceta dela, ela teve outra gozada gostosa e daí enfiei a pica bem dura na porta do cu.
não, não, não!!! ela nunca… disse isso e não terminou de falar
Lombeu de uma investida, passou a cabeça, e a resistência pareceu sumir… Ela chorava, se mexia, mordia, tanto que meu braço ficou cheio das mordidas dela…
Assim a gente continuou até eu conseguir colocar ela toda…
Tiro pra fora, gostosa? perguntei.
Não, você já quebrou meu tesouro, agora me fode. Ela disse.
começou a bombar sem piedade, a ponto de deixar aquele cheirinho de cu não preparado nas primeiras vezes… mas a real é que o sexo é uma coisa suja, algo que busca quebrar esquemas, que só avança pelo prazer das partes.
Dei sem piedade, perninhas no ombro, até encher a buceta dela de porra, cu maltratado, vermelho e com fios de sangue, não conseguia segurar a porra.
Ela me abraçou e disse
não sei como vou contar pro meu marido que um desconhecido abriu minha buceta
Não fala pra ela, mostra o vídeo. Falei.
filho da puta, você me filmou.
Pedi o Telegram dela, mandei o vídeo e depois apaguei..
nós nos preparamos pra trocar de roupa, e quando vi ela toda produzida de novo, perto da porta, não aguentei — me ajoelhei, dei uma chupada na bunda dela e uma dedada no cuzinho que terminou numa metida de pé direto no rabo… arranquei a calcinha dela enquanto tava comendo ela e enfiei na boca dela só pelo tesão do momento…
Quando terminamos, ela mal se aguentava em pé. Fomos embora e de vez em quando ela precisava parar pra se limpar com um lencinho, porque a bunda dela não segurava a quantidade de porra que eu dei na inauguração do cuzinho dela.
Voltamos abraçados pro Sweet, enquanto ela trocava mensagem com o marido e a luz do amanhecer nos acompanhava. O marido ainda tava abraçado no cross… mas agora ela nem ligou, só olhou e falou.
Amor, vamos pra casa, tô muito cansada.
nós fomos, eu realmente com a piroca dolorida da fricção, inaugurar um bum a pelo e depois continuar transando…
No dia seguinte, recebi uma mensagem do marido pelo Telegram…
filho da puta, você arrebentou a bunda dela… valeu, cheguei e tava com vontade de transar, além disso ela tá diferente agora, ela quer ir pra Sweet, espero que vocês se vejam de novo e gravem um vídeo melhor, porque eu bato uma vendo como você desvirginou o cu dela
Hoje saímos do cuckold clássico, mas é sempre um prazer comer a mulher dos outros e ainda mais abrir portas para novos prazeres… próximos contos sobre minha viagem ao Chile e os corno chilenos…
3 comentários - Paixões de bar…
Ud sabeeeeeeeeee