Fantasia com um Coroa Gostoso

Este relato é uma experiência pessoal, mas conto através da vivência da sua protagonista.Fantasia com um Coroa GostosoIsso aconteceu há 2 anos, no aniversário de 52 anos do meu pai. Deixa eu explicar: meu pai é gerente de uma mineradora no norte do Chile. Na equipe dele, tem vários colegas mais novos e outros já mais velhos, mas todos mais jovens que ele. Pra mim, um cara de 40 já é velho, e o cara dessa história tinha 44 na época.

Bom, entre as minhas fantasias, tem uma bem específica que foi uma das que mais curti realizar: ficar com um homem bem mais velho que eu. E como a oportunidade apareceu, não pensei duas vezes. Só pra constar, eu tinha 20 anos quando isso rolou, e nunca vou me arrepender.

Já visitei meu pai várias vezes no prédio corporativo da mineradora, um edifício bem chique, onde ele tem um escritório enorme e a equipe de engenheiros dele fica bem perto. Numa dessas visitas, quando fui buscá-lo pra ir pra casa, umas 7 da noite — porque a faculdade fica a poucos passos —, tinha um senhor bem peculiar. Toda vez que me via chegar, ele falava pro meu pai: "chegou sua linda princesa". Eu percebia os olhares que ele me dava, e quando me cumprimentava com um beijo, nem disfarçava que me comia com os olhos.

Vi minha chance no dia da festa de aniversário do meu pai. Sem dúvida, ele era um dos convidados. Um homem alto, bem conservado, melhor ainda: sem barriga. Eu gostava da calvície dele e da barba branca mal feita. Depois de cumprimentar meu pai, ele foi pro bar e pediu uma cerveja. O verão tava começando, então já dava pra sentir o calor.

Sentei na frente dele e, com cada elogio que ele soltava, eu, bem inocente e tímida, só dava uns sorrisinhos, pra não levantar suspeita no meu pai nem nele, mas também pra ele perceber que eu tava levando a sério. A gente conversou bastante: sobre o trabalho dele, meus estudos na faculdade e outras coisas sem importância.

As horas passaram. Já devia ser umas 1 da manhã e todo mundo tava bem bêbado. Só lembrando: em casa tem vários quartos de hóspedes e... Parentes que chegam de visita, parentes que vêm da capital pra passar o verão na praia, já que a gente tem ela na frente. Eu falei pro papai que tava muito cansada e ia dormir, saí da festa, fui pro meu quarto e tomei um banho, pentei meu cabelo e coloquei uma tanga branca bem pequena, tipo fio dental, e um sutiãzinho que não cobria meus peitos inteiros, só a metade. Relaxei na minha cama e fiquei esperando pacientemente até que, aos poucos, as vozes foram diminuindo e a música acabou às 3 da manhã. Saí pra dar uma olhada e não tinha ninguém. Papai e mamãe no quarto deles estavam completamente dormindo, e eu caminhei até o fim do corredor, desci as escadas e fui pro quarto de hóspedes do papai, onde o Alex ia ficar, já que meu pai ofereceu pra ele não dirigir o carro e poder descansar até de manhã.

Encostei meu ouvido na porta pra escutar o que o Alex tava fazendo e senti que ele entrou no banheiro. Aproveitei pra entrar de fininho no quarto. Tem um quartinho do lado, o closet, então me tranquei lá por uns minutos. Senti quando o Alex deitou na cama e, depois de uns minutos, acho que ele dormiu. Saí do quartinho, caminhei até a beira da cama, tirei o roupão, deitei na cama, e ele, ao sentir minha presença, rapidamente se levantou e acendeu a luz.

Surpreso, ele disse…-… "O que você tá fazendo aqui, mocinha… se perdeu?aí que respondi toda sem graça: —“fui no banheiro, mas com os drinks que tomei me desorientei, me desculpa”… aí ele falou —“relaxa, eu também bebi pra caramba”…
— me perguntou “se eu não tava com frio com aquela roupinha tão curta que tava usando pra dormir”,
respondi que não… “que tava mais confortável por causa do calor da noite”… embora normalmente eu não usasse nada pra dormir
ele disse “que eu tava muito linda e maravilhosa”… o que me agradou pra caramba… aí eu falei —isso que ela nunca me viu peladaE já dá pra imaginar o que qualquer homem responderia a isso kkk
Sentei do lado dele, já com a luz acesa, e ele completamente acordado observava meus peitos, que pela roupinha pequena já deixavam meus bicos escapando da proteção. Além disso, dava pra ver o quanto eu já tava excitada, porque notei que o Alex tava dormindo completamente pelado, e isso fez meus bicos ficarem duros, apontando por baixo do meu sutiã.

Olhando mais fixamente pra mim, ele disse: “que já fazia tempo que eu chamava a atenção dele e que ele queria me conhecer melhor, saber dos meus gostos e hobbies”.

A verdade é que não conversamos muito, enquanto aos poucos ele colocava a mão na coxa da minha perna direita. Não vou mentir, sentir aquela mão ali já me deixou toda molhada. Ele disse “pra eu ficar tranquila, que meu pai não ia saber que eu estive no quarto dele”. Sem medo de ser julgada, fui sincera e falei “que sentia vontade de ser usada por um homem mais velho, que queria que ele me usasse do jeito que quisesse, com permissão pra fazer o que bem entendesse”.

Alex deu um sorriso e me disse-…” Então só aproveita”O que veio depois foi alucinante… Primeiro ele pegou um lenço que trouxe e usou pra vendar meus olhos, pegou os cordões que seguram as cortinas e amarrou minhas mãos, deixando-as sobre minha cabeça. Eu, deitada, só sentia o roçar dos dedos dele na minha pele, que se arrepiou com o contato. Devagar, ele foi tirando meu sutiã e, com meus mamilos nus, senti primeiro a umidade da língua dele, e depois os lábios percorrendo meus peitos, lambendo e beijando, com uma pressão suave mordendo meus bicos, que endureciam cada vez mais. Sentia aquela língua nos meus peitos, um depois o outro, que ficavam molhados ao serem lambidos por aquela língua áspera.

Ele foi beijando meus seios, descendo até chegar no meu umbigo, brincou um instante e continuou descendo até minha calcinha fio dental. Senti as mãos dele descerem pela minha cintura, pegar as laterais e ir descendo pelos meus quadris, até desnudar minha buceta e sentir ali a boca dele beijando meu monte. A língua dele descia daquela região do meu sexo até quase chegar nos meus lábios. Num instante, eu estava pelada.

Ele me deixou nua em cima da cama, bem na borda, com meus pés apoiados no chão e o resto do corpo confortável na cama. Eu não via nada, meus olhos completamente vendados, mas sentia tudo… a respiração e o hálito dele na minha pele, as palavras quentes me chamando de “slut”, “neném”, “gulosinha”, “slutty”… As mãos dele percorriam meu corpo, me ofereceu uma massagem que começava no meu pescoço e ia até meus pés, percorreu cada espaço, cada lugar. Os dedos dele massageavam minhas pernas, minha barriga, meus peitos, pelo monte de Vênus, mas ainda não tocava minha buceta, e isso me deixava muito molhada, esperando o toque final. Simplesmente, nunca tinham feito isso comigo.

Alex subiu na cama e começou a beijar minha testa, devagar foi descendo até meu pescoço, passando a língua bem devagar. Continuou descendo e passou a língua de novo ao redor dos meus peitos, focando nos meus mamilos duros, que ele mordia suavemente, lambendo e beijando. Subiu de novo e beijou meus lábios, enfiando A língua dele na minha boca, nossas línguas se enrolavam de uma boca na outra e ele começou a descer de novo, passou pelo meu pescoço e outra vez pelo meu peito e agora desceu até meu umbigo, onde enfiou a língua por alguns segundos, deixando ele cheio de saliva. Eu sentia ela quente e molhada, meu corpo se tensionava a cada carícia, a cada massagem que ele dava com a língua ou os dedos, e ele começou a subir de novo, mas dessa vez chegou nos meus lábios e me beijou mais fundo que da outra vez, enfiou a língua bem no fundo da minha boca e com os dentes segurava a minha e mordia. Com as mãos apertava meus peitos e esfregava o rosto neles. Começou a descer de novo passando por cada ponto onde já tinha passado, nessa altura eu já sentia o quanto estava molhada e ele sabia disso.

Até que chegou na minha buceta, começou a descer pelo monte de vênus, eu abria as pernas, a única coisa que queria era sentir o contato dos dedos dele ou da língua no meu clitóris, já tinham passado uns 15 ou 20 minutos me acariciando o corpo todo, mas não a minha xota, e isso incendiava meu sangue que na minha vulva eu sentia pulsando. Senti o primeiro contato da língua dele entre meus lábios vaginais, que começou a lamber bem gostoso, descia e passava a língua desde meu cu até meu clitóris, eu sentia aquele percurso cada vez mais rápido, ele enfiou um dos dedos na minha buraquinha molhada ao máximo, eu sentia meus fluidos escorrendo pelas minhas pernas, aquela penetração fez arquear minhas costas, senti a tensão percorrer meu corpo e ele aproveitou aquele mesmo mel e enfiou no meu cu, senti meu cu abrindo caminho, aquele dedo entrou bem lubrificado, não dava pra gritar porque era proibido, então eu guardava os gritos de luxúria que podia dar. Ele chupou por vários minutos, meu clitóris na boca dele e minha entrada anal sendo perfurada por um dos dedos.

Senti que ele se levantou, me pegou pelas mãos, tirou a amarra e me sentou na cama, tirou a venda e ao vê-lo na minha frente ele estava nu com o pau bem duro, imediatamente vi a marca. de suas veias inchadas de sangue, e com a cabeça cheia do próprio lubrificante. Nunca, entre meus namorados, tive a chance de ter um pau grosso e comprido. De pé na minha frente, com o cock completamente ereto, quase roçando meus lábios, ele me pediu para colocá-lo na boca — “…Chupa com toda vontade”. Ele disse
E sem hesitar, enfiei na boca e comecei a chupar, que yummy, não cabia tudo na minha boca, mas eu chupava por todos os lados com desespero, passava minha língua pela cabeça dele e engolia até quase me afogar, só de segurá-lo na mão percebi o quanto era comprido, o grosso que era aquele corpo cilíndrico, mesmo colocando minhas duas mãos, ainda sobrava um terço exposto na minha boca, e assim comecei a bater uma punheta com as mãos enquanto a cabeça entrava e saía da minha boca. Fazia isso acelerado, pensando que encheria minha boca do néctar dele, mas não foi assim, depois de uns minutos de mamada intensa, ele me pôs de pé, me virou e me colocou de quatro na cama, pegou minhas costas e fez pressão para enterrar minha cara no travesseiro, deixando minha buceta pulsante à disposição dele, abriu minhas pernas para ter espaço para mergulhar. Senti as mãos dele nas minhas cadeiras e de repente como entrou em mim o severo cock grande, yummy e muito molhado
Começou a me comer bem devagar e aos poucos foi aumentando a intensidade e o ritmo, se sentia muito tasty, puxava meu cabelo e batia as bolas dele na minha vulva, enquanto mantinha o dedão enfiado no meu cu, as batidas do cock lá dentro e aquele dedo esfregando no meu reto anal faziam ondas de prazer virem, minha boca no travesseiro abafava meus gritos de prazer. Ele me comeu de quatro como uma slut e depois por cima, segurava minhas nádegas abrindo mais o caminho do meu esfíncter, subia e descia das minhas costas para penetrar mais fundo, simplesmente batia no fundo da minha ppk, isso fez eu não aguentar e começar a ofegar, a gemer como nunca, orgasmos um atrás do outro me enchiam de prazer, sentia meu corpo se contrair e relaxar, os tremores que nunca tinha experimentado nos meus encontros anteriores me deixavam completamente vulnerável, o menor toque dentro da minha buceta e do meu cu dilatado era sucumbir a uma explosão de fluidos que jorravam com força pra fora, nunca tive nada igual, mas com Alex conheci o verdadeiro orgasmo.
Depois de uns 20 minutos que ele tava me penetrando sem parar, enquanto acho que pelo menos uns 8 orgasmos explodiram dentro de mim, deixando a cama toda molhada, Alex falou – “… desce, preciso gozar.”
Na hora eu me levantei rápido, fiquei de joelhos no chão e ele sentou na cama enquanto eu começava a chupar ele, sempre tentando enfiar o máximo do comprimento dele na minha boca, o que claramente era impossível. Depois de bater uma punheta pra ele, lamber ele, passar minha saliva, o pau dele começou a pulsar e ondas de porra foram expelidas, que delícia de gozada, encheu minha boca e desceu pela minha garganta, comi até a última gota da porra quentinha dele, não deixei escapar nada das gozadas que ele me dava. Dei minha calcinha de presente pra ele e me despedi com um último beijo, passando um pouco do néctar dele pra boca dele… enquanto eu andava pelo corredor ainda escorrendo meus fluidos pelas minhas pernas.

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