¿Así que extrañas a un hombre de verdad?

A puta suicida da Camila vai ser a protagonista dessa história. Num dia qualquer como hoje, a Camila chegou perto de mim e falou que não queria mais ficar comigo. Eu não entendi o porquê e perguntei, mas mesmo assim ela disse que não ia me contar o motivo. Sem mais o que falar, eu deixei a situação pra lá. Uma semana depois, comecei a conversar com duas minas que eram muito gostosas, umas verdadeiras bonecas, mas eu só queria ficar com uma delas. Depois de um mês longe da Camila, eu tava sentado conversando com essas duas garotas, como já era costume. Como eu só queria uma delas e ainda não tinha decidido, era fácil passar o tempo com as duas, e já que elas eram melhores amigas, também curtiam a situação. A melhor parte é que quase sempre tinha uma sentada na minha perna direita e a outra na esquerda (lembrando que sou um cara grande e alto). Elas eram daquelas típicas minas de 1,60m, então pra mim era tranquilo ter as duas assim. A questão é que, enquanto tava com elas, a Camila chegou querendo "conversar". Elas não acharam problema, porque já sabiam que era minha ex e que foi ela quem terminou comigo. Então, sem estresse, fui falar com a Camila um pouco afastado. Ela não disse nada de especial, só pediu pra eu deixar ela ser minha amiga. Eu tava focado nas duas minas de antes, então falei que, enquanto fosse só amizade, não tinha problema. Ela aceitou e voltamos pra perto das garotas, mas na hora ela fez uma jogada que eu não esperava: pediu pras outras duas deixarem ela sentar em cima de mim igual elas tavam quando chegou. Elas aceitaram, mas olharam meio estranho. A Camila, diferente delas, não sentou numa das minhas pernas; ela sentou direto no meu pau. E enquanto o tempo passava e a gente conversava, ela de vez em quando mexia a cintura, se esfregando em mim. E bom, já que elas não ligaram, eu também não, e até... Cheguei a agarrar ela pela cintura na frente delas, apertando o corpo dela, fazendo com que ela se esfregasse muito mais forte, e ela percebeu quando sentiu meu pau duro pressionando o corpo dela. Depois de um tempo, a gente levantou, Camila se despediu de mim com um beijo na bochecha, ajeitou a saia, me sorriu e foi embora. As outras duas garotas também se despediram, mas foi nessa hora que eu escolhi uma delas, e vocês já sabem: na dúvida, a mais peituda. Camila era praticamente reta, e só uma das duas garotas tinha um par de melões lindos. No dia seguinte, eu disse pra garota que gostava dela, e ela aceitou na hora. Imediatamente começamos a nos beijar, eu não sou de perder tempo, então coloquei minha mão nos peitos dela e fiquei massageando. Ela gemia e me olhava assustada. Pra minha surpresa, ela era virgem, e parecia ser a primeira vez que alguém tocava nela. Eu entendi e fui mais suave e carinhoso com o corpo gostoso dela. Camila nos interrompeu chegando pra cumprimentar, e ela percebeu que eu tinha a outra garota nas mãos, então fez outra jogada na hora, se colocando do meu lado. Ou seja, eu tinha Camila de um lado e essa outra garota do outro. Eu já estava com uma mão na bunda da outra garota, então sem muito problema e com a ajuda de Camila, eu tinha a garota que escolhi na minha mão, amassando a bunda dela enquanto a beijava, enquanto do outro lado, e sem que essa garota percebesse, eu também estava massageando a bunda de Camila. Lembro até que Camila aproveitou que essa garota fechava os olhos ao me beijar pra tocar no meu pau de forma descarada. Os dias passaram, e eu já masturbava essa garota e chupava os peitos dela quando eu queria (adoro menininhas virgens, então não queria perder tempo com ela, mas também não fui violento ou chato ao levar ela pra isso). Enquanto isso, já tinha criado uma rotina, sabendo que Camila queria meu pau, então fui perguntar pra ela antes de ir mais longe. Perguntei por que ela tinha me deixado, se agora estava ali. me procurando. Ela me revelou que tinha me deixado porque tinha gostado de outro cara, mas quando ficou com ele, foi tão pouco satisfatório e, supostamente segundo ela, depois ficou com outro cara que também não deu prazer a ela, então ela começou a sentir falta de como todos os dias que eu a via, eu a usava como um brinquedo sexual. Dito isso, levei a Camila para o nosso lugar de sempre, lá eu a encurralei como antes, mas dessa vez apertei o pescoço dela de forma violenta e enfiei a mão entre a calcinha dela para masturbá-la, mas enfiei os dedos tão fundo e de forma tão violenta que ela teve um mini orgasmo na hora. Me importei tão pouco com todo o resto que senti que estuprei a Camila naquele lugar, de tão forte que a masturbei e a segurava, até batia nos peitos, na bunda e nas coxas dela. Quando a soltei, ela estava tremendo e me deixou a mão encharcada. Eu a olhava com ódio e ela me olhou nos olhos e disse: "Isso é o que nenhum menino pode me dar, e só você faz". Eu segurei o rosto dela e a beijei, cuspi na boca dela e falei bem alto que se ela quisesse algo comigo, seria só minha amante, porque eu não ia largar essa outra garota. Ela sorriu e disse: "Sim, papai". Com o passar dos dias, peguei uma nova rotina. No começo do dia, estava com a outra garota, beijava ela e segurava a bunda dela enquanto fazia isso, levava ela até a sala dela e no caminho aproveitava para masturbá-la e massagear aquelas tetas enormes de vaca que ela tinha. Às vezes, levava ela para um lugar mais escuro e solitário, onde levantava a saia dela para masturbar a buceta, e outras vezes ela sentava em cima de mim, levantava a saia e esfregava a buceta dela em mim até ficar bem molhadinha. Eu dizia a ela que adorava deixar a buceta dela encharcada desde o início do dia. Depois de deixar essa garota na sala dela, ia ver a Camila. Ela me esperava com as amigas, assim que me via, vinha até mim. Eu a encurralava e massageava a bunda dela, enfiava o dedo entre a saia e a calcinha enquanto a abraçava e de De vez em quando eu beijava ela de forma sutil, porque ela era minha amante, mas minha namorada era a outra garota. Quando tinha mais privacidade, eu encostava ela na parede, levantava a saia dela e castigava com palmadas enquanto penetrava com os dedos de forma violenta, arranhando o interior dela com meus dedos e esticando bem. Outras vezes, eu dava palmadas e penetrava com meu pau; sentia a buceta dela pulsando, desejosa de ser comida, e eu fodia com força e de leve. Aquela puta tremia cada vez que eu movia meu pau pra dentro e pra fora. E se a outra garota eu deixava com a calcinha molhada, a Camila eu deixava com a buceta cheia de porra. Depois eu ia pra minha sala, e só pra deixar claro: como nunca me dava mal com as mulheres na minha turma, sempre sentava do lado de uma garota que fosse minha amiga. E se não tinha nada pra fazer, eu me divertia com uma delas sentada no meu colo, enquanto enfiava minha cara entre os peitos dela. Outras vezes, eu apalpava os peitos de uma delas com a desculpa de que queria saber como era a sensação, e outras vezes fazia elas falarem putaria pra mim. Elas com os namorados delas, eu com a minha namorada, e ainda assim não tenho dúvida de que todas as mulheres são umas vadias; só precisam de um macho que faça esse lado vir à tona. Enfim. Quando a gente saía pro intervalo e eu encontrava as duas — a Camila e a que agora era minha garota —, às vezes eu tinha uma bunda em cada mão, e outras vezes deixava a Camila ver como a minha garota sentava no meu pau enquanto eu passava a mão nela. Minha garota ficou com vergonha na primeira vez, mas depois que a Camila disse que não tinha problema, que ela aproveitasse com o namorado dela sem se importar com quem estivesse ali, essa menina obedeceu. E apesar de ainda sentir um pouco de vergonha, com o tempo foi ficando mais fácil sentir minhas mãos apertando os peitos dela e esfregando as coxas enquanto eu beijava ela, tudo na frente da Camila, que já era amiga dessa garota. Quando as aulas terminavam, eu encontrava a Camila primeiro pra arrebentar aquela buceta de puta que ela tinha. Sempre fodía depois da aula. Enfiava os dedos na boca dela enquanto ela imaginava que tava chupando minha pica, usando a buceta quente dela como meu depósito de porra. Quando terminava de usar ela, dava um tapa forte na bunda e beijava ela com violência, e caminhava com ela até onde tava a minha mina, a Camila. Cumprimentava a Camila com um beijo na bochecha, e às vezes a Camila chupava minha pica antes de eu foder ela, então imagino que, quando a Camila cumprimentava essa garota, ela sentia aquele cheiro de pica saindo da boca dela. Eu ia com essa garota acompanhar ela até a casa dela. Quando a gente entrava, os pais dela sempre chegavam tarde, então a casa ficava vazia quase sempre. Aí eu fazia ela chupar minha pica e lamber bem fundo e gostoso, sempre me dava garganta profunda aquela puta. Se ela soubesse que eu sempre limpava minha pica dos fluidos vaginais que a Camila deixava em mim, ela até me falava que minha pica tinha um gosto delicioso. Depois eu levantava a saia e a blusa dela, chupava os peitos dela e fazia ela montar em mim pra eu penetrar, e comia ela com força e sem piedade nenhuma. Ela tremia e gemia aos gritos enquanto me abraçava, eu chupava os peitos dela e dava tapas na bunda, enfiava a pica até o fundo. A gente ficava assim por duas horas seguidas, que era o tempo que os pais dela demoravam pra chegar. Como a gente já sabia o tempo que tinha, eu usava ela como uma puta sem descanso e sem me preocupar com nada até chegar a hora dos pais dela voltarem, e aí eu simplesmente fazia ela limpar minha pica com a boca, exatamente como no começo. Ela limpava o corpo do suor, penteava o cabelo, passava perfume, mas nunca limpava a buceta depois que eu usava ela. Os pais dela, inocentes, sempre me davam almoço e suco em agradecimento por eu estourar a buceta da docinha filhinha deles, que fazia um excelente trabalho limpando minha pica dos restos de buceta da Camila. Essa situação durou praticamente um ano, até eu sair da escola. (Não foram as únicas garotas que eu comi.) Na minha época de escola, eu era a mais gostosa da sala. Tinha uma bunda grande e peitos enormes. Os meninos não conseguiam parar de me olhar. Um dia, o professor de matemática me chamou pra resolver um problema na lousa. Eu me levantei e fui até a frente, sentindo os olhares de todos em mim. Quando me virei pra escrever, ouvi um "nossa, que bunda gostosa" vindo de algum lugar. Fiquei vermelha, mas continuei. No intervalo, um grupo de meninos se aproximou. O mais corajoso disse: "Você é a mais gostosa da escola, sabia?" Eu ri, mas por dentro tava adorando a atenção. (É isso, se quiserem mais dessa época, por favor comentem)

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