Meu tio tomou conta da minha esposa
Essa é a história de como meu tio Armando tomou conta da minha esposa Maribel. Tudo começou inocentemente quando o convidei pra jantar em nossa casa. Não o via há anos, então quis ser legal. Maribel não o conhecia e gostou da ideia de tê-lo pra jantar e conhecê-lo. Antes de continuar, já vou logo falar o que vocês querem ouvir. Maribel é uma mulher muito gostosa, do tipo que atrai um homem mais velho. Cabelo castanho, rostinho bonito, peitões e uma bunda grande e redonda. Esse foi meu primeiro erro: não pensar que meu tio, o mulherengo, ia se atrair pela minha jovem esposa.
Também não pensei que minha esposa, que tinha me confessado que se sentia atraída por homens mais velhos, fosse se sentir atraída pelo meu tio, que é bem gostoso e curte mulheres mais novas. Esse foi meu segundo erro.
Quando meu tio chegou, acenei pra ele e senti a força do aperto de mão dele. Se apertasse mais um pouco, teria quebrado minha mão. Ele viu minha esposa e cumprimentou ela com um abraço enorme, esfregando o corpo gostoso dela no dele. Percebi como ele olhava pra ela cheio de tesão, mas não falei nada sobre isso. Foi meu terceiro erro da noite. Ele trouxe uma garrafa de tequila pra beber depois do jantar, falei que não precisava trazer nada, mas ele insistiu, e com ele não se diz não. Comemos e começamos a beber cerveja misturada com a tequila que ele trouxe. Eu e a Maribel não bebemos sempre, e logo estávamos meio bêbados, enquanto ele ficou mais sóbrio que a gente. Ele viu que a gente tinha uma banheira de hidromassagem pequena lá fora e deu vontade de entrar. Tentamos convencer ele a não fazer isso, mas ele nos fez entrar junto e acabamos lá dentro. Ofereci uma sunga pra ele nadar, mas ficou meio apertada. O suficiente pra dar pra ver a pica dele, e era bem grande mesmo mole. A Maribel ficou olhando pro corpo musculoso dele, enquanto ele parecia que ia arrancar os olhos da cabeça quando viu ela de biquíni.
Não gostei de como eles estavam se olhando, mas pra ser sincero, não os culpava. Era compreensível que sentissem atração e, além disso, que mal tinha em se olharem daquele jeito? Esse foi meu quarto erro. Eu e Maribel sentamos juntos, com meu tio na nossa frente, do outro lado. A gente conversou e bebeu, mas aos poucos meu tio foi ficando mais ousado, flertando com minha esposa, fazendo ela rir e corar. Devagar, ela foi se aproximando dele até ficar do lado dele, me deixando sozinho. A gente continuou conversando, mas eles me ignoravam, só falando entre si. De vez em quando, reconheciam que eu estava ali. Em algum momento, meu tio decidiu tirar a sunga pra ficar pelado na água e nos convidou pra acompanhá-lo. Tentei resistir ao convite, mas Maribel aceitou e tirou o biquíni, então eu também me despi. Agora estávamos os três pelados, e os peitos da minha esposa visíveis pra todo mundo.
A – Mas que peitão gostoso você tem, Maribel. São perfeitos.
M – Ah, senhor, não fala isso, não são nada de especial.
A – Como não? São espetaculares, e não só isso: suas pernas lindas e essa bunda enorme. Do jeito que eu gosto, novinhas como você.
M – Bom, fico feliz que você goste do meu corpo. Você também é muito sexy. Do jeito que eu gosto, homens maduros como você.
Eu não acreditava no que estava ouvindo, meu tio e minha namorada se elogiando, falando que gostavam do corpo um do outro, e eu ali, feito um idiota, deixando rolar. Parecia que iam se beijar, e eu falei pra interromper o momento. Consegui puxar outro assunto, mas dava pra ver que o pau do meu tio tinha subido. As bolhas atrapalhavam um pouco, mas dava pra ver a rola enorme que ele tinha. Vi ele sorrir e me mandou levantar pra comparar. Nós dois ficamos de pé, e eu não me comparei a ele. Fiquei bem humilhado. Ela até riu de mim.
M – Diego te faz parecer um moleque!
A – Cê tem razão, ele parece um pivete do meu lado.
Os dois riram mais de mim, levaram uns cinco minutos pra se acalmar. Depois disso, ficamos em silêncio um pouco até meu tio falar.
A – E me diz, cê fode bem meu sobrinho com essa piroquinha?
M – Bom, ele faz o que pode, mas às vezes tenho que usar um dildo pra terminar.
A – Isso não tá certo. Cê merece uma boa trepada com um pau de verdade.
M – É, pode ser que sim.
Eu odiava o que tava ouvindo, mas me sentia muito excitado e tava com o pau bem duro. Meu tio viu e eu percebi a ideia malvada que ele teve.
A – Olha, Diego, é bem provável que alguém vá transar com sua esposa. Então que tal fazermos um desafio e o vencedor come ela?
D – Que isso, do que cê tá falando, tio?!
A – É fácil, a Maribel vai masturbar nós dois, e quem gozar primeiro perde. O outro ganha ela.
D – Tio, cê tá louco! A Maribel nunca aceitaria uma parada dessas.
M – O Diego tem razão, do jeito que as coisas tão, alguma coisa vai rolar e eu sou só uma, não dou conta dos dois. Melhor a gente decidir logo.
Eu não acreditava no que tava ouvindo e fiquei paralisado de choque. Minha esposa tava me dizendo que eu tinha que competir com meu tio pra ver quem comia ela. Talvez tenha sido pelo álcool, mas aceitei. Sentamos do lado dela, e ela pegou nossos paus e começou a bater uma pra nós. A situação era muito intensa, e eu tinha que segurar a vontade de gozar de tão excitado que tava. Dava pra ver que ela batia pra mim devagar e não apertava, enquanto nele ela fazia rápido e bem intenso. Pensei que ela tava tentando me ajudar pra ele gozar mais rápido, mas olhei nos olhos dela e vi as más intenções. Ela não fazia aquilo pra me ajudar, mas pra me mostrar que eu não me comparava ao meu tio e que, mesmo fazendo devagar pra mim e rápido pra ele, quem ia gozar primeiro era eu. Ela tava certa, e eu gozei pouco depois, esporrando meu sêmen na água.
A – Parece que eu ganhei, sobrinho. Sua esposa é minha.
Ela o beijou, cheia de tesão. Paixão ainda masturbando ele usando as duas mãos. Ele acariciava o corpo dela, dos seios até a bunda e a buceta dela. Ela gemia baixinho, curtindo como meu tio a tocava. Embora estivesse decepcionado comigo mesmo, queria muito bater uma, mas ainda não me recuperava. Só conseguia olhar pra eles com o pau mole e inútil. Ela se separou dele, me fez pensar que tinha se arrependido, mas pegou na mão dele e o guiou pra dentro.
M – Vem, vamos fazer no quarto.
Eles entraram e me deixaram sozinho. Tive que parar uns momentos pra processar tudo. Tava cheio de raiva, humilhação, tristeza e tesão. Tudo isso misturado me deixou muito confuso, mas o álcool tornou mais fácil de aguentar. Esperei um pouco mais e entrei pra ver eles. Pensei que estariam no nosso quarto, mas em vez disso estavam no quarto de hóspedes. Entrei e a primeira coisa que vi foi a Maribel em cima do meu tio fazendo 69. Fiquei impressionado como ela engolia aquele pau gostoso, acho que o desejo fazia dela uma puta melhor pro amante dela. Meu tio abria a buceta dela com os dedos pra meter a língua, fazendo ela gemer tão gostoso. Os gemidos dela misturados com sons de engasgo me deixaram de pau duro. O melhor foi ver como ela usava os peitos pra satisfazer meu tio.
Ficaram assim por um tempo, sem nem perceber que eu tinha chegado. Meu tio tirou ela de cima dele e mandou ela ficar de quatro. Ela obedeceu, se ajoelhando e apontando aquela bunda gostosa na direção dele. Ele deu um tapa forte nela, chamando-a de puta, apontou o pau na entrada da buceta dela e, de uma só vez, enfiou tudo.
M - Ahhhhhhhhhhhh! Que gostoso, tio, seu pau é tão grande, uhhhhh, adoro.
A - Que putinha você é, menina. Vou adorar arrebentar essa sua xota.
Sem dar tempo pra ela se acostumar com o tamanho, meu tio começou a foder ela com tudo, uma enfiada forte atrás da outra, fazendo ela gritar de dor e depois de prazer genuíno. Nunca tinha visto a Maribel assim, era como se fosse outra pessoa. Me sentia tão inferior ao meu tio, sem ter a habilidade de despertar esse lado nela. Tava batendo uma punheta, puto de tesão em ver os dois juntos. Mas não tenho ninguém pra culpar além de mim mesmo.
M – Olha como o teu tio come a sua buceta! É assim que um homem de verdade fode, talvez você aprenda alguma coisa!
A – Presta atenção, sobrinho, fica de olho pra aprender como tratar uma puta que nem ela.
Eles riram entre gemidos, me humilhando como um cuck patético, mas eu só respondi que sim. Meu tio balançava a cama inteira com as estocadas, fazendo ela ranger e a cabeceira bater na parede. Juro que a qualquer momento parecia que ele ia quebrar a cama. Sério, eu não chegava nem perto. Ele continuou assim até que finalmente fez ela gozar.
M – Ahhhhhhhhhh! Tio, eu tô gozando! Tô gozando!
Ele tirou o pau dela e deu um tapa na bunda. Ela desabou na cama, exausta do sexo intenso. Os dois descansaram uns minutos até que meu tio virou ela, ficando por cima e continuando a foda de missionário. O ritmo não mudou nada, ele ainda metia como um animal selvagem. Fiquei impressionado com a resistência dele, morrendo de ciúmes. Ele se levantou, colocou as pernas da minha esposa nos ombros dele, me dando uma vista melhor da minha mulher sendo satisfeita por outro.
A – Que peitão gostoso que você tem, Maribel. Tão grandes e deliciosos.
M – Cê gosta, tio? Aproveita, você mereceu.
Isso fez meu tio meter mais forte nela. Eu não aguentei mais e gozei na mão. Os dois viram e caíram na risada. A humilhação que eu sentia era inimaginável, mas era tão gostosa. Algo dentro de mim dizia que aquilo era o certo, e eu odiava isso. Mas não fiz nada pra parar, então qual era o sentido de ficar puto? Só curti o show. Meu tio continuou naquela posição até que, de repente, parou e, sem tirar a pica, puxou minha esposa pra beira da cama e levantou ela nos braços. Começou a meter nela no colo, algo que eu nunca conseguia fazer. Tentei algumas vezes, mas nunca rolou, não tinha força pra isso. E agora meu tio fazia sem o menor esforço.
M - Sim! Tio, você me come tão gostoso! Mais, me dá mais! Sim, sim, sim, sim!
A - Não me diga, meu sobrinho nunca te comeu assim.
M - Nunca. Ele não é tão forte quanto você.
A - Ouviu isso, sobrinho? Você não tem o que é preciso pra comer sua esposa. Agradeça que eu tô aqui pra satisfazer ela.
Fez ela gozar de novo enquanto a segurava, sério, eu não me comparava a ele. Ele a colocou de volta na cama na posição missionária, dava pra ver que meu tio já não aguentava mais e disse pra minha esposa.
M - Me dá seu gozo, tio. Me enche com ele.
Foi o que ele fez, bombando ela com o gozo quente, fazendo ela gozar de novo. Os dois desabaram exaustos, respirando pesado, cobertos de suor. A pica do meu tio coberta dos sucos da minha esposa, e a buceta dela pingando o gozo dele. Descansaram um pouco antes de irem os dois pro chuveiro se lavar. Dava pra ouvir os barulhos que faziam. Se beijando e rindo. Não sei se transaram de novo, mas não me surpreenderia. Saíram e foram pro nosso quarto e fecharam a porta. Pouco depois, os barulhos de sexo começaram de novo. Não acreditava que estavam transando outra vez, mas ao mesmo tempo adorava que me deixaram de fora enquanto eles comiam. Voltei pro quarto de hóspedes e me deitei na cama onde tinham acabado de transar. Bati uma de novo enquanto ouvia os barulhos da cama e os gemidos da minha esposa.
Tentei aguentar o máximo que pude, mas minha pica tava exausta e só gozei uma vez. Adormeci sem saber tudo o que fizeram. No dia seguinte, acordei com o cheiro do café da manhã que a Maribel fez. Ela tava tão gostosa de roupão, ainda mais por ter transado a noite toda com meu tio. Meu tio chegou e minha esposa serviu café e comida pra ele. Tava atenta a todos os pedidos dele e feliz em satisfazê-lo. Era óbvio que meu tio tinha ela bem dominada, sentia que de certa forma ela já não era mais minha esposa. Depois de comer, meu tio me disse que a Maribel era a melhor foda que ele já teve e que não pretendia parar. Ela disse que meu tio tirou a puta que há nela e que adorava ser assim. sua escrava sexual. Pensei que tavam me pedindo permissão pra continuar trepando, mas na real tavam só me avisando do que ia rolar. Não tinha outra opção, então falei que tava de boa pra mim.
Desde então, eles tão transando direto. Às vezes meu tio vem buscar ela no nosso quarto, outras vezes leva ela pra casa dele ou vão pra um motel. Ainda transo com ela, mas bem menos que eles. Pra cada vez que eu como a Maribel, ele come três. Nunca imaginei que isso ia acontecer, mas agora não tem mais volta. Meu tio tomou conta da minha esposa.
Essa é a história de como meu tio Armando tomou conta da minha esposa Maribel. Tudo começou inocentemente quando o convidei pra jantar em nossa casa. Não o via há anos, então quis ser legal. Maribel não o conhecia e gostou da ideia de tê-lo pra jantar e conhecê-lo. Antes de continuar, já vou logo falar o que vocês querem ouvir. Maribel é uma mulher muito gostosa, do tipo que atrai um homem mais velho. Cabelo castanho, rostinho bonito, peitões e uma bunda grande e redonda. Esse foi meu primeiro erro: não pensar que meu tio, o mulherengo, ia se atrair pela minha jovem esposa.
Também não pensei que minha esposa, que tinha me confessado que se sentia atraída por homens mais velhos, fosse se sentir atraída pelo meu tio, que é bem gostoso e curte mulheres mais novas. Esse foi meu segundo erro.
Quando meu tio chegou, acenei pra ele e senti a força do aperto de mão dele. Se apertasse mais um pouco, teria quebrado minha mão. Ele viu minha esposa e cumprimentou ela com um abraço enorme, esfregando o corpo gostoso dela no dele. Percebi como ele olhava pra ela cheio de tesão, mas não falei nada sobre isso. Foi meu terceiro erro da noite. Ele trouxe uma garrafa de tequila pra beber depois do jantar, falei que não precisava trazer nada, mas ele insistiu, e com ele não se diz não. Comemos e começamos a beber cerveja misturada com a tequila que ele trouxe. Eu e a Maribel não bebemos sempre, e logo estávamos meio bêbados, enquanto ele ficou mais sóbrio que a gente. Ele viu que a gente tinha uma banheira de hidromassagem pequena lá fora e deu vontade de entrar. Tentamos convencer ele a não fazer isso, mas ele nos fez entrar junto e acabamos lá dentro. Ofereci uma sunga pra ele nadar, mas ficou meio apertada. O suficiente pra dar pra ver a pica dele, e era bem grande mesmo mole. A Maribel ficou olhando pro corpo musculoso dele, enquanto ele parecia que ia arrancar os olhos da cabeça quando viu ela de biquíni.
Não gostei de como eles estavam se olhando, mas pra ser sincero, não os culpava. Era compreensível que sentissem atração e, além disso, que mal tinha em se olharem daquele jeito? Esse foi meu quarto erro. Eu e Maribel sentamos juntos, com meu tio na nossa frente, do outro lado. A gente conversou e bebeu, mas aos poucos meu tio foi ficando mais ousado, flertando com minha esposa, fazendo ela rir e corar. Devagar, ela foi se aproximando dele até ficar do lado dele, me deixando sozinho. A gente continuou conversando, mas eles me ignoravam, só falando entre si. De vez em quando, reconheciam que eu estava ali. Em algum momento, meu tio decidiu tirar a sunga pra ficar pelado na água e nos convidou pra acompanhá-lo. Tentei resistir ao convite, mas Maribel aceitou e tirou o biquíni, então eu também me despi. Agora estávamos os três pelados, e os peitos da minha esposa visíveis pra todo mundo.A – Mas que peitão gostoso você tem, Maribel. São perfeitos.
M – Ah, senhor, não fala isso, não são nada de especial.
A – Como não? São espetaculares, e não só isso: suas pernas lindas e essa bunda enorme. Do jeito que eu gosto, novinhas como você.
M – Bom, fico feliz que você goste do meu corpo. Você também é muito sexy. Do jeito que eu gosto, homens maduros como você.
Eu não acreditava no que estava ouvindo, meu tio e minha namorada se elogiando, falando que gostavam do corpo um do outro, e eu ali, feito um idiota, deixando rolar. Parecia que iam se beijar, e eu falei pra interromper o momento. Consegui puxar outro assunto, mas dava pra ver que o pau do meu tio tinha subido. As bolhas atrapalhavam um pouco, mas dava pra ver a rola enorme que ele tinha. Vi ele sorrir e me mandou levantar pra comparar. Nós dois ficamos de pé, e eu não me comparei a ele. Fiquei bem humilhado. Ela até riu de mim.
M – Diego te faz parecer um moleque! A – Cê tem razão, ele parece um pivete do meu lado.
Os dois riram mais de mim, levaram uns cinco minutos pra se acalmar. Depois disso, ficamos em silêncio um pouco até meu tio falar.
A – E me diz, cê fode bem meu sobrinho com essa piroquinha?
M – Bom, ele faz o que pode, mas às vezes tenho que usar um dildo pra terminar.
A – Isso não tá certo. Cê merece uma boa trepada com um pau de verdade.
M – É, pode ser que sim.
Eu odiava o que tava ouvindo, mas me sentia muito excitado e tava com o pau bem duro. Meu tio viu e eu percebi a ideia malvada que ele teve.
A – Olha, Diego, é bem provável que alguém vá transar com sua esposa. Então que tal fazermos um desafio e o vencedor come ela?
D – Que isso, do que cê tá falando, tio?!
A – É fácil, a Maribel vai masturbar nós dois, e quem gozar primeiro perde. O outro ganha ela.
D – Tio, cê tá louco! A Maribel nunca aceitaria uma parada dessas.
M – O Diego tem razão, do jeito que as coisas tão, alguma coisa vai rolar e eu sou só uma, não dou conta dos dois. Melhor a gente decidir logo.
Eu não acreditava no que tava ouvindo e fiquei paralisado de choque. Minha esposa tava me dizendo que eu tinha que competir com meu tio pra ver quem comia ela. Talvez tenha sido pelo álcool, mas aceitei. Sentamos do lado dela, e ela pegou nossos paus e começou a bater uma pra nós. A situação era muito intensa, e eu tinha que segurar a vontade de gozar de tão excitado que tava. Dava pra ver que ela batia pra mim devagar e não apertava, enquanto nele ela fazia rápido e bem intenso. Pensei que ela tava tentando me ajudar pra ele gozar mais rápido, mas olhei nos olhos dela e vi as más intenções. Ela não fazia aquilo pra me ajudar, mas pra me mostrar que eu não me comparava ao meu tio e que, mesmo fazendo devagar pra mim e rápido pra ele, quem ia gozar primeiro era eu. Ela tava certa, e eu gozei pouco depois, esporrando meu sêmen na água.
A – Parece que eu ganhei, sobrinho. Sua esposa é minha.
Ela o beijou, cheia de tesão. Paixão ainda masturbando ele usando as duas mãos. Ele acariciava o corpo dela, dos seios até a bunda e a buceta dela. Ela gemia baixinho, curtindo como meu tio a tocava. Embora estivesse decepcionado comigo mesmo, queria muito bater uma, mas ainda não me recuperava. Só conseguia olhar pra eles com o pau mole e inútil. Ela se separou dele, me fez pensar que tinha se arrependido, mas pegou na mão dele e o guiou pra dentro.
M – Vem, vamos fazer no quarto.
Eles entraram e me deixaram sozinho. Tive que parar uns momentos pra processar tudo. Tava cheio de raiva, humilhação, tristeza e tesão. Tudo isso misturado me deixou muito confuso, mas o álcool tornou mais fácil de aguentar. Esperei um pouco mais e entrei pra ver eles. Pensei que estariam no nosso quarto, mas em vez disso estavam no quarto de hóspedes. Entrei e a primeira coisa que vi foi a Maribel em cima do meu tio fazendo 69. Fiquei impressionado como ela engolia aquele pau gostoso, acho que o desejo fazia dela uma puta melhor pro amante dela. Meu tio abria a buceta dela com os dedos pra meter a língua, fazendo ela gemer tão gostoso. Os gemidos dela misturados com sons de engasgo me deixaram de pau duro. O melhor foi ver como ela usava os peitos pra satisfazer meu tio.
Ficaram assim por um tempo, sem nem perceber que eu tinha chegado. Meu tio tirou ela de cima dele e mandou ela ficar de quatro. Ela obedeceu, se ajoelhando e apontando aquela bunda gostosa na direção dele. Ele deu um tapa forte nela, chamando-a de puta, apontou o pau na entrada da buceta dela e, de uma só vez, enfiou tudo.M - Ahhhhhhhhhhhh! Que gostoso, tio, seu pau é tão grande, uhhhhh, adoro.
A - Que putinha você é, menina. Vou adorar arrebentar essa sua xota.
Sem dar tempo pra ela se acostumar com o tamanho, meu tio começou a foder ela com tudo, uma enfiada forte atrás da outra, fazendo ela gritar de dor e depois de prazer genuíno. Nunca tinha visto a Maribel assim, era como se fosse outra pessoa. Me sentia tão inferior ao meu tio, sem ter a habilidade de despertar esse lado nela. Tava batendo uma punheta, puto de tesão em ver os dois juntos. Mas não tenho ninguém pra culpar além de mim mesmo.
M – Olha como o teu tio come a sua buceta! É assim que um homem de verdade fode, talvez você aprenda alguma coisa! A – Presta atenção, sobrinho, fica de olho pra aprender como tratar uma puta que nem ela.
Eles riram entre gemidos, me humilhando como um cuck patético, mas eu só respondi que sim. Meu tio balançava a cama inteira com as estocadas, fazendo ela ranger e a cabeceira bater na parede. Juro que a qualquer momento parecia que ele ia quebrar a cama. Sério, eu não chegava nem perto. Ele continuou assim até que finalmente fez ela gozar.
M – Ahhhhhhhhhh! Tio, eu tô gozando! Tô gozando!
Ele tirou o pau dela e deu um tapa na bunda. Ela desabou na cama, exausta do sexo intenso. Os dois descansaram uns minutos até que meu tio virou ela, ficando por cima e continuando a foda de missionário. O ritmo não mudou nada, ele ainda metia como um animal selvagem. Fiquei impressionado com a resistência dele, morrendo de ciúmes. Ele se levantou, colocou as pernas da minha esposa nos ombros dele, me dando uma vista melhor da minha mulher sendo satisfeita por outro.
A – Que peitão gostoso que você tem, Maribel. Tão grandes e deliciosos. M – Cê gosta, tio? Aproveita, você mereceu.
Isso fez meu tio meter mais forte nela. Eu não aguentei mais e gozei na mão. Os dois viram e caíram na risada. A humilhação que eu sentia era inimaginável, mas era tão gostosa. Algo dentro de mim dizia que aquilo era o certo, e eu odiava isso. Mas não fiz nada pra parar, então qual era o sentido de ficar puto? Só curti o show. Meu tio continuou naquela posição até que, de repente, parou e, sem tirar a pica, puxou minha esposa pra beira da cama e levantou ela nos braços. Começou a meter nela no colo, algo que eu nunca conseguia fazer. Tentei algumas vezes, mas nunca rolou, não tinha força pra isso. E agora meu tio fazia sem o menor esforço.
M - Sim! Tio, você me come tão gostoso! Mais, me dá mais! Sim, sim, sim, sim! A - Não me diga, meu sobrinho nunca te comeu assim.
M - Nunca. Ele não é tão forte quanto você.
A - Ouviu isso, sobrinho? Você não tem o que é preciso pra comer sua esposa. Agradeça que eu tô aqui pra satisfazer ela.
Fez ela gozar de novo enquanto a segurava, sério, eu não me comparava a ele. Ele a colocou de volta na cama na posição missionária, dava pra ver que meu tio já não aguentava mais e disse pra minha esposa.
M - Me dá seu gozo, tio. Me enche com ele.
Foi o que ele fez, bombando ela com o gozo quente, fazendo ela gozar de novo. Os dois desabaram exaustos, respirando pesado, cobertos de suor. A pica do meu tio coberta dos sucos da minha esposa, e a buceta dela pingando o gozo dele. Descansaram um pouco antes de irem os dois pro chuveiro se lavar. Dava pra ouvir os barulhos que faziam. Se beijando e rindo. Não sei se transaram de novo, mas não me surpreenderia. Saíram e foram pro nosso quarto e fecharam a porta. Pouco depois, os barulhos de sexo começaram de novo. Não acreditava que estavam transando outra vez, mas ao mesmo tempo adorava que me deixaram de fora enquanto eles comiam. Voltei pro quarto de hóspedes e me deitei na cama onde tinham acabado de transar. Bati uma de novo enquanto ouvia os barulhos da cama e os gemidos da minha esposa.
Tentei aguentar o máximo que pude, mas minha pica tava exausta e só gozei uma vez. Adormeci sem saber tudo o que fizeram. No dia seguinte, acordei com o cheiro do café da manhã que a Maribel fez. Ela tava tão gostosa de roupão, ainda mais por ter transado a noite toda com meu tio. Meu tio chegou e minha esposa serviu café e comida pra ele. Tava atenta a todos os pedidos dele e feliz em satisfazê-lo. Era óbvio que meu tio tinha ela bem dominada, sentia que de certa forma ela já não era mais minha esposa. Depois de comer, meu tio me disse que a Maribel era a melhor foda que ele já teve e que não pretendia parar. Ela disse que meu tio tirou a puta que há nela e que adorava ser assim. sua escrava sexual. Pensei que tavam me pedindo permissão pra continuar trepando, mas na real tavam só me avisando do que ia rolar. Não tinha outra opção, então falei que tava de boa pra mim.
Desde então, eles tão transando direto. Às vezes meu tio vem buscar ela no nosso quarto, outras vezes leva ela pra casa dele ou vão pra um motel. Ainda transo com ela, mas bem menos que eles. Pra cada vez que eu como a Maribel, ele come três. Nunca imaginei que isso ia acontecer, mas agora não tem mais volta. Meu tio tomou conta da minha esposa.
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