Las Aventuras de Lupita capitulo 9

Las Aventuras de Lupita capitulo 9As Aventuras de Lupita Capítulo 9
A colegialinha engolia o esperma do velho desesperada, mal conseguindo respirar porque ele tampou o nariz dela com a mão pra forçá-la a engolir todo o líquido seminal. O velho gozava na boca da menina tanta porra acumulada por anos sem mulher, que ela se engasgava e fios daquele líquido viril escapavam pelo canto dos lábios. O velho tarado continuava sentado no peito da garota, com a pica dura dentro da boca da jovem escultural, curtindo os gemidos desesperados dela porque ele não soltava o nariz, impedindo que respirasse. E com a vergonha na boca, além do peso do zelador no peito, era pouco o ar que conseguia puxar pros pulmões. Os olhos verdes lindos dela suplicavam piedade pro velho, ela chutava o colchão com as pernas, desesperada pela falta de ar. O fodedor Juan, sádico como era, curtia todo o desespero da menina e dizia:
"Aaahhh, que boquinha gostosa você tem, putinha. Tirei bastante porra de você, mas ainda tenho mais pra você, mamãe. Ainda falta o melhor."
Aí o velho desceu da garota e tirou a vergonha da boca dela. A menina respirava desesperada, puxando ar pros pulmões castigados. O fodedor Juan sentou na beira da cama, pegou a cerveja dele, deu um gole e arrotou. Depois, acariciou as pernas da garota enquanto dava mais goles na cerveja. Ela tossia porque tinha vários pelos pubianos presos na garganta e não conseguia tirá-los dali.
A vozinha rouca dela estava à beira do choro, com o rosto desfigurado e restos de esperma escorrendo pelo canto dos lábios, a boca aberta e as pupilas enormemente dilatadas, olhando pro velho com uma expressão desesperada de terror, sabendo que estava ali, nua, trancada naquele quarto com aquele velho maníaco sexual. Ela diz:
"Cof, cof... por favor, seu Juan, me solta. Já me deixa ir, olha... tudo o que ele me fez cof cof, eu imploro."
"Je je je" ria o Corcunda sem parar de passar as mãos pelas pernonas da garota devagar, sentindo a suavidade da pele dela e dizendo "por que você quer ir embora, mamãe, se ainda falta o melhor? Você vai ver que daqui a pouco vai gritar de tão gostoso que a gente vai estar se divertindo" sorrindo pra ela com aquela cara de sádico e mostrando toda aquela dentadura cheia de cáries, levantando-se o velho com um último arroto disse "vamos continuar com nosso assunto, mamãe, que isso ainda vai render muito tempo hahahahaha" diante dos olhos aterrorizados da escultural colegial, vendo indefesa como o velho nu separava as pernas dela "não, não... o que você vai fazer comigo, o que você vai fazer comigo" dizia Lupita ao mesmo tempo que tentava fechar as coxas, mas o velho já tinha se metido entre elas, no meio das duas pernas dela e, deixando cair todo o peso dele em cima dela, começou a babar na boca dela e apertava e amassava os peitos dela com avareza e desespero, mordia sem piedade, fazendo a garota sentir todo o sadismo daquele velho tarado.
Chegaaaa... ahhhhh... ahhhhh... pelo amor de deeeeeeus... aaahhhhhh... pareeeee... chegaaaaaa.
A garota, sem parar de olhar o corpo do velho, que pela barriga escorriam gotas grossas de suor e vendo aquela pica grande, grossa e cheia de veias pulsantes que surgia de uma mata de pelos abundante e anti-higiênica, dizia toda assustada.
"Por favor... não me estupra... não... não... por favor... por favor"
"Ha haha ha, isso implora, pombinha, que isso me esquenta mais, de qualquer jeito esse bum vai ser meu hahahahaha" dizia o velho que, empurrando ela, virou-a de bruços, "não, deixa..." balbuciou a jovem, mal estava tão cansada, estava num estado de cansaço tão grande que era como uma boneca que podia ser manuseada à vontade, o Corcunda colocou um travesseiro debaixo da barriga dela que fez levantar ainda mais as nalgas de Lupita, o velho se deliciava com a vista, era um par de nalgas juvenis impressionantes grandes, redondas, macias e duras, e sem aguentar mais, subiu na cama de novo e começou a beijar as costas da menina. Seus lábios percorriam as costas da garota até chegar nas nádegas, e então separou as pernas dela e passou a língua pelos glúteos, depois afastou as nádegas e enfiou a língua até chegar no ânus. Chupava com a língua desde o ânus até a bucetinha dela, fazendo a garota tremer e começar a ofegar. A menina, ainda no meio do tesão, dizia pro velho: "não, por favor, para, não faz isso, não me faz nada aí, por favor." Isso deixava o velho ainda mais excitado, que continuava no seu trabalho de chupar e apertar com as mãos ansiosas o enorme par de nádegas, passando a língua comprida e áspera pela rachinha dela de cima pra baixo, chegando até o ânus e voltando de novo rapidamente, dando lambidas. Passava e repassava pelo cu fechado devagar, acariciava com a língua fazendo pequenos círculos ao redor, depois enfiava a língua áspera dentro do cu dela. A menina nunca tinha sentido aquilo, e achava a sensação tão gostosa, o pecado daquilo tornava tudo ainda mais prazeroso, ela não conseguia resistir a tanto prazer. Lupita se sentia como nunca, sendo penetrada por aquela língua, sentia a língua dele no clitóris dela, chupando e mordiscando, e só conseguia ofegar e gemer de prazer. Lupita gemia, mordia os lábios e semicerrava os olhos: "ahhh ahhh ahhh assim ahhhhhh ooohhh assim assim oohh", a jovem gemia e seu corpo ardia enquanto tremia presa de sensações e de um formigamento por todo o corpo. O Corcunda então se levantou, apoiando-se nas nádegas duronas da menina, e disse: "se prepara, garota, porque vou meter a pica, você vai saber o que é um homem de verdade." Abrindo o buraco anal da menina com as mãos, colocou a pica pulsante na entrada daquele cu fechado. Ela respirava fundo e rápido, como tentando se preparar para uma dor inevitável, sentiu o calor do corpo do homem tarado, o velho começou a meter o pau devagar e Lupita soube que estava ferrada, uma empurrada e o pênis entrou mais alguns milímetros dentro dela, a segunda empurrada mais forte já ganhou uns centímetros a mais, ela respirava fundo.
Sentia como o ânus virgem da menina oferecia resistência e como ele, ajudado pela lubrificação do cu, ia vencendo essa resistência até enfiar metade daquela pica grande e grossa e ali ficou parado um tempo curtindo as contrações gostosas que o cu castigado da menina fazia diante do ataque daquele intruso.
"Chegaaaa ahhhhh ahhhhh pelo amor de deus aaahhhhhh pareeeee chegaaaa" dizia a menina empalada, sentia que o cu dela se abria e como entrava centímetro por centímetro aquela pica potente, suas lágrimas eram mais abundantes "que cuzinho apertado você tem, garota" disse o velho fazendo força para penetrá-la totalmente vencendo a resistência do cu fechado da menina até empalá-la completamente, a pobre Lupita sentia que ele estava partindo ela, pois era grosso demais, suas bolas enormes e peludas batiam na bunda dela e ela só gritava de dor, seus olhos se arregalaram como surpresos, a menina sentia como aquela pica a preenchia totalmente, seus olhos se abriram bem grandes, suas mãos se crisparam "Não, pelo amor de Deus tira, dói muito, não continua aaaaaa, tá me machucando aaaaaa, dói aaaaaa" ouviam-se os gritos da menina.
O velho sem dar bola se deitou sobre ela e começou a foder como um louco, suas estocadas eram rápidas e potentes fazendo vibrar o corpo da colegial a cada metida, a menina quase não tinha mais forças para resistir "não pelo amor de Deus não pelo amor de Deus não aguento mais" sussurrou.
"Que cu mais apertado você tem, putinha" dizia o Corcunda, o cu apertado de Lupita aos poucos foi se adaptando à pica enorme que a estuprara e a dor aos poucos foi dando lugar ao prazer, a colegial sentia como o pau do velho deslizava perfeitamente no cu dela provocando um prazer Indescritível, nunca sentido antes. Tavam metendo forte nela, ela sentia os ovos do velho entrando e saindo, e o barulho do cu dela a cada estocada, ploc ploc ploc. Sentia que tava ficando louca, já não aguentava mais. "Ahhh ahhhh ahhhhhh, ahhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhh oooohhh ooohhhhh", ela gemia a cada enfiada do velho, sentindo as paredes do cu sendo roçadas por aquele pedaço de carne. A respiração dela era rápida, e o corpo jovem tremia enquanto ele comia ela como um louco, fuck you.

Ela já não gritava mais, só ofegava de prazer, gemia cada vez mais. O velho enfiava sem piedade, cada vez mais fundo, com força, com brutalidade, louco pela sensação do momento. As estocadas faziam as bundonas da novinha tremerem. Ela tava completamente entregue ao Corcunda, sem vontade de resistir. A pica entrava e saía, perfurando sem contemplação. Os ovos do velho batiam no cu dela a cada investida. Ele metia e tirava a cock, arrancando gritos de prazer da colegial ao sentir as paredes do cu dela roçando naquela pica. Ela tremia, o corpo transbordando de prazer.

O velho xingava ela, dizia "slut, foxy, não vai mais tirar sarro de mim, né? Agora me adora, garota calientapijas". Isso excitava ele ainda mais. Tava curtindo como um louco. Ver ela submissa e fodida era algo incrível. Ele olhava pra ela com a cara totalmente desfigurada, cara de um depravado sexual, e a cada vez as estocadas eram mais selvagens, mais fortes, enquanto gritava que ela era uma slut. Ouvir isso excitava a menina de um jeito incrível. Ninguém nunca tinha tratado ela assim. Ela começou a suspirar, gozando da enculada selvagem que tava levando. Fechava os olhos, apertava os dentes e mordia os lábios. Ela curtia a situação. O velho não parava de dizer "slut, grita mais forte, como me excita, slut, como seu cu come minha picaaaaa", totalmente fora de si.colegiaisAaaaaaahhhhhhhhhh aaahhhhhhhhhhhhhh uyyyyyyyyyyyyy" gemia a garota, desfalecendo de prazer. O zelador continuava metendo forte, tão forte que, ao bater naquelas bundonas da menina, fazia muito barulho. Ela estava escorrendo. Ele a penetrava com tanta força que veio um orgasmo intenso. Lupita arqueava as costas e empinava a bunda, querendo que a pica do velho a penetrasse mais fundo. A expressão no rosto dela era de dor e prazer ao mesmo tempo, um prazer imenso que ela nunca conhecera. A pica estava lhe causando orgasmos incontroláveis; ela não parava de gemer e se contorcer. Os orgasmos se sucediam em seu corpo, um após o outro. De repente, um orgasmo avassalador, o maior da vida dela, a atingiu naquele momento, e ela gritou como possuída pelo demônio: "Aaaaaahhhhh ahhhhhhhhh asiiii Ahhhh papaiiiii que gostooooooso ahhhhhh mendigo, mete em mim uyyyyyyyy mais forte, cachorro, mete em mim ahhhhhh."

Os orgasmos a assaltavam um após o outro, impiedosos. Eram tão intensos e contínuos que a enlouqueciam. O velho metia e tirava a vara com tanto vigor que cada investida fazia a adolescente gemer. O corpo dela se contorcia em uma espécie de espasmos, tanto era o prazer. O velho deitou sobre as costas dela e mordia sua nuca enquanto a comia. Enfiou as mãos por baixo do corpo dela, agarrando os peitinhos e começou a apertá-los e amassá-los sem parar de comê-la. Mordia a nuca e o pescoço dela sem piedade. Lupita estava tão tesuda que não dizia nada, só se deixava fazer, só gritava e se contorcia: "Aahhh, ahhh, asiiiiiiii" e empinava mais a bunda, querendo que a pica do velho a penetrasse mais fundo. Que foda o velho dava em Lupita! Ele a investia brutal e selvagemente, apertava os peitos e os bicos, e a mordia sem piedade na nuca e no pescoço. A menina sentia aquela pica enorme enchendo ela por completo.

O Corcunda ficou quase meia hora arrombando a buceta dela até sentir que ia gozar. Apertou a Apertou os peitos com força e mordeu o pescoço dela com gosto, a cara da menina estava completamente transtornada, com os olhos arregalados. O velho bufando gozou em torrentes que inundaram toda a bunda dela, molhando as nádegas e as pernas da garota. "Aaarrrggggghhhhhh", o velho gemia enquanto gozava. Lupita também teve um orgasmo imenso ao mesmo tempo, se manifestando com gritos e gemidos roucos enquanto o corpo dela era tomado por espasmos de prazer e luxúria. "Aaahhhhh papiiiiiii, assiiimmm mendigooooo uyyyyyyyyyyyyyyy aaahhhhhhhh". O orgasmo da menina era interminável, o velho enchia o cuzinho dela com uma porrada de porra quente. A menina sentia no cu pela primeira vez o sêmen quente e pegajoso batendo e se impregnando nas paredes do rabo dela, enchendo ela aos poucos com aquele fluxo quente.

O velho ficou em cima da menina, completamente exausto pela putaria violenta. Em seguida, o fuck you Juan tirou o pau ainda duro da bunda da menina e se levantou. Lupita, ainda com a respiração ofegante, olhou sem entender pra onde ele ia. O velho foi até o abajur e apagou a luz fraca da mesa, deixando o quarto totalmente escuro. Não se via nada, era uma escuridão total. Ele subiu de novo na cama pra continuar macetando a colegial gostosa naquela escuridão reinante, onde só se ouviam os xingamentos do velho e os gemidos de prazer da menina.

ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DO DESFECHO DESSA HISTÓRIA ONDE NOSSA PROTAGONISTA LUPE FUENTES CONTINUA SE METENDO EM NOVAS AVENTURAS SEXUAIS, ESPECIALMENTE COM VELHOS DEGENERADOS PERVERTIDOS VICIADOS EM SE APROVEITAR DA INOCÊNCIA DE ADOLESCENTES GOSTOSAS.

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