A surpresa com minha irmã

Naquela época eu tinha uns dezenove anos, tinha acabado de começar a faculdade. Minha irmã tinha acabado de fazer dezessete. Naquele verão, eu repeti um monte de matérias, então tive que passar em casa, minha irmã também, e meus pais decidiram nos deixar sozinhos lá o mês de agosto inteiro.

Tudo começou um dia em que entrei no quarto da minha irmã pra perguntar uma besteira sobre a casa. Ela tava tomando banho, então respondeu do banheiro. Enquanto ela falava, eu olhei pra tudo e reparei que o diário dela tava aberto em cima da mesa. Comecei a folhear: telefones, endereços sem graça, e no meio achei um endereço de e-mail com a senha. Era o nome da minha irmã com um número, aquelas senhas normais que todo mundo usa. Não dei muita importância, mas aqueles dados ficaram na minha cabeça.

Naquela noite, eu tava navegando na internet no PC do meu quarto, já tava bem entediado, então me deu na telha de entrar no e-mail da minha irmã. Não era muito ético, mas não esperava nem de longe encontrar o que encontrei. A verdade é que, quando entrei e vi a saudação inicial, percebi que tava cheio de coisas. Comecei a fuçar. Tinha várias pastas: "fotos", "vídeos", "histórias"... e mais algumas. Comecei pelas duas primeiras. Imaginei que ia achar fotos do Brad Pitt e vídeos dos Backstreet Boys, mas qual não foi minha surpresa quando me deparei com fotos pornô. Puta merda, aquilo era hardcore de verdade: a maioria das mulheres sendo empaladas por paus enormes, na buceta, no cu, nos dois, um monte de cenas de BDSM, fotos de mulheres raptadas e estupradas de forma selvagem, algumas bem novinhas. Aquilo me deixou alucinado. Passei pra pasta de vídeos, e era mais do mesmo. Tinha um monte de vídeos de filmes que simulavam estupros, alguns pareciam mais que reais, e muitos vídeos de anime onde as meninas eram estupradas por todo tipo de... entes. A verdade é que aquilo não podia ser da minha irmã, só alguém extremamente depravado e perverso podia armazenar aquilo. Ainda sem me recuperar, fui para o último diretório. Lá tinha um monte de e-mails de um monte de caras, comecei a ler. Pelo visto, minha irmã tinha posto algum anúncio em algum site e um monte de homens escreviam pra ela, contavam todo tipo de história, de como a foderiam, a estuprariam, e pelas respostas dela, ela adorava. Depois de várias horas lendo todos aqueles e-mails, descobri que minha irmã adoraria ser estuprada selvagemente, quanto mais homens melhor, era uma verdadeira puta. O pior veio no final, tinha um diretório chamado "minhas fotos", já temi o pior, e foi isso mesmo, eram fotos da minha irmã, ela tinha borrado o rosto, mas era ela, reconhecia o quarto dela e o corpo dela, a maioria na cama, enfiando um pepino enorme na buceta, ou com outro menor no cu, e algumas com os dois ao mesmo tempo. Aquilo me deixou gelado, minha irmã não era só uma puta, mas uma ninfomaníaca, e por aquelas fotos, ela era uma gostosa, nunca tinha reparado como ela era boa, os peitos dela eram maiores do que eu pensava, bem redondos e pontudos, e ela depilava a xota.

Passei aquela noite sem dormir, não parava de remoer tudo que tinha visto sobre minha irmãzinha. Na manhã seguinte, saí cedo, deixei um bilhete pra ela na geladeira dizendo que ficaria o dia todo fora. Fiquei andando pela cidade, não conseguia tirar da cabeça todas aquelas fotos, e no final sempre acabava imaginando eu fodendo ou sodomizando o cu da minha irmã. No meio da tarde já estava cansado e decidi voltar. Tinha que falar com ela.

Cheguei na porta de casa, mas antes de abrir, estranhei porque ouvia barulhos estranhos lá dentro. Encostei o ouvido na porta, e aquilo eram gemidos. Dei a volta e entrei pelos fundos bem devagar, sem fazer barulho. Sim, aquilo eram uma mulher e vários homens gritando e gemendo. Me aproximei da sala, lá tinha um filme de vídeo, uma mulher com as mãos amarradas nas pernas era duplamente penetrada por dois negões, enquanto minha irmã estava de quatro, na frente da TV, completamente nua, tinha um pepino enfiado na buceta e enfiava e tirava outro menor no cu e gemia de prazer como uma louca - "SIIIIII SIIIII FODAM-ME, FODAM-ME, RASGUEM MEU CU, RASGUEM ELE AHHHHHHH" gritava quase fora de si.

Fiquei um tempo vendo aquilo, estava quase gozando, antes saí de casa do mesmo jeito que cheguei. Já não aguentava mais aquela situação, tinha que fazer minha irmãzinha minha, mas do jeito que ela gostava.

Naquela noite entrei no quarto dela, ela estava dormindo só com uma camiseta e uma calcinha, fazia muito calor. Me aproximei da cama dela. Trouxe umas cordas, então virei ela de bruços e amarrei as mãos dela nas costas. Ela acordou assustada, mas quando foi perceber já estava amarrada.

- "Então você é uma putinha" falei enquanto a deitava na cama e virava a cabeça dela pra que pudesse me ver. Eu estava completamente nu, e meu pau estava bem duro, e pra ser sincero era de um tamanho bem considerável. Então sentei na cama ao lado dela, peguei a cabeça dela com minhas mãos e forcei ela a chupar todo o meu pau, ela tentava gritar e espernear, mas não podia fazer nada, meu pau entrava e saía da boca dela uma e outra vez "Chupa, putinha, chupa ele" gritei fora de mim.

Quando meu pau já estava bem quente, decidi parar um pouco, virei ela de barriga pra cima, ela reclamou, nessa posição os braços ficavam pressionados e doíam, arranquei a camiseta dela em resposta às reclamações. Lá estava ela só de calcinha, e que fio dental. Me joguei sobre os peitos dela e comecei a morder, apertar, amassar, eram a coisa mais incrível que já tinha visto.

"Por favor, me solta, me solta" ela implorava. Mas eu continuei. apertando os peitos dela e mordendo os bicos. "Ah, ah, você tá me machucando AH AH" ela gritava.

Aquilo me deixava cada vez mais tarado. A verdade é que eu a manuseava como se fosse uma pluma, sou muito maior e mais forte que ela, nem precisava amarrar, mas isso me excitava mais, e acho que ela também. Então decidi amarrar ela do jeito que tinha visto no filme. Amarrei cada tornozelo no pulso da mão do mesmo lado, assim ela ficava completamente aberta pra mim. Ela sabia o que eu ia fazer, implorava e chorava, mas eu já era um animal de luxúria. Coloquei ela em cima da cama e penetrei a bucetinha dela de uma só vez, não me surpreendeu a facilidade com que a perfurei, tava completamente molhada e lubrificada, acho que ela já tinha gozado.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Ela gritou ao se sentir perfurada. 'Você gosta de ser fodida assim, né, toma, toma" eu gritava enquanto a perfurava uma vez atrás da outra, era como um poço de petróleo, e eu a perfurava sem parar. Enquanto fazia isso, ela se agarrava nos próprios peitos como se fossem uma boia, puta merda como ela apertava cada vez que minhas bolas batiam na bunda dela. Sentia o corpo dela vibrar a cada estocada. A cara dela era a imagem viva da luxúria contida, ela tava gozando como uma verdadeira gostosa. Não consegui me segurar mais e gozei com tudo dentro da buceta dela, quase até estourar. Ela não se conteve mais e gritou de prazer enquanto gozava junto 'SIIIIIIIIIIIIIII" ela gritava, foram uns segundos incríveis. No final, tirei ela de lá e fiquei sentado, descansando um pouco, ela tava lá se contorcendo.

"ME FODE O CU, POR FAVOR, NÃO ME DEIXA ASSIM, ARREBENTA MEU CU, NÃO AGUENTO MAIS" ela implorava. Soltei ela, tava disposto a sodomizar minha irmã. Peguei ela no colo e levei pra sala, deitamos no sofá, eu por baixo e ela por cima de mim, ela chupava minha pica e eu fazia o mesmo com a bucetinha inundada dela. Não demorou muito antes que minha pica crescesse na boca da minha irmãzinha, ela se dedicava com capricho, que jeito de chupar, claramente a prática com os pepinos tinha ajudado pra caralho.

Minha pica já tava dura de novo igual cabo de vassoura, antes eu estimulei um pouquinho o cu dela, que se abria com o toque do meu dedo e eu sentia o corpo todo dela se contorcendo. No fim, levantei ela, coloquei no chão, em cima do tapete de quatro, como tava naquele meio-dia, eu fiquei por trás, ela se abriu toda. "ARREBENTA, ARREBENTA LOGO", eu coloquei minha pica na entrada do cu dela, a diferença era descomunal, ela virou e me olhou com uns olhos de tesão que eu nunca vi "NÃO, DEVAGAR, NÃO, QUERO QUE VOCÊ SEJA BRUTO, ME ARREBENTA, ME ARREBENTA, EU TÔ PEGANDO FOGO, PRECISO DA SUA PICA ABRINDO MEU CU AGORAAAAAA".

Aquilo acabou de me tirar do sério, abri as nádegas dela e comecei a empurrar, tava custando um esforço danado, até doía minha pica, pensei que ia quebrar antes de furar aquele cu, ela gritava igual uma porca "AAAAAAAAAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH SIIIIIIIIIIIIIIIIIII MAAAAAAAAAAAAAAASSSSSSSSSSSSSSSS" gritava, se contorcia igual um demônio, no fim decidi pegar nos peitos dela e empalar até o fundo, em duas enfiadas minha pica encaixou e perfurou o cu inteiro dela, ela continuava gritando e ofegando, me contagiou com toda a safadeza dela, comecei a foder ela como nunca tinha feito, era como se eu montasse um bicho selvagem, minha pica no começo custava a se mexer no cu apertado dela, mas no fim foi dilatando e ficou mais fácil penetrar ela uma vez e outra. Não sei quanto tempo fiquei sodomizando ela, ela quase desmaiou, se tocava na buceta de vez em quando, acho que gozou várias vezes, eu quando não colava nela e agarrava os peitos dela, cavalgava ela igual uma gostosa, no fim era tanta força que eu metia que derrubei ela no chão, completamente aberta e empalada, ali gozei igual um touro no cu dela, ela gozou na hora. vez.
Pela primeira vez ali, no chão, com minha pica no cu dela, a gente se beijou.
Aquilo foi só o começo, aquele foi o verão mais quente da minha vida, e
ainda de vez em quando a gente marca um fim de semana, foge e fode
feito loucos, igual da primeira vez.

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