Uma história real 2

Aqui vai a segunda parte dessa história.
Espero que vocês curtam.
Comentem e valeu pelos pontos de vocês










Naquele domingo a gente ficou até o almoço, quando chegamos em casa, tomamos um banho e fomos pra cama aproveitando que o Maxi tinha saído com os amigos. Eu tava muito tarado por causa do que tinha descoberto pelo meu primo, e assim que deitei na cama, dei uma surra histórica na minha putinha e até rasguei o cu dela de tanta pica.


Andrea... uff, que jeito de começar o ano, meu bem. Cê quer me fazer outro filho? Olha que eu já não aguento mais.


Acha que eu não sei que, depois que o Maxi nasceu, você começou a se cuidar, seu rato?


Andrea, é que o parto me assustou pra caramba, amor. Além disso, imagina o trampo que você ia ter se fossem dois ou três.


Você acha que me assusta eu não perceber que não é um filho meu?


Andrea, o que cê tá querendo dizer? A verdade é que não tô te entendendo.


Que eu tenho uns chifres que chegam até o céu, é o que eu digo.


Andrea, e por que você tá me dizendo isso?


Você, melhor que ninguém, sabe por que eu tô falando isso, e o que me irrita é que você não é sincera comigo. Eu sei mais que todo mundo o quanto você adora uma pica, céus.


Andrea, e como seria sincera, minha vida?


Me contando suas safadezas, por exemplo


Andrea, você já me conheceu, sua piranha. Sério que achou que eu ia mudar? Já tinha dado pra meio mundo quando a gente tava junto, e enquanto eu saía com você, ainda dava uns pegas aqui e ali.


Sério que, saindo comigo, você continuava dando pra outros? Não acredito nisso.


Andrea, meu céu, eu sempre achei que você sabia, amor, mas seguimos em frente e aqui estamos juntos, né?


Você gosta tanto de foder, sua puta


Andrea sim, amor, adoro rola e mais ainda pica, mas não me entrego igual a Claudia, eu escolho com quem vou trepar na minha vida, não dou pra qualquer um e se eles ficam muito afim, é melhor pagarem


Como pago, meu primo, não é verdade?


Andrea, bom, ele me procurou, amor. Além disso, a buceta dela é pequenininha, mas eu me divertia pra caramba, foi bom pros dois.


Claro, e por isso você comeu ela até na nossa própria cama.


Andrea, minha vida, é só uma cama, céu. Troca os lençóis e pronto, amor. Epaa, como você tá ficando... vamos trepar de novo?


Me conta do meu tio e a gente vê.


Andrea, se você ficar assim vou contar de todas, querida. Não vai me deixar chupar um pouco?


Me conta do meu tio e depois da minha velha puta.


Andrea, bom, com seu tio foi ele quem me procurou, não fui eu, nem me insinuei pra ele, a gente tava num churrasco, o Carlos tava fazendo a carne, e de tanto beber tive que ir no banheiro, ele veio atrás de mim, todo mundo tava no quincho, então não dava pra ouvir nem ver o que tava rolando, ele entrou no banheiro com o pau na mão, imagina eu sentada no vaso, e aí ele falou pra eu chupar ele igual eu chupava o Carlos ou você ia ficar sabendo, verdade é que não tava nem aí se você ia saber ou não, porque pra mim você sabia de tudo e só tava se fazendo de besta, mas tava na minha frente o pauzão do seu tio, não deu pra fazer outra coisa senão abrir a boca e chupar, pra mim o Carlos não é filho dele, tanta diferença não pode ter, depois eu levantei e ele me virou contra a pia, eu tava com a fio dental pra baixo e claro que não resisti, foi rápido, mas adorei o jeito que ele me comeu, o sem-vergonha não teve vergonha de gozar dentro de mim e foi embora prometendo que aquilo não terminava ali, me lambi a buceta e saí ainda mais molhada do que entrei, mas nunca mostrei que tinha gostado de ser estuprada daquele jeito, depois do churrasco já era tarde e a gente ficou pra dormir, numa hora eu tava deitada do seu lado e levantei pra fazer xixi, tava tão molhada que mesmo chupando você por um tempo, você tava tão bêbado que nem sentiu, aí quando saí do banheiro seu tio tava me esperando, ele me levou em silêncio pra cozinha e aí sim me deu uma fodida daquelas, pelo menos meia hora chupando o pau dele, depois me deitou no chão e me colocou de quatro, por mais que eu implorasse não adiantou nada, ele meteu no meu cu do mesmo jeito e quando terminou foi embora em silêncio bem satisfeito, o pior veio depois, quando levantei e quis sair da cozinha, aí entrou seu pai, ele também com o picaço na mão, não falou nada, só foi se aproximando enquanto eu ao mesmo tempo ia me ajoelhando pra terminar chupando ele como dava, porque o pau dele era grande demais pra minha boquinha e sem Resistindo, fui me deitando pra ele me comer. Dessa vez eu curti pra caralho. Foi assim que, naquela noite, os dois me comeram. Quando ele terminou, como pude, fui pro banheiro e depois me enfiei na cama pra dormir com você. Depois disso, virou rotina dar pra seu velho, amor. Ele tem a pica igualzinha a sua, isso é irresistível pra mim. Mas agora a gente quase nem trepa mais.


Me deixou tão excitada com o que me contou que, depois de um boquete longo, me dediquei a arrebentar a buceta dela na cama, coisa que eu sabia que ela não curtia muito.

0 comentários - Uma história real 2