Desde que a conheci, senti uma atração louca por ela. Uma mulher madura, não muito alta, de cabelo loiro, olhos verdes, com um corpo que me deixava maluco, só uns quilos a mais, mas muito bem distribuídos. Donas de uns peitos lindos, deliciosos, grandes, redondos, e ainda por cima um rabão e umas pernas de matar. Uma deusa de 1,65m de altura, um sonho, uma fantasia inalcançável, já que a mulher de quem falo era minha sogra.
Eu tinha acabado de sair da faculdade de direito e recém começado a exercer como advogado. Quase ao mesmo tempo me casei, apaixonado, por que não dizer, mas como todo casamento, o dia a dia, o trabalho, o sexo, a rotina, virou uma monotonia. Tentamos ter filhos, mas minha mulher nunca engravidou. Aparentemente não éramos compatíveis um com o outro.
Os anos se passaram e minha sogra continuou igual, assim como meus desejos por ela, só uma ou outra ruga nos olhos, mas nada além. De todos os genros (somos 3), eu o mais velho, o primeiro, era comigo que ela tinha mais confiança, de caracteres muito parecidos, mesma forma de pensar. Às vezes eu tinha a impressão de que eu agradava minha sogrinha, a forma como me tratava, como às vezes me abraçava, era muito carinhosa comigo, não assim com os outros genros. Várias vezes tive que dançar com ela e nos olhávamos enquanto dançávamos, eu a olhava com olhos de querer devorá-la e ela, eu acho que se sentia lisonjeada que alguém mais jovem a visse com esses olhos e flertava um pouco comigo, mas além disso, alguma insinuação ou outra coisa, nada mais.
Depois veio a morte do pai dela, que eu não via há muito tempo, já que ele vivia no sul. Viajamos para o funeral quase toda a família, uma viagem longa de 6 horas. No meio de choros e cumprimentos de parentes distantes, meus olhos grudados no vestido preto da minha sogra, mesmo de luto, a velha era uma gostosa, não tinha jeito. Ficamos na casa do falecido pai dela, uma casa grande completamente mobiliada.
Passaram-se alguns... Meses e minha sogra e suas irmãs decidiram vender a casa. Era o melhor, já que todas moravam na capital. Uma série de problemas para entrar em acordo no preço, conseguir um comprador, tirar as assinaturas de autorização, etc, até que tudo ficou pronto. A casa seria vendida mobiliada por um bom preço, que seria dividido em partes iguais.
Como minha sogra, que era a mais velha das irmãs, fez de cabeça do grupo, coube a ela viajar ao sul fazer todas as burocracias e papeladas da venda da casa. Como eu já tinha visto a parte chata dos papéis e como ela não dirigia, todos achamos que o melhor era que ela e eu viajássemos ao sul, para fechar a venda. De qualquer forma, minha sogra conversou com as irmãs que eu deveria ser pago pela minha gestão e todas concordaram.
Foi assim que, numa segunda-feira, bem cedo, pegamos a estrada (no carro do meu sogro), rumo ao sul, só ela e eu. Ela vestiu um daqueles vestidos curtos que gostava de usar, mostrando suas lindas pernas. Quase 600 km de tortura, com aquelas pernas lindas ao meu lado, rumo à casa, onde íamos passar a noite, para voltarmos no dia seguinte. Enquanto dirigia, fantasiava com ela, imaginando nós dois sozinhos naquela casa, fazendo amor em todos os cômodos, obviamente só na minha mente tarada.
No longo trajeto, conversamos sobre uma infinidade de assuntos, passando pelo marido dela, sua filha, cunhados, política, etc. Ela estava feliz por vender a casa tão rápido, tinha medo de que, estando sozinha, alguém pudesse tomá-la e fazer uso dela, além de que gostava de viajar, sair da monotonia do seu casamento, onde me contava que meu sogro não a levava a lugar nenhum. Além disso, minha sogra fumava, e como eu também fumava, podia fazê-lo na viagem, rindo, já que meu sogro tinha proibido fumar no carro dele, dizendo que seria nosso segredo e que antes de chegar veríamos como tirar o cheiro.
Apesar de ser uma viagem muito longa, aproveitei muito a companhia da minha sogra. Nunca tínhamos passado tanto tempo juntos. Rimos, nos divertimos muito, paramos para tirar fotos, apreciar a paisagem, etc., até chegarmos na cidade, o cartório estava fechado no horário de almoço. Aproveitamos para comer algo rápido, encontramos os compradores e quando estávamos fazendo os trámites, o comprador tinha a identidade vencida, então não foi possível realizar a venda.
Pela hora, nada podia ser feito, ele ficou de regularizar o assunto cedo no dia seguinte, então toda a papelada foi adiada. Aproveitamos para passear, ela me levou a lugares turísticos, me contou sobre sua infância, as coisas que fazia, rimos, nos divertimos muito. Várias fotos abraçados, que mandávamos para a família, que não levantariam a menor suspeita para ninguém. Uma tarde muito agradável, onde nos conhecemos mais intimamente. Terminamos em um lugar comendo algo e quando íamos embora, passamos por um supermercado que estava fechando, para comprar algo, caso sentíssemos fome à noite, umas cervejas para mim e uma garrafa de vinho branco para ela.
Chegamos em casa, ambos tomamos banho depois de um longo dia, vestindo roupas mais confortáveis. Minha sogra colocou uma leggings justa que deixava sua bunda deliciosa e suas lindas pernas perfeitas à mostra, com uma camiseta larga, que mesmo sendo folgada, ainda assim mostrava o volume generoso de seus seios.
Assistimos televisão na sala, sentados no sofá, bebemos, fumamos, comemos algumas batatas fritas, relaxando do longo dia que tivemos. Minha sogra, depois de ter tomado metade da garrafa, ria de tudo, confessando que fazia muito tempo que não se divertia tanto. Eu, inquieto, com uma mulherão daqueles ao meu lado, uma mulher que sempre me atraiu, deixando minha mente viajar, soltando algumas indiretas que não surtiram efeito, até a última. Acho que só aí minha sogra captou minhas intenções, e fazendo-se de desentendida, mas ficando um pouco nervosa, ela disse que "melhor" iria se deitar, me olhando nos olhos, me dando um abraço forte e agradecendo por eu ter acompanhado ela e feito com que tivesse um dia tão bonito. Ficamos um minuto abraçados, sentindo o perfume dela, nos olhando nos olhos. Encorajado pelas cervejas no meu corpo, pensei em beijá-la, mas ela, acho que percebendo minhas intenções, rapidamente se soltou, me agradecendo de novo, levantando do sofá para ir dormir.
Fiquei com tesão, pensando naquele momento. Fumei meu último cigarro, tomei uma cerveja, apaguei todas as luzes e fui me deitar. Também estava cansado. Entrei em um dos quartos, me despi, apaguei a luz e me deitei, pensando que ao lado do meu quarto, estava minha sogrinha deitada com pouca roupa. Eu imaginava que ela entrava de noite no meu quarto e que a gente transava como loucos, até que peguei no sono.
Passou meia hora, calculo eu, quando ouço a televisão da sala. Fiquei uns minutos pensando no que fazer e obviamente me levantei. Pensei em colocar a calça, mas não coloquei. Me arriscando, saí só de cueca. Agindo surpreso, fui para a sala, onde minha sogra estava com todas as luzes apagadas, fumando um cigarro. Ela sorriu ao me ver. Perguntei se tinha algo errado e ela disse que não, que só não conseguia dormir, que tinha muitas coisas na cabeça.
Só aí percebi, sentada no sofá, com a mesma camiseta larga que usava, mas só de calcinha, claro que pelo comprimento da camiseta, não dava para ver, mas sim suas lindas pernas. Sentei ao lado dela e perguntei se ela estava triste por vender a casa da infância, ela disse que não, que era só uma casa, só que tinha muitas coisas na mente que não a deixavam dormir.
Pedi que ela me contasse, ela me olhou e sorriu, ficando quieta, deu a última tragada, apagou o cigarro pela metade e quebrou o silêncio me perguntando, o que eu faria, por apenas uma vez, um dia que se apagaria da minha vida, se fosse livre, sem amarras, sem compromissos, sem família, sem parceiro, sem que ninguém jamais fosse descobrir, que loucura eu cometeria.
Sem parar de olhar pra ela, eu disse que me deixaria levar, que seria feliz e seguiria meus instintos. — Isso eu gostaria de fazer — ela me disse, — ter esse dia, só pra mim, me sentir livre, me sentir mulher sem amarras, só uma noite e realizar uma fantasia que guardo há anos —. Não podia ser verdade o que eu estava ouvindo. Minha sogra suspira profundamente, me encarando desafiante, se levanta do sofá, dá um passo pra trás, leva as mãos até a barra da blusa e a tira por cima da cabeça, ficando só de calcinha tipo biquíni, com seus peitos maravilhosos à mostra, me encarando fixamente, desafiante, muito séria, me dizendo que aquela noite, seria aquela noite pra esquecer.
Fiquei petrificado admirando o corpo da minha sogra, a voz não saía. Nem nas minhas melhores fantasias eu teria imaginado algo assim. Me levantei do sofá feito uma mola e fui pra cima dela, nos fundindo num beijo quente e apaixonado. Nossas línguas se acariciando enquanto minhas mãos desciam pelas costas dela, até chegar na sua bunda, atraindo ela pra perto de mim.
Ela me empurrou pro sofá e montou em cima de mim, colocando seus peitos deliciosos no meu rosto, pedindo pra eu chupá-los. Era um sonho, um sonho realizado, minhas mãos entravam em contato pela primeira vez com aqueles seios lindos que eu desejava há tantos anos, chupando eles suavemente, sentindo aqueles mamilos duros dentro da minha boca.
Minha sogra falava baixinho enquanto esfregava eles no meu rosto, confessando que há anos ela me queria só pra ela por uma noite, me beijar, me chupar, me sentir dentro dela, que eu a comesse de um jeito selvagem, enquanto eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, nem falar, só chupando com força os peitos dela.
Também confessei que pra mim, como mulher, era um sonho. Ela se levantou e me despiu, se ajoelhando na minha frente meu, roçando seus lábios no meu pau, passando ele pelo seu rosto, me dando beijos suaves, até que abriu a boca, enfiou e começou a me dar o boquete da minha vida. Seus cabelos loiros subindo e descendo, engolindo meu pau, me dando um prazer inesquecível.
Pouco depois quis levantá-la de novo, mas ela não quis: — Me deixa, por favor, me deixa realizar meu sonho — e continuou me chupando por um longo tempo, me levando ao céu.
Terminamos no quarto, tirei sua calcinha e a deitei na cama. Beijei-a, uma e mil vezes, acariciando seu corpo, apenas roçando nossos sexos, sem penetrá-la, para depois descer, beijar o contorno de suas pernas e mergulhar entre suas coxas, roçando meus lábios em sua buceta, enquanto ela se segurava forte na roupa de cama, me deixando agir.
O cheiro de sua buceta era delicioso, beijei-a suavemente, sentindo o prazer que isso gerava nela, passando minha língua pelo contorno de seus lábios, até enfiar minha língua dentro de seu sexo, arrancando um longo gemido de prazer.
Assim como ela, tomei meu tempo para saborear sua vagina molhada, com suavidade, fazendo meu melhor trabalho, dando prazer oral à minha sogra, que não conseguia conter seus gemidos. Ela tentou me empurrar e não deixei, depois tentou novamente me mover, já se contorcendo de prazer, até que se jogou bruscamente para cima, me dizendo que não queria gozar tão rápido. Subi, busquei seus lábios, nos beijamos por um longo tempo, beijando seu pescoço, me embriagando com seu perfume, acariciando-a por todos os lados, beijando seus seios, que seios maravilhosos, acariciando sua buceta suavemente, rolando pela cama, até que meu pau ficou na posição perfeita, com ela embaixo e a penetrei até o fundo, entrando sem nenhum problema em sua buceta molhada, arrancando um longo gemido, deixando-o completamente dentro.
Agora ela era minha, completamente minha. Com minhas mãos agarrando suas nádegas, entrava e saía de seu corpo, vendo seu rosto, com os olhos fechados e a boca aberta, gozando no pau do meu genro. Apoiado nos meus braços, só com o contato dos nossos corpos, eu olhava para baixo, os peitos caídos dela para os lados, sua barriga, suas pernas recolhidas e meu pau dentro dela, tirando nosso prazer.
Mas algo estranho aconteceu comigo. Tantas vezes que sonhei com aquele momento, tantas imagens dela dando como uma puta no cio, forçando-a, comendo ela com brutalidade, gozando na cara dela e agora que a tinha, era tudo suave, com carinho, aproveitando cada segundo ao máximo, alongando nosso encontro.
Mudamos de posição, ela por cima de mim, com as pernas recolhidas, enterrando meu pau lentamente, quase tirando ele, para voltar a descer até a base e repetir isso de novo e de novo. Na mesma posição, sempre com suavidade, ela aproxima os peitos do meu rosto, pedindo para eu chupá-los, realmente um sonho.
Ela sentou completamente em cima de mim, com meu pau enterrado até o fundo, sem se mexer, com seus peitos desafiadores, uma imagem divina, com as mãos atrás da cabeça, brincando com seu cabelo longo e loiro, fazendo caras de satisfação, enquanto eu acariciava suas pernas e seus quadris.
Até que ela começou a levantar e se deixar cair, cada vez mais rápido, balançando a cabeça de um lado para o outro, enquanto seus peitos pulavam de novo e de novo, abrindo a boca para soltar gritos de prazer, agarrando os próprios peitos, alcançando um fabuloso e molhado orgasmo, ao mesmo tempo que eu, sem conseguir me segurar diante de tal cena, descarregava meu sêmen dentro da minha sogra, gemendo alto igual a ela.
Foi requintado, delicioso. Minha sogra caiu sobre meu peito, buscou meus lábios e me beijou ofegante com a boca aberta, enquanto eu acariciava suas nádegas redondas, com meu pau já sem força dentro dela. Apesar de ter sido um momento muito excitante, foi diferente do que eu esperava, até mesmo algo amoroso.
Ela se deitou ao meu lado me dando as costas, enquanto eu a abraçava por trás, acariciando seus seios dizendo o quão fabuloso que Ela estava complicada, tipo, veio um peso na consciência por ter traído o marido e, ainda mais, a filha. Animei ela, dizendo pra lembrar que era nossa noite pra esquecer, mesmo que depois de estar com ela, isso fosse impossível, que ninguém nunca ia descobrir o que aconteceu ali. Ela pegou minhas mãos e agradeceu, disse que fazia muitos, muitos anos que não sentia tanto prazer, que se sentia mulher, tão viva, tão desejada, que tinha sido maravilhoso.
Depois de um tempo, saí do quarto pra buscar uma cerveja e uma taça de vinho pra ela. Trouxe um cinzeiro e os cigarros. Quando voltei, ela tinha se coberto com o lençol, enquanto eu andava pelado pela sala. Perguntei se ela estava com frio, e ela disse que não, pelo contrário, estava com muito calor, mas que, apesar de tudo que tinha acontecido, se sentia desconfortável em ficar nua perto de mim. Eu ri e coloquei uma almofada sobre meu pau pra disfarçar um pouco a nudez.
Acendemos uns cigarros, ela elogiou meu físico e meu desempenho na cama. Disse que minha filha tinha muita sorte de me ter, enquanto eu falava que invejava meu sogro por ter uma mulherão daqueles todas as noites, quando ela confessou que ele mal ligava pra ela.
Conversamos uns 40 minutos, a tristeza dela já tinha sumido, ela voltou a rir, me olhando com aqueles lindos olhos verdes, e quando eu já tinha recuperado as energias e queria continuar comendo ela, tinha que aproveitar ao máximo aquela noite.
Me aproximei dela, a beijei, puxei os lençóis, revelando seu corpo nu. De novo, aqueles peitos deliciosos expostos e minha boca neles, chupando como um louco, enquanto minha mão entre suas pernas a masturbava suavemente. Minha sogra, com as mãos estendidas, entregava o corpo, sem se mexer, pra ser explorado pelos meus lábios, beijando cada parte dela.
Subi em cima dela, comecei a meter devagar, ela dobrou as pernas e eu, segurando a curva da sua bunda, enfiava com um ritmo calmo, admirando aqueles peitos... maravilhosas se mexendo enquanto eu a comia, sem pressa, tínhamos a noite toda para foder. Abri as pernas dela e me deleitei passando minha língua por suas partes íntimas, virando-a, mordendo suas nádegas, para depois separá-las e passar minha língua entre elas.
Minha sogra se deixava levar, reclamava de forma sensual e deliciosa, até levou uma das mãos para trás e a abriu para me dar mais espaço, onde minha língua fez o seu trabalho. Montei em cima dela e a penetrei por trás, buscando sua boca, beijando-a enquanto fazia isso. A tive novamente em cima de mim, deixando-a fazer todo o trabalho. Era delicioso vê-la com os olhos fechados, levantando e se deixando cair, acariciando os próprios peitos, toda a sensualidade que se possa imaginar. Virei-a, sentada de costas para mim, admirando suas nádegas quicando no meu corpo enquanto meu pau entrava até o fundo. Depois a tive de lado, acariciando seus seios e enfiando por trás, enquanto ela passava uma perna por cima do meu corpo, onde me deixava masturbá-la enquanto a comia e beijava.
Ela pediu para me chupar, fiquei de pé ao lado da cama e ela de costas, lambia minhas bolas agarrando meu pau e me masturbando suavemente. Brinquei com seus peitos, coloquei meu pau entre eles, e enquanto gozava uma masturbação com seus peitos, até senti sua língua roçando minhas nádegas. Depois ela se virou, completamente esticada de boca, me chupava, me dando uma visão perfeita de suas costas, cintura e bunda, enquanto eu acariciava seus cabelos loiros. Sem parar de me chupar, ela se colocou de quatro na cama, com seus peitos balançando, mamando deliciosamente, até que depois de um tempo, ela se vira deixando sua bunda redonda à minha completa disposição.
Daí pra frente tudo foi uma loucura. Tudo o que era suave ficou para trás, tê-la naquela posição, postura que ela mesma adotou, era o que eu tanto tinha sonhado. Peguei-a pelos quadris e comecei a comê-la por trás com força. Minha sogra reclamava e Ela pedia mais e mais, e eu dava e dava com tudo, batendo meu corpo contra as carnudas nádegas dela, tirando e enfiando até o fundo.
Me sentia poderoso, um verdadeiro homem, estava duro e minha sogra recebia feliz minhas fortes investidas, soltando gritos de prazer. Apertava sua bunda, dava palmadas e ela gozava ainda mais com isso. Olhando para trás, com uma cara de safada, ela pediu: "Puxa meu cabelo!" – queria se sentir submissa e, agarrando-o com força, dei com mais fúria.
Minha sogra gritava como uma louca até começar a berrar: "Acaba comigo!, acaba comigo!, vai, goza dentro de mim!" – palavras que me excitaram demais e, por mais duro que eu estivesse, ouvi-la pedir assim minha porra não deu para segurar e comecei a gozar dentro dela, ao mesmo tempo que minha sogra atingia um delicioso orgasmo, chegando a se mijar de prazer com o que o genro lhe dava, deixando nós dois molhados, ainda mais excitante, e não soltei nem parei de meter até não aguentar mais.
Caí ao lado dela exausto, meu coração batia a mil, estava esgotado e a única coisa que consegui dizer foi: "Você é maravilhosa", e não só por dizer, aquela mulher me deixava louco.
Dormimos abraçados, ela de costas para mim, se deixando amar, como se fôssemos um casal apaixonado. Não sei a que hora adormeci acariciando seus seios e sua bunda.
No dia seguinte acordei ao lado dela. Minha sogra nua ao meu lado, roncando profundamente. Acariciei seus cabelos, suas costas, suas nádegas. Que nádegas deliciosas ela tinha, eram de comer. Apesar de fazer com carinho, pouco tempo depois de acariciá-la, ele ficou duro e procurei entre suas nádegas sua buceta, tentando enfiar novamente. Minha sogra acordou sorrindo e deixou que eu enfiasse de novo, mas devagar, só um pouco. Tínhamos que encontrar os compradores no cartório, mas mesmo assim tomamos banho juntos, nos beijamos e nos tocamos em um delicioso banho, deixando que eu enfiasse de novo, mas sem gozar nenhum dos dois. dois. Chegamos ao nosso encontro, assinamos os papéis, fechamos o negócio e entregamos as chaves. Não havia mais nada a fazer. Fomos comer algo por perto e, no mesmo café, a beijei e pedi que tivéssemos mais uma noite juntos. Ela dizia que estava morrendo de vontade de ficar comigo, que tinha sido uma noite mágica, mas que devíamos esquecer. Implorei por mais uma noite e ela não conseguiu dizer não. Mentimos que precisávamos ficar mais um dia, nos trancamos até o dia seguinte num motel com jacuzzi, onde fizemos amor até não aguentarmos mais. Minha sogra foi toda minha naquele dia, fizemos de tudo, só não comemos o cu, algo que ela não gostava. Dormimos abraçados, acordando bem cedo no dia seguinte para começar a viagem de volta à nossa cidade. No caminho, eu apalpava as pernas dela, os peitos, e ela também fazia o mesmo comigo, até chegarmos, quando ela me fez jurar que o que aconteceu entre nós ficaria apenas como uma lembrança linda e gostosa, mas que nunca mais se repetiria, nem mesmo comentaríamos entre nós. Essa viagem inesperada gerou em mim sentimentos confusos pela mãe da minha esposa. Não conseguia parar de pensar nela nem por um minuto. Embora o sexo com minha sogra tenha sido incrível, como mulher, ela despertou em mim mais do que uma simples tesão; lembrava dos beijos, das carícias, do perfume dela, me deixou completamente desconcertado. Passou muito tempo, e não consegui respeitar o acordo. Procurei-a muitas vezes, e ela, sempre incorruptível, me rejeitou em todas, chegando até a ficar irritada com minha insistência. Um dia, quando agarrei a bunda dela em casa, ela ficou mais brava do que nunca. Mas, mesmo assim, tenho certeza absoluta de que ela guarda no coração a lembrança da nossa viagem inesquecível e daquela noite para esquecer, que nenhum de nós jamais esqueceria.
Eu tinha acabado de sair da faculdade de direito e recém começado a exercer como advogado. Quase ao mesmo tempo me casei, apaixonado, por que não dizer, mas como todo casamento, o dia a dia, o trabalho, o sexo, a rotina, virou uma monotonia. Tentamos ter filhos, mas minha mulher nunca engravidou. Aparentemente não éramos compatíveis um com o outro.
Os anos se passaram e minha sogra continuou igual, assim como meus desejos por ela, só uma ou outra ruga nos olhos, mas nada além. De todos os genros (somos 3), eu o mais velho, o primeiro, era comigo que ela tinha mais confiança, de caracteres muito parecidos, mesma forma de pensar. Às vezes eu tinha a impressão de que eu agradava minha sogrinha, a forma como me tratava, como às vezes me abraçava, era muito carinhosa comigo, não assim com os outros genros. Várias vezes tive que dançar com ela e nos olhávamos enquanto dançávamos, eu a olhava com olhos de querer devorá-la e ela, eu acho que se sentia lisonjeada que alguém mais jovem a visse com esses olhos e flertava um pouco comigo, mas além disso, alguma insinuação ou outra coisa, nada mais.
Depois veio a morte do pai dela, que eu não via há muito tempo, já que ele vivia no sul. Viajamos para o funeral quase toda a família, uma viagem longa de 6 horas. No meio de choros e cumprimentos de parentes distantes, meus olhos grudados no vestido preto da minha sogra, mesmo de luto, a velha era uma gostosa, não tinha jeito. Ficamos na casa do falecido pai dela, uma casa grande completamente mobiliada.
Passaram-se alguns... Meses e minha sogra e suas irmãs decidiram vender a casa. Era o melhor, já que todas moravam na capital. Uma série de problemas para entrar em acordo no preço, conseguir um comprador, tirar as assinaturas de autorização, etc, até que tudo ficou pronto. A casa seria vendida mobiliada por um bom preço, que seria dividido em partes iguais.
Como minha sogra, que era a mais velha das irmãs, fez de cabeça do grupo, coube a ela viajar ao sul fazer todas as burocracias e papeladas da venda da casa. Como eu já tinha visto a parte chata dos papéis e como ela não dirigia, todos achamos que o melhor era que ela e eu viajássemos ao sul, para fechar a venda. De qualquer forma, minha sogra conversou com as irmãs que eu deveria ser pago pela minha gestão e todas concordaram.
Foi assim que, numa segunda-feira, bem cedo, pegamos a estrada (no carro do meu sogro), rumo ao sul, só ela e eu. Ela vestiu um daqueles vestidos curtos que gostava de usar, mostrando suas lindas pernas. Quase 600 km de tortura, com aquelas pernas lindas ao meu lado, rumo à casa, onde íamos passar a noite, para voltarmos no dia seguinte. Enquanto dirigia, fantasiava com ela, imaginando nós dois sozinhos naquela casa, fazendo amor em todos os cômodos, obviamente só na minha mente tarada.
No longo trajeto, conversamos sobre uma infinidade de assuntos, passando pelo marido dela, sua filha, cunhados, política, etc. Ela estava feliz por vender a casa tão rápido, tinha medo de que, estando sozinha, alguém pudesse tomá-la e fazer uso dela, além de que gostava de viajar, sair da monotonia do seu casamento, onde me contava que meu sogro não a levava a lugar nenhum. Além disso, minha sogra fumava, e como eu também fumava, podia fazê-lo na viagem, rindo, já que meu sogro tinha proibido fumar no carro dele, dizendo que seria nosso segredo e que antes de chegar veríamos como tirar o cheiro.
Apesar de ser uma viagem muito longa, aproveitei muito a companhia da minha sogra. Nunca tínhamos passado tanto tempo juntos. Rimos, nos divertimos muito, paramos para tirar fotos, apreciar a paisagem, etc., até chegarmos na cidade, o cartório estava fechado no horário de almoço. Aproveitamos para comer algo rápido, encontramos os compradores e quando estávamos fazendo os trámites, o comprador tinha a identidade vencida, então não foi possível realizar a venda.
Pela hora, nada podia ser feito, ele ficou de regularizar o assunto cedo no dia seguinte, então toda a papelada foi adiada. Aproveitamos para passear, ela me levou a lugares turísticos, me contou sobre sua infância, as coisas que fazia, rimos, nos divertimos muito. Várias fotos abraçados, que mandávamos para a família, que não levantariam a menor suspeita para ninguém. Uma tarde muito agradável, onde nos conhecemos mais intimamente. Terminamos em um lugar comendo algo e quando íamos embora, passamos por um supermercado que estava fechando, para comprar algo, caso sentíssemos fome à noite, umas cervejas para mim e uma garrafa de vinho branco para ela.
Chegamos em casa, ambos tomamos banho depois de um longo dia, vestindo roupas mais confortáveis. Minha sogra colocou uma leggings justa que deixava sua bunda deliciosa e suas lindas pernas perfeitas à mostra, com uma camiseta larga, que mesmo sendo folgada, ainda assim mostrava o volume generoso de seus seios.
Assistimos televisão na sala, sentados no sofá, bebemos, fumamos, comemos algumas batatas fritas, relaxando do longo dia que tivemos. Minha sogra, depois de ter tomado metade da garrafa, ria de tudo, confessando que fazia muito tempo que não se divertia tanto. Eu, inquieto, com uma mulherão daqueles ao meu lado, uma mulher que sempre me atraiu, deixando minha mente viajar, soltando algumas indiretas que não surtiram efeito, até a última. Acho que só aí minha sogra captou minhas intenções, e fazendo-se de desentendida, mas ficando um pouco nervosa, ela disse que "melhor" iria se deitar, me olhando nos olhos, me dando um abraço forte e agradecendo por eu ter acompanhado ela e feito com que tivesse um dia tão bonito. Ficamos um minuto abraçados, sentindo o perfume dela, nos olhando nos olhos. Encorajado pelas cervejas no meu corpo, pensei em beijá-la, mas ela, acho que percebendo minhas intenções, rapidamente se soltou, me agradecendo de novo, levantando do sofá para ir dormir.
Fiquei com tesão, pensando naquele momento. Fumei meu último cigarro, tomei uma cerveja, apaguei todas as luzes e fui me deitar. Também estava cansado. Entrei em um dos quartos, me despi, apaguei a luz e me deitei, pensando que ao lado do meu quarto, estava minha sogrinha deitada com pouca roupa. Eu imaginava que ela entrava de noite no meu quarto e que a gente transava como loucos, até que peguei no sono.
Passou meia hora, calculo eu, quando ouço a televisão da sala. Fiquei uns minutos pensando no que fazer e obviamente me levantei. Pensei em colocar a calça, mas não coloquei. Me arriscando, saí só de cueca. Agindo surpreso, fui para a sala, onde minha sogra estava com todas as luzes apagadas, fumando um cigarro. Ela sorriu ao me ver. Perguntei se tinha algo errado e ela disse que não, que só não conseguia dormir, que tinha muitas coisas na cabeça.
Só aí percebi, sentada no sofá, com a mesma camiseta larga que usava, mas só de calcinha, claro que pelo comprimento da camiseta, não dava para ver, mas sim suas lindas pernas. Sentei ao lado dela e perguntei se ela estava triste por vender a casa da infância, ela disse que não, que era só uma casa, só que tinha muitas coisas na mente que não a deixavam dormir.
Pedi que ela me contasse, ela me olhou e sorriu, ficando quieta, deu a última tragada, apagou o cigarro pela metade e quebrou o silêncio me perguntando, o que eu faria, por apenas uma vez, um dia que se apagaria da minha vida, se fosse livre, sem amarras, sem compromissos, sem família, sem parceiro, sem que ninguém jamais fosse descobrir, que loucura eu cometeria.
Sem parar de olhar pra ela, eu disse que me deixaria levar, que seria feliz e seguiria meus instintos. — Isso eu gostaria de fazer — ela me disse, — ter esse dia, só pra mim, me sentir livre, me sentir mulher sem amarras, só uma noite e realizar uma fantasia que guardo há anos —. Não podia ser verdade o que eu estava ouvindo. Minha sogra suspira profundamente, me encarando desafiante, se levanta do sofá, dá um passo pra trás, leva as mãos até a barra da blusa e a tira por cima da cabeça, ficando só de calcinha tipo biquíni, com seus peitos maravilhosos à mostra, me encarando fixamente, desafiante, muito séria, me dizendo que aquela noite, seria aquela noite pra esquecer.
Fiquei petrificado admirando o corpo da minha sogra, a voz não saía. Nem nas minhas melhores fantasias eu teria imaginado algo assim. Me levantei do sofá feito uma mola e fui pra cima dela, nos fundindo num beijo quente e apaixonado. Nossas línguas se acariciando enquanto minhas mãos desciam pelas costas dela, até chegar na sua bunda, atraindo ela pra perto de mim.
Ela me empurrou pro sofá e montou em cima de mim, colocando seus peitos deliciosos no meu rosto, pedindo pra eu chupá-los. Era um sonho, um sonho realizado, minhas mãos entravam em contato pela primeira vez com aqueles seios lindos que eu desejava há tantos anos, chupando eles suavemente, sentindo aqueles mamilos duros dentro da minha boca.
Minha sogra falava baixinho enquanto esfregava eles no meu rosto, confessando que há anos ela me queria só pra ela por uma noite, me beijar, me chupar, me sentir dentro dela, que eu a comesse de um jeito selvagem, enquanto eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, nem falar, só chupando com força os peitos dela.
Também confessei que pra mim, como mulher, era um sonho. Ela se levantou e me despiu, se ajoelhando na minha frente meu, roçando seus lábios no meu pau, passando ele pelo seu rosto, me dando beijos suaves, até que abriu a boca, enfiou e começou a me dar o boquete da minha vida. Seus cabelos loiros subindo e descendo, engolindo meu pau, me dando um prazer inesquecível.
Pouco depois quis levantá-la de novo, mas ela não quis: — Me deixa, por favor, me deixa realizar meu sonho — e continuou me chupando por um longo tempo, me levando ao céu.
Terminamos no quarto, tirei sua calcinha e a deitei na cama. Beijei-a, uma e mil vezes, acariciando seu corpo, apenas roçando nossos sexos, sem penetrá-la, para depois descer, beijar o contorno de suas pernas e mergulhar entre suas coxas, roçando meus lábios em sua buceta, enquanto ela se segurava forte na roupa de cama, me deixando agir.
O cheiro de sua buceta era delicioso, beijei-a suavemente, sentindo o prazer que isso gerava nela, passando minha língua pelo contorno de seus lábios, até enfiar minha língua dentro de seu sexo, arrancando um longo gemido de prazer.
Assim como ela, tomei meu tempo para saborear sua vagina molhada, com suavidade, fazendo meu melhor trabalho, dando prazer oral à minha sogra, que não conseguia conter seus gemidos. Ela tentou me empurrar e não deixei, depois tentou novamente me mover, já se contorcendo de prazer, até que se jogou bruscamente para cima, me dizendo que não queria gozar tão rápido. Subi, busquei seus lábios, nos beijamos por um longo tempo, beijando seu pescoço, me embriagando com seu perfume, acariciando-a por todos os lados, beijando seus seios, que seios maravilhosos, acariciando sua buceta suavemente, rolando pela cama, até que meu pau ficou na posição perfeita, com ela embaixo e a penetrei até o fundo, entrando sem nenhum problema em sua buceta molhada, arrancando um longo gemido, deixando-o completamente dentro.
Agora ela era minha, completamente minha. Com minhas mãos agarrando suas nádegas, entrava e saía de seu corpo, vendo seu rosto, com os olhos fechados e a boca aberta, gozando no pau do meu genro. Apoiado nos meus braços, só com o contato dos nossos corpos, eu olhava para baixo, os peitos caídos dela para os lados, sua barriga, suas pernas recolhidas e meu pau dentro dela, tirando nosso prazer.
Mas algo estranho aconteceu comigo. Tantas vezes que sonhei com aquele momento, tantas imagens dela dando como uma puta no cio, forçando-a, comendo ela com brutalidade, gozando na cara dela e agora que a tinha, era tudo suave, com carinho, aproveitando cada segundo ao máximo, alongando nosso encontro.
Mudamos de posição, ela por cima de mim, com as pernas recolhidas, enterrando meu pau lentamente, quase tirando ele, para voltar a descer até a base e repetir isso de novo e de novo. Na mesma posição, sempre com suavidade, ela aproxima os peitos do meu rosto, pedindo para eu chupá-los, realmente um sonho.
Ela sentou completamente em cima de mim, com meu pau enterrado até o fundo, sem se mexer, com seus peitos desafiadores, uma imagem divina, com as mãos atrás da cabeça, brincando com seu cabelo longo e loiro, fazendo caras de satisfação, enquanto eu acariciava suas pernas e seus quadris.
Até que ela começou a levantar e se deixar cair, cada vez mais rápido, balançando a cabeça de um lado para o outro, enquanto seus peitos pulavam de novo e de novo, abrindo a boca para soltar gritos de prazer, agarrando os próprios peitos, alcançando um fabuloso e molhado orgasmo, ao mesmo tempo que eu, sem conseguir me segurar diante de tal cena, descarregava meu sêmen dentro da minha sogra, gemendo alto igual a ela.
Foi requintado, delicioso. Minha sogra caiu sobre meu peito, buscou meus lábios e me beijou ofegante com a boca aberta, enquanto eu acariciava suas nádegas redondas, com meu pau já sem força dentro dela. Apesar de ter sido um momento muito excitante, foi diferente do que eu esperava, até mesmo algo amoroso.
Ela se deitou ao meu lado me dando as costas, enquanto eu a abraçava por trás, acariciando seus seios dizendo o quão fabuloso que Ela estava complicada, tipo, veio um peso na consciência por ter traído o marido e, ainda mais, a filha. Animei ela, dizendo pra lembrar que era nossa noite pra esquecer, mesmo que depois de estar com ela, isso fosse impossível, que ninguém nunca ia descobrir o que aconteceu ali. Ela pegou minhas mãos e agradeceu, disse que fazia muitos, muitos anos que não sentia tanto prazer, que se sentia mulher, tão viva, tão desejada, que tinha sido maravilhoso.
Depois de um tempo, saí do quarto pra buscar uma cerveja e uma taça de vinho pra ela. Trouxe um cinzeiro e os cigarros. Quando voltei, ela tinha se coberto com o lençol, enquanto eu andava pelado pela sala. Perguntei se ela estava com frio, e ela disse que não, pelo contrário, estava com muito calor, mas que, apesar de tudo que tinha acontecido, se sentia desconfortável em ficar nua perto de mim. Eu ri e coloquei uma almofada sobre meu pau pra disfarçar um pouco a nudez.
Acendemos uns cigarros, ela elogiou meu físico e meu desempenho na cama. Disse que minha filha tinha muita sorte de me ter, enquanto eu falava que invejava meu sogro por ter uma mulherão daqueles todas as noites, quando ela confessou que ele mal ligava pra ela.
Conversamos uns 40 minutos, a tristeza dela já tinha sumido, ela voltou a rir, me olhando com aqueles lindos olhos verdes, e quando eu já tinha recuperado as energias e queria continuar comendo ela, tinha que aproveitar ao máximo aquela noite.
Me aproximei dela, a beijei, puxei os lençóis, revelando seu corpo nu. De novo, aqueles peitos deliciosos expostos e minha boca neles, chupando como um louco, enquanto minha mão entre suas pernas a masturbava suavemente. Minha sogra, com as mãos estendidas, entregava o corpo, sem se mexer, pra ser explorado pelos meus lábios, beijando cada parte dela.
Subi em cima dela, comecei a meter devagar, ela dobrou as pernas e eu, segurando a curva da sua bunda, enfiava com um ritmo calmo, admirando aqueles peitos... maravilhosas se mexendo enquanto eu a comia, sem pressa, tínhamos a noite toda para foder. Abri as pernas dela e me deleitei passando minha língua por suas partes íntimas, virando-a, mordendo suas nádegas, para depois separá-las e passar minha língua entre elas.
Minha sogra se deixava levar, reclamava de forma sensual e deliciosa, até levou uma das mãos para trás e a abriu para me dar mais espaço, onde minha língua fez o seu trabalho. Montei em cima dela e a penetrei por trás, buscando sua boca, beijando-a enquanto fazia isso. A tive novamente em cima de mim, deixando-a fazer todo o trabalho. Era delicioso vê-la com os olhos fechados, levantando e se deixando cair, acariciando os próprios peitos, toda a sensualidade que se possa imaginar. Virei-a, sentada de costas para mim, admirando suas nádegas quicando no meu corpo enquanto meu pau entrava até o fundo. Depois a tive de lado, acariciando seus seios e enfiando por trás, enquanto ela passava uma perna por cima do meu corpo, onde me deixava masturbá-la enquanto a comia e beijava.
Ela pediu para me chupar, fiquei de pé ao lado da cama e ela de costas, lambia minhas bolas agarrando meu pau e me masturbando suavemente. Brinquei com seus peitos, coloquei meu pau entre eles, e enquanto gozava uma masturbação com seus peitos, até senti sua língua roçando minhas nádegas. Depois ela se virou, completamente esticada de boca, me chupava, me dando uma visão perfeita de suas costas, cintura e bunda, enquanto eu acariciava seus cabelos loiros. Sem parar de me chupar, ela se colocou de quatro na cama, com seus peitos balançando, mamando deliciosamente, até que depois de um tempo, ela se vira deixando sua bunda redonda à minha completa disposição.
Daí pra frente tudo foi uma loucura. Tudo o que era suave ficou para trás, tê-la naquela posição, postura que ela mesma adotou, era o que eu tanto tinha sonhado. Peguei-a pelos quadris e comecei a comê-la por trás com força. Minha sogra reclamava e Ela pedia mais e mais, e eu dava e dava com tudo, batendo meu corpo contra as carnudas nádegas dela, tirando e enfiando até o fundo.
Me sentia poderoso, um verdadeiro homem, estava duro e minha sogra recebia feliz minhas fortes investidas, soltando gritos de prazer. Apertava sua bunda, dava palmadas e ela gozava ainda mais com isso. Olhando para trás, com uma cara de safada, ela pediu: "Puxa meu cabelo!" – queria se sentir submissa e, agarrando-o com força, dei com mais fúria.
Minha sogra gritava como uma louca até começar a berrar: "Acaba comigo!, acaba comigo!, vai, goza dentro de mim!" – palavras que me excitaram demais e, por mais duro que eu estivesse, ouvi-la pedir assim minha porra não deu para segurar e comecei a gozar dentro dela, ao mesmo tempo que minha sogra atingia um delicioso orgasmo, chegando a se mijar de prazer com o que o genro lhe dava, deixando nós dois molhados, ainda mais excitante, e não soltei nem parei de meter até não aguentar mais.
Caí ao lado dela exausto, meu coração batia a mil, estava esgotado e a única coisa que consegui dizer foi: "Você é maravilhosa", e não só por dizer, aquela mulher me deixava louco.
Dormimos abraçados, ela de costas para mim, se deixando amar, como se fôssemos um casal apaixonado. Não sei a que hora adormeci acariciando seus seios e sua bunda.
No dia seguinte acordei ao lado dela. Minha sogra nua ao meu lado, roncando profundamente. Acariciei seus cabelos, suas costas, suas nádegas. Que nádegas deliciosas ela tinha, eram de comer. Apesar de fazer com carinho, pouco tempo depois de acariciá-la, ele ficou duro e procurei entre suas nádegas sua buceta, tentando enfiar novamente. Minha sogra acordou sorrindo e deixou que eu enfiasse de novo, mas devagar, só um pouco. Tínhamos que encontrar os compradores no cartório, mas mesmo assim tomamos banho juntos, nos beijamos e nos tocamos em um delicioso banho, deixando que eu enfiasse de novo, mas sem gozar nenhum dos dois. dois. Chegamos ao nosso encontro, assinamos os papéis, fechamos o negócio e entregamos as chaves. Não havia mais nada a fazer. Fomos comer algo por perto e, no mesmo café, a beijei e pedi que tivéssemos mais uma noite juntos. Ela dizia que estava morrendo de vontade de ficar comigo, que tinha sido uma noite mágica, mas que devíamos esquecer. Implorei por mais uma noite e ela não conseguiu dizer não. Mentimos que precisávamos ficar mais um dia, nos trancamos até o dia seguinte num motel com jacuzzi, onde fizemos amor até não aguentarmos mais. Minha sogra foi toda minha naquele dia, fizemos de tudo, só não comemos o cu, algo que ela não gostava. Dormimos abraçados, acordando bem cedo no dia seguinte para começar a viagem de volta à nossa cidade. No caminho, eu apalpava as pernas dela, os peitos, e ela também fazia o mesmo comigo, até chegarmos, quando ela me fez jurar que o que aconteceu entre nós ficaria apenas como uma lembrança linda e gostosa, mas que nunca mais se repetiria, nem mesmo comentaríamos entre nós. Essa viagem inesperada gerou em mim sentimentos confusos pela mãe da minha esposa. Não conseguia parar de pensar nela nem por um minuto. Embora o sexo com minha sogra tenha sido incrível, como mulher, ela despertou em mim mais do que uma simples tesão; lembrava dos beijos, das carícias, do perfume dela, me deixou completamente desconcertado. Passou muito tempo, e não consegui respeitar o acordo. Procurei-a muitas vezes, e ela, sempre incorruptível, me rejeitou em todas, chegando até a ficar irritada com minha insistência. Um dia, quando agarrei a bunda dela em casa, ela ficou mais brava do que nunca. Mas, mesmo assim, tenho certeza absoluta de que ela guarda no coração a lembrança da nossa viagem inesquecível e daquela noite para esquecer, que nenhum de nós jamais esqueceria.
4 comentários - Viagem com minha sogra peituda