PRA QUEM TAVA ME PEDINDO A PRIMEIRA PARTE QUE TAVA COM AS LETRAS BORRADAS, AQUI VAI A PRIMEIRA PARTE DAS AVENTURAS DA LUPITA.AS AVENTURAS DA LUPITA – CAPÍTULO 1
Essa história se passa numa quebrada esquecida da classe baixa de uma cidade grande, um lugar cheio de trabalhador humilde, mas infelizmente também tem muito bêbado, maconheiro, gangue de assaltante e sequestrador.
É nesse ambiente que vive a nossa protagonista dessa história. O nome dela: Lupe, uma mina adolescente de 18 anos que é a queridinha da rapaziada por ser uma gostosa do caralho. Ela tem 1,65 de altura, 52 quilos, cabelo preto liso, uns olhos verdes lindos com um olhar entre inocente e safado que faz qualquer um ficar vidrado nela, uns lábios grossos, um par de peitos duros, firmes e bem feitos, cintura fina que fazia os dois morrões da bunda dela se destacarem, um rabão redondo e empinado e um par de pernas carnudas. Tudo isso coroado com uma carinha de menina ainda.
A adolescente mora só com a mãe, porque o pai já tinha morrido há uns anos num acidente na estrada. A mina e a mãe viviam num apê simples que alugavam do seu Lucas, que era dono do prédio onde elas moram e de um boteco podre que ficava bem do lado do prédio.
Como eu tava dizendo, essa gostosa era a mais popular entre os caras daquela quebrada esquecida do mapa. Lupita adorava usar blusinha curta e apertada com decote que valorizava ainda mais aqueles peitões lindos, e também minissaia ou vestido curto, um palmo acima do joelho, mostrando aquelas pernas espetaculares. Quando saía pra fazer algum mandado, virava o centro das atenções de todos os homens: velho, jovem, adulto, ninguém conseguia desgrudar os olhos daquela colegial já pronta pra cama. Apesar do corpaço que ela tinha, a mentalidade ainda era de menina. Pra ela, se mostrar Corpão era um jogo pra ela, já que adorava ouvir os cantadas que recebia na rua sem medir as consequências que viriam depois, e porque era verão, fazia um calor danado e ela se sentia mais confortável com aquelas roupas leves e curtas.
Num fim de semana que a mãe dela estava com ela, mandou ela comprar umas berinjelas na quitanda pro jantar. Naquela tarde tava um calor infernal e a Lupita tava usando um vestido 10 centímetros acima do joelho, daqueles rodados, e da cintura pra cima era bem justinho com um decidaço, e calçou um par de botas altas de couro preto com salto, presente da mãe dela. Como não deixavam ela sair sozinha pra lugar nenhum, naquele dia decidiu exibi-los. Ela tava espetacular pra caralho. Quando saiu na rua, os homens ficavam olhando com cara de bobo vendo aquela mulherão caminhar rebolando aquela rabuda, fazendo o vestidinho balançar e levantar de leve, mostrando mais daquele par de pernas espetacular e quase a bunda. No caminho, falavam de tudo, até os carros paravam pra admirar e convidavam ela pra subir. Mandavam cantadas, ela só virava e olhava com aquela carinha linda e dava um meio sorriso pros que elogiavam, sem perceber que isso fazia os caras ficarem de pau duro. Ao chegar numa esquina, viu um grupo de vagabundos bebendo na rua e se drogando. A garota desceu da calçada e começou a andar pela rua. Eles, ao verem ela, falaram:
— Você é do tipo pra meter a noite inteira, mamacita, que bunda gostosa você tem, como eu queria meter o pau no seu cuzinho, humm, gatinha, você tem uns peitos tão gostosos! Que eu chuparia por horas.
A garota gostava de ser cantada, mas quando os elogios já eram muito pesados, ela baixava a cabeça, ficava vermelha que nem um tomate e andava rápido. Quando finalmente chegou na quitanda, foi atendida por um velho que não parava de olhar pra bunda dela e pro decote, deixando ela nervosa ao ver que ele não parava de encará-la descaradamente. Com os olhos cheios de luxúria, ela pagou e, enquanto esperava o troco, o velho, que devia ter uns 60 anos, pulou o balcão que os separava e chegou bem perto dela, quase colado. Pegou a mão dela e segurou por alguns segundos sem soltar. Isso fez Lupita ficar ainda mais nervosa ao sentir a mão do velho muito quente e ele olhando para ela sem nenhum disfarce, de um jeito que a deixou muito inquieta. Dava pra ver que ele a despia com os olhos. O verdureiro sussurrou no ouvido dela: — Sabe? Você me parece uma garota muito sexy, é uma gostosa. Ela corou. E, sem nenhuma vergonha, ele ficou olhando para o decote generoso dela. Com dificuldade, a garota deslizou a mão da dele e se dirigiu para a saída da verdureira, sabendo que o velho não tirava os olhos da bunda exuberante dela, que balançava de um lado para o outro. Na volta, foi a mesma coisa: falavam todo tipo de coisa para ela. Ela podia sentir os olhares lascivos dos caras nas suas nádegas redondas. Era uma adolescente que exalava sexualidade como nenhuma outra. Os homens olhavam hipnotizados para aquela bundona se mexendo de um lado para o outro e para o biquíni pequeno marcando por baixo da saia do vestido. Era um verdadeiro espetáculo para os vizinhos admirarem a pirralha.
Seu Lucas era um homem moreno, velho, com uns 55 anos, 1,70m, cabeludo, uma cara horrível e uma barriga enorme. Era o dono do cortiço onde várias famílias alugavam, incluindo Lupita e a mãe dela. Além disso, comandava uma gangue de assaltantes e sequestradores formada por outros três velhos cinquentões, sádicos e viciosos. O velho Lucas tinha um cômodo particular que ficava ao lado do quarto de Lupita. Na parede que separava os dois cômodos, tinha um espelho grande de 2 por 2 metros que, do lado da adolescente, parecia um espelho normal, mas do lado do cômodo do velho era um vidro transparente, onde dava pra ver até o menor detalhe do que acontecia no quarto. A colegial, sem saber, dava uns shows enormes para o velho tarado do seu Lucas. Lucas e sua turma, toda manhã, se reuniam no quarto particular pra ver ela se levantar e admirar aquele corpo virginal desgraçado, quase nu, coberto só por um shortinho minúsculo, uma blusinha transparente sem sutiã. Viam ela se espreguiçar e sair da cama, tirar a blusa e se olhar no espelho grande, sem imaginar que a privacidade dela tava sendo violentada pra caralho. Apareceram uns peitos que pareciam ter vindo de outro corpo, firmes, lindos, carnudos. A garota começava a posar na frente do espelho, quase nua só com o shortinho minúsculo. Os velhos estavam babando, se acariciando as picas enquanto olhavam hipnotizados como a Lupita começava a tirar o short devagar, até deixar ele no chão. Ela não tava de calcinha, ficou completamente pelada, parecia sensual pra caramba. Uma pinta aparecia perto da buceta dela, e outra tava numa daquelas bundas enormes. Ela se olhava no espelho e se virava, vendo as pintas com uma curiosidade inocente. Depois, pegava uma toalha e entrava no banho, aí os velhos perdiam ela de vista.
O velho do Lucas, com a pica já pra fora e se masturbando, comentou pros companheiros, igualmente excitados: — Que gostosa essa mina, o que mais me excita é a cara de menina inocente que ela tem, que não combina com o corpo de mulherão que já tá criando. Anselmo, um velho de 58 anos, gordo, careca e com a cara cheia de cicatrizes, respondeu se massageando a pica: — É, Lucas, a menina tá pedindo pica a vida toda. A gente devia fazer alguma coisa pra comer ela. — É, — disse o velho Lucas — tô pensando nisso. A gente vai dar um jeito, mas que vamos comer ela todo mundo, isso não tenha dúvida, — rindo alto enquanto os outros velhos tomavam cerveja. Dez minutos depois, a garota saía do banho enrolada na toalha. Quando tirava a toalha, fazia um espetáculo lindo se secando bem devagar, começando pelos peitos, com uma paciência e uns movimentos super delicados. Depois, chegava a vez de secar as partes íntimas, dava pra ver tudo bem clarinho. Nitidamente, ela tinha só um triângulo de pelinhos bem fininhos. Depois que termina de se secar, começa a se vestir: coloca um biquíni minúsculo que realçava ainda mais aquela bunda enorme, em seguida veste o sutiã sobre aqueles peitos fabulosos que a gravidade ainda não tinha afetado. Depois, vestiu uma minissaia quatro dedos acima do joelho que marcava suas coxas fabulosas, deixando à mostra suas pernas fortes e morenas. E, pra finalizar, uma blusa cropped, sem mangas e colada ao corpo, deixando o abdômen liso e sem um grama de gordura à mostra, exibindo um decote generoso que deixava ver mais da metade daqueles seios preciosos. A garota saiu logo do quarto pra ir tomar café e fazer seus deveres escolares, já que estudava no colégio à tarde, deixando os velhos tarados se acabando de tanto bater punheta por causa do tremendo espetáculo que tinham presenciado.
Todas as tardes, quando ia pro colégio, Lupita era esperada por SEU Lucas, que falava todo tipo de vulgaridade pra ela. O velho sorriu, olhando com olhos de depravado ao vê-la.
— Vou te acompanhar, mamãe, pra você não ir sozinha.
A colegial tinha muito medo daquele velho horrível que olhava sem vergonha nenhuma pro decote da blusa dela.
— Não, obrigada, senhor — disse ela, tentando andar mais depressa. Mas o velho se emparelhava com ela e dizia: — Você é tão gostosa que eu faria um terno de cuspe em você.
A adolescente ficava vermelha de vergonha e tentava andar mais rápido pra chegar no ponto onde pegava o ônibus.
— Vai, mamãe, deixa eu beijar aqueles sinais gostosos que você tem na bunda direita e na sua rachinha.
Lupita arregalava os lindos olhos verdes, desconcertada ao ver que aquele velho sabia do segredo dela. Virava pra olhar pra ele, como se tentasse entender como ele sabia daquilo, e, envergonhada, andava mais rápido com aquele velho grudado nela, falando um monte de vulgaridades.
Até que, finalmente, o velho Lucas deixou ela ir, olhando como que hipnotizado praquela bunda fabulosa mal coberta pela minissaia. escolar e aquele par de pernas gostosas se perdiam na distância, se aproximando o velho Anselmo que tinha visto tudo e falando pra ele.
— Não sei como vamos fazer, mas temos que comer essa novinha, já não aguento mais, Anselmo, toda noite me imagino comendo ela de todos os jeitos, ela me deixou louco.
— Sei disso, todos nós da gangue estamos iguais a você, Lucas, mas uma hora vai dar chance e te juro que não vamos desperdiçar, se afastando em direção ao bar pra continuar bebendo e pensando naquela putinha de escola. Na quarta de manhã, ao acordar, a garota sentiu a bucetinha molhada, por causa do desenvolvimento do corpo que já pedia sexo naturalmente, notou que a rachinha estava úmida, se tocou pra confirmar e quando roçou a virilha sentiu um arrepio estranho; foi uma sensação muito gostosa, então continuou se tocando, em poucos minutos a respiração ficou muito mais pesada e os dedos estavam banhados no mel da buceta; não sabia direito o que tava rolando no corpo dela, com uma mão explorava a entreperna e com a outra apertava os peitos, os bicos estavam durinhos e ela sentia uma desgraça de vontade de abrir as pernas o máximo possível. Teve um momento em que algo tomou conta dela, não conseguia mais parar; mesmo doendo, não parava de apertar os peitos com força, de repente uma onda de tesão invadiu o corpo; levou as duas mãos na boceta; fechou as pernas bruscamente e se apertou, ficando de lado se contorcendo e segurando a vontade de gritar; mordeu o travesseiro e aguentou até que finalmente passou e ficou exausta na cama. Os velhos estavam de boca aberta com o que tinham acabado de ver, aquela siririca do caralho que a Lupita tinha dado, reagindo primeiro o velho Lucas murmurando esperem aqui e verão o que vai acontecer, levantando da cadeira ainda com o pau duro igual aço e falando — essa puta já passou dos limites, só nos esquenta e nos deixa na mão, se quer pica, pica vai ter.
Se dando a voltando e chegando no apartamento da garota, sendo um malandro a vida toda, não foi difícil arrombar a fechadura do apartamento da Lupita, entrando na sala e indo direto pro quarto dela.
Entrou sorrateiramente no quarto e trancou a porta, vendo primeiro na cama a roupa limpa da colegial, percebendo que ela tava tomando banho. Se escondeu atrás da porta do banheiro pra que, quando a garota saísse, não notasse a presença dele de cara.
Pouco depois, a garota saiu do banho enrolada numa toalha e sem nada por baixo, secando o cabelo com o olhar no chão, sem imaginar o que ia rolar. Virou pra se olhar no espelho grande, e ao mesmo tempo a toalha caiu no chão, deixando o corpo virgem e sensacional dela completamente nu. Ela deu um grito abafado de horror e arregalou os lindos olhos verdes ao ver no reflexo do espelho a presença do velho Lucas atrás dela, a uns 2 metros, olhando com um sorriso que mostrava uma fileira de dentes podres e se acariciando a piroca, que tava dura pra caralho.
— Oi, gostosa, como você é uma delícia pelada assim — a garota, com as mãos, tentava esconder os peitos e a buceta enquanto o velho ria.
A garota, sem se virar, olhando pro velho pelo espelho, com a voz assustada e vermelha de vergonha porque ninguém nunca tinha visto ela sem roupa, perguntou pro velho, encarando ele pelo espelhão.
— O que... o que o senhor deseja, o que quer?
O velho se aproximando da garota assustada, se acariciando a piroca, dava pra ver a tremenda brocha pela bermuda fina, sem tirar os olhos daquele rabo foda, já que a garota ainda tava de costas pra ele. Observava as nádegas grandes e bem proporcionadas, carnudas e sem nenhuma estria ou celulite, completamente limpas e desejáveis, com gotinhas de água escorrendo devagar, deixando a visão extremamente sensual. — Que cu soberbo, é um cuzão descomunal — dizia o velho olhando pra aquela bundona. aproximando-se mais devagar da garota assustada, extasiado por suas curvas enormes, não hesitou ao chegar perto dela, pegando-a decididamente por trás, - que corpo gostoso você tem, sussurrou por trás no ouvido e na hora a adolescente sentiu os braços peludos do velho que passavam entre os dela e o corpo dele, passando por baixo das axilas. O velho cheirava a demônio, uma mistura nojenta de cachaça e suor. Em seguida, desceu as mãos pela cintura fina dela, sentindo a maciez enlouquecedora daquela pele jovem, e começou a subi-las devagar, aquelas mãos sujas cheias de calos, pelo abdômen da colegial até chegar ao grande prêmio: seus peitos formidáveis e nunca apalpados. Começou a acariciá-los desde a base, percorrendo todo o contorno, sentindo a firmeza e a maciez, para depois apertar os dois ao mesmo tempo. O velho apoiava o pau duríssimo nas bundonas da menina e começou a esfregar. Ela sentia um formigamento enlouquecedor no pau ao sentir a curvatura e a dureza, experimentava uma sensação gostosa daquelas bundas duras e gostosas. Ele esfregava e esfregava a piroca, movendo o quadril com ímpeto enérgico, levantando de vez em quando levemente aquela bunda enorme daquela gostosa de novinha. Às vezes, as bundonas da garota prendiam o pau pulsante e excitado do velho; ela sentia claramente porque o velho estava vestindo uma bermuda do Pans Don Lucas. Sentia como aquela bunda apetitosa o levava ao céu. A adolescente não dizia nada, só fechava os olhos e os peitos subiam e desciam no ritmo da respiração, que começava a ficar mais rápida. - Que peitos gostosos você tem, começou a apertar os seios com paixão, amassava-os com força, murmurando no ouvido dela que estavam grandes e firmes, ao mesmo tempo que começou a esfregar com mais força. As mãos apertavam os peitos e o corpo apertava a cintura, para manter o volume na altura das bundonas. A garota começava a ficar inquieta com a situação erótica, já que nunca tinha tido namorado. menos ser apalpada como aquele velho estava fazendo. —Não... não... me solta, por favor — murmurou a adolescente, tentando se afastar com suas mãos finas e delicadas das mãos do velho que massageava seus peitos, mas ele mordeu sua orelha e disse:
—Fica quieta, mamacita, se não cooperar, vou botar você e sua mãe pra fora do cortiço, e vão ter que ir morar debaixo de uma ponte. A colegial, sem mais forças pra resistir por medo, deixou o velho à vontade pra fazer o que quisesse com ela, só se opondo com a voz. Percebendo a submissão da garota, ele intensificou as carícias. Lupita tremia, o velho lambia sua orelha com aquela boca nojenta cheia de barba por fazer há semanas. A garota sentia arrepios enquanto ele não parava de apertar aqueles peitos com as duas mãos, apalpando as tetas perfeitas de Lupita — eram pequenas, mas perfeitas pra suas mãos. Com uma mão, ele agarrava cada um dos seios, enquanto com a outra explorava todo o corpo da adolescente, pressionando seu pau excitado e pulsante contra as nádegas jovens. O velho acariciava a barriga da menina, suas mãos calejadas sentindo a pele arrepiada enquanto sua língua experiente se enfiava na orelha dela, fazendo círculos que a enchiam de calafrios. Depois, subiu as mãos e prendeu o mamilo bem inchado, massageando suavemente com os dedos. A garota só fechava os olhos e inclinava a cabeça pra trás. O velho pegou uma das mãos da menina e a levou até seu pau pulsante, fazendo ela tocar e apertar de leve por cima da calça, sentindo a dureza.
—Por favor... não... não... por favor... me deixa. Me deixa... — dizia a garota, incapaz de enfrentar o velho por causa do terror que ele causava. Sua respiração começou a acelerar, o velho sentia a pele dela se arrepiar e tremer com o toque dos dedos dele.
Então o velho se virou, ficando de frente pra ela — estavam quase na mesma altura, já que ele era um Ser baixinho era uma vantagem a mais, já que não precisava se abaixar muito pra aproveitar aquele corpo. A colegial, paralisada de medo, não reagia porque estava aterrorizada, deixando o velho fazer tudo o que quisesse com ela. A língua do velho, ávida por prazer, percorreu o interior da boca virgem enquanto fazia o reconhecimento bucal; o velho começou a passar a mão nas costas dela e foi descendo até agarrar a bunda dela e puxá-la pra perto, pra que ela sentisse o volume dele. Ele apertava aqueles cachetes preciosos com as duas mãos, sentindo a dureza e a maciez deles. A língua experiente dele percorreu o pescoço, descendo até os pezões inchados, que se eriçaram quando aquele homem começou a chupá-los gulosamente, fazendo com que ela tivesse uns calafrios de prazer que molharam a entreperna da colegial. — Aaaahhhhh, me deixa, seu Lucas... uuuuuyyyy... por favor — gemia Lupita, só fechou os olhos e a respiração dela ficou ofegante, ondas de prazer tomavam conta do corpo dela. Seu Lucas, velho raposa nessas questões, sabia que a garota não aguentaria tantas sensações gostosas e que era só questão de tempo até ela se entregar de vez. — Não, não faz isso comigo — gemia a colegial, a voz dela era um sussurro quase inaudível.
O velho estava no paraíso, nem nos anos de juventude dele teve um corpo igual ao dessa garota, que exalava um cheirinho limpo de jovem virginal. Ele apertava e chupava como um possesso aqueles peitões enormes que tantas vezes ele tinha sonhado e que finalmente estavam nas mãos e na boca dele. A garota se contorcia ao sentir sensações que nunca tinha sentido antes. — Hã, que gostosa, você tem um cheiro bom, uma delícia, mamãe, você é muito melhor do que eu imaginava — dizia o velho, pra depois beijar ela nojento na boca e apertar a calcinha dela.
Lupita olhou pra cima, suplicando! — Pelo amor de Deus, me deixa, para com isso, seu Lucas. Na ignorância dela, sabia que o que eles faziam era algo proibido, mas não conseguia parar, primeiro porque o velho tinha ameaçado ela, e segundo porque o corpo dela se entregava cada vez mais pra ele. Essas sensações gostosas que nunca tinha sentido antes.
Não parava de chupar aqueles peitinhos pequenos com gosto, os bicos eram de um cor escura deliciosa, inchados de tesão, o que dava uns arrepios da porra no corpo todo da menina, enquanto as mãos dele acariciavam e apertavam aquela bunda firme, redonda, carnuda — "que divina que você é, molinha e durinha", dizia o velho, "nem no melhor puteiro da cidade eu acharia uma puta tão gostosa quanto você".
"Ba... che... ga... Por... fa... vor", implorava a garota entre gemidos, mas, contra a vontade dela, o bafo do velho bagunçava os sentidos dela, uma cócega gostosa e desgraçada começou a percorrer a bucetinha dela sem parar, ela sentia como se fosse uma corrente elétrica no corpo todo, o velho suspirava de prazer, tava se dando o melhor agrado da vida dele, fios de saliva escorriam pela pele arrepiada da novinha, dos peitos até a barriga, o tesão que a colegial sentia naquele momento fez a mente dela ficar nublada, ela tava perdendo a briga contra o próprio corpo, o prazer vencia a razão; ela mordia os lábios pra não gritar de tesão.
"Aaaaaaah... aaaaaaah..." e arqueou a cintura, rebolando por instinto e jogando a cabeça pra trás, enfiando as mãos na cabeleira suja do velho, puxando ele mais pra perto dos peitos maravilhosos dela, foi nessa hora que toda a resistência dela, se é que tinha alguma, desabou de vez, o velho, percebendo, afundou mais ainda a cara horrível dele entre os peitos bem formados, pronto pra continuar aproveitando a colegial, ela fechou os olhos e mordeu o lábio de baixo.
O velho então pegou ela no colo, carregando como se fossem recém-casados, sem parar de beijar aquela boquinha gostosa que, com aqueles lábios grossos, fazia ele perder a razão, enfiava a língua nojenta dele, que cheirava a cachaça e cigarro, enchendo a boca da menina de cuspe, ela passou os braços em volta do pescoço do velho e se deixou levar até a cama, o velho já tava pronto pra desvirgar aquela colegial maravilhosa, parecia que tudo tava... perdida para Lupita, totalmente entregada àquele velho horroroso pra que ele a desvirgasse, já que ela não tinha experiência nenhuma com sexo. Ele a deitou na cama como se fosse uma boneca, a menina estava com os olhos semi-cerrados de tanta excitação que sentia. O velho olhou pro espelho e fez um sinal com o polegar pra sua gangue, que com certeza tava filmando e se masturbando com o espetáculo, esfregando as mãos, ele se preparou pra continuar com aquele presente incrível que tava se dando.
Dom Lucas então tirou a camisa devagar, sabendo que tinha todo o tempo do mundo, já que a mãe da garota só voltava no sábado, deixando à mostra aquela barriga nojenta e cheia de pelos grisalhos, os olhos vermelhos de tanta excitação.
O velho começou a beijar os pés da adolescente e foi subindo devagar por aquelas pernas enormes, sem tirar a boca barbuda, foi subindo lentamente. A garota suspirava até chegar na sua intimidade preciosa, coroada só com um caminho de pelinhos bem finos. Ele colocou uma das pernas da garota sobre as costas dele pra poder dedar o cu dela também, e enfiou a cabeça, dando linguadas na bucetinha virgem. — Aahhh... Deus... aahhhmmm... — Lupita gemia, arqueando a cintura. O velho agarrava as bundas dela e tentava enfiar os dedos no cu da garota ao mesmo tempo que continuava chupando a boceta dela. A menina tava com a respiração super acelerada, dava pra ouvir.
— Aahhh... ahhhh.... aahhggg — Lupita gritava, mordendo a mão. Mas o velho não parava de chupar a vagina dela, cada vez mais rápido. A garota se contorcia na cama, tentando não gritar. Ela envolveu a cabeça do velho com a perna que tava nas costas dele e apertou a cabeça dele contra a rachinha dela, querendo enfiar a língua dele cada vez mais pra dentro. — Mmmm... aaaaaaahhh... aahhh — os gemidos de Lupita eram de enlouquecer. A buceta da garota tava bem fechadinha, o velho não conseguia enfiar o dedo no cu dela pra dedar, então ele tirou os dedos, enfiou na bocetinha dela e... A mina, que já tava toda molhada, partiu pra cima de novo no cuzinho apertado dela. Ela apertava com os dedos sujos e calejados o anel virgem até ele ceder, e aí meteu o dedo do meio, depois enfiou dois dedos e começou um vai e vem sem parar. A língua comprida e experiente dele enfiava até achar os pontos gostosos da colegial, que não parava de se contorcer e gemer.
Ela gozava dobrado: sentindo a penetração no cu e o cócegas gostoso que aquela língua comprida fazia na bucetinha dela. A colegial não parava de arquear as costas e apertar as mãos no lençol, dominada por um prazer que nunca tinha sentido antes. O velho não parava de chupar com gosto o clitóris, fazendo a colegial tremer — "ahhhh, papai, que delíciaaaa, ahhhhh, papai!" A situação tinha feito a adolescente perder a cabeça; toda a safadeza dela tava completamente fora de controle, e não era pra menos: a experiência era totalmente alucinante. A colegial gritava e se contorcia, porque o velho enfiava o mais fundo que podia a língua experiente e mexia naquele interior fervente — "ahhhhhhhffffahhhh!! ahhhh ahhgggggggg" — gemia a guria, o corpo dela completamente possuído pelo prazer.
O corpo da Lupita respondia a esses estímulos: mexia pra frente e pra trás, sem pensar, tentando enfiar a buceta ardente no fundo da boca do velho, que fazia uns barulhos excitantes de sucção, sinal de que tava engolindo todos os fluidos dela — "aaaaaahhhhhhhluuuuccaassss papai, uyyyyyyyyyyyyyyyyy!"
Lá fora, no prédio da Lupita, duas vizinhas fofoqueiras que não perdiam nada do que rolava no bairro comentavam entre si com cara de preocupação. Uma disse que tinha visto o velho Lucas entrar no apartamento da colegial. Largando as sacolas na hora, uma delas subiu correndo as escadas. Como não tinha chave do apartamento da mina e viu que tava trancado, falou: Batendo forte na porta, ele disse:
— Lupita, você está bem, meu amor? Está bem, filha? Me abre a porta.
Foi como um balde de água fria para o casal. A garota, reagindo como se tivesse levado um choque, se soltou dos braços do velho e começou a se vestir às pressas, recuperando a sanidade na hora.
O velho bateu com os punhos na cama, frustrado por não poder mais se deliciar com aquele corpo virginal e delicioso.
— Puta que pariu... — resmungava ele, puto por ter que aparecer aquela fofoqueira velha agora.
Levantando-se da cama, começou a vestir sua camisa fedorenta, percebendo que a festa tinha acabado. Ainda com o pau duro, uma ereção monstruosa que dava pra ver claramente na bermuda toda estufada, ele agarrou a colegial pelo pescoço e a ameaçou:
— Cuidado pra não abrir a boca, garota, senão eu te ponho pra fora de casa na porrada, você e sua mãe. Você me conhece e sabe do que sou capaz.
A garota balançou a cabeça, concordando.
— Você vai dizer pra essas velhas intrometidas que o banheiro quebrou e eu vim ver o que tinha acontecido. Entendeu?
— Siiim — respondeu Lupita, com os olhos cheios de medo.
CONTINUA... No próximo capítulo, nossa colegial vai conhecer o professor Tulio, um aproveitador e pedófilo.
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