Não sei se conta como experiência de corno, mas há um tempo tive um amigo com quem me dava muito bem. Ele era praticamente meu melhor amigo, a gente conversava e zoava sobre tudo. Numa ocasião, tava falando com ele pelo chat, ou pelo menos era o que eu achava, e foi muito estranho porque do nada ele começou a falar sobre uma sobrinha que tinha e que supostamente queria me conhecer. Eu percebi que não era ele, então comecei a perguntar quem era. Aí ele respondeu que era ela, justamente essa garota de quem a gente tava falando, com quem eu tava conversando. Eu propus que ela me falasse pela conta dela, e foi assim que começamos a conversar, eu e ela, até começar a sair. Meu amigo sabia que eu tava falando com ela, e num ponto eu disse que ela me interessava, e falei pros dois. Meu amigo não ficou puto nem nada, pelo contrário, me ajudou a chegar mais nela. Ela, por outro lado, às vezes dizia que queria que eu fosse vê-la com a desculpa de que tava sozinha em casa e que os pais não deixariam ela ficar comigo, então supostamente tinha que aproveitar que tava só. Então, óbvio, eu não perdi chance e fui na casa dela várias vezes. No começo, a gente se beijava e eu apalpava ela, tentando fazer ela relaxar. Ela também foi atrás do que queria e começou a me morder e deixar marcas, segundo ela, pra ninguém pegar o que era dela. (Só pra deixar claro, ela era uma menina comparada a mim e ao meu amigo.) Enfim, a coisa foi avançando até que eu comecei a tirar a roupa dela na sala da casa dela, a apalpar ela e fazer ela me dar boquetes o tempo todo que tava com ela. Literalmente, eu tratava ela como se fosse uma puta, só ia pra conseguir sexo e pronto. Finalmente, ela cedeu e eu deixei ela montar em mim como se ela mandasse. Ela pegou meu pau com as mãos e enfiou na buceta dela. Ela era virgem, então assim que enfiou, começou a sangrar e a chorar um pouco. Eu beijava ela e acariciava os peitos e a bunda dela enquanto deixava ela se mexer, procurando se sentir confortável. Meu amigo, enquanto isso... Ele sabia que eu ia na casa da sobrinha dela escondido, e às vezes passava pra cumprimentar ela, me encontrando todo marcado pelos beijos da sobrinha, e ela despenteada e ofegante. Bom, como eu tava devendo a descrição dela, agora vou contar: o nome dela era Catalina. Uma mina de pele branca pálida, bochechas rosadas e grandes, olhos grandes e muito lindos, baixinha, cabelo castanho e ondulado bem cheio. A bunda dela era pequena, mas bem redondinha, e como ela era tão branca, era fácil às vezes estar rosada. Os peitos eram pequenos, redondinhos e pontudos, com os biquinhos durinhos, e a buceta era meio peluda, mas rosadinha e pequena, uma verdadeira preciosidade. Numa vez que fui na casa dela, lembro que ela tava chorando porque tinha brigado com a mãe e a avó. Eu abracei e consolei até ela parar de chorar, aí ela sorriu pra mim e disse: "que se foda todo mundo, vou fazer o que eu quiser". Depois disso, a gente tava no quarto dela, joguei ela na cama e comecei a chupar a buceta dela como se fosse um bicho faminto. Ela gemia alto, tanto que cheguei a me preocupar se alguém chegasse de surpresa em casa. A buceta dela, quente, viscosa e molhada, foi minha por pelo menos 30 minutos, alternando entre masturbar ela, brincar com uma leve tortura e lamber e penetrar com a língua. Ela tava muito excitada e gozou umas duas vezes. Até que ela gritou: "Mete logo!". Levantei, peguei ela pelo pescoço, beijei tão fundo e molhado que acho que até molhou mais ainda, e comecei a penetrar. Aquela pequena foxy já não era mais virgem, então agora podia destruir ela do jeito que eu quisesse. Comecei a meter e perfurar ela na cama, levantei os pés dela sobre os próprios ombros e fui batendo uma vez atrás da outra. Cheguei a sentir o fundo da buceta dela batendo no meu pau. Comi ela naquela posição até gozar. (Normalmente não gozo rápido, até com minha esposa atual já cheguei a dar umas Quatro orgasmos na minha esposa antes de eu gozar, então já dá pra imaginar que eu tive aquela tentativa suja de foxy por um bom tempo. Quando finalmente gozei, aquela puta gritou e tremeu, soltou um gemido forte enquanto se sacudia, e quando finalmente entendeu que eu tinha fodido ela, soltou um gemido tão safado que até me surpreendeu. Claro, ainda era muito cedo pra gozar. Se você sabe foder bem uma mulher, sabe que elas não se contentam só com isso, e o fato de ela ser novata e praticamente uma menina perto de mim não me impediu nem um pouco. Então peguei ela pelas pernas, puxei com força e montei ela em cima de mim, segurando as pernas dela nos meus braços, carregando ela. E por ela ser pequena e magra, foi muito fácil. Quando ela sentiu meu pau duro tentando entrar de novo, olhou nos meus olhos e disse: "Meu Deus... você ainda tem energia?" Eu beijei ela e comecei a empalar, fazendo ela pular no meu pau uma vez atrás da outra, usando ela como o pedaço de carne que ela era. O corpo dela respondia bem, eu sentia a buceta dela abraçar meu pau toda hora enquanto ela gemia. Chegou num ponto que ela estava babando e balbuciando o quanto estava adorando. Eu segurei ela mais forte e levei até a sala na mesma posição. Definitivamente, eu estava humilhando ela ao foder na sala da casa dela, fazendo qualquer um que passasse na frente ouvir o quão foxy ela era. Ela estava escorrendo no chão todo, até minhas pernas serviam de conduto pros fluidos dela, mas era tão gostoso que acho que perdi o controle quando peguei ela pelo cabelo e comecei a comer ela tão forte, rápido e duro que ela não parava de gritar, xingar e implorar por piedade. Ela até começou a se engasgar entre os gemidos. Quando me cansei de foder ela, coloquei ela de quatro no sofá e comecei a dar tapas fortes na bunda dela enquanto continuava comendo bem duro e rápido. Puxava ela pelo cabelo e, sem dúvida, estava descontando qualquer raiva ou ressentimento que eu tivesse naquela momento com seu corpo doce e inocente. Continuei fodendo ela por horas naquela casa toda. Até deixamos algumas poças por lá. Quando terminei de usar ela, ela estava vermelha, não conseguia respirar direito e me olhava com ódio e desejo ao mesmo tempo. Não sou um cara mau, então abracei ela e dei o amor que sei que não dei durante todo aquele tempo. Ela descansou nos meus braços um pouco e me beijou. Quando se vestiu, ela limpou a bagunça que a sua suja buceta tinha feito e até lustrou minha pica me dando o melhor boquete que ela já tinha me dado. Quando paramos de fazer barulhos sujos, alguém bateu na porta, eu me assustei pensando que era a mãe dela ou algo assim, mas não, era só meu amigo que, quando abrimos, nos perguntou quanto tempo estávamos juntos. Sei que o cara ouviu tudo porque a pica dele estava dura por baixo da roupa. Eu o cumprimentei como se nada tivesse acontecido e a Catalina, sobrinha dele, tentou se esconder para se arrumar, mas mesmo assim sei que ele sabia o que tinha acontecido naquele momento. Sua linda e inocente sobrinha tinha sido minha puta por um bom tempo. Pouco depois, encontrei meu amigo, cumprimentei ele casualmente e conversamos. Lá ele me perguntou se eu queria algo sério com a sobrinha dele. Eu perguntei se ele faria algo, e ele me respondeu de forma surpreendente. "Sei que você come praticamente todas as garotas com quem sai, até sei que você teve algo com a amiga da Ana" (sim, amigos, meu amigo, o cara de quem estou falando, era o cara que estava atrás da gostosura que era a amiga da Ana e não conseguiu fazer nada além de ver como aquela rabuda deliciosa perdeu o interesse nele porque tinha encontrado algo melhor) ele continuou "só quero saber se você tem algo com minha sobrinha". Eu disse que sim, que gostava dela e, principalmente, queria foder ela. Na vida, nunca fui alguém que não enfrenta os problemas e, na verdade, nunca fiquei mal na fita, não sei se é efeito da honestidade ou o que é. O negócio é que meu amigo só me disse para ser doce com ela. Depois disso, passou um par de Meses em que só usei a sobrinha do meu amigo como minha putinha pessoal, até ela ter que ir pros Estados Unidos porque a mãe dela ia pra lá. O louco é que, um tempo depois, comecei a conhecer a prima do meu amigo também, por pura coincidência na real, mas surpreendentemente meu amigo me pediu pra ficar de namorado da prima dele. Não sei que porra passava na cabeça do meu amigo, e eu, por outro lado, a prima do meu amigo não era nada mal também, era mais um docinho, nada especial, mas dá pra aproveitar, digamos. Como era de se esperar, aceitei o pedido do meu amigo e comecei a paquerar a prima dele. Com o tempo, consegui, e a mina era toda uma gostosa. Não demorou pra a gente virar "namorados" e começar a foder. A gente transava em todo lugar possível que a gente encontrava. Uma vez, lembro que levei ela pra trás do prédio onde ela estudava, e lá dei a maior apalpada e siririca gostosa que já dei em alguma mina. Por algum motivo, meu amigo tava mais que feliz. Acho que é um daqueles caras "beta" que gostam ou ficam excitados em saber que tão comendo uma mulher próxima deles. Pra finalizar, fui na casa do meu amigo pra passar um tempo como amigos. A gente conversou sobre como tinha sido com a sobrinha e a prima dele (a sobrinha às vezes me mandava mensagem dos Estados Unidos e me mandava umas fotos deliciosas, e às vezes, enquanto eu tava comendo a prima do meu amigo, eu deixava uma foto da sobrinha dele aberta, e até coloquei fotos das duas no fundo de tela do meu celular quando sabia que meu amigo ia poder ver minha tela, e o filho da puta, quando via, só sorria e me olhava como se quisesse ser ainda mais humilhado. Muito louco isso. Desculpa por não trazer o final dessa história mais rápido. Agradeço a quem leu até o fim e deixou pontos. Vou continuar trazendo mais histórias com a intenção de deixá-las prontas pra vocês um pouco mais rápido que essa.
0 comentários - Quieres que me folle a tu familia?