Vocês já conhecem a história da Ana e da mãe dela, então vamos dar uma cortada no meio dessa vez. A Ana tinha uma melhor amiga, mais baixinha que ela, pele cor de canela e não tinha os mesmos peitões que a Ana, mas isso não fazia dela feia, muito pelo contrário. Essa amiga era um docinho de mulher, uma preciosidade de mulata. Essa garota estava sendo paquerada pelo meu amigo, mas o cara não sabia fazer direito, então ela não dava muita bola pro que ele fazia. Por outro lado, ela percebia como a Ana começava a querer ficar comigo. A parada é que antes da Ana se declarar pra mim, como vocês já sabem, a querida amiga dela pediu pra sentar no meu colo, e eu disse que sim. Ela sentou e eu senti aquele cuzinho doce e perfeito se esfregando e se acomodando no meu pau. Eu nunca escondi meu desejo de nenhuma mulher, então não tive vergonha nem nada: peguei ela pela cintura, apertei e até mexi um pouco até que as nádegas dela ficassem com meu pau no meio delas. Apertei bem pra ela sentir o quanto eu tava adorando ter ela ali sentadinha, com meu pau pulsando e durinho debaixo da intimidade dela. Na hora, ela só sorriu e correspondeu, mexendo a cintura de vez em quando, fazendo a gente se esfregar na frente da amiga dela, que sabia que eu tava afim dela. Uns dias depois, eu tava abraçando a Ana e beijando ela numa escada, quando a amiga chegou e cumprimentou a gente de um jeito diferente. Só falou com a gente e ficou atrás da Ana, levantou um pouco a saia que tava usando e se aproximou até que minha mão pudesse sentir a buceta dela e tocar além disso. Não chegou muito perto, senão a Ana também sentiria, mas ali eu soube que aquela gostosa tinha gostado do que sentiu naquele primeiro dia. Mais pra frente, a amiga já sabia que a Ana transava comigo, sem contar que a Ana contava tudo pras amigas dela e, pra ser sincero, não me deixou mal. Uma vizinha minha que estudava com a Ana me contou que ela contava cada detalhe, com todos os pormenores, do que a gente fazia, até a minha vizinha me... Disse que era loucura um homem conseguir foder daquele jeito (só pra deixar claro, minha vizinha era virgem, então não tinha experiência. Pra ela, qualquer coisa que durasse mais que o que dura no pornô já era demais). Enfim. A amiga da Ana não perdia uma chance de ir com ela, e eu comecei a pegar o costume de segurar a Ana pela cintura com uma mão e, disfarçadamente, apalpar a bunda da amiga dela com a outra. Quase sempre nos viam com a Ana de um lado e a amiga do outro. Até quando meu amigo começou a namorar sério com essa garota, ela parece que não foi nada sutil, porque naquele dia a Ana não tinha ido e ela ocupou o lugar dela o dia inteiro. Meu amigo tentou falar com ela, procurando por ela, enquanto eu a tinha trancada no banheiro da universidade, comendo ela até dar a hora de entrar.
Lembro que naquele dia a gente entrou no banheiro, eu peguei ela pela mão e fechei a porta, levantei a saia dela e puxei a calcinha pra baixo na hora. Aquela putinha tava com medo, ou pelo menos parecia. Enfiei os dedos na buceta dela e meti um no cu, masturbei ela até ficar bem molhada e viscosa, depois chupei a buceta dela. Enfiei a língua o mais fundo que pude, lambi, beijei, saboreei e chupei cada cantinho daquela buceta mulata até me saciar dela. Quando olhei pra ela, tava ofegante, suando e sorrindo que nem uma raposa. Sentei no vaso, agarrei ela com força pela bunda, levantei a blusa dela e forcei ela a sentar enquanto a penetrava. Aquela putinha tava uma delícia, e a sensação era incrível. A Ana era pequena e apertada, mas a amiga dela era tipo foder com um anjinho. Eu sou um cara grande, então ter alguém magrinha, com um corpo tão gostoso, só podia me fazer sentir no paraíso. Apertei a bunda dela e massageei os peitos enquanto a penetrava, forçando ela a sentar uma vez atrás da outra, tudo de um jeito agressivo. Ela gemia e tremia, tentando não fazer barulho, tapou a boca, o que me deu uma vontade ainda maior de fazê-la gritar. Literalmente senti meu pau ficar mais duro e maior (talvez fosse coisa da minha cabeça, mas é verdade que ele...). O nível de excitação pode afetar o tamanho. Eu apertava e controlava ela como se fosse uma boneca de pano. A buceta dela estava sendo moldada, e era eu quem fazia isso. Ela sussurrou no meu ouvido que a Ana não merecia ser minha namorada. Naquele momento, eu a beijei e a levantei. Ela ficou só agarrada em mim, com as pernas em volta dos meus braços e meu pau perfurando a buceta dela. Ela ficou surpresa, mas passou rápido quando percebeu que agora os pulos e as estocadas eram mais fortes, a intensidade batendo lá dentro era maior do que antes. Eu sei porque a cara de susto dela, com os olhos abertos e preocupados, sumiu rápido, virando um sorriso de safada, gemidos mais altos, uma boca babando e apertando os dentes enquanto reclamava. A buceta dela também tava me amando, começou a jorrar. Logo ela teve um orgasmo que deixou ela fora de combate, então não me deu outra opção a não ser abaixar ela e colocar contra a parede, segurando pelos braços e pelo cabelo. Eu tava esmagando a cara dela na parede enquanto ela mal conseguia ficar em pé, porque eu segurava os braços dela como uma escrava e puxava o cabelo dela pra trás, fazendo ela se expor toda. Enfiei meu pau na buceta dela com violência e comecei a meter forte, uma vez atrás da outra, tava destruindo aquela garotinha gostosa no banheiro enquanto meu amigo, que era afim dela, procurava ela por todo lado e a querida amiga dela, ou seja, minha namorada, não tava por perto. As aulas demoraram três horas pra começar, então passei três horas inteiras fodendo a amiga da Ana no banheiro. Gozei pelo menos seis vezes dentro dela e, pra ser sincero, nem contei quantas vezes ela gozou, só sei que o chão ficou bem escorregadio, a buceta dela ardia e tava tão acabada que a barriga dela ficou inchada, a bunda vermelha, sem falar que ela não conseguia dar um passo sem vazar fluidos e porra. A cara vermelha e o cabelo bagunçado dela foram prova para as outras amigas da Ana, que ficaram imaginaram o que tinha acontecido e, por algum motivo, começaram a falar comigo. Até um cara gay que não me dava bola começou a puxar assunto com toda confiança. A Ana virou minha putinha, e a amiga dela ocupava o lugar quando ela não tava. E se você leu o da mãe, sabe que encontrei uma gostosa de ouro naquela ocasião. Mas tudo tem um fim: terminei com a Ana porque ela começou a ficar chata e achar que era a oficial. E bem, como falei no começo da "Ana", eu já tinha uma namorada oficial quando comecei a comer a Ana. Então a gente terminou e eu segui minha vida. Além disso, bem na época eu tava saindo da faculdade, enquanto ela ainda ficava, então não tinha motivo pra continuar com ela, nem com a amiga, nem com a mãe. A amiga dela me mandou mensagem pedindo pra continuar vendo ela, e até a mãe fez o mesmo, mas eu não aceitei. Com isso, tudo acaba. Valeu por ler, e depois trago outra história diferente. Se tiver algo pra comentar, por favor, comenta. Se quiser que eu adicione ou mude alguma coisa no jeito que conto minhas histórias, comenta aí pra eu levar em conta.
Lembro que naquele dia a gente entrou no banheiro, eu peguei ela pela mão e fechei a porta, levantei a saia dela e puxei a calcinha pra baixo na hora. Aquela putinha tava com medo, ou pelo menos parecia. Enfiei os dedos na buceta dela e meti um no cu, masturbei ela até ficar bem molhada e viscosa, depois chupei a buceta dela. Enfiei a língua o mais fundo que pude, lambi, beijei, saboreei e chupei cada cantinho daquela buceta mulata até me saciar dela. Quando olhei pra ela, tava ofegante, suando e sorrindo que nem uma raposa. Sentei no vaso, agarrei ela com força pela bunda, levantei a blusa dela e forcei ela a sentar enquanto a penetrava. Aquela putinha tava uma delícia, e a sensação era incrível. A Ana era pequena e apertada, mas a amiga dela era tipo foder com um anjinho. Eu sou um cara grande, então ter alguém magrinha, com um corpo tão gostoso, só podia me fazer sentir no paraíso. Apertei a bunda dela e massageei os peitos enquanto a penetrava, forçando ela a sentar uma vez atrás da outra, tudo de um jeito agressivo. Ela gemia e tremia, tentando não fazer barulho, tapou a boca, o que me deu uma vontade ainda maior de fazê-la gritar. Literalmente senti meu pau ficar mais duro e maior (talvez fosse coisa da minha cabeça, mas é verdade que ele...). O nível de excitação pode afetar o tamanho. Eu apertava e controlava ela como se fosse uma boneca de pano. A buceta dela estava sendo moldada, e era eu quem fazia isso. Ela sussurrou no meu ouvido que a Ana não merecia ser minha namorada. Naquele momento, eu a beijei e a levantei. Ela ficou só agarrada em mim, com as pernas em volta dos meus braços e meu pau perfurando a buceta dela. Ela ficou surpresa, mas passou rápido quando percebeu que agora os pulos e as estocadas eram mais fortes, a intensidade batendo lá dentro era maior do que antes. Eu sei porque a cara de susto dela, com os olhos abertos e preocupados, sumiu rápido, virando um sorriso de safada, gemidos mais altos, uma boca babando e apertando os dentes enquanto reclamava. A buceta dela também tava me amando, começou a jorrar. Logo ela teve um orgasmo que deixou ela fora de combate, então não me deu outra opção a não ser abaixar ela e colocar contra a parede, segurando pelos braços e pelo cabelo. Eu tava esmagando a cara dela na parede enquanto ela mal conseguia ficar em pé, porque eu segurava os braços dela como uma escrava e puxava o cabelo dela pra trás, fazendo ela se expor toda. Enfiei meu pau na buceta dela com violência e comecei a meter forte, uma vez atrás da outra, tava destruindo aquela garotinha gostosa no banheiro enquanto meu amigo, que era afim dela, procurava ela por todo lado e a querida amiga dela, ou seja, minha namorada, não tava por perto. As aulas demoraram três horas pra começar, então passei três horas inteiras fodendo a amiga da Ana no banheiro. Gozei pelo menos seis vezes dentro dela e, pra ser sincero, nem contei quantas vezes ela gozou, só sei que o chão ficou bem escorregadio, a buceta dela ardia e tava tão acabada que a barriga dela ficou inchada, a bunda vermelha, sem falar que ela não conseguia dar um passo sem vazar fluidos e porra. A cara vermelha e o cabelo bagunçado dela foram prova para as outras amigas da Ana, que ficaram imaginaram o que tinha acontecido e, por algum motivo, começaram a falar comigo. Até um cara gay que não me dava bola começou a puxar assunto com toda confiança. A Ana virou minha putinha, e a amiga dela ocupava o lugar quando ela não tava. E se você leu o da mãe, sabe que encontrei uma gostosa de ouro naquela ocasião. Mas tudo tem um fim: terminei com a Ana porque ela começou a ficar chata e achar que era a oficial. E bem, como falei no começo da "Ana", eu já tinha uma namorada oficial quando comecei a comer a Ana. Então a gente terminou e eu segui minha vida. Além disso, bem na época eu tava saindo da faculdade, enquanto ela ainda ficava, então não tinha motivo pra continuar com ela, nem com a amiga, nem com a mãe. A amiga dela me mandou mensagem pedindo pra continuar vendo ela, e até a mãe fez o mesmo, mas eu não aceitei. Com isso, tudo acaba. Valeu por ler, e depois trago outra história diferente. Se tiver algo pra comentar, por favor, comenta. Se quiser que eu adicione ou mude alguma coisa no jeito que conto minhas histórias, comenta aí pra eu levar em conta.
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