Apertava os dentes pra não gemer, mas a respiração dela ficava ofegante e cada vez mais alta.
Javier estava recostado no sofá vendo a putinha da enteada enfiar o pau na bunda dela sozinha. A Kary adorava fazer aquilo, agora era ela quem controlava, não era brutal como antes, era suave, lento e gostoso. Apoiou as mãos nos joelhos de Javier, mexendo a cintura de baixo pra cima. Mordia o lábio inferior e fechou os olhos, aproveitando e esquecendo que a mãe dela estava no outro quarto. Javier ficava de olho pra ver se a mulher dele aparecia, mas não rolava nada. Depois ele mesmo se surpreendia como um pau daqueles entrava num cu tão pequeno. Ficou um tempão vendo o pau entrar e sair até que se grudou nas costas da Kary e abraçou ela, agarrando os peitos dela.
– Mmmm... mmmm... mmm... – Kary tava perdida no mundinho de prazer dela, nem tinha percebido que Javier tava apalpando os peitos dela e chupando o pescoço. Javier começou a se mexer, aumentando a velocidade da penetração, Kary apertou os lábios com força pra não gritar, tava quase gozando, a respiração dela ficou mais ofegante do que nunca e ela mal conseguia puxar o ar...
Javier começou a gozar dentro dela e Kary começou a tremer dos pés à cabeça com o orgasmo. Javier apertava os peitos dela enquanto enchia a bunda dela de porra, mas a Kary não tava nem aí, tava tendo o orgasmo mais intenso da vida dela. Depois que Javier terminou, ele se recostou no sofá, e Kary, exausta, deitou no peito dele sem tirar a pica do cu e, de olhos fechados, deu um longo suspiro. Javier jogou ela pro lado e se levantou, guardou o pau na calça e disse:
– Viu como você gosta, garota?
Kary olhou pra ele ainda ofegante, mas não falou nada, porque sabia que ele tinha razão. Daí a pouco ela se levantou e percebeu como a porra escorria entre as pernas dela. Limpou com um lenço e foi comer porque a mãe dela tava chamando...
No jantar, Kary não tocou no assunto de dormir na casa de uma amiga, tava muito cansada e ainda tinha que aguentar Os olhares do Javier. Depois de comer, foi pro quarto dela dormir, vestiu o pijama, um shortinho e uma camiseta de manga comprida de algodão e se deitou. Num segundo já tava profundamente dormindo. Não soube quanto tempo dormiu, mas ainda era noite quando sentiu alguém sacudindo ela. Se virou e abriu os olhos, conseguiu ver que era o padrasto dela.
— Não... para — foi a primeira coisa que veio na cabeça dela, mas Javier olhou pra ela com um sorriso maldoso e mandou ela descer pra cozinha. Kary pensou que era melhor obedecer, tava sozinha com ele e não queria acabar cheia de hematomas.
Desceu esfregando os olhos, sonolenta, e quando entrou na cozinha viu quatro homens sentados na mesa contando pro padrasto dela...
— Ah, mas olha quem chegou, a rainha da casa — disse Javier sorrindo, e todos começaram a rir. Tavam sentados na mesa jogando truco, dava pra ver que eram colegas de trabalho porque todos usavam camisa e gravata. E claramente tavam meio bêbados pela alegria e pela cara vermelha.
— Mas que gostosa — disse um olhando ela de cima a baixo. Kary tava parada olhando pra eles, ainda sem acordar direito e sem entender o que tava fazendo ali. Ela sabia que pelo menos umas duas vezes por mês Javier trazia os amigos dele pra casa pra jogar cartas e encher a cara.
— Serve uns uísques pra gente, e traz alguma coisa pra comer — falou Javier seco, os outros só sorriram e continuaram jogando. Kary entendeu que ele tinha chamado ela pra servir de empregada. Foi até a bancada e serviu quatro copos de uísque, pegou um saco de batata frita e levou pra mesa. Deixou tudo lá, ainda meio dormindo.
— Valeu, princesa — disse um dando um tapa na bunda dela. Kary se assustou, mas não falou nada com medo das consequências. Depois foi até a bancada e serviu um copo de refrigerante. Apoiou as mãos e ficou olhando eles jogarem, e achou tão chato que aos poucos foi pegando no sono.
— Ô Javier, a putinha tá dormindo — Javier olhou pra ela e claramente tava com os olhos quase fechados. Javier se levantou e pegou uma cerveja da geladeira, pegou Kary pela mão e sentou ela numa cadeira ao lado dele. Javier estava sentado na cabeceira da mesa e disse pra Kary servir. Ela serviu os copos, mas notou que tinha cinco.
— Serve pra você também e bebe, pra ver se acorda — disse Javier meio bravo, com um cigarrinho pendurado na boca. Kary não quis contrariar ele, só queria que acabasse logo pra poderem ir dormir, então serviu um pouco de cerveja e foi tomando em pequenos goles. No começo não gostou nada, mas aguentou e continuou bebendo pra que o padrasto não reclamasse.
— Vai pegar outra na geladeira — disse Javier depois de um tempo, mas ela ainda não tinha terminado o copo. Quando trouxe a cerveja, Javier começou a servir e encheu o dela até a borda.
— Mas ela bebe álcool? — perguntou um. Javier, sorrindo, disse: "a putinha bebe de tudo". Os outros riram, Kary ficou vermelha e baixou a cabeça. Javier olhou pra Kary e disse:
— Toma tudo de uma vez — Kary olhou surpresa, não ia conseguir tomar aquele copo inteiro, ainda mais algo que não gostava muito. Os outros começaram a gritar "vai, toma" em coro. Kary não teve escolha, tomou tudo, custou muito, o copo era grande, mas terminou tudo, só derramou um pouco de cerveja pelos lábios.
— Boa!! Agora outro — Kary já se sentia meio tonta, recusou, mas Javier encheu o copo e inclinou na boca dela. Kary foi obrigada a tomar, derramando cerveja pelo pescoço todo. Os outros riam vendo ela se esforçar pra engolir tudo.
— E uísque, ela bebe? — perguntou outro. "Claro" disse Javier, servindo uma dose e dando pra enteada. Kary, já meio bêbada, pegou e tomou de uma vez, fazendo careta de nojo ao sentir o quanto a bebida era forte. Todos aplaudiram ao ver ela, Kary sorriu satisfeita consigo mesma, porque já tava bêbada e porque era o centro das atenções, e isso ela gostava.
— Quantos anos você disse que Tinha?" — perguntou outro. Javier respondeu orgulhoso: "Dezoito anos recém-completados". Os amigos de Javier continuavam bebendo cerveja e uísque, e todos, inclusive Javier, já estavam tão bêbados que nem conseguiam parar. Deram outro copo de cerveja pra Kary, e ela pegou e tomou como se fosse água.
Pouco depois, já estavam fazendo ela tomar cerveja e uísque em goles enormes, e ela já tava completamente bêbada, ria de qualquer coisa e tinha os olhos vermelhos e o nariz colorado. "Mas que gostosa que você é", "que olhos lindos" e outras coisas mais os amigos de Javier diziam. Kary só sorria inocentemente e ficava vermelha.
— Eu, Javier, que mina gostosa, vai ser uma puta quando crescer — disse um, e todos riram. Javier também riu, mas completou: "Já é toda uma putinha, querem ver?" E dito isso, pegou Kary e a colocou em cima da mesa. Ela, já sem controle de si mesma, mal percebeu que Javier a tinha colocado sentada no centro da mesa.
— Vamos, putinha... tira um pouco da roupa — disse Javier. Kary olhou pra ele, via tudo dobrado, e mal entendia o que diziam. "Tira alguma coisa" — os outros gritavam em coro, rindo. Kary não entendia nada, já nem sabia onde estava. Não sabia por quê, mas se levantou na mesa e tentou olhar pra eles, embora só visse figuras borradas que mandavam ela tirar a roupa. Ela tava com calor, sufocante, e sem controlar seus atos, pegou os botões da camisa do pijama e começou a desabotoá-los.
— Isso, gostosa! — gritavam os homens ao vê-la tirando a camisa. Kary custou a desabotoar, mas conseguiu e tirou a camisa, ficando só com uma regata branca justa que destacava os peitões dela.
— Porra!... mas que peitos você tem, putinha! — gritaram, impressionados ao ver os dois volumes apertados na regata de Kary, e ainda mais porque Kary não tava de sutiã e os bicos estavam duros, marcando pra caralho. "A calça!" — começaram a gritar. Kary continuava sem entender por que tava tirando a roupa, a cabeça dela tava rodando.
— Acho que vou ter que ajudar—disse Javier. Ele se levantou com dificuldade e, cambaleando, agarrou a calça do pijama de Kary e puxou pra baixo. Kary quase caiu da mesa com o puxão. Ouviu aplausos, nem tinha percebido que tinha ficado só de calcinha branca.
—¡¡Ooooh!!..¡¡¡que rabo!!!—disseram ao ver a bunda perfeita e redondinha da Kary. Kary se sentia tonta e não entendia o que estavam fazendo, ouvia assobios e gritos, risadas e palavrões, tipo "que gostosa que é essa puta" ou "tem certeza que tem dezoito?". O álcool mais a situação de ver uma puta com um corpo daquele fazia todo mundo começar a se excitar. Javier se levantou e, pegando Kary como se fosse uma boneca, colocou ela de quatro em cima da mesa.
—Querem ver como a cachorrinha geme?—perguntou Javier sorrindo pros amigos. Eles olharam confusos, não sabiam o que Javier pretendia. Ele não ligou, esticou o braço e começou a acariciar as costas de Kary. Ela estava tão cansada que apoiou a cabeça na mesa, deixando a bunda empinada. Javier lentamente desceu a mão até a cintura da puta, ela não dizia nada, depois desceu a mão até a bunda dela e apertou as nádegas, massageou e brincou com elas.
Kary começou a soltar uns gemidos leves. Os amigos de Javier olhavam pasmos, apesar de estarem bêbados não esperavam ver Javier apalpando a bunda da enteada. Javier continuou com o toque, desceu a mão até a virilha da puta e começou a esfregar a calcinha de Kary, bem na buceta dela.
—Mmmmm...mmmm—Kary gemia cada vez mais forte, tinha esquecido completamente que estava em cima de uma mesa rodeada por quatro homens e ainda nem percebia que aquela sensação gostosa era do padrasto passando a mão entre as pernas dela. Javier foi baixando a calcinha dela aos poucos até deixar a bunda descoberta. Depois continuou passando a mão—.
—Mmmm...aaaaaaahhh...aahhh—os gemidos de Kary eram de enlouquecer, Javier enfiava lentamente dois dedos na buceta dela, metendo eles tirando eles. Kary, meio dormindo e meio acordada, gemia de prazer...
— Viram? Tá toda molhada minha putinha... é uma putinha de marca maior — dizia Javier enquanto continuava enfiando os dedos. Kary já estava toda lubrificada e os dedos de Javier faziam ela gemer baixinho. Os outros não acreditavam no que viam, mas não conseguiam evitar ficar excitados com a cena.
— Aaaahhh — Kary soltou um suspiro longo quando Javier tirou os dedos e se levantou. Ele foi até a geladeira e pegou um pepino pequeno. Depois pegou e colocou na mão de Kary. Ela, instintivamente, segurou sem saber o que era. Então Javier guiou a mão dela até a buceta e fez ela ir enfiando devagar. Kary começou a gemer de novo, o pepino não era grande e dava prazer sentir ele lá dentro. Javier mexeu a mão da putinha fazendo ela se penetrar, depois soltou e Kary sozinha começou a se enfiar o pepino.
— Aaahh... aahhh... aahhhh — todos começaram a apalpar os próprios volumes vendo a loira safada enfiando um pepino na buceta. Kary continuava, continuava, e ficou um tempão gemendo até que Javier pegou ela e virou, deixando ela deitada de barriga pra cima na mesa. Tirou a calcinha dela de vez e colocou de novo a mão dela sobre o pepino que tava enfiado na buceta. Kary seguiu metendo, só se importava em continuar se dando prazer. Abriu as pernas e começou a enfiar e tirar o pepino, gemendo cada vez mais forte.
— Olha os peitões que a minha putinha tem — disse Javier levantando a regata de Kary até o pescoço, deixando os peitos grandes dela no ar. Kary nem percebeu, só continuava enfiando o pepino. Os outros não acreditavam no tesão da Kary, com só dezoito anos tinha um corpo fenomenal e ainda tava dando um show incrível.
Todos estavam sentados olhando elas, bobos, até o Javier. Um dos amigos dele não aguentou mais, abriu a braguilha e tirou o pau pra fora, começando a se masturbar. Os outros, depois de um tempo... Fizeram a mesma coisa, começaram a se masturbar enquanto olhavam pra puta se batendo uma. Todos eles tinham pirocas consideráveis, grossas e compridas. Se batiam uma enquanto tomavam cerveja ou uísque e fumavam charutos vendo o espetáculo.
-¡¡¡Aaahhh!!!...¡¡¡aaaahh!!!...¡¡¡aaaaaahhhh!!!- Kary começou a se contorcer em cima da mesa, estava prestes a ter um orgasmo. Eles viam como a puta se arqueava e gemia forte, enfiando o pepino rapidamente…
Quando Kary terminou, ficou suspirando de olhos fechados, quase dormindo. Javier se levantou e se aproximou da cabeça de Kary, mexeu nela e quando viu que ela só ronronava, começou a passar a mão nela. Avançou nos peitos dela, massageando enquanto se masturbava.
-¿Vocês não querem tocar?- disse Javier com um sorriso. Os amigos não hesitaram em se levantar e se jogar em cima da puta. Num instante tiraram a roupinha justa dela, deixando-a completamente nua. Os quatro homens começaram a apalpar ela, uns amassavam os peitos, outros esfregavam as pernas ou massageavam a buceta dela.
-Mmmm...aaahhh...mmm- Kary gemia suavemente com os amassos que levava. Achava que estava sonhando, mas na verdade quatro homens estavam passando a mão nela. Javier aproximou a boca da dela e começou a beijá-la. Ela correspondia, entrelaçavam as línguas como dois apaixonados. Os outros agora se dedicavam a chupar os peitos dela, lambendo e mordendo especialmente os bicos duros da puta.
-Mmmm…¡¡aaahhh!!...¡¡aaahhh!!- ela ofegou quando um se dedicou a chupar a buceta dela, penetrando com a língua. Não havia parte do corpo de Kary que não fosse lambida ou chupada, eles se revezavam pra lamber a buceta ou os peitos, também pra beijá-la. Estavam tão bêbados que nem sabiam que estavam fazendo uma orgia com uma puta de dezoito anos. Kary não sabia o que estava fazendo, só sabia que estava recebendo muito prazer e era só isso que importava pra ela.
-¡¡¡Aaaahhh!!!..¡¡¡aaaahhh!!!!- levantaram um pouco as pernas dela e agora lambiam o cu e a buceta. buceta simultaneamente, e ela não conseguia parar de gemer, já que as línguas que passavam pela sua boca tenra a impediam. As tetas estavam brilhando de saliva, e os bicos duríssimos de tesão. Daí a pouco já estavam enfiando três dedos em cada buraco, e se ouviam comentários como "essa mina tá bem aberta", "porra, que tetas mais duras" ou "parece uma putinha no cio". Javier só sorria, sabia que a atitude e o estado de Kary eram criação dele.
—Olha como ela gosta disso—disse Javier pegando o pau e colocando nos lábios da puta. Só de pressionar um pouco, Kary abriu os lábios e engoliu até a garganta. Javier começou a meter na boca dela com bombadas lentas e ela recebia de boa. Os outros não acreditavam e se aproximaram da cabeça de Kary pra também chupar. Depois de um tempo, Javier cedeu lugar pros outros e começaram a passar pela boca de Kary todos os paus. Cada um enfiava até a garganta e metia na boca dela. Enquanto um metia na boca, os outros aproveitavam e colocavam as rolas nas mãos de Kary pra ela masturbar. Ela fazia instintivamente, subindo e descendo as mãos brancas pelos paus deles. Ficaram um tempão assim, fazendo ela chupar e punhetar, até que Javier se colocou entre as pernas de Kary.
—Agora olha isso—colocou as pernas de Kary nos ombros dele e, com um empurrão, enfiou o pau todo até os ovos. Kary quis dar um grito ao sentir de novo o pênis enorme do padrasto, mas um dos amigos de Javier tinha o pau na boca dela. Javier começou a bombar devagar, mas com estocadas fortes. Kary era penetrada por Javier enquanto chupava um pau e punhetava dois nas mãos. Os outros cuidavam de chupar as tetas dela enquanto esperavam a vez.
—¡¡Mmmm!!...¡¡¡mmmm!!!...¡¡¡¡¡¡¡mmmmm!!!!!!!—Kary quis gritar quando Javier cedeu lugar pra um dos amigos e ele enfiou brutalmente na buceta. Começou a comer ela selvagemente, e os Os peitos da Kary balançavam com as fortes estocadas que ela levava. Assim foram passando todos, pegando ela pela buceta e enchendo a boca dela de porra.
-¡¡Porra, você tá infernal, garota!!...¡¡você tá toda aberta!!-diziam os amigos do Javier quando comiam ela. Javier sorria e dizia "eu que abri ela toda" e completava "comi ela a semana inteira e ela nem reclamou". Kary começava a voltar a si, mas não deixavam ela pensar, queria gritar mas não conseguia, só sentia que estavam partindo ela ao meio e que nunca acabava-...
Todos comeram ela repetidas vezes em cima da mesa, e depois de um tempo Kary já não conseguia nem se mexer, só recebia as pirocas na buceta, nas mãos e na boca resignada, só esperava que acabasse. Depois de um tempo comendo ela, começaram a gozar: uns gozaram na boca dela, sempre enfiavam até a garganta e esporravam, e Kary se engasgava com tanto sêmen; outros explodiram nas mãos dela, lambuzando ela toda, e outros que não queriam gozar na buceta acabaram gozando na barriga dela, respingando na pança e nos peitos.
Quando todos gozaram, Kary ficou ofegante deitada na mesa. O sêmen escorria da boca dela em jorros, as mãos e os peitos também, ela estava coberta de porra. Tentava engolir toda a goza que ainda tinha na boca porque sentia que estava se afogando. Javier e os amigos olhavam para ela, balançando as pirocas ainda duras. Eles estavam fora de si, queriam mais e tinham esquecido que Kary era uma putinha de dezoito anos, que era filha de um deles e que estavam partindo ela ao meio com as pirocas enormes.
-E pelo cu dá, Javier?-perguntou um. Javier sorriu "isso nem se pergunta, esse anjo aguenta tudo". E dito isso, pegou a Kary e virou ela de bruços na mesa. Deixou ela com as pernas penduradas, assim a raba perfeita da putinha estava à disposição dele. Kary queria se mexer mas não tinha forças, sentia alguém tocando o cu dela, mas não podia fazer nada para evitar-.
-Não…não…¡¡¡aaaahhhhhh!!!-gritou ela Kary quando Javier enfiou no cu dela com força. Ela se agarrou na cintura da loira e começou a meter nela selvagemente, enterrando até o fundo. Kary sentia que a pica tava atravessando ela e achava que a ponta ia sair pela boca dela. Javier metia rápido e forte, fazendo as bundinhas da Kary vibrarem com cada estocada. Depois de um tempo, Javier saiu e entrou outro. Esse foi mais bruto, enfiando a pica grossa dele até as bolas. Kary tava de olhos fechados e apertando os dentes, aguentando aquela porra de foda. Os outros olhavam e batiam uma esperando a vez deles-.
-¡¡Aaaahhh!!...¡¡aaahhh!!...¡¡aaahhh!!-Kary não conseguia evitar gritar, tavam metendo nela e parecia que nunca ia acabar. Quando um terminava, outro vinha meter nela selvagemente. Uns seguravam ela pela cintura pra enfiar, outros se apoiavam nas costas dela e chupavam o pescoço dela nojento. Depois de um tempo abrindo o cu dela, os que esperavam iam pro outro lado da mesa, onde tava a cabeça da Kary, e enfiavam a pica na boca dela. Seguravam a cabeça dela e comiam a boca dela. Kary já tava quase sem respirar, mas ninguém tinha pena. Kary recebia pica no cu e na boca ao mesmo tempo sem parar, o corpinho pequeno dela não dava conta de tanta pica-...
-¡¡¡Toma, gostosa, vou encher você de porra!!!-gritou um enquanto gozava dentro do cu da puta. Depois veio outro, Kary já tava com o cu tão aberto que as picas deslizavam perfeitamente, e depois de meter nela também gozou dentro. Outro gozou nas costas dela, e Javier quando sentiu que ia gozar tirou do cu dela e foi até a cara dela pra gozar nela, espirrando no cabelo e nos olhos dela-.
Kary ficou ofegante em cima da mesa, escorrendo porra, com o cu todo dilatado, e de lá saía um jato de porra que escorria pelas pernas dela. A carinha branca dela tava mais branca ainda por causa da porra do Javier e ela só queria descansar, não ligava de estar toda melada de porra, só queria que parassem. Mas eles tinham outros planos, tinham Vontade de mais tavam terrivelmente excitados depois de comer uma colegial de dezoito anos, e mais ainda se ela era tão gostosa quanto a Kary. "Vamos levar ela pra sala", falou Javier. Os outros concordaram e pegaram ela, levando pra sala. Deitaram ela no tapete de barriga pra cima. Kary parecia uma boneca, não reagia, embora agora tivesse total consciência do que tava rolando. Olhou ao redor e viu quatro homens, incluindo o padrasto dela, se despindo completamente. Viu que todos tinham os paus duros, e que todos tinham paus enormes, longos e grossos. Tentou falar, mas só saíam sussurros da boca dela, tentou se mexer, mas o corpo não obedecia, mal conseguia mover a mão. "Ela ficou bem aberta, olha a bunda dela", comentavam e riam. Depois se deitaram ao redor dela e começaram a passar a mão. Chuparam os peitos dela até cansar, meteram a língua até a garganta e encheram ela de saliva por todo lado. Metiam a mão onde podiam. Depois de um tempo, viraram ela de lado e começaram a enfiar dedos na buceta e no cu dela. Como viram que ela tava bem dilatada, chegaram a meter até quatro dedos em cada buraco. "Aaaahh!!... Mmmmm!!... Aaaahhh!!!" Kary gemia e fechava os olhos com força ao sentir os dedos enfiados sem vergonha nos buracos dela. Todos riam e se surpreendiam com o quanto a puta tava aberta. Depois, enquanto passavam a mão nela, começaram a colocar os paus na boca dela, fazendo Kary chupar eles. Como Kary não tinha forças pra se mexer, eles moviam a cabeça dela pra frente e pra trás, enfiando até a garganta. Quando cansaram de brincar com ela, foram buscar mais bebidas, e trouxeram cerveja, uísque e uma garrafa de refrigerante. Javier, que era o mais doido, deitou no chão e pegou Kary, sentando ela em cima dele... "Aaaahhhh", gemeu Kary baixinho quando Javier penetrou ela. Depois Javier chamou outro e mandou ele meter no cu dela. Ao sentir outro intruso, Kary se desesperou... "Não... para... nãooooo... Aaaahhhhh!!!" mal saía Sussurros da boca dela, sentia como a pica abria caminho no cu dela, mal dava espaço com a pica enorme do Javier enfiada na pussy dela. Ela se recostou no peito do Javier e se agarrou no pescoço dele, levantando a raba dela pra facilitar a dupla penetração...
— Aaaahhh!!... aaaahhh!!!... aaaaahhh!!! — Kary praticamente gritava ao sentir duas pica enormes penetrando ela. Quando uma saía, a outra entrava, os outros riam ao ver uma puta sendo destruída por duas rolas. Depois um se juntou e meteu na boca dela, aproveitando que Kary tava de boca aberta...
Kary já quase tinha perdido a consciência, era demais. O que faltava se revezava com o da boca, e enquanto Kary chupava um, batia punheta pro outro. Depois trocavam, dois metiam nela e dois pegavam a boca dela. A cena era inacreditável vendo ela levar uma dupla penetração e chupar rola ao mesmo tempo. Ficaram assim por um bom tempo, até que começaram a gozar de novo. Gozaram na cara dela, no cu e nos peitos, banhando ela de novo em porra. Deixaram ela largada no tapete, ofegante e cuspindo sêmen. Eles olhavam pra ela e riam enquanto continuavam enchendo a cara.
— Javier, cê não tem câmera fotográfica? — perguntou um amigo. Javier sorriu e foi cambaleando buscar. Quando voltou, deu instruções. Mandou um amigo sentar no sofá. Os outros pegaram Kary, que tava com os olhos quase fechados e mal se mexia, e sentaram ela em cima dele enfiando a pica no cu dela.
— Aaaahhhh — suspirou Kary ao se sentir enfiada de novo. Colocaram ela virada pra frente, mas Kary não aguentava ficar sentada e recostou as costas no peito do amigo do Javier. Ele fez ela pular um pouco na pica dele, fazendo Kary acordar um pouco...
— Agora você também enfia no cu dela — disse Javier pra outro. O amigo do Javier se aproximou, ficou na frente de Kary e apontou a pica pro cu dela. Pegou as pernas da puta e colocou nos ombros dele. Empunhou a rola e colocou a cabeça num lado de onde Estava a outra—
—Mmmmmmm!!!... Aaaaahhh!!! — gemeu Kary ao sentir algo fazendo pressão, como se outro pau quisesse entrar no cu dela. "Tá apertado", ele disse, mas continuou forçando até conseguir enfiar a cabeça—...
—Parem!!... Aaaahh!!! — chorava Kary. Tinha os olhos fechados e a carinha dela era de dor, mas não tiveram misericórdia, e continuaram enfiando até entrar por completo. Kary sentiu o cu dela se abrir ao máximo, recebendo dois paus enormes. Javier, enquanto isso, tirava fotos da sua linda enteada com dois paus no cu.
—Aaaahhh!!!... Parem!!!... Aaahh!!!... Aaaaaahhh!!! — os dois começaram a se mexer, penetrando ela ao mesmo tempo. Kary chorava de dor, apertava e fechava a boca tentando aguentar uma foda daquelas, estavam matando ela. Depois de um tempo recebendo uma dupla penetração anal, os dois gozaram dentro do cu dela. Encheram ele de porra e ela ficou escorrendo sêmen.
—Tirem fotos vocês, que é a nossa vez — disse Javier. Quando ouviu isso, os olhos de Kary se encheram de lágrimas. Javier sentou no sofá e pegou Kary, cravando o pau dele na buceta dela. Ela estava sentada em cima dele, cara a cara. Javier olhou pra ela sorrindo e a puxou pra perto, deixando a bunda dela empinada.
—Enfia na buceta — disse ele, e o amigo se aproximou, ajeitou ela e devagar foi enfiando. Kary rangeu os dentes aguentando uma penetração daquelas. Depois de receber dois paus no cu, agora eram dois na buceta.
—Mmmmmmm!!!!... Aaaaahhhhh!!!! — gritou quando ele terminou de enfiar. Dilataram a buceta dela ao máximo e começaram a bombar. Os outros dois tiravam fotos sem parar, não é todo dia que se via uma puta com dois paus na buceta. Depois de um bom tempo recebendo uma dupla penetração vaginal, os dois tiraram e gozaram na cara dela, banhando ela de novo em porra. Kary já não aguentava mais, mas também não desmaiava, só podia deixar que fizessem o que quisessem com ela—... Deixaram ela largada no sofá enquanto continuava se embebedando, e de vez em quando tiravam fotos dela. Adoravam ver ela naquele estado, toda cheia de porra e indefesa, podiam fazer o que quisessem com ela. Todo mundo tava tão bêbado que nem sabia o que tava fazendo. Javier pegou a garrafa de refrigerante, uma de meio litro, e começou a chacoalhar. Outro pegou a Kary e colocou ela de quatro, com a bunda bem levantada. O cu da putinha tava tão dilatado que quase dava pra enfiar uma mão.
— Aaaaaaaaaaaaahhh!!!!!!! — gritou Kary quando Javier enfiou o bico da garrafa no cu dela, fazendo o refrigerante chacoalhado explodir dentro dela. Kary se contorcia sentindo o líquido frio enchendo ela. Depois Javier enterrou a garrafa quase até a metade, e Kary quase desmaiou.
Deixaram ela assim um bom tempo com a garrafa enfiada no cu, e tiraram várias fotos. Depois fizeram ela chupar o pau deles de novo, até enfiaram dois paus ao mesmo tempo na boca dela. Tudo isso com a garrafa no rabo, e continuaram tirando fotos. Aí, como já não sabiam mais o que fazer, foram comendo ela até cansar. Os paus entravam no cu todo dilatado da Kary sem parar, e ela quase nem sentia mais. Não teve buraco dela que não fosse penetrado infinitamente. Finalmente deitaram ela no tapete e rodearam ela enquanto se masturbavam, banhando ela de novo de porra. Kary já nem sabia o que tava rolando, só sentia os jatos batendo no corpo dela. Cansaram de usar ela, e aos poucos foram indo embora. Deram um banho nela e tiraram todo o sêmen do corpo, e quando estavam saindo perguntaram pro Javier se aquilo podia se repetir. "Isso nem se pergunta", respondeu ele sorrindo.Kary acordou no sábado de manhã com uma dor fodida no corpo todo, e só lembrava de flashes do que rolou na noite anterior. Kary não falou nada, não sabia se tinha sido um sonho ou o quê, mas num dado momento Javier entrou no quarto dela e mostrou as fotos. Kary começou a ficar com tesão ao ver elas, se via tomando dupla penetração, com uma garrafa no cu e outras paradas degeneradas. Kary ficou quieta e concordou quando Javier disse que "você vai ser a putinha minha e dos meus amigos". Ela abriu os olhos, a cara dela tava cheia de porra. Fechou os olhos e começou a bater uma punheta pra ele.aJavier, que fez ela fazer coisas que nem imaginava, e o pior de tudo é que ela gostava do que faziam com ela.
Javier estava recostado no sofá vendo a putinha da enteada enfiar o pau na bunda dela sozinha. A Kary adorava fazer aquilo, agora era ela quem controlava, não era brutal como antes, era suave, lento e gostoso. Apoiou as mãos nos joelhos de Javier, mexendo a cintura de baixo pra cima. Mordia o lábio inferior e fechou os olhos, aproveitando e esquecendo que a mãe dela estava no outro quarto. Javier ficava de olho pra ver se a mulher dele aparecia, mas não rolava nada. Depois ele mesmo se surpreendia como um pau daqueles entrava num cu tão pequeno. Ficou um tempão vendo o pau entrar e sair até que se grudou nas costas da Kary e abraçou ela, agarrando os peitos dela.
– Mmmm... mmmm... mmm... – Kary tava perdida no mundinho de prazer dela, nem tinha percebido que Javier tava apalpando os peitos dela e chupando o pescoço. Javier começou a se mexer, aumentando a velocidade da penetração, Kary apertou os lábios com força pra não gritar, tava quase gozando, a respiração dela ficou mais ofegante do que nunca e ela mal conseguia puxar o ar...
Javier começou a gozar dentro dela e Kary começou a tremer dos pés à cabeça com o orgasmo. Javier apertava os peitos dela enquanto enchia a bunda dela de porra, mas a Kary não tava nem aí, tava tendo o orgasmo mais intenso da vida dela. Depois que Javier terminou, ele se recostou no sofá, e Kary, exausta, deitou no peito dele sem tirar a pica do cu e, de olhos fechados, deu um longo suspiro. Javier jogou ela pro lado e se levantou, guardou o pau na calça e disse:
– Viu como você gosta, garota?
Kary olhou pra ele ainda ofegante, mas não falou nada, porque sabia que ele tinha razão. Daí a pouco ela se levantou e percebeu como a porra escorria entre as pernas dela. Limpou com um lenço e foi comer porque a mãe dela tava chamando...
No jantar, Kary não tocou no assunto de dormir na casa de uma amiga, tava muito cansada e ainda tinha que aguentar Os olhares do Javier. Depois de comer, foi pro quarto dela dormir, vestiu o pijama, um shortinho e uma camiseta de manga comprida de algodão e se deitou. Num segundo já tava profundamente dormindo. Não soube quanto tempo dormiu, mas ainda era noite quando sentiu alguém sacudindo ela. Se virou e abriu os olhos, conseguiu ver que era o padrasto dela.
— Não... para — foi a primeira coisa que veio na cabeça dela, mas Javier olhou pra ela com um sorriso maldoso e mandou ela descer pra cozinha. Kary pensou que era melhor obedecer, tava sozinha com ele e não queria acabar cheia de hematomas.
Desceu esfregando os olhos, sonolenta, e quando entrou na cozinha viu quatro homens sentados na mesa contando pro padrasto dela...
— Ah, mas olha quem chegou, a rainha da casa — disse Javier sorrindo, e todos começaram a rir. Tavam sentados na mesa jogando truco, dava pra ver que eram colegas de trabalho porque todos usavam camisa e gravata. E claramente tavam meio bêbados pela alegria e pela cara vermelha.
— Mas que gostosa — disse um olhando ela de cima a baixo. Kary tava parada olhando pra eles, ainda sem acordar direito e sem entender o que tava fazendo ali. Ela sabia que pelo menos umas duas vezes por mês Javier trazia os amigos dele pra casa pra jogar cartas e encher a cara.
— Serve uns uísques pra gente, e traz alguma coisa pra comer — falou Javier seco, os outros só sorriram e continuaram jogando. Kary entendeu que ele tinha chamado ela pra servir de empregada. Foi até a bancada e serviu quatro copos de uísque, pegou um saco de batata frita e levou pra mesa. Deixou tudo lá, ainda meio dormindo.
— Valeu, princesa — disse um dando um tapa na bunda dela. Kary se assustou, mas não falou nada com medo das consequências. Depois foi até a bancada e serviu um copo de refrigerante. Apoiou as mãos e ficou olhando eles jogarem, e achou tão chato que aos poucos foi pegando no sono.
— Ô Javier, a putinha tá dormindo — Javier olhou pra ela e claramente tava com os olhos quase fechados. Javier se levantou e pegou uma cerveja da geladeira, pegou Kary pela mão e sentou ela numa cadeira ao lado dele. Javier estava sentado na cabeceira da mesa e disse pra Kary servir. Ela serviu os copos, mas notou que tinha cinco.
— Serve pra você também e bebe, pra ver se acorda — disse Javier meio bravo, com um cigarrinho pendurado na boca. Kary não quis contrariar ele, só queria que acabasse logo pra poderem ir dormir, então serviu um pouco de cerveja e foi tomando em pequenos goles. No começo não gostou nada, mas aguentou e continuou bebendo pra que o padrasto não reclamasse.
— Vai pegar outra na geladeira — disse Javier depois de um tempo, mas ela ainda não tinha terminado o copo. Quando trouxe a cerveja, Javier começou a servir e encheu o dela até a borda.
— Mas ela bebe álcool? — perguntou um. Javier, sorrindo, disse: "a putinha bebe de tudo". Os outros riram, Kary ficou vermelha e baixou a cabeça. Javier olhou pra Kary e disse:
— Toma tudo de uma vez — Kary olhou surpresa, não ia conseguir tomar aquele copo inteiro, ainda mais algo que não gostava muito. Os outros começaram a gritar "vai, toma" em coro. Kary não teve escolha, tomou tudo, custou muito, o copo era grande, mas terminou tudo, só derramou um pouco de cerveja pelos lábios.
— Boa!! Agora outro — Kary já se sentia meio tonta, recusou, mas Javier encheu o copo e inclinou na boca dela. Kary foi obrigada a tomar, derramando cerveja pelo pescoço todo. Os outros riam vendo ela se esforçar pra engolir tudo.
— E uísque, ela bebe? — perguntou outro. "Claro" disse Javier, servindo uma dose e dando pra enteada. Kary, já meio bêbada, pegou e tomou de uma vez, fazendo careta de nojo ao sentir o quanto a bebida era forte. Todos aplaudiram ao ver ela, Kary sorriu satisfeita consigo mesma, porque já tava bêbada e porque era o centro das atenções, e isso ela gostava.
— Quantos anos você disse que Tinha?" — perguntou outro. Javier respondeu orgulhoso: "Dezoito anos recém-completados". Os amigos de Javier continuavam bebendo cerveja e uísque, e todos, inclusive Javier, já estavam tão bêbados que nem conseguiam parar. Deram outro copo de cerveja pra Kary, e ela pegou e tomou como se fosse água.
Pouco depois, já estavam fazendo ela tomar cerveja e uísque em goles enormes, e ela já tava completamente bêbada, ria de qualquer coisa e tinha os olhos vermelhos e o nariz colorado. "Mas que gostosa que você é", "que olhos lindos" e outras coisas mais os amigos de Javier diziam. Kary só sorria inocentemente e ficava vermelha.
— Eu, Javier, que mina gostosa, vai ser uma puta quando crescer — disse um, e todos riram. Javier também riu, mas completou: "Já é toda uma putinha, querem ver?" E dito isso, pegou Kary e a colocou em cima da mesa. Ela, já sem controle de si mesma, mal percebeu que Javier a tinha colocado sentada no centro da mesa.
— Vamos, putinha... tira um pouco da roupa — disse Javier. Kary olhou pra ele, via tudo dobrado, e mal entendia o que diziam. "Tira alguma coisa" — os outros gritavam em coro, rindo. Kary não entendia nada, já nem sabia onde estava. Não sabia por quê, mas se levantou na mesa e tentou olhar pra eles, embora só visse figuras borradas que mandavam ela tirar a roupa. Ela tava com calor, sufocante, e sem controlar seus atos, pegou os botões da camisa do pijama e começou a desabotoá-los.
— Isso, gostosa! — gritavam os homens ao vê-la tirando a camisa. Kary custou a desabotoar, mas conseguiu e tirou a camisa, ficando só com uma regata branca justa que destacava os peitões dela.
— Porra!... mas que peitos você tem, putinha! — gritaram, impressionados ao ver os dois volumes apertados na regata de Kary, e ainda mais porque Kary não tava de sutiã e os bicos estavam duros, marcando pra caralho. "A calça!" — começaram a gritar. Kary continuava sem entender por que tava tirando a roupa, a cabeça dela tava rodando.
— Acho que vou ter que ajudar—disse Javier. Ele se levantou com dificuldade e, cambaleando, agarrou a calça do pijama de Kary e puxou pra baixo. Kary quase caiu da mesa com o puxão. Ouviu aplausos, nem tinha percebido que tinha ficado só de calcinha branca.
—¡¡Ooooh!!..¡¡¡que rabo!!!—disseram ao ver a bunda perfeita e redondinha da Kary. Kary se sentia tonta e não entendia o que estavam fazendo, ouvia assobios e gritos, risadas e palavrões, tipo "que gostosa que é essa puta" ou "tem certeza que tem dezoito?". O álcool mais a situação de ver uma puta com um corpo daquele fazia todo mundo começar a se excitar. Javier se levantou e, pegando Kary como se fosse uma boneca, colocou ela de quatro em cima da mesa.
—Querem ver como a cachorrinha geme?—perguntou Javier sorrindo pros amigos. Eles olharam confusos, não sabiam o que Javier pretendia. Ele não ligou, esticou o braço e começou a acariciar as costas de Kary. Ela estava tão cansada que apoiou a cabeça na mesa, deixando a bunda empinada. Javier lentamente desceu a mão até a cintura da puta, ela não dizia nada, depois desceu a mão até a bunda dela e apertou as nádegas, massageou e brincou com elas.
Kary começou a soltar uns gemidos leves. Os amigos de Javier olhavam pasmos, apesar de estarem bêbados não esperavam ver Javier apalpando a bunda da enteada. Javier continuou com o toque, desceu a mão até a virilha da puta e começou a esfregar a calcinha de Kary, bem na buceta dela.
—Mmmmm...mmmm—Kary gemia cada vez mais forte, tinha esquecido completamente que estava em cima de uma mesa rodeada por quatro homens e ainda nem percebia que aquela sensação gostosa era do padrasto passando a mão entre as pernas dela. Javier foi baixando a calcinha dela aos poucos até deixar a bunda descoberta. Depois continuou passando a mão—.
—Mmmm...aaaaaaahhh...aahhh—os gemidos de Kary eram de enlouquecer, Javier enfiava lentamente dois dedos na buceta dela, metendo eles tirando eles. Kary, meio dormindo e meio acordada, gemia de prazer...
— Viram? Tá toda molhada minha putinha... é uma putinha de marca maior — dizia Javier enquanto continuava enfiando os dedos. Kary já estava toda lubrificada e os dedos de Javier faziam ela gemer baixinho. Os outros não acreditavam no que viam, mas não conseguiam evitar ficar excitados com a cena.
— Aaaahhh — Kary soltou um suspiro longo quando Javier tirou os dedos e se levantou. Ele foi até a geladeira e pegou um pepino pequeno. Depois pegou e colocou na mão de Kary. Ela, instintivamente, segurou sem saber o que era. Então Javier guiou a mão dela até a buceta e fez ela ir enfiando devagar. Kary começou a gemer de novo, o pepino não era grande e dava prazer sentir ele lá dentro. Javier mexeu a mão da putinha fazendo ela se penetrar, depois soltou e Kary sozinha começou a se enfiar o pepino.
— Aaahh... aahhh... aahhhh — todos começaram a apalpar os próprios volumes vendo a loira safada enfiando um pepino na buceta. Kary continuava, continuava, e ficou um tempão gemendo até que Javier pegou ela e virou, deixando ela deitada de barriga pra cima na mesa. Tirou a calcinha dela de vez e colocou de novo a mão dela sobre o pepino que tava enfiado na buceta. Kary seguiu metendo, só se importava em continuar se dando prazer. Abriu as pernas e começou a enfiar e tirar o pepino, gemendo cada vez mais forte.
— Olha os peitões que a minha putinha tem — disse Javier levantando a regata de Kary até o pescoço, deixando os peitos grandes dela no ar. Kary nem percebeu, só continuava enfiando o pepino. Os outros não acreditavam no tesão da Kary, com só dezoito anos tinha um corpo fenomenal e ainda tava dando um show incrível.
Todos estavam sentados olhando elas, bobos, até o Javier. Um dos amigos dele não aguentou mais, abriu a braguilha e tirou o pau pra fora, começando a se masturbar. Os outros, depois de um tempo... Fizeram a mesma coisa, começaram a se masturbar enquanto olhavam pra puta se batendo uma. Todos eles tinham pirocas consideráveis, grossas e compridas. Se batiam uma enquanto tomavam cerveja ou uísque e fumavam charutos vendo o espetáculo.
-¡¡¡Aaahhh!!!...¡¡¡aaaahh!!!...¡¡¡aaaaaahhhh!!!- Kary começou a se contorcer em cima da mesa, estava prestes a ter um orgasmo. Eles viam como a puta se arqueava e gemia forte, enfiando o pepino rapidamente…
Quando Kary terminou, ficou suspirando de olhos fechados, quase dormindo. Javier se levantou e se aproximou da cabeça de Kary, mexeu nela e quando viu que ela só ronronava, começou a passar a mão nela. Avançou nos peitos dela, massageando enquanto se masturbava.
-¿Vocês não querem tocar?- disse Javier com um sorriso. Os amigos não hesitaram em se levantar e se jogar em cima da puta. Num instante tiraram a roupinha justa dela, deixando-a completamente nua. Os quatro homens começaram a apalpar ela, uns amassavam os peitos, outros esfregavam as pernas ou massageavam a buceta dela.
-Mmmm...aaahhh...mmm- Kary gemia suavemente com os amassos que levava. Achava que estava sonhando, mas na verdade quatro homens estavam passando a mão nela. Javier aproximou a boca da dela e começou a beijá-la. Ela correspondia, entrelaçavam as línguas como dois apaixonados. Os outros agora se dedicavam a chupar os peitos dela, lambendo e mordendo especialmente os bicos duros da puta.
-Mmmm…¡¡aaahhh!!...¡¡aaahhh!!- ela ofegou quando um se dedicou a chupar a buceta dela, penetrando com a língua. Não havia parte do corpo de Kary que não fosse lambida ou chupada, eles se revezavam pra lamber a buceta ou os peitos, também pra beijá-la. Estavam tão bêbados que nem sabiam que estavam fazendo uma orgia com uma puta de dezoito anos. Kary não sabia o que estava fazendo, só sabia que estava recebendo muito prazer e era só isso que importava pra ela.
-¡¡¡Aaaahhh!!!..¡¡¡aaaahhh!!!!- levantaram um pouco as pernas dela e agora lambiam o cu e a buceta. buceta simultaneamente, e ela não conseguia parar de gemer, já que as línguas que passavam pela sua boca tenra a impediam. As tetas estavam brilhando de saliva, e os bicos duríssimos de tesão. Daí a pouco já estavam enfiando três dedos em cada buraco, e se ouviam comentários como "essa mina tá bem aberta", "porra, que tetas mais duras" ou "parece uma putinha no cio". Javier só sorria, sabia que a atitude e o estado de Kary eram criação dele.
—Olha como ela gosta disso—disse Javier pegando o pau e colocando nos lábios da puta. Só de pressionar um pouco, Kary abriu os lábios e engoliu até a garganta. Javier começou a meter na boca dela com bombadas lentas e ela recebia de boa. Os outros não acreditavam e se aproximaram da cabeça de Kary pra também chupar. Depois de um tempo, Javier cedeu lugar pros outros e começaram a passar pela boca de Kary todos os paus. Cada um enfiava até a garganta e metia na boca dela. Enquanto um metia na boca, os outros aproveitavam e colocavam as rolas nas mãos de Kary pra ela masturbar. Ela fazia instintivamente, subindo e descendo as mãos brancas pelos paus deles. Ficaram um tempão assim, fazendo ela chupar e punhetar, até que Javier se colocou entre as pernas de Kary.
—Agora olha isso—colocou as pernas de Kary nos ombros dele e, com um empurrão, enfiou o pau todo até os ovos. Kary quis dar um grito ao sentir de novo o pênis enorme do padrasto, mas um dos amigos de Javier tinha o pau na boca dela. Javier começou a bombar devagar, mas com estocadas fortes. Kary era penetrada por Javier enquanto chupava um pau e punhetava dois nas mãos. Os outros cuidavam de chupar as tetas dela enquanto esperavam a vez.
—¡¡Mmmm!!...¡¡¡mmmm!!!...¡¡¡¡¡¡¡mmmmm!!!!!!!—Kary quis gritar quando Javier cedeu lugar pra um dos amigos e ele enfiou brutalmente na buceta. Começou a comer ela selvagemente, e os Os peitos da Kary balançavam com as fortes estocadas que ela levava. Assim foram passando todos, pegando ela pela buceta e enchendo a boca dela de porra.
-¡¡Porra, você tá infernal, garota!!...¡¡você tá toda aberta!!-diziam os amigos do Javier quando comiam ela. Javier sorria e dizia "eu que abri ela toda" e completava "comi ela a semana inteira e ela nem reclamou". Kary começava a voltar a si, mas não deixavam ela pensar, queria gritar mas não conseguia, só sentia que estavam partindo ela ao meio e que nunca acabava-...
Todos comeram ela repetidas vezes em cima da mesa, e depois de um tempo Kary já não conseguia nem se mexer, só recebia as pirocas na buceta, nas mãos e na boca resignada, só esperava que acabasse. Depois de um tempo comendo ela, começaram a gozar: uns gozaram na boca dela, sempre enfiavam até a garganta e esporravam, e Kary se engasgava com tanto sêmen; outros explodiram nas mãos dela, lambuzando ela toda, e outros que não queriam gozar na buceta acabaram gozando na barriga dela, respingando na pança e nos peitos.
Quando todos gozaram, Kary ficou ofegante deitada na mesa. O sêmen escorria da boca dela em jorros, as mãos e os peitos também, ela estava coberta de porra. Tentava engolir toda a goza que ainda tinha na boca porque sentia que estava se afogando. Javier e os amigos olhavam para ela, balançando as pirocas ainda duras. Eles estavam fora de si, queriam mais e tinham esquecido que Kary era uma putinha de dezoito anos, que era filha de um deles e que estavam partindo ela ao meio com as pirocas enormes.
-E pelo cu dá, Javier?-perguntou um. Javier sorriu "isso nem se pergunta, esse anjo aguenta tudo". E dito isso, pegou a Kary e virou ela de bruços na mesa. Deixou ela com as pernas penduradas, assim a raba perfeita da putinha estava à disposição dele. Kary queria se mexer mas não tinha forças, sentia alguém tocando o cu dela, mas não podia fazer nada para evitar-.
-Não…não…¡¡¡aaaahhhhhh!!!-gritou ela Kary quando Javier enfiou no cu dela com força. Ela se agarrou na cintura da loira e começou a meter nela selvagemente, enterrando até o fundo. Kary sentia que a pica tava atravessando ela e achava que a ponta ia sair pela boca dela. Javier metia rápido e forte, fazendo as bundinhas da Kary vibrarem com cada estocada. Depois de um tempo, Javier saiu e entrou outro. Esse foi mais bruto, enfiando a pica grossa dele até as bolas. Kary tava de olhos fechados e apertando os dentes, aguentando aquela porra de foda. Os outros olhavam e batiam uma esperando a vez deles-.
-¡¡Aaaahhh!!...¡¡aaahhh!!...¡¡aaahhh!!-Kary não conseguia evitar gritar, tavam metendo nela e parecia que nunca ia acabar. Quando um terminava, outro vinha meter nela selvagemente. Uns seguravam ela pela cintura pra enfiar, outros se apoiavam nas costas dela e chupavam o pescoço dela nojento. Depois de um tempo abrindo o cu dela, os que esperavam iam pro outro lado da mesa, onde tava a cabeça da Kary, e enfiavam a pica na boca dela. Seguravam a cabeça dela e comiam a boca dela. Kary já tava quase sem respirar, mas ninguém tinha pena. Kary recebia pica no cu e na boca ao mesmo tempo sem parar, o corpinho pequeno dela não dava conta de tanta pica-...
-¡¡¡Toma, gostosa, vou encher você de porra!!!-gritou um enquanto gozava dentro do cu da puta. Depois veio outro, Kary já tava com o cu tão aberto que as picas deslizavam perfeitamente, e depois de meter nela também gozou dentro. Outro gozou nas costas dela, e Javier quando sentiu que ia gozar tirou do cu dela e foi até a cara dela pra gozar nela, espirrando no cabelo e nos olhos dela-.
Kary ficou ofegante em cima da mesa, escorrendo porra, com o cu todo dilatado, e de lá saía um jato de porra que escorria pelas pernas dela. A carinha branca dela tava mais branca ainda por causa da porra do Javier e ela só queria descansar, não ligava de estar toda melada de porra, só queria que parassem. Mas eles tinham outros planos, tinham Vontade de mais tavam terrivelmente excitados depois de comer uma colegial de dezoito anos, e mais ainda se ela era tão gostosa quanto a Kary. "Vamos levar ela pra sala", falou Javier. Os outros concordaram e pegaram ela, levando pra sala. Deitaram ela no tapete de barriga pra cima. Kary parecia uma boneca, não reagia, embora agora tivesse total consciência do que tava rolando. Olhou ao redor e viu quatro homens, incluindo o padrasto dela, se despindo completamente. Viu que todos tinham os paus duros, e que todos tinham paus enormes, longos e grossos. Tentou falar, mas só saíam sussurros da boca dela, tentou se mexer, mas o corpo não obedecia, mal conseguia mover a mão. "Ela ficou bem aberta, olha a bunda dela", comentavam e riam. Depois se deitaram ao redor dela e começaram a passar a mão. Chuparam os peitos dela até cansar, meteram a língua até a garganta e encheram ela de saliva por todo lado. Metiam a mão onde podiam. Depois de um tempo, viraram ela de lado e começaram a enfiar dedos na buceta e no cu dela. Como viram que ela tava bem dilatada, chegaram a meter até quatro dedos em cada buraco. "Aaaahh!!... Mmmmm!!... Aaaahhh!!!" Kary gemia e fechava os olhos com força ao sentir os dedos enfiados sem vergonha nos buracos dela. Todos riam e se surpreendiam com o quanto a puta tava aberta. Depois, enquanto passavam a mão nela, começaram a colocar os paus na boca dela, fazendo Kary chupar eles. Como Kary não tinha forças pra se mexer, eles moviam a cabeça dela pra frente e pra trás, enfiando até a garganta. Quando cansaram de brincar com ela, foram buscar mais bebidas, e trouxeram cerveja, uísque e uma garrafa de refrigerante. Javier, que era o mais doido, deitou no chão e pegou Kary, sentando ela em cima dele... "Aaaahhhh", gemeu Kary baixinho quando Javier penetrou ela. Depois Javier chamou outro e mandou ele meter no cu dela. Ao sentir outro intruso, Kary se desesperou... "Não... para... nãooooo... Aaaahhhhh!!!" mal saía Sussurros da boca dela, sentia como a pica abria caminho no cu dela, mal dava espaço com a pica enorme do Javier enfiada na pussy dela. Ela se recostou no peito do Javier e se agarrou no pescoço dele, levantando a raba dela pra facilitar a dupla penetração...
— Aaaahhh!!... aaaahhh!!!... aaaaahhh!!! — Kary praticamente gritava ao sentir duas pica enormes penetrando ela. Quando uma saía, a outra entrava, os outros riam ao ver uma puta sendo destruída por duas rolas. Depois um se juntou e meteu na boca dela, aproveitando que Kary tava de boca aberta...
Kary já quase tinha perdido a consciência, era demais. O que faltava se revezava com o da boca, e enquanto Kary chupava um, batia punheta pro outro. Depois trocavam, dois metiam nela e dois pegavam a boca dela. A cena era inacreditável vendo ela levar uma dupla penetração e chupar rola ao mesmo tempo. Ficaram assim por um bom tempo, até que começaram a gozar de novo. Gozaram na cara dela, no cu e nos peitos, banhando ela de novo em porra. Deixaram ela largada no tapete, ofegante e cuspindo sêmen. Eles olhavam pra ela e riam enquanto continuavam enchendo a cara.
— Javier, cê não tem câmera fotográfica? — perguntou um amigo. Javier sorriu e foi cambaleando buscar. Quando voltou, deu instruções. Mandou um amigo sentar no sofá. Os outros pegaram Kary, que tava com os olhos quase fechados e mal se mexia, e sentaram ela em cima dele enfiando a pica no cu dela.
— Aaaahhhh — suspirou Kary ao se sentir enfiada de novo. Colocaram ela virada pra frente, mas Kary não aguentava ficar sentada e recostou as costas no peito do amigo do Javier. Ele fez ela pular um pouco na pica dele, fazendo Kary acordar um pouco...
— Agora você também enfia no cu dela — disse Javier pra outro. O amigo do Javier se aproximou, ficou na frente de Kary e apontou a pica pro cu dela. Pegou as pernas da puta e colocou nos ombros dele. Empunhou a rola e colocou a cabeça num lado de onde Estava a outra—
—Mmmmmmm!!!... Aaaaahhh!!! — gemeu Kary ao sentir algo fazendo pressão, como se outro pau quisesse entrar no cu dela. "Tá apertado", ele disse, mas continuou forçando até conseguir enfiar a cabeça—...
—Parem!!... Aaaahh!!! — chorava Kary. Tinha os olhos fechados e a carinha dela era de dor, mas não tiveram misericórdia, e continuaram enfiando até entrar por completo. Kary sentiu o cu dela se abrir ao máximo, recebendo dois paus enormes. Javier, enquanto isso, tirava fotos da sua linda enteada com dois paus no cu.
—Aaaahhh!!!... Parem!!!... Aaahh!!!... Aaaaaahhh!!! — os dois começaram a se mexer, penetrando ela ao mesmo tempo. Kary chorava de dor, apertava e fechava a boca tentando aguentar uma foda daquelas, estavam matando ela. Depois de um tempo recebendo uma dupla penetração anal, os dois gozaram dentro do cu dela. Encheram ele de porra e ela ficou escorrendo sêmen.
—Tirem fotos vocês, que é a nossa vez — disse Javier. Quando ouviu isso, os olhos de Kary se encheram de lágrimas. Javier sentou no sofá e pegou Kary, cravando o pau dele na buceta dela. Ela estava sentada em cima dele, cara a cara. Javier olhou pra ela sorrindo e a puxou pra perto, deixando a bunda dela empinada.
—Enfia na buceta — disse ele, e o amigo se aproximou, ajeitou ela e devagar foi enfiando. Kary rangeu os dentes aguentando uma penetração daquelas. Depois de receber dois paus no cu, agora eram dois na buceta.
—Mmmmmmm!!!!... Aaaaahhhhh!!!! — gritou quando ele terminou de enfiar. Dilataram a buceta dela ao máximo e começaram a bombar. Os outros dois tiravam fotos sem parar, não é todo dia que se via uma puta com dois paus na buceta. Depois de um bom tempo recebendo uma dupla penetração vaginal, os dois tiraram e gozaram na cara dela, banhando ela de novo em porra. Kary já não aguentava mais, mas também não desmaiava, só podia deixar que fizessem o que quisessem com ela—... Deixaram ela largada no sofá enquanto continuava se embebedando, e de vez em quando tiravam fotos dela. Adoravam ver ela naquele estado, toda cheia de porra e indefesa, podiam fazer o que quisessem com ela. Todo mundo tava tão bêbado que nem sabia o que tava fazendo. Javier pegou a garrafa de refrigerante, uma de meio litro, e começou a chacoalhar. Outro pegou a Kary e colocou ela de quatro, com a bunda bem levantada. O cu da putinha tava tão dilatado que quase dava pra enfiar uma mão.
— Aaaaaaaaaaaaahhh!!!!!!! — gritou Kary quando Javier enfiou o bico da garrafa no cu dela, fazendo o refrigerante chacoalhado explodir dentro dela. Kary se contorcia sentindo o líquido frio enchendo ela. Depois Javier enterrou a garrafa quase até a metade, e Kary quase desmaiou.
Deixaram ela assim um bom tempo com a garrafa enfiada no cu, e tiraram várias fotos. Depois fizeram ela chupar o pau deles de novo, até enfiaram dois paus ao mesmo tempo na boca dela. Tudo isso com a garrafa no rabo, e continuaram tirando fotos. Aí, como já não sabiam mais o que fazer, foram comendo ela até cansar. Os paus entravam no cu todo dilatado da Kary sem parar, e ela quase nem sentia mais. Não teve buraco dela que não fosse penetrado infinitamente. Finalmente deitaram ela no tapete e rodearam ela enquanto se masturbavam, banhando ela de novo de porra. Kary já nem sabia o que tava rolando, só sentia os jatos batendo no corpo dela. Cansaram de usar ela, e aos poucos foram indo embora. Deram um banho nela e tiraram todo o sêmen do corpo, e quando estavam saindo perguntaram pro Javier se aquilo podia se repetir. "Isso nem se pergunta", respondeu ele sorrindo.Kary acordou no sábado de manhã com uma dor fodida no corpo todo, e só lembrava de flashes do que rolou na noite anterior. Kary não falou nada, não sabia se tinha sido um sonho ou o quê, mas num dado momento Javier entrou no quarto dela e mostrou as fotos. Kary começou a ficar com tesão ao ver elas, se via tomando dupla penetração, com uma garrafa no cu e outras paradas degeneradas. Kary ficou quieta e concordou quando Javier disse que "você vai ser a putinha minha e dos meus amigos". Ela abriu os olhos, a cara dela tava cheia de porra. Fechou os olhos e começou a bater uma punheta pra ele.aJavier, que fez ela fazer coisas que nem imaginava, e o pior de tudo é que ela gostava do que faziam com ela.
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