Kari

A Kary gosta de ser estupradaOs pais da Kary tinham se separado, e ela ficou morando com a mãe. A mãe dela se juntou com outro cara, o Javier, que virou o padrastro da Kary. Esse cara era muito rígido e mandão. A mãe da Kary, a Luciana, vivia trabalhando fora e dentro de casa, então quem mandava na casa era o Javier.

A Kary estudava num colégio particular religioso, que também era bem rígido, por isso ela não tinha muito contato com a vida social. Mas a vida dela ia mudar completamente quando ela fizesse dezoito anos. O corpo dela estava se desenvolvendo, e ela já tinha o corpinho de uma mulherzinha gostosa, com uns peitos sugestivos e um bumbum bem destacado. A Kary era loira e tinha olhos azuis, algo que ela tinha herdado da mãe, além do corpo.

Sempre que ela chegava da escola, perto do meio-dia, ela ficava sozinha em casa por algumas horas. Fuçando nas gavetas da cômoda, ela encontrou umas revistas, umas que ela nunca tinha visto na vida. Na capa tinha mulheres peladas, e quando ela abriu, viu fotos delas transando. A curiosidade bateu, ela pegou uma e levou pro quarto, tomando cuidado pra deixar tudo como estava.

Uma vez no quarto, ela começou a folhear as revistas na cama. Ela ficou surpresa com as fotos, as garotas não pareciam ser muito mais velhas que ela. Em algumas fotos, elas estavam se masturbando ou enfiando consolos. Sem perceber, a Kary tinha começado a acariciar a virilha, mesmo que ela nunca tivesse se masturbado antes. Ela continuou olhando a revista com mais atenção, até que viu algo que a deixou chocada: eram fotos de homens com o pau ereto. A Kary nunca tinha visto um pau, muito menos uma cena de sexo. As fotos mostravam as garotas transando, com aqueles paus nas suas bocetas ou cus, sempre com caras de prazer.

A Kary tinha a mão entre as pernas e estava acariciando a calcinha, esfregando a bucetinha de leve, algo que dava uma sensação que ela nunca tinha sentido antes. Ela não hesitou em enfiar a mão por dentro pra se tocar melhor, ela gostou, aquilo fazia ela sentir um prazer indescritível. -Mmm...aaahhh...aaahh....- ficou deitada de bruços, levantando um pouco a bunda com a mão entre as pernas, a calcinha pelos joelhos, se masturbando pela primeira vez. Ela fazia isso olhando uma foto de uma garota com um pau no cu e outro na boca. Seus dedinhos acariciavam o clitóris, e ela sentia que estava prestes a explodir, até que aconteceu-.
-Que é isso, guria!- era seu padrastro, vestido de terno porque tinha vindo do escritório mais cedo do que devia. Kary, ao ver seu rosto furioso, se afastou de repente, puxou a calcinha e tentou esconder a revista atrás das costas, mas já era tarde demais-.
-Pra isso a gente te educa, pra você ficar vendo revistas pornô e se punhetar em casa!- os olhos de Kary se encheram de lágrimas e ela tentou explicar algo, mas só gaguejava-.
-Agora você vai ver, sua putinha!... se masturbando na minha casa!- e dito isso, seu padrastro sentou na cama, a agarrou e a jogou sobre suas pernas, de bruços. Deixando a bunda da Kary exposta e seu rostinho bem em cima da virilha do Javier. Ele pegou a revista que tinha caído na cama, enrolou e levantou bem alto-.
-Você precisa de um castigo como os de antigamente!- Kary imaginou o que ele ia fazer e tentou impedi-lo entre choros-.
-Não!.. por favor!... eu não faço mais... por favor... ¡¡¡¡Aaayyyyyy!!!!- seu padrastro começou a bater na sua bunda com a revista. Não doía muito, mas estava humilhando ela, ela se sentia um coelhinho na frente de um lobão. Javier continuou com as palmadas, fazendo os lábios da bunda da sua enteada safadinha tremerem. Com a outra mão ele não deixava a Kary se levantar, e ela só podia aguentar aquela humilhação-…
-¡¡¡Ayy!!!...¡¡¡aayy!!...¡¡¡aaayyy!!!- ela gritava a cada golpe da revista, Javier falava coisas como "assim você vai aprender" ou "você procurou, sua vadia". Kary, em um momento, apoiou a cabeça na virilha do seu padrastro, e sentiu algo duro pulsando dentro da calça. Veio à sua mente a imagem da garota da... A revista chupando um pau. E ela não soube por que começou a se excitar, os tapas e as xingações que seu padrastro dizia estavam a deixando com tesão. E ele não ficou atrás, seu volume era mais do que evidente...

- Aahh, então você quer pica!!! - gritou Javier quando Kary havia roçado com a mão no volume.
- Pica você vai ter!! - e Javier abaixou o zíper da calça e tirou seu pau. Kary afastou o rosto assustada, o pau de seu padrastro era muito maior do que os que vira na revista. Este era longo e grosso, com as veias pulsando e a cabeça vermelha. Javier agarrou-a pela cabeça e a empurrou até seu pênis, segurando-a firmemente pelos cabelos.
- Agora chupa, puta!! - Kary se debateu tentando se soltar, mas Javier a tinha firmemente presa.
- Não!!... Me solta!! - Javier a agarrou pelo pescoço e apertou, deixando-a sem poder respirar. Kary abriu a boca sufocando.
- Agora chupa ou você vai ver... entendeu? - Kary respondeu que "sim" com o rosto vermelho pela falta de ar, e Javier com um empurrão abaixou sua cabeça e enfiou metade do pau na boca de sua enteada. Agarrando-a novamente pelo cabelo, começou a subir e descer a cabeça de Kary em seu imponente pau. Só a metade cabia em sua boca de puta, e essa metade chegava até sua garganta. Suas mandíbulas estavam abertas ao máximo, e sua língua saboreava forçadamente o grande pênis de seu padrastro.
- Mmm...mmmm!!!!.... mmmmm!!! - Javier com a outra mão começou a enfiar dedos na buceta de Kary, e ela, por mais que doesse um pouco, voltou a sentir a sensação prazerosa de quando se masturbou...
- É melhor você não me morder, garota... tá vendo como você gosta?, está toda molhada - dizia enquanto continuava subindo e descendo sua cabeça agarrando-a pelos cabelos. Logo já tinha dois de seus grandes dedos entrando e saindo da buceta de Kary, e ela não conseguia evitar se excitar.
- Agora abre a boca!!... e é melhor você engolir tudo!! - Kary não entendeu isso, até que Javier puxou seus cabelos para trás, tirando... O pau na boca. Ele se masturbou por alguns instantes e começou a gozar na cara dela. Kary, com medo, abriu a boca e recebeu os jatos de porra; alguns iam parar na sua boca, mas outros respingavam no seu rostinho e no seu cabelo. Os jatos eram potentes e deixaram seu rosto completamente melado de sêmen.

– Limpa meu pau – ele disse. Kary engoliu o sêmen de um só gole e, timidamente, pegou o pênis com as mãos e o levou à boca. Ela o chupou lentamente até deixá-lo limpo, enquanto seu padrastro gemía de prazer. Kary mamou aquele pauzão até deixá-lo limpo de saliva.

Kary estava confusa e agitada, mas antes que pudesse reagir, seu padrastro a agarrou e a jogou na cama bruscamente, deixando Kary de barriga para cima. Ele a olhou com o pau nas mãos, ainda estava duro, imponente.

– Quer mais pau?... Agora você vai ter – Kary o olhou assustada, mas Javier, com um movimento rápido, se posicionou entre suas pernas, apontando seu cacete para a buceta safada de sua enteada. Kary ficou dura de medo, imaginou-se sendo atravessada por um mastro daqueles, mas também não conseguia esquecer a cara de prazer das garotas da revista.

Javier agarrou as pernas de Kary e as passou ao redor de sua cintura, segurando-a pelas nádegas. A safada não sabia como reagir, queria correr mas estava paralisada.

– Agora você vai aprender o que é um pau – ele disse e deu uma empurrada, enfiando metade do seu pau na boceta de Kary. Ela soltou um grito tremendo, fechou os olhos com força quando sentiu uma dor indescritível.

– Aaaaaayyyyyyy!!!!!!! – seu padrastro a havia penetrado até as bolas, rompendo seu hímen bruscamente. As lágrimas caíam do rosto de Kary, a dor era terrível. Ela arqueou as costas e agarrou os lençóis, suportando a lenta penetração de seu padrastro...

Ela fechou a boca apertando os dentes, sentia que o pau de Javier chegava até seu estômago, era grande demais para seu corpinho tão pequenino. Javier a bombava cada vez mais rápido, com estocadas fortes, tirando... quase todo o seu pau, para depois enfiá-lo selvagemente até as bolas.
-¡¡¡Aaiii!!!..¡¡¡aaaaaiii!!!...¡¡¡¡aaaaiii!!!! - Kary não conseguia evitar gritar, seu padrastro estava a partindo em dois. Seus grandes pechos sob a camisa balançavam com as investidas, seu rostinho estava vermelho e cheio de lágrimas. Cada vez ele a penetrava mais selvagemente, mais rápido, e apesar da dor, ela começou a sentir um leve prazer que ia crescendo-...
- Há tempo que eu queria te comer, gata... você tem ela bem apertada - dizia seu padrastro ofegante como um touro enquanto a comia sem parar. Kary sentia sua buceta aos poucos se moldando ao tamanho enorme do pau e pouco a pouco começou a ofegar de prazer-.
-¡¡¡Aaahhh!!!...¡¡¡aaahhh!!!...¡¡¡aaahhh!!! - seu padrastro, ao notar isso, começou a penetrá-la mais rápido, mais selvagem, com uma brutalidade que fazia Kary se mover para frente e para trás com as investidas-...
-¡¡¡Aaahh!!!...¡¡¡¡¡aaaahaaaahhhhhhh!!!!! - Kary se contorceu na cama, seu padrastro a estava fazendo gozar, sentia seu corpo ser invadido por uma eletricidade e um prazer que nunca tinha sentido antes-...
- Agora é hora de tomar o leite! - gritou Javier, tirou seu pau e se posicionou em cima de Kary, colocando o pênis bem na cara dela. Se masturbou um pouco e começou a gozar em jatos. Kary, sem saber por quê, abriu a boca para receber a porra. Seu rostinho ficou novamente coberto de sêmen, e o que caiu em sua boca ela engoliu sem problemas, não desgostava do gosto-...
Ficou ofegante na cama pelo esforço, seu padrastro se levantou e guardou o pau. Foi até a porta e disse severamente antes de sair.
- Se contar algo, te mato na porrada, entendeu?! - Kary afirmou assustada com a cabeça, ainda ofegante. Quando ele foi embora, Kary tocou a buceta, doía um pouco, e também encontrou vestígios de sangue, mas estava tão cansada que adormeceu pensando que a foda brutal que seu padrastro lhe deu tinha agradado-.
Sua mãe nem ficou sabendo do acontecido, Javier sorria maliciosamente cada vez que a ela observava, e Kary apenas abaixava a cabeça sem dizer nada. No dia seguinte, Kary chegou da escola com medo de encontrar seu padrastro, mas ele só apareceu à noite. Ela ficou aliviada por não ficar sozinha com ele por muito tempo; sua mãe chegou pouco depois.

À noite, jantaram normalmente, depois Kary foi dormir. Vestiu seu pijama, uma camisinha e uma calcinha de algodão com estampinhas, e se aconchegou na cama, em posição de conchinha. Sempre dormia abraçada a um urso de pelúcia grande, e não demorou muito para pegar no sono.

- Mmm… mmm… - Kary começou a gemer bem baixinho enquanto dormia, mas o que ela não sabia era que seus gemidos eram por causa das mãos do seu padrastro, que tinha entrado na sua cama e estava tocando de leve a sua buceta. Kary continuava sem acordar; Javier estava atrás dela, lentamente puxando a calcinha do pijama junto com a calcinha até deixar a bunda dela exposta. Kary abraçava o urso cada vez mais forte, gemendo mais alto, mas sem acordar…

- Mmm... aaahhh.... mmmm… - Javier começou a passar algo viscoso na bunda dela, mais precisamente lubrificante. E aos poucos foi enfiando um dedo no cuzinho da Kary. Ela reclamou, suspirando com a nova intrusão, mas Javier fazia devagar para não acordá-la…

- Mmm... aayy... aahh… - Kary se queixava cada vez mais. Javier, depois de um tempo, já tinha dois dedos entrando e saindo do buraco de trás da safada, movendo em círculos para alargar o furo. Com a outra mão, ele tirou o pau pra fora e começou a passar lubrificante nele. Quando sua rola grande estava bem lubrificada, ele aproximou do cu da enteada, colocou na entrada e contou até três…

- Aaaaaaayyyyyyyyyyy!!!!!!! - Javier tapou a boca da Kary quando ela gritou; ele tinha enfiado sua verga imponente brutalmente até as bolas. Kary não sabia o que estava acontecendo, só sentia uma dor enorme e que algo a tinha atravessado de lado a lado…

- Mmm!!!!... mmm!!!... mmmm!!!! - Javier começou a bombear a bunda da safada, Kary queria gritar como nunca pela dor insuportável, estavam a partindo ao meio. Seus olhos encheram de lágrimas, a respiração ficou ofegante e ela teve que se agarrar o mais forte que pôde no urso para aguentar. A dor não a deixava pensar no que estava acontecendo, só sentia algo enorme entrando e saindo da sua bunda cada vez mais rápido-...

— Você tem a bunda bem apertada, gata — Javier sussurrava no ouvido dela enquanto a fodia. Kary se agarrava como podia no urso, sentia a enorme pica do seu padrastro quase saindo pela sua boca. Javier continuava com o vai e vem sem parar, cada vez mais selvagem e brutal, dando estocadas fortes na bunda de Kary. Ele tinha uma mão tapando a boca dela, a outra meteu por baixo da camisinha do pijama até chegar nos peitões da putinha.

— Igualzinho à sua mãe, peitão, você herdou, gata — Javier dizia enquanto lambia a orelha dela como um velho tarado. Depois levantou o pijama e puxou os peitos de Kary para fora, para então apertá-los à vontade, beliscando os mamilos, amassando as tetas e fazendo o que quisesse com elas-...

— ¡¡¡Mmm!!!...¡¡¡mmm!!!...¡¡¡mmm!!! — Kary só continuava gemendo sentindo como ele estava destruindo seu cu, embora pouco a pouco a dor fosse diminuindo. Depois de um tempo fodendo ela, Javier a colocou de bruços, pôs o urso debaixo da barriga de Kary, deixando assim sua bunda bem empinada, tudo isso sem tirar o pau do cu-...

Ela se agarrou nos lençóis e sentiu Javier segurando sua cintura e começando a fodi-la brutalmente. Teve que apertar os dentes para não gritar, mas não aguentou muito e teve que morder o travesseiro para não fazer barulho.

— ¡¡¡Mmmmm!!!...¡¡¡mmmm!!!!...¡¡¡mmmm!!!! — era incrível como uma pica daquelas cabia num buraco tão pequeno, Kary era pequenininha e seu padrastro enorme, então ele a dominava como queria. O grande pau entrava e saía sem piedade da bunda de Kary, as nádegas dela tremiam a cada estocada, Javier relinchava enquanto fodia sua enteada-... -¡¡¡Mmmmmm!!!....¡¡¡¡¡¡¡mmmmmmmmmm!!!!!!!- apesar da dor, Karyno conseguiu evitar chegar ao orgasmo, arqueando as costas ao máximo. Javierse recostou sobre suas costas e agarrou os grandes seios de Kary, bombando mais devagar mas com enfiadas mais fortes-…
-¡¡Toma!!...te encho o cu de porra...¡¡¡AAAHH!!!-Javier começou a se esvaziar na bunda de Kary. Ela sentia algo entrando em seu corpo e a enchendo, a ejaculação de Javier era enorme. Ele enfiou até os ovos quando lançou os últimos jatos de porra, e quando tirou seu pau do cu de Kary, viu que o cuzinho dela estava bem dilatado e escorrendo sêmen-…
No outro dia Kary caminhava com dificuldade. Não sabia o que fazer, tinha medo de que se contasse algo Javier a matasse. Mas por outro lado, quando Javier a estuprava, ela gostava, mesmo sabendo que era errado. A mãe dela não percebeu seu estado, Kary estava muito quieta e com uma carinha que parecia que estava prestes a chorar. Javier cada vez que a via sorria maliciosamente. Nos dois dias que seguiram, Javier não a tocou porque chegava tarde do trabalho e ia dormir, para alívio de Kary.
Mas na quinta-feira de manhã, aconteceu o que tinha que acontecer. Kary se levantou para ir à escola, já um pouco recuperada, quase não doía nada. Vestiu-se com seu uniforme e desceu para tomar café, encontrando Javier esperando por ela na mesa. Nem sua mãe nem Javier estavam quando ela se levantava, mas hoje era diferente.
-Aonde vai!- disse Javier agarrando sua mão quando Kary quis sair correndo. Kary por mais que puxou não conseguiu se soltar, Javier a sentou ao seu lado, e disse para ela tomar café. Ele tomava bem tranquilo seu café e lia o jornal. Kary tomou café com um prato de cereal como um robô, temendo que se se mexesse Javier a batesse. Estava ali, imóvel em sua cadeira com a vista fixa na mesa-....
-Terminou?- disse Javier. Kary respondeu que não com a cabeça, sem olhar para ele, e se tivesse olhado, teria percebido que Javier tinha seu pau para fora da calça, balançando ela com a mão.
- Deixa essa porra e pega essa aqui - ele disse, agarrando sua cabeça. Karyse resistiu com todas as forças, mas num instante já tinha o pau do Javier batendo em seu rosto.
- Me solta!... Para!! - por mais que gritasse, Javier não afrouxava, a segurava firmemente. Kary não queria abrir a boca, apertava os lábios com força, mas Javier fazia pressão e se divertia com isso. Num momento, ele apertou sua nuca com tanta força que Kary soltou um grito tremendo.
- Aaaaaaaaaayyyyyyyyyy!!!!!! - Javier, sorridente, aproveitou que ela abriu a boca para enfiar seu pau até a garganta. Bruscamente, agarrou sua bunda e o cabelo e começou a levantar e descer sua cabeça em seu pau, fazendo Kary chupá-lo à força. Depois de um tempo, Javier agarrou sua cabeça com as duas mãos, subindo e descendo sua cabeça bem rápido...
- Mmmm!!!... Mmmm!!!! - Kary tentava se levantar com todas as forças, mas não conseguia. O vai e vem de sua cabeça a estava deixando tonta, seu rostinho se cobriu de lágrimas enquanto sentia seu padrastro perfurando sua garganta...
Depois de um tempo, Kary já não tinha forças para resistir, até mesmo respirar era difícil com aquele pedaço de carne na boca. Javier soltou um urro "toma, gostosa!!" e, enfiando o pau até as bolas na garganta, começou a gozar. Kary começou a engolir a porra para não se afogar, mas era demais e escorria pelos cantos de sua boca.
Quando Javier terminou de gozar, moveu a cabeça de Kary novamente até deixar seu pau bem limpinho. Kary chupou e mamou até deixá-lo brilhando de saliva. Então, Javier a soltou e Kary caiu da cadeira, tossindo e cuspindo porra.
- Agora vai pra escola se não quiser que eu continue - ameaçou Javier. Kary, limpando as lágrimas e ainda tossindo, se levantou e foi embora.
Nesse mesmo dia, à noite, Javier entrou em seu quarto quando ela estava dormindo e a comeu selvagemente, colocando-a na posição de cachorrinha. Como Kary não conseguia conter seus gritos, Javier tapou sua boca com a Mano. Ele ficou metendo nela por cerca de meia hora, alternando entre o cu da Kary e a buceta dela. Quando enfiava no cu, ele metia três dedos na buceta, e vice-versa. Depois, enterrou tudo no cu até as bolas e gozou dentro, deixando o cu dela cheio de porra. Kary ficou soluçando no escuro quando o padrasto foi embora.

Na sexta à noite, ela chupou o pau do Javier de novo. No começo, Kary não queria, mas o Javier deu um tapa que a fez obedecer. Ela se ajoelhou embaixo da mesa, chorando e fungando, esfregando a bochecha que ainda doía por causa do golpe. Tirou o pau do Javier, que já estava duro, e começou a chupar. Enquanto isso, Javier lia o jornal. Kary chupou o grande pau do padrasto, tirando da boca e passando a língua, engolindo tudo e esfregando com a língua. Javier dava ordens, e Kary só obedecia enquanto as lágrimas caíam. Ele mandou ela bater uma e chupar as bolas, e Kary fez com a mão de putinha. Depois de um tempo chupando, Javier avisou que ia gozar, e Kary, sem que ele dissesse, enfiou o pau até a garganta e recebeu os jatos de porra. Engoliu tudo que pôde, mas sempre se engasgava. Depois, ele mandou ela ir para a escola.

Kary não sabia o que fazer, e enquanto voltava da escola pensou em pedir à mãe para dormir na casa de uma amiga. Matou tempo para não voltar para casa até a mãe chegar, não queria encontrar o Javier de novo. Por volta das seis, foi para casa, achando que a mãe já estaria lá. Mas parecia não ter ninguém, nem mesmo o Javier. Decidiu tomar um banho e depois se trancar no quarto até a mãe chegar.

Foi ao banheiro, tirou toda a roupa, entrou no chuveiro e a água quente a relaxou. Ficou um bom tempo, massageando os peitões com sabonete. Saiu um pouco melhor do humor, começou a se secar com uma toalha grande e branca. Depois, se enrolou nela e começou a pentear o cabelo. - Então aqui você estava! - seu padrastro entrou arrombando a porta. Kary ficou imóvel de susto. Javier se aproximou com passos largos e se posicionou atrás dela.
- Vou cheio de tesão do trabalho, então se prepara! - Kary começou a reagir, mas Javier já a agarrava pela cintura, e com a outra mão puxava as calças até os joelhos.
- Para!!... Me solta!!! - Kary começou a gritar. Javier a empurrou contra o espelho, batendo o rosto dela na superfície. Kary ficou inclinada sobre a pia com a bunda empinada. Javier puxou a toalha de uma vez, deixando-a completamente nua...
- Me solta!!!... Me deixa em paz!!! Aaai!!! - Javier deu uma pancada na cabeça dela que a deixou meio atordoada. Abriu suas pernas e enfiou até as bolas seu pauzão na buceta de uma só vez.
- Aaaaaaaaaahhhhh!!!!!! - Kary gritou de dor. Doía que ele fosse tão selvagem e nem esperasse que ela estivesse lubrificada. Javier não teve contemplação, começou rapidamente a bombear, penetrando-a brutalmente...
- Aaahhh!!!... Para!!!... Tá doendo!!!... Aaaaahh!!!!... Aaaaahhh!!!! - Kary gritava com todas as forças, seu rostinho já estava coberto de lágrimas enquanto aguentava as investidas. Javier gemia como um touro enquanto a comia, percorria o corpo da putinha com as mãos até chegar nos peitões...
- Que tetão, gata!!... Você é uma putinha, hein!! - dizia babando no ouvido dela nojento. A Kary já ia passando a dor e começava a gemer...
- Aaaahh!!... Aahh!!... Aaahhh!!... Aaaaaayyyy!!!!! - Javier enfiou dois dedos no cu. Kary começou a gritar novamente de dor. Teve que se segurar firme na pia para aguentar. Logo já tinha três dedos no cu, e Javier trocou de buraco...
- Aaaaayyyyyyyy!!!!!!!! - começou a comê-la selvagemente, empurrou-a para que se inclinasse mais, e Kary ficou com o rosto colado no espelho...
"Ploc! Ploc! Ploc!" fazia sua bunda ao colidir com a barriga de Javier. Javier agora ele a segurava pela cintura e suas investidas estavam mais fortes e rápidas. Kary gritava e guinchava, seu padrastro estava a destruindo por completo.
—Grita o quanto quiser... sua mãe só volta de noite— O coração de Kary afundou, ela não esperava por isso. Mas não teve tempo de pensar, Javier a moveu e a fez se agachar, tocando o chão com as mãos enquanto a comia. Kary ficou dobrada em dois, recebendo o pauzão de Javier. Javier alternava entre o cu e a buceta da putinha. Ele a segurava pelas nádegas para que não caísse, e Kary fazia de tudo para não cair. Depois de um bom tempo, Javier tirou o pau e Kary desabou no chão...
—Agora enfia ele entre seus peitos e me chupa, eh!!!— ele disse ameaçador, erguendo a mão. Kary, com medo, se ajoelhou a seus pés e enfiou o pau entre seus grandes seios. Ela tentava não chorar, mas as lágrimas escorriam sem parar por seu rostinho pálido. Javier cuspiu em seus seios para lubrificá-los, e Kary os apertou com as mãos, deixando o pau de Javier esmagado entre os dois. Então começou a se mover, deslizando o pau por seus seios. Inclinou a cabeça e, fazendo um grande esforço porque seu pescoço doía, começou a chupar a cabeça do pênis que surgia entre seus seios.
—Assim mesmo, gata... depois tenho uma surpresinha para você— Kary não entendeu, mas sabia que não ia gostar. Ficou assim chupando o pau enfiado entre seus seios por um bom tempo, até que Javier, sem aviso, começou a gozar em jorros, respingando em seu rosto e seios. Ela ficou toda melada de porra. Seu rostinho, cabelo e seios escorriam sêmen por todos os lados...
—Agora vai tomar banho, porque daqui a pouco sua mãe chega— ele disse enquanto ela se levantava com dificuldade, limpando o sêmen.
—Ah, e um adianto: sua mãe viaja a noite a trabalho, então vamos ficar sozinhos— dito isso, ele fechou a porta. Kary começou a chorar de impotência, certamente não poderia contar nada à mãe e ainda por cima ficaria sozinha com seu padrastro, e ela não queria imaginar o que faria com ela esta noite...
Kary tomou banho e foi para seu quarto, mas pouco depois Javier a chamou e ela teve que obedecer. Sua mãe tinha chegado, Kary a cumprimentou e viu que Javier fazia sinais para que se aproximasse. Ele estava em casa, usando umas calças de moletom. Kary estava vestida com um vestidinho solto florido, com o cabelo preso em duas maria-chiquinhas. Sua mãe começou a cozinhar e Javier levou Kary até a sala onde estava a televisão.
— Senta aqui do meu lado — disse ele secamente. Kary sentou-se timidamente no sofá, um pouco afastada dele. Javier ligou a TV e colocou uma partida de futebol. Kary estava sentada com as mãos nos joelhos e olhando para o chão, não sabia por que ele a tinha chamado.
— Senta mais perto.
Kary não respondeu, estava como se estivesse perdida. Javier a fez reagir com uma palmada na cabeça e Kary rapidamente sentou-se perto dele.
— Agora mete a mão na minha calça e me bate uma punheta.
Kary olhou para ele com os olhos arregalados, sua mãe estava no outro cômodo. Javier agarrou seu cabelo e puxou sua cabeça para trás ao ver que ela não obedecia. "Vai logo ou você vai ver" disse ele furioso. Kary não hesitou e lentamente aproximou sua mão da calça. Soltou o cinto e meteu a mão dentro. Percebeu que Javier já estava de pau duro, envolveu-o com sua mão e começou a masturbá-lo. Era desconfortável, a calça apertava com um membro daquele tamanho.
Kary, não sabia por que, começou a se excitar, o fato de sua mãe poder descobri-los estava a deixando com tesão. Ela ficou batendo punheta para Javier por alguns minutos, até que ele disse para ela tirar o pau para fora da calça. Kary hesitou, mas viu que outro golpe estava por vir e obedeceu. Tirou o pau para fora e agarrou-o com as duas mãos, acomodou-se no sofá e começou a subir e descer as mãos. Apesar de já tê-lo segurado antes, não tinha conseguido observá-lo com atenção. Começou a masturbá-lo lentamente, concentrada, olhando e surpresa com o quão grande ele era, e como aquilo entrava em seu corpinho pequeno. Javier apenas respirava forte, certamente para não chamar a Atenção. Kary seguiu masturbando ele com as mãos, que iam e vinham lentamente.
—Chupa —disse Javier em um momento. Kary olhou surpresa, ele estava indo longe demais, sua mãe os descobriria, mas ao mesmo tempo isso a estava excitando mais.
—Não, mamãe está ali… você está louco?… não —disse Kary segurando firmemente o pau. Javier a olhou por alguns instantes, para então agarrar a cabeça da putinha e empurrá-la em direção ao seu pau…
—Chupa que sua mãe nem percebe —Kary não soube por que, mas abriu a boca e engoliu o pau. Javier parou de fazer pressão sobre sua cabeça e apenas apoiou as mãos. Kary começou a mamar e chupar lentamente, saboreando o pau de seu padrasto. Era a primeira vez que fazia isso tranquila e não obrigada a tapas. Chupava e enfiava até onde conseguia, deixava quieto e esfregava com a língua.
Javier parecia estar contente com o serviço, porque não dizia nada e acariciava sua cabeça que subia e descia. Kary, de vez em quando, tirava da boca e chupava suas bolas, masturbando-o com uma mão, depois passava a língua por todo o tronco, chupava apenas a cabeça do pau. Estava começando a gostar do que estava fazendo. Javier olhava de vez em quando para a cozinha, para ver se sua mulher não vinha.
—Senta em cima de mim —Kary parou de chupar e olhou para ele novamente surpresa, agora sim eles estavam indo longe demais. Mas Javier não a deixou reagir, a agarrou e a levantou facilmente, colocando-a sentada em suas pernas. Kary ficou de costas para ele, olhando a televisão, ficou dura de medo, sentia o pau de Javier em suas nádegas, como ele a acomodava e como puxava sua calcinha para baixo, deixando sua bunda exposta.-Não... para... a mamãe vai descobrir... para... aaahhhh.

Javier a levantou um pouco e enfiou no cu dela. Kary não sentiu dor, ainda estava dilatada e o pau deslizou suavemente até cravar tudo até as bolas. Javier aproximou a cabeça até o ouvido da putinha e sussurrou:

- É melhor você não fazer nenhum barulho... entendeu?

Kary respondeu que sim com a cabeça, segurando os gemidos. "Rebola, gostosa" ele disse. Kary começou a subir e descer lentamente, enfiando ela mesma o pau do seu padrasto. Apertava os dentes para não arfar, mas sua respiração ficava ofegante e cada vez mais audível.

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