PDB 65: Botando em dia (II)




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Compêndio IIIA manhã de primavera de segunda-feira estava bem quente, com uma brisa fresca e revigorante. O céu estava azul e limpo, com o sol atravessando as copas das árvores. O cheiro de grama fresca, junto com as flores coloridas, criava uma fragrância embriagante, doce e natural, acompanhada pelo canto dos pássaros que ainda não consigo identificar.

A procissão de pais e mães seguia indiferente, com aquela tensão latente de chegar ao trabalho ou voltar logo para casa.

Foi aí que avistei as garotas, conversando alegremente antes de deixar suas filhas. A primeira a me notar foi Karen, que soltou a mão da mãe para correr e me receber.

Minha reação natural foi pegá-la no colo, como se fosse uma das minhas meninas, deixando que me abraçasse com carinho.

— Senti muita sua falta, pa…! — A doce voz de Karen travou, corando e percebendo o que quase me chamou.

(I missed you a lot, da..)

Sorri para ela e apertei seu narizinho delicado.

— Tudo bem! — encorajei. — Pode me chamar de pai.

Karen me abraçou ainda mais forte, enquanto Emma era um mar de lágrimas. Na verdade, Karen se contenta com tão pouco, porque além de me ver conversando com a mãe dela e algumas brincadeiras ocasionais quando estamos com Bastián e as ligações para ouvir as histórias de dormir que conto para as meninas, isso basta para que ela me veja como um pai.
PDB 65: Botando em dia (II)Assim que nossos filhos entraram na escola, sorri para o trio e caminhei para cumprimentá-las.morenaAs garotas me cercaram como abelhas numa colmeia, seus peitos me esmagando deliciosamente enquanto me abraçavam e perguntavam como eu estava.peitoesA gente tava fazendo um show tão grande que até as outras mães tavam olhando com inveja, e eu contei a verdade:

– Pois é… deram alta pra Marisol na sexta e ela disse que eu podia fazer umas coisas em casa… e agora, ela me expulsou de lá… porque minha tesão pode empurrar ela a fazer algo que o médico não quer…

Confessei isso de maneira casual, sem nem pensar, porque ainda acho engraçado como a Marisol vê as coisas.

Mas pras garotas, o rosto delas mudou, trocaram olhares, com uma pergunta na mente:

> E… com quem você quer ficar hoje? – perguntou Aisha, me olhando com desejo.

A pergunta me pegou desprevenido. Olhei pra cada uma delas e todas baixaram o olhar…

Até que meus olhos encontraram os de Emma.

• Isso é injusto! – Isabella protestou. – Não é justo! Você sempre escolhe a Emma!

Tanto Aisha quanto Emma riram baixinho, entendendo um pouco a natureza egocêntrica da Isabella, que tava fazendo biquinho pra chamar minha atenção, com a intenção de conseguir o que queria.

o Por que você não sai melhor com ela? – me perguntou Emma, entrando na brincadeira.

Tanto Aisha quanto Izzie ficaram sem palavras. Na verdade, Isabella ficou boquiaberta.

– Tem certeza? – perguntei pra ela.

Emma riu, mas se manteve firme, com aquela atitude tão casual, desconfiada e brincalhona que eu adoro.

o Tenho certeza! – respondeu com confiança. – Além do mais, você vai compensar a gente três eventualmente, então não tenho problema em esperar minha vez.

Então Aisha e Emma deixaram a gente ir, com Izzie me agarrando pelo braço como se fosse uma debutante no primeiro encontro… mesmo que naquele momento, ela não soubesse o que aconteceria horas depois.

O sorrisão da Izzie era radiante. Ela também não conseguia acreditar como tinha conseguido o que queria e tava andando do meu lado. O sol beijava a pele dela e o vento brincava com os cabelos, fazendo ela parecer idílica.

No entanto, o sentimento de vitória dela durou pouco, depois que eu coloquei o cinto de segurança na caminhonete.
Sexo anal- E é por isso que você e eu nunca teremos um relacionamento sério... - comuniquei a ela, enquanto passava o contato.

A reação dela foi como se eu tivesse jogado água nela.

• O quê? Mas por quê? - perguntou exaltada, esquecendo que, apesar de tudo, somos casados e até acabei de ter um filho.

- Você sempre dá um jeito de fazer do seu jeito. - respondi com um sorriso compreensivo. - É parte do seu charme, mas também é um pouco problemático.

Minhas palavras a enterneceram, mas para mim, trouxeram lembranças da minha querida "Amazona espanhola".
mamadaMas para que entendam meu ponto de vista, Izzie é daquelas mulheres que se julgam deusas da beleza e acham que todo homem sonha em transar com uma gostosa como ela (razão pela qual ela ficou tão obcecada por mim que, no começo, eu nem dei muita bola).

Além disso, ela adora aparecer nas redes sociais, por isso fica irritada porque eu quase não tenho presença nelas e vivo de um jeito muito mais discreto.

• Mas e a Emma? – protestou com a confiança abalada e se sentindo exposta, sua voz refletindo um tom de rejeição.

– Emma é diferente. Não é tão chamativa quanto você. – confessei com um sorriso.

A coitada se sentiu lisonjeada e triste ao mesmo tempo, mas entendeu o que eu quis dizer. Isabella adora estar constantemente no palco. Já eu, me sinto confortável nos bastidores.

• Mas eu poderia mudar! – se ofereceu, com um leve tom de vergonha na voz.

Olhei para ela de novo e vi mais uma vez a lembrança da prima de Marisol…
esposa gostosaAo chegar no semáforo, olhei bem nos olhos dela.

- Pra que mudar por mim? Você já é perfeita. - perguntei, amando-a de verdade. - Izzie, não nego que gosto de você. Que acho você a segunda mulher mais gostosa que já conheci e que você é diabólicamente sexy... mas seja honesta comigo. Se você e eu ficássemos juntos, você me trairia.

É curioso pensar agora no que disse naquela hora, sendo que eu mesmo fui infiel desde antes do meu casamento (embora a Marisol insista que ela me forçou a isso).

Mas notei como o coração dela inchou de amor, embora minhas palavras não a deixassem satisfeita: eu a tinha achado perfeita, mas não a mulher mais linda que já conheci.

- Eu seria fiel com você. - sussurrou, olhando pela janela.

Peguei a mão dela, lembrando cada vez mais da mulher que, em um momento, me fez questionar se minha decisão de casar com a Marisol tinha sido a certa.

- Lealdade não é sobre mudar por outra pessoa, Isabella. - expliquei o que aprendi com meus anos. - É sobre ser honesto consigo mesmo sobre quem você é. E não acho que você seria feliz sendo uma esposa normal.

Dava pra ver a luta nos olhos dela por causa das minhas palavras. A ideia de ser uma esposa dedicada pra mim e mãe dos meus filhos soava tentadora, mas ela também percebia que queria mais.
infidelidade consentidaEla se acostumou a uma vida refinada, à satisfação de ser cobiçada, ao entusiasmo de viver novas experiências.

Quando chegamos ao nosso quarto de hotel, ela se jogou em mim assim que atravessamos a porta. Sua fome por mim era palpável, e ela não estava interessada nem no passado nem no futuro. Só me queria ali mesmo, naquele momento e lugar.

O calor dos meus beijos era tudo de que ela precisava. Promessas de encontros apaixonados, elogios silenciosos e aquele tipo de amor que a fazia se sentir satisfeita.

Caímos na cama, nossas roupas espalhadas pela pressa, sua ansiedade suprimindo egoistamente minha moderação e minhas manias.

Seus olhos se prenderam à minha masculinidade, que se erguia ereta e excitada. Sem trocar palavras, ela se ajoelhou e a colocou na boca, com os lábios úmidos de saliva ao me ver, desejosa de mostrar o quanto sentiu minha falta e me precisava. A sensação da minha grossura preenchendo sua garganta era reconfortante, e ela curtia o poder que tinha sobre mim.
mandarMeus olhos reviravam de prazer enquanto a cabeça da Izzie subia e descia sobre mim, suas mãos amassando com perícia minhas bolas. Apesar da fome dela pelo meu pau, eu sabia que aquele momento não era só dela. Era sobre compartilhar nosso amor e desejo.

Mas, assim como a Isabella adorava me dar prazer, eu queria tocá-la. Agarrei seus seios macios com ganância e o êxtase entre nós era incandescente. Olhei nos olhos dela, os dela suplicando por mais, e eu sabia muito bem o que ela precisava.

—Sua boca é o céu, mas sua buceta me precisa mais! — sussurrei no ouvido dela, fazendo-a corar.

Com um sorriso, ajudei-a a levantar e nos beijamos com mais paixão, minhas mãos explorando seu corpo, apalpando a maciez de sua pele e a firmeza de seus seios. Nossos corações aceleravam em ritmos insuspeitados de excitação e expectativa enquanto a levava até a cama.

Uma vez deitados juntos, Isabella montou em mim, sentindo a ponta da minha cabeça dura e implacável provocando sua entrada molhada. Ela deixou o corpo cair sobre o meu, me levando fundo para dentro, e por um instante perdemos o fôlego.
PDB 65: Botando em dia (II)A sensação de esticá-la de novo, encaixando perfeitamente, era simplesmente incrível e ela começou a cavalgar com uma urgência que gritava o quanto sentiu minha falta. A cada quicada, ela se enfiava mais e mais, perdida no ritmo alucinante que nossos corpos seguiam.

Seus quadris invejáveis se moviam num ritmo gostoso e hipnótico. Como se soubessem que nossos corpos foram feitos pra isso, pra nos satisfazer mutuamente, e ela adorava se sentir tão recheada por mim.

O som da nossa pele batendo ritmicamente, a essência do nosso desejo e a visão dos peitos perfeitos da Isabella dançando no ritmo dos nossos movimentos era maravilhoso. Nossos olhos não se desgrudaram enquanto fazíamos amor, sentindo nossa conexão mais forte que nunca. Apesar das dúvidas na mente dela, Izzie sabia que me amava e estava disposta a lutar por mim. Ela quicava em mim, sentindo meu corpo enchendo ela de calor e amor enquanto se aproximava cada vez mais de um orgasmo arrepiante.

Minhas mãos percorriam todo o corpo dela, explorando cada curva, cada centímetro da pele quente e macia. O corpo dela se tensionava sob meu toque - eu a conhecia melhor que ninguém, e meu conhecimento da anatomia dela estava a deixando louca. Enquanto ela cavalgava descontrolada, nossos corpos se moviam com uma harmonia que mostrava o quanto a gente se desejava.

Nosso quarto se encheu com sons de paixão, uma melodia de gemidos e suspiros que ecoavam nas paredes, fazendo ela se sentir mais viva do que nunca. Nossos corpos estavam molhados de suor, nossa respiração ofegante enquanto nos aproximávamos do clímax. Isabella se inclinou pra me beijar, sua língua brigando com a minha enquanto a tensão entre a gente crescia. Minha cintura batia na dela com força, tornando nossos movimentos cada vez mais frenéticos e desesperados.

E foi aí que, com um grito estrondoso, ela gozou um orgasmo que a atingiu como uma avalanche. Poucos minutos depois, eu a acompanhei, enchendo-a com minha semente e proclamando-a como minha.

Deitamos na cama ofegantes, nossos corpos entrelaçados, desfrutando da euforia pós-orgasmo. Para Isabella, era um momento de pura felicidade, que ela havia ansiado por um mês.

Mas minha luxúria por ela não tinha fim. Quando conseguimos nos desgrudar e Izzie viu meu pau, ainda duro e brilhando com nossos fluidos, ela soube que aquilo era só o começo. Sem resistir, deixou minhas mãos agarrarem sua cintura enquanto eu a virava, me posicionando atrás daquele monumental rabão.

Com alguns tapinhas brincalhões do meu pau em suas nádegas e sentindo meus dedos deslizando sobre seu esfíncter, seu corpo estremeceu ao perceber o que estava por vir, a iguaria que seu corpo mais desejava.

Meu pau deslizou dentro dela, alcançando profundidades inimagináveis. A sensação era incandescente e ela suspirava cada vez que eu metia mais forte. Minhas enfiadas eram firmes e poderosas, fazendo seus seios balançarem como gelatina.

Isabella parecia uma deusa sob meus braços, seu corpo reagindo a cada movimento. Seus orgasmos começaram a vir em série, consecutivos, como um crescendo imparável de prazer.

Seus gemidos ficaram mais intensos conforme nossos movimentos se aceleravam, o atrito entre nós criando uma melodia de sensações que parecia percorrer cada nervo de seu corpo. A pressão estava lá, um lembrete constante do tabu do nosso romance, mas era superada pelo prazer incomparável que a dominava.
morenaMinhas investidas ficaram mais gananciosas, meu pau injetando nela cada vez com mais força, sua bundinha queimando em uma doce agonia de prazer, onde ela encontrava cada empurrão com luxúria, me recebendo como seu amo e senhor. Eu podia sentir como ela ia se esticando, gozando a cada segundo, cada centímetro, cada veia e pulsação, para me acomodar, seu corpo se adaptando a essa tortura deliciosa que eu entregava com cada socada.

O quarto estava tomado pelos nossos sons novamente: meus grunhidos de esforço, seus gemidos de êxtase e o impacto dos nossos corpos. Era algo que havíamos aperfeiçoado por meses, uma sequência de movimentos onde o amor e o prazer não davam espaço para vergonha ou arrependimento.

Quando finalmente alcancei meu limite e me esvaziei dentro dela, a sensação era indescritível, meu pau enterrado profundamente em seu interior. O corpo ardente da Isabella estava incandescente, sua bundinha me apertando com gula enquanto eu depositava minha semente quente, enchendo-a, e ela gozou comigo, seu orgasmo chicoteando seu corpo como um furacão. Colapsamos na cama, exaustos e suados de novo, nossos corações acelerados em sincronia.

A visão do meu sêmen escorrendo de seu buraquinho era uma obra de arte, uma prova de como minhas vontades por ela transbordavam. Ela me olhou de novo, com meu pau ainda úmido dos nossos fluidos, e nos beijamos mais uma vez.
peitoesNossos corpos estavam uma bagunça suada e cheirando a porra, mas naqueles momentos, nos achávamos divinos um para o outro. O amor que compartilhávamos era animal, puro e consumidor.

No entanto, apesar da tentação de ficar na cama, o tempo era cruel conosco. Eu sabia que tinha que voltar para o Bastián e ela, para a Lily, então tínhamos que nos mexer.

— Precisamos nos arrumar. — falei, ainda com tesão por ela.

Izzie concordou, mostrando incômodo por termos que ir embora, mas entendia as prioridades.
Sexo anal• Claro que sim! – ela concordou, sua voz suave e submissa, entendendo nossa situação.

Compartilhamos um beijo breve e apaixonado antes de sair da cama e ir para o chuveiro. Ela me viu ir, seus olhos se fixando nos músculos das minhas costas e parando na minha bunda enquanto eu entrava no jorro vaporoso de água.

Não demorou muito para me acompanhar, o jorro de água nos banhando enquanto nos beijávamos. Peguei o sabonete e comecei a lavar seu corpo, minha mão aproveitando para apalpar aquelas curvas maravilhosas.

Mas foi só quando Izzie lavou meu pau e se ajoelhou, me levando de novo aos seus lábios, que a verdadeira mágica aconteceu.

Embora Isabella sempre tivesse sido provocante, usando sua sexualidade para conseguir o que queria, comigo, as coisas eram diferentes. Ela se entregava completamente a mim, voluntariamente engolindo meu pau e saboreando.

Quando eu gozei mais uma vez na sua garganta, ela engolindo a maior parte da minha porra com fome luxuriosa, ela me olhou brevemente nos olhos, aproveitando o momento e lambendo os lábios para se limpar, com um olhar que brilhava de satisfação.

• Delicioso! – ela me disse, depois de dar uma última lambida barulhenta na minha cabeça.
mamadaCompartimos um último beijo debaixo do chuveiro, com meu gosto ainda em seus lábios.

• Te espero lá fora! – comentou sedutoramente, seus seios luxuriosos e hipnotizantes, enquanto sorria ao me ter encantado.

Mas enquanto nos vestíamos, notei que ela estava agindo estranho. Depois de se cobrir com o sutiã preto de renda, olhava para sua calcinha de seda e depois para mim, quase como se quisesse me dar de presente. Felizmente, ela reconsiderou e a colocou.

Percebeu que eu a observava e corou. Sei que não pareço um deus grego, mas meus braços musculosos e minhas costas largas chamam sua atenção, junto com meus olhos negros, que assim como os de minha esposa, a atraem por um brilho que ela acha intrigante.

– Pronta? – perguntei, disfarçando seu olhar perdido na minha anatomia.

Ela acenou envergonhada. Mas uma vez vestidos, tomei meu tempo para observá-la em detalhes, me certificando de que saíssemos exatamente como entramos. Uma vez satisfeito, inclinei-me diante dela, beijando-a calorosa e ternamente, como uma recompensa.

O caminho de volta para a escola foi agradavelmente silencioso, com nossa proximidade ainda palpável sem precisar de palavras…

Mas ao chegar na escola, a aura idílica de Isabella seria quebrada pelas garotas, que perceberam pelo brilho de Izzie de uma mulher completamente satisfeita.

– Marco, está tudo bem se Aisha e eu pegarmos nossa vez amanhã? – perguntou Emma, com um sorriso malicioso.
esposa gostosaA Isabella, o ânimo dela caiu, os ciúmes inchando seu peito como um incêndio.

• O quê? – cuspiu a pergunta, incapaz de esconder sua inveja.

As duas amigas riram da reação dela, curtindo o incômodo, fazendo a inveja piorar seu caráter.

> Ai, qual é, Isabella! – insistiu Aisha. – Você sabe as regras e você nunca divide. Além do mais, você me teve só pra você hoje.

Eu estava tão impressionado quanto ela. Mas Isabella me olhava nos olhos, esperando minha resposta. Sabia que me dividir com as meninas era doce e amargo ao mesmo tempo, mas também estava ciente de que não podia monopolizar meu afeto.

• Acho que você tem razão. – conseguiu responder de má vontade.
infidelidade consentidaAs garotas sorriram radiantes, exceto Izzie, enquanto eu as observava sem conseguir dizer uma palavra...Próximo post


1 comentários - PDB 65: Botando em dia (II)

Yo pienso que a Izzie te la garchas porque es la que esta mas buena, pero es una mina toxica, no?
No niego que tiene su grado de toxicidad, pero también tiene su lado dulce. En realidad, la que más me gusta es Emma, pero Izzie me recuerda a la prima de Marisol. Gracias por comentar.